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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Padre João Marrom exorta sobre a educação de hoje a exemplo da família de Nazaré

Um olhar sobre a educação de hoje

Durante a Missa do 2º dia do tríduo de São José, o Pe. João Marrom chamou-nos atenção para refletirmos um pouco sobre os cuidados da família quanto a educação a ela dispensada.Educação começa em casa. Educação vem do berço. Educação não se aprende na rua... Ditados como esses têm tudo a ver com as origens da corrupção no Brasil. Afinal de contas, educar é principalmente dar exemplos e nem sempre os adultos agem corretamente diante das crianças. Nos últimos tempos, o professor virou educador. Afinal, muitos pais transferem para a escola a obrigação de educar os filhos. Contudo, ao mestre cabe primeiramente ensinar. Até porque, quando repreende um aluno por qualquer motivo que seja, logo é interpelado pelos pais, que assumem a postura de clientes.  
Longe dos pais, meninas e meninos passam horas diante do computador, aprendendo coisas para as quais ainda não estão preparados. Isso muitas vezes se torna um problema, despertando a sexualidade precoce, estimulando a prática de bullying, a violência gratuita ou mesmo o consumo de drogas.
A televisão, por sua vez, não deixa de contribuir para o quadro. A programação se mostra cada vez mais inadequada, sem nenhum compromisso com a educação das massas. Na telinha tudo é produto e, como tal, tem que ser consumido. Violência, sexo quase explícito, estímulo ao uso de bebidas, exposição da intimidade e falsos valores culturais são empurrados goela abaixo do espectador, sem manual de uso.
O resultado de tudo isso num país cujo sistema de ensino está entre os piores do mundo é que a infância foi sendo encurtada, a adolescência esticada e a distância entre pais e filhos aumentada além da conta – embora muitos digam o contrário. Quando menos se espera, descobre-se que a menina está grávida e não sabe de quem, ou que o rapaz é viciado em drogas e anda em má companhia. Hoje, muitos pais têm medo dos filhos.
Em meio a tudo isso brotam a corrupção, a falta de respeito pelo próximo, a certeza de impunidade e o desconhecimento de que a cada direito corresponde um dever. Convém aos pais perguntar a si mesmos até que ponto contribuem para o caos nosso de cada dia.    



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