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Compromisso de todo Cristão

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Ano Nacional Mariano

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Santidade do matrimônio e da família

Da Constituição pastoral Gaudium et spes sobre a Igreja no mundo de hoje, do Concílio Vaticano II (N.48)(Séc.XX)


O homem e a mulher que, pela aliança conjugal, já não são dois, mas uma só carne, em íntima união das pessoas e das atividades, prestam-se mútuo auxílio e serviço e dia por dia fazem a experiência de sua unidade cada vez mais plena. Esta união profunda, recíproca doação de duas pessoas, e o bem dos filhos exigem a total fidelidade dos cônjuges e a indissolubilidade.
O Cristo Senhor abençoou largamente este amor multiforme, brotado da fonte do amor divino, tendo por modelo sua união com a Igreja.
Assim como outrora Deus tomou a iniciativa da aliança de amor e de fidelidade com seu povo, agora o Salvador dos homens, Esposo da Igreja, vem pelo sacramento do matrimônio ao encontro dos esposos cristãos. Com eles permanece, dando-lhes a força de, tal como amou a Igreja e se entregou por ela, se entregarem um ao outro, amando-se com perpétua fidelidade. O genuíno amor conjugal é assumido no amor divino e sua norma e riqueza são a força redentora de Cristo e a ação salvífica da Igreja. Deste modo os cônjuges cristãos são eficazmente conduzidos a Deus, fortalecidos e ajudados na sublime missão de pai e de mãe. É esta a razão de haver um sacramento particular para confortar e consagrar os deveres e a dignidade do estado conjugal cristão. Munidos desta força, cumprem sua missão conjugal e familiar, cheios do Espírito de Cristo que impregna sua vida inteira com a fé, a esperança e a caridade, progridem sempre mais na própria perfeição e na mútua santificação e podem assim, os dois juntos, dar glória a Deus.
Os filhos, bem como todos os que com eles convivem, vendo e seguindo o exemplo dos pais e a oração familiar, encontram mais fácil caminho de humanidade, de salvação e de santidade. Os esposos, investidos da dignidade e da missão de paternidade e maternidade, esforçar-se-ão por cumprir com amor a tarefa da educação, principalmente da formação religiosa que lhes cabe em primeiro lugar. Como membros vivos da família, os filhos contribuem a seu modo para a santificação dos pais. Com gratidão, afeto e confiança, correspondem aos benefícios recebidos dos pais. Assistem-nos filialmente nas adversidades e na solidão da velhice.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Sínodo Ordinário das Famílias debaterá uniões homossexuais

"Grupos de estudo" estão se dividindo nos temas que mais causaram polêmica.


Grupos de estudo foram designados pelo Papa
Na preparação para o Sínodo Ordinário das Famílias, que ocorre entre os dias 4 e 25 de outubro deste ano, "grupos de estudo" estão se dividindo nos temas que mais causaram polêmica durante a assembleia extraordinária do ano passado: a comunhão dos divorciados e as uniões homossexuais.
 Quem fez a revelação à ANSA foi o secretário-geral do Sínodo dos Bispos, cardeal Lorenzo Baldisseri. Segundo ele, essa fase entre os dois eventos servirá para mediar pontos e encontrar um consenso entre os temas que, por não terem conseguidos votos suficientes dos cardeais, não entraram no relatório final do Sínodo.
 Além disso, até abril, serão encerrados os questionários das Conferências Episcopais sobre as 46 perguntas enviadas com o Relatio Synodi - o relatório final do evento.
 "Naturalmente, não temos ainda nenhuma resposta sobre o questionário enviado, já que as primeiras indicações não chegaram. Assim que tivermos, elas serão publicadas uma a uma", destacou Baldisseri.
  Sobre o matrimônio, o documento propõe que o tema seja debatido de maneira ampla, desde a infância, com os católicos. Ele afirma que uma preparação "de alguns meses" não é suficiente para aprofundar a importância do sacramento.
 Entre os temas debatidos, também está a pobreza na sociedade, o problema da imigração ao continente europeu e discussões que atingem países fora da Europa, como o casamento "em etapas" na África e os "casamentos arranjados" na Índia. "A Igreja é universal e deve ter um atitude ampla e grande", ressaltou o cardeal.
 E o Sínodo de outubro também debaterá um tema já anunciado pelo Pontífice, quando ele disse que os "católicos não devem ter filhos como coelho". Para ele, há grupos que defendem a não regulação da quantidade de filhos e outros que pregam a paternidade responsável.
 "Agora, se amplia o argumento deles porque queremos tratar não só esse problema de famílias, mas também todos aqueles que são vida - do início ao fim . E estarão todos os problemas que a atingem como o aborto, a eutanásia e também a bioética", ressaltou.
 O cardeal ainda explicou que espera que os trabalhos encerrem no dia 15 de abril e que, na segunda metade de maio, o documento com todos os pontos debatidos esteja pronto. Porém, a divulgação do texto será realizada apenas em junho.
 Em outubro, o Sínodo Extraordinário mostrou uma clara divisão entre os bispos: os que querem se adequar às mudanças e os tradicionalistas. O papa Francisco já pediu que a Igreja acolha os gays e os divorciados e que a instituição não deve excluir ninguém. No documento preparatório para o evento, houve o pedido do Vaticano para que a entidade "não recomece do zero" a "reviravolta pastoral" iniciada por Francisco. 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Comunidades do Caminho Neocatecumenal de Brasília presentes na paróquia

A visita se deu em virtude do esperado casamento de Júlio César e Renata. Isso porque Júlio é de Brasília. Além da comunidade, estiveram presentes todos os seu familiares de Brasília. O padre que presidiu a celebração também veio de Brasília. O sacramento foi confiado aos noivos durante celebração da Eucarística nesta sexta,23 as 20:00hr.
Um belo acontecimento! Cheios de sinais simples, mas riquíssimos em valores que desperta para valorização do sacramento do Matrimônio. O evento mostrou a importância da vivencia emonstitui-se um verdadeiro desafio para a família cristã nos dias atuais a rápida mudança social, a mudança dos costumes e dos hábitos, forçados pelo desenvolvimento tecnológico nem sempre orientado para uma vida familiar sadia. Muito pelo contrário. O desenvolvimento das comunicações levou para nossos lares de um lado uma sensação de progresso, de outro o que podemos chamar de “lixo”, de veneno que aos poucos vai destruindo toda uma formação moral e ética em que se fundamentam os valores cristãos da sociedade.
comunidade que não mede esforços para estar presentes nos principais acontecimentos da vida dos membros que a compõe. Ressaltamos aqui este momento, justamente porque c
A família, hoje é condenada a conviver com novelas, filmes e programas de TV com os mais torpes desafios à formação moral de nossos filhos. As revistas pornográficas aumentam cada dia suas edições. Os artigos “plantados” nos jornais e revistas levam a deformação das consciências. Para não bastar, tem-se acesso à internet que é um campo ilimitado de informações perigosas que deturpam, aliciam e até tornam dependentes crianças, adolescente e adultos da nossa sociedade.O que é de estarrecer é que tudo isso foi programado e bilhões de dólares são investidos por grupos e instituições interessadas na destruição da vida e da família.

 Enfim, peçamos ao Senhor e à sua Mãe Santíssima que preservem a família, como preservou a de Nazaré para que nossos filhos e netos possam conhecer a unidade familiar que nos legou nossos pais. De modo especial parabenizamos o Jovem casal Júlio César e Renata.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma abordagem sobre o 2º Domingo do Tempo Comum (18 de janeiro / 2015)

