Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Somos todos operários da messe!

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domingo, 19 de julho de 2015

Dom Vicente visita paróquia São José Operário no final do mês de Julho

A visita será de três dias, tendo início na quinta-feira dia 30 de Julho com chegada prevista de Dom Vicente às 12:00 finalizando no dia 02 de agosto na celebração da 09:30 na matriz São José Operário.Ainda aguardando confirmação a possibilidade neste dia 02/08 de Dom Vicente estar celebrando na comunidade Cristo Rei as 08:00hr.

É o próprio Jesus Cristo que age na Igreja através de seus ministros. Para isso os bispos recebem a efusão dos dons do Espírito Santo, mediante a imposição das mãos (desde os tempos apostólicos) na ordenação episcopal (cf. At 1,8; Jo 20,22-23; 2Tm 1, 6-7). O bispo recebe a plenitude do sacramento da Ordem para ser ministro de Cristo e dispensador dos mistérios de Deus e garantia da unidade de sua Igreja (cf. 1Cor 4,1); dar testemunho do Evangelho pela pregação (cf. Rm 15,16), administrar a justiça e o Espírito (cf. 2Cor 3,8-9). A sagração episcopal confere ao bispo a tarefa de santificar, ensinar e governar a Igreja que lhe é confiada. O Concílio Vaticano II assim se expressa: “Os Bispos, pois com seus auxiliares, os presbíteros e diáconos, receberam o encargo de servir a comunidade, presidindo no lugar de Deus ao rebanho do qual são pastores, como mestres da doutrina, sacerdotes do culto sagrado e ministros do governo” (LG n. 20). Torna-se necessário dizer uma palavra, sobre alguns símbolos recebidos pelo bispo no dia de sua ordenação episcopal e que lhe são próprios e expressam seu ofício. Símbolos de uso comum dos bispos, cujo significado muitas vezes, é desconhecido da maioria dos fiéis (cf. Dic. Litúrgico, R. Berger, Loyola, 2005).

Báculo: Bastão ou cajado, símbolo do poder-serviço e da missão de pastor. Tem uma extremidade curva para puxar as ovelhas mais perto, impedindo que se dispersem, e a outra extremidade reta ou pontuda para defender dos lobos. É usado somente nas funções litúrgicas.
Mitra: símbolo da santidade e poder espiritual. Com suas duas pontas voltadas para o alto indica a pertença a Deus. Com suas duas partes separadas e duas ínfulas (fitas que caem para traz), é símbolo da Antiga e Nova Aliança. Simboliza também o capacete usado para defender a fé. É usada somente nas funções litúrgicas.
Anel: É sinal de união e fidelidade eternas. Sinaliza o dever do bispo, de ser guardião da aliança de amor entre Cristo esposo, e sua esposa a Igreja (Diocese a ele confiada), mantendo-a fiel na unidade e amor. É usado sempre pelo bispo.
Cruz peitoral: A cruz é símbolo universal da mediação e do mediador (Jesus) como duas ligações de pontos opostos. A partir da ressurreição, a cruz se torna sinal da vitória sobre a morte, e da vida nova em Cristo, a qual o bispo, sucessor dos apóstolos, deve anunciar. Usada sempre pelo bispo.
Solidéu: barrete em forma de calota de cor roxa que substitui a tonsura (corte de cabelo de forma redonda) a qual simboliza a total consagração da vida a Deus. É uma peça não só litúrgica litúrgica do vestuário episcopal, pode ser usada fora das celebrações.
Cátedra: Cadeira ou cátedra episcopal em lugar fixo e destacado no presbitério da igreja Catedral (que se chama assim porque tem a cátedra episcopal, por isso também é a igreja mãe da Diocese). A cátedra significa o ofício do bispo de presidir e governar sua Igreja, a Diocese.
Lema: Divisa, norma ou sentença curta que resume um ideal a ser atingido. Geralmente os bispos escolhem um versículo da Sagrada Escritura para iluminar todo o seu ministério. O lema de Dpm Pedro é: In nomine Iesu - Em nome de Jesus (Cl 3,17)
Brasão: Figura heráldica que compõem o distintivo de famílias, cidades, corporações ou indivíduos. Nela aparecem elementos, cores e ornatos como símbolos significativos, os quais no conjunto, compõem um programa de vida. É um logotipo ou logomarca.
Fonte; CNBB


RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

Começa nesta semana o Seminário de Vida no Espírito na comunidade São Gabriel (Confira programação)

Deus nos entregou uma grande responsabilidade, a de sermos porta-vozes daquilo que ele pensa e quer! Não necessitamos de grandes ou novas revelações para viver esta missão. Basta ter na mente, no ouvido e no coração o Evangelho de Jesus Cristo, vivê-lo e proclamá-lo corajosamente. Como na narrativa da Criação Deus descansou ao ver que tudo o que fizera era muito bom (Cf. Gn 1, 31), permitamos-nos dar alegria e repouso ao seu coração, sendo coerentes com seu plano de amor.
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará-Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL

sábado, 18 de julho de 2015

Mensagem ao Encontristas: 26º ECC - Paróquia São José Operário

“O casal perfeito não é aquele que nunca tem problemas, mas sim aquele que apesar dos obstáculos sempre permanece juntos.”

