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Compromisso de todo Cristão

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Ano Nacional Mariano

Ano Nacional Mariano
Ano Nacional Mariano

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

TEMPO DO ADVENTO

A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive a alegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 

As figuras Bíblicas principais do Advento
Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi vocacionado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação. Em ambos se manifesta a realização da esperança messiânica judaica e o anúncio da plenitude dos tempos.

A espiritualidade do Advento:“Atentos e vigilantes”
A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.

“Orai a todo momento”

Este tempo é marcado por uma vivência mais profunda da vida de oração. A leitura orante deste período nos coloca em contato com as profecias de salvação do Antigo Testamento, com a expectativa que os cristãos da Igreja primitiva tinham da Parusia e com os eventos principais que antecederam o nascimento de Jesus. A recordação dos eventos que antecederam a primeira vinda de Cristo se torna a base da preparação da Igreja para o novo Advento do Senhor. A Santa Missa e a Liturgia das Horas são os principais momentos celebrativos. Os exercícios de piedade, como a oração e a meditação dos mistérios gozosos do Rosário, a oração do Angelus Domini e a Novena de Natal podem ser um caminho feliz para a vivência da oração comunitária neste tempo.
por Pe. Vitor Gino Finelon-Vice-Diretor das Escolas de Fé e Catequeses
Para saber mais sobre o assunto, indicamos CIC, nos 1168 até 1171; no Compêndio do Catecismo, perguntas de 241 e 242; no Youcat, perguntas de 184 até 186; e, Sacrosanctum Concilium, parágrafos 102 e 105.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Campanha para a Evangelização (CE)

Jundiaí, 24 de novembro de 2013.

Caros irmãos presbíteros,

A Igreja no Brasil realiza anualmente a Campanha para a Evangelização (CE), com o objetivo de despertar nos fiéis o compromisso evangelizador e a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. Aqui, na Diocese de Jundiaí, muito ajudará na promoção do Plano Diocesano da Ação Evangelizadora – 2014, que contemplará a urgência: “Igreja: casa da iniciação à vida cristã”.
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o lema proposto para esse ano: “Eu vos anuncio uma grande alegria!". “Queremos que a CE de 2013 seja marcada pela alegria - alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores. Por isso, escolhemos como lema da CE de 2013 o anúncio dos anjos aos pastores de Belém”.
A Campanha para a Evangelização inicia-se sempre na solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, se estendendo pelo Tempo do Advento. Esse ano a coleta será nos dias 14 e 15 de dezembro em todas as Paróquias e Comunidades espalhadas em todo território nacional. O resultado é todo direcionado para os trabalhos de evangelização, nos vários níveis: diocesano (45% do total arrecadado), regional (20%) e nacional (35%).
Contamos com a colaboração dos senhores para que nas celebrações rezem a oração própria para a CE – 2013 junto com o povo, que expliquem a importância e incentivem a participação dos fiéis nessa Campanha.
Para esse ano a CNBB não enviou cartazes e envelopes para as Dioceses. Estamos enviando em anexo, o texto base, duas sugestões de cartazes e uma do folder com a oração. As Paróquias que desejarem imprimir algum material têm mais opções disponíveis para download no site da CNBB.
Atenciosamente,
Pe. Geraldo da Cruz Bicudo de Almeida
Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Evangelli Gaudium: Uma 'conversão pastoral' para toda a Igreja

“Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual que à autopreservação”. Este é o “sonho” do Papa Francisco, que com a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium pede a todos os crentes para que se desinstalem e indica a toda a Igreja o caminho dessa “conversão pastoral” que durante estes primeiros meses de Pontificado, com seu testemunho e pregação, procurou ensinar. 
"A reforma das estruturas, que a conversão pastoral exige, só se pode entender neste sentido: fazer com que todas elas se tornem mais missionárias, que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais comunicativa e aberta, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de saída e, assim, favoreça a resposta positiva de todos aqueles a quem Jesus oferece a sua amizade". 
Francisco trabalhou exaustivamente neste documento, como se fosse quase uma encíclica, durante todo o verão. E nele há muitos ecos das sugestões e das referências que surgiram graças ao trabalho dos padres sinodais, que se reuniram em Roma, em outubro de 2012, para debater o tema da Nova Evangelização. Na Exortação são citados muitos documentos das Conferências Episcopais dos diferentes continentes, começando pelo texto, fundamental, de Aparecida, que é quase a antecipação de uma perspectiva que Bergoglio pretende colocar em prática, dando maior peso à contribuição das Igrejas locais e, ao mesmo tempo, descentralizando funções e poderes. 
Na Evangelli Gaudium encontram-se muitos dos temas e alusões que foram caracterizando os primeiros meses do Pontificado. O papa, ao aludir ao tema do aborto, insiste em que a vida é sagrada. Por essa razão, “não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana”. Também insiste no “não” da Igreja à ordenação das mulheres, propugnado pelos que identificam na ordem sacra um “poder” e quiseram “clericalizar” as mulheres (uma ótica que também campeia no debate sobre as “cardeais”). 

A primeira Exortação Apostólica de Francisco

Quem encontrou Jesus fica de tal modo marcado que não pode segurar só para si essa experiência   

No Domingo de Cristo Rei, 24 de novembro, o papa Francisco brindou a Igreja com uma bela Exortação Apostólica sobre a evangelização, chamada: "Evangelii gaudium – A Alegria do Evangelho”. É um presente feito à Igreja no encerramento do Ano da Fé, ao longo do qual ela procurou, em todas as suas comunidades, recobrar o fervor da fé. 
A Exortação Apostólica traz as contribuições e impulsos da assembléia do Sínodo dos Bispos de outubro de 2012, sobre o tema da "nova evangelização para a transmissão da fé cristã". Mas também representa uma palavra pessoal do papa Francisco e retrata sua experiência pessoal de "nova evangelização" na América Latina, especialmente, aquela do Documento de Aparecida. A Exortação Apostólica Evangelii Gaudium – “A Alegria do Evangelho” – vem em boa hora para estimular e orientar a todos!
Por Dom Odilo Scherer

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

ENTRETENIMENTO: 12º Festival de Capoeira

A Pastoral do Menor da Paróquia São José Operário-Jundiaí Bairro Retiro participou deste evento no Clube Uirapuru.  Na comunidade, muitas são as alegrias que vivenciamos ao longo da vida, principalmente quando realizamos atividades que são aceitas por todos e que tenham a participação de todos os grupos, pois cada um, com seu jeito diferente de ser e de agir, pode colaborar para o bom êxito das tarefas.Crescemos como pessoa humana, realizamos projetos comuns, aprendemos cidadania, descobrimos nossos potenciais e, não menos importante, elevamos juntos nossa ação de graças a Deus. Esforcemo-nos mais e mais para que nossos pequenos se sintam motivados a vivenciarem nossa diversidade de cultura. Parabéns a Pastoral do menor pela iniciativa.

