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Compromisso de todo Cristão

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Ano Nacional Mariano

Ano Nacional Mariano
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sábado, 5 de agosto de 2017

Vocação: chamado para a realização do ser pessoa

Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.
A palavra vocação tem um uso bastante comum. É compreendida, geralmente, como um dom pessoal, que cada pessoa carrega em si e que é chamada a desenvolver ao longo da vida: fala-se de vocação musical, médica, jurídica, por exemplo. Popularizou-se essa compreensão para a vida profissional. Tal compreensão não deixa de ter sentido, mas ela não esgota a riqueza de significado que a palavra abarca. Vocação significa chamado. De forte carga religiosa, atribui-se a esse chamado um caráter divino: é Deus quem chama o sujeito a alguma coisa.
Esse chamado, ainda que atribuído a Deus, não é algo externo: vem de dentro de cada pessoa. Fomos criados para que nos realizemos como pessoas, nas relações que vamos estabelecendo com o mundo que nos cerca. Essa é a vocação fundamental de cada pessoa humana: um chamado que não deixa de ecoar, impelindo-nos a que sejamos sempre mais humanos. As maneiras como vamos tecendo nossa história, buscando realizar nossa humanidade, são caminhos de seguir a esse chamado interior, que é a própria voz de Deus a ecoar em nós.
No cristianismo, às vocações foram acrescidas a importância do serviço. Nesse sentido, encontrar nossa própria vocação, isto é, o caminho de realização de nossa humanidade, segundo um impulso de nossa relação com o Deus de Jesus, compreende o serviço que dispensamos à edificação do Reino, quando todos viveremos plenamente realizados como pessoas, na comunhão divina. Viver a nossa vocação, como realização de nossa própria pessoa, é, também, contribuir para a santificação do mundo: assim, humanização e santificação são faces de uma mesma moeda, tal como podemos apreender da própria vida de Jesus, o paradigma para a realização de nossa vocação.

sábado, 15 de julho de 2017

Em andamento na Paróquia as catequeses para formação de novas comunidades Neocatecumenais


ECC-CONVIDA:


Congresso de Seminaristas reflete missionariedade a partir da figura de Maria

Padres, bispos e religiosos já passaram pelo Congresso, que, este ano, traz como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
Entre os dias 30 de junho e 04 de julho, cerca de 90 futuros presbíteros de todo o Estado de São Paulo estiveram reunidos no Seminário Missionário Bom Jesus, em Aparecida, para o 3º Congresso Missionário de Seminaristas. Representantes de 30 dioceses e 02 Congregações Religiosas participaram do encontro, que trouxe como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
O evento foi realizado pelo Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE) do Regional Sul 1 da CNBB e teve como objetivo aprofundar o estudo sobre as dimensões da formação presbiteral (espiritual, intelectual, pastoral, humano-afetiva e comunitária), como indicam as Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil.
O encontro contou com a presença de diversos conferencistas: Dom Orlando Brandes (arcebispo metropolitano de Aparecida), Dom João Inácio Müller (bispo diocesano de Lorena), Pe. Jaime Luiz Gusberti (secretário executivo do Centro Cultural Missionário), Pe. Everton Aparecido da Silva (assessor do COMIRE Regional Sul 1), Pe. Tarcisio Marques Mesquita (coordenador do Secretariado de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo), Pe. Gianpietro Carraro (Missão Belém), Pe. José Adalberto Vanzella (Faculdade Dehoniana de Taubaté), Frei Luiz Boccato de Almeida (PUC Ipiranga) e Irmã Maria Inês Ribeiro Vieira (presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil).
 Neste ano fez-se um gesto concreto no congresso. Os seminaristas foram motivados a trazer ao congresso livros de conteúdo filosófico e teológico, que serão enviados à diocese de Pemba, no Moçambique, para a formulação da biblioteca do seminário local.

O encerramento do Congresso se deu com a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes. Os seminaristas foram enviados de volta às suas Dioceses, paróquias e seminários, a fim de colocarem em prática o que foi abordado ao longo destes dias de encontro
Fonte: Assessoria de Imprensa do COMISE – Regional Sul 1

Igreja do Brasil se prepara para o Ano do Laicato para novembro deste ano

Dom Severino Clasen (Presidente da Comissão
 Episcopal Especial para o Ano do Laicato)
A Igreja no Brasil vai celebrar, no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”. Na segunda reunião ordinária do Conselho Permanente deste ano, realizada de 20 a 22 de junho, foi apresentado o projeto preparado pela Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato e em breve as Dioceses e Prelazias receberão as orientações metodológicas de como se preparar e celebrar em suas comunidades.
O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14. Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen (foto), presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, pretende-se trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”, disse o bispo.
Segundo a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil e integrante da Comissão, Marilza Lopes Schuina, as Dioceses receberão uma proposta a partir da qual, recomenda, tenham toda a liberdade para usar a criatividade ao planejar e vivenciar as ações locais.
O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.
Documento nº 105

Pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.
A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações.
Segundo o presidente da comissão, dom Severino, espera-se que este ano traga um legado para a Igreja missionária autêntica, com maior entusiasmo dos cristãos leigos e leigas na vida eclesial e também na busca da transformação da sociedade. “Eu acredito que se conseguirmos estimular a participação e presença efetiva dos cristãos leigos na sociedade provocando que aconteça a justiça e a paz, será um grande legado”, disse o bispo.
fonte: CNBB


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Catequeses do Caminho Neocatecumenal na paróquia São José Operário

Neste sábado, 08 pela imposição das mãos do Pároco Pe. Daniel foram enviados os catequistas da segunda comunidade que irão conduzir as catequeses para formação de novas comunidades.

