Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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sábado, 9 de dezembro de 2017

Solenidade da Imaculada Conceição marca abertura do Jubileu de 50 anos da PARÓQUIA SÃO JOSÉ OPERÁRIO

Paróquia São José Operário celebrou ontem, dia 08 de dezembro a Solenidade da Imaculada Conceição de marcou o inicio das comemorações do Grande Jubileu. O dogma da Imaculada conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão, que em especial realça a história da Paróquia São José Operário que se prepara para vivenciar o Jubileu dos 50 anos. Historicamente, a paróquia iniciou suas atividades sob o patrocínio da Imaculada Conceição.
 Neste dia, nós o consideramos no seu singular privilégio concedido à Maria, que foi dele preservada desde o primeiro instante de sua concepção, de sua existência humana.
O valor doutrinal desta festividade é manifesto na prece da celebração litúrgica, que sublinha o privilégio concedido à futura Mãe de Deus: Ó Deus, que pela Imaculada Conceição da Virgem preparaste ao teu Filho uma morada digna dele…”, e a própria natureza deste privilégio, enquanto não subtrai Maria à Redenção universal efetuada por Cristo: ” Tu que a preservaste de toda a mancha na previsão da morte de teu Filho..”.

Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus.

domingo, 26 de novembro de 2017

Solenidade de Cristo Rei: Ensinamento a ser acolhido por todo cristão


“...todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes” 
Rei, título inapropriado para Aquele que tocou leprosos, que preferiu a companhia dos excluídos e não dos poderosos do povo, que lavou os pés dos seus discípulos, que não tinha riqueza nem poder...
O senhorio de Jesus foi o do amor incondicional, do compromisso com os mais pobres e sofredores, da liberdade e da justiça, da solidariedade e da misericórdia...
Com sua palavra e sua vida Ele afirmou que “não veio para ser servido, mas para servir”. Por isso, assumiu uma posição crítica frente a todo poder desumanizador.
A festa de “Cristo Rei”, que encerra o Ano Litúrgico, pode ser ocasião propícia para “transgredir” nossa concepção de “rei” e “reinado”, e evitar um triunfalismo religioso, pura imitação dos reis deste mundo que vivem às custas da exploração dos seus súditos.
Jesus nunca se proclamou rei; o que Ele fez foi colocar-se a serviço total do Reino, de forma que este foi o centro mesmo de sua pregação e de sua vida, a Causa pela qual estava apaixonado e pela qual deu sua vida. Importa, pois, honrar a verdadeira identidade de Jesus: Ele não foi rei, nem quis ser nunca, por mais que alguns cristãos creêm que chamando-o assim prestam-lhe as devidas honras. A melhor honra que devemos prestar a Jesus é prolongar seu modo de ser e de viver. É preciso voltar a Jesus e sua Causa.
Se Jesus não foi rei historicamente, nem se chamou rei, nem deixou que lhe chamasse assim, recusou e se retirou quando queriam fazê-lo rei, tem sentido que nós o aclamemos com esse título? Por quê?
Jesus é Rei porque deixa transparecer sua “realeza”: o que é mais real, mais humano e divino, a sua verdade, seu ser verdadeiro... no mais profundo de si mesmo. Realeza que se visibilizava no encontro com o outro. A partir de seu ser verdadeiro, Jesus destravava e ativava a realeza escondida em cada
um.
Só nos fazemos conscientes de nossa realeza quando compreendemos nossa verdade mais profunda. Até que isso não ocorra, viveremos como mendigos, tratando de apropriar-nos e de identificar-nos com tudo aquilo que possa conferir uma certa sensação de identidade e de segurança. No entanto, ao compreender o que somos, tudo se ilumina: o suposto “mendigo” se descobre “rei”.      

A salvação da humanidade está, pois, em ajudar aos excluídos do mundo a viver uma vida mais humana e digna. A perdição, pelo contrário, está na indiferença diante do sofrimento. Este é o grito de Jesus a toda a humanidade.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Campanha para Evangelização 2017 terá sintonia com o Ano do Laicato

A Igreja no Brasil já iniciou os preparativos da Campanha para a Evangelização 2017. Com o tema “Cristãos leigos e leigas comprometidos com a Evangelização”, e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14), a iniciativa visa avivar os leigos para o compromisso evangelizador.
A Campanha, que acontecerá entre os dias 26 de novembro – Dia de Cristo Rei — e 17 de dezembro — 3º Domingo do Advento —, estará em sintonia com o Ano Nacional do Laicato, o que reforçará a necessidade da igreja de despertar novos discípulos missionários para a evangelização e para a responsabilidade da sustentação das atividades pastorais no Brasil.
Outro objetivo da Campanha é favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar os católicos do Brasil para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas.
Coleta
O gesto concreto da Campanha para a Evangelização é a Coleta do 3º Domingo do Advento. De acordo com a Comissão Episcopal responsável pela campanha, pretende-se, com os recursos arrecadados neste ano de 2017, apoiar as inúmeras iniciativas da Igreja no Brasil promovidas pelos cristãos leigos e leigas no serviço da evangelização.
A colaboração na Coleta será partilhada, solidariamente, entre as dioceses, que receberão 45% dos recursos; os 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que terão 20%; e a CNBB Nacional, que contará com 35% das contribuições.
Oração da Campanha para a Evangelização 2017

“Deus, nosso Pai, que chamastes todos os povos da Terra para a Igreja do vosso Filho, nós vos pedimos que susciteis em nós o compromisso com a Evangelização, para que todos conheçam a vida que de vós provém.
Jesus, Filho amado do Pai, nós vos pedimos por todos os cristãos leigos e leigas, a fim de que sejam sal e luz nesse mundo, transformando-o por meio do Evangelho numa realidade mais justa e fraterna.
Espírito Santo, vínculo da caridade, despertai em nossas comunidades e em toda a Igreja no Brasil o senso da partilha e que, por meio da Coleta para a Evangelização e do testemunho de comunhão, todas as comunidades recebam a força do Evangelho.
Maria, Estrela da Evangelização, mãe e seguidora de Jesus, intercedei por nós.
Amém!”
fonte: CNBB


Dizimo: Famílias dão testemunho sobre a importância do Dízimo

Dízimo: Campanha Diocesana de Conscientização 2017
Tema: “Dízimo: nossa missão!”
Lema: “Dar consciência sobre o dízimo a quem não a tem”.

A Pastoral do Dízimo da nossa Igreja Particular lançou, neste mês de novembro, a quarta edição da Campanha Diocesana de Conscientização sobre o dízimo, com o tema: “Dízimo: nossa missão”, e o lema: “Dar a consciência sobre o dízimo a quem não a tem”. 
Bem sabemos que a missão de evangelizar perpassa necessariamente pela realidade financeira. O dinheiro, quando bem utilizado, torna-se um instrumento eficaz da evangelização. Ter uma consciência formada, e ao mesmo tempo equilibrada no que diz respeito à importância do dízimo, permite que cada cristão seja capaz de assumir a sua comunidade paroquial como a sua própria família, que necessita de cuidados.

