Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Festa de São José Operário: Programação religiosa (Tríduo) começa nesta terça,28/04

A Paróquia de São José Operário convida a todos a participarem do Tríduo em Louvor ao Nosso Padroeiro. Momento oportuno para refletirmos sobre a ação de Deus na vida de São José. Antecipando, destacamos alguns pontos que marcaram a vida deste Santo tão querido em nosso meio e na vida de Toda Igreja.
Um pouco sobre o nosso padroeiro: São José Operário!
 José é um personagem célebre do Novo testamento Bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo . Segundo a tradição Cristã , nasceu em Belém da Judeia, no século l a.C, era pertencente à tribo de Judá  e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo , ele é considerado um santo e chamado de São José.

Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria Mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém , e passou a morar com ela e sua família em Nazaré , uma localidade da Galileia . Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho. São José é um dos santos mais populares da  Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.
 O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Pascoa.


Confira a escala dos padres que presidirão as celebrações:


TER
28
19:30
1º DIA TRIDUO
Pe. JONATAS
QUA
29
19:30
2º DIA TRIDUO
Pe. JOÃO ESTEVÃO
QUI
30
19:30
3º DIA TRIDUO
Pe. ROBSON
SEX
1
18:00    
MISSA/FESTIVA
Pe. ADRIANO

Missa marca o envio dos operários da 17ª Festa de São José Operário

Celebrado nesta quinta-feira 23/04 em missa presidida pelo nosso pároco Pe. João Batista o envio das equipes que estarão trabalhando na 17ª Festa de São José Operário.
São os chamados a num gesto de amor doar um pouco do seu tempo e energia para estarem se colocando ao serviço da Paróquia. Que São José interceda por todos, dando as virtudes necessárias para desempenharem os trabalhos com eficiência e acima de tudo com muita humildade a exemplo de nosso padroeiro.

São José é o modelo ideal do operário. Sustentou sua família durante toda a vida com o trabalho de suas próprias mãos, cumpriu sempre seus deveres para com a comunidade, ensinou ao Filho de Deus a profissão de carpinteiro e, dessa maneira suada e laboriosa, permitiu que as profecias se cumprissem e seu povo fosse salvo, assim como toda a humanidade.
 São José, valei-nos!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dois anos após sofrer AVC, Padre Zezinho fala um pouco de sua vida!

Coisas de Francisco ("O Bom pastor")

Mais um gesto concreto de caridade do PapaFrancisco

Mais uma iniciativa de caridade de Francisco, nestes dias de Páscoa: enquanto presidia a Via-Sacra no Coliseu, na Sexta-feira Santa, seu elemosineiro, o polonês Konrad Krajewski, distribuia envelopes com dinheiro a 300 sem-teto dormem nos arredores das estações ferroviárias de Roma. Esta foi a segunda vez que o gesto se realizou na noite de Sexta-Feira Santa.
“Don Conrado”, como é conhecido o esmoleiro, acompanhado por um Oficial da Esmolaria do Vaticano, Mons. Diego Ravelli, foram às estações de São Pedro, Termini, Tiburtina e outras para distribuir o donativo do Papa entre os moradores de rua.
Nos 300 envelopes havia um cartão do Papa com seus votos de Páscoa, uma foto de Francisco e uma quantia em dinheiro.
“Uma pequena carícia do Papa”, era o que os dois diziam ao entregar o envelope. “Muitos, visivelmente emocionados, beijaram a fotografia de Francisco, pedindo para lhe agradecer pessoalmente”, relata o jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’.
Desde que o nomeou como ‘elemosineiro’, o Papa pediu a Dom Krajewski que ele saísse pessoalmente para encontrar os necessitados e não permanecesse atrás de uma escrivaninha.
Além de dinheiro, ‘Dom Conrado’ já distribuiu guarda-chuvas e sacos de dormir para os sem-teto e organizou a construção de duchas para que a população de rua pudesse tomar banho, e também de uma barbearia. Um grupo de sem-teto chegou até mesmo a visitar o Museu Vaticano e a Capela Sistina. Um dos barbeiros voluntários, Marco Patton, que toda segunda-feira oferece seu serviço na barbearia, recebeu de presente, domingo, 5, um ovo de Páscoa do Pontífice, entregue por Dom Krajewski.