O Caminho Neocatecumenal, que já formou oito comunidades na Paróquia São José Operário, iniciará Novas Catequeses. O itinerário de iniciação cristã e formação permanente na fé são abertos a jovens, a partir de 14 anos, e adultos. Os Encontros começaram no dia 13 de Julho, às 20h00min, no Salão Catequético (inferior). Não há pré-requisitos, então todos aqueles que desejarem pode comparecer, mesmo que não tenham participado das catequeses anteriores. O Salão Catequético fica na Rua Maestro Paulo
Mário de Souza nº284 Parque Brasília.

sábado, 8 de julho de 2017

Silêncio antes do inicio da Celebração:A eficácia espiritual da missa pode depender do seu silêncio

A importância do templo
Antes da própria celebração é louvável observar o silêncio na igreja, na sacristia e nos lugares que lhes ficam mais próximos, para que todos se preparem para celebrar devota e dignamente os ritos sagrados (n. 45).
Infelizmente, "no contexto atual, o silêncio não é valorizado e se torna difícil colocá-lo em prática, inclusive na igreja entre aqueles que se dizem estar a tantos anos na Igreja, e a educação para o silêncio litúrgico deve ser retomada com constância e determinação".Não raro, vemos situações em que o momento que antecede o início da celebração, o interior do Templo parece mais “uma feira livre”,onde chegamos ao ponto de ter a intervenção de alguém que venha "pedir" com o uso do microfone para que se façam silêncio.

Para distinguir o ambiente de silêncio do da conversação e do encontro fraterno, "a arquitetura eclesiástica clássica outorga primeiro o vestíbulo da igreja e mais adentro o templo, que é o lugar de mediação e de passagem entre o culto do templo e o tumulto do mundo".
"No templo, a devoção do coração e o encontro adorador com Deus se traduz nessa ‘sóbria exaltação do Espírito’ que invade os fiéis no êxodo da assembleia santa, onde recebem a Palavra que salva e o Pão da vida eterna: uma fraternidade regenerada, que do lugar santo se expande para o mundo."
Também se deve guardar, nos momentos próprios, o silêncio sagrado, como parte da celebração. A natureza deste silêncio depende do momento em que ele é observado no decurso da celebração. Assim, no ato penitencial e a seguir ao convite à oração, o silêncio destina-se ao recolhimento interior; a seguir às leituras ou à homilia, é para uma breve meditação sobre o que se ouviu; depois da Comunhão, favorece a oração interior de louvor e ação de graças.

Os 3 tipos de silêncio

Sobre esta base teológica, a Igreja prevê mais de um tipo de silêncio: "O silêncio preparatório para uma celebração (para os ministros na sacristia e para os fiéis na nave); o silêncio ritual para realizar juntos os gestos e pronunciar as orações estabelecidas, mas também para interiorizar os conteúdos da Palavra proclamada e dos sinais santos presentes nos mistérios sagrados; e o silêncio posterior à celebração, para não dispersar imediatamente a intensidade do recolhimento interior".



Igreja quer ouvir os jovens: saiba como colaborar com o Sínodo dos Bispos de 2018

Em 2018, será realizada a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. No processo de preparação, ocorre a fase de consulta, quando o povo de Deus pode enviar contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, explica como os jovens brasileiros podem participar.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibilizou desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Para dom Vilsom Basso, “é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”. Ele explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro. Até 31 de julho, serão recebidas as respostas dos jovens pelo e-mailsynodus@cnbb.org.br
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
A terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.

Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017
fonte:http://cnbb.net.br


Semana Jovem na paróquia começa nesta segunda,10/07. Participem!!!

Não tenhais medo! Abri as portas a Cristo!
“Pedro veio para Roma! E o que foi que o guiou e o conduziu para esta Urbe, o coração do Império Romano, senão a obediência à inspiração recebida do Senhor? Talvez aquele pescador da Galileia nuna tivesse tido vontade de vir até aqui. Talvez tivesse preferido permanecer, lá onde estava, nas margens do lago da Galileia, com a sua barca e com as suas redes. Mas, guiado pelo Senhor e obediente à sua inspiração, chegou até aqui!
Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso!
 Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!
Hoje em dia é freqüente o homem não saber o que traz no interior de si mesmo, no mais íntimo da sua alma e do seu coração, Freqüentemente não encontra o sentido da sua vida sobre a terra. Deixa-se invadir pela dúvida que se transforma em desespero. Permiti, pois – peço-vos e vo-lo imploro com humildade e com confiança – permiti a Cristo falar ao homem. Somente Ele tem palavras de vida; sim, de vida eterna...”

 Esse trecho da homilia do Santo João Paulo ll no início do seu Pontificado em 22 de Outubro de 1978 parece ser a inspiração para a Grande Semana Jovem da Paróquia São José Operário que começa nesta segunda 10/07. Uma palavra se faz necessário nesse momento em que voltamos nosso olhar sobre nossa juventude Operária: “Caríssimos jovens, viver o Evangelho é sem dúvida uma tarefa exigente, mas só com Cristo é possível edificar de maneira eficaz a civilização do amor”. Coragem a todos e ótima semana!
(Comunicação SJO)

Igreja no mundo: Papa Francisco em assuntos delicados da atualidade

O Papa Francisco advertiu os líderes das 20 maiores economias mundiais reunidas em Hamburgo contra a formação de alianças perigosas e distorcidas que poderiam prejudicar os pobres e migrantes, reportou o jornal italiano La Repubblica no sábado.
"O G20 me preocupa, ele atinge os migrantes em países da metade do mundo e os atinge ainda mais com o passar do tempo", disse o Papa em uma conversa com o fundador do papel, Eugenio Scalfari, segundo o jornal.
Francisco, o primeiro papa não-europeu em 1.300 anos, disse ter medo de "alianças muito perigosas entre os poderes (estrangeiros) que têm uma visão distorcida do mundo: América e Rússia, China e Coreia do Norte, (Vladimir) Putin e (Bashar al-) Assad na guerra na Síria".
Ele disse que o maior perigo diz respeito à imigração, com "os pobres, os fracos, os excluídos e os marginalizados" justapostos com "aqueles que ... temem a invasão de migrantes".

