Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Somos todos operários da messe!

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domingo, 30 de agosto de 2015

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - 2015

Confira a programação do Tríduo em preparação para Festa na Comunidade Santa Cruz


No dia em que, como Igreja contemplamos o mistério de Cristo atraindo a todos por meio da Cruz, é bom refletirmos sobre o que esta festa representa para nós.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim,porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.

Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.(Dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo)

ANUNCIO PARA AS SANTAS MISSÕES POPULARES

O QUE SÃO SANTAS MISSÕES POPULARES?

É uma pergunta básica, pois é de fundamental importância conhecer o que queremos para nossa vida.
Qual o sentido que estou dando a minha vida?
 Estou feliz com a vida que estou vivendo, poderia avançar mais? Será que não estou precisando de uma sacudida?
 Sacudida, é acordar, tomar consciência do mundo que nos rodeia, do que somos e queremos ser.
Sacudida é para quem não quer desperdiçar a vida, o dom maior. A oportunidade da vida é única, não dá para repetir.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, são portanto, uma ocasião especial para dar um sentido verdadeiro a vida, que é o maior desafio de todo ser humano.
SANTAS MISSÕES POPULARES!
Porque Santa?  Porque continua a mesma missão de Jesus
Porque Missões? Porque é tempo de ser enviado, visitar e testemunhar.
Porque populares? Porque elas acontecem no meio do povo, e com o povo.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, querem ser a visita e o abraço especial de Deus misericordioso para com seu povo querido, que somos todos nós!


sábado, 29 de agosto de 2015

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: "SEMPRE UMA OPORTUNIDADE DE REFLEXÃO"

Jesus deixa claro que a acolhida da sua Palavra não é apenas fruto do nosso esforço, mas fruto da graça de Deus (cf. Jo 6,65). É o Pai que abre a porta para que a Palavra entre em nós, para que ela seja internalizada por nós. Como Jesus permaneceu tranquilo e firme nas suas palavras, o Evangelho diz que “a partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele” (Jo 6,66). Foi quando Jesus se voltou para os doze apóstolos e perguntou: “Vós também quereis ir embora?” (Jo 6,67), ao que Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).
Pelos canais de TV, pelas rádios e pela internet, você encontra hoje inúmeras pessoas proclamando a Palavra de Deus. Com quê intenção? Com a intenção de torná-lo(a) mais um “cliente” da sua igreja? Com a intenção de “vender-lhe” um produto de auto-ajuda ou de sucesso profissional, ou com a intenção de instruí-lo(a), de refutar o que em você não está de acordo com a vontade de Deus, de corrigi-lo(a) e de educá-lo(a) na justiça (cf. 2Tm 3,16)? Palavras (ou o anúncio da Palavra) você vai encontrar sempre, e em diversos lugares. Mas a questão é saber: são palavras de vida eterna? São palavras que conduzem você para a verdadeira vida? São palavras que abrem a sua vida para a plenitude de Deus? Escolha hoje qual palavra/Que Palavra você quer ouvir...?
(dos escritos do Pe. Paulo Cesar Mazzi)

domingo, 16 de agosto de 2015

REFLEXÃO - Nossa santa padroeira (Por: DOM VICENTE COSTA)

Caríssimos leitores e leitoras: quero convidá-los a refletir sobre um dos títulos pelo qual veneramos Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe: Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da nossa cidade e Diocese de Jundiaí. Essa devoção mariana nasceu inspirada pela passagem bíblica contida em Mt 2,13-23. A narrativa, única em todo o Evangelho, conta a fuga da Sagrada Família para o Egito e a volta para a cidade de Nazaré, na região da Galileia. Pois, temendo pela segurança do Menino Jesus, Maria e o “justo” José, acolhendo a mensagem do anjo do Senhor, fogem da cidade de Belém para ficarem a salvo da perseguição do rei Herodes, temeroso de que a vinda de outro rei pudesse sombreá-lo. De fato o verbo “desterrar” (de onde vem o termo “desterro”) significa “exilar’ ou “isolar”. Caríssimos leitores e leitoras: nesta data tão bonita a nossa prece é dirigida de modo especial aos moradores da cidade e da Diocese de Jundiaí, para que Maria interceda por nós e nos ajude na construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário. Como não lembrar também, nesta data, tantos refugiados da América Latina que são obrigados a abandonar seus lares em busca de um futuro melhor. Também em nossas cidades os refugiados haitianos se fazem mais presentes! Não podemos nos esquecer ainda dos inúmeros cristãos perseguidos por causa da fé em Jesus Cristo, principalmente no Oriente Médio. O Papa Francisco, diversas vezes, tem alertado o mundo sobre o drama dos migrantes e dos refugiados. Na Mensagem que ele lançou por ocasião do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, com o tema: “Igreja sem fronteiras, mãe de todos" (03 de setembro de 2014), afirmou: “À globalização do fenômeno migratório é preciso responder com a globalização da caridade e da cooperação, a fim de se humanizar as condições dos migrantes. Ao mesmo tempo, é preciso intensificar os esforços para criar as condições aptas a garantirem uma progressiva diminuição das razões que impelem populações inteiras a deixar a sua terra natal devido a guerras e carestias, sucedendo muitas vezes que uma é causa da outra”.  Queridos leitores e leitoras: Encontremos na devoção à Nossa Senhora do Desterro esperança para prosseguir enfrentando os males deste mundo. Filhos desterrados que ainda somos, possa a Virgem Maria mostrar-nos sempre o Menino Jesus, bendito fruto de seu imaculado ventre, a fim de continuarmos caminhando rumo à Pátria Celeste e definitiva. E como disse o Papa, na conclusão da referida Mensagem: “Queridos migrantes e refugiados! (...) Pensemos na Sagrada Família exilada no Egito: como no coração materno da Virgem Maria e no coração solícito de São José se manteve a confiança de que Deus nunca nos abandona, também em vós não falte a mesma confiança no Senhor”. Assim seja. DOM VICENTE COSTA é bispo diocesano de Jundiaí, que congrega 11 municípios da Região 
fonte:http://www.jj.com.br/colunistas-1608-nossa-santa-padroeira