Eis aí a finalidade do dízimo para todos os que abraçam a comunidade como a sua própria família. O Senhor Jesus nos diz: “De graça recebestes, de graça deveis dar!” (Mt 10,8). Tudo o que temos e somos é dom de Deus. 

Ano litúrgico chega em sua reta final: "Um olhar sobre a Liturgia"

"Um olhar sobre a Liturgia"

Assim como sugere o tema do Tríduo de Cristo Rei deste ano “Ele tem feito bem todas as coisas" (Mc 7,37) volta a atenção sobre a maneira de como estamos exercendo nossa atividades pastorais. Aqui em especial, voltemos nosso olhar sobre a dimensão litúrgica a começar pelo zelo com a veste litúrgica. Sempre ouvimos dizer que a celebração começa na preparação. Atualmente vimos alguns casos, em que chegamos ao absurdo de ter as atividades distribuídas por meio de grupos de WhatsApp.
As equipes de liturgia são, em primeira mão, as responsáveis pela pastoral litúrgica. Essa ação eclesial tem por objetivo imediato a participação ativa, consciente e frutuosa dos fiéis na celebração e por finalidade, a edificação do corpo de Cristo mediante a santificação das pessoas e o culto a Deus. Na edificação do corpo de Cristo, a pastoral litúrgica colabora com a edificação de toda a humanidade e da criação inteira, conforme afirma Medellín: “A celebração litúrgica coroa e comporta um compromisso com a realidade humana… e com a promoção” (9,4). Isso significa que também os membros da pastoral litúrgica devem visar à transformação do mundo em Reino de Deus.
A equipe de liturgia é, então, o coração e o cérebro da pastoral litúrgica da vida da Igreja (regional, diocesana, paroquial e comunitária).
Em nível comunitário com uma atuação bem localizada, a equipe de liturgia da comunidade: promove e cria celebrações inculturadas e bem preparadas; acompanha as equipes de celebração e toda a vida litúrgica da comunidade; atua em sintonia com a equipe paroquial; providencia para que a liturgia seja dignamente celebrada.

Bem constituídas, as equipes de liturgia vão exercer seu serviço com atenção às celebrações, à formação e à organização, lembrando que canto-música e arte-espaço celebrativo são partes fundamentais da liturgia.

domingo, 19 de novembro de 2017

Bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus preside Eucaristia em Nossa Paróquia.


Em missa celebrada neste sábado (18) juntamente com as comunidades do Caminho Neo Catecumenal  teve a presidência de Dom Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos da Arquidiocese de Manaus. Ele pertence à Congregação Salesianos de Dom Bosco (SDB).
Dom Edmilson esteve presente em Jundiaí a convite de amigos para conferir o Sacramento do Matrimonio de Pamela Arribard e Warlem Cavalcante.
Momento sempre muito importante a troca de experiência levando em consideração a característica da maior freqüência do Bispo entre as comunidades do Caminho em Manaus destacado pelo Bispo.

Em sua mensagem Dom Edmilson enfatizou a intenção de Jesus  na Parábola dos talentos de nos tornar conscientes de que toda pessoa nasceu potencialmente capaz de realizar-se, capaz de fazer o bem a si mesma, aos outros, à humanidade. “Cada um de nós precisa tornar-se consciente dos talentos que carrega consigo, talentos que nos foram dados por Deus ao nos criar. Nós não podemos passar pela vida ignorando quem somos, ignorando a nossa capacidade de força, de superação, de realização”, completou. A Paróquia São José Operário agradece pelo gesto de simplicidade e disponibilidade da presença de Dom Edmilson entre nós.
                    por Marcio Neves-(Pastoral da Comunicação)

sábado, 18 de novembro de 2017

Candidatos que vão para a missão na Amazônia e além-fronteiras se reúnem no Regional Sul 1

Foram enviados os primeiros missionários para a Missão Pemba, na África. Na região amazônica darão continuidade ao trabalho, abrindo novas frentes de missão e sucedendo os que retornam.
«Todos são chamados a contribuir, cada um segundo as suas possibilidades e seus dons, para que o Evangelho seja anunciado por toda a parte e a formação missionária ocupe lugar na vida cristã». (Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil,102, RM 83), Com este objetivo, a sede do Regional Sul 1 da CNBB, em São Paulo, acolheu na manhã desta segunda-feira, 06 de novembro, os interessados no Projeto de Ação Missionária e Cooperação Intereclesial que vão colaborar na missão evangelizadora na Amazônia e na África.
A reunião foi conduzida pelo Conselho Missionário Regional (COMIRE), em São Paulo (SP), que contou com a presença de dom José Luiz Bertanha, bispo da Diocese de Registro e referencial da Ação Missionária do Regional Sul 1 da CNBB; da equipe do Comire
padre Everton Aparecido, Maria de Fátima da Silva, entre outros; pelo Regional Sul 1, o diácono Domingues ligado à área administrativa do Regional Sul 1 da CNBB.
Dentre os temas abordados foi dado destaque ao planejamento do Projeto para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, preparo e envio de missionários para a Amazônia e além-fronteiras, divulgação de folder, vídeos, além de reflexão e partilhas sobre o trabalho que vem sendo realizado pelo Regional e equipe missionária e encaminhamentos.
Pe. Everton Aparecido, que acompanha os Projetos, ajudou com a reflexão destacando que esta ação missionária tem como objetivo sensibilizar, despertar a consciência missionária na Igreja do estado de São Paulo e mobilizar as diversas dioceses de todo o Estado e membros das Pastorais, Movimentos e Organismos presentes no Regional. “A presença missionária na Amazônia e na África, não é apenas de uma pessoa, de uma diocese ou de uma congregação religiosa, mas de toda a Igreja do Estado de São Paulo”.
Nesse sentido, o diácono Domingues, orientou os missionários, dando as devidas informações práticas e conhecendo melhor o local onde eles atuarão. Os candidatos presentes ao encontro ainda preencheram uma ficha cadastral.
O grupo de missionários, entre padres, diáconos, religiosos/as, leigas e leigos, serão enviados no início  do próximo ano para a Diocese de Pemba, em Moçambique, na África, nas cidades de Nangade, Metoro e Chiure, e Amazônia brasileira.  Na região amazônica darão continuidade ao trabalho, abrindo novas frentes de missão e sucedendo os que retornam.
O padre Adriano Ferreira Rodrigues, da diocese de Jundiaí, interior de São Paulo, que irá em missão para a África, em Metoro, conversou também conosco. Ele falou da alegria de receber esta nova missão.