Os países da União Européia estão em desacordo sobre como lidar com um grande fluxo de migrantes, muitas pessoas fugindo de guerra e da pobreza na Síria, Afeganistão e outros países.Além de resolver as diferenças sobre o comércio e as mudanças climáticas, Angela Merkel, chanceler do país anfitrião do G20, na Alemanha, deverá liderar as discussões sobre essa questão.

Um olhar sobre a CF-2017

O Pantanal e o Pampa são cenários naturais que marcam o Brasil. É sobre o compromisso do cidadão com o meio ambiente e, especificamente, com os biomas brasileiros que a Campanha da Fraternidade trabalha no ano de 2017. Trata-se de uma consequência lógica da Igreja Católica no Brasil, dentro do perfil ambiental do país, de dar continuidade à proposta e ao alerta do Papa Francisco contido na Encíclica Laudato Si de 2015 quanto à emergência no cuidado e na mudança dos padrões de conduta de todas as pessoas do mundo e não somente dos Católicos, em relação aos bens naturais do planeta Terra.
O território nacional possui 6 biomas que lhe são característicos: caatinga, cerrado, mata atlântica, amazônia, pantanal e pampas. Não há dúvidas, porém, de que os dois últimos despontam no quesito integração. Reúnem, harmonicamente, na sua essência e na forma integrada defendida pela Campanha da Fraternidade, a biodiversidade (elementos naturais), a paisagem e a cultura.
Não há quem não tenha em mente o crepúsculo pantaneiro com o levantar vôo de um Tuiuiú, ave símbolo do pantanal matogrossense que, juntamente, com outras 450 espécies tornam a região, local de interesse mundial para o estudo da biodiversidade. Situação semelhante ocorre nos campos (limpos e sujos na conformidade da quantidade de arbusto localizados primordialmente no leito dos rios) do território gaúcho. Nele encontram-se 500 espécies de aves e mais de 100 espécies de mamíferos que compõem com as gramíneas, o complexo existente nas planícies marcadas por coxilhas no sul do país.
Diante de tal contexto é imprescindível que todos os grupos, não só os que se vinculam à Campanha da Fraternidade, cada um com suas filosofias particulares, reúnam esforços, para proteger aquilo que é de todos e de responsabilidade de todos como descrito no art. 225 da Constituição da República. O meio ambiente e a paisagem são direitos, deveres, história, memória... são a vida humana em diversas cores e contornos.
São nos biomas que vivemos e neles nos identificamos como seres humanos no tempo e no espaço, neles estarão o legado de toda a existência!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Para o bem da Igreja: Santas Missões Populares

O que são missões populares?
As Santas Missões são uma experiência profunda e viva de Deus no coração das massas. É um jeito, uma iniciativa que uma comunidade toma para firmar e fortalecer a sua própria fé e, também, uma maneira de se conscientizar: um jeito novo de evangelizar hoje. “O nosso batismo nos põe em movimento. A nossa vida é para ser gasta em direção dos outros: Ide pelo mundo inteiro...”
Santas:
Porque são inspiradas na missão de Jesus de Nazaré, possibilitando “uma experiência profunda, existencial, envolvente com a Trindade Santa, fonte de vida e liberdade”.
Porque é um tempo de graça, “tempo favorável por excelência, o dia da salvação” (2Cor 6,2).
O nome "Missão":
Porque é um tempo de andar, de sair, de ser enviado. Não para transmitir um conhecimento doutrinário-teórico sobre Deus. É, sim, um tempo especial de graça para ajudar a ver, conhecer e seguir Jesus Cristo “Caminho, Verdade e Vida”.
Missão é viver em comunhão; é com-paixão, solidariedade e salvação.
A missão é necessária porque há ainda muitas pessoas excluídas do banquete do Reino de Deus, da Festa (cf Lc 14,15-24 ).
Populares:
Porque acontecem no meio do povo e com o povo e a partir de sua realidade, de seus anseios e clamores.
Porque o povo, a comunidade local, formada de homens e mulheres, jovens e crianças, é convidada a ser o sujeito histórico desta mesma missão.
Porque são todos convidados à conversão de vida e para a transformação da realidade segundo a opção e proposta de Jesus no Sermão da Montanha.


sábado, 1 de julho de 2017

ECC-Encontro de Casais com Cristo prepara novo encontro-Saiba mais sobre o ECC

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é "ser Igreja hoje" e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocações. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12 / DN-pág. 13)
Como nasceu?
O ECC nasceu da inquietude de um sacerdote, Pe. Alfonso Pastore, que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.
Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador, "começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade".
O ECC hoje
O ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).
O ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como “Igrejas Domésticas”, “Formadoras de Pessoas”, “Educadoras na Fé” e “Promotoras do Desenvolvimento”, tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, pois o “FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA”.
Objetivos pastorais do ECC
O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.
Desenvolvimento
O ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.
• 1ª ETAPA
É o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.
• 2ª ETAPA
Esta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é “ser Igreja no mundo de hoje”.
• 3ª ETAPA
Esta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser “pessoa” e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o “ser” e não para o “ter”.
Espírito do ECC
O ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um “SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA”. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que “quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma”. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.
A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos:
a) DOAÇÃO – essência da vida cristã;
b) POBREZA – atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;
c) SIMPLICIDADE – atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros;
d) ALEGRIA – nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro;
e) ORAÇÃO – é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.
Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.



domingo, 18 de junho de 2017

A importância e responsabilidade dos pais na transmissão da fé





Por ocasião da 1ª Eucaristia hoje na comunidade Cristo
Rei Padre Daniel em sua homilia falou diretamente aos pais sobre a importância
da participação ativa na vida da Comunidade. Muitas vezes, "são os filhos
que levam o pai para Igreja"
Os pais devem ser os primeiros catequistas dos filhos.
São eles os principais responsáveis pela transmissão da fé aos filhos.
É importante que todos saibam o valor e a importância de
cuidar também da vida espiritual da vida dessas crianças e adolescentes que
nasceram para serem um dia cidadãos do céu.
Será que temos preocupado com a nossa vida espiritual e a
vida espiritual de nossos filhos?


Assista a mensagem que o Prof. Felipe Aquino tem a dizer
neste vídeo:

32ª Semana do Migrante

Semana propõe uma perspectiva de mudança de mentalidade e comportamento. "Queremos celebrar a vida que teimosamente não se deixa matar e nem aceita ser destruída por nenhuma força que se proclama dona de sua existência".

De 18 a 25 de junho, a Igreja no Brasil celebra a 32ª Semana do Migrante, com o tema: “Migração, biomas e bem viver”. O objetivo da semana, segundo o bispo referencial da Pastoral dos Refugiados, dom José Luiz Ferreira Salles, é  anunciar, denunciar, refletir e construir uma nova relação do ser humano com a Mãe Terra.
A semana, inspirada pelo lema da Campanha da Fraternidade deste ano, propõe uma perspectiva de mudança de mentalidade e comportamento. “Queremos celebrar a vida que teimosamente não se deixa matar e nem aceita ser destruída por nenhuma força que se proclama dona de sua existência, porque acredita que o Deus Criador já venceu e já declarou sua vitória sobre a morte, o pecado e o mal”, disse o bispo.

A 32ª Semana do Migrante é articulada pelo Serviço Pastoral do Migrante (SPM), vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sempre fazendo uma relação com as campanhas da fraternidade em curso. O SPM elaborou vários materiais (texto base, roteiro de celebração, círculos bíblicos, entre outros) para subsidiar as comunidades e paróquias no aprofundamento da temática dos migrantes.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Novos Acólitos,Ministros e Ostiárias para nossas comunidades


Hoje em nossa paróquia, nesta festa do Corpo e Sangue de Cristo, tivemos um momento muito significativo.
Uma palavra se faz necessária a todos os constituídos em dignidade para assumirem o ministério da Sagrada Comunhão, junto com as guardiãs do Sagrado as Ostiárias (os) e também novos pequenos acólitos.
Ainda sobre o frescor de Pentecostes celebrado há duas semanas refletimos aqui rapidamente sobre a ação do Espírito Santo na Igreja na pessoa dos ministros e agentes de liturgia.
Sempre ouvimos dizer que o Espírito santo nos é dado em vista de uma “missão” na Igreja e também onde possamos nos encontrar.
Não nos é dado para satisfazer caprichos pessoais.
Tem um sentido pleno de continuação, ou seja, somos continuadores da missão de Cristo e por isso, somos necessitamos deste Espírito Santo e do alimento forte que nos vem através da Eucaristia.
Jesus ao instituir a Eucaristia tem em vista, a continuação de sua missão. Mas o pão que Deus enviou do céu também significou correção, educação, disciplina para o povo de Israel. Assim, nós entendemos que Deus se coloca junto a nós não somente como Pai que provê nossas necessidades, mas como Pai que também nos educa, para compreendermos que “nem só de pão vive o homem” (Dt 8,3), ou seja, nós não vivemos somente daquilo que produzimos, daquilo que nossa força, nossa inteligência e nosso dinheiro podem nos dar; nós vivemos, sobretudo, da obediência à voz de Deus
em nossa consciência. Tomar consciência de que nós não vivemos somente daquilo comemos ou consumimos significa cuidar também da nossa alma, do nosso espírito; significa ainda ouvir a fome e a sede que tantas pessoas à nossa volta têm de justiça, de oportunidade, de respeito e de paz.
Um simples pedaço de pão nos lembra algo muito importante: nenhum ser humano é auto-sustentável; todos nós somos sustentados fisicamente pelo pão/alimento que comemos, o que significa que, sem o sustento que vem do alimento, nós desfalecemos, adoecemos e morremos. Mas o alimento não é apenas um sustento para a sobrevivência; a Sagrada Escritura
também nos fala dele como algo sem o qual nós não conseguimos atingir a meta da nossa vida. Foi assim, por exemplo, com o profeta Elias, quando o anjo do Senhor lhe disse: “Levanta-te e come, pois o caminho que tens a percorrer está acima das tuas forças” (1Rs 19,7).Portanto, animo e coragem a todos!



Corpus Christi:Devoção popular e a Procissão

Nos ambientes urbanos, apesar das dificuldades estruturais, as comunidades continuam expressando sua fé Eucarística

Na quinta-feira, após a solenidade da Santíssima Trindade, a Igreja celebra devotamente a solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, festa comumente chamada de Corpus Christi.
A motivação litúrgica para tal festa é o louvor merecido à Eucaristia, fonte de vida da Igreja. Desde o princípio de sua história, a Igreja devota à Eucaristia um zelo especial, pois reconhece neste sinal sacramental o próprio Jesus, que continua presente, vivo e atuante em meio às comunidades cristãs.
Celebrar Corpus Christi significa fazer memória solene da entrega que Jesus fez de sua própria carne e sangue, para a vida da Igreja, e comprometer-nos com a missão de levar esta Boa Nova para todas as pessoas.
É necessário destacar que muito mais do que uma festa litúrgica, a Solenidade de Corpus Christi assume um caráter devocional popular. O momento ápice da festa é certamente a procissão pelas ruas da cidade, momento em que os fiéis podem pedir as bênçãos de Jesus Eucarístico para sua cidade. O costume de enfeitar as ruas com tapetes de serragem, flores e outros materiais, formando um mosaico multicor, ainda é muito comum em vários lugares.
Algumas cidades tornam-se atração turística neste dia, devido à beleza e expressividade de seus tapetes. Ainda é possível encontrar cristãos que enfeitam suas casas com altares ornamentados para saudar o Santíssimo, que passa por aquela rua.
A procissão de Corpus Christi conheceu seu apogeu no período barroco. O estilo da procissão adotado no Brasil veio de Portugal, e carrega um modo popular muito característico.

Geralmente a festa termina com uma concentração em algum ambiente público, onde é dada a solene bênção do Santíssimo Sacramento. Nos ambientes urbanos, apesar das dificuldades estruturais, as comunidades continuam expressando sua fé Eucarística, adaptando ao contexto urbano a visibilidade pública da Eucaristia.