domingo, 24 de novembro de 2013

Filipinas precisa de solidariedade

Atendendo ao apelo do Papa Francisco e em consonância com a Campanha Emergencial lançada pela Caritas Internationalis ao povo filipino, a Rede Cáritas Brasileira lança uma campanha para arrecadação de recursos em solidariedade aos afetados pelo tufão Haiyan, que devastou o arquipélago das Filipinas, no dia 8 de novembro, sexta-feira, atingindo milhões de pessoas.
 Os recursos arrecadados pela campanha emergencial no Brasil serão destinados à Cáritas Filipinas e depois, serão revertidos em utensílios de primeira necessidade como comida, água potável e produtos de higiene pessoal. Após esta primeira etapa, os recursos serão destinados para apoiar a reconstrução do país.
 A Cáritas Diocesana de Jundiaí unida à proposta da Cáritas Brasileira solicita a colaboração de todos.Párocos, vigários, diáconos, ministros, agentes de pastorais e lideranças comunitárias podem ajudar na organização e divulgação da Campanha Emergencial de Solidariedade, visto que, além do depósito bancário, as pessoas que quiserem ajudar podem fazer doações nas paróquias que freqüentam.
 Todos podem contribuir através de doações na Conta do Fundo Diocesano de Solidariedade:
Banco do Brasil: Agência 340-9
Conta Corrente 36.267-0
 Mitra Diocesana de Jundiaí – FDS
A generosidade de todos os fiéis da Diocese de Jundiaí será de grande importância. Participe conosco dessa causa e contribua como puder, pois de pouco em pouco podemos fazer a diferença!


sábado, 23 de novembro de 2013

CAMPANHA DIOCESANA DO DÍZIMO 2013 “DÍZIMO É UM ATO CONCRETO DE FÉ, AMOR E PARTILHA”

QUARTA SEMANA (DIAS 23 E 24 DE NOVEMBRO DE 2013)

                                                                                                            O DÍZIMO SALVA A GENTE?
Não. O dízimo não salva ninguém. Não é o dinheiro que salva, quem salva é Deus;
e quer salvar a todos. Mas o dízimo me leva mais perto de Deus, me aproxima mais
d’Ele, porque me leva para a Comunidade e me ajuda a vencer o egoísmo e o individualismo.
Dízimo é um meio e nós não devemos abandonar os meios que nos fazem
mais irmãos e nos conduzem para mais perto de Deus.
DÍZIMO É TER CONFIANÇA EM DEUS
É o que nos diz Mt 6, 31-33: “Portanto, não fi quem preocupados, dizendo: O que
vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vesti r? Os pagãos é que fi cam
procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam
de tudo isso. Pelo contrário, em primeiro lugar busquem o Reino de Deus e a sua
justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas”.
EU SOU CATEQUISTA, POR ISSO ESTOU DISPENSADO EM DAR O DÍZIMO?
Não. Não está dispensado. Assim como coordenadores, ministros da eucaristia,
animadores de Comunidades e, enfim, quem exerce algum ministério dentro da Igreja
deve dar o bom exemplo e ser dizimista consciente.
EU PRATICO A CARIDADE. ESTOU DISPENSADO EM DAR O DÍZIMO?
Não. Dízimo é um mandamento de Deus que nos manda retribuir o dízimo para
a manutenção da Igreja. Ajudar os pobres, que é a prát ca da caridade, é um dever
nosso como bons cristãos comprometi dos com os mais necessitados. Santo Agostinho
dizia: “Cristi anismo sem caridade é hipocrisia”.
DÍZIMO, RESPONSABILIDADE DE TODOS
O dízimo é um dos meios pelos quais cada cristão, vivendo como membro da família
do povo de Deus, demonstra sua corresponsabilidade pela vida e manutenção
da Igreja. A Comunidade precisa de membros responsáveis, irmãos e irmãs da mesma
família, que ajudam a mantê-la. Vamos assumir nosso compromisso de cristãos comprometi
dos com a Igreja e com o Reino de Deus, pois, devolver o dízimo é muito mais
que uma obrigação, é a própria vivência do grande mandamento do amor: “Amai-vos

uns aos outros, como eu vos amo” (Jo 15, 12).

Dia Nacional dos Leigos

Saúdo todos os leigos e leigas do Brasil pelo seu dia na festa de Cristo Rei!

Todas as criaturas necessitam de um ambiente saudável para nascer, crescer e viver em paz. É preciso construir a casa para que se possa viver com dignidade como pessoa humana, desde o momento em que tem início a existência, pois, já carrega a imagem de Cristo.

Jesus Cristo é proclamado Rei do Universo no último domingo litúrgico do ano. Ele tem um Reino para nós. Pela graça do Batismo, somos filiados à Igreja.  Como mãe, a Igreja oferece as condições espirituais e humanas para que a vida seja de fato vista como dom e riqueza imensurável. Portanto, cada criatura humana carrega dentro de si o grande sinal de Deus Uno e Trino. A festa de Cristo Rei é para todos os batizados. Lembramos nesse dia especialmente os leigos e leigas.
A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, ao saudar os leigos e leigas, convoca-os para trabalhar na messe do Senhor e construir o Reino de paz e de justiça. O nosso espaço, o lugar onde vivemos, deve se tornar um sinal do Reino definitivo anunciado por Jesus Cristo. Por isso, são chamados para contribuir na evangelização. Saudamos e cumprimentamos os milhões de leigos e leigas que se dedicam à evangelização; são infinitamente a maioria absoluta que anunciam o Cristo Rei através da catequese, da liturgia, da coordenação de grupos, das pastorais, dos movimentos, associações, novas comunidades, CEBs, dos conselhos de leigos e da presença nos diferentes espaços da sociedade como na cultura, na economia, no mundo do trabalho,  nas artes, na família, na política, na vida profissional, na educação, nos meios de comunicação,  dentre outros.  Reconhecemos que a maioria dos agentes de evangelização são as mulheres.
O trabalho humilde, simples, cotidiano, constante, sereno, fecundo das mulheres é a beleza gigantesca no anúncio do Reino de Deus. Que os homens também se sintam participantes nessa tarefa divina e santa, pois temos tantos homens espalhados pelo mundo afora se dedicando no anúncio do Evangelho e sua justiça. Que na festa de Cristo Rei, dia do leigo, saibamos valorizar todos os que são partícipes da gloriosa vinda de Cristo e com Ele, possamos construir o Reino definitivo.
Que a fé, aumentada e professada neste Ano da Fé, seja a força motora em cada cristão para ser instrumento de paz em toda parte.
Que o modelo de vida de família, testemunhada por Jesus, Maria e José, encoraje os leigos e leigas para serem discípulos missionários do Reino de Deus.

Fraternalmente,
Dom Frei Severino Clasen
Bispo de Caçador - SC
Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato-CNBB
Viva Cristo Rei!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

LITURGIA

O Ano Litúrgico

Estamos chegando nas últimas celebrações do Ano Litúrgico do “Ciclo C”, quando lemos o Evangelista São Lucas. Como é de nosso conhecimento, as últimas celebrações nos remetem para o tempo escatológico, o final dos tempos, para o encontro definitivo com o Senhor. Isso significa que nossa vida terá um fim, que a morte física é inevitável, mas não é o final de nossas vidas, pois continuaremos a viver em Deus, como professamos no Credo: “creio na ressurreição da carne e na vida eterna”. Como podemos participar da santidade divina, em meio a tantos apelos para caminhar nos caminhos do mundo? A resposta está na celebração do 33DTC-C, com uma frase que resume bem toda a celebração: “É permanecendo firmes que irás ganhar a vida!” No contexto do “Ano da Fé”, a reflexão do 33DTC-C, considerará o futuro — não como tempo abstrato e sem esperança e, por isso, de medo — mas como tempo de esperança, marcado pela fé. Uma celebração também para considerar o tempo presente, para avaliar as agressividades que os cristãos sofrem, seja do ponto de vista físico, psíquico e moralmente. 

Conclusão do Ano da Fé 
Finalmente, no último Domingo de novembro a solenidade de “Cristo Rei”, que encerra o “Ano da Fé” contemplando a Cruz e a oração da humanidade, na boca do ladrão; uma oração tão poderosa, capaz de “roubar” o Reino do Senhor para todos nós: “Senhor, lembra-te de mim quando estiveres no teu Reino”. Chegamos ao final do Ano Litúrgico coroando nossa caminhada no discipulado, através da pedagogia própria deste Ano Litúrgico, celebrando a fé iluminada pelo Evangelho de Lucas, proclamando uma vez mais o Reinado de Jesus Cristo. Com esta celebração, damos graças a Deus pela conclusão deste Ano Litúrgico e pelo encerramento do “Ano da Fé”.