Estimados encontristas!
 A missão primeira da Igreja é evangelizar, levar a todos o Evangelho de Jesus Cristo, apresentando o senhor Jesus como o Messias anunciado, esperado e enviado pelo Pai na plenitude dos tempos.
Como discípulos e missionários do Senhor Jesus, não podemos nos acomodar, achando que tê-lo conhecido é o suficiente para alimentar a nossa vida de fé. Em cada tempo e em cada lugar, devemos ter a ousadia de viver a dimensão missionária da nossa fé anunciando Jesus Cristo às pessoas. O Encontro de Casais com Cristo (ECC)  proporciona ao casal não só admiração, mas uma resposta, uma adesão a uma caminhada de fé que se alimenta do pão da Palavra e do pão da Eucaristia em comunidade.
A família e a comunidade foram os lugares que favoreceram ao longo da história o processo de iniciação à vida cristã e de transmissão de valores. Nos últimos anos, a família passou por um grande processo de transformação, perdendo em algumas realidades sua capacidade de ser o lugar ideal e privilegiado da iniciação cristã das crianças e dos jovens, onde o testemunho de fé dos pais contagiava os corações dos filhos.
É necessário desenvolvermos um processo de iniciação na vida cristã que conduza as crianças, adolescentes e jovens ao encontro pessoal com Jesus Cristo, não tendo presente só os sacramentos de iniciação, mas o cultivo permanente da amizade com Ele pela oração, pela participação na celebração litúrgica, na experiência comunitária e no compromisso apostólico.

Parabéns pela participação neste encontro. Parabéns pela busca de Cristo em vossas vidas!

Franca 2015 - Encontro Vocacional de Jovens-Paróquia São José Operário presente

A cidade de Franca no interior de São Paulo como já anunciado é o local escolhido para o Encontro Vocacional do Caminho Neocatecumenal 2015. Ligado à Igreja Católica, o movimento pretende reunir mais de dez mil jovens das Comunidades Neocatecumenais de todo o Centro-Sul do Brasil  Nossa paróquia São José Operário  para lá partiram na noite de ontem,17/07. Estamos bem representados com os jovens de nossa paróquia juntamente com todos os monitores que se dispuseram como voluntários na parte organizacional.
 Aberto ao público, o evento visa incentivar as vocações entre os jovens e funciona como uma preparação a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá em 2016 na Cracóvia, na Polônia.
 De acordo com o cronograma, os grupos de peregrinos  chegaram ontem (sexta-feira, 17), para serem acolhidos em paróquias e casas de família. No sábado, 18, durante todo o dia, os jovens evangelizarão pelas ruas e praças da cidade e, à noite, participarão de missas nas paróquias onde forem recepcionados. Também estão previstas visitações em igrejas, santuários e seminários de Franca e cidades vizinhas, como no Mosteiro de Claraval (MG).


 O Encontro Vocacional acontece no domingo, 19, a partir das 9 horas no Parque de Exposições “Fernando Costa” e contará com pregações e a presença do bispo Dom Paulo Roberto Beloto, além de padres e bispos das cidades participantes.Com tão grandes intercessores, além do Santo Papa João Paulo II, dentre outros muitos que amam a juventude, temos a certeza de um encontro repleto de frutos e de boas lembranças. Pedimos a Deus que não tire Sua Mão de nossas cabeças e que Ele mesmo conduza todas as coisas, fazendo-as sempre novas e eternas, a fim de que possamos colocar muitos jovens diante de Cristo, jovens que Ele ama e lhes pertencem.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Papa Francisco no Equador

