Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Diocese prepara curso "A Missão do Cristão na Política"

A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política, está nos preparativos finais do curso “A Missão do Cristão na Política”. Os objetivos do curso são os de levar ao conhecimento dos participantes as propostas pastorais da igreja em diversos segmentos da sociedade, facilitando a atuação política dos cristãos.
De acordo com informações do coordenador diocesano da Pastoral Fé e Política, Claudio Nascimento, todos os presidentes de partidos políticos das 11 cidades do território da Diocese, receberão convites para participação no curso.
Ele informou que de acordo com o trabalho desenvolvido na Diocese pela Pastoral Fé e Política, a exemplo de anos anteriores quando próximo ao período eleitoral sempre a igreja dedica atenção aos candidatos, o curso é voltado para eles.
O propósito é de que o maior número possível de candidatos às próximas eleições municipais, nas 11 cidades participem do curso. Para facilitar esta participação, existe toda uma logística que vai depender do número de inscrições.
Na programação consta:
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Estes locais estão sujeitos a serem modificados de acordo com o numero de inscrições. Os assuntos a serem abordados são: Reforma Política, Lei da Ficha Limpa e Lei 9840, Ser um Parlamentar Cristão e a Serviço da Vida, As encíclicas do Papa Francisco “A alegria do Evangelho” e “Louvado Seja”, bem como as recentes manifestações populares pelo Brasil.
Os materiais e subsídios didáticos para o curso serão de documentos da CNBB sobre política, Doutrina Social da Igreja, Textos Bíblicos, temas da Campanha da Fraternidade e outras publicações referentes ao tema.
Breve serão divulgadas informações sobre as inscrições.

Reinaldo Oliveira

Tradicional Bacalhoada na Capela Santa Cruz



VEM AÍ...
Tradicional bacalhoada na Comunidade Santa Cruz.
Adquira logo seu convite.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Campanha da Fraternidade em evidencia nas comunidades

Na Quaresma, a Igreja também reflete sobre as práticas que nos levam às mudanças no modo de pensar e agir. No Brasil, a CNBB apresenta aos fiéis a Campanha da Fraternidade como proposta evangelizadora em preparação para Páscoa. A CF "tem a missão de despertar o espírito comunitário e cristão, educar para a vida em fraternidade; e renovar a consciência da responsabilidade social". Neste ano a CF é ecumênica e trata do tema "CASA COMUM: NOSSA RESPONSABILIDADE" com o Lema "Quero ver o direito brotar como fonte e correr qual riacho que não seca” (Am5, 24). Hoje precisamos de quem realmente promova, defenda e viva os valores humanos e sociais, com a ação de implantar a verdade na família, na comunidade e sociedade. Isso faz a pessoa até enfrentar corruptos e imorais que ofendem o bem do ser humano.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

1º Domingo do Mês: Um olhar sobre nosso Seminário Diocesano

 No início deste mês de Fevereiro,reservamos um momento especial de orações e preces a todos os seminaristas, refletindo sobre a conclusão do Ano da Vida Consagrada

Aliás, no encontro que teve com os consagrados por ocasião do evento conclusivo deste Ano, realizado na segunda-feira passada,Papa Francisco falou justamente destes desafios, sublinhando três aspectos: a profecia, a proximidade e a esperança.
“A profecia é dizer às pessoas que existe um caminho de felicidade, grandeza, uma estrada que nos enche de alegria, que é o caminho de Jesus. “A vida consagrada deve conduzir à proximidade com as pessoas, proximidade física, espiritual, conhecer as pessoas”. E o primeiro próximo de um consagrado é precisamente seu irmão e irmã de comunidade. É na comunidade que se deve evitar “o terrorismo das fofocas”, a intriga cai como uma “bomba”, é fazer “guerra”, advertiu.
Falando da esperança, o Papa citou a queda das vocações, e questionou: “Por que o ventre da vida consagrada se torna tão estéril?” A solução, afirmou, não é a inseminação artificial, mas a oração. E fez uma menção especial às mulheres, às consagradas: “O que seria da Igreja sem as freiras?”. De fato, as consagradas na Igreja são proporcionalmente 10 vezes mais que os consagrados.
Mas o que fica então deste Ano dedicado à Vida Consagrada? Fica a consciência clara dos obstáculos a serem superados. O seu reconhecimento já é um caminho para solucioná-los. Agora é tempo de discernimento. E há pessoas aqui no Vaticano que estão trabalhando para isso.
Mas fica também o agradecimento a esses homens e mulheres de fronteira, a esses combatentes silenciosos que estão sempre na linha de frente nas periferias existenciais e geográficas, que dão a vida pelos outros.
Nós aqui do Programa Brasileiro somos testemunhas deste trabalho, ao dar voz a esses incansáveis missionários.

Francisco aos consagrados recordou sua verdadeira missão: uma missão feita de cotidianidade, de trabalho diário, árduo, “de sujar as mãos”. O que conta, disse ele, é como viver esses dias: com esperança, fazendo memória do primeiro chamado, do amor com o qual foram escolhidos pelo Senhor, e, assim, semear o bem. “Continuar”, disse o Papa. “A espinha dorsal da vida consagrada é a oração. E assim envelhecer, mas envelhecer como o bom vinho!”

Conselhos Comunitários (CCAC) realizam primeira reunião de 2016

O Conselho Comunitário da Ação Evangelizadora (CCAE) das comunidades de nossa paróquia começam a se reunirem para a primeira reunião do ano durante este mês de fevereiro. Tais Conselhos se reúnem ordinariamente, pelos menos, quatro vezes por ano, ou segundo a necessidade da Comunidade, em datas já fixadas no Calendário Paroquial Anual da Paróquia. São Membros do (CCAE):
1-O pároco;
2-O Coordenador da Comunidade;
3-O Diácono;
4-O Coordenador das pastorais;
5-O representante do Conselho Econômico Comunitário.
Neste  sábado, 06 ressaltou-se a presença do Padre João na reunião juntamente com o Conselho da Comunidade Cristo Rei e assim deverá ser em todas as comunidades.

Focou-se nesta primeira reunião a importância de um bom ambiente de trabalho pastoral valorizando o trabalho em grupo de pessoas com habilidades complementares que trabalham em conjunto em unidade com o pároco para alcançarem um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis. Uma equipe de trabalho poderá atingir alto nível de desempenho em termos de produtividade e qualidade, desde que seus membros sintam satisfação com suas tarefas e sua comunicação com o pároco seja adequadamente eficaz. É preciso ter objetivos e metas comuns para alcançar os resultados esperados. O despertar de novas lideranças passa ser prioridade para este ano na Comunidade.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Festa da Conversão de São Paulo: Arquidiocese celebra seu Patrono e os 462 anos da cidade de São Paulo

A Arquidiocese de São Paulo celebrou solenemente o seu Patrono nesta segunda-feira, 25, festa da Conversão de São Paulo, Apóstolo. Nesta data, comemora-se também os 462 anos de fundação da capital paulista.
A Catedral da Sé estava lotada para a missa presidida pelo arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos bispos auxiliares da Arquidiocese, sacerdotes, bispos das igrejas católicas de rito oriental e com a presença de líderes cristãos ortodoxos e de outras tradições religiosas.
Também estavam presentes na celebração o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhados de suas esposas, além de representantes das forças armadas e demais instituições.

Na homilia, Dom Odilo manifestou a alegria da Igreja em celebrar a festa da Conversão apóstolo São Paulo. “De perseguidor de Cristo e dos cristãos, ele se tornou um ardoroso discípulo e missionário de Jesus Cristo, depois de haver experimentado pessoalmente que Deus foi paciente e misericordioso para com ele”, afirmou.
fonte:http://www.arquisp.org.br/

domingo, 24 de janeiro de 2016

Divulgada Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: Comunicação e Misericórdia

Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01), na Sala de Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo».
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Ano da Misericórdia na Diocese de Jundiaí

Abertura das Portas da Misericórdia
13 de Dezembro de 2015, às 18h30:
Catedral Nossa Senhora do Desterro – Jundiaí
27 de Dezembro de 2015, às 11h:
Santuário Diocesano Bom Jesus de Pirapora – Pirapora do Bom Jesus.
6 de Janeiro de 2016, às 19h30:
Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus – Itu.
Por ocasião do Ano Jubilar, se concede indulgências aos fiéis que cumprirem as exigências. (Mais informações na sua paróquia).
Calendário de Atividades
Toda 1ª sexta-feira: Propagar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, com a Missa, Terço da Misericórdia e outras atividades devocionais (cf. programação paroquial).
24 horas para o Senhor – dias 4 e 5 de março: nos locais das Portas da Misericórdia, com orações, adoração ao Santíssimo Sacramento e Plantão do Sacramento da Reconciliação com os missionários da misericórdia (confessores) (cf. a programação local).
Plantão da Misericórdia: com o Sacramento da Reconciliação em todas as paróquias no tempo da Quaresma (cf. programação paroquial).
Dia da Divina Misericórdia – 2 e 3 de abril: Missa da Divina Misericórdia e outras Celebrações (cf. programação paroquial).
Dia da Santificação dos Sacerdotes – 3 de junho, às 10h, Missa no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu, presidida pelo Bispo Diocesano e concelebrada pelos sacerdotes.
Peregrinação Especial ao Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus são convidados todos os fiéis, em especial os membros do Apostolado da Oração.
Novena Mariana da Misericórdia – 2 a 12 de outubro: No Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, Vila Rami, em Jundiaí.


Campanha para Evangelização 2015

Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016, a Campanha para a Evangelização (CE) 2015 traz como lema “Sede Misericordiosos”. A iniciativa, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), completou 17 anos  a  serviço  das atividades pastorais da Igreja.
A Campanha começou na Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, 22 de novembro, e se estenderá até o terceiro domingo do Advento, 13 de dezembro. É articulada pela Comissão Episcopal para a Campanha para a Evangelização da CNBB.
Este ano, a mobilização nacional promoverá iniciativas que visam refletir com a comunidade sobre a importância da acolhida e do perdão. “Queremos, pois, destacar que Evangelização e Misericórdia são duas faces de uma mesma ‘moeda’: evangelizar  é  anunciar a misericórdia divina; fazer experiência dessa misericórdia é entrar no coração do Evangelho”, explica  o  Arcebispo  de  Salvador  e vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger.
O lema escolhido também volta-se para  o  tempo  litúrgico  do Advento, período de preparação para o Natal, e início  do   Jubileu da Misericórdia. “É preciso levar em conta que no dia 8 de dezembro, o papa Francisco abrirá o Ano da Misericórdia. No domingo seguinte, quando este mesmo Ano Jubilar estiver sendo aberto nas dioceses, estaremos no ponto alto da Campanha para a Evangelização” comenta Dom Murilo.
Coleta nacional
Criada em 1998 pela CNBB, a Campanha para a Evangelização mobiliza, anualmente, as comunidades a assumirem a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil.  Dentre os vários serviços prestados pela CNBB, a CE constitui-se em uma atividade de evangelização às comunidades.

O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 13 de dezembro.  A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35%, para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com

domingo, 6 de dezembro de 2015

Em preparação para evento nacional do movimento ‘Encontro de Casais com Cristo’, a paróquia São José Operário acolheu a imagem da padroeira do Estado de Minas Gerais.

Por ocasião do XXI Congresso Nacional do Encontro de Casais com Cristo (ECC), que acontecerá na Arquidiocese de Belo Horizonte de 22 a 24 de julho de 2016, a Paróquia São José Operário de Jundiaí recebeu no último final de semana do mês de novembro em suas comunidades a imagem peregrina de Nossa Senhora da Piedade,padroeira da Arquidiocese mineira


“Rezemos pelo ECC e pelo trabalho deste movimento”.

Ser Diácono: Comunidade homenageia Diácono Dirceu

Em celebração presidida pelo Diácono Dirceu,( 2ºDomingo do Advento), a comunidade Cristo Rei preparou um pequeno momento para homenagear e refletir sobre a importância do Diácono na comunidade. Momento este oportuno para lembrar com gratidão por todos os que por aqui passaram.
Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja restaurou o diaconato como grau Permanente do Sacramento da Ordem. Não aboliu o celibato, mas permitiu que homens casados pudessem ser ordenados diáconos, deixando, assim, o seu estado laical, e passando a fazer parte do clero diocesano, compondo a estrutura hierárquica da Igreja (bispos-presbítero-diácono).
É importante notar que a vocação diaconal surge, concretamente, no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 6, a partir do versículo 1. Nesta passagem encontramos a instituição dos sete primeiro diáconos, que tiveram como missão servir às viúvas e órfãos dos cristãos de origem grega. Foram instituídos para manter a unidade e a paz dentro da comunidade dos seguidores de Jesus.