Celebrando Santo Antonio

"A palavra é viva quando são as obras que falam" (Sto. Antonio)

Com grande alegria e devoção, celebramos nesta terça,13/06 a vida de um grande Santo.
Santo Antônio nasceu em Lisboa em 1195 e morreu na cidade de Pádua, Itália, em 1231, cognominado por Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. No batismo recebeu o nome de Fernando. Mas, ao ingressar bem jovem na vida religiosa, trocou de nome, passando a se chamar Antônio. Depois de uma intensa e ardorosa vida marcada pela ascese, junto aos agostinianos de Coimbra, escolheu ser discípulo de São Francisco de Assis, que com este se encontrou na Porciúncula em 1221.
Santo Antônio foi uma grande figura humana de coração, exemplo e referencial para os cristãos. Brilhante foi sua inteligência e exímio conhecedor do Livro Sagrado, destacando-se, igualmente, pela profecia, sem esquecer sua caridade com os pobres e necessitados. O ideal cristão do referido santo consistiu em colocar sua vida e sua segurança nos valores eternos, convencendo-se de que eles jamais passarão. Tornou-se universalmente conhecido e venerado pelo povo cristão, em toda a extensão da terra.
Que saibamos olhar para Santo Antônio como pai e protetor, amigo do menino Jesus e filho querido de Maria Imaculada, que, ao anunciar o Evangelho de Jesus, procurou duas coisas: a glória de Deus e o bem da criatura humana. Ao oferecer pão aos necessitados, suplicava para que nunca faltasse o pão de cada dia, pelo honesto trabalho, dando prioridade à busca do pão vivo, descido céu, que é o próprio Jesus Cristo encarnado na história da humanidade, alimento para a vida do mundo. A partir da vida de Deus na eucaristia, aqueles que ao amigo do Menino Jesus recorram e implorem sua proteção, que jamais deixem de ser escutados.
O legado de Santo Antônio é por demais abrangente, na implacável defesa da família, ajudando-a a se encontrar com Deus, no sentido de melhor cumprir sua missão, resistindo aos perigos e ciladas do inimigo, num mundo tão diverso e contraditório. Na oração dos namorados, na preciosa e pulsante fase da existência das pessoas, vemos Santo Antônio constantemente invocado como protetor, no sentido de que as coisas fiquem sempre claras. Que as pessoas que alimentam o sonho da vida conjugal, pelos méritos de Santo Antônio, saibam aproveitar e sorver do precioso tempo que precede o matrimônio. Pela luz divina, cheguem ao conhecimento um do outro, segundo o projeto do nosso bom Deus

Sacramento do Crisma:Presença de Dom Vicente anima paroquianos

Por ocasião do Sacramento do Crisma que foi conferido aos 78 jovens, neste último sábado em nossa Paróquia. A presença de nosso Bispo Diocesano Dom Vicente Costa é sempre um momento aguardado pelos fiéis. Pena que nossa Igreja Matriz neste dia se torna pequena diante de tenta gente.
A finalidade dos Sacramentos é para tornarmos um sinal de testemunho de vida; é para identificar-nos cada vez mais com Cristo. Não é para só sentirmos bem, pagar ou cumprir promessa.Com alegria,neste dia foram conferidos o sacramento da Eucaristia para alguns adultos da comunidade. Momento sempre muito marcante na vida da Igreja.
Para melhor compreendermos o sentido do Sacramento do Crisma, devemos perguntar-nos qual a função do Espírito Santo na Economia da salvação (plano de Deus) manifestada na História da Salvação.

Olhando para a Bílbia, descobrimos que o Espírito Santo tem uma dupla função:
1) O de dar a vida.
2) E a função de levar a vida até sua perfeição.

Essas são duas funções diferentes.

Pelo Batismo, o Espírito Santo nos concede a vida e pelo Crisma nos dá os seus dons para chegarmos a perfeição.

A Confirmação nos dá, pois, o Espírito Santo para levarmos até a perfeição o que recebemos no Batismo. Chegar a perfeição, segundo a vontade do Pai.
"Sede Santos, como vosso Pai do céu é Santo."

No entanto, a nossa primeira vocação é sermos santos. A maturidade da fé não se faz de um dia para o outro. Ela tem início na família, contínua na comunidade e acompanha a pessoa por toda a vida.
 Por fim , um olhar especial aos nosso catequistas.
Nestes últimos anos tem-se falado em Catequese Renovada e muitos pontos positivos contribuíram para que ela assim fosse chamada. Percebemos que algumas propostas da Catequese Renovada estão muito visíveis: o uso da Palavra de Deus, a importância de ligar a fé com a vida, perceber e respeitar as situações dos catequizandos tais (interesses, jeito de viver, idade, cultura...), a preocupação em fazer uma catequese mais comprometida com a comunidade, envolvimento da família, o uso de uma metodologia mais criativa, dinâmica...
Estamos indo no caminho certo! Parabéns!

Comunicação SJO

domingo, 28 de maio de 2017

O casamento de Aline e Renato

Para os que estão inseridos nos meios comunitários católicos, certamente já ouviram críticas variadas sobre os casamentos, atualmente. A maior parte dessas críticas vai ao sentido de que as celebrações religiosas do casamento, em sua maioria, são meros eventos sociais, com fins outros que não a realização do sacramento. 
O valor sacramental, segundo a teologia católica, precisa ser, qualitativamente, associado, por meio de uma boa iniciação cristã, a esse passo, na liberdade, feito por duas pessoas.


