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Compromisso de todo Cristão

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Somos todos operários da messe!

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sábado, 13 de agosto de 2016

Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente

Diáconos comemoram o seu dia

Neste dia 10 de agosto, dia em que a Igreja celebra a memória de São Lourenço, diácono e mártir, a Catedral Nossa Senhora do Desterro, que vive a Novena preparatória da Festa da Padroeira de Jundiaí e da Diocese, acolheu centenas de fiéis em uma linda celebração Eucarística presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa.
 Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, que presidiu a celebração solene, assinou no final da missa os decretos para o Diaconado Permanente na Diocese de Jundiaí:
1) o que oficializa o novo Estatuto Diocesano para o Diaconado Permanente;
2) o que cria o Fundo Diocesano Diaconal (FAD), para auxiliar diáconos, esposas, viúvas e famílias em necessidade.
Para a elaboração do Estatuto Diocesano colaborou o diácono e jornalista Pedro Fávaro Júnior, da Diocese. Tanto o Estatuto como o FAD foram analisados pelos diáconos, que puderam dar sua contribuição, bem como pelo Conselho de Presbíteros.
Os documentos foram entregues por Dom Vicente ao diácono Vitório Ângelo Durigati (Difu), presidente da Comissão Diocesana dos Diáconos, e ao padre Agnaldo Tavares Ribeiro, padre referencial para o Diaconado Permanente.
Carca de 60 diáconos, alguns acompanhados de suas esposas e demais familiares, festejaram o seu dia.
Após a celebração, todos puderam se confraternizar no Salão Paroquial da Catedral.
 Colaboração: Diácono José Carlos Pascoal

Panamá será sede da próxima JMJ em 2019

Ao término da solene concelebração Eucarística de encerramento da JMJ, em Cracóvia, o Papa Francisco passou à oração mariana do Angelus no “Campus Misericordiae”, anunciando oficialmente que a próxima JMJ será no Panamá.
“A Providência divina sempre nos precede. Ela já decidiu onde será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada, em 1985, por São João Paulo II! Por isso, é com alegria que lhes anuncio que a próxima JMJ, depois das duas a nível diocesano, se realizará no Panamá, em 2019”.

Depois, o Papa disse: “No final desta Celebração, quero unir-me a todos vocês, em ação de graças a Deus, Pai de Misericórdia infinita, porque nos permitiu viver esta JMJ. Agradeço pelo trabalho e a oração para preparar este evento e a todos os que contribuíram para seu bom êxito”.

Dia dos Pais: "Pai de verdade"

Olhando mais uma vez para a figura do pai, hoje pedimos a Jesus que conduza os pais a essa transformação tão necessária: que “o homem psíquico” que habita em cada um deles diminua, para que cresça “o homem espiritual” (1Cor 2,15); que eles desejem ser habitados pelo Espírito Santo e se deixem curar e salvar pela “verdade que liberta” (Jo 8,32); que o pai tenha a coragem de ser uma presença que “divide”, que “separa”. Em que sentido? Segundo uma reportagem de Folha de São Paulo* (27/06/2016), 2 em cada 3 menores infratores não têm pai dentro de casa. O pai pode, com a sua efetiva presença paterna, “separar” o filho do mundo do crime. Além disso, a presença afetiva e firme do pai tem a função de “dividir” o filho homem em relação à mãe e “separá-lo” dela, a fim de que ele desenvolva de maneira saudável a sua identidade masculina.  

Três palavras finais para as famílias, especialmente para o pai; a primeira, da Sagrada Escritura; as duas últimas, do Papa Francisco: 1) “Empenhemo-nos com perseverança no combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Jesus... Em vista da alegria que lhe foi proposta, suportou a cruz, não se importando com a infâmia...” (Hb 12,1.2). 2) “Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, esteja próximo da esposa, para compartilhar tudo, alegrias e dores, dificuldades e esperanças. E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando se sentem angustiados, quando se exprimem e quando permanecem calados, quando ousam e quando têm medo, quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar o caminho; pai presente, sempre” (A Alegria do amor, 177). 3) “Querer formar uma família é ter a coragem de fazer parte do sonho de Deus, a coragem de sonhar com Ele, a coragem de construir com Ele, a coragem de unir-se a Ele nesta história de construir um mundo onde ninguém se sinta só” (A Alegria do amor, 322).

sábado, 6 de agosto de 2016

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR:"É bom nós estarmos aqui"