Dos escritos de Serginho Valle

JUVENTUDE NA IGREJA

Jovens se reunirão em Brasília para traçar metas de evangelização

A Comissão Pastoral para a Juventude da CNBB realizará nos próximos dias 11 a 15 de dezembro, em Brasília, DF, o Encontro Nacional da Pastoral Juvenil, com o tema “Ide sem medo para servir”. São convidados para o evento, jovens, religiosos e agentes de pastorais que trabalham com a juventude.
“A proposta é unir a diversidade da juventude na Igreja e elaborarmos sete pistas de ação para todas as expressões da juventude na Igreja do Brasil, a partir do documento 85”, informou o assessor do setor Juventude da CNBB, o religioso salesiano, Padre Toninho. O assessor informou ainda, que o texto base do encontro será a parábola do semeador, pois o que se pretende é fomentar o aspecto da missão. “Queremos sair daqui e semear a boa nova de Jesus Cristo”, relatou.

domingo, 17 de novembro de 2013

CAMPANHA DIOCESANA DO DÍZIMO 2013 “DÍZIMO É UM ATO CONCRETO DE FÉ, AMOR E PARTILHA”

TERCEIRA SEMANA (DIAS 16 E 17 DE NOVEMBRO DE 2013)

PARA ONDE VAI O DINHEIRO DO DÍZIMO?
O dinheiro do dízimo, que nós levamos à Igreja vai para as seguintes finalidades:
FINALIDADE RELIGIOSA DO DÍZIMO
A finalidade Religiosa do dízimo tem por fim a manutenção da parte religiosa da
Igreja.
Quando você vem à Igreja participar da Santa Missa, percebe que tudo que existe
aqui é para o seu próprio bem. Tudo está a serviço de sua própria salvação. Você
encontra na Igreja os folhetos ou recursos digitais para acompanhar os cantos. Você
senta nos bancos, está tudo limpo; olha para o Altar, uma linda toalha, velas acesas.
Olha para cima, a luz está iluminando, o sistema de som funcionando. Alguém teve
que contribuir para que isto acontecesse. Não podemos esquecer ainda a conta de
água, material para a secretaria, funcionários, manutenções, etc. Você acha justo que
uns poucos paroquianos sejam dizimistas e mantenham a Igreja? Por não ser justo é
que a Comunidade necessita da colaboração e do dízimo de todos.
FINALIDADE SOCIAL
O dízimo também tem a finalidade de atender os mais necessitados. Deus sempre
se preocupou com os pobres como está em Dt 14,29: “Não negligenciareis dos órfãos,
das viúvas, dos indigentes, dos peregrinos.” A Comunidade que não se preocupa
com os pobres, não é evangelizadora e não agrada a Jesus, é o que diz Mt 25, 42-
43: “Tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me acolhestes, estava nu e não me vesti stes, estava enfermo e não me visitastes”. O dízimo é criador de um espírito comunitário e me leva ao encontro do irmão necessitado, e nele eu acolho o próprio Cristo: “Toda vez que o fi zestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fi zestes” (Mt 25, 40).
FINALIDADE MISSIONÁRIA DO DÍZIMO
A Comunidade tem que ser missionária. Lembrar sempre e ajudar a todos que se
dedicam à pregação do Evangelho. A Igreja não vive só de oração. Ela vive de oração
e ação. São as duas pernas juntas para andar, ir e anunciar: “Ide por todo o mundo,
anunciai o Evangelho” (Mt 28,18-20).
CAMPANHA DIOCESANA DO DÍZIMO 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cardeal Odilo P. Scherer, Arcebispo de São Paulo fala do encerramento do Ano da fé na festa de Cristo Rei