De repente, Jesus aparece no Evangelho de hoje e nos faz uma pergunta: “O que vocês estão procurando?” (Jo 1,38). Essa pergunta pode se desdobrar em várias outras: O que você procura? Aonde você quer ir com a sua vida? O que é que realmente queremos? Vale a pena fazer o que estamos fazendo? Nosso caminhar está nos conduzindo efetivamente a algum lugar? A pergunta de Jesus nos obriga a sair do piloto automático e a entender que a direção da nossa vida não está predeterminada, mas ela depende exatamente do que nós estamos procurando. O que eu procuro orienta a direção que dou à minha vida. Se eu não busco nada, não chego a lugar nenhum.Santo Agostinho dizia: “Senhor, o nosso coração foi feito para vós, e só achará descanso em vós”. Isso significa que se a direção que temos dado à nossa vida não estiver nos levando para Deus, estamos correndo o risco de falhar em nossa existência, de trair a nossa vocação e de nos afastar da nossa verdade mais profunda. Sim. Talvez você se pergunte: “Mas, qual é a minha vocação?” Você descobre qual é a sua verdadeira vocação quando aquilo que você faz te realiza de tal forma que você reconhece: “Eu nasci para isso! Eu vim ao mundo para isso! É aqui que está a minha verdade, a minha essência como pessoa!” Diante da pergunta de Jesus, os discípulos responderam: “Mestre, onde moras?” (Jo 1,38). Querer saber onde Jesus mora significa não se contentar em escutar o que os outros dizem d’Ele, mas em querer ter uma experiência pessoal de encontro com Ele. Aqueles discípulos quiseram ficar com Jesus porque sentiram que Ele podia lhes ensinar algo que ainda não conheciam; eles sabiam que Jesus poderia ajudá-los a viver a vida de uma maneira mais profunda, uma vida que enchesse o coração deles de sentido.Todos nós preferimos respostas, não perguntas. No entanto, são as perguntas que nos fazem caminhar; são elas que nos desacomodam e nos tiram da nossa zona de conforto; são elas que podem trazer a cura para a nossa doença e libertação para aquilo que nos aprisiona. O que você tem procurado com a sua vida? O que você procura com a forma como lida com seu corpo, com sua afetividade e com sua sexualidade? (ver 2ª. leitura). O que você procura quando bebe, quando se droga, quando trai? O que você procura no consumismo, no exibicionismo, no narcisismo, naquilo que você posta no seuFace? O que você procura quando vai – ou deixar de ir – a uma igreja? O que você procura entre os seus contatos no watts zap?  Não tenha medo de ficar diante dessa pergunta. Não tenha medo de permitir que ela permaneça dentro de você: “O que eu estou procurando?” Mas também não tenha medo de saber onde Jesus mora. Não se surpreenda se você descobrir que Ele mora nas pessoas e nas situações às quais você vive evitando e pagando para não se confrontar. Não se surpreenda se descobrir que Jesus mora naquele lugar dentro de você onde você detesta ir, aquele lugar do qual você vive fugindo, porque te parece assustador e ameaçador. Quanto mais você se aproximar do lugar onde Jesus mora dentro de você e mais tiver a coragem de permanecer ali, maior será a sua chance de cura e de libertação.
baseado nos escritos do Pe. Paulo Cezar Mazzi


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiai

Queridos Irmãos e Irmãs:
Sábado, dia 17 de janeiro, às 14h, faremos nosso “Seminário de Organização do calendário”.
Contamos com a sua presença e com outros agentes de “Fé e Política” de seu grupo.
O encontro será na Paróquia São José Operário (Rua Maestro Paulo Mário de Souza, 284 – Parque Brasília – Jundiai SP).
Pauta principal:
Oração Inicial e Mística. (10 minutos)
Reflexão: Alegria do evangelho – 40 minutos
Café 15 minutos
Calendário Interno 2015 – 30 minutos
Informe das cidades - 10 minutos
Convites e avisos. – 10 minutos
Oração Final

Qualquer dúvida favor entrar em contato comigo pelo telefone (11) 9 7367 1584
Um abraço a todos
Claudinho Nascimento
Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí



sábado, 10 de janeiro de 2015

Formação: O significado do Batismo

Os textos da festa do Batismo do Senhor revelam quem é Jesus verdadeiramente

Quando temos de participar de algum evento importante, à noitinha, após um dia de trabalho, passamos em casa para tomar um banho e vestimos uma roupa adequada à ocasião. Isso nos renova e muda completamente a nossa disposição! Esquecemos então as preocupações com o trabalho e entregamo-nos ao evento com toda a liberdade de espírito.
Pondo de lado qualquer anacronismo, é numa prática deste tipo que o batismo se inspira. Este ritual do banho renovador encontra-se um pouco em toda parte, entre as antigas tradições. Mas, na Bíblia, ele ganha novas dimensões: de fato, conserva a memória de muitos relatos fundadores. A começar pelo capítulo 1 de Gênesis, onde vemos o abismo primordial, a massa d’água sem margem alguma, representando o nada.
Desde já podemos pressentir que o nosso batismo comportará um aspecto de criação: surgirá com ele uma realidade que ainda não estava ali. Com o dilúvio, ficamos sabendo que o pecado, ou seja, a recusa de se construir a imagem de Deus, provoca o retorno ao nada inicial. De fato, não podemos ser outra coisa, senão imagens de Deus. Este nada é, no entanto, atravessado de alguma forma, e uma nova humanidade surgiu com o recuo das águas. E temos agora a travessia do mar Vermelho e do Jordão: a passagem da escravidão à liberdade, a criação de um povo novo sobre uma terra nova. "Passaram-se as coisas antigas; eis que se fez realidade nova", diz Paulo em 2 Coríntios 5,17. E aí, estamos no tema da nova criação no Cristo, onipresente no Novo
Testamento. E que é para se levar a sério.O Evangelista Marcos consagra dois versículos apenas às tentações do Cristo. São os que, ausentes de nossa leitura, seguem imediatamente ao relato do batismo. Estas tentações nos dizem que Jesus vai, desde o princípio, afrontar o mal que destrói no homem a sua humanidade e que vai acabar por crucificá-lo. Elas representam uma espécie de chave que permite decifrar tudo o que vai lhe acontecer. Neste contexto, as palavras vindas do céu, "Tu és o meu Filho amado, em ti ponho meu benquerer» são de alguma forma um selo divino, uma marca indelével que dará segurança a Jesus, no decurso de todas as provações que deverá sofrer. É uma iluminação prévia que, apesar de tudo, permitirá conservar a confiança e a segurança.
O que quer que aconteça com Jesus, será sempre o amado de Deus e nele será revelado todo o amor de Deus para com os homens, este amor mais forte do que a morte. Não percamos de vista que o que está dito sobre o Cristo vale também para nós. O nosso batismo nos designa também como filhos amados, repletos de todo o amor de Deus. No capítulo 6 da carta aos Romanos, Paulo escreve que é na morte do Cristo que fomos batizados. Pelo batismo e tudo o que ele significa nós «nos tornamos uma coisa só com ele por morte semelhante à sua e seremos uma coisa só com ele também por ressurreição semelhante à sua" (6,5).
Todo o início deste capítulo 6 deve ser lido nesta perspectiva. Notemos que o batismo que recebemos já nos inscreve no universo da Ressurreição.

Motivação: "Não se acomode, reaja"

Inspirado em Stéphane Hessel, um filósofo francês de 95 anos que escreveu um panfleto com o título de “Indignez-vous” (Indignem-se), no qual conclama os jovens a se indignarem-se contra o capital financeiro, a desigualdade social e a indiferença entre os pares, o professor e senador Cristovam Buarque escreveu o seu “Reaja” (ed. Garamond, 2012).
 Em 54 páginas, Buarque nos convida a agir contra esse mundo desigual, conclamando a todos a reagirem, dentre outras coisas, “contra o conceito de progresso baseado no crescimento econômico que consome a vida das pessoas e destrói o equilíbrio ecológico em busca de aumentar a produção de bens materiais privados e de curta duração”.
 “Reaja” é dedicado, essencialmente, a todos aqueles que não perdem a capacidade de sonhar o sonho impossível e se põem na estrada em busca de construí-los, não aceitando que o mundo seja sempre assim.
 Assim como Buarque se inspirou em Hessel, me atrevo a deixar aqui, nas linhas a seguir, um pouco daquilo que, a exemplo dos dois pensadores citados, também nos incomodam muito:
- Não se acomode, reaja contra um sistema econômico que desfigura o semblante da natureza em troca de mais produtos;
- Não se acomode, reaja contra uma economia que não realiza o projeto de bem-estar para o qual deveria existir e estar submetida;
- Não se acomode, reaja contra as teorias econômicas que explicitam detalhadamente como aumentar a riqueza, mas não como acabar com a indecente pobreza;
- Não se acomode, reaja contra a ditadura do Produto Interno Bruto (PIB) que aumenta em decorrência de mais mortes e acidentes, mas não contabiliza a plantação de uma árvore ou do conjunto de riquezas naturais;
- Não se acomode, reaja ao tipo de economia que está ao serviço do mercado, e não das pessoas;
- Não se acomode, reaja aos que se opõem à conciliação da economia com a ecologia, e que pautam a vida social na sustentabilidade do crescimento, não do desenvolvimento;
- Não se acomode, reaja contra os expressivos gastos em publicidade que induz a mais compras daquilo que muitas vezes não precisamos;
- Não se acomode, reaja contra governos que torram fortunas em materiais bélicos, dizimando vidas inocentes, mas economizam ajuda financeira em missões humanitárias;
- Não se acomode, reaja contra a exclusão social provocada por atividades econômicas que atendem a interesses de grupos corporativos;
- Não se acomode, reaja contra toda e qualquer indiferença que segrega, exclui, e que deixam no limbo aqueles cuja condição financeira não alcança os mesmos espaços e oportunidades oferecidas aos mais abonados;
- Não se acomode, reaja ao próprio comodismo, pois o desejo de mudar incita à ação transformadora.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

