Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Vencendo a intolerância religiosa

Unidos venceremos o mal, o ódio e a intolerância, construindo juntos a paz.

Por Dom Gil Antônio Moreira*

Na semana que precede a festa de Pentecostes, no Brasil, se reza pela união dos cristãos. Em outros países, a Semana de Orações se dá em janeiro, nos dias próximos à festa litúrgica da conversão de São Paulo Apóstolo. A diferença se dá pelo simples fato de, no Brasil, janeiro ser mês de férias e a participação poderia ficar prejudicada. Não importa. O que importa é orar para que os cristãos encontrem a união perdida no caminhar da história.
É maravilhoso o movimento ecumênico, inter-confessional e o diálogo inter-religioso. Todos os que participam de bom coração se sentem fortalecidos na fé, animados na missão de anunciar Cristo, e enriquecidos na fraternidade. Quando nos unimos para a oração neste propósito, duas coisas ficam patentes, uma negativa outra positiva.
Constata-se que, apesar dos esforços, muitos cristãos e muitas igrejas ainda não conseguiram dar o passo do diálogo, e, pior ainda, muitos são tão preocupados apenas com o número de fiéis, com medo de perdê-los, que chegam a ter verdadeiras atitudes de intolerância religiosa. Certa vez, nos esforços de ampliar a aproximação das igrejas, o grupo foi surpreendido com a afirmação de um dos ministros presentes acusando o movimento de diálogo como se fosse uma estratégia para igrejas que precisam aumentar o número de seus adeptos. Certamente, este irmão nada entendera e estava ainda padecendo da falta de verdadeiro espírito do evangelho, esquecendo-se da oração de Jesus, registrada pelo evangelista João: “Pai, que todos sejam um, como eu e Tu, Pai, somos um, para que o mundo creia”. (Jo 17,21)
Ao nos reunirmos a cada ano para rezar juntos, celebrar juntos, papear juntos, viver ao menos alguns dias esquecendo nossas diferenças, nunca deixamos de reafirmar que “o que nos une é muito mais forte do que o que nos separa”. Certamente estamos longe de uma unidade plena, mas não há dúvidas que estamos já realizando uma unidade possível. Só não a faz aquele que ainda não compreendeu bem quem é Cristo, pois foi Ele que profetizou: “haverá um só rebanho e um só Pastor” (Jo. 10, 16).
Não nos perguntemos como isto se dará, mas o que posso e devo fazer para que a palavra do Mestre se realize. Unidos venceremos o mal, o ódio, a intolerância, construiremos juntos a paz e cantaremos felizes “O Senhor é meu Pastor, nada me falta” (Sl 22), realizando juntos o mandamento do Senhor: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, como ensinou Jesus.
*Dom Gil Antônio Moreira é arcebispo de Juiz de Fora (MG).


terça-feira, 26 de maio de 2015

O apagar do Círio Pascal

Neste domingo em que celebramos a Festa de Pentecostes Diácono Dirceu movido por profundo zelo  Litúrgico explicou a assembléia sobre a importância deste sinal:  O Círio Pascal.
Oficialmente não há um ritual para apagar o Círio Pascal.
Com a solenidade de Pentecostes, fechar-se o Tempo da Páscoa, o Círio é apagado. Este sinal sagrado é retirado do lado do ambão significando assim: uma vez educados na Escola Pascal do mestre Ressuscitado e cheios do fogo dos dons do Espírito Santo, agora, devemos ser nós, “Luz de Cristo”. Esta “Luz”,
obrigatoriamente, deve-se irradiar, como uma coluna luminosa que passa no mundo, em meio aos irmãos, para guiá-los no êxodo em direção ao céu, rumo a “pátria prometida” que é o Céu.

Sem a realização dos ditos sacramentos e das missas exequiais, está proibido pela Igreja o uso do Círio para todo e qualquer ato dinâmico e representativo. Exemplo: utilizar o Círio como adereço em ambientação de encontros formativos, reuniões, assembleias, etc, mesmo que seja para proporcionar uma reflexão!, Utilizar o Círio para ladear o Ambão fora do tempo pascal, em festa patronal (para
representar Cristo Ressuscitado ali), etc. Pede-se que se utilize outras velas, menos o Círio Pascal.