Nesta perspectiva, muito bem lembrou Pe. Fernando durante a celebração  do casamento de Aline e Renato que ocorreu neste sábado,27 quando se referia a pureza no tempo do namoro ("olhos puros") que deve ser regrado na linha da castidade. Faz uma leitura do amor como acontecimento e é compreendido em uma perspectiva “pé no chão”. Nessa compreensão de amor, pensamos que uma relação que prospere no tempo se dá porque há uma decisão livre, responsável e honesta, celebrada cotidianamente.

sábado, 20 de maio de 2017

Família: Unidas pelo laço do Matrimônio

Em missa presidia pelo Padre Daniel, neste sábado,20/05 casais de nossa paróquia receberam uma benção especial pela passagem do aniversário de casamento.
Se o Senhor não construir a casa, é inútil o cansaço dos pedreiros. O homem pode trabalhar, mas é Deus quem edifica a sua família. Nós precisamos trabalhar e suar pelo amor; esse sentimento não é uma coisa que a gente recebe pronta, ele vai sendo construído por nós. Ele se alimenta, nasce, cresce, amadurece e se a gente não cuidar dele, ele morre.

É preciso trabalhar pelo amor se quisermos uma família consistente, nós precisamos suar a nossa camisa pelo amor. Nós trabalhamos sós que é Deus quem a [família] edifica; sem o Senhor o nosso esforço é em vão, porque por mais forte que seja o nosso sentimento [amor], ele é muito frágil, mas ganha uma força indescritível quando passa de amor humano para amor humano em Deus. Porque é o amor de Deus que passa pelo nosso coração, porque o Espírito Santo de Deus foi derramado em nossos corações, então nosso amor humano também é amor divino. E não amamos de qualquer jeito, nós amamos amparados pela graça do Alto, que é outra qualidade de amor. É amor humano que foi abrasado pelo amor de Deus. E ao amar honramos o compromisso que fizemos um ao outro.

Se amamos a nossa família, existe uma coisa que não pode faltar: não pode faltar o amor e não pode faltar Deus. A família é um dom de Deus, ela não é fruto da decisão humana, visto que não foi o homem quem a inventou, mas sim, Deus Pai.

Morre o diácono Benedito Pedro Toledo de Oliveira

É com muita tristeza que comunicamos a morte, há pouco, do Diácono Permanente Benedito Pedro  Toledo de Oliveira, da Paróquia São João Bosco do Parque Eloy Chaves, em Jundiaí.
O velório será na matriz da Paróquia São João Bosco, na Av. Benedicto Castilho de Andrade, 1091 – Parque Residencial Eloy Chaves, a partir das
2h ( madrugada deste domingo 21 de maio).
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, presidirá missa de corpo presente às 14h.
às 16h, o corpo será levado para a cidade de Cabreúva, onde será sepultado no Cemitério Municipal local.
Que Deus, em sua infinita bondade, possa confortar o coração de todos os familiares e dar forças para enfrentar esse momento.

Na certeza de que ele já está contemplando o Cristo que ele tanto amou e propagou face a face, rezemos.
Fonte: Jussane Cristina

domingo, 14 de maio de 2017

Francisco e Jacinta (Pastorinhos de Fátima) foram proclamados santos pelo Papa

Foi a primeira vez que uma canonização foi celebrada em Portugal e cerca de meio milhão de fiéis de todas as partes do mundo tomaram conta da esplanada diante do Santuário.

Papa Francisco canonizou os pequenos pastores Jacinta e Francisco Marto, que cem anos atrás, tiveram as visões e receberam a mensagem de Nossa Senhora. São as primeiras crianças não mártires santificadas pela Igreja.
Foi também a primeira vez que uma canonização foi celebrada em Portugal e cerca de meio milhão de fiéis de todas as partes do mundo tomaram conta da esplanada diante do Santuário. Muitos já estavam lá desde a noite de sexta-feira para garantir seu lugar na missa.
Ao chegar à Basílica de Nossa Senhora do Rosário, o Papa cumprimentou o sacerdote mais idoso de Portugal, de 104 anos, que viveu toda a história do Santuário, e rezou diante do túmulo dos pequenos irmãos, que morreram aos 9 e 10 anos.
No exterior, Francisco incensou a imagem de Nossa Senhora, em cuja coroa está encastrada a bala que atingiu o Papa João Paulo II no atentado sofrido na Praça São Pedro, em 13 de maio de 1981.
A missa, da qual participou também o menino brasileiro Lucas Batista, 9 anos, curado graças à intercessão dos pastorzinhos, teve início com o rito da canonização. O bispo de Leiria-Fátima, Dom Antonio Marto, pediu ao Papa que procedesse à canonização dos meninos e leu as suas biografias. 
Em sua homilia, proferida em português, o Papa começou relatando a primeira visão dos dois irmãos e da prima, Lúcia, naquela manhã de cem anos atrás e “a Luz de Deus que irradiava de Nossa Senhora e envolvia-os no manto de Luz que Deus lhe dera”.
“Fátima é sobretudo este manto de Luz que nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir, como ensina a Salve Rainha, 'mostrai-nos Jesus'. Queridos peregrinos, temos Mãe”.

Jornada Mundial da Juventude - Panamá 2019

É notícia!
Acaba de ser lançado para o mundo o Logo da Jornada Mundial da Juventude Panamá 2019.
Com o tema: "Eis  aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua Palavra."
O que vocês acharam? Gostaram?
Como estão os preparativos? Sua comunidade já iniciou a Campanha para o Panamá?

domingo, 7 de maio de 2017

Ecos de vocações!

Refrões vocacionais:


            “Poucos os operários, poucos trabalhadores e a fome do povo aumenta mais e mais. És o Senhor da messe, ouve esta nossa prece, põe sangue novo nas veias da tua Igreja!”

“Leva-me aonde os homens necessitam Tua Palavra, necessitam de força de viver; onde falte a esperança, onde tudo seja triste simplesmente por não saber de Ti!”

“Aonde mandar eu irei. Teu amor eu não posso ocultar. Quero anunciar para o mundo ouvir que Jesus é o nosso Salvador!”

“Eis-me aqui, Senhor! Eis-me aqui, Senhor! Pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor. Pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor, eis-me aqui, Senhor!”