"No próximo dia 24 de novembro, Domingo de Cristo Rei, será celebrado o encerramento do Ano da Fé. Em muitas igrejas, mais uma vez, as comunidades farão a solene renovação da profissão da fé. Há, nesse ato, uma força testemunhal muito expressiva: de fato, não cremos apenas de modo individual e subjetivo, mas em comunidade, juntamente com muitos outros, que professam a mesma fé. A Igreja é uma grande comunidade de fé, formada de inúmeras comunidades menores e, finalmente, de pessoas, que crêem pessoalmente e vivem a comunhão de fé com grande comunidade eclesial. Não cremos sozinhos, mas com a Igreja toda; e cremos como a Igreja crê – a Igreja que vive hoje neste mundo e também a Igreja celeste! São incalculáveis aqueles que viveram esta mesma fé e já nos precederam na “casa do Pai”. Eles são nossos irmãos na fé, testemunhas e exemplos de fé, que continuam a nos ajudar a prosseguir e perseverar no caminho da fé. Estamos, pois em boa companhia e bem amparados! O Ano da Fé foi uma bênção, pois nos ajudou a tomar consciência renovada da preciosidade da fé da Igreja e da importância de professá-la com convicção e alegria.
O Ano da Fé termina, mas a vivência da fé continua; temos agora o nosso compromisso de testemunhar a fé com intensidade e de traduzir q fé em frutos de vida cristã. Não basta ter iniciado bem o caminho: é preciso perseverar nele, para alcançar a meta da nossa fé: a vida eterna e a comunhão plena com Deus."
 Lembramos que de 21 à 24 de novembro teremos na comunidade Cristo Rei (Metalúrgicos) o Tríduo em preparação a Festa de Cristo Rei, encerrando o Ano Litúrgico e também o Ano da Fé. Participem!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Ano da Fé: término ou início

No dia 24 de novembro, Solenidade de Cristo Rei do Universo, se dará o encerramento do Ano da Fé pelo papa Francisco. Neste período, muito foi feito e promovido: esforço em valorizar a fé, conhecendo-a, aprofundando-a e vivendo-a com mais intensidade; aprofundamento nos documentos conciliares; valorização do Catecismo da Igreja Católica, o seu estudo como oportunidade de aprofundamento da fé e torná-la consciente e firme; ações para a transmissão da fé; renovação missionária da Igreja em nível local e paroquial; o fortalecimento da fé, em meio às adversidades, pelo testemunho cristão...
Encerra-se o Ano da Fé, mas o esforço empreendido se perpetua. A fé, após este ano, deve sair mais robusta, mais esclarecida, mais capaz de dar testemunho e de experimentar a confiança no Senhor. Conhecer, viver e transmitir a fé são compromissos irrenunciáveis do batismo e devem ser assumidos no findar deste ano. Os esforços não se esgotam em um tempo determinado, mas traduzem a missão perene da Igreja: viver da fé professada, vivida e celebrada em Jesus Cristo.
Por isso, o itinerário proposto pelo papa emérito na Carta Apostólica Porta Fidei (PF) e levado adiante pelo Francisco continua atual, necessário e enriquecedor para a fé e a Igreja. A fé é um meio para um acesso exclusivo à intimidade profunda com Deus (PF 1). No itinerário de fé é preciso que se ajude os outros a atravessarem o deserto e encontrem Cristo, fonte que sacia todas as sedes (PF 2). Destaque neste itinerário é a Palavra de Deus e a Eucaristia. “Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quanto são seus discípulos (cf. Jo 6, 51)” (PF 3).
É preciso que cada fiel experimente e testemunhe o amor de Deus, pois "os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou" (PF 6). É necessário reacender a chama da fé por meio da conversão constante ao Senhor da vida, do coração e das ações pastorais (PF 6). Neste processo metanoico, a fé cresce e se fortalece quando se abandona progressivamente no amor de Deus (PF 7).