fonte:news.va

terça-feira, 21 de abril de 2015

Tiradentes: Sementes da Pátria

Joaquim da Silva Xavier, alferes da cavalaria e dentista prático percebeu que as riquezas do subsolo de sua terra, as Minas Gerais, eram suficientes para sustentá-la. Entendeu as idéias novas, de igualdade e fraternidade, que empolgava muitos jovens. Viu que não sofria sozinho: "sempre preterido nas promoções a que tinha direito juntei meus sofrimentos aos do povo,bem maiores,e foi assim que a idéia de libertação tomou conta de mim”. Joaquim José, o Tiradentes foi um dos líderes da Conspiração Mineira, nos idos de 1789, quando ainda éramos colônia de Portugal. O movimento foi derrotado e Tiradentes enforcado, mas é dessa época que surgem as noções de “povo”, “nação” e “independência”. Esta aconteceria pouco mais de 30 anos depois.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Arcebispo de Brasília é eleito presidente da CNBB

O arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, foi eleito na manhã desta segunda-feira, 20, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido ainda no primeiro escrutínio, após receber 215 votos, superando assim os 196 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição.
Currículo de dom Sérgio
O arcebispo de Brasília e novo presidente da CNBB nasceu em Dobrada, no estado de São Paulo, em 1959 e foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP) em 1984.
Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001, como auxiliar de Fortaleza (CE) e sua ordenação episcopal foi realizada em agosto do mesmo ano, na Catedral de São Carlos (SP), pelos bispos ordenantes dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, dom Joviano de Lima Júnior e dom Bruno Gamberini.
Em janeiro de 2007 o papa Bento XVI o nomeou como arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado para arcebispo metropolitano de Brasília.
Dom Sérgio estudou Filosofia no Seminário de São Carlos (SP) e Teologia na Pontifícia Universidade de Campinas (SP). O arcebispo é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.
Dom Sérgio tem como lema episcopal “Omnia in Caritate” – “Tudo na caridade”

 fonte:http://www.cnbb.org.br

domingo, 19 de abril de 2015

Anúncio nas praças leva centenas de pessoas as praças neste primeiro domingo

Tal iniciativa irá acontecer nos cinco domingos do tempo pascal (19, 26 de abril e 03, 10 17 de maio) e tem por objetivo anunciar o amor de Deus Pai manifestado em Cristo Jesus ressuscitado. O ambiente montado nas praças, prezando pelo zelo, pela beleza e pela dignidade, chama as pessoas a contemplarem que são filhos (as) amadas de Deus. Com cantos e danças, inicia-se um momento de evangelização, que conta testemunhos do que Deus tem feito na vida de alguns irmãos, além de uma breve catequese de estilo querigmático, que, a cada domingo, abordará um tema específico conforme segue abaixo:



1º Encontro (7 de abril) - Quem é Deus para você? Acredita em Deus, por quê? Você experimentou na sua vida que Deus existe? Você sentiu sua ajuda?
2º Encontro (14 de abril) - Quem é você? Qual o sentido da sua vida? Você é feliz?
3º Encontro (21 de abril) - Anúncio do Kerigma: a notícia da sua salvação, se você escuta e acredita se salvará.
4º Encontro (28 de abril) - Kerigma, anúncio do Evangelho e chamado à conversão.
5º Encontro (5 de maio) - O que é a Igreja? Qual é a sua experiência da Igreja? Você quer ser ajudado por uma comunidade cristã?

sábado, 18 de abril de 2015

CNBB está em assembleia: 50 anos de Concílio e CNBB

O Concílio Vaticano II continua inspirando grandes iniciativas da Igreja Católica.

A CNBB está em assembleia. É a sua 53ª, numa história de 63 anos. Se alguém perguntar por que os números não coincidem, a razão está no fato de que, nos seus primeiros anos, a CNBB fazia suas assembleias de dois em dois anos. Esta que está agora se realizando quer assinalar uma data muito significativa: os 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II.
Só para recordar os passos do Concílio que veio mexer com toda a Igreja em pleno século vinte, ele foi anunciado pelo Papa João 23, em 25 de janeiro de 1959, foi convocado oficialmente no Natal de 1961, foi inaugurado no dia 11 de outubro de 1962, e se desdobrou em quatro sessões anuais, tendo encerrado oficialmente seus trabalhos no dia 08 de dezembro de 1965.
Estamos, portanto, no ano em que se comemoram os 50 anos da conclusão do maior evento da Igreja Católica nos últimos séculos, cujas consequências ainda não se esgotaram.
De fato, o Concílio permanece como referência indispensável para situar hoje tudo o que acontece dentro da Igreja. E poderíamos alargar os horizontes, para perceber que o Concílio criou um novo marco também no relacionamento com as outras Igrejas cristãs, e também com a sociedade.
Foi a partir do Concílio que a Igreja foi colocando em prática a grande intuição de João 23, de fazer um “aggiornamento” – palavra que ele gostava de usar – isto é, uma renovação profunda da Igreja, para que ela pudesse se situar no mundo de hoje, com quem ela deseja dialogar e contribuir para a aproximação entre nações e as culturas do nosso tempo.
A CNBB dedicou, na verdade, suas quatro últimas assembleias para lembrar o Concílio, assumindo o ritmo que o próprio Concílio imprimiu, com suas sessões anuais.
Com a eleição do Papa Francisco, os ideais e as propostas do Concílio retomaram novo impulso, de maneira surpreendente. Pois não só ele se inspira em seus documentos, mas encontra maneiras de mostrar como a Igreja pode integrar em sua vida prática as grandes intuições do Concílio.
Agora, contando com o referencial teórico do Concílio já consolidado, depois de 50 anos de sua implementação, e contando com os insistentes apelos do Papa Francisco, que deseja uma Igreja aberta, que saia às ruas, e vá ao encontro das pessoas, a CNBB tem uma indicação muito clara para ser traduzida em “diretrizes pastorais”, como ela pretende oficialmente fazer nesta assembleia.
Portanto, finalmente, daria para dizer que a Igreja Católica está em estado de “pós concílio”. Mesmo constatando que muitas das intuições comportam ainda outras iniciativas de renovação, que não encontraram ainda ambiente favorável para serem atuadas.
Perguntado um dia sobre quais seriam os desafios pós conciliares da Igreja, o Cardeal Martini resumiu as urgências em três grandes pontos. A Igreja deveria retomar o amplo processo de “inculturação” do Evangelho, que ela soube muito bem fazer nos primeiros séculos no império romano. Em segundo lugar, deveria empreender, de vez, uma aproximação com as outras denominações cristãs, para acabar de vez com a desunião entre os cristãos. E internamente, a Igreja deveria empreender uma ampla renovação dos seus ministérios, desde o ministério do papa até os ministérios leigos.
Nas três direções apontadas, a Igreja ainda tem o que fazer! Em todo o caso, continuando sua prática dos gestos simbólicos, para dizer que agora nós partimos do Concílio, ele convocou um “ano santo extraordinário da misericórdia”, a iniciar no próximo dia 08 de dezembro. Se alguém perguntar pela data, devemos logo apontar para o Concílio. Ele se encerrou no dia 08 de dezembro de 1965. Ele continua inspirando as grandes iniciativas da Igreja. Também o seu novo “ano da misericórdia”. Tudo em decorrência do Concílio!
Por Dom Luiz Demétrio Valentini*
*Dom Luiz Demétrio Valentini é bispo de Jales (SP).


domingo, 12 de abril de 2015

CAMINHO NEOCATECUMENAL E A EVANGELIZAÇÃO NAS PRAÇAS - 2015

A evangelização do Caminho Neocatecumenal em todas as praças do mundo                                         
 "Deus salvou o mundo através da loucura da pregação."

 Consciente desta frase do apóstolo Paulo, o Caminho Neocatecumenal,ao pedido de alguma iniciativa específica pelo Ano da Fé, pensaram que só uma coisa era necessária: levar o Evangelho ao homem de hoje. Durante os domingos da Páscoa, as comunidades de nossa Paróquia de todo o mundo realizarão os anúncios temáticos nas praças das  próximas as paróquias à que pertencem.

O pontificado do Papa Francisco até agora tem sido caracterizado por uma contínua exortação para sair, seguir a Cristo, evangelizar.   O Papa sempre nos surpreende ao ouvir em suas homilias, nas audiências, este convite constante para "sair" de si mesmos, das paróquias, das casas, para percorrer as ruas e as periferias para evangelizar. Assim, tem havido uma confirmação. Na verdade, quando propusemos a ideia ao Santo Padre de evangelizar nas praças, disse que era uma missão "estupenda" e nos animou muito.( Kiko Argüello)

Nota:
O endereço da praça e horário estaremos divulgando durante a semana.
Você que lê esta postagem e a quem você convidar são bem vindos! Cristo te chama!

sábado, 11 de abril de 2015

Nota da CNBB sobre a realidade atual do Brasil


“Pratica a justiça todos os dias de tua vida e não sigas os caminhos da iniquidade” (Tb 4, 5)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 10 a 12 de março de 2015, manifesta sua preocupação diante do delicado momento pelo qual passa o País. O escândalo da corrupção na Petrobras, as recentes medidas de ajuste fiscal adotadas pelo Governo, o aumento da inflação, a crise na relação entre os três Poderes da República e diversas manifestações de insatisfação da população são alguns sinais de uma situação crítica que, negada ou mal administrada, poderá enfraquecer o Estado Democrático de Direito, conquistado com  muita luta e sofrimento.
Esta situação clama por medidas urgentes. Qualquer resposta, no entanto, que atenda ao mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e desvia-se do caminho da justiça. Cobrar essa resposta é direito da população, desde que se preserve a ordem democrática e se respeitem as Instituições da comunidade política.
As denúncias de corrupção na gestão do patrimônio público exigem rigorosa apuração dos fatos e responsabilização, perante a lei, de corruptos e corruptores. Enquanto a moralidade pública for olhada com desprezo ou considerada empecilho à busca do poder e do dinheiro, estaremos longe de uma solução para a crise vivida no Brasil. A solução passa também pelo fim do fisiologismo político que alimenta a cobiça insaciável de agentes públicos, comprometidos sobretudo com interesses privados. Urge, ainda, uma reforma política que renove em suas entranhas o sistema em vigor e reoriente a política para sua missão originária de serviço ao bem comum.
Comuns em épocas de crise, as manifestações populares são um direito democrático que deve ser assegurado a todos pelo Estado. O que se espera é que sejam pacíficas. “Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e Instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva, que leva ao seu descrédito” (Nota da CNBB 2013).
Nesta hora delicada e exigente, a CNBB conclama as Instituições e a sociedade brasileira ao diálogo que supera os radicalismos e impede o ódio e a divisão. Na livre manifestação do pensamento, no respeito ao pluralismo e às legítimas diferenças, orientado pela verdade e a justiça, este momento poderá contribuir para a paz social e o fortalecimento das Instituições Democráticas.
Deus, que acompanha seu povo e o assiste em suas necessidades, abençoe o Brasil e dê a todos força e sabedoria para contribuir para a justiça e a paz. Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, interceda pelo povo brasileiro.

Brasília, 12 de março de 2015.
 Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB






Festa da Divina Misercórdia

Caríssimos irmãos e irmãs:
Lembrando sempre: “que seria de nós se não fosse a Misericórdia de Deus por nós?”

 

A Igreja Católica celebra, no segundo domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo Papa Beato João Paulo II. Esta festa teve origem na Polônia, em Cracóvia, através das experiências místicas de Santa Irmã Faustina Kowalska, e é hoje celebrada no mundo inteiro.

Jesus Cristo é a primeira fonte da Misericórdia. Assim como seus discípulos, devemos ser os continuadores do amor e do perdão a todos. Somos chamados a acolher as palavras de Jesus, pois são o anúncio da verdadeira paz do coração e da esperança que está enraizada no mistério da cruz na sua paixão e morte e, acima de tudo, na sua gloriosa ressurreição. O Misericordioso Senhor nos deu a participação na sua vitória sobre o pecado e a morte.
Cristo ressuscitado nos ensina a necessidade da misericórdia e nos pede para praticar a caridade. Viver a fé nos impulsiona a levar a sério as palavras de nosso Mestre: Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia (Mt 5,7). A expressão de fé madura está nos atos concretos de caridade. Que a celebração deste domingo fortaleça os nossos corações pela graça de Deus! A misericórdia de Deus está chegando ao nosso irmão por meio de ações concretas, palavras de esperança e constante oração para que desça a misericórdia sobre nós e sobre o mundo inteiro!

"Ajuda-me, Senhor, que minhas mãos possam ser misericordiosas e cheias de boas ações. Eu só sei fazer o bem ao próximo, tomar sobre mim o trabalho mais pesado. Ajuda-me, que o meu pé possa ser misericordioso, para que eu possa correr para ajudar o meu próximo, vencendo a própria fadiga e cansaço. Meu verdadeiro descanso está a serviço dos outros. Ajuda-me, Senhor, que meu coração seja misericordioso, para que eu possa sentir em mim todos os sofrimentos dos outros..." (Santa Faustina, Diário, 163).

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Estação Juventude abre como ‘espaço de diálogo’

Um dos prédios das antigas oficinas da Companhia Paulista, no Complexo Fepasa, transformou-se neste sábado (4) em um novo espaço voltado para os jovens de 15 a 29 anos de idade – ou 93 mil moradores de Jundiaí (24% da população total). O Estação Juventude vai ser um espaço de informação e de acesso às políticas públicas voltadas para esse segmento e também um polo de eventos, oficinas e atividades.
Para o vereador Rafael Purgato, que representou a Câmara Municipal no evento, a proposta de busca de espaço para os jovens é importante. “Temos que dialogar, criar políticas públicas e oportunidades. Isso é importante em um momento onde pessoas acham que a solução está nas prisões”, afirmou.


Conheça as oficinas
As primeiras atividades do Estação Juventude começam dia 11 de abril com oficinas de Profissionalização, Trabalho e Renda (dias 11, 19, 25 de abril e 2, 9, 16 e 23 de maio das 10h às 12h).

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Festa de São José Operário

A cada ano, cresce a necessidade de ter na Paróquia uma equipe de trabalho permanente que cuide dos principais eventos que acontecem na Paróquia, durante o ano.
Animada pela alegria que brota do Evangelho, essa Equipe realiza sua ação pastoral, procurando sempre proporcionar, através dos eventos promovidos, momentos de fraterna união de nossa paróquia. O principal objetivo desta equipe é a comunhão e a confraternização dos membros da nossa paróquia; integrando as comunidades, promovendo a harmonia nos festejos, com o comprometimento de todos, despertando o respeito e o ânimo dos paroquianos, na construção de uma paróquia que caminha nos caminhos de Jesus. Com isso, obter um justo beneficio econômico financeiro para que melhorias possam ser realizadas nas manutenções extras da paróquia.


Os interessados em ajudar a equipe de eventos com seus dons e talentos devem se apresentar à coordenação, ou mesmo deixar seus nomes e contatos no escritório paroquial.

Dom Helder Câmara:Processo de canonização começa em maio

Dom Helder Camara nasceu em 7 de fevereiro de 1909, em Fortaleza, e  teve 12 irmãos. Após entrar muito jovem no Seminário da capital do Ceará, se tornou padre aos 22 anos.
O primeiro momento da vida religiosa de dom Helder foi marcado pela militância junto a instituições políticas conservadores, como a Ação Integralista Brasileira, entre 1932 e 1937. Mais tarde, o religioso considerou a participação como um erro da juventude. Já radicado no Rio de Janeiro desde 1936, passou a optar por um trabalho assistencialista, quando fundou departamentos da Igreja voltados para atender os mais necessitados.
Após longo período atuando na então capital do Brasil, dom Helder foi nomeado para o Maranhão. Com a morte do arcebispo de Olinda e Recife, é mandado para Pernambuco, onde desembarcou em 12 de abril de 1964, poucos dias após o golpe militar. Na capital pernambucana, o religioso desembarcou em meio a uma relação conturbada entre Governo do Estado e Igreja.
Dois dias após a posse, dom Helder lançaria, juntamente com outros 17 bispos nordestinos, um manifesto à Nação, pedindo liberdade das pessoas e da Igreja. O primeiro grande atrito, entretanto, ocorreu em agosto de 1969, quando o arcebispo foi acusado de demagogo e comunista, por ter criticado a situação de miséria dos agricultores do Nordeste.
A partir de então, dom Helder sofreu represálias, inclusive com sua casa metralhada, assessores presos e com a morte de Padre Antônio Henrique, que foi assassinado. Em 1970, quando dom Helder teve o nome lembrado para o Prêmio Nobel da Paz, o governo brasileiro promoveu uma campanha internacional para derrubar a indicação, já que ele denunciava a prática de tortura a presos políticos no Brasil. Também em 1970, os militares chegaram a proibir a imprensa de mencionar o nome do arcebispo de Recife e Olinda.
Dom Helder comandou a Arquidiocese de Olinda e Recife até o dia 10 de abril de 1985, quando – por atingir a idade limite de 75 anos – foi substituído pelo arcebispo dom José Cardoso Sobrinho.  Ele morreu em sua casa, no Recife, em 27 de agosto de 1999, devido a uma insuficiência respiratória decorrente de uma pneumonia. Seus restos mortais estão sepultados na Igreja Catedral Santíssimo Salvador do Mundo, em Olinda.
Pelo seu trabalho em defesa dos direitos humanos, dom Helder recebeu vários prêmios internacionais, como Martin Luther King, nos Estados Unidos, 1970, e o Prêmio Popular da Paz, na Noruega, 1974.  O religioso é autor de 22 livros, a maioria ensaios e reflexões sobre o terceiro mundo e a Igreja.

Fonte:Arquidiocese de Olinda

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Prefeitura de Jundiaí oficializa Via Sacra do Retiro no calendário municipal

O prefeito Pedro Bigardi assina a lei que reconhece a tradição dessa Via Sacra

Belíssima conquista!

A Via Sacra ao ar livre, organizada pela Paróquia São José Operário, acontece nesta sexta-feira (3) a partir das 19 horas com o reconhecimento público de integrar o Calendário Municipal de Eventos. O ato de oficialização dessa medida aconteceu na quinta-feira de véspera (2), antes da tradicional missa de lava-pés,com a presença do prefeito Pedro Bigardi.
“É um evento que já se tornou uma tradição da comunidade e com essa iniciativa tomada pela Câmara Municipal teremos mais condições de prestar um apoio técnico”, destacou Bigardi.
A proposta, feita pelo vereador Rafael Purgato e apoiada pelo colegiado de vereadores da cidade, reconhece a iniciativa realizada há quinze anos no bairro do Retiro. De acordo com a coordenadora de juventude da paróquia, Nayara Rael Neves, essa encenação católica envolve neste ano 80 pessoas na parte cênica e operacional.
O local é uma grande área da avenida Osmundo Santos Pellegrini, próximo ao cemitério Parque dos Ipês.
“A iniciativa tem a marca da juventude, sendo muito importante estarem próximos ao lema da campanha da fraternidade que se chama eu vim para servir”, destaca o padre João Batista.

A articulação do projeto envolve as comunidades de jovens JUC (da paróquia), JAC (da São Gabriel), JIC (da Santa Cruz) e JEAC (da Cristo Rei). A encenação é acompanhada por centenas de moradores.