“Estou bastante feliz e ansioso, sabendo que há um povo tão necessitado da Palavra de Deus e da vida do Evangelho. Já tive uma experiência na Amazônia e fiquei por cinco anos naquela região e agora enfrento mais este novo desafio, que não é um peso, mas realmente um convite de Deus, para experimentar a graça Dele, de uma maneira nova. Bastante feliz e contando com a oração de toda a Igreja para que isso possa ser feito segundo a vontade do Senhor e a luz do Espírito Santo”.
fonte:http://www.cnbbsul1.org.br

Jornada Mundial dos Pobres

A Igreja realiza, de 12 a 19 de novembro, a primeira Jornada Mundial dos Pobres, com o tema: “Não amemos com palavras, mas com obras”. Os pobres são os protagonistas da história da salvação. Negar sua eminente dignidade na Igreja seria uma heresia. João Paulo II alertou: na fidelidade aos pobres a Igreja põe em cheque sua fidelidade a Cristo (Laborem exercens, n.8).
A missão principal da Igreja é a evangelização dos pobres. No entanto, em muitas situações, a evangelização tem sido praticada a partir da opção pelos ricos e seus interesses. Sua mensagem e estrutura têm sido configuradas a partir dos poderosos. A suntuosidade clerical imita o luxo da realeza medieval. Neste modelo, os ricos têm toda a preeminência. Igreja de ricos que pratica caridade assistencial aos pobres. Defensores da vida, ocupados em condenar o aborto, mas totalmente alheios às milhares de vidas humanas abortadas pelo flagelo da fome, da miséria, da violência, da opressão, do desemprego, do tráfico de pessoas, da escravidão. “A pobreza é fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada”!
Como é possível que uma fé que, desde o Antigo Testamento trazia uma carga profética a favor dos oprimidos e que em Jesus de Nazaré se converteu em manifestação explícita em favor dos pobres, possa ser reduzida a sustento ideológico dos ricos? Como uma mensagem subversiva foi transformada em respaldo divino da ordem estabelecida?

Em preparação ao Dia Mundial dos Pobres (19), o Papa Francisco, em Mensagem publicada para a ocasião, exorta: “Quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo no amor os pobres. Enquanto sobressai cada vez mais a riqueza descarada que se acumula nas mãos de poucos privilegiados, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a exploração ofensiva da dignidade humana, causa escândalo a extensão da pobreza a grandes setores da sociedade no mundo inteiro. Perante este cenário, não se pode permanecer inerte e, menos ainda, resignado”.

A imensa maioria da humanidade vive não só na pobreza, mas, também, na mais absoluta miséria. Essa situação, em grande parte, é provocada por um sistema julgado como pecado, porque nenhum outro mal é mais nocivo aos seres humanos. É a negação maior da vontade de Deus. “Eu, o Senhor, que sou o primeiro, estou com os últimos” (Is 41,4). Falsificar essa imagem de Deus é a pior das heresias.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Tríduo Cristo Rei

De cunho provocante e desafiador, o tema escolhido para finalizar o ano litúrgico, quer fazer levar a todos os que assim desejarem fazer esta experiência durante a preparação para a Solenidade de Cristo Rei na Comunidade do residencial dos Metalúrgicos. Quer levar a refletir de que maneira, pessoal e comunitária nossas atividades de um modo geral.
Que necessidade temos de aprender essa qualidade de Jesus! Quantas vezes deixamos as coisas por fazer, ou fazemos as coisas ‘de qualquer jeito’. Neste mundo escravo do tempo e intoxicado por múltiplas tarefas, descobrimos homens e mulheres apressados, estressados e doentes porque não conseguem cumprir uma agenda, atender todas as solicitações e corresponder a todas as expectativas. Talvez o grande problema seja nossa extrema capacidade de complicar as coisas que são tão simples. Conseguimos tempo para tudo o que é secundário e deixamos de lado o que é essencial. A escala de valores foi perdendo sua textura natural e acabamos por colocar em primeiro lugar itens que não garantem um ‘final feliz’. A vida se torna pesada demais quando colocamos mais peso no telhado e nos esquecemos de fortalecer o alicerce da própria casa. 
A estrutura humana ideal é aquela que se assemelha à do Cristo Rei. Vivia com simplicidade. Valorizava os relacionamentos e dava chance até mesmo àqueles que potencialmente poderiam feri-lo (Judas). Não se deixou prender pela mágoa, perdoava sempre (“Perdoai-os, eles não sabem o que fazem” – Lc 23,34). Não era preso à própria opinião, sabia submeter-se (“Que se faça a tua vontade, o Pai; e não a minha!” Lc 22,41 ). Era íntegro o bastante para não se afligir com a opinião alheia, acolhia pecadores e excluídos. A todos tinha uma palavra pacífica e orientadora (“Bem-aventurados os mansos!” Mt 5,5 ). Amadureceu sem desviar o motivo da própria existência. Aliás, tinha um sentido claro da própria vida (“Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância!” Jo 10,10).
Quer fazer bem todas as tuas coisas? Imite o Cristo Rei do Universo, pois “Ele tem feito bem todas as coisas”(Mc 7,37).
Endereço:
Condomínio Residencial dos Metalúrgicos
Av. Antonio Pincinato,3398
Salão Comunitário.



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Aparecida 300 anos: Encenação relembra encontro da imagem no rio Paraíba

Jovens de nossa paróquia durante Solenidade de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL relembraram os fiéis presentes na celebração, segunda quinzena de outubro de 1717, três pescadores, Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João Alves, ao lançarem sua rede para pescar nas águas do Rio Paraíba, colheram a Imagem de Nossa Senhora da Conceição, no lugar denominado Porto do Itaguassu.Filipe Pedroso levou-a para sua casa conservando-a consigo até 1732, quando a entregou a seu filho Atanásio Pedroso. Este construiu um pequeno oratório onde colocou a Imagem da Virgem que ali permaneceu até 1743. Todos os sábados, a vizinhança reunia-se no pequeno oratório para rezar o terço. Devido à ocorrência de milagres, a devoção a Nossa Senhora começou a se divulgar, com o nome dado pelo povo de Nossa Senhora Aparecida. A 26 de julho de 1745 foi inaugurada a primeira Capela. Como esta, com o passar dos anos, não comportasse mais o número de devotos, iniciou-se em 1842 a construção de um novo templo inaugurado a 8 de dezembro de 1888. Em 1893, o Bispo diocesano de São Paulo, Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, elevou-o à dignidade de “Episcopal Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida”. A 8 de setembro de 1904, por ordem do Papa Pio X, a Imagem milagrosa foi solenemente coroada, e a 29 de abril de 1908 foi concedido ao Santuário o título de Basílica menor. O Papa Pio XI declarou e proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil a 16 de julho de 1930, “para promover o bem espiritual dos fiéis e aumentar cada vez mais a devoção à Imaculada Mãe de Deus”. A 5 de março de 1967 o Papa Paulo VI ofereceu a “Rosa de Ouro” à Basílica de Aparecida. Em 1952 iniciou-se a construção da nova Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, solenemente dedicada pelo Papa João Paulo II a 4 de julho de 1980.

sábado, 30 de setembro de 2017

Reflexão marca o dia de São Vicente de Paulo

Neste dia 27 de setembro sempre é marcado como um dia de muita reflexão baseado numa reflexão objetiva de São Vicente que diz: “Deve-se preferir o serviço dos pobres acima de tudo”.
Há 181 anos, Ozanam e amigos fundavam a Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP), isso só foi possível graças a um gesto de solidariedade praticado por Antônio Frederico Ozanam e seus amigos há 181 anos. Em 23 de abril de 1833, os jovens levaram à casa de um homem pobre um pouco de lenha para que acendesse o fogo e preparasse uma sopa de batatas. Esta foi a primeira visita praticada.
Naquela época, os amigos se uniram para a fundação das Conferências de Caridade, denominadas atualmente de Conferências Vicentinas, ao serem questionados por vários outros jovens sobre a efetividade da fé católica. A ação de caridade inspirou e continua a inspirar homens, mulheres, jovens e crianças em todo o mundo.
Os vicentinos fazem da SSVP, uma das instituições mais respeitadas. O Papa Gregório XVI aprovou o Estatuto da Sociedade de São Vicente de Paulo com dois breves: o de 10/01/1845 e o de 12/08/1845. E concedeu, ainda, as devidas indulgências próprias com “uma associação de natureza eclesial, mas com caráter leigo, a serviço da Igreja e da Sociedade” (Vicentiens aujourd´hi ― Animation Vicentienne, n. 79/80, p. 48; e Roezniki Wincentynskie, n. 1/2003, p. 118).O atual Papa Francisco também foi um entusiasta desse movimento quando trabalhou ao lado de confrades e consocias nas periferias argentinas.