domingo, 10 de novembro de 2013

CNBB divulga material da Campanha para Evangelização 2013

Já estão disponíveis para download no site da Conferência os materiais da Campanha para a Evangelização 2013. O evento tem início na solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo em 24 de novembro e se estende até o 3º domingo do Advento. A Coleta Nacional será realizada em 15 de dezembro nas paróquias e comunidades do Brasil. O resultado é todo direcionado para os trabalhos de evangelização, nos vários níveis: diocesano (45% do total arrecadado), regional (20%) e nacional (35%).
“A campanha existe para arrecadar recursos para os projetos de evangelização, sendo importante para a sustentabilidade dessas ações na Igreja. Também busca atender as estruturas eclesiais que estão a serviço da missão evangelizadora. Por isso, é necessário que todos participem para que alcancemos os objetivos esperados”, motiva o secretário executivo da CE 2013, padre Luiz Carlos Dias.
A Campanha para a Evangelização foi instituída pelos bispos em 1997 e realizada pela primeira vez em 1998, com o objetivo de despertar nos fieis o compromisso evangelizador e a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. A CE tem o slogan “evangeli.já”, que faz referência a palavra evangelizar.
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o lema Eu vos anuncio uma grande alegria!”, proposto para este ano. “Queremos que a CE de 2013 seja marcada pela alegria – alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores. Por isso, escolhemos como lema da CE de 2013 o anúncio dos anjos aos pastores de Belém”.
Fonte: Site da CNBB


sábado, 9 de novembro de 2013

CAMPANHA DO DÍZIMO:SEGUNDA SEMANA (DIAS 09 E 10 DE NOVEMBRO DE 2013)

Dízimo é um compromisso mensal regular com Igreja

 É aquela parcela que todo omês devolvemos a Deus através da Comunidade, calculada sobre toda a renda mensal. E sendo entregue regularmente, possibilita à Paróquia atender todas as despesas
mensais da Evangelização. Oferta é algo que se dá além do dízimo. Por exemplo: As
ofertas que se colocam nas Missas e Celebrações da Palavra, ou mesmo ofertas dadas
na Comunidade. Pois bem, essas ofertas não são dízimo. São ofertas ocasionais.
Ofertas são contribuições espontâneas ocasionais e dízimo é uma contribuição
mensal e periódica. Não se deve dar o dízimo por causa do retorno. Deus também nos dá tanta coisa
boa e qual o retorno que ele recebe? Com o dízimo eu aprendo a ser generoso. Um
coração agradecido sempre agrada a Deus. Eu retribuo um pouco a Deus, do muito
que Ele me dá. Dízimo é gesto de fé, de grati dão, de fraternidade.
“Cada um dê conforme o impulso de seu coração, não dê de má vontade ou
constrangido, pois Deus ama a quem dá com alegria” (II Cor 9, 7). São Paulo não fala
de dízimo de dez por cento, nem de um por cento. Ele prefere dizer que o cristão faça
a sua entrega: “Segundo o impulso do seu coração.” Portanto, para ser dizimista é
importante ter um coração generoso e agradecido.
Deus não olha a quantia que lhe oferecemos. Deus olha a nossa sinceridade e a
quantia do amor e da gratidão que temos para com Ele. A Igreja Católica, no Brasil,
sempre sensível às necessidades do povo, pede que cada um dê o dízimo de acordo
com seu coração e de acordo com a sua consciência.Todos devem dar o dízimo. Independentemente da classe social, ninguém está dispensado, nem o Bispo, nem o Padre e nem o Diácono. Todos, sem exceção, formam a Comunidade e, portanto, são responsáveis por ela.