A motivação teológico-espiritual do diaconato vem de Jesus que se apresentou como o servidor no meio de todos. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve (Lc. 22,27)”. Em outra passagem, “porque o Filho do Homem não veio para ser servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de muitos” (Mc 10,45//Mt 20,28). E o Lava Pés, último gesto de serviço, Jesus afirmou: “pois bem, eu que sou o Mestre e o Senhor lavei os pés uns dos outros. Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13,14-15). Esta deve ser a perspectiva de todo aquele que se apresenta para ser diácono: o serviço. Todo vocacionado ao diaconato deve ter diante de si a capacidade de se colocar no lugar de quem serve.
Ao acolher aqueles que buscam colocar sua vida a serviço da comunidade local e da Igreja como diáconos permanentes, destaca-se alguns pontos de discernimento para esta vocação específica.
O processo de discernimento vocacional deve levar em consideração quatro critérios objetivos: pessoais, eclesiais, familiares, comunitários (cf.Documento 96 da CNBB – “Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil – Formação, Vida e Ministério”. n. 135-147).
Quanto aos critérios pessoais, deve-se observar “saúde; idade canônica para ordenação (25 para solteiros e 35 para casados); situação civil e profissional; capacidade de liderança; autocrítica e interesse pela formação permanente”.
Os critérios eclesiais referem-se à atividade pastoral desenvolvida pelo candidato dentro da Igreja. Deve apresentar “maturidade na fé; ter uma visão da Igreja solidária com a realidade atual; capacidade para ouvir, dialogar e acolher; vida sacramental; espírito de oração e de contemplação; espírito de serviço, principalmente aos mais pobres; interesse pelo estudo da Palavra de Deus e da doutrina da Igreja”.

Em relação aos critérios familiares, se o candidato for casado, deverá a esposa dar o seu consentimento e aceitação, bem como os filhos; ter estabilidade na vida matrimonial; mínimo de cinco anos de vida matrimonial.

Os critérios comunitários devem contemplar: a “consciência de que será diácono da Igreja e não de um grupo ou comunidade determinada; engajamento pastoral de cinco ano ou mais; visão do ministério como dom e serviço; união com os bispos-presbíteros-diáconos; visão de pastoral de conjunto; abertura missionária; aceitação pela comunidade e pelo presbítero.

sábado, 5 de dezembro de 2015

CELEBRAÇÕES: ESCALA DE DEZEMBRO - 2015

ESCALA DE DEZEMBRO - 2015

DATA
LOCAL
HORÁRIO
MISSA/CELEBRAÇÃO
PRESIDENTE
TER
1
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
2
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
2
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
3
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
4
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
STA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
5
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
PADRE JOÃO ESTEVÃO
SAB
5
MATRIZ
15:00
CASAMENTO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
DOM
6
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
YUCA
DOM
6
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
6
MATRIZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
DOM
6
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
6
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
SEG
7
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
8
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
YUCA
QUI
10
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
11
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SAB
12
MATRIZ
18:30 - 20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
12
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
GERSON
DOM
13
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
SANTA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
14
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
TER
15
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
16
MATRIZ
19:30
celebração/penitencial
padres
QUA
16
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
17
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
18
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
19
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
19
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
19
SÃO GABRIEL
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
19
STA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
NENE
SAB
19
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
20
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
20
CRISTO REI
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
20
MATRIZ
09:30 - 19:00
MISSA/BATIZADO
PADRE JOÃO
DOM
20
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEG
21
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
22
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
23
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
23
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
24
CRISTO REI
19:00
CELEBRAÇÃO
GERSON
QUI
24
SÃO GABRIEL
20:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
24
MATRIZ
20:30
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
24
SANTA CRUZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
25
MATRIZ
09:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
CEMITÉRIO
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
MATRIZ
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
26
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
27
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
27
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
SANTA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
28
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
29
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
30
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
30
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
31
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
31
SANTA CRUZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
31
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
NENE
QUI
31
CRISTO REI
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