Ao criar a primeira conferência, na França, Ozanam mostrou a importância da caridade na vida das pessoas que vivem à margem da sociedade. Prova disso é que os vicentinos estão atualmente em 148 países, com mais ou menos 750.000 membros, fazendo visitas semanais às famílias pobres e oferecendo ajuda tanto material como espiritual, que é o efetivo objetivo da SSVP, ou seja, evangelizar. O Brasil é hoje o país que tem mais vicentinos no mundo: somos 250.000 homens, mulheres, jovens e crianças. Temos também abrigos e asilos para idosas e idosos em todo o Brasil. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Comunidade Cristo Rei define tema a ser trabalhado no final do Ano Litúrgico

Por coincidir com o final do Ano Litúrgico, a Comunidade Cristo Rei do Condomínio dos Metalúrgicos pertencente à Paróquia São José Operário tem por particularidade trabalhar um tema que por inspiração retrata qual a necessidade percebida no transcorrer do Ano Litúrgico. Tal prática tem se tornado tradição e este ano quer envolver mais pessoas da paróquia e oxalá estender a nível regional pastoral. Trata-se de um sonho antigo da equipe de coordenação que busca maior integração entre paroquianos, por se tratar da conclusão de toda a jornada anual litúrgica, coroando nossa caminhada no discipulado. A proposta deste ano foi tirado do Evangelho de São Marcos,7,37(“Ele tem feito bem todas as coisas”). Quer fazer a todos refletir sobre a maneira de como estamos desenvolvendo nossas atividades pastorais e também em todos os seguimentos de nossa vida. Chama atenção também para a situação de muitas pessoas que vivem acumulando funções na Igreja e acabam por não desempenharem bem sua função. Nesta solenidade de Cristo Rei que encerra o ano litúrgico, como uma coroa de toda uma vivência cristã, alicerçada na fé, proclamemos em nossos corações a realeza de Cristo e renovemos nossa consagração batismal de levar o Seu nome a todas as gentes, a todas as atividades humanas, levando sempre que a exemplo de Jesus que o bem deve ser bem feito.

sábado, 16 de setembro de 2017

Formação para agentes pastoral começou neste sábado,16/09

Seminarista Felipe ministrou o encontro

Reforçamos o convite todos os agentes de pastorais e o povo em geral para formações que começou neste sábado a partir das 14:00hs, com início no dia 16/09.Serão 9 encontros , sobre o que a igreja ensina no campo espiritual, bíblico e artístico. Esses encontros serão ministrados na matriz São Jose Operário. Nosso seminarista Felipe esteve a frente coordenando o encontro.
O Primeiro encontro abordou o tema: Ser família, ser paróquia, ser Igreja. Os participantes tiveram a oportunidade de expressarem de maneira simples um pouco de si mesmas.
O plano de Interação Família, paróquia e Igreja destinam-se a promover a integração, troca de experiências, bem como atualização e discussões sobre a importância e aproveitamento da família na Igreja e na sociedade.

Neste sentido, a relação Igreja e Família são imprescindíveis à melhoria dos índices da qualidade da Evangelização. A família como espaço de construção da pessoa humana, da identidade da fé cristã, inserida na Igreja para juntas promoverem o
desenvolvimento pleno da ação evangelizadora da criança, do adolescente, de adultos e idosos. É através dessa participação que se desenvolve a consciência social ética e cristã. Tem sentido a preparação de cristãos para juntos, Família e Igreja – fazer  deste espaço um campo missionário de evangelização formando assim cidadãos comprometidos com a transformação da sociedade mais humana e fraterna vivendo em comunhão. Venha e participe você também. Convide seus amigos!

Grupo de Oração São Gabriel presente no XXV Congresso Renovação Carismática de São Paulo

Estão reunidos no Centro de Eventos "Pe. Victor Coelho de Almeida", em Aparecida (SP), entre os dias 15 e 17 de setembro os carismáticos para celebrar seu XXV Congresso Estadual da Renovação Carismática de São Paulo. Membros da Paróquia São José Operário estão representando o Grupo de Oração São Gabriel.  O evento acontece tradicionalmente a cada dois anos. Esse evento é sempre uma oportunidade maravilhosa de reunir toda Renovação Carismática Católica de nosso Estado, com nosso coração repleto de gratidão em ver os detalhes tão fortes de Pentecostes acontecendo pelas terras paulistas! E darmos graças pelo carinho de Deus que providenciou que o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida esteja em nosso Estado! Ali é o lugar e a ocasião favoráveis para
recorrermos ao amparo de nossa Mãe e celebrarmos junto dela a Festa de unidade dos carismáticos, além dos 300 anos de sua aparição nas águas do Rio Paraíba. Este ano, com o tema "O Espírito Santo descerá sobre ti (Lc 1, 35), o encontro aprofunda-se na espiritualidade de Maria e do batismo no Espírito Santo – ponto central da vida carismática.

Neste Ano Mariano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida e os 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima, os carismáticos do Estado de São Paulo terão a graça de comemorar os 50 anos do surgimento da Renovação Carismática Católica no mundo. E o lugar escolhido é muito especial: a casa da Mãe Aparecida! Resta-nos pedir a Deus que toda esta ação resulte no fortalecimento da Igreja através de nossos grupos de Oração munidos de uma espiritualidade maior e cativante.

Comunidade celebra Festa da Exaltação da Santa Cruz

Celebrado em nossa paróquia nesta semana que passou a Festa da Exaltação da Santa Cruz. Uma celebração que traz em si um significado profundo e uma mensagem de um amor maior.

O mistério da Cruz de Cristo é enorme e ensina-nos que a salvação é definitiva, que temos que nos afastar do relativo e abraçar o absoluto. Também nos ensina que temos que nos convencer sempre mais de que o sonho de Deus, que é paz, justiça, concórdia e solidariedade, é tarefa de todos. Que a vida cristã consiste em viver bem neste mundo, na lógica do projeto de Deus, que quer dizer que devemos andar na direção do Reino, inaugurado por Jesus de Nazaré, em sua entrega e exaltação. Que Deus nos dê a graça de mais e melhor compreendermos o Seu insondável mistério, do qual somos
chamados a participar, colocando-nos de um modo solidário diante de tão grande favor, associados, evidentemente, a Maria, mãe solícita, disponível e servidora. Que o Cristo exaltado da Cruz seja memória clara, e que não paire dúvida sobre a redenção do gênero humano, sensibilizando-nos a proclamar bem alto e até mesmo gritar o Evangelho de Jesus com a própria vida, na assertiva do bem-aventurado Charles de Foucauld: “Tão logo que acreditei existir um Deus, compreendi que só podia fazer uma única coisa: viver só para Ele”. Que a Cruz de Cristo seja contemplada como sinal do amor maior, imprimindo na mente e no coração das pessoas o olhar solidário de Jesus, tendo presentes os pontos da mãe Terra, onde residem criaturas humanas em situação infra-humana ou em estado de rejeição ou abandono. Amém!
Nosso abraço fraterno aos coordenadores, extensivo a toda a comunidade Santa Cruz.

domingo, 10 de setembro de 2017

Região Pastoral 5 - (Composição)

Região Pastoral 5

Coordenador Regional da Pastoral Presbiteral:
Pe. Samuel Maciel Romão
Coordenador Regional da Ação Evangelizadora:
Pe. Daniel dos Santos Rosa
Representante do Conselho Regional da Ação Evangelizadora (CRAE):
Solange Aparecida dos Santos de Oliveira
Diácono Referencial:
Diác. Roberto Kenji Horii

Paróquias que compõem nossa Região:

Diocese de Jundiaí sediará XVII Congresso do ECC em 2018

Está confirmado, a Diocese de Jundiaí sediará o XVII Congresso da Região Sul do Encontro de Casais com Cristo. O evento acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2018 e terá por tema “ECC: Evangelizando as Famílias a Serviço da Paz”, e por Lema “Sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes.” (Tg 1,22).
Na contagem regressiva dos preparativos do Congresso que vai contar com a coordenação geral do casal jundiaiense José Maria e Marli Bifani, no ultimo dia 1º de abril foi celebrada na Catedral Nossa Senhora Do Desterro, a Missa de Envio das Capelinhas com a imagem da padroeira da Diocese de Jundiaí e do XVII Congresso da Região Sul do ECC. A missa foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, e concelebrada por Dom Benedito Gonçalves, Assistente Eclesiástico Nacional do ECC e Bispo da Diocese de Presidente Prudente (SP), monsenhor Almir José Cogiola, Diretor Espiritual da Região Sul, padre Dirceu e padre Lupércio Batista Martins, Diretor Espiritual Diocesano do ECC.
Participaram ainda casais diocesanos e outros vindos de várias cidades do estado de São Paulo, ocasião que receberam as Capelinhas das mãos do casal coordenador do Regional Sul 1, Carlos e Andréa, da Diocese de Bauru (SP).
“Essas Capelinhas peregrinarão pelos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para que unidos pela oração e pela intercessão de Nossa Senhora do Desterro possamos juntos trabalhar pelo bom êxito deste congresso que se realizará em nossa Diocese em 2018”, declarou o casal José Maria e Marli Bifani.
Durante esse encontro também, o casal apresentou aos presentes a oração o hino do Congresso, a logomarca do Congresso e seu significado.


Colaboração: José Maria e Marli Bifani

A difícil tarefa de corrigir e de aceitar ser corrigido

 A correção do irmão que erra encontra duas dificuldades. A primeira delas é o medo que temos de perder o afeto da pessoa que precisamos corrigir. Esse é um medo muito comum em muitos pais hoje em dia. Eles se esquecem de que “quem ama, educa”; quem ama, corrige. A não correção dos filhos, por medo de magoá-los ou “machucá-los”, não é amor, mas omissão da parte dos pais. Filhos não corrigidos por seus pais tornam-se “pessoas-problema”, problema para si mesmos, para os pais e para a sociedade; são rios que, por não aceitarem suas margens, transformaram-se em brejo; são árvores que, por não aceitarem ser podadas, só conseguem produzir frutos de baixa qualidade.      

   A outra dificuldade no campo da correção fraterna é a “imaturidade”. Ela faz com que a pessoa corrigida fique magoada, ressentida, e passe a olhar o irmão que a corrigiu como seu inimigo. A verdade é que a correção é um momento difícil para todos nós. Ela nos obriga a reconhecer que existem sombras na nossa imagem, que não somos tão bons quanto pensamos ser e, portanto, precisamos rever a nossa maneira de ser, de fazer as coisas e de tratar as pessoas. No fundo, é preciso ter uma boa dose de humildade para aceitar ser corrigido.
(Uma reflexão sobre o 23º Domingo do Tempo Comum)

domingo, 3 de setembro de 2017

EDITORIAL: A cultura Missionária

Caríssimos,
Com alegria, fé e gratidão a Deus, vamos nos adentrando no mês de Setembro.Depois de vivenciarmos as riquezas proporcionadas durante o mês de agosto, deixa sempre o compromisso de tratarmos sempre o tema vocação com atenção e zelo sempre. É comum, ouvirmos por aí expressões desse tipo: “Nossa, como o ano esta passando rápido. Já estamos em setembro.” Não deixa de ser verdade, porém quando refletimos sobre os acontecimentos, parece não ser tão rápido devido à grandeza das obras realizadas em nossa paróquia. As investidas ousadas do Papa Francisco, falando sobre a necessidade de um a Igreja em saída, nos reanima a vislumbrar um novo vigor na essência missionária. Outro fator positivo certamente é a presença do Padre Daniel que nos oferece uma aproximação maior fortalecendo o vigor missionário através da efetivação das Missões Populares. Graças a Deus, temos presenciado em nossa paróquia, as atividades em prática das Missões Populares que vem rompendo resistências e barreiras e se tornando uma realidade palpável. Importante, com tudo isso é quebrarmos o “gelo” e avançar para adquirirmos uma “cultura missionária” espontânea como uma pastoral de saída o ano todo. Precisamos deixar se impregnar pelo espírito missionário em qualquer lugar ou circunstância que estivermos vivenciando. Neste mês de setembro, onde somos chamados a Luz do Espírito Santo interiorizar e refletir sobre a importância da Bíblia. Nunca é demais lembrar que cabe as equipes de celebração em sintonia com nossos catequistas darmos ênfase em nossas celebrações e reuniões sobre este tema. Por fim, o mês de setembro traz também duas festas importantíssimas em nossa paróquia que é os Tríduos das Comunidades Santa Cruz e São Gabriel, momento sempre oportuno de integração entre as comunidades de nossa Paróquia. Participemos da vida de nossa Paróquia.
Saudações a todos,

Sempre no carinho maternal de Maria: Márcio Neves-(Pascom)

Setembro Mês da Bíblia:"Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo"