NOVEMBRO TEM A CAMPANHA DIOCESANA DO DÍZIMO

PRIMEIRA SEMANA (DIAS 02 E 03 DE NOVEMBRO DE 2013)

É“Todos os dízimos da Terra são propriedades do Senhor... São coisas consagradas
ao Senhor” (Lv 27, 30).
Por tanto, dízimo é a devolução a Deus de uma pequena parcela dos nossos bens
em forma de ação de graças pelo muito que d’Ele recebemos. É aquela parte reservada e consagrada para a manutenção da religião e dos necessitados. Deus é dono de tudo, por isso reservar a Ele parte dos bens é uma retribuição justa por tudo que Ele nostem dado.Não. É Deus. Se Deus pede é porque o dízimo é muito importante na vida da Igreja.
E cada um de nós é responsável para que isto aconteça.
“Tragam o dízimo completo para o tesouro do Templo... Façam a experiência
comigo, diz o Senhor... Vocês vão ver se não abro os reservatórios do céu, se não
derramo minha bênção de fartura” (MI 3, 10). Deus não mente. Deus não engana
ninguém. Deus cumpre aquilo que promete. Mas o que é que Deus promete? Promete
dar a sua bênção a cada um de nós. E não existe nada melhor para nós que recebermos
de Deus uma bênção que sati sfaça nosso coração.
Em Eclo 35, 11-12 a Palavra vai dizer ainda: “Consagra os dízimos com alegria... Dá
ao Altí ssimo conforme te foi dado por Ele”. Consagrar nossos dízimos é colocar nossos
bens a serviço do Reino de Deus. É transformar parte daquilo que generosamente d’Ele
recebemos, em forma de ação de graças para a manutenção de sua obra redentora
aqui na Terra.
Por isso Jesus nos diz: “Recebestes de graça, de graça dai” (Mt 10,8-10).
Assim, o dízimo deve ser visto e entendido como um dom. Porque a Comunidade é sua! Você tem aqui a sua casa, bati za aqui seus fi lhos, usa esta Igreja para a catequese e a primeira comunhão. Aqui você reza, agradece a Deus, manda celebrar Missa de louvores, de ação de graças e nos momentos de dor. Se a
Comunidade funciona bem, quem sai ganhando é você e a sua família. Contribua com o dízimo, mas faça-o com alegria! “As bênçãos divinas não lhe faltarão”.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Todos os santos: O cristão e o respeito humano

Chama-se de “respeito humano” o pecado de ter vergonha de assumir a posição de cristão, sobretudo de católico, nos meios em que se vive. Assim, muitos escondem sua identidade católica, não rezam em público, não participam, por exemplo, das Procissões nas ruas, e outras atividades, com receio de manifestarem os sinais exteriores da fé católica. Temem a zombaria e coisas semelhantes. Esta situação tem se agravado ainda mais porque o mundo ocidental começa a zombar da religião, sobretudo do catolicismo. Em Oxford, na Inglaterra, a  prefeitura da cidade proibiu de chamar as festividades de final de ano de “Festividade de Natal”, chamando de “Festival das luzes de Inverno”. Cristo foi expulso da vida pública de Oxford… Por outro lado, o Cardeal Stanislau Rylko, Presidente do Pontifício Conselho de Leigos, do Vaticano, fez um apelo para que os cristãos não sejam dominados por um “complexo de inferioridade”. O Cardeal denunciou no dia 14.nov.2008 (www.zenit.org), a existência de um “novo anticristianismo” também no Ocidente. Disse o Cardeal:
“Para os cristãos, chegou o momento de libertar-se do falso complexo de inferioridade para com o chamado mundo leigo, para poderem ser valentes testemunhas de Cristo.” Ele analisou a situação atual das sociedades ocidentais, caracterizadas pela “ditadura do relativismo”, e denunciou a aparição de um “novo anti-cristianismo” que “faz passar por politicamente correto atacar os cristãos, e em particular os católicos”. Hoje, advertiu o Cardeal, “quem quer viver e atuar segundo o Evangelho de Cristo deve pagar um preço, inclusive nas sumamente liberais sociedades ocidentais”. “Está ganhando espaço a pretensão de criar um homem novo completamente desarraigado da tradição judaico-cristã, uma nova ordem mundial”.