COMUNICAÇÃO: “Que bons ventos o trazem”

Saudações a todos!
Estamos voltando a todo vapor, depois de um tempo sem atualizações em nossos meios utilizados pelo setor de apoio a comunicação da Paróquia devido ao período de férias. Desafios são o que não falta. Para 2015 a prioridade é auxiliar na comunhão e ligação entre todas as atividades pastorais, associações que existem nas comunidades, bem como os meios de comunicação fora dela
(jornais de bairro, rádios, etc.).Exaltamos aqui o trabalho incansável do amigo Vicente Ferreira na presença e captura de imagens em muitos eventos de nossa paróquia. Por experiência, sabemos que só um boletim, um mural, página de internet, etc., não é pastoral da Comunicação, mas são apenas formas utilizadas pela pastoral. Sabemos também que não devemos reduzir a Pascom a um desses meios, o que significa prejuízo da qualidade deste trabalho. Para isso, ainda dentro dos desafios já mencionados, queremos contar com representantes das comunidades para fortalecer a comunhão. Precisamos de apoio; Divulgar eventos de todas as comunidades assim como a paróquia para dentro e fora dela; Aprimorar e utilizar a linguagem adequada; Atuar na formação e levar a boa nova a todos sem distinção, sem separação, sem medos, sem preconceitos e acima de tudo com muita responsabilidade. Feliz ano novo a todos!
Márcio Neves -  Comunicação

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

08/01 - DIA DO FOTÓGRAFO E DIA DA FOTOGRAFIA

Este dia foi escolhido para homenagear não só os fotógrafos, profissionais, como também os amadores, juntamente com o resultado de seus trabalhos: a fotografia. Neste dia, o astrônomo John Frederick William Herschel (1792-1871) teria usado em uma carta, pela primeira vez, a palavra "fotografia" para designar o ato de se "escrever com luz".
O princípio óptico do aparelho fotográfico, porém, já havia sido descoberto por Leonardo da Vinci, três séculos antes da primeira fotografia, quando ele descreveu sua câmara escura. Esse fato foi divulgado por volta de 1545. Mesmo assim, ficou em destaque o nome de Giovanni Battista, devido à clara descrição de um equipamento fotográfico, em 1558.
Logo em seguida, o italiano Girolamo Cardano, dito Jerônimo Cardan, criou os primeiros modelos portáteis de câmara escura, aperfeiçoada, nos anos seguintes, com o surgimento da lente biconvexa e do diafragma, inventados por Daniel Barbaro, em 1568. No decorrer dos anos, a câmara escura foi se desenvolvendo até chegar aos modernos equipamentos digitais de hoje.
Um simples vocábulo passou a designar o produto do trabalho do fotógrafo: a fotografia, de cuja imagem se podem tirar mil palavras. Já dizia Kosstler: "Os fotógrafos sabem que basta uma variação no ângulo da objetiva para mudar fotograficamente o objeto mais banal". Portanto, é nas mãos desse profissional que a imagem grafada no papel com luz ganha sentido e interpretação. Ao ganhar essa "alma", a fotografia bem colocada na capa de um jornal, trazendo informação ou ilustrando o conteúdo de um livro, exerce o seu papel de propagadora de cultura e informação a todas as pessoas. Por isso, são homenageados no mesmo dia não só aquele que concede "alma" a uma fotografia, como também a obra.
A tradição popular elegeu uma padroeira para os fotógrafos: santa Verônica, a mulher que limpou com um lenço o rosto ensangüentado de Cristo durante a sua caminhada para o Calvário. A mesma tradição conta que o rosto de Jesus ficou gravado nesse lenço, como uma relíquia de inestimável valor, de modo que se tornou o registro histórico da primeira fotografia.