Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Somos todos operários da messe!

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domingo, 27 de novembro de 2016

Seminarista Ricardo recebe a Admissão ao sacramento da ordem no Seminário Redemptoris Mater nos Estados Unidos

Seminarista Ricardo 

No dia 20 de Novembro durante missa de encerração da porta da Misericórdia as 09:30 o seminarista Ricardo respondeu generosamente ao “eis-me aqui” ao apelo que o Senhor lhe enviou, imitando assim a fé de Abraão e da Virgem Maria. Presidiu a missa O Bispo de Frank Caggiano, bispo da Diocese de Bridgeport localizado no estado de Connecticut parte da região metropolitana de Nova Iorque.
Rito da Admission
A admissão (admission), como em Nazaré para a Virgem Maria, onde o anjo e com Ela a Igreja esperam a resposta daqueles que são chamados. Lembra igualmente que a vocação para o Sacerdócio não é um acontecimento exclusivo e íntimo, mas um apelo que diz respeito a toda a Igreja, implicando primeiro as famílias e as comunidades em que nasceu este desejo de servir a Cristo. Exprimimos nossa gratidão aos pais Valdinei e Márcia e igualmente, uma profunda gratidão aos irmãos das comunidades neocatecumenais da Paróquia São José Operário e pelo seu apoio aos seminaristas para quem é essencial continuar a percorrer o caminho da fé no seio de uma comunidade que os acompanhe e os encoraje.Lembramos que o Seminarista Ricardo é o primeiro a receber a admission no Seminário Redemptores Mater que nasceu no ano passado na cidade Bridgeport.

Por Marcio Neves-Comunicação SJO


Campanha para a Evangelização 2016 reflete compromisso com a missão da Igreja

Na preparação para a celebração do Natal, o tempo do Advento é marcado pela espera da chegada do Messias. No Brasil, este tempo litúrgico ganha especial motivação com a reflexão e o aprofundamento do compromisso dos fiéis e das comunidades com a missão da Igreja de Evangelizar propostos pela Campanha para a Evangelização (CE), promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na edição deste ano, o lema escolhido é “Ele está no meio de nós”.

Criada em 1997, durante a Assembleia Geral da CNBB, e iniciada em 1998, a Campanha tem como objetivo favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar a todos para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas. 


O objetivo da Campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil.

domingo, 20 de novembro de 2016

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo – Ano C

Hoje, ao celebrarmos Jesus Cristo Rei do universo, precisamos nos perguntar: quem nós queremos que reine sobre nós? Por quem ou pelo que nós nos deixamos dominar? Na Bíblia, o rei é aquele que tem a responsabilidade de proteger o povo e cuidar para que haja justiça e paz entre os homens. Nós nos sentimos protegidos por aqueles que nos governam? Eles têm ajudado nosso mundo a encontrar o caminho da justiça e da paz? De que maneira nós podemos entender Jesus Cristo como Rei?       
            Certa vez, depois que Jesus saciou a multidão faminta no deserto, o povo quis fazê-lo rei, mas Jesus se retirou do meio deles (cf. Jo 6,15). Por quê? Porque Jesus nunca aceitou fazer o papel de solucionador mágico dos nossos problemas. O papel do rei não é oferecer “pão e circo” (comida e diversão) ao povo, coisa que a maioria dos nossos políticos sabe fazer muito bem e o nosso povo gosta – se não fosse assim, não elegeria tais políticos. O domínio que Jesus quis exercer sobre nós a partir da cruz foi um domínio que nos liberta do poder do mal, um domínio que nos devolve a nós mesmos e nos faz tomar nas mãos as rédeas da nossa vida, muitas vezes confiadas às mãos de pessoas e situações que nos fazem mal. 
            Portanto, se você é o tipo de pessoa que, ao invés de assumir a responsabilidade pela sua vida, vive procurando “reis”, pessoas que te governem, que te sustentem, que te carreguem no colo quando você tem duas pernas saudáveis e pode andar por si mesmo, pessoas que decidam por você porque lhe falta força de vontade e coragem para fazê-lo, desista de querer eleger Jesus como seu rei particular. Não foi para isso que ele veio e não é esse tipo de reinado que ele exerce. 
            Todo rei tem um trono, o lugar a partir de onde ele exerce o seu poder, o seu domínio. Mas eis a grande contradição! O trono de Jesus foi a cruz, um trono tão estranho, um lugar tão desprovido de poder, que aqueles que passavam diante desse “trono” gritavam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!” (Lc 23,37). “Salva-te a ti mesmo e a nós!” (Lc 23,39). Eis a nossa grande dificuldade em crer no domínio de Jesus sobre o mundo. Se ele é, de fato, Rei, como entender que o nosso mundo esteja tão dominado pelo mal e pela injustiça? Uma explicação possível para isso é que aqueles que praticam o mal e a injustiça não estão debaixo do domínio de Jesus e sim do maligno. Mas esta explicação basta? 
            Um dos homens que estava crucificado com Jesus lhe fez este pedido: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado” (Lc 23,42). Este homem nos ensina que a cruz que carregamos não é a prova de que Jesus é um rei fracassado e seu domínio é totalmente incapaz de nos libertar do mal. Mesmo na cruz, mesmo na dor nós podemos escolher às mãos de quem confiar a nossa existência: se às mãos de reis ilusórios, que nos prometem uma vida de sucesso e de vitória, ou se ao verdadeiro rei, ao único que pode nos fazer esta promessa: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43).
            Jesus é Rei porque o Pai lhe confiou o poder, o domínio salvífico sobre todo ser humano (cf. Jo 17,2), e somente ele pode nos reintroduzir no Paraíso; somente ele pode restabelecer a plena comunhão do homem com Deus, consigo mesmo, com seu semelhante e com a natureza. Assim também, só pode experimentar o Paraíso quem decide viver sob a autoridade de Jesus, quem aceita livremente submeter-se ao domínio do Espírito Santo, quem permite que o Pai o liberte do poder das trevas e o receba no reino de seu Filho amado, por quem temos a redenção, o perdão dos pecados (cf. Cl 1,13-14).