“Tu és a razão da jornada, Tu és minha estrada, meu guia, meu fim. No grito que vem do teu povo, te escuto de novo, chamando por mim”

“Tenho que gritar, tenho que arriscar, ai de mim se não o faço! Como escapar de ti, como calar, se tua voz arde em meu peito? Tenho que andar, tenho que lutar, ai de mim se não o faço! Como escapar de ti, como calar, se tua voz arde em meu peito?”

Fragmentos da Oração Vocacional

Senhor da Messe e pastor do rebanho faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: “Vem e segue-me”. Derrama sobre nós o teu Espírito. Que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz.

Senhor, que a Messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão, ensina nossa vida a ser serviço, fortalece os que querem dedicar-se ao Reino na vida consagrada e religiosa.

Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres, diáconos e ministros. Dá perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja.


Missa do 4º. dom. da páscoa. Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 2,14a.36-41; 1Pedro 2,20b-25; João 10,1-10.

DOMINGO DO BOM PASTOR/DIA MUNDIAL DE ORAÇÕES PELAS VOCAÇÕES.

Há alguns anos houve uma expressão de Francisco que foi muito conhecida: “que os pastores tenham cheiro de ovelhas”.
“Cada vez que escutamos uma palavra que liberta, que salva, que reconforta, que dá esperança e vida, devemos seguir a voz de quem a profere. Mas quando ouvimos uma voz que julga, condena e exclui, há fortes indícios de que estamos na presença de um mercenário, de um falso pastor, de um ladrão ou de um salteador.”

Sejamos pastores que geram esperança naqueles que estão ao nosso lado, sem fazer distinções pessoais, culturais, religiosas, nacionalistas.

DOMINGO DO BOM PASTOR/DIA MUNDIAL DE ORAÇÕES PELAS VOCAÇÕES

"Qual a imagem que você tem em mente de um pastor?"

Lembremos o profeta Ezequiel, quando se dirige aos reis e os compara com pastores que enganam seu povo: “Ai dos pastores de Israel que são pastores de si mesmos!”. “Vocês bebem o leite, vestem a lã, matam as ovelhas gordas, mas não cuidam do rebanho. Vocês não procuram fortalecer as ovelhas fracas, não dão remédio para as que estão doentes, não curam as que se machucaram, não trazem de volta as que se desgarraram e não procuram aquelas que se extraviaram. Pelo contrário, vocês dominam com violência e opressão” (Ez 34, 3-4).
Pastores de si mesmos somente se interessam por aquilo que podem oferecer-lhes as ovelhas, seja a lã, o leite, a carne. Eles não cuidam do rebanho, somente o dominam com violência e opressão.
Esta referência a Ezequiel traz à memória alguns dos textos de Francisco quando recorda que “o mundo precisa de pastores que saibam tratar os outros com misericórdia, porque esta atitude pode mudar o coração das pessoas e deve ser o centro propulsor de toda ação pastoral e missionária (Texto completo: Francisco clama por uma Igreja cheia de “pastores que saibam tratar e não maltratar”).
Jesus continua dizendo que ele é a porta das ovelhas e através dela as ovelhas têm liberdade para entrar e sair e encontrarem pastagens. Mais adiante agrega “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”.
É um chamado não somente para ter presente que ele oferece a vida em abundância, mas também é um convite a ser portadores dessa vida para as pessoas que estão ao nosso redor.
Há alguns anos houve uma expressão de Francisco que foi muito conhecida: “que os pastores tenham cheiro de ovelhas”.
Para isso é preciso escutar a voz do pastor e ter um ouvido afinado, que se acostuma a distinguir porque conhece esse som dos que também o convidam continuamente a ir atrás dele.

Ouvir sua voz é conhecer aquilo que nos pede nesse pequeno sussurro interior e convida-nos a ser criativos e audazes no seguimento a Jesus. Numa comunidade não há pessoas a serviço de outras, senão que todas somos servidoras umas das outras.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Memória de São José Operário

1º de Maio: Dia do Trabalho "A atividade humana no mundo"

São José Operário-Padroeiro dos Trabalhadores

Por seu trabalho e inteligência, o homem procurou sempre mais desenvolver a sua vida.
Hoje em dia, porém, ajudado antes de tudo pela ciência e pela técnica, ele estendeu
continuamente o seu domínio sobre quase toda a natureza; e, principalmente, graças aos
meios de intercâmbio de toda espécie entre as nações, a família humana pouco a pouco se
reconhece e se constitui como uma só comunidade no mundo inteiro. Por isso, muitos bens
que o homem esperava antigamente obter sobretudo de forças superiores, hoje os consegue
por seus próprios meios.

Diante deste esforço imenso, que já penetra a humanidade inteira, surgem muitas perguntas
entre os homens. Qual é o sentido e o valor desta atividade? Como todas estas coisas devem
ser usadas? Qual a finalidade desses esforços, sejam eles individuais ou coletivos?

A Igreja, guardiã do depósito da palavra de Deus, que é a fonte dos seus princípios de
ordem religiosa e moral, embora ainda não tenha uma resposta imediata para todos os
problemas, deseja no entanto unir a luz da revelação à competência de todos, para iluminar
o caminho no qual a humanidade entrou recentemente.

Para os fiéis é pacífico que a atividade humana individual e coletiva, aquele imenso esforço
com que os homens, no decorrer dos séculos, tentaram melhorar as suas condições de vida,

considerado em si mesmo, corresponde ao plano de Deus.
Fonte:Trecho da Constituição pastoral Gaudium et spes sobre a Igreja 
no mundo contemporâneo, do Concílio Vaticano II

domingo, 30 de abril de 2017

Padre Daniel recebe cumprimentos das comunidades pela passagem de seu aniversário

Que Maria Santíssima interceda pelo nosso Pároco Pe. Daniel para que, como o santo Cura d'Ars ele cumpra com alegria a vontade do Pai, sobretudo nesses tempos modernos.

