Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Outubro - Mês Missionário

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Palavra Partilhada: (8º Domingo do Tempo Comum - A)

Márcio Neves-Past. da Comunicação
Jesus continua sua catequese, nos ensinando, educando-nos para uma vida plena como cristão. O sermão da Montanha contido nos capítulos 5,6 e 7 de Mateus serve a todos de uma espécie de manual daquele que busca de fato levar adiante sua identidade e missão de cristão autêntico.
Assuma para você que lê este artigo neste momento como dever de casa, a leitura e meditação destes três capítulos citados acima.
No contexto de hoje, me fez lembrar muito um jovem chamado Francisco também conhecido como São Francisco de Assis que em sua trajetória experimentou de forma concreta em sua vida os ensinamentos do Evangelho de hoje. Quem conhece mais profundamente a história de São Francisco sabe a razão desta afirmação. Tudo isso para dizer a você que é possível viver esses ensinamentos. Difícil,mas não impossível.
Interessante perceber a simplicidade da pedagogia de Jesus para tratar de assuntos tão sérios de maneira tão simples e profunda, fazendo sempre o uso coisas ligado a natureza (as flores, as aves...).

A proposta parece irrealizável em nossos dias. Mas, por ser feito por Jesus continua válido ao menos como desafio quanto ao modo de viver de muitos de nós, incapazes de viver o presente por se tornar prisioneiro de preocupações.

Abraço fraterno a todos, sempre no carinho maternal de Maria:

Márcio Neves

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Conselho Econômico Paroquial define prioridades para 2017

Aconteceu neste sábado, 25 na paróquia São José Operário a primeira reunião do ano do Conselho sob comando do Padre Daniel. Trata-se de uma reunião onde são colocados e discutidos de forma coesa toda necessidade de infra-estrutura e novas aquisições para em benefício da Paróquia como num todo. A festa do Padroeiro São José Operário esteve em pauta e começa a ganhar atenção de todos.

O Conselho Econômico Paroquial para assuntos financeiros é um órgão consultivo, composto por membros leigos da comunidade paroquial que, assessorando o Pároco, entende-se como elo de efetiva co-responsabilidade e co-participação dos fiéis na administração dos bens temporais da Paróquia. O pároco é sempre o presidente a quem cabe na Paróquia o poder deliberativo nas questões financeiras. Mas, para o bom ordenamento de tudo o Pároco adota a postura de sempre ouvir e, quando possível, acatar o “parecer” do Conselho estabelecido.

Conselhos Comunitários (CCAE) começam as atividades de 2017

CCAE-Cristo Rei
A equipe que formam o CCAE (Conselho Comunitário da Ação Evangelização) da Comunidade Cristo Rei esteve reunida hoje pela manhã. São previstas conforme regimento pelo menos 4 reuniões anuais onde são colocadas todo andamento da vida da comunidade.
A presença do Padre Daniel tem animado as comunidades que visam cada vez mais uma comunhão maior com Paróquia em toda sua extensão.
O  árduo desafio para este ano é a aquisição de um espaço para construção da Capela Cristo Rei  fora do condomínio. Este ano a comunidade 18 anos de vida e este antigo sonho ganhou novo vigor com a vinda do padre Daniel. Lembrando também que esta foi uma exigência do Bispo Diocesano Dom Vicente em sua última visita pastoral.
A palavra "comunidade" diz que nós, os comunitários, os que se consideram participantes da comunidade, temos algo em comum e muito a nos doar pela Igreja. A pergunta que logo nos fazemos é: o que temos em comum, nós que vivemos e nos sentimos engajados numa determinada comunidade? Temos em comum uma tradição, com direitos e deveres, compromissos e orientações; temos em comum o Batismo que nos introduz no caminho da salvação (cf. Cl 1,21-23)

Nenhuma comunidade cristã, nenhuma Paróquia é uma ilha! Também não é um ‘gueto’ ou espaço de ‘privilegiados’. Ela é lugar de vida, espaço onde pessoas marcadas por virtudes e fragilidades buscam viver a fé, testemunhar o batismo, praticar o bem e a justiça, em comunhão com as demais comunidades e/ou Paróquias.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ano Mariano: Presidente da CNBB aponta três passos para vivenciar este acontecimento