Jesus manifestou a seus discípulos este mistério no monte Tabor. Havia andado com eles, falando-lhes a respeito de seu reino e da segunda vinda na glória. Mas talvez não estivessem muito seguros daquilo que lhes anunciara sobre o reino. Para que tivessem firme convicção no íntimo do coração e, mediante as realidades presentes, cressem nas futuras, deu-lhes ver maravilhosamente a divina manifestação do monte Tabor, imagem prefigurada do reino dos céus. Foi como se dissesse: Para que a demora não faça nascer em vós a incredulidade, logo, agora mesmo, eu vos digo, alguns dos que aqui estão não provarão a morte antes de verem o Filho do homem vindo na glória de seu Pai (cf. Mt 16,28). Mostrando o Evangelista ser um só o poder de Cristo com sua vontade, acrescentou: E seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João e levou-os a um monte alto e afastado. E transfigurou-se diante deles; seu rosto brilhou como o sol, as vestes se fizeram alvas como a neve. E eis que apareceram Moisés e Elias a falar com ele (cf. Mt 17,1-3). 
São estas as maravilhas da presente solenidade, é este o mistério de salvação para nós que agora se cumpriu no monte: ao mesmo tempo, congregam-nos agora a morte e a festa de Cristo. Para penetrarmos junto àqueles escolhidos dentre os discípulos, inspirados por Deus, na profundeza destes inefáveis e sagrados mistérios, escutemos a voz divina que do alto, do cume da montanha, nos chama instantemente.  
Para lá, cumpre nos apresarmos, ouso dizer, como Jesus, que agora nos céus é nosso chefe e precursor, com quem refulgiremos aos olhos espirituais – renovadas de certo modo as feições de nossa alma – conformados à sua imagem; e à semelhança dele, incessantemente transfigurados, feitos consortes da natureza divina e prontos para as alturas.  
Para lá corramos cheios de ardor e de alegria; entremos na nuvem misteriosa, semelhantes a Moisés e Elias ou Tiago e João. Sê tu também como Pedro, arrebatado pela divina visão e aparição, transfigurado por esta linda Transfiguração, erguido do mundo, separado da terra. Deixa a carne,abandona a criatura e converte-te para o Criador a quem Pedro, fora de si, diz: Senhor, é bom para nós estarmos aqui (Mt 17,4). 

Do Sermão no dia da Transfiguração do Senhor, de Anastásio Sinaíta, bispo

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dia do Padre-04 de Agosto

Ao celebrar a vocação sacerdotal neste final de semana, nós, padres / bispos / pastores, ou seja, ministros de Deus, podemos fazer uma autocrítica a partir das leituras bíblicas que ouvimos. Como ministro de Deus, eu sou um homem de esperança? Eu comungo dos perigos/sofrimentos do meu povo, ou somente dos seus bens, das suas conquistas e das suas alegrias? Uma recente pesquisa revelou que a maior causa de desistência do ministério sacerdotal por parte de alguns padres é a falta de fé. Eu sou um homem de fé? Cuido da minha fé tanto quanto cuido da minha saúde e do meu bem estar? Sustentado pela fé, Abraão aceitou residir “como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas” (Hb 11,9). Minha casa é uma ‘tenda’, uma morada simples e provisória, ou, por me achar rei, fiz ou pretendo fazer dela meu palácio particular? “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12,34). Aquilo que dá sentido à minha vida e me realiza verdadeiramente como pessoa é servir a Deus atendendo pessoas, visitando doentes, ministrando sacramentos ou desfrutando dos benefícios que a ‘vida de padre’ me oferece? Jesus deixou claro que o administrador fiel e prudente é aquele que dá “comida a todos na hora certa” (Lc 12,42). Eu estou servindo o povo que me foi confiado ou estou servindo-me dele para sustentar um estilo de vida do tipo “bon vivant” (expressão francesa que significa “boa vida” ou que qualifica determinado indivíduo como “amante dos prazeres da vida”)? “A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” (Lc 12,48). Aquilo que se exige de mim, como de qualquer ministro de Deus, é a decência, decência não só quanto ao comportamento moral, mas também na maneira como eu administro o dízimo e as ofertas da ‘minha’ igreja... Rezemos uns pelos outros. Nós, ministros de Deus, estamos precisando mais do que nunca de conversão.
Padre Paulo Mazzi-(Diocese de Jabotical-SP)