E que Cristo, que lhe conferiu, através do bispo a sua árdua tarefa, o faça imitar os Seus gestos e as Suas atitudes, tão cheios de amor para esse mundo que festeja triunfalmente a Sua entrada em Jerusalém e dias depois, O crucifica ao lado de dois bandidos. E Ele ainda pede ao Pai: "Pai, perdoa-lhes, não sabem o que fazem." 

Nesse sentido queremos cumprimentar  o Padre Daniel pela passagem de seu aniversário transcorrido ontem,29/04. Que seja sempre um padre dedicado que gaste a sua vida pelo Reino de Deus, e desejar que a graça do Espírito Santo ilumine sempre o seu agir sacerdotal na pessoa de Cristo para a santificação do povo Santo de Deus! Estamos rezando!
(Pastoral da Comunicação)

sábado, 22 de abril de 2017

Padre Daniel convida para Festa-19ª Festa de São José Operário

Venham todos para nossa festa em louvor a São José Operário. Parte religiosa com a novena e serviços de cantina e barracas. Tragam sua carteira de trabalho para serem abençoados todos os dias da novena.(Pe.Daniel)

sábado, 1 de abril de 2017

REGIONAL SUL 1 DISPONIBILIZA SUBSÍDIO PARA O DIA DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

A Pastoral da Comunicação do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) do estado de São Paulo, disponibiliza, o subsídio com a mensagem do papa Francisco para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, no próximo 28 de maio. O tema proposto para este ano é “’Não tenhas medo, que Eu estou contigo’ (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.
O 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado no dia 28 de maio, no domingo da Festa da Ascensão do Senhor. Para auxiliar na reflexão e vivência da data, oferecemos este subsídio com a mensagem do Papa Francisco, uma explicação e também a sugestão de um guia litúrgico. O tema deste ano é “’Não tenhas medo, que Eu estou contigo’ (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais, instituído pelo Concílio Vaticano II, por meio do Decreto Inter Mirifica (Entre as admiráveis invenções da técnica), é celebrado em muitos países, sob a recomendação dos bispos, entre a Ascenção e Pentecostes. No Brasil, a celebração coincide com a Festa da Ascensão porque esta Solenidade é celebrada no domingo.
Vivamos bem o 51º. Dia Mundial das Comunicações Sociais em nossas comunidades diocesanas e paroquiais! Que Nossa Senhora da Comunicação, e de todos os santos e santas de Deus, intercedam pelos nossos trabalho.
Dom Vilson Dias de Oliveira, DC

Bispo Diocesano de Limeira
Referencial da Pastoral da Comunicação do Regional Sul 1 da CNBB.

sábado, 18 de março de 2017

Comunidade Santa Cruz realiza mais uma edição da tradicional Bacalhoada/ 2017

No dia 2 de Abril, a partir das 11:30h, a Comunidade Santa Cruz estará realizando a já tradicional “Bacalhoada de Santa Cruz”.
O Valor da adesão do convite é de R$ 35,00 com opção de Marmitex no valor de R$30,00.Os convites encontram-se à venda na secretaria da Paróquia São José Operário. Maiores informações de vendas e reservas: (11)4581-3531 / 4581-9842.

 










Márcio Neves-Pascom

sábado, 11 de março de 2017

Conselho de Economia se reúne para conhecer novo regimento

Estiveram reunidos neste sábado 11 de Março na paróquia São João Bosco (Elóy Chaves), representantes do regional V que compõem os  Conselhos Paroquial e Comunitário de Economia e Administração (CCPEA e CCEA).
Na oportunidade, esteve ministrando o encontro o Moderador da Cúria Diocesana: Pe. Carlos José Viríllo que abordou a versão atualizada do Regime Dos Conselhos de Economia e Administração da Diocese de Jundiaí, onde cada representante recebeu o exemplar do referido Regimento. Os assuntos dessa reunião foram a apresentação da realidade econômico – administrativa da Cúria Diocesana e a apresentação do novo Regimento dos Conselhos de Economia e Administração.
Dentro da diversidade de realidades, foram esclarecidas várias dúvidas levantadas pelos presentes tal como possíveis lacunas que porventura não contempladas no Regime, ficando clara a necessidade dentro do sentido eclesial o cumprimento integral de tudo o que está contemplado no atual Regimento.
Importante salientar que este Regimento é fruto de um trabalho em comunhão com todos (trabalho em mutirão).
por Márcio Neves-Pascom

domingo, 5 de março de 2017

Caminho Neocatecumenal recebem a catequese de inicio de ano

Padre Fernando no momento das catequeses

Durante os meses de fevereiro e março, as comunidades do Caminho Neocatecumenal tem se organizado para receberem e consequentemente multiplicar as catequeses de início de ano. Neste ano, como num abrir de horizontes, após a Morte de Carmem Hernandes no dia 19 de Julho de 2016 o caminho se volta para refletir sobre o fundamento de suas origens. O relacionamento de amizade entre Kiko e Carmem, ao qual se somou Padre Mario Pezzi, foi o alicerce da nascitura obra do Caminho Neocatecumenal. Da periferia de Madrid, parte para o anúncio nas paróquias; da Espanha passa à Itália e a ação começa a se organizar com um verdadeiro catecumenato pós-batismal.

O Caminho Neocatecumenal se propôs, desde sua origem, como um caminho de iniciação à fé, assim, não é uma espiritualidade particular, mas um caminho de gestação, “um itinerário de formação católica, válida para a sociedade e para os tempos hodiernos” (João Paulo II, Carta “Ogniqualvolta”).
É um processo de amadurecimento da fé que reconstrói a comunidade cristã e esta se torna sinal para o mundo, resiste ao processo de secularização. Neste caminho de fé, rumo ao radicalismo do próprio Batismo, faz-se central a comunidade cristã e, como núcleo fundamental desta, a família. É no seio de uma comunidade cristã concreta que se faz, em primeira pessoa, uma experiência concreta e direta da vida cristã. Recebe-se uma palavra, que se faz liturgia, que cresce, pouco a pouco, em comunidade. Deus mesmo é comunidade de pessoas.