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Celebração de Finados com participação dos Seminaristas de nossa Diocese

Seminaristas da Diocese de Jundiaí estarão no decorrer deste dia,espalhados pelos três Cemitérios da cidade para estarem prestando auxílio as pessoas,seja rezando, dialogando com as pessoas que assim quiseram.
Este é o segundo ano desta belíssima iniciativa de nossos futuros padres. Rezemos sempre por nossos jovens seminaristas.
O despertar da vocação sacerdotal e o seu processo formativo deve ser capaz de colocar o futuro sacerdote na compreensão da dinâmica do amor cristão, consistindo numa clara disposição interior de abraçar o chamado como doação e serviço, com muita tranquilidade, perfazendo seu caminho, imbuído do mais elevado espírito de liberdade,  no seguimento “daquele que veio para servir e não para ser servido” (Mc 10, 45).
(Pastoral da Comunicação-SJ Operário)

Comunidade Cristo Rei define tema para a Grande Solenidade que se aproxima. Tema:"Onde está teu irmão?"(Gn.4,9)

Caríssimos,
Mês de novembro, aproxima-se o final do ano e com isso o final do Ano Litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei. A Comunidade Cristo Rei localizada no Condomínio dos Metalúrgicos pertencente à Paróquia São José Operário. Esta comunidade que neste ano completa 17 anos de atividade Pastoral a serviço da Igreja que tem como padroeiro o próprio Cristo vivo e ressuscitado. Sem dúvida, um grande privilégio. É também pioneira. Algo improvável se considerarmos o grande número de condomínio que devido a tantos obstáculos e leis internas proíbem qualquer tipo de manifestação desta natureza. Esta é com certeza, sinal de que Cristo continua agindo na vida e na história de pessoas que permitem que Cristo seja de fato o Grande Rei de suas vidas.
Propomos para este ano como reflexão, algo palpável, um tema partir dos laços que se criam entre irmãos na vida comunitária.Algo que muito nos desafia como visto em Mt.7,5 e 18ss. Claro que com a ajuda de nosso grande inspirador o Papa Francisco providencia de Deus no coração da Igreja. Graças aos modernos meios de comunicação, pudemos no inicio deste ano enquanto ainda preparávamos nossa ação Evangelizadora para este ano, ouvimos do Papa este forte apelo que dizia: Deus continua a perguntar à humanidade “Onde está teu irmão”.
O Papa disse no Vaticano que a fraternidade é um conceito central para o Cristianismo e que, tal como no episódio de Caim e Abel, Deus continua a perguntar a cada um: “Onde está o teu irmão?”. “Infelizmente, em cada geração, não deixa de repetir-se a dramática resposta de Caim: «Não sei. Sou, porventura, guarda do meu irmão?»”, lamentou Francisco, durante a catequese que apresentou na audiência naquela oportunidade.
O Papa falava a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, partindo do primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, para afirmar que “hoje, mais do que nunca, é necessário colocar a fraternidade no centro desta sociedade tecnocrática e burocrática”. “Então, a liberdade e a igualdade encontrarão também o seu tom correto”, prosseguiu. Francisco pediu, à imagem do que fez na última semana, que as famílias tenham a coragem de oferecer aos filhos “uma ampla experiência” de fraternidade. “Irmão e irmã são palavras que o cristianismo ama muito.
“E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem”. Segundo o Papa, a “educação para a abertura aos outros” a partir dos laços que se criam entre irmãos “é a grande escola de liberdade e de paz”. “É precisamente a família que introduz a fraternidade no mundo: partindo desta primeira experiência, o estilo da fraternidade irradia como uma promessa para toda a sociedade e para as relações entre os povos” destacou. Francisco, que cresceu com quatro irmãos, convidou os presentes na Praça de São Pedro a recordar em silêncio os seus próprios irmãos e irmãs, na oração. “Ter um irmão ou uma irmã que gosta de ti, é uma experiência forte, impagável, insubstituível”, afirmou.

Concluímos estendendo a todos o convite a estarem conosco entre os dias 17,18,19 e 20 de novembro. Acompanhe nossa programação e participe conosco!
colaboração: Marcio Neves(pastoral da comunicação)

Por que celebrar a memória dos Finados?

A tradição litúrgica cristã legou-nos o costume de celebrar praticamente juntas a memória dos fiéis defuntos e a solenidade de todos os santos e santas. Há lugares em que o acento recai sobre a celebração do dia primeiro de novembro, solenidade de todos os santos; outros há, como no caso do Brasil, em que a centralidade é posta no dia de Finados, 2 de novembro, data em que se celebra a memória de todos os fiéis defuntos. Importante é não perder de vista a íntima relação que existe entre ambas as recorrências. Vigora, entre elas, uma sadia reciprocidade, posto que, só se celebra, de fato, com sentido a memória viva dos fiéis defuntos, tendo como pressuposta a fé na comunhão dos santos.
O Concílio Vaticano II (1962-1965), em sua Constituição Dogmática sobre a Igreja, intitulada Lumen Gentium, recuperou-nos a fé na comunhão dos santos, salientando sua imprescindibilidade no tocante à eclesiologia de comunhão, nota distintiva da Igreja de Jesus Cristo. Com efeito, a comunhão que nos foi oferecida gratuitamente por Jesus Cristo, e que culminou em seu mistério pascal, alcança-nos com tamanha intensidade capaz de abraçar a totalidade dos seres humanos para além de toda e qualquer separação, indo além inclusive dos abismos mais obscuros da morte. Por isso o referido texto conciliar fala da comunhão dos santos que se revela na efetiva comunhão entre a igreja ainda peregrina neste mundo e a igreja triunfante, ou seja, a comunidade daqueles e daquelas que nos precederam na morte e que gozam, já no presente momento, da plenitude da vida junto do Pai.

Lemos em um dos prefácios próprios da Missa dos fiéis defuntos: “Ó Pai, para os crêem em Vós, a vida não é tirada; mas transformada. E desfeita esta nossa habitação terrestre, nos é dado nos céus, um corpo imperecível”. Essa é propriamente a esperança que sustenta as comunidades eclesiais ao longo de seu sinuoso itinerário histórico. Por essa razão, fazemos memória de nossos irmãos e irmãs defuntos e não apenas nos limitamos a recordar-lhes ou a simplesmente lembrar-se saudosamente deles. A vida deles e delas foi transformada, não lhes foi tirada. O fato que eles não participem mais do nosso convívio histórico, fisicamente, não significa que a vida deles foi extinta. Eles vivem junto de Deus e, portanto, podem ser experimentados como estando mais próximos ainda de nós. Pois, nossa fé nos diz que morremos para ressuscitar e não vivemos para morrer, como insistem alguns.

colaboração: Márcio Neves(Pastoral da Comunicação)

domingo, 23 de outubro de 2016

Setor Juventude: “Vocação: Um chamado a servir”.

Graziela-Paróquia Nossa senhora da Piedade
Jovens de toda nossa paróquia estiveram reunidos neste domingo,23
na comunidade Cristo Rei após a celebração para um encontro de formação.

