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Compromisso de todo Cristão

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Reflexão para o dia de Finados

Se você acha que o dia de finados (próximo domingo) não tem nada a ver com sua vida neste momento, talvez o texto abaixo lhe faça repensar isso. 

Morre lentamente quem não troca de ideias, não troca de discurso, evita as próprias contradições. Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece. 
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Autora: Martha Medeiros

Finados:a solidariedade com os irmãos falecidos

No próximo domingo, 2 de novembro, oficiamos em todas as Igrejas a Comemoração anual de todos os fiéis finados.

A morte não nos separa daqueles que morrem em Cristo. Ao contrário, os ganhamos para sempre.
Celebração da saudade e da esperança cristã que nos torna conscientes da misteriosa comunhão dos santos que conecta a Igreja peregrinante, com a padecente e a triunfante.
Essa liturgia apresenta, a importância de celebrar  missas em memória de todos os falecidos e de rezar pelo seu descanso. A morte, na perspectiva cristã, embora tenha um aspecto doloroso de desmontar a tenda do corpo na nossa travessia terrestre e signifique a separação física dos seres queridos e dos amigos, é apenas um passamento, uma passagem para a vida eterna de felicidade que nos aguarda na Casa do Pai, se formos justos e misericordiosos.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Campanha para Evangelização

"Cristo é nossa paz" é o Lema para Campanha da Evangelização 2014

Este ano, a iniciativa completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. A mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 14 de dezembro.
Lema
“Cristo é nossa paz” é o lema da CE 2014, apropriado para o tempo litúrgico do Advento.  Neste período de preparação ao Natal, entre pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização na busca pela  paz.
Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja. 
A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos.                                                                 A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com

domingo, 26 de outubro de 2014

Dia Nacional da Juventude: Iniciativas durante celebração valorizam a juventude nas comunidades.

“Que nenhum jovem viva em contexto de escravidão, violência e morte! E que nossos jovens, em compromisso missionário pessoal e coletivo, sejam, cada vez mais, ‘sal e luz’ de vida e liberdade no meio de seus irmãos e irmãs”, disse bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva. A fundamentação bíblica para o DNJ é“Eis o que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e livrai o oprimido das mãos dos opressores” (Jr 22,3a) e o lema “Feitos para sermos livres, não escravos”. Em celebração realizada na comunidade Cristo Rei  neste domingo, 26 demonstrou a preocupação que a Igreja em caminhar ao
lado da juventude. Entender os desafios contemporâneos e juntos encontrar soluções com base na vivência dos ensinamentos do Evangelho. No encerramento do Ano litúrgico, com a Solenidade de
Cristo Rei, a comunidade espera contar com a participação de todos os jovens de toda paróquia que com certeza dão um brilho todo especial para a festa. Parabéns e um brinde a nossa juventude.

sábado, 25 de outubro de 2014

Cristo Rei divulga programação litúrgica do Tríduo para este ano

Programação Litúrgica Tríduo Cristo Rei(De 20 a 23 de Novembro/ 2014)Início às 19:10h com a Celebração dos Mistérios do terçoCelebração Eucarística as 20:00h

 Tema: É para liberdade que Cristo nos Libertou (GL.5,1)
  • Quinta-feira, 20/11/14
Presidente: Pe. Adeílson R. dos Santos
Paróquia São Francisco de Assis-Campo Limpo Paulista
Liturgia própria do dia
Liturgia da Palavra: RCC - (Missa as 20:00)

  • Sexta-feira 21/11/14
Presidente: Pe. Samuel Maciel Romão
Paróquia N. S. Aparecida – Bairro Novo Horizonte
Liturgia própria do dia
Liturgia da Palavra: ECC - (Missa as 20:00)

  • Sábado, 22/11/14
Presidente: Pe. Gabriel Vital
Catedral Nossa Senhora do Desterro - Jundiaí
Liturgia da Palavra: Caminho Neocatecumenal- (Missa as 20:00)

  • Domingo, 23/11/14
Presidente: João Batista dos Santos
Solenidade de Cristo Rei – Primeira Eucaristia 
Liturgia da palavra: - Comunidade Cristo Rei
  (Missa as 08:00)

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Eleições 2014

Votar bem significa também amar o próximo. Digo isto porque o voto tem consequências determinantes na vida das pessoas. São quatro anos de gestão, podendo ser um bem, ou também um desastre na vida das pessoas e da Nação. Significa compromisso com as categorias sociais, principalmente com os mais necessitados que tentam remediar com o pouco que têm, por falta de oportunidades.
Quem ama o próximo está amando a Deus que quer o bem para todas as pessoas, para o nosso país. O maior mandamento consiste no amor, que é traduzido pela vontade política do bem comum, porque favorece os cidadãos, superando as práticas que causam exclusão e desrespeito com algumas pessoas. Administrar um país é ser aberto pelas questões mais urgentes da Nação.
Um bom governo abre caminhos para que as pessoas tenham acesso aos bens da natureza. Isto supõe vontade política e não apenas palavras de promessas eleitoreiras. Quem promete muito acaba não fazendo nada, causando uma sociedade desencantada e de autoestima totalmente baixa em relação aos políticos de carreira e despreparados para assumir tão difícil missão.
Não se deve fazer ao outro o que não é desejado para si mesmo. Significa que as autoridades têm a obrigação de escutar os clamores da população e ser misericordiosos com ela. A falta de proteção e de uma política de combate à violência faz com que os cidadãos fiquem reféns do medo e desestimulados nos investimentos de produção, prejudicando o país.
O povo brasileiro é paciente e generoso com os políticos de gabinete e que só procuram as pessoas no momento das eleições. Se vota para eleger, deveria votar também para tirar do poder. A Lei da Ficha Limpa já foi um passo, já excluiu muitos “espertalhões”, mas precisa ser mais pertinente e incisiva com os exploradores.
CNBB, 22-10-2014. 
*Dom Paulo Mendes Peixoto é arcebispo de Uberaba (MG).