Semana da Família: "É preciso reconhecer o valor da vida e da família".

Vivenciamos, dentro de nossa Igreja no Brasil, a partir do Dia dos Pais, dia 9, até o dia 16 de agosto, Assunção de Maria, a Semana Nacional da Família. O tema deste ano é "O amor é a nossa missão: a Família plenamente viva". Este tema foi inspirado nas palavras de um santo dos primeiros séculos da Igreja: Santo Irineu. Ele afirmou que a "glória de Deus é o homem plenamente vivo". "Ele expressa e manifesta o desejo, inscrito no coração da grande maioria de homens e mulheres sobre a face da terra, que não sabe viver sem o amor: o amor que é compromisso com o outro, em especial entre um homem e uma mulher, e aberto a acolher novas vidas".
A Semana Nacional da Família é promovida pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).
A semana acontece desde 1992, sempre na segunda semana de agosto, mês dedicado às vocações, tendo início com o “Dia dos Pais”, dia em que a Igreja no país dedica à vocação matrimonial, e o seu encerramento no domingo seguinte, com ações internas e externas em nossas comunidades paroquiais.
A fim de auxiliar as atividades de oração e reflexão, a Comissão para a Vida e a Família e a CNPF elaboraram um subsídio intitulado “Hora da Família”, que propõe sete encontros voltados às famílias, jovens, crianças, casais de namorados e noivos.
Trata-se de um subsídio que abrange todos os aspectos da vida familiar, especialmente aqueles que são mais desafiadores. Os temas deste ano aprofundam o aspecto do amor, que é a primeira missão da família.
A conjuntura cultural e os novos paradigmas têm impactado profundamente a família cristã. São muitas as contradições, pois grande parte das famílias de hoje carrega um misto de valores, alguns verdadeiros e outros negativos ou falsos. É verdade que precisamos acolher os verdadeiros valores da cultura atual. Porém, não podemos desprezar ou sepultar os antigos valores herdados dos antepassados e passados de pais para filhos na cultura tradicional.
Temos muitas preocupações com a situação familiar hoje! Uma delas é a preparação para o matrimônio. Chamamos de setor pré-matrimonial. Pois, uma boa, séria e remota preparação gera famílias com bases sólidas, duradouras e felizes. Estão presentes também as preocupações com os divorciados e recasados. É cada vez maior o número de casais em 2ª ou 3ª união, os quais precisam de um olhar de misericórdia e acolhimento da Igreja. Vale lembrar que a causa do divórcio está, sobretudo, no “improvisamento” dos casamentos, os quais tiveram pouca ou nenhuma preparação para o matrimônio. Além disso, tem o incentivo e facilitação do Estado (da lei), com a promulgação do “divórcio à jato” pela Internet.
O tema de ambos os eventos é "O amor é a nossa missão: a família plenamente viva".
É preciso reconhecer o valor da vida e da família. Só assim perceberemos como vale a pena lutar, trabalhar, esforçar-se em favor de ambas. A Semana Nacional da Família é “uma oportunidade de demonstrarmos, como Igreja e como cidadãos, não só aquilo que cremos, mas também aquilo que desejamos para nossas famílias, para nossas cidades e para nosso país", ou seja, além do trabalho ao interno da Igreja, somos chamados a ser sinais de esperança em nossa sociedade tão carente e caótica.
Continuemos, após a Semana Nacional da Família, a batalhar para que esta célula mãe de nossa sociedade continue sua missão, contagiando com o bem a vida de todos e levando a todos a alegria de viver o Evangelho em família. Rezemos pelas famílias. Que a Sagrada Família de Nazaré seja o nosso modelo.
CNBB 14-08-2015.
*Cardeal Orani João Tempesta é arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ).


domingo, 2 de agosto de 2015

Visita Pastoral:Dom Vicente preside celebração pela primeira na Comunidade Cristo Rei"Um olhar sobre a vida do povo"


A Visita Pastoral é uma atividade específica do Bispo Diocesano que tem como objetivo acompanhar e conhecer de perto a vida da Igreja Particular, isto é, a Diocese que lhe foi confiada.
Na prática é uma atividade de cunho missionário que possibilita a chegado do Pastor não só no espaço geográfico territorial da Paróquia, mas também a aproximação das realidades pastorais e administrativas das comunidades, grupos e serviços da Igreja. É, na verdade, oportunidade de crescimento e de fortalecimento na missão de discípulos missionários de Cristo. Um olhar sobre a vida do povo e as suas necessidades promoverá uma busca de parceria, de colaboração no sentido de incentivar a solidariedade e a fraternidade para com todos. A Igreja não pode ser instrumento de separação e criação de conflitos, mas promotora do respeito inter-religioso e ecumênico.
A Comunidade Cristo
Rei parte integrante desta paróquia foi agraciada pela presença de Dom Vicente presidindo a celebração dominical. Anteriormente, somente o saudoso Dom Amauri Castanho esteve presente na comunidade dos Metalúrgicos. Por se tratar de um condomínio fechado, destaca-se a persistência e perseverança dos membros da comunidade. Além de não ter uma capela, as celebrações, catequese e reuniões pastorais são realizadas no salão comunitário. Dom Vicente incentivou a comunidade para não desistir do sonho da conquista de uma capela, um espaço próprio para a igreja. A comunidade Cristo Rei é a caçula que compõe a paróquia São José Operário e já soma 16 anos de atividade pastoral.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dom Vicente anuncia transferências e nomeações de padres

Pe. Ivan de Oliveira 
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat,em Salto.

Pe. Carlos José Virillo
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Jundiaí.

Pe. Márcio Odair Ramos
Vai fazer Mestrado em Direito Canônico, em Roma, pelos próximos dois anos.

Pe. Paulo Eduardo F. de Souza
Assume como vigário judicial da Diocese de Jundiaí.

Pe. Donizétti F. Zanello.
Nomeado Capelão do Mosteiro das Irmãs Concepcionistas e do Convento das Irmãs Redentoristas, ambos em Itu.

fonte:O VERBO-ANO 19 - Nº 436 (2ª quinzena de julho de 2015)

Padre Márcio Felipe fala da importância da Vocação como dom de Deus

Confira um resumo publicado no Jornal "O Verbo"Ed.436


É preciso responder com alegria à voz do Senhor. Para isso, somente o dom da fé possibilita ao ser humano entender que, ao chamar, o Pai fundamenta o seu chamado como uma resposta verdadeira ao pedido que Jesus faz a todos nós, como fez aos seus discípulos: “pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9, 38). Esse pedido de Jesus demonstra sua preocupação, diante do cansaço do povo.
Pedir trabalhadores ao Senhor da colheita, não quer dizer pedir que Ele envie somente padres para o trabalho da evangelização. É preciso abrir os horizontes e entender que toda vocação, quando bem discernida, é vivida com alegria não somente por àqueles que a recebem, mas, principalmente, pela comunidade, pela família e pela sociedade que podem crescer com esse dom: chamado de Deus acolhido, chamado de Deus vivido e colocado à disposição do próximo.É necessário saber discernir a vocação. Esse discernimento se dá impreterivelmente por meio da oração pessoal. Entretanto, não podemos deixar de rezar em comunidade, pois é na comunidade eclesial que Deus manifesta a plenitude do seu amor aos que Ele chama. O profeta Jeremias tentou relutar diante do chamado que o Pai o fez. Mas quando o mesmo reconhece que é um dom de Deus, seu pensar é transformado. Não é mais a sua vontade que se faz, mas a vontade d’Aquele que o seduziu: “tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu” (Jr 20,7).
Que estupenda a profissão de fé que o profeta Jeremias dirigiu ao Senhor.

Faz-nos pensar na nossa própria vocação, seja ela qual for. Tenhamos esta clareza: o Senhor seduziu Jeremias, e, portanto o chamou. O centro desse relato não está somente na iniciativa de Deus, mas na resposta positiva do profeta que quer ser seduzido pelo Senhor. A exemplo do profeta é necessário deixar-se seduzir pelo Senhor. Somente dessa maneira será possível ser um bom padre, um bom pai, um bom religioso, um bom catequista, enfim, um bom cristão,que sabe e reconhece a sua vocação, porém acredita que não é somente um dom pessoal e, sim, um dom de Deus.