Gentilmente esteve presente entre os jovens ministrando o encontro a Graziela do Grupo de Oração Cristo Vive da Paróquia Nossa Senhora da Piedade de nossa mesma região Pastoral da cidade de Cabreúva.
O tema abordado e partilhado foi “Vocação: Um chamado a servir”.
Caminhar com a juventude é compromisso que deve ser assumido por todos, como inestimável bem para a sociedade e a Igreja. O caminho para as mudanças encontra-se em Jesus Cristo e no seu Evangelho, garantia incontestável da necessária qualificação para se alcançar o desejo das novas gerações. Essas experiências de fé e comunhão precisam fazer a diferença, remodelando mentes, contextos e dinâmicas da sociedade. O fascínio por uma pessoa, Jesus Cristo, é a razão maior, iluminadora de todas as outras, rumo novo à pauta extensa de demandas pela construção de um mundo mais justo e solidário, em que homens e mulheres sejam construtores da paz. Nesse sentido, lembro  São João Paulo II, o instituidor da Jornada Mundial da Juventude, quando diz que “só o que é construído sobre Deus e sobre o amor é durável”. Daí se entende que nossa maior vocação é o amor. A caminhada com os jovens tem força de congregar todos por seu sentido  significativo de cidadania. Sendo Jesus Cristo e seu Evangelho a razão maior, será uma caminhada de grandes desafios para os tempos de hoje como propões o tema do encontro de hoje: “Vocação: Um chamado a servir”. A comunidade Cristo Rei


sábado, 22 de outubro de 2016

Paróquia tem dia de formação Litúrgica


Sérgio-Campo Limpo
Oração Inicial-Diácono Dirceu
No nosso dia a dia, de uma forma ou de outra, estamos sempre envolvidos em equipes. Nesta linha de pensamento a coordenação de Liturgia da Paróquia São José Operário atendendo aos pedidos, organizou um encontro que viesse ao encontro das necessidades de nossas equipes litúrgicas.
Esteve presente nesta tarde de sábado, 22 o nosso irmão Sérgio com formação em Liturgia da cidade de Campo Limpo Paulista. Muitas foram as dúvidas esclarecidas. A liturgia é celebração da história da salvação, que tem como centro e plenitude o mistério pascal de Cristo (cf. SC 5-6).
Coordenador Eduardo agradece o convidado

Primeiramente, a equipe deve ser constituída por pessoas que de fato amam e vivem a liturgia. Exige carisma e dom. Exige ainda conhecimento, uma formação básica ou mais aprofundada.
Boa presença de participantes das 4 comunidades
Para uma formação litúrgica eficaz, é preciso levar em conta a metodologia. Quando se trata de formação litúrgica, a metodologia mais indicada é a participativa, sobretudo se está claro que tipo de liturgia se quer reforçar ou alcançar.

É importante ter organização e uma coordenação que busque alcançar os objetivos do trabalho da equipe e garanta a participação de todos. Convém haver acompanhamento por parte de uma liderança.

domingo, 2 de outubro de 2016

Santas Missões Populares

Reunião para todos que participaram do retiro das Santas Missões Populares 
dia 14 de outubro/16
Horário: 20h00 na Paróquia São José Operário


Assim expressou o papa Francisco: “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças”.

Estamos vivendo um momento novo em toda a Igreja. Toda a nossa diocese está despertando, preparando e formando nossas lideranças, por meio das Santas Missões Populares a esta consciência missionária. A vida cristã nasce da missão. A missão está em nós desde que viemos neste mundo. A vida é missão. Missão é chamado divino, é graça divina. Deus está nos chamando desde o ventre materno. Nossa vida é um grande livro aonde Deus, juntamente conosco vai escrevendo a nossa história. Quantas experiências bonitas neste livro de nossa vida; quantas experiências dolorosas, lágrimas perdas, derrotas. Porém, nela está Deus, sempre esteve presente, mesmo que o vimos, e não o sentimos. A vida é missão, Deus nos chama e nos oferece oportunidades. Temos que responder aos chamados que a vida levanta, aos apelos da consciência.

Formação:A Catequese a serviço da Liturgia.



Catequistas da comunidade aproveitam o espaço celebrativo para aplicar de modo mais palpável os sinais litúrgicos. Para uma catequese litúrgica alguns critérios são importantes  serem destacados:

1. A Valorização da Palavra de Deus. Primeiro a Palavra de Deus e depois a ação sacramental – de modo que se constitua um único ato de culto (cf SC 56).  As fórmulas e textos litúrgicos ter inspiração bíblica (cf SC 24).  A catequese litúrgica está intimamente vinculada à catequese bíblica, de modo que a linguagem litúrgica é em grande parte linguagem bíblica da história da salvação e da tradição da Igreja. A Palavra converta a celebração em a ação de culto agradável a Deus, mediante a resposta da fé dos que nela participam (cf Diretório Nacional de Catequese, n. 53.a ),.
        2. Interiorizar a ação litúrgica –a importância da unidade e harmonia entre os gestos, ações rituais. A catequese litúrgica orienta-se à participação litúrgica ativa e frutuosa dos fiéis, tanto em nível pessoal como comunitário (cf SC 14,19, 21ss).
       3. A participação da pessoa na comunidade eclesial: A catequese deve ajudar as pessoas a sentir a necessidade de se integrar na comunidade de fé. Ajudar a esclarecer sobre o sentido e a atuação da assembléia, dos diferentes ministérios e serviços, os diferentes atores dos sacramentos. Esclarecer quanto à funcionalidade dos ritos ou dos textos litúrgicos no conjunto da ação litúrgica(cf Diretório Nacional de Catequese, n. 53e ).
4.A continuidade entre a catequese e a liturgia: a catequese deve prestar atenção sobre a diversidade dos elementos que compõem uma celebração: o tempo litúrgico, os textos bíblicos, as orações, os cantos, gestos e movimentos. A catequese litúrgica parte sempre da celebração para voltar de algum modo à celebração (é o método mistagógico).
5. Vida de oração: “Cabe à catequese ensinar a rezar, com e em Cristo, com os mesmos sentimentos e disposições com as quais ele se dirige ao Pai: adoração, louvor, agradecimentos, confiança, súplica, contemplação (Diretório Nacional de Catequese, n. 53.d ). O Pai Nosso é modelo acabado de oração cristã Mt  cf. Lc 11,1-4 e Mt 6,9-13).
A catequese está intrinsecamente ligada a toda ação litúrgica e sacramental, pois é nos sacramentos, e sobretudo na Eucaristia que Cristo Jesus age em plenitude para a transformação dos homens” (cf CIC 174) . “A Catequese empenhar-se-á em despertar nos fiéis a fé na grandeza incomparável do dom que Cristo ressuscitado concedeu à sua Igreja” (CIC 983)

Fonte:(Diretório Nacional de Catequese, n. 53.d )



Acolhimento: Condição indispensável a serviço da Igreja


BOAS VINDAS!
A comunidade Cristo Rei acolhe com carinho sua mais nova integrante da Equipe de Celebração.
Sônia seja bem vinda sempre!

Vamos caminhar juntos pelos caminhos de Jesus.
Ir mais além do que se pode enxergar
Nesta longa jornada, não estaremos sozinhos
Deus nos acompanhará e com certeza nos abençoará.

Outubro: Mês das Missões

"Somos simples servidores; fizemos o que devíamos fazer" (Lc 17,10) 

Neste primeiro domingo do mês de Outubro (Mês das Missões), a comunidade Cristo Rei abordou o tema: missão além fronteiras com auxílio das crianças da catequese. Nossas comunidades, tem que evitar a tentação egoísta de enxergar só as próprias necessidades. É necessário olharmos para a necessidade do mundo, ouvir seus clamores. (“Eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex.3,7).
Na perspectiva de Deus, o fundamental é ativar o espírito de serviço e disponibilidade, que nunca poderá ser pago. Quem vive no espírito de comunhão nunca achará que está fazendo demais para os outros.
Generosidade, gratuidade, doação: palavras quase desconhecidas do nosso vocabulário e em nosso contexto social. Mas são elas que nos levam em direção aos outros, libertando-nos de nosso pequeno eu. São elas que nos afastam da mesquinhez, da vaidade, do egoísmo, da busca do “próprio amor, querer e interesse”. Por serem mais afetivas, mais espontâneas, ligadas ao coração, elas revelam-se na ação, não em função de um mandato, de uma lei, de um interesse..., mas unicamente de acordo com as exigências do amor, da solidariedade...