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dia Mundial da Juventude-(DNJ)

Já está disponível, no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o subsídio para a 29ª edição do Dia Nacional da Juventude (DNJ), que terá como lema “Feitos para sermos livres, não escravos” (CAPYM, 430) e lema “Eis o que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e livrai o oprimido das mãos do opressor” (Jr 22, 3a).
A abordagem desta edição recorda a Campanha da Fraternidade 2014, que tem como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, o subsídio “pretende ser uma ajuda aos grupos juvenis que desejam se envolver no processo de preparação do DNJ”.

No caderno, são apresentados três momentos de preparação para o evento e um de celebração, que podem ser elaborados a partir da espiritualidade e metodologia de cada expressão juvenil, como encontro de grupo, oração, celebração da Palavra, Ofício Divino, Adoração Eucarística e Vigília.
Também são propostos um roteiro de visita missionária e um modelo de projeto pastoral para ações dos grupos em relação à temática do Tráfico Humano.
O DNJ é celebrado no quarto domingo de outubro, dia 26 neste ano.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

A preparação para a vida conjugal

Como a Igreja responderá, durante o Sínodo, aos desafios de jovens que se afastam da vida matrimonial?

A preparação para o matrimônio, para a vida conjugal e familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. De fato, o Sacramento do Matrimônio tem um grande valor para toda a comunidade cristã e, em primeiro lugar, para os esposos, cuja decisão é tão grande que não poderia ser sujeita à improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal preparação podia contar com o apoio da sociedade, a qual reconhecia os valores e os benefícios do matrimônio. A Igreja, sem obstáculos ou dúvidas, tutelava a sua santidade, sabedora do fato de que o Sacramento do Matrimônio representava uma garantia eclesial, qual célula vital do Povo de Deus. O apoio eclesial era, pelo menos nas comunidades realmente evangelizadas, firme, unitário, compacto.Hoje, ao contrário, em não poucos casos assiste-se a um acentuado deterioramento da família e a certa corrupção dos valores do matrimônio. Em numerosas nações, sobretudo economicamente desenvolvidas, o índice de casamentos é reduzido. Costuma-se contrair matrimônio numa idade mais avançada e aumenta o número das separações, até mesmo nos primeiros anos de vida conjugal. Tudo isto leva, inevitavelmente, a uma inquietação pastoral, mil vezes reforçada. Quem contrai matrimônio está realmente preparado para isso? O problema da preparação para o Sacramento do Matrimônio, e para a vida que se lhe segue, emerge como uma grande necessidade pastoral, antes de tudo para o bem dos esposos, para toda a comunidade cristã e para a sociedade. Por isso, crescem em toda parte o interesse e as iniciativas para fornecer respostas adequadas e oportunas à preparação para o Sacramento do Matrimônio. Hoje se fala muito mais de um percurso para preparar o casal para a vida cristã do que apenas em um curso de preparação. É necessário um itinerário de iniciação cristã que leve o casal a assumir a sua bela vocação matrimonial. A preparação próxima seria apenas um retiro espiritual que ajudaria a celebrar cristãmente o enlace matrimonial. (CNBB, 06-10-2014.)

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sagrado Coração de Jesus (1ª Sexta-feira do mês de Outubro)

Reflexão:

As alegrias do mundo tendem para a eterna tristeza,mas as que brotam da vontade do Senhor levam os fiéis, que nelas perseveram, às alegrias duradouras e eternas. Por isso diz o Apóstolo: De novo digo: Alegrai-vos (Fl 4,4).
 Ele incita a que cada vez mais cresça nossa alegria em Deus e a decisão de cumprir seus mandamentos. Porque, quanto mais lutarmos neste mundo por nos sujeitarmos aos
preceitos de Deus, nosso Senhor, tanto mais seremos felizes na vida futura e tanto maior
glória alcançaremos diante de Deus.
 Seja vossa moderação conhecida por todos (Fl 4,5); quer dizer, que vosso santo modo de
viver se manifeste não apenas diante de Deus, mas ainda diante dos homens. Seja exemplo
de modéstia e de sobriedade para aqueles que convivem conosco na terra e deixe uma boa
lembrança perante Deus e os homens.
 O Senhor está perto; de nada vos inquieteis (Fl 4,5-6). O Senhor está sempre perto
daqueles que o invocam na verdade, com fé integra, esperança firme, caridade perfeita. Ele
sabe do que precisais, antes mesmo que o peçais. Está sempre pronto a vir em auxílio dos
que o servem fielmente, em qualquer necessidade sua.
 Por conseguinte, não temos de preocupar-nos demais com as dificuldades iminentes,
porque sabemos estar próximo Deus, nosso defensor, conforme foi dito: O Senhor está
junto dos que têm o coração atribulado e salva os humildes no espírito. Muitas as
tribulações dos justos, porém, de todas elas o Senhor os livrará (Sl 33,19-20). Se nos
esforçarmos por realizar e guardar o que ordenou, ele não tardará a nos dar o prometido.
 Mas em tudo, por orações e súplicas acompanhadas de ação de graças, apresentai vosos
pedidos a Deus (Fl 4,6): não aconteça que, aflitos, suportemos as tribulações com
murmuração e tristeza. Isto nunca, mas com paciência e de rosto alegre, dando sempre e

por tudo graças a Deus (Ef 5,20).
(trecho do Tratado sobre a Carta aos Filipenses, do Pseudo-Ambrósio)