Cardeal Dom Sérgio da Rocha-Presidente da CNBB
O Ano Mariano instituído pela CNBB começou em 12 de outubro de 2016 e segue até 12 de outubro de 2017 em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Segundo o presidente da CNBB, cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), três passos são essenciais para viver de forma plena o Ano Mariano.
O primeiro passo é recordar a história de Nossa Senhora agradecendo a Deus.
“Nós recordamos com louvor a Deus com gratidão os 300 anos, então isso é motivo de Ação de Graças, motivo de louvor de uma recordação alegre e agradecida”, colocou.
Cardeal Dom Sérgio da Rocha em inauguração do monumento dedicado aos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida na sede da CNBB em Brasília (DF).O segundo passo é celebrar, Dom Sérgio reforça que o Ano Mariano é um momento de crescer como discípulo de Jesus através de Maria.
“Celebrar, louvando a Deus pela presença de Nossa Senhora no ontem, no hoje da história do nosso povo. Nossa Senhora tão querida, Nossa Mãe e a ela nós voltamos o nosso coração nesse Ano Mariano para junto com ela aprender a seguir Jesus Cristo, ser discípulo, discípula. É um ano para crescer no discipulado, isto é, com Maria, nós vamos crescendo como seguidores de Jesus Cristo, seguindo seu exemplo, seus testemunho e confiando na sua intercessão”, afirma.
Para o Ano Mariano, Dom Sérgio ainda aponta que o terceiro passo é viver seguindo os exemplos de Maria.
“Esse é um ano também para se viver, ou seja, vivenciar a própria liturgia, o louvor a Deus no dia-a-dia da vida, imitando Nossa Senhora, sua atitude de louvor, Ela que rezou, que cantou e que nos ensina a fazer o mesmo, também a sua atitude de caridade, de misericórdia para com quem mais necessitava, como fez com Isabel e nas Bodas de Caná. Sua compaixão na hora da Cruz, Ela unida a Jesus. Então nós imitamos Nossa Senhora, permanecemos unidos a Jesus, mas também servindo os irmãos que mais necessitam”, indicou.
Em carta enviada aos bispos de todo o Brasil, a presidência da CNBB considera a celebração dos 300 anos “uma grande ação de graças”.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Artigo:Religiosidades pós-modernas

Amor ao próximo e renúncia ao status formam a base ética do cristianismo, em real oposição aos poderes do mundo: “entre vocês não deve ser assim...” (Mc 10,43).
A prática celebrativa da Igreja nascente manifestava que essa ética constituía o específico do cristianismo: “viviam unidos e tinham tudo em comum” (At 2,43). Liturgia e vida correspondiam, assim, a uma realidade intrínseca: aquilo que se celebrava no partir do pão correspondia ao exercício cotidiano dos seguidores e seguidoras do Ressuscitado. Ao passo que o cristianismo vai, cada vez mais, instituindo-se como religião, ele vai perdendo essa importante dimensão das origens, num processo de descaracterização de seu específico.
Atualmente, é próprio das religiosidades pós-modernas um acento subjetivista no culto e na maneira de viver a fé. As igrejas católicas e evangélicas cedem ao interesse emocional de seus fiéis, o que torna a ética uma realidade cada vez mais distante do testemunho de fé dos membros dessas igrejas. O individualismo tomou conta dos espaços de manifestação da fé: pessoas encontram-se semanalmente para as celebrações, mas sequer conhecem umas às outras, não se criam laços de pertença comunitária e de partilha de vida. A tendência, sempre maior, é de busca de refrigério para os males psíquicos e emocionais: importa, nesse caso, uma religiosidade com efeitos psicossomáticos. Não sem motivos, as missas de cura e libertação arrebanham uma massa sem fim de fiéis, que, se repararmos, nunca está devidamente curada e liberta.

Uma religiosidade que se diga cristã, vivida desse modo, nada tem dos valores fundamentais do cristianismo das origens. Essa é uma religiosidade apolítica, pois não nutre a convivência e a solidariedade entre os convivas que se reúnem ao redor da mesma mesa. Essa é uma assembleia que se esquece que o Reino é para todos, com sério comprometimento ético, e que por isso Jesus nos ensina a rezar Pai-nosso, insistindo em cantar “meu Pai, meu Pai, meu Pai do céu”, com os olhos vertendo lágrimas e o coração anestesiado. Sem o comprometimento ético com aqueles que fazem coro à nossa voz e professam a mesma fé, a ética que devemos viver no cotidiano, em atenção a todos e todas, não é possível. Isso porque uma religião que se pretenda cristã, que não gere imperativos éticos, na realização da verdadeira Política, não passa de magia: os fiéis, clientes buscando experiências pessoais de satisfação; os líderes religiosos, magos que ofertam um serviço, ao gosto dos clientes. Mas não nos enganemos: “comungar é tornar-se um perigo”, já cantava a velha canção.

12 anos da morte de Irmã Dorothy

Há 12 anos da morte de Irmã Dorothy, Anapu recorda sua mártir

O sangue do martírio escorria pelo solo sagrado da Amazônia que, durante quase 40 anos, a missionária das Irmãs de Nossa Senhora de Namur ajudou a defender.
As comunidades de Anapu, no sudoeste do estado do Pará, se reuniram domingo (12/02) para recordar a morte de irmã Dorothy Stang, assassinada em um assentamento. A missionária foi morta na manhã de 12 de fevereiro de 2005 com seis tiros à queima-roupa, em uma localidade a 40 km de Anapu.
A irmã, de 73 anos, nascida nos EUA mas naturalizada brasileira, pertencia à Congregação de Notre Dame. Estava presente na Amazônia desde a década de 70, junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu e acompanhou com determinação e solidariedade a vida e a luta dos trabalhadores do campo, sobretudo na região da Transamazônica. Seu trabalho focava-se também na minimização dos conflitos fundiários na região.
O número de homicídios por conflitos rurais no Brasil em 2016 chegou a 73, a maioria deles ocorrida no Norte do país, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, CPT.  O incremento desta violência se deve à competição cada vez mais acirrada por recursos como lenha e água no campo da mineração.
Os cinco envolvidos no assassinato de Irmã Dorothy foram condenados e cumprem pena. Somente Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos