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Compromisso de todo Cristão

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sábado, 15 de julho de 2017

Em andamento na Paróquia as catequeses para formação de novas comunidades Neocatecumenais


ECC-CONVIDA:


Congresso de Seminaristas reflete missionariedade a partir da figura de Maria

Padres, bispos e religiosos já passaram pelo Congresso, que, este ano, traz como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
Entre os dias 30 de junho e 04 de julho, cerca de 90 futuros presbíteros de todo o Estado de São Paulo estiveram reunidos no Seminário Missionário Bom Jesus, em Aparecida, para o 3º Congresso Missionário de Seminaristas. Representantes de 30 dioceses e 02 Congregações Religiosas participaram do encontro, que trouxe como tema “Presbíteros missionários, com Maria, fazendo o que Ele nos disser”.
O evento foi realizado pelo Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE) do Regional Sul 1 da CNBB e teve como objetivo aprofundar o estudo sobre as dimensões da formação presbiteral (espiritual, intelectual, pastoral, humano-afetiva e comunitária), como indicam as Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil.
O encontro contou com a presença de diversos conferencistas: Dom Orlando Brandes (arcebispo metropolitano de Aparecida), Dom João Inácio Müller (bispo diocesano de Lorena), Pe. Jaime Luiz Gusberti (secretário executivo do Centro Cultural Missionário), Pe. Everton Aparecido da Silva (assessor do COMIRE Regional Sul 1), Pe. Tarcisio Marques Mesquita (coordenador do Secretariado de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo), Pe. Gianpietro Carraro (Missão Belém), Pe. José Adalberto Vanzella (Faculdade Dehoniana de Taubaté), Frei Luiz Boccato de Almeida (PUC Ipiranga) e Irmã Maria Inês Ribeiro Vieira (presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil).
 Neste ano fez-se um gesto concreto no congresso. Os seminaristas foram motivados a trazer ao congresso livros de conteúdo filosófico e teológico, que serão enviados à diocese de Pemba, no Moçambique, para a formulação da biblioteca do seminário local.

O encerramento do Congresso se deu com a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes. Os seminaristas foram enviados de volta às suas Dioceses, paróquias e seminários, a fim de colocarem em prática o que foi abordado ao longo destes dias de encontro
Fonte: Assessoria de Imprensa do COMISE – Regional Sul 1

Igreja do Brasil se prepara para o Ano do Laicato para novembro deste ano

Dom Severino Clasen (Presidente da Comissão
 Episcopal Especial para o Ano do Laicato)
A Igreja no Brasil vai celebrar, no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”. Na segunda reunião ordinária do Conselho Permanente deste ano, realizada de 20 a 22 de junho, foi apresentado o projeto preparado pela Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato e em breve as Dioceses e Prelazias receberão as orientações metodológicas de como se preparar e celebrar em suas comunidades.
O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14. Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen (foto), presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, pretende-se trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”, disse o bispo.
Segundo a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil e integrante da Comissão, Marilza Lopes Schuina, as Dioceses receberão uma proposta a partir da qual, recomenda, tenham toda a liberdade para usar a criatividade ao planejar e vivenciar as ações locais.
O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.
Documento nº 105

Pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.
A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações.
Segundo o presidente da comissão, dom Severino, espera-se que este ano traga um legado para a Igreja missionária autêntica, com maior entusiasmo dos cristãos leigos e leigas na vida eclesial e também na busca da transformação da sociedade. “Eu acredito que se conseguirmos estimular a participação e presença efetiva dos cristãos leigos na sociedade provocando que aconteça a justiça e a paz, será um grande legado”, disse o bispo.
fonte: CNBB


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Catequeses do Caminho Neocatecumenal na paróquia São José Operário

Neste sábado, 08 pela imposição das mãos do Pároco Pe. Daniel foram enviados os catequistas da segunda comunidade que irão conduzir as catequeses para formação de novas comunidades.

O Caminho Neocatecumenal, que já formou oito comunidades na Paróquia São José Operário, iniciará Novas Catequeses. O itinerário de iniciação cristã e formação permanente na fé são abertos a jovens, a partir de 14 anos, e adultos. Os Encontros começaram no dia 13 de Julho, às 20h00min, no Salão Catequético (inferior). Não há pré-requisitos, então todos aqueles que desejarem pode comparecer, mesmo que não tenham participado das catequeses anteriores. O Salão Catequético fica na Rua Maestro Paulo
Mário de Souza nº284 Parque Brasília.

sábado, 8 de julho de 2017

Silêncio antes do inicio da Celebração:A eficácia espiritual da missa pode depender do seu silêncio

A importância do templo
Antes da própria celebração é louvável observar o silêncio na igreja, na sacristia e nos lugares que lhes ficam mais próximos, para que todos se preparem para celebrar devota e dignamente os ritos sagrados (n. 45).
Infelizmente, "no contexto atual, o silêncio não é valorizado e se torna difícil colocá-lo em prática, inclusive na igreja entre aqueles que se dizem estar a tantos anos na Igreja, e a educação para o silêncio litúrgico deve ser retomada com constância e determinação".Não raro, vemos situações em que o momento que antecede o início da celebração, o interior do Templo parece mais “uma feira livre”,onde chegamos ao ponto de ter a intervenção de alguém que venha "pedir" com o uso do microfone para que se façam silêncio.

Para distinguir o ambiente de silêncio do da conversação e do encontro fraterno, "a arquitetura eclesiástica clássica outorga primeiro o vestíbulo da igreja e mais adentro o templo, que é o lugar de mediação e de passagem entre o culto do templo e o tumulto do mundo".
"No templo, a devoção do coração e o encontro adorador com Deus se traduz nessa ‘sóbria exaltação do Espírito’ que invade os fiéis no êxodo da assembleia santa, onde recebem a Palavra que salva e o Pão da vida eterna: uma fraternidade regenerada, que do lugar santo se expande para o mundo."
Também se deve guardar, nos momentos próprios, o silêncio sagrado, como parte da celebração. A natureza deste silêncio depende do momento em que ele é observado no decurso da celebração. Assim, no ato penitencial e a seguir ao convite à oração, o silêncio destina-se ao recolhimento interior; a seguir às leituras ou à homilia, é para uma breve meditação sobre o que se ouviu; depois da Comunhão, favorece a oração interior de louvor e ação de graças.

Os 3 tipos de silêncio

Sobre esta base teológica, a Igreja prevê mais de um tipo de silêncio: "O silêncio preparatório para uma celebração (para os ministros na sacristia e para os fiéis na nave); o silêncio ritual para realizar juntos os gestos e pronunciar as orações estabelecidas, mas também para interiorizar os conteúdos da Palavra proclamada e dos sinais santos presentes nos mistérios sagrados; e o silêncio posterior à celebração, para não dispersar imediatamente a intensidade do recolhimento interior".



Igreja quer ouvir os jovens: saiba como colaborar com o Sínodo dos Bispos de 2018

Em 2018, será realizada a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. No processo de preparação, ocorre a fase de consulta, quando o povo de Deus pode enviar contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé. O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, explica como os jovens brasileiros podem participar.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibilizou desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Para dom Vilsom Basso, “é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”. Ele explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro. Até 31 de julho, serão recebidas as respostas dos jovens pelo e-mailsynodus@cnbb.org.br
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
A terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.

Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017
fonte:http://cnbb.net.br


Semana Jovem na paróquia começa nesta segunda,10/07. Participem!!!

Não tenhais medo! Abri as portas a Cristo!
“Pedro veio para Roma! E o que foi que o guiou e o conduziu para esta Urbe, o coração do Império Romano, senão a obediência à inspiração recebida do Senhor? Talvez aquele pescador da Galileia nuna tivesse tido vontade de vir até aqui. Talvez tivesse preferido permanecer, lá onde estava, nas margens do lago da Galileia, com a sua barca e com as suas redes. Mas, guiado pelo Senhor e obediente à sua inspiração, chegou até aqui!
Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso!
 Não tenhais medo! Cristo sabe bem "o que está dentro do homem". Somente Ele o sabe!
Hoje em dia é freqüente o homem não saber o que traz no interior de si mesmo, no mais íntimo da sua alma e do seu coração, Freqüentemente não encontra o sentido da sua vida sobre a terra. Deixa-se invadir pela dúvida que se transforma em desespero. Permiti, pois – peço-vos e vo-lo imploro com humildade e com confiança – permiti a Cristo falar ao homem. Somente Ele tem palavras de vida; sim, de vida eterna...”

 Esse trecho da homilia do Santo João Paulo ll no início do seu Pontificado em 22 de Outubro de 1978 parece ser a inspiração para a Grande Semana Jovem da Paróquia São José Operário que começa nesta segunda 10/07. Uma palavra se faz necessário nesse momento em que voltamos nosso olhar sobre nossa juventude Operária: “Caríssimos jovens, viver o Evangelho é sem dúvida uma tarefa exigente, mas só com Cristo é possível edificar de maneira eficaz a civilização do amor”. Coragem a todos e ótima semana!
(Comunicação SJO)

Igreja no mundo: Papa Francisco em assuntos delicados da atualidade

O Papa Francisco advertiu os líderes das 20 maiores economias mundiais reunidas em Hamburgo contra a formação de alianças perigosas e distorcidas que poderiam prejudicar os pobres e migrantes, reportou o jornal italiano La Repubblica no sábado.
"O G20 me preocupa, ele atinge os migrantes em países da metade do mundo e os atinge ainda mais com o passar do tempo", disse o Papa em uma conversa com o fundador do papel, Eugenio Scalfari, segundo o jornal.
Francisco, o primeiro papa não-europeu em 1.300 anos, disse ter medo de "alianças muito perigosas entre os poderes (estrangeiros) que têm uma visão distorcida do mundo: América e Rússia, China e Coreia do Norte, (Vladimir) Putin e (Bashar al-) Assad na guerra na Síria".
Ele disse que o maior perigo diz respeito à imigração, com "os pobres, os fracos, os excluídos e os marginalizados" justapostos com "aqueles que ... temem a invasão de migrantes".

Os países da União Européia estão em desacordo sobre como lidar com um grande fluxo de migrantes, muitas pessoas fugindo de guerra e da pobreza na Síria, Afeganistão e outros países.Além de resolver as diferenças sobre o comércio e as mudanças climáticas, Angela Merkel, chanceler do país anfitrião do G20, na Alemanha, deverá liderar as discussões sobre essa questão.

Um olhar sobre a CF-2017

O Pantanal e o Pampa são cenários naturais que marcam o Brasil. É sobre o compromisso do cidadão com o meio ambiente e, especificamente, com os biomas brasileiros que a Campanha da Fraternidade trabalha no ano de 2017. Trata-se de uma consequência lógica da Igreja Católica no Brasil, dentro do perfil ambiental do país, de dar continuidade à proposta e ao alerta do Papa Francisco contido na Encíclica Laudato Si de 2015 quanto à emergência no cuidado e na mudança dos padrões de conduta de todas as pessoas do mundo e não somente dos Católicos, em relação aos bens naturais do planeta Terra.
O território nacional possui 6 biomas que lhe são característicos: caatinga, cerrado, mata atlântica, amazônia, pantanal e pampas. Não há dúvidas, porém, de que os dois últimos despontam no quesito integração. Reúnem, harmonicamente, na sua essência e na forma integrada defendida pela Campanha da Fraternidade, a biodiversidade (elementos naturais), a paisagem e a cultura.
Não há quem não tenha em mente o crepúsculo pantaneiro com o levantar vôo de um Tuiuiú, ave símbolo do pantanal matogrossense que, juntamente, com outras 450 espécies tornam a região, local de interesse mundial para o estudo da biodiversidade. Situação semelhante ocorre nos campos (limpos e sujos na conformidade da quantidade de arbusto localizados primordialmente no leito dos rios) do território gaúcho. Nele encontram-se 500 espécies de aves e mais de 100 espécies de mamíferos que compõem com as gramíneas, o complexo existente nas planícies marcadas por coxilhas no sul do país.
Diante de tal contexto é imprescindível que todos os grupos, não só os que se vinculam à Campanha da Fraternidade, cada um com suas filosofias particulares, reúnam esforços, para proteger aquilo que é de todos e de responsabilidade de todos como descrito no art. 225 da Constituição da República. O meio ambiente e a paisagem são direitos, deveres, história, memória... são a vida humana em diversas cores e contornos.
São nos biomas que vivemos e neles nos identificamos como seres humanos no tempo e no espaço, neles estarão o legado de toda a existência!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Para o bem da Igreja: Santas Missões Populares

O que são missões populares?
As Santas Missões são uma experiência profunda e viva de Deus no coração das massas. É um jeito, uma iniciativa que uma comunidade toma para firmar e fortalecer a sua própria fé e, também, uma maneira de se conscientizar: um jeito novo de evangelizar hoje. “O nosso batismo nos põe em movimento. A nossa vida é para ser gasta em direção dos outros: Ide pelo mundo inteiro...”
Santas:
Porque são inspiradas na missão de Jesus de Nazaré, possibilitando “uma experiência profunda, existencial, envolvente com a Trindade Santa, fonte de vida e liberdade”.
Porque é um tempo de graça, “tempo favorável por excelência, o dia da salvação” (2Cor 6,2).
O nome "Missão":
Porque é um tempo de andar, de sair, de ser enviado. Não para transmitir um conhecimento doutrinário-teórico sobre Deus. É, sim, um tempo especial de graça para ajudar a ver, conhecer e seguir Jesus Cristo “Caminho, Verdade e Vida”.
Missão é viver em comunhão; é com-paixão, solidariedade e salvação.
A missão é necessária porque há ainda muitas pessoas excluídas do banquete do Reino de Deus, da Festa (cf Lc 14,15-24 ).
Populares:
Porque acontecem no meio do povo e com o povo e a partir de sua realidade, de seus anseios e clamores.
Porque o povo, a comunidade local, formada de homens e mulheres, jovens e crianças, é convidada a ser o sujeito histórico desta mesma missão.
Porque são todos convidados à conversão de vida e para a transformação da realidade segundo a opção e proposta de Jesus no Sermão da Montanha.


sábado, 1 de julho de 2017

ECC-Encontro de Casais com Cristo prepara novo encontro-Saiba mais sobre o ECC

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é "ser Igreja hoje" e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocações. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12 / DN-pág. 13)
Como nasceu?
O ECC nasceu da inquietude de um sacerdote, Pe. Alfonso Pastore, que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.
Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador, "começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade".
O ECC hoje
O ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).
O ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como “Igrejas Domésticas”, “Formadoras de Pessoas”, “Educadoras na Fé” e “Promotoras do Desenvolvimento”, tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, pois o “FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA”.
Objetivos pastorais do ECC
O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.
Desenvolvimento
O ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.
• 1ª ETAPA
É o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.
• 2ª ETAPA
Esta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é “ser Igreja no mundo de hoje”.
• 3ª ETAPA
Esta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser “pessoa” e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o “ser” e não para o “ter”.
Espírito do ECC
O ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um “SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA”. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que “quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma”. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.
A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos:
a) DOAÇÃO – essência da vida cristã;
b) POBREZA – atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;
c) SIMPLICIDADE – atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros;
d) ALEGRIA – nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro;
e) ORAÇÃO – é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.
Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.