São elas que alargam o nosso coração até dilatar-nos às dimensões do universo, rompendo nossos estreitos limites e lançando-nos a compromissos mais profundos. Sentimo-nos livres para qualquer desafio e cada nova entrega é uma libertação maior: são novas oportunidades de serviço, de maior aproximação d’Aquele que veio, não para ser servido, mas para servir e para dar sua vida pelo mundo.

sábado, 17 de setembro de 2016

Santas Missões Populares Paroquial


Realizado neste sábado, o 2º Encontro das Missões Populares em nossa Paróquia.
Vejo nas Santas Missões Populares um grande potencial que vem em apoio ao trabalho da Ação Evangelizadora de nossa Paróquia. O Termo “Popular” nos remete a um trabalho que se realiza na simplicidade que traz o cheiro do povo, ou seja, (do povo para o povo). A Ação Evangelizadora de nossa paróquia tem convicção de que precisamos arrumar a casa, aproximar os irmãos. Recentemente tivemos na comunidade Santa Cruz o Tríduo em Louvor a Exaltação da Santa, oportunidade esta que marcou os 25 anos de fundação da comunidade co-irmã Santa Cruz.

Ainda neste, mês vamos ter também (de 26 à 29/09) a celebração do Tríduo na Comunidade também co-irmã São Gabriel Arcanjo. Em novembro (de 17 à 20/11) terminamos o Ano Litúrgico coroando todo o trabalho com todas as comunidades na Festa de Cristo Rei, na comunidade dos Metalúrgicos. Quando falamos em arrumar a casa nos referimos à incansável missão de aproximar as comunidades da Paróquia. A celebração dos tríduos é a oportunidade que temos enquanto comunidade de lembrar que somos irmãos de caminhada. Ao despertar para essa realidade urgente, vamos dar seqüência plena nos objetivos das Santas Missões Populares. 
Márcio Neves-Pascom

sábado, 10 de setembro de 2016

PROGRAMAÇÃO DO JUBILEU DE PRATA DA COMUNIDADE SANTA CRUZ

COMEÇA HOJE:

RUA ERNESTO PINCINATO, 552 QUINTA DAS VIDEIRAS JUNDIAÍ-SP

DIA 10/09/2016 - 18:30 HORAS - PADRE JOSÉ PAULO DE ALMEIDA - APÓS A MISSA DOCUMENTÁRIO DA CAPELA SANTA CRUZ

DIA 11/09/2016 - 09:30 HORAS - PADRE JOÃO BATISTA DOS SANTOS

DIA 12/09/2016 - 19:30 HORAS - PADRE FERNANDO ALVES DE SOUSA - APÓS A MISSA VENDA DE PASTEL, DOCES E BEBIDAS

DIA 13/09/2016 - 19:30 HORAS - BISPO DOM VICENTE COSTA
APÓS A MISSA VENDA DE PASTEL, DOCES E BEBIDAS

DIA 14/09/2016 - 19:30 HORAS - PADRE ADILSON AMADI
APÓS A MISSA GRANDIOSA CONFRATERNIZAÇÃO

2º Retiro Paroquial Santas Missões Populares-Paróquia São José Operário

2º Retiro Paroquial Santas Missões Populares , dia 17 de setembro início às 07h45 inscrição na secretaria


Caríssimos,
Vivemos hoje na Igreja, dum modo todo especial, a época dos leigos. Cada vez mais, estamos convencidos da necessidade  de uma série, profunda, coordenada e esclarecida ação dos leigos. Ou empregamos em todos os setores do nosso serviço missionário, ou então, não estranhemos um fracasso inevitável. Quando estudamos um passado mais recente, vemos que, talvez, o nosso erro foi não salientar devidamente essa obrigação fundamental do cristão. Contentávamos em torná-los praticantes, como dizíamos. Salientávamos, apenas, a Missa dominical , ou em muitos casos, o simples cumprimento do dever pascal. Pedíamos pouco e ainda colhíamos menos. Nem sempre tínhamos diante dos olhos a tarefa primordial de formar missionários.
Mas o que é ser missionário?
É sentir-se enviado por Cristo para trabalhar na messe do Senhor. É cooperar na salvação eterna do irmão. Finalmente, ser missionário é estar plenamente convencido de que Cristo espera que sejamos suas testemunhas no ambiente em que a Providência Divina nos colocou.. E só somos missionários na medida em que nos sentimos responsáveis pelos outros.
Em meio a tudo isso, eis a "Santas Missões Populares". Eis o ideal e firme propósito de despertar este senso de responsabilidade, desassossegar os tranquilos, inquietar os acomodados.
Isso exige, e não pouco. Aliás, tem razão Santa Teresa de Calcutá recentemente canonizada Santa pelo Papa Francisco no dia 04 de setembro, quando diz: "A Igreja está definhando hoje em dia, não porque peça demais ao homem moderno, mas porque pede excessivamente pouco. A Igreja procurou tornar a fé plausível e aceitável, quando deveria ter apresentado o alto e difícil caminho de Cristo, sem comprometer sua exigência de total sacrifício ao ego".
Portanto, desafie-se. Coloque sua insegurança nas mãos do Senhor e venha participar neste final de semana conosco deste 2º Retiro Paroquial
                                                                                                                                                                                                                                                           Márcio Neves-Pascom


CONSELHO PAROQUIAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA


Reunida na manhã deste sábado na Igreja Matriz os membros do Conselho Paroquial para apresentação do Novo Conselho da Ação Evangelizadora paroquial e tratar também de assuntos de grande importância para as nossas pastorais, conforme as novas normas da Diocese.
Após um olhar de síntese sobre alguns pontos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Diocese de Jundiaí, partimos para uma apreciação dos âmbitos de nosso plano diocesano. O Plano não é apenas um novo plano, ou um plano a mais. Ele é fruto amadurecido de uma longa história diocesana buscando colocar em prática aquilo que até então não temos conseguido tirar do papel. O empenho tem que partir de todos: Padre, Diácono e leigos engajados como propõe nossa realidade.
“Sem vida de comunidade, não há como efetivamente viver a proposta cristã” (DGAE, 55). A fé do discípulo missionário deve ser vivida em comunidade, local onde é vivenciada a experiência de Jesus, em comunhão com os outros discípulos missionários. Grande papel é desempenhado pelas paróquias. Destacam-se os desafios da urbanização e dos ambientes virtuais. Existe também o desafio do diálogo e da educação para se viver a unidade na diversidade.
Em vista disso, reuniões já foram marcadas para as respectivas comunidades durante o mês das missões (outubro) para apresentação das novas diretrizes.
(foto: Pascom SJO)

sábado, 13 de agosto de 2016

Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente

Diáconos comemoram o seu dia

Neste dia 10 de agosto, dia em que a Igreja celebra a memória de São Lourenço, diácono e mártir, a Catedral Nossa Senhora do Desterro, que vive a Novena preparatória da Festa da Padroeira de Jundiaí e da Diocese, acolheu centenas de fiéis em uma linda celebração Eucarística presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa.
 Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, que presidiu a celebração solene, assinou no final da missa os decretos para o Diaconado Permanente na Diocese de Jundiaí:
1) o que oficializa o novo Estatuto Diocesano para o Diaconado Permanente;
2) o que cria o Fundo Diocesano Diaconal (FAD), para auxiliar diáconos, esposas, viúvas e famílias em necessidade.
Para a elaboração do Estatuto Diocesano colaborou o diácono e jornalista Pedro Fávaro Júnior, da Diocese. Tanto o Estatuto como o FAD foram analisados pelos diáconos, que puderam dar sua contribuição, bem como pelo Conselho de Presbíteros.
Os documentos foram entregues por Dom Vicente ao diácono Vitório Ângelo Durigati (Difu), presidente da Comissão Diocesana dos Diáconos, e ao padre Agnaldo Tavares Ribeiro, padre referencial para o Diaconado Permanente.
Carca de 60 diáconos, alguns acompanhados de suas esposas e demais familiares, festejaram o seu dia.
Após a celebração, todos puderam se confraternizar no Salão Paroquial da Catedral.
 Colaboração: Diácono José Carlos Pascoal

Panamá será sede da próxima JMJ em 2019

Ao término da solene concelebração Eucarística de encerramento da JMJ, em Cracóvia, o Papa Francisco passou à oração mariana do Angelus no “Campus Misericordiae”, anunciando oficialmente que a próxima JMJ será no Panamá.
“A Providência divina sempre nos precede. Ela já decidiu onde será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada, em 1985, por São João Paulo II! Por isso, é com alegria que lhes anuncio que a próxima JMJ, depois das duas a nível diocesano, se realizará no Panamá, em 2019”.

Depois, o Papa disse: “No final desta Celebração, quero unir-me a todos vocês, em ação de graças a Deus, Pai de Misericórdia infinita, porque nos permitiu viver esta JMJ. Agradeço pelo trabalho e a oração para preparar este evento e a todos os que contribuíram para seu bom êxito”.

Dia dos Pais: "Pai de verdade"

Olhando mais uma vez para a figura do pai, hoje pedimos a Jesus que conduza os pais a essa transformação tão necessária: que “o homem psíquico” que habita em cada um deles diminua, para que cresça “o homem espiritual” (1Cor 2,15); que eles desejem ser habitados pelo Espírito Santo e se deixem curar e salvar pela “verdade que liberta” (Jo 8,32); que o pai tenha a coragem de ser uma presença que “divide”, que “separa”. Em que sentido? Segundo uma reportagem de Folha de São Paulo* (27/06/2016), 2 em cada 3 menores infratores não têm pai dentro de casa. O pai pode, com a sua efetiva presença paterna, “separar” o filho do mundo do crime. Além disso, a presença afetiva e firme do pai tem a função de “dividir” o filho homem em relação à mãe e “separá-lo” dela, a fim de que ele desenvolva de maneira saudável a sua identidade masculina.  

Três palavras finais para as famílias, especialmente para o pai; a primeira, da Sagrada Escritura; as duas últimas, do Papa Francisco: 1) “Empenhemo-nos com perseverança no combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Jesus... Em vista da alegria que lhe foi proposta, suportou a cruz, não se importando com a infâmia...” (Hb 12,1.2). 2) “Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, esteja próximo da esposa, para compartilhar tudo, alegrias e dores, dificuldades e esperanças. E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando se sentem angustiados, quando se exprimem e quando permanecem calados, quando ousam e quando têm medo, quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar o caminho; pai presente, sempre” (A Alegria do amor, 177). 3) “Querer formar uma família é ter a coragem de fazer parte do sonho de Deus, a coragem de sonhar com Ele, a coragem de construir com Ele, a coragem de unir-se a Ele nesta história de construir um mundo onde ninguém se sinta só” (A Alegria do amor, 322).

sábado, 6 de agosto de 2016

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR:"É bom nós estarmos aqui"

Jesus manifestou a seus discípulos este mistério no monte Tabor. Havia andado com eles, falando-lhes a respeito de seu reino e da segunda vinda na glória. Mas talvez não estivessem muito seguros daquilo que lhes anunciara sobre o reino. Para que tivessem firme convicção no íntimo do coração e, mediante as realidades presentes, cressem nas futuras, deu-lhes ver maravilhosamente a divina manifestação do monte Tabor, imagem prefigurada do reino dos céus. Foi como se dissesse: Para que a demora não faça nascer em vós a incredulidade, logo, agora mesmo, eu vos digo, alguns dos que aqui estão não provarão a morte antes de verem o Filho do homem vindo na glória de seu Pai (cf. Mt 16,28). Mostrando o Evangelista ser um só o poder de Cristo com sua vontade, acrescentou: E seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João e levou-os a um monte alto e afastado. E transfigurou-se diante deles; seu rosto brilhou como o sol, as vestes se fizeram alvas como a neve. E eis que apareceram Moisés e Elias a falar com ele (cf. Mt 17,1-3). 
São estas as maravilhas da presente solenidade, é este o mistério de salvação para nós que agora se cumpriu no monte: ao mesmo tempo, congregam-nos agora a morte e a festa de Cristo. Para penetrarmos junto àqueles escolhidos dentre os discípulos, inspirados por Deus, na profundeza destes inefáveis e sagrados mistérios, escutemos a voz divina que do alto, do cume da montanha, nos chama instantemente.  
Para lá, cumpre nos apresarmos, ouso dizer, como Jesus, que agora nos céus é nosso chefe e precursor, com quem refulgiremos aos olhos espirituais – renovadas de certo modo as feições de nossa alma – conformados à sua imagem; e à semelhança dele, incessantemente transfigurados, feitos consortes da natureza divina e prontos para as alturas.  
Para lá corramos cheios de ardor e de alegria; entremos na nuvem misteriosa, semelhantes a Moisés e Elias ou Tiago e João. Sê tu também como Pedro, arrebatado pela divina visão e aparição, transfigurado por esta linda Transfiguração, erguido do mundo, separado da terra. Deixa a carne,abandona a criatura e converte-te para o Criador a quem Pedro, fora de si, diz: Senhor, é bom para nós estarmos aqui (Mt 17,4). 

Do Sermão no dia da Transfiguração do Senhor, de Anastásio Sinaíta, bispo

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dia do Padre-04 de Agosto

Ao celebrar a vocação sacerdotal neste final de semana, nós, padres / bispos / pastores, ou seja, ministros de Deus, podemos fazer uma autocrítica a partir das leituras bíblicas que ouvimos. Como ministro de Deus, eu sou um homem de esperança? Eu comungo dos perigos/sofrimentos do meu povo, ou somente dos seus bens, das suas conquistas e das suas alegrias? Uma recente pesquisa revelou que a maior causa de desistência do ministério sacerdotal por parte de alguns padres é a falta de fé. Eu sou um homem de fé? Cuido da minha fé tanto quanto cuido da minha saúde e do meu bem estar? Sustentado pela fé, Abraão aceitou residir “como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas” (Hb 11,9). Minha casa é uma ‘tenda’, uma morada simples e provisória, ou, por me achar rei, fiz ou pretendo fazer dela meu palácio particular? “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12,34). Aquilo que dá sentido à minha vida e me realiza verdadeiramente como pessoa é servir a Deus atendendo pessoas, visitando doentes, ministrando sacramentos ou desfrutando dos benefícios que a ‘vida de padre’ me oferece? Jesus deixou claro que o administrador fiel e prudente é aquele que dá “comida a todos na hora certa” (Lc 12,42). Eu estou servindo o povo que me foi confiado ou estou servindo-me dele para sustentar um estilo de vida do tipo “bon vivant” (expressão francesa que significa “boa vida” ou que qualifica determinado indivíduo como “amante dos prazeres da vida”)? “A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” (Lc 12,48). Aquilo que se exige de mim, como de qualquer ministro de Deus, é a decência, decência não só quanto ao comportamento moral, mas também na maneira como eu administro o dízimo e as ofertas da ‘minha’ igreja... Rezemos uns pelos outros. Nós, ministros de Deus, estamos precisando mais do que nunca de conversão.
Padre Paulo Mazzi-(Diocese de Jabotical-SP)

domingo, 31 de julho de 2016

Santo Inácio de Loyola, presbítero (Memória)-31/07

Inácio gostava muito de ler livros mundanos e romances que narravam supostos feitos
heroicos de homens ilustres. Assim que se sentiu melhor, pediu que lhe dessem alguns
deles, para passar o tempo. Mas não se tendo encontrado naquela casa nenhum livro
deste gênero, deram-lhe um que tinha por título A vida de Cristo e outro chamado
Florilégio dos Santos, ambos escritos na língua pátria.
 Com a leitura freqüente desses livros, nasceu-lhe um certo gosto pelos fatos que eles
narravam. Mas, quando deixava de lado essas leituras, entregava seu espírito a
lembranças do que lera outrora; por vezes ficava absorto nas coisas do mundo, em que
antes costumava pensar.
 Em meio a tudo isto, estava a divina providência que, através dessas novas leituras, ia
dissipando os outros pensamentos. Assim, ao ler a vida de Cristo nosso Senhor e dos
santos, punha-se a pensar e a dizer consigo próprio: “E se eu fizesse o mesmo que fez
São Francisco e o que fez São Domingos?” E refletia longamente em coisas como estas.
Mas sobrevinham-lhe depois outros pensamentos vazios e mundanos, como acima se
falou, que também se prolongavam por muito tempo. Permaneceu nesta alternância de
pensamentos durante um tempo bastante longo.
 Contudo, nestas considerações, havia uma diferença: quando se entretinha nos
pensamentos mundanos, sentia imenso prazer; mas, ao deixá-los por cansaço, ficava
triste e árido de espírito. Ao contrário, quando pensava em seguir os rigores praticados
pelos santos, não apenas se enchia de satisfação, enquanto os revolvia no pensamento,
mas também ficava alegre depois de os deixar.

No entanto, ele não percebia nem avaliava esta diferença, até o dia em que se lhe
abriram os olhos da alma, e começou a admirar-se desta referida diferença.
Compreendeu por experiência própria que um gênero de pensamentos lhe trazia tristeza,
e o outro, alegria. Foi esta a primeira conclusão que tirou das coisas divinas. Mais tarde,
quando fez os Exercícios Espirituais, começou tomando por base esta experiência, para
compreender o que ensinou sobre o discernimento dos espíritos.

Da Narrativa autobiográfica de Santo Inácio, recolhida de viva voz pelo Padre Luís

Gonçalves da Câmara(Séc.XVI)

domingo, 3 de julho de 2016

Preparação para a JMJ Cracóvia 2016 a nível de Diocese

Jovens católicos do mundo inteiro vão se encontrar com o Papa Francisco em Cracóvia, na Polônia, de 26 a 31 de julho, durante a 31ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A Diocese de Jundiaí será representada por cerca de 250 pessoas entre jovens, casais acompanhantes, padres e o Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa. Além dos encontros com o Santo Padre, a Jornada prevê eventos espirituais, formativos e culturais. Os principais e os mais importantes encontros da JMJ são chamados de Atos Centrais. Durante essas atividades, os jovens peregrinos celebram juntos uma grande festa da fé. Confira os principais momentos do programa oficial. Missa de Abertura, em 26 de julho. A JMJ começa com a Missa de Abertura celebrada pelo Bispo local. Momento de apresentar o país que acolhe os jovens de todo o mundo.

 Cerimônia de Boas-Vindas, em 28 de julho. Este será o primeiro encontro com o Santo Padre. Via-Sacra, em 29 de julho. Um momento para que jovens de todo o mundo se encontrem com Cristo crucificado. Aí, a Cruz da JMJ é carregada em procissão seguida pelos jovens que dão testemunho de sua fé. Vigília com o Santo Padre, em 30 de julho. O momento mais íntimo dos Atos Centrais é a Vigí- lia com o Papa. É um tempo muito intenso de oração e encontro com Jesus Cristo. Missa de encerramento, em 31 de julho. Este será o último acontecimento previsto para a JMJ. A Missa Final, presidida pelo Papa Francisco, é o ponto culminante de todos os encontros. Nesta Eucaristia, o Pontífice “envia os jovens a todos os cantos do mundo”. Durante a oração do Angelus Domini, o Santo Padre anuncia tradicionalmente a próxima sede e a data da JMJ. A programação completa o leitor pode conferir não site: www.krakow2016.com/ pt/programa

Jornada Mundial-2016-Kit Peregrino foi apresentado em Cracóvia

O Kit traz um design que remete aos elementos da Jornada polonesa e à misericórdia.


Todos os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Cracóvia 2016 receberão um Kit Peregrino. O Kit inclui uma mochila, equipamento básico de todo peregrino. O desenho gráfico da mochila é a centelha da misericórdia, um dos elementos do logo da JMJ Cracóvia 2016. Na mochila o peregrino vai encontrar um terço- -bracelete para rezar o Ter- ço da Divina Misericórdia, um lenço de microfibra e um xale multifuncional para proteger do sol de julho e também uma capa, em caso de chuva. O Kit Peregrino também contém: um guia do peregrino, um guia de Cracóvia, uma oração “Jesus eu confio em Vós”, um livro de orações “Um Livro Extraordinário sobre a Divina Misericórdia” e, de pendendo do tipo de pacote escolhido, vouchers para alimentação. Todo o Kit Peregrino foi desenhado com base no projeto vencedor de Hanna Talarek e foi apresentado oficialmente em Cracóvia no dia 16 de junho.

Fonte: krakow2016.com

Chamados a orar pelo nosso Papa Francisco

Jesus garantiu a sua oração a Pedro, para que ele se fortalecesse na sua fé. A Igreja orou incessantemente a Deus por Pedro, enquanto ele era mantido na prisão. Da mesma forma, nós somos chamados a orar pelo nosso Papa Francisco. Desde aquele 13 de março de 2013, quando abraçou sua nova missão em favor da Igreja de Jesus Cristo, o Papa Francisco tem pedido que oremos por ele. O fato do Papa Francisco, com seu estilo de vida e com suas atitudes, estar devolvendo decência e credibilidade à nossa Igreja, incomoda muitas pessoas, inclusive dentro da Igreja, pessoas que, embora se julguem colocadas na Igreja pelo próprio Espírito Santo, sempre resistiram a Ele (cf. At 7,51).

Missa de São Pedro e São Paulo: CONFIRMADOS NA FÉ


Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu. Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos. Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois apóstolos.
A respeito de Pedro, homem fraco na fé, Jesus disse: “Eu orei por ti, a fim de que tua fé não desfaleça. Quando tu, porém, te converteres, confirma teus irmãos” na mesma fé (Lc 22,32). A respeito de Paulo, Jesus declarou: “Este homem é um instrumento escolhido para levar o meu nome diante das nações pagãs...” (At 9,15). Assim como fez com Pedro e Paulo ontem, Jesus hoje chama a cada um de nós para que, como pedras vivas da sua Igreja, possamos confirmar a fé as pessoas que convivem conosco, buscando anunciar o Evangelho da misericórdia ao mundo em que vivemos.
O martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia. Não falamos de mártires desconhecidos. Sua voz ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do mundo a sua palavra (Sl 18,5). Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade. No mesmo sentido, também depois da ressurreição, o Senhor entregou a Pedro a responsabilidade de apascentar suas ovelhas. Não que dentre os outros discípulos só ele merecesse pastorear as ovelhas do Senhor; mas quando Cristo fala a um só, quer, deste modo, insistir na unidade da Igreja. E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque, entre os apóstolos, Pedro é o primeiro.
Adaptação dos sermões de Santo Agostinho

sábado, 18 de junho de 2016

Setor Juventude promove o XXIV Querígma

Divulgação:Na foto os jovens Giovani e Natália e ao centro Marcio-Setor Comunicação

Em andamento neste final na cidade de Itu-SP o 24º Querígma que reúne jovens de todas as cidades da Diocese.

Querigma significa o primeiro anúncio da Boa-Nova do acontecimento Jesus de Nazaré realizado na força do Espírito Santo, baseado no testemunho pessoal dos apóstolos. O anúncio demonstra a urgência da salvação de forma imperiosa por meio do diálogo e do testemunho. O convite e a decisão da acolhida da fé tornam-se inadiáveis e intransferíveis.
A perda do sentido da fé na sociedade anima a recuperar o primeiro anúncio dirigido aos batizados não evangelizados, às famílias e às crianças como forma de promover o encontro com Jesus Cristo. 
Estejamos atentos ao sofrimento, às indagações e às situações que envolvem as pessoas como ocasião de praticar o primeiro anúncio. Hoje, comunicar a boa notícia com alegria e confiança tornou-se uma forma essencial de fazer pastoral!
O objetivo deste encontro é estabelecer uma relação de fé na perspectiva da revelação de Deus para nós.
 É um chamado aos jovens  a expressar o amor e nele crescer, como fundamento da preparação do futuro que nos espera. Os projetos de nossa vida tornam-se fecundos e sólidos se garantidos pelo verdadeiro amor. Seja qual for a vocação a que formos chamados, a nossa resposta deve ser um ato de amor.
Neste amor devemos crescer todos os dias, cultivando nossos talentos, deixando-nos guiar pelo Espírito Santo, sejamos inovadores na caridade e audaciosos nas iniciativas para a construção de um mundo de Justiça e caridade.
Não deixemos de recorrer à oração, pois só Deus pode suprir as nossas fraquezas.Sobretudo a Eucaristia deve ser a fonte onde nos alimentamos do amor. Que todos os jovens sintam amados e convocados a aderirem ao grande e gentil convite de serem evangelizadores do amor de Deus Trino ao mundo, Amém!
Nota: A previsão de chegada dos jovens em nossa paróquia é neste domingo,19/06 as 17:15 finalizando com a Missa. O endereço é Rua Maestro paulo Mario de Souza,284- Bairro Retiro-Jundiaí/SP.

sábado, 4 de junho de 2016

Paróquia São José Operário e os preparativos para o 27º ECC

Momento oportuno para reflexão e fortalecimento de nossos casais a exemplo da Sagrada Família


O dia a dia da família de Nazaré era feito de amor, trabalho e oração, tudo vivido com muita simplicidade. O valor das pequenas coisas, uma criança diferente que aprende ao colo da mãe as lições da Escritura, um pai de família trabalhador, conhecido em Nazaré pelos serviços que realiza, nada de extraordinário e esta é a novidade, num mundo que até hoje teima em complicar as coisas. Da Família de Nazaré nascem as lições do quotidiano, no qual as surpresas ficam por conta da beleza da alma das pessoas nele envolvidas. Sim, original é o fato da importância das pessoas e não do que elas eventualmente possam fazer ou produzir. Família parecida com as nossas famílias! 

Nós buscamos a vida em ti, Senhor! (10º Domingo do TC - C)

“Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes quando estava já morrendo” (Sl 30,4). No mundo em que vivemos há diversos abismos engolindo muitas almas. O abismo da migração forçada engole no mar inúmeras almas que tentam escapar da fome e da guerra, sobretudo na África ou em alguns países do Oriente Médio. O abismo do tráfico e do consumo de drogas engole inúmeras almas adolescentes e jovens à nossa volta. O abismo de doenças graves como o câncer, engole almas de todas as idades e de todas as classes sociais. Existem também os abismos emocionais, que engolem inúmeras almas por meio da depressão, da ansiedade, do pânico, da fobia, da falta de sentido para a vida, do suicídio etc.  

Hoje queremos nos colocar na presença do nosso Deus, o único que pode retirar a nossa alma do abismo em que ela porventura se encontra, e nos salvar da morte precoce, prematura, como aconteceu com esses dois jovens: o primeiro deles, ressuscitado por Deus mediante a oração do profeta Elias; o segundo, ressuscitado por Jesus. Talvez muitos de nós já fizemos essa experiência de sermos ressuscitados por Deus. Nossa alma estava no abismo do desânimo, da aflição, do sofrimento ou mesmo da morte, mas a mão de Deus nos alcançou e nos retirou do fundo desse abismo. Então, voltamos a viver, a nos sentir vivos; recobramos o ânimo, a força, a esperança.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

No Coração de Jesus conhecemos o amor de Cristo que supera todo o conhecimento e pelo qual encontramos a graça da sabedoria da vida e somos repletos da plenitude divina.
A devoção ao Sagrado Coração que, desde a nossa infância, nos encheu e alegria e de confiança, é força na nossa evangelização, a que todos os cristãos somos impelidos pelo batismo.
É impossível contemplar este Coração cheio de amor por nós, sem que a Ele nos convertamos. Mostremos ao mundo chagado e ensangüentado pelos males do pecado, a misericórdia do Coração de Jesus que, embora ofendido e rasgado por nossos pecados, abre-se para receber-nos e guardar-nos em seu amor. Quem a tão grande amor não haveria de
Isto quer dizer e bem claro que o mistério da salvação do amor de Deus, não pode ficar escondido. Não é só para nós, para o conservar no recôndito de nossos corações. É uma mensagem que tem de ser anunciada ao mundo. Temos de proclamá-la, as insondáveis riquezas de Cristo que nos dá coragem de aproximarmo-nos de Deus com plena confiança. 
corresponder!  O apóstolo Paulo, afirmando para nós que “Deus, em Cristo, estava reconciliando o mundo consigo, não levando mais em conta as culpas dos homens”, conclui “e colocando em nossos lábios a mensagem da reconciliação” (Cf. 2 Cor.5,19) E, resumindo, no versículo anterior, afirma que Deus nos “reconciliou consigo, por meio de Cristo e nos confiou o ministério da reconciliação”.

domingo, 29 de maio de 2016

Grupo de Oração São Gabriel convida para o Seminário de Vida no Espírito

Foto: divulgação-Pastoral da Comunicação

Inicio:07 de Junho de 2016

O Espírito que ungiu os profetas no antigo testamento, os apóstolos, Paulo e os discípulos, agora se revela a todos dando dons, unção, poder e autoridade “Pois a promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor nosso Deus “(At 2,39). O mesmo Espírito Santo que tirou os apóstolos da condição de pessoas medrosas e tímidas, e os deu um novo impulso missionário, é o mesmo espírito que quer levantar a sua Igreja nos dias de hoje, pois “Os últimos tempos, que estamos vivendo, são os tempos da efusão do Espírito Santo” (CIC 2819), mas também é um tempo de combate em um mundo marcado pelo pecado, que muitas vezes levam os filhos de Deus a viverem na carne, “trava-se por conseguinte um combate decisivo entre a carne e o espírito” (CIC 2819). É preciso ter passado pela escola de Paulo para dizer: “Que o pecado deixe de reinar no vosso corpo mortal” (Rm 6, 12). É momento de uma nova Efusão do Espírito, é momento de combate determinante, é momento de decisão.

Papa Francisco fala ao Diáconos

A esplanada da Basílica de São Pedro pintou-se de branco na manhã deste domingo com as vestimentas dos diáconos e sobre as quais sobressaía o emblema deste Ano Jubilar da Misericórdia. Vieram numerosos, de várias partes do mundo, acompanhados por familiares, para os três dias de Jubileu a eles dedicados e que se concluíram com Missa presidida na Praça de São Pedro pelo Santo Padre.
Na sua homilia Francisco recordou-lhes o espírito de serviço que deve animar o seu ser diáconos, indicou os passos principais nesta caminhada, encorajou na oração e sugeriu alguns modelos a seguir: antes de mais Cristo que “se fez diácono de todos”, que se fez “nosso servo”. Assim também “são chamados a fazer os seus anunciadores”. Aliás, apóstolo e servidor são dois termos que não podem ser separados, disse o Papa, citando a carta de São Paulo aos Gálatas. “Quem anuncia Jesus é chamado a servir e quem serve anuncia Jesus”. Há, portanto, que imitar Cristo.
“Por outras palavras, se evangelizar é a missão confiada a cada cristão pelo Baptismo, servir é o estilo com o qual viver essa missão, o único modo de ser discípulos de Jesus. É seu testemunho quem faz como Ele: quem serve os irmãos e as irmãs, sem se cansar de Cristo humilde, sem se cansar da vida cristã que é vida de serviço”.
Por onde começar, então, para se tornar “servos bons e fiéis”? – perguntou-se o Papa, logo respondendo que, antes de mais, é preciso disponibilidade, quer dizer não permanecer agarrado ao próprio tempo, não ser escravo de uma agenda pré-definida, mas doar a vida, ser dócil de coração, estar sempre pronto para o irmão e aberto ao imprevisto, que nunca falta, e é muitas vezes a surpresa quotidiana de Deus. Saber abrir as portas mesmo a quem chega fora de horário, pois o servidor é aberto às surpresas quotidianas de Deus, disse o Papa sublinhando que se sente amargurado quando vê que uma paróquia está aberta da hora tal á hora tal e que para além desse horário não há padres, diácono, ou leigo para receber as pessoas… Isto faz doer o coração – disse, encorajando os diáconos a não ficar transgredirem os horários, mesmo quando isso interfere com o merecido repouso:
“Assim, caros diáconos, vivendo na disponibilidade, o vosso serviço será privo de interesses próprios e a evangelização será fecunda”.
O Papa recordou depois que o evangelho deste domingo fala de serviço indicando dois exemplos de humildade a seguir: o servo do centurião e o próprio centurião que disse não se sentiu digno que Jesus se deslocasse à sua casa. Palavras que tocaram Jesus, pela sua mansidão, discrição, pequenez, tal “como é o estilo de Deus” que “é manso e humilde de coração” – insistiu Bergoglio, dizendo que a mansidão é uma das virtudes do diácono, diácono que a seu ver não deve imitar o Padre, mas ser humilde, manso. E recordou que Deus que é amor, por amor chega mesmo a servir-nos:  é paciente conosco, benévolo, sempre pronto e bem disposto, sofre pelos nossos erros e procura a via para nos ajudar a melhorar.
“Estas são as características benignas e humildes do serviço cristão que é imitar Deus servindo os outros: acolhendo-os com amor paciente, compreendendo-os sem se cansar, fazendo-lhes sentir-se acolhidos, em casa, na comunidade eclesial, onde não é grande quem manda, mas quem serve. E nunca repreender, nunca! Assim, caros diáconos, na benignidade, amadurecerá a vossa vocação de ministros da caridade”.  
Para além do apóstolo Paulo e do centurião, o Papa falou ainda dum terceiro servo que as leituras de hoje nos apresentam: aquele que é curado por Jesus. Mais que a doença física, Francisco orientou a reflexão para a saúde do coração, necessária para “ser hábeis servidores” – disse . “Um coração sanado por Deus, que se sinta perdoado e não seja fechado, nem duro”.
E Francisco recomendou e encorajou aos diáconos a pedirem isso a Jesus todos os dias na oração, uma oração, confiante, na qual apresentar as fadigas, os imprevistos, os cansaços  e as esperanças: “uma oração verdadeira, que leve a vida ao Senhor e o Senhor à vida”, frisou, rematando: “Assim, disponíveis na vida, benignos no coração e em constante diálogo com Jesus, não tereis medo de ser servidores de Cristo, de encontrar e acariciar a carne do Senhor nos pobres de hoje”.