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domingo, 30 de agosto de 2015

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - 2015

Confira a programação do Tríduo em preparação para Festa na Comunidade Santa Cruz


No dia em que, como Igreja contemplamos o mistério de Cristo atraindo a todos por meio da Cruz, é bom refletirmos sobre o que esta festa representa para nós.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim,porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.

Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.(Dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo)

ANUNCIO PARA AS SANTAS MISSÕES POPULARES

O QUE SÃO SANTAS MISSÕES POPULARES?

É uma pergunta básica, pois é de fundamental importância conhecer o que queremos para nossa vida.
Qual o sentido que estou dando a