"Nós te rogamos Senhor. Que este círio oferecido em honra do teu nome brilhe radiante; Chegue a ti como perfume suave e se confunda com as estrelas do céu. O encontre aceso a estrela da manhã, essa estrela que não conhece ocaso. Que é Cristo teu filho, Ressuscitado, Ressuscitado da morte.  Amém! Amém! Amém!" (Trecho do pregão Pascal)

sábado, 23 de maio de 2015

Capela de Santa Rita: Ponto de parada dos viajantes e moradores

Não é do conhecimento de todos, mas temos na região de nossa paróquia uma Capela dedicada a Santa Rita de Cássia. Fica a margem da Rodovia dos Bandeirantes no Posto Lago Azul próximo da comunidade Cristo Rei no Condomínio dos Metalúrgicos. É lá que moradores próximos e também muitos viajantes fazem seus momentos de devoção e preces a Santa Rita.
A vida de Santa Rita de Cássia foi uma das mais sofridas na história da Igreja católica, por esse motivo os fiéis a consideram a "santa das causas impossíveis". O seu culto é celebrado em todo o mundo cristão, sendo festejada no dia 22 de maio, tanto na Igreja do
Dedicou-se, então, aos dois filhos ainda pequenos, que na adolescência descobriram a verdadeira causa da morte do pai e resolveram vingá-lo, quando adultos. Rita tentou, em vão, impedir essa vingança. Desse modo, pediu a interferência de Deus para tirar tal idéia da cabeça dos filhos e que, se isso não fosse possível, os levasse para junto dele. Assim foi. Em menos de um ano, os dois filhos de
Rita ficou sozinha no mundo e decidiu dar um novo rumo à sua vida. Determinada, resolveu seguir a vocação revelada ainda na infância: tornar-se monja agostiniana. As duas primeiras investidas para ingressar na Ordem foram mal-sucedidas. Segundo a tradição, ela pediu de forma tão fervorosa a intervenção da graça divina que os seus santos de devoção, Agostinho, João Batista e Nicolau, apareceram e a conduziram para dentro dos portões do convento das monjas agostinianas. A partir desse milagre ela foi aceita. Ela se entregou, completamente, a uma vida de orações e penitências, com humildade e obediência total às regras agostinianas. Sua fé era tão intensa que na sua testa apareceu um espinho da coroa de Cristo, estigma que a acompanhou durante quatorze anos, mantido até o fim da vida em silencioso sofrimento dedicado à salvação da humanidade.
Rita morreu em 1457, aos setenta e seis anos, em Cássia. Sua fama de santidade atravessou os muros do convento e muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Sua canonização foi assinada pelo papa Leão XIII em 1900.

Rita morreram, sem concretizar a vingança.
Ocidente como na do Oriente. Para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando, que, a princípio, parecia ser bom e responsável. Mas, com o passar do tempo, mostrou um caráter rude, tornando-se violento e agressivo. A tudo ela suportava com paciência e oração. Tinha certeza de que a penitência e a abnegação conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Um dia, Paulo, finalmente, se converteu sinceramente, tornando-se bom marido e pai. Entretanto suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita.
Passando pelas proximidades, visitem e conheçam a Capela, um excelente local de reflexão.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Dom Gil fala sobre a importância da comunicação em família

"A tecnologia vive um extraordinário avanço, mas é na família que se deve dar a educação de valores."

Para celebrar o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que neste ano ocorreu no dia 17 de maio, o papa Francisco escolheu o tema: "Comunicar a família: ambiente privilegiado do amor". Em sua mensagem, o papa destaca que a família é "o espaço onde se aprende a conviver na diferença”, citando algo que já havia dito na sua Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (EG 66). Escolhendo este tema da família para tratar das comunicações sociais, chama à atenção para dois grandes momentos da Igreja nos dias atuais: o Sínodo celebrado em outubro de 2014 e o Sínodo que acontecerá em outubro de 2015, ambos destinados a refletir sobre a família nos tempos modernos.
Normalmente se refere hoje à família como uma instituição em crise, e alguns são derrotistas quando tratam deste tema. Porém a família é algo natural e não artificial, e por isso não pode ser contemplada apenas como um problema, mas como base de quase tudo na convivência humana. É na família que se dá o início de toda comunicação.
As palavras, elementos fundamentais para a comunicação, não são inventadas por nós: já as encontramos em criança quando começamos a aprender a falar. Toda pessoa humana nasce numa comunidade que se comunica através do idioma materno que marca de forma singular a vida e a maneira de se comunicar por toda a nossa existência. Por mais que aprendamos a nos comunicar em outros idiomas, a língua materna será sempre o ponto central, a forma privilegiada, a maneira básica, conatural para a comunicação de cada pessoa. Prova disto é a diferença emocional quando, estando longe, em outro país, falando cotidianamente outro idioma que não o nosso, ao ouvirmos alguém, que se dirige a nós, falando nossa língua materna, com o sotaque próprio de onde fomos criados, a comunicação se dá de forma imediata e muitas vezes mais inteligível.
Porém o papa chama à atenção para a família como primeiro lugar da comunicação, demonstrando que até mesmo antes de nascermos já estamos num processo comunicativo. A mãe se comunica com o filho quando este ainda está na fase intrauterina e as emoções positivas ou negativas dadas nesta ocasião, terão influência direta sobre a criança que ainda está para nascer. Deste ambiente familiar, a pessoa terá marcas para todo seu futuro. Daí a importância de se cultivar na família os valores positivos do amor, da misericórdia, do perdão, da paz, da caridade, da paciência, da justiça, e os valores religiosos da oração, do amor primordial a Deus, da celebração e da prática das virtudes.
Para exemplificar, o papa Francisco propõe à reflexão, o encontro de Maria, no começo de sua gravidez, ao visitar a sua prima Isabel, também grávida, no sexto mês, quando a criança lhe estremeceu de alegria no ventre ao ouvir a voz da mãe de Jesus (Cf. Lucas, 1, 39-56). As mães se comunicam, os filhos participam de suas comunicações! “Bendita és tu, entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre”, exclamou Isabel a Maria ao sentir os efeitos tão belos daquele momento.
“A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, afirma o papa Francisco em sua mensagem para o presente Dia Mundial das Comunicações.
O mundo de hoje experimenta um extraordinário avanço tecnológico no campo das comunicações. Alcançamos um patamar imensamente superior aos nossos antepassados no que diz respeito a aparelhos, instrumentos e técnicas de comunicação. Porém, técnicas e instrumentos serão sempre ambíguos; poderão ser utilizados para o bem ou para o mal, para semear a paz ou espalhar o ódio e a violência. A educação para os valores deve se dar na família onde, desde pequenos, os filhos devem aprender a discernir entre o bem e o mal. Lá se formarão os comunicadores que vão colocar sua profissão unicamente a serviço do bem comum ou não, dependendo de como receberam as primeiras comunicações em sua casa.
CNBB, 18-05-2015.

*Dom Gil Antônio Moreira é arcebispo de Juiz de Fora (MG).

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Comunidade Santa Cruz promove Tradicional Feijoada

Vem aí a tradicional Feijoada da Comunidade Santa Cruz. 

Dia: 14 de Junho, convites a venda.

Horário:11:30 as 14:30hrs


Convites a venda. Não percam!



Pastoral da comunicação fala da importância dos meios de comunicação na Igreja (Ética na comunicação)

Márcio Neves é agente da comunicação-SJ-Operário

Neste sentido o documento é enfático em relevar que o princípio ético fundamental é: "a pessoa e a comunidade humana são a finalidade e a medida do uso dos meios de comunicação social". 

Neste domingo, festa da Ascensão, comemoramos o dia Mundial das Comunicações Sociais. A equipe de comunicação presente na paróquia São José Operário, após a celebração dominical, falou um pouco dos desafios e dificuldades sobre o trabalho que vem sendo realizado e que apesar de ainda um pouco "tímido" tem plena consciência que o trabalho requer muitas muitas melhorias. No entanto, caminha-se pela direção certa. Não é por acaso que esta data é comemorada uma semana antes da grande festa de Pentecostes, pois o Espírito Santo é comunicativo e muito criativo e muito nos tem iluminado em relação a responsabilidade naquilo que publicamos e escrevemos.  As orientações do Magistério eclesial presente nos últimos documentos da Igreja sobre comunicação vêm insistentemente enfocando a questão ética. Assim temos Ética da Publicidade (1997), Ética nas Comunicações Sociais (2000), Ética na Internet (2002). O conceito da Igreja a respeito dos meios de comunicação social é fundamentalmente positivo, encorajador. Ela não se limita simplesmente a julgar e condenar; pelo contrário, a Igreja considera os meios de comunicação não somente como produtos da inteligência humana, mas também como dádivas de Deus e verdadeiros sinais dos tempos. Contudo, a Igreja está ciente de  as pessoas podem utilizá-los como preferem. Assim que, ao refletir sobre esta temática, a Igreja afirma que deve "enfrentar honestamente a 'mais essencial' das questões levantadas pelo progresso tecnológico: se, como resultado disto, o ser humano 'torna-se verdadeiramente melhor, isto é, mais amadurecido do ponto de vista espiritual, mais consciente da sua humanidade, mais responsável, mais aberto para os outros." 
Os princípios éticos relevantes apontados pela Igreja com respeito à comunicação social, e que são enfatizados como necessidade de reflexão, debate e diálogo, configuram-se na solidariedade, subsidiariedade, justiça, eqüidade e verdade. Com firmeza, a Igreja aponta que a ética na comunicação social não se reduz nas imagens do cinema e televisão, nas transmissões radiofônicas ou páginas impressas e na Internet, mas "a dimensão ética está relacionada não só ao conteúdo da comunicação e ao processo de comunicação, mas nas questões fundamentais das estruturas e sistemas que, com freqüência incluem grandes problemas de política." E acrescenta que "pelo menos em sociedades mais abertas a principal questão ética pode dizer respeito ao modo de equilibrar o lucro em relação ao serviço de interesse público, compreendido segundo uma concepção global do bem comum". Neste sentido o documento é enfático em relevar que o princípio ético fundamental é: "a pessoa e a comunidade humana são a finalidade e a medida do uso dos meios de comunicação social". Sem dúvida, a questão ética na comunicação está se tornando cada vez mais objeto de preocupação na sociedade em geral, pois da sua falta derivam muitas e graves conseqüências, que atingem o nosso planeta e seus habitantes. Está-se tornando o tema de debates em círculos acadêmicos, congressos e outras esferas. Parece que a própria sociedade atinge o ápice na busca para reorientar-se e eliminar tantos aspectos que não contribuem para a dignidade da pessoa humana. O nosso abraço a todos os voluntários que integram as equipes de Comunicação em suas respectivas paróquias.
Márcio Neves-Comunicação

SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS-2015

Na sua viagem da Judeia para a Galileia, Jesus passa através da Samaria. Não tem dificuldade em encontrar os samaritanos considerados hereges, cismáticos, separados dos judeus. A sua atitude diz-nos que o confronto com quem é diferente de nós pode fazer-nos crescer.


CARTA DAS IGREJAS SOBRE A SOUC 2015 (clique aqui e leia mais sobre a Semana)

O amor de Deus, a paz de Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco!

Queridos irmãos e irmãs das comunidades cristãs no Brasil,

“Dá-me um pouco de tua água” (Jo 4.7) é o lema bíblico que o movimento ecumênico brasileiro, através do CONIC, propôs ao Conselho Mundial de Igrejas e ao Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos ao ser convidado a preparar o material da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2015.
O pedido por água, feito por Jesus à mulher samaritana, é também o testemunho ecumênico que oferecemos aos irmãos e irmãs das muitas Igrejas que anunciam a boa-nova de Jesus, nos mais diferentes contextos do mundo. A fé em Jesus Cristo precisa expressar-se nessa abertura para encontros e conversas. Não devemos ver no outro um inimigo ou uma ameaça, mas sim, reconhecer nele uma expressão do amor de Deus. Complementamo-nos e crescemos quando nos abrimos para estes encontros. Este é o nosso testemunho ecumênico.
 Em contextos de intolerância e perseguições religiosas, colocamos diante das nossas Igrejas o desafio de fazer a experiência do diálogo. Saiamos de nossas casas e até dos nossos templos e vamos ao encontro de nossos irmãos, irmãs, vizinhos e vizinhas. Ouçamos o que eles ou elas têm a contar sobre sua fé, sua vida, suas experiências e dúvidas. Celebremos juntos esta vivência plural do único amor de Deus!
 Nas bem-aventuranças deixadas a nós por Jesus Cristo em Mt 5.1-9 encontramos o convite para que atuemos em favor da paz, pois assim seremos chamados e chamadas de filhos e filhas de Deus. A construção da paz passa, necessariamente, pelo diálogo. Peregrinemos nessa direção para que o nosso testemunho público seja de unidade e de acolhida à diversidade.
 Animamos cada grupo e comunidade a celebrar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2015. Que esta Semana seja uma grande festa de Pentecostes!
 Oramos por cada irmão e cada irmã das nossas comunidades e pedimos que as nossas Igrejas também orem por nós para que possamos servir com coerência e dedicação á causa da justiça e da paz, valores centrais do Evangelho.


Na unidade de Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner (Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB)
Pastor Dr. Nestor Paulo Friedrich (Pastor Presidente da IECLB)
Dom Francisco de Assis da Silva (Bispo Primaz da IEAB)
Presbítero Wertson Brasil (Moderador da IPU)
Dom Paulo Titus (Arcebispo da ISOA)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Missa em Ação de Graças pelo 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

DIOCESE DE JUNDIAÍ - Setor de Comunicação
Jundiaí, 13 de maio de 2015.


A Diocese de Jundiaí tem a alegria de convidar V.S.ª e família para participar da Missa em Ação de Graças, por ocasião 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a ser celebrada no dia 16 de maio, às 19h, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Santuário Diocesano, à Rua Cica, 1862, Vila Garcia, em Jundiaí.
Durante a celebração será apresentada a Mensagem do Papa Francisco para o 49º Dia das Comunicações Sociais, com o tema: “Comunicar a Família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” e os comunicadores presentes receberão uma bênção especial.
Pe. Márcio Felipe de Souza Alves - Coordenador do Setor de Comunicação da Diocese de Jundiaí.

Conscientização do Dizimo 17/05/2015

O Dizimo é um dos meios pelo qual cada cristão, vivendo como membro da família do povo de Deus, demonstra sua corresponsabilidade pela vida e manutenção da Igreja.
O Dizimo não é uma esmola, uma coleta, nem um meio de “pagar” os sacramentos. A comunidade não precisa de esmolas, mas de membros responsáveis, irmãos e irmãs da mesma família, que ajudam a mantê-la.
Por isso, com muita alegria, queremos dizer a você MUITO OBRIGADO pela sua fidelidade e perseverança na devolução do Dizimo. Através da partilha de todos é possível manter as Pastorais e a Evangelização.
Agradecemos por assumir seu dever de cristão comprometido com a Igreja. Que Deus lhe dê cada vez mais um coração generoso.
E  você, que ainda não devolve o Dízimo, venha ao nosso encontro. A comunidade está com as portas abertas para recebê-lo. Cristo conta com você!

Que Deus o abençoe hoje e sempre!

A promoção da família

O Dia Internacional da Família é celebrado anualmente a 15 de maio.
A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU, que proclamou o dia 15 de maio como Dia Internacional da Família.
A celebração do Dia Internacional da Família visa, entre outros objectivos, destacar:
A importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil;
Reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família;
Chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades desta;
Sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afectam a família.O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994.´
A promoção da família envolve quatro atitudes básicas: Primeiro é preciso amá-la. É o que temos de mais precioso em nossa vida. Merece nosso tempo e dedicação. Segundo, o dever anunciar esta boa nova à humanidade como modo sublime de convivência e de realização humana. Terceiro, a preparação para ela, para que produza os devidos frutos de convivência e de fecundidade. Quarto, o amparo às famílias em crise, para que recuperem seu ideal original e voltem ao primeiro amor, realizem seu primeiro sonho em toda a sua profundidade e se relacionem de modo cada vez mais profundo e amoroso, no plano do amor conjugal, da paternidade responsável e da fraternidade acolhedora.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Encontro Vocacional – Caminho Neocatecumenal Franca -2015

Parque Dr. Fernando Costa, local do encontro
A Diocese de Franca-SP está em preparação para mais um encontro vocacional entre os dias 17,18 e 19 de Julho de 2015. Jovens de nossa paróquia São José Operário estão se mobilizando para marcarem presença neste encontro. Todos estão exultantes de alegria por imaginar os milhares de jovens que fazem a experiência do Caminho Neocatecumenal trazendo às nossas paróquias, para as ruas das cidades da nossa Diocese e, depois, reunidos “num só coração e numa só alma” no Parque Fernando Costa, para viver um dia inteiro de comunhão, de escuta da palavra anunciada e da voz de Deus em suas próprias histórias. São aguardados jovens das Comunidades Neocatecumenais de todo o Centro-Sul do Brasil, acompanhados de seus catequistas. O acolhimento de todos os peregrinos serão nas casas, como é de costume em tantos encontros em outros lugares. Com o pronto apoio e confirmação da presença do bispo diocesano, Dom Paulo Roberto Beloto, a  saudar todos os jovens com sua benção, da administração municipal que se colocou a  disposição para tudo o que for preciso, e de todos os mais de 6.000 irmãos que fazem o caminho desta Diocese. Assim, poderão
Vista interior da Catedral de Franca
nossos pastores anunciar com potência o Quérigma, a forte pregação que convida todos à conversão e a uma mudança radical e definitiva de vida para seguir os passos de Jesus Cristo. E, ao final do encontro, com o chamado vocacional, o momento mais belo e aguardado, suscitar para nossa Igreja “operários para sua
messe”. 
Elaboração: Márcio Neves-Comunicação

Anúncio nas praças: Último encontro será no próximo domingo da Ascensão

A celebração do Mistério da Ascensão de Jesus marca o último anúncio nas praças neste tempo pascal. Chama atenção da Igreja para sua vocação evangelizadora e sua atividade missionária. No dizer de Papa Francisco, a Igreja se caracteriza como sendo “de saída”, do “ir ao povo”, e não como quem fica presa em construções. A Ascensão de Jesus é uma celebração de envio missionário e evangelizador. É o primeiro momento, no qual a Igreja toma consciência de que deverá dar continuidade à obra missionária e evangelizadora iniciada por Jesus Cristo.Estendemos o convite a todas as pessoas a participarem e juntos ouvirmos o Anúncio da boa nova, através de catequeses e testemunhos de vida. A praça fica localizada no Jardim Guanabara.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Festa da Ascensão do Senhor: Os dias entre a Ressurreição e a Ascensão do Senhor

 "Os dias entre a ressurreição e a ascensão do Senhor não foram passados na ociosidade"

Caríssimos filhos, os dias entre a ressurreição e a ascensão do Senhor não foram passados na ociosidade. Pelo contrário, neles se confirmaram grandes sacramentos, grandes mistérios foram neles revelados.

        No decurso destes dias foi afastado o medo da morte cruel e proclamada a imortalidade não apenas da alma mas também do corpo. Nestes dias, mediante o sopro do Senhor, todos os apóstolos receberam o Espírito Santo; nestes dias foi confiado ao apóstolo Pedro, mais que a todos os outros, o cuidado do rebanho do Senhor, depois de ter recebido as chaves do reino.
        Durante esses dias, o Senhor juntou-se, como um terceiro companheiro, a dois discípulos em viagem, e para dissipar as sombras de nossas dúvidas repreendeu a lentidão de espírito desses homens cheios de medo e pavor. Seus corações, por ele iluminados, receberam a chama da fé; e à medida que o Senhor ia lhes explicando as Escrituras, foram se convertendo de indecisos que eram em ardorosos. E mais: ao partir o pão, quando estavam sentados com ele à mesa, abriram-se-lhes os olhos. Abriram-se os olhos dos dois discípulos, como os dos nossos primeiros pais. Mas quão mais felizes foram os olhos dos dois discípulos ante a glorificação da própria natureza, manifestada em Cristo, do que os olhos de nossos primeiros pais ante a vergonha da própria prevaricação!
        Durante todo esse tempo, caríssimos filhos, passado entre a ressurreição e a ascensão do Senhor, a providência de Deus esforçou-se por ensinar e insinuar não apenas aos olhos mas também aos corações dos seus que a ressurreição do Senhor Jesus Cristo era tão real como o seu nascimento, paixão e morte.
        Os santos apóstolos e todos os discípulos ficaram muito perturbados com a tragédia da cruz e hesitavam em acreditar na ressurreição. De tal modo eles foram fortalecidos pela evidência da verdade que, quando o Senhor subiu aos céus, não experimentaram tristeza alguma, mas, pelo contrário, encheram-se de grande alegria. Na verdade, era grande e indizível o motivo de sua alegria: diante daquela santa multidão, contemplavam a natureza humana que subia a uma dignidade superior à de todas as criaturas celestes, ultrapassando até mesmo as hierarquias dos anjos e a altura sublime dos arcanjos. Deste modo, foi recebida junto do eterno Pai, que a associou ao trono de sua glória, depois de tê-la unido na pessoa do Filho à sua própria natureza divina.
Dos Sermões de São Leão Magno, papa (Séc. V)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Grupos de rua celebra missas nas casas

«Quando entrardes em alguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’» (Lc 10, 5).

Com uma vida pastoral muito ativa, nossa paróquia conta hoje com a importante contribuição dos Grupos de Evangelização (Grupos de rua) que oferece a possibilidade do encontro, do contato, proporcionando maior interação dos membros da comunidade. Também é de fato uma ocasião privilegiada para o padre exercer a sua missão pastoral de modo mais eficaz, na medida em que é uma oportunidade para conhecer cada uma das
famílias. Além de também proporcionar um momento sempre muito gostoso para uma refeição fraterna (Ágape) no final da celebração
. Neste mês de maio, ocorre em
todos os grupos a celebração da Santa missa nas casas. Momento de crescimento e fortalecimento na vida da comunidade orante.

sábado, 9 de maio de 2015

Padre Norberto envia notícias da Missão em Roraima


Chegamos em São João da Baliza, local da nossa moradia,no dia 07 de março.
Seremos responsáveis pelo pastoreio de três cidades:
São Luis do Anauá, São João da Baliza e Caroebe,totalizando, no geral, 21 comunidades.
 As cidades são pequenas, com média de sete mil habitantes cada uma. São muito simples e mal cuidadas: muitos buracos, saúde precária e dificuldades na educação. O clima é bastante quente e, por enquanto, seco. O período de chuvas começou em abril. É um lugar tranquilo
e silencioso. O povo é muito bom e acolhedor. São também bastante acomodados.
A situação da Igreja aqui é bem precária. Os templos estão mal cuidados, o que é reflexo de um povo que também está meio abandonado.
As pastorais vão se arrastando e também são poucas; temos catequese, liturgia, Pastoral da saúde e da criança. Na cidade de Baliza tem comunidade de jovens. As missas não são preparadas: usam o folhetinho O Domingo e lêem tudo como está ali. Faltam agentes de pastoral em tudo. Algumas pessoas vão carregando tudo, meio que heroicamente. Não temos ministros da Palavra e nem da Comunhão. Na ausência do padre os dirigentes das comunidades, como eles assim chamam, presidem a celebração da Palavra, sempre lendo o folheto: O Domingo.
 Por conseqüência da falta de cuidado com o povo e dos templos; pela timidez das pastorais e pela fraca presença do povo, a situação financeira também é muito ruim. Várias comunidades estão zeradas, algumas têm um pequeno fundo e uma delas está no negativo.
Por enquanto é uma paróquia que não se sustenta sozinha. Não temos, portanto nem cozinheira, nem secretária. Estamos nos virando como podemos.
Que diremos, aqui não tem condições para trabalhar?
Vamos levar como der até terminar nosso contrato?
Não pensamos assim!
Fomos enviados aqui justamente para ajudar a mudar esse quadro. A situação é complicada, mas com paciência, com amor e com o anúncio da Palavra de Deus cremos que tudo será diferente.  Nosso plano, a princípio, é: visitar as famílias, acolher as pessoas, cativá-las e cuidar delas. Anunciar o amor e a misericórdia de Deus, em seu Filho Jesus Cristo, ressuscitado dos
mortos. Contamos com toda a Diocese de Jundiaí, primeiramente através das orações. Não se esqueçam desta Igreja que é a nossa Igreja. Se precisarmos de alguma ajuda financeira ou materiais litúrgicos e catequéticos, solicitaremos.

Continuemos unidos em oração, principalmente na Eucaristia. Que Deus sempre nos ajude e nos abençoe. Um grande abraço meu e do padre José Roberto a todos.