Pago o que devo, obediente aos preceitos de Cristo que diz: Perscrutai as Escrituras (Jo 5,39); e: Buscai e achareis (Mt 7,7). Assim que não me aconteça ouvir com os judeus: Errais, sem conhecer as Escrituras nem o poder de Deus (Mt 22,29). Se, conforme o Apóstolo Paulo, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus, e quem ignora as Escrituras ignora o poder de Deus e sua sabedoria, ignorar as Escrituras é ignorar Cristo. 
Daí que eu imite o pai de família que de seu tesouro tira coisas novas e antigas. E a esposa, no Cântico dos Cânticos, que diz: Coisas novas e antigas, irmãozinho meu, guardei para ti (cf. Ct 7,14 Vulg.). E explicarei Isaías ensinando a vê-lo não só como profeta, mas ainda como evangelista e apóstolo. Ele próprio falou de si e dos outros evangelistas: Como são belos os pés daqueles que evangelizam boas novas, que evangelizam a paz (Is 52,7). E também Deus lhe fala como a um apóstolo: Quem enviarei, e quem irá a este povo? E ele respondeu: Eis-me aqui, envia-me (cf. Is 6,8). 
Ninguém pense que desejo resumir em breves palavras o conteúdo deste livro,pois esta escritura contém todos os mistérios do Senhor, falando do Emanuel, o nascido da Virgem, o realizador de obras e sinais estupendos, o morto e sepultado, o ressurgido dos infernos e o salvador de todos os povos. Que direi de física, ética e lógica? Tudo o que há nas santas Escrituras, tudo o que a língua humana pode proferir e uma inteligência mortal receber, está contido neste livro. Atesta esses mistérios quem escreveu: Será para vós a visão de todas as coisas como as palavras de um livro selado; se é dado a alguém que saiba ler, dizendo-lhe: Lê isto, ele responderá: Não posso, está selado. E se for dado a quem não sabe ler e se lhe disser: Lê, responderá: Não sei ler (Is 29,11-12). 
E se alguém parecer fraco, ouça as palavras do mesmo Apóstolo: Dois ou três profetas falem e os outros julguem; mas se a outro que está sentado algo for revelado, que se cale o primeiro (1Cor 14,32). Como podem guardar silêncio, se está ao arbítrio do Espírito, que fala pelos profetas, o calar-se e o falar? Se na verdade compreendiam aquilo que diziam, tudo está repleto de sabedoria e de inteligência. Não era apenas o ar movido pela voz que chegava a seus ouvidos, mas Deus falava no íntimo dos profetas, segundo outro Profeta diz: O anjo que falava a mim (cf. Zc 1,9), e: Clamando em nossos corações, Abba, Pai (Gl 4,6), e: Ouvirei o que o Senhor Deus disser em mim (Sl 84,9).
fonte:Do Prólogo ao Comentário sobre o Profeta Isaías, de São Jerônimo, presbítero


sábado, 26 de agosto de 2017

Dia do Catequista

 Hoje é o dia dos catequistas. Eles compõem o grupo mais importante de trabalho em nossas paróquias, pois deles depende a transmissão da fé para as novas gerações. Hoje queremos não só agradecer a Deus pela vocação de cada catequista, mas também pedir que eles sejam revestidos da força do alto, da autoridade de Deus, do poder do Espírito Santo, para ajudarem as novas gerações a se confrontarem com as perguntas necessárias para o seu crescimento e aperfeiçoamento humano e espiritual. Que nossos catequizandos encontrem nos seus catequistas uma estaca fixada em lugar seguro, uma referência firme para a sua fé e para a sua experiência de Jesus Cristo como Filho do Deus vivo e salvador de todo aquele que tem fé.
Ser catequista não é opção pessoal, é chamado! Catequistas são pessoas chamadas por Deus e enviadas pela comunidade, que vai educar na fé aqueles que desejam seguir os passos de Jesus na comunidade católica. Por esse motivo, devem ser imagem viva de Jesus no meio do povo.
A Catequese é um ministério e ser catequista é ser ministro e ministra da Palavra.  Não basta querer ser catequista, mas é preciso ter vocação, um chamado que não parte da vontade pessoal, mas é a vontade de Deus, de Jesus que toca o coração e faz arder nele a chama da vocação que move montanhas e abre caminhos. E é essa chama que transforma a vida das pessoas. A comunidade reconhece essa luz, por isso a envia como sua representante para educar seus membros.
A Catequese é a missão primordial da Igreja e ser catequista é manter viva essa missão. Assim, catequistas de todos os cantos, até dos mais longínquos, merecem o nosso agradecimento e o reconhecimento da comunidade pelo serviço pastoral essencial a que se dedicam.


sábado, 5 de agosto de 2017

Vocação: chamado para a realização do ser pessoa

Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.
A palavra vocação tem um uso bastante comum. É compreendida, geralmente, como um dom pessoal, que cada pessoa carrega em si e que é chamada a desenvolver ao longo da vida: fala-se de vocação musical, médica, jurídica, por exemplo. Popularizou-se essa compreensão para a vida profissional. Tal compreensão não deixa de ter sentido, mas ela não esgota a riqueza de significado que a palavra abarca. Vocação significa chamado. De forte carga religiosa, atribui-se a esse chamado um caráter divino: é Deus quem chama o sujeito a alguma coisa.
Esse chamado, ainda que atribuído a Deus, não é algo externo: vem de dentro de cada pessoa. Fomos criados para que nos realizemos como pessoas, nas relações que vamos estabelecendo com o mundo que nos cerca. Essa é a vocação fundamental de cada pessoa humana: um chamado que não deixa de ecoar, impelindo-nos a que sejamos sempre mais humanos. As maneiras como vamos tecendo nossa história, buscando realizar nossa humanidade, são caminhos de seguir a esse chamado interior, que é a própria voz de Deus a ecoar em nós.
No cristianismo, às vocações foram acrescidas a importância do serviço. Nesse sentido, encontrar nossa própria vocação, isto é, o caminho de realização de nossa humanidade, segundo um impulso de nossa relação com o Deus de Jesus, compreende o serviço que dispensamos à edificação do Reino, quando todos viveremos plenamente realizados como pessoas, na comunhão divina. Viver a nossa vocação, como realização de nossa própria pessoa, é, também, contribuir para a santificação do mundo: assim, humanização e santificação são faces de uma mesma moeda, tal como podemos apreender da própria vida de Jesus, o paradigma para a realização de nossa vocação.

sábado, 15 de julho de 2017

Em andamento na Paróquia as catequeses para formação de novas comunidades Neocatecumenais


ECC-CONVIDA:


Congresso de Seminaristas reflete missionariedade a partir da figura de Maria

Padres, bispos e religiosos já passaram pelo Congresso, que, este ano, traz como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
Entre os dias 30 de junho e 04 de julho, cerca de 90 futuros presbíteros de todo o Estado de São Paulo estiveram reunidos no Seminário Missionário Bom Jesus, em Aparecida, para o 3º Congresso Missionário de Seminaristas. Representantes de 30 dioceses e 02 Congregações Religiosas participaram do encontro, que trouxe como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
O evento foi realizado pelo Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE) do Regional Sul 1 da CNBB e teve como objetivo aprofundar o estudo sobre as dimensões da formação presbiteral (espiritual, intelectual, pastoral, humano-afetiva e comunitária), como indicam as Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil.
O encontro contou com a presença de diversos conferencistas: Dom Orlando Brandes (arcebispo metropolitano de Aparecida), Dom João Inácio Müller (bispo diocesano de Lorena), Pe. Jaime Luiz Gusberti (secretário executivo do Centro Cultural Missionário), Pe. Everton Aparecido da Silva (assessor do COMIRE Regional Sul 1), Pe. Tarcisio Marques Mesquita (coordenador do Secretariado de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo), Pe. Gianpietro Carraro (Missão Belém), Pe. José Adalberto Vanzella (Faculdade Dehoniana de Taubaté), Frei Luiz Boccato de Almeida (PUC Ipiranga) e Irmã Maria Inês Ribeiro Vieira (presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil).
 Neste ano fez-se um gesto concreto no congresso. Os seminaristas foram motivados a trazer ao congresso livros de conteúdo filosófico e teológico, que serão enviados à diocese de Pemba, no Moçambique, para a formulação da biblioteca do seminário local.

O encerramento do Congresso se deu com a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes. Os seminaristas foram enviados de volta às suas Dioceses, paróquias e seminários, a fim de colocarem em prática o que foi abordado ao longo destes dias de encontro
Fonte: Assessoria de Imprensa do COMISE – Regional Sul 1

Igreja do Brasil se prepara para o Ano do Laicato para novembro deste ano

Dom Severino Clasen (Presidente da Comissão
 Episcopal Especial para o Ano do Laicato)
A Igreja no Brasil vai celebrar, no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”. Na segunda reunião ordinária do Conselho Permanente deste ano, realizada de 20 a 22 de junho, foi apresentado o projeto preparado pela Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato e em breve as Dioceses e Prelazias receberão as orientações metodológicas de como se preparar e celebrar em suas comunidades.
O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14. Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen (foto), presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, pretende-se trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”, disse o bispo.
Segundo a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil e integrante da Comissão, Marilza Lopes Schuina, as Dioceses receberão uma proposta a partir da qual, recomenda, tenham toda a liberdade para usar a criatividade ao planejar e vivenciar as ações locais.
O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.
Documento nº 105

Pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.
A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações.
Segundo o presidente da comissão, dom Severino, espera-se que este ano traga um legado para a Igreja missionária autêntica, com maior entusiasmo dos cristãos leigos e leigas na vida eclesial e também na busca da transformação da sociedade. “Eu acredito que se conseguirmos estimular a participação e presença efetiva dos cristãos leigos na sociedade provocando que aconteça a justiça e a paz, será um grande legado”, disse o bispo.
fonte: CNBB


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Catequeses do Caminho Neocatecumenal na paróquia São José Operário

Neste sábado, 08 pela imposição das mãos do Pároco Pe. Daniel foram enviados os catequistas da segunda comunidade que irão conduzir as catequeses para formação de novas comunidades.

O Caminho Neocatecumenal, que já formou oito comunidades na Paróquia São José Operário, iniciará Novas Catequeses. O itinerário de iniciação cristã e formação permanente na fé são abertos a jovens, a partir de 14 anos, e adultos. Os Encontros começaram no dia 13 de Julho, às 20h00min, no Salão Catequético (inferior). Não há pré-requisitos, então todos aqueles que desejarem pode comparecer, mesmo que não tenham participado das catequeses anteriores. O Salão Catequético fica na Rua Maestro Paulo
Mário de Souza nº284 Parque Brasília.

sábado, 8 de julho de 2017

Silêncio antes do inicio da Celebração:A eficácia espiritual da missa pode depender do seu silêncio

A importância do templo
Antes da própria celebração é louvável observar o silêncio na igreja, na sacristia e nos lugares que lhes ficam mais próximos, para que todos se preparem para celebrar devota e dignamente os ritos sagrados (n. 45).
Infelizmente, "no contexto atual, o silêncio não é valorizado e se torna difícil colocá-lo em prática, inclusive na igreja entre aqueles que se dizem estar a tantos anos na Igreja, e a educação para o silêncio litúrgico deve ser retomada com constância e determinação".Não raro, vemos situações em que o momento que antecede o início da celebração, o interior do Templo parece mais “uma feira livre”,onde chegamos ao ponto de ter a intervenção de alguém que venha "pedir" com o uso do microfone para que se façam silêncio.

Para distinguir o ambiente de silêncio do da conversação e do encontro fraterno, "a arquitetura eclesiástica clássica outorga primeiro o vestíbulo da igreja e mais adentro o templo, que é o lugar de mediação e de passagem entre o culto do templo e o tumulto do mundo".
"No templo, a devoção do coração e o encontro adorador com Deus se traduz nessa ‘sóbria exaltação do Espírito’ que invade os fiéis no êxodo da assembleia santa, onde recebem a Palavra que salva e o Pão da vida eterna: uma fraternidade regenerada, que do lugar santo se expande para o mundo."
Também se deve guardar, nos momentos próprios, o silêncio sagrado, como parte da celebração. A natureza deste silêncio depende do momento em que ele é observado no decurso da celebração. Assim, no ato penitencial e a seguir ao convite à oração, o silêncio destina-se ao recolhimento interior; a seguir às leituras ou à homilia, é para uma breve meditação sobre o que se ouviu; depois da Comunhão, favorece a oração interior de louvor e ação de graças.

Os 3 tipos de silêncio

Sobre esta base teológica, a Igreja prevê mais de um tipo de silêncio: "O silêncio preparatório para uma celebração (para os ministros na sacristia e para os fiéis na nave); o silêncio ritual para realizar juntos os gestos e pronunciar as orações estabelecidas, mas também para interiorizar os conteúdos da Palavra proclamada e dos sinais santos presentes nos mistérios sagrados; e o silêncio posterior à celebração, para não dispersar imediatamente a intensidade do recolhimento interior".



Igreja quer ouvir os jovens: saiba como colaborar com o Sínodo dos Bispos de 2018

Em 2018, será realizada a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. No processo de preparação, ocorre a fase de consulta, quando o povo de Deus pode enviar contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, explica como os jovens brasileiros podem participar.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibilizou desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Para dom Vilsom Basso, “é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”. Ele explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro. Até 31 de julho, serão recebidas as respostas dos jovens pelo e-mailsynodus@cnbb.org.br
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
A terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.

Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017
fonte:http://cnbb.net.br


Semana Jovem na paróquia começa nesta segunda,10/07. Participem!!!

Não tenhais medo! Abri as portas a Cristo!
“Pedro veio para Roma! E o que foi que o guiou e o conduziu para esta Urbe, o coração do Império Romano, senão a obediência à inspiração recebida do Senhor? Talvez aquele pescador da Galileia nuna tivesse tido vontade de vir até aqui. Talvez tivesse preferido permanecer, lá onde estava, nas margens do lago da Galileia, com a sua barca e com as suas redes. Mas, guiado pelo Senhor e obediente à sua inspiração, chegou até aqui!
Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso!
 Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!
Hoje em dia é freqüente o homem não saber o que traz no interior de si mesmo, no mais íntimo da sua alma e do seu coração, Freqüentemente não encontra o sentido da sua vida sobre a terra. Deixa-se invadir pela dúvida que se transforma em desespero. Permiti, pois – peço-vos e vo-lo imploro com humildade e com confiança – permiti a Cristo falar ao homem. Somente Ele tem palavras de vida; sim, de vida eterna...”

 Esse trecho da homilia do Santo João Paulo ll no início do seu Pontificado em 22 de Outubro de 1978 parece ser a inspiração para a Grande Semana Jovem da Paróquia São José Operário que começa nesta segunda 10/07. Uma palavra se faz necessário nesse momento em que voltamos nosso olhar sobre nossa juventude Operária: “Caríssimos jovens, viver o Evangelho é sem dúvida uma tarefa exigente, mas só com Cristo é possível edificar de maneira eficaz a civilização do amor”. Coragem a todos e ótima semana!
(Comunicação SJO)

Igreja no mundo: Papa Francisco em assuntos delicados da atualidade

O Papa Francisco advertiu os líderes das 20 maiores economias mundiais reunidas em Hamburgo contra a formação de alianças perigosas e distorcidas que poderiam prejudicar os pobres e migrantes, reportou o jornal italiano La Repubblica no sábado.
"O G20 me preocupa, ele atinge os migrantes em países da metade do mundo e os atinge ainda mais com o passar do tempo", disse o Papa em uma conversa com o fundador do papel, Eugenio Scalfari, segundo o jornal.
Francisco, o primeiro papa não-europeu em 1.300 anos, disse ter medo de "alianças muito perigosas entre os poderes (estrangeiros) que têm uma visão distorcida do mundo: América e Rússia, China e Coreia do Norte, (Vladimir) Putin e (Bashar al-) Assad na guerra na Síria".
Ele disse que o maior perigo diz respeito à imigração, com "os pobres, os fracos, os excluídos e os marginalizados" justapostos com "aqueles que ... temem a invasão de migrantes".

Os países da União Européia estão em desacordo sobre como lidar com um grande fluxo de migrantes, muitas pessoas fugindo de guerra e da pobreza na Síria, Afeganistão e outros países.Além de resolver as diferenças sobre o comércio e as mudanças climáticas, Angela Merkel, chanceler do país anfitrião do G20, na Alemanha, deverá liderar as discussões sobre essa questão.

Um olhar sobre a CF-2017

O Pantanal e o Pampa são cenários naturais que marcam o Brasil. É sobre o compromisso do cidadão com o meio ambiente e, especificamente, com os biomas brasileiros que a Campanha da Fraternidade trabalha no ano de 2017. Trata-se de uma consequência lógica da Igreja Católica no Brasil, dentro do perfil ambiental do país, de dar continuidade à proposta e ao alerta do Papa Francisco contido na Encíclica Laudato Si de 2015 quanto à emergência no cuidado e na mudança dos padrões de conduta de todas as pessoas do mundo e não somente dos Católicos, em relação aos bens naturais do planeta Terra.
O território nacional possui 6 biomas que lhe são característicos: caatinga, cerrado, mata atlântica, amazônia, pantanal e pampas. Não há dúvidas, porém, de que os dois últimos despontam no quesito integração. Reúnem, harmonicamente, na sua essência e na forma integrada defendida pela Campanha da Fraternidade, a biodiversidade (elementos naturais), a paisagem e a cultura.
Não há quem não tenha em mente o crepúsculo pantaneiro com o levantar vôo de um Tuiuiú, ave símbolo do pantanal matogrossense que, juntamente, com outras 450 espécies tornam a região, local de interesse mundial para o estudo da biodiversidade. Situação semelhante ocorre nos campos (limpos e sujos na conformidade da quantidade de arbusto localizados primordialmente no leito dos rios) do território gaúcho. Nele encontram-se 500 espécies de aves e mais de 100 espécies de mamíferos que compõem com as gramíneas, o complexo existente nas planícies marcadas por coxilhas no sul do país.
Diante de tal contexto é imprescindível que todos os grupos, não só os que se vinculam à Campanha da Fraternidade, cada um com suas filosofias particulares, reúnam esforços, para proteger aquilo que é de todos e de responsabilidade de todos como descrito no art. 225 da Constituição da República. O meio ambiente e a paisagem são direitos, deveres, história, memória... são a vida humana em diversas cores e contornos.
São nos biomas que vivemos e neles nos identificamos como seres humanos no tempo e no espaço, neles estarão o legado de toda a existência!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Para o bem da Igreja: Santas Missões Populares

O que são missões populares?
As Santas Missões são uma experiência profunda e viva de Deus no coração das massas. É um jeito, uma iniciativa que uma comunidade toma para firmar e fortalecer a sua própria fé e, também, uma maneira de se conscientizar: um jeito novo de evangelizar hoje. “O nosso batismo nos põe em movimento. A nossa vida é para ser gasta em direção dos outros: Ide pelo mundo inteiro...”
Santas:
Porque são inspiradas na missão de Jesus de Nazaré, possibilitando “uma experiência profunda, existencial, envolvente com a Trindade Santa, fonte de vida e liberdade”.
Porque é um tempo de graça, “tempo favorável por excelência, o dia da salvação” (2Cor 6,2).
O nome "Missão":
Porque é um tempo de andar, de sair, de ser enviado. Não para transmitir um conhecimento doutrinário-teórico sobre Deus. É, sim, um tempo especial de graça para ajudar a ver, conhecer e seguir Jesus Cristo “Caminho, Verdade e Vida”.
Missão é viver em comunhão; é com-paixão, solidariedade e salvação.
A missão é necessária porque há ainda muitas pessoas excluídas do banquete do Reino de Deus, da Festa (cf Lc 14,15-24 ).
Populares:
Porque acontecem no meio do povo e com o povo e a partir de sua realidade, de seus anseios e clamores.
Porque o povo, a comunidade local, formada de homens e mulheres, jovens e crianças, é convidada a ser o sujeito histórico desta mesma missão.
Porque são todos convidados à conversão de vida e para a transformação da realidade segundo a opção e proposta de Jesus no Sermão da Montanha.


sábado, 1 de julho de 2017

ECC-Encontro de Casais com Cristo prepara novo encontro-Saiba mais sobre o ECC

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é "ser Igreja hoje" e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocações. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12 / DN-pág. 13)
Como nasceu?
O ECC nasceu da inquietude de um sacerdote, Pe. Alfonso Pastore, que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.
Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador, "começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade".
O ECC hoje
O ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).
O ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como “Igrejas Domésticas”, “Formadoras de Pessoas”, “Educadoras na Fé” e “Promotoras do Desenvolvimento”, tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, pois o “FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA”.
Objetivos pastorais do ECC
O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.
Desenvolvimento
O ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.
• 1ª ETAPA
É o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.
• 2ª ETAPA
Esta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é “ser Igreja no mundo de hoje”.
• 3ª ETAPA
Esta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser “pessoa” e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o “ser” e não para o “ter”.
Espírito do ECC
O ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um “SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA”. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que “quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma”. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.
A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos:
a) DOAÇÃO – essência da vida cristã;
b) POBREZA – atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;
c) SIMPLICIDADE – atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros;
d) ALEGRIA – nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro;
e) ORAÇÃO – é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.
Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.