Logo após aterrissar no aeroporto de Quito, o papa Francisco ofereceu ao presidente do Equador, Rafael Correa, “o compromisso e a colaboração” da Igreja católica para que “as conquistas em andamento e o desenvolvimento que está sendo conseguido garantam um futuro melhor para todos”. O Pontífice, que durante os próximos oito dias visitará Equador, Bolívia e Paraguai, pediu a Correa que dê “atenção especial” aos “irmãos mais frágeis”. “Os pobres são a dívida que toda a América Latina ainda tem", disse.
O presidente equatoriano recebeu Jorge Mario Bergoglio com um forte abraço, um discurso de intenso caráter político, no qual destacou as conquistas de seu Governo, e um agradecimento pela encíclica papal sobre o meio ambiente. “Se alguém tentar calar suas palavras”, disse o presidente Correa a Francisco, “as pedras gritarão”.
A primeira etapa da viagem do Pontífice, ainda que restrita apenas à recepção no aeroporto já deixou clara as linhas pelas quais transitará uma jornada que se aguarda com máxima expectativa. Essa é a primeira vez que Bergoglio visita como Papa a América de língua espanhola, onde forjou a opção preferencial pelos pobres que agora quer usar como guia de toda a Igreja. “Francisco”, destacou o jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, “terá ainda a oportunidade de se expressar em seu próprio idioma, o que com toda certeza o levará a improvisar sobre os discursos já previstos”. O terceiro aspecto que certamente marcará a diferença será o calor da recepção ao primeiro papa latino-americano.
Em seu discurso diante do presidente Correa, que nas últimas semanas tem sofrido uma grande contestação popular a suas reformas, o Papa afirmou que no Evangelho se pode encontrar “as chaves para enfrentar os desafios atuais, valorizando as diferenças e fomentando o diálogo e a participação sem exclusões”. Bergoglio, que reconheceu os avanços conquistados por um país cujo PIB tem crescido a um ritmo superior a 4% ao ano na última década, ressaltou, no entanto, a necessidade de que o progresso alcance também os mais vulneráveis. “Para isso, senhor presidente, poderá contar sempre com o compromisso e a colaboração da Igreja”.


sábado, 4 de julho de 2015

Igreja Católica não deveria ter 'líderes vitalícios', diz papa

Papa Francisco diz que deveria haver um tempo para os cargos na Igreja.

A Igreja Católica não deveria ter “líderes vitalícios” em suas fileiras, senão corre o risco de ser como um país sob ditadura, disse o papa Francisco nesta sexta-feira.
Francisco, de 78 anos, já declarou anteriormente que estaria pronto para renunciar ao invés de ficar até o fim da vida se sentisse que não pode continuar liderando a igreja de 1,2 bilhão de fiéis por razões de saúde ou outras.
“Sejamos claros. O único que não pode ser substituído na igreja é o Espírito Santo”, afirmou o pontífice argentino em um discurso a cerca de 30 mil pessoas durante um evento ecumênico na Praça São Pedro.
“Deveria haver um limite de tempo para os cargos (na igreja), que na verdade são cargos de serviço”, disse ele durante sua fala, em parte preparada e em parte improvisada.
Deixando claro que seus comentários não se restringem ao clero, Francisco acrescentou: “É conveniente que todos (os cargos) na igreja tenham um limite de tempo. Não há líderes vitalícios na igreja. Isto ocorre em alguns países onde existe uma ditadura”.
Em fevereiro de 2013, o antecessor de Francisco, o papa Bento 16, se tornou o primeiro pontífice a renunciar em 600 anos.
Em uma entrevista à televisão mexicana em março passado, Francisco disse que o que Bento, agora conhecido como papa emérito, fez “não deveria ser considerado uma exceção, mas uma instituição”.

Mas, na mesma entrevista, ele afirmou não gostar da ideia de uma idade de aposentadoria automática para os papas, por exemplo aos 80 anos.
fonte:Reuters

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Divorciados em 2ª união e os sacramentos

A admissão dos divorciados em 2ª união aos sacramentos não é um problema novo.


A questão da admissão dos divorciados em segunda união aos sacramentos não é um problema novo e não é um problema alemão. A discussão em torno dessa questão se desenvolve há anos em nível internacional (1). O Papa João Paulo II se pronunciou sobre isso na exortação apostólica Familiaris consortio (1982) (n. 84), favorável à práxis eclesial vigente. Na exortaçãoReconciliatio et paenitentia (1984) (n. 34), ele reafirmou expressamente essa posição. Ela entrou no Catecismo da Igreja Católica (1993) (n. 1.650) e na Carta da Congregação para a Doutrina da Fé de 1994 (2). O Papa Bento XVI a confirmou na sua exortação apostólica Sacramentum caritatis de 2007 (n. 29).
O Papa João Paulo II falou de uma questão difícil e quase insolúvel. O Papa Bento XVI, de um problema difícil e espinhoso. Portanto, não é de se surpreender que a discussão sobre a questão, desde então, não se aplacou. Ela não diz respeito apenas aos cristãos que são afetados imediatamente, mas também a muitos cristãos praticantes e comprometidos que estão casados há 50 anos ou mais, que nunca pensaram no divórcio, mas agora experimentam dolorosamente o problema nos seus filhos e netos. Os seus filhos, por sua vez, na maior parte dos casos, só com dificuldade conseguem encontrar o caminho que os leva aos sacramentos, se os seus pais não podem lhes dar o exemplo. Não há quase nenhuma família que não seja afetada por esses problemas. Portanto, é compreensível que o problema seja percebido como candente por muitos pastores e confessores, teólogos e bispos.
Como se podia esperar, a questão se acendeu de novo e foi objeto de polêmicas às vésperas e durante o Sínodo extraordinário dos bispos de 2014 (3). O Sínodo Ordinário de 2015 deve levar a termo a discussão das questões e apresentá-las ao papa, para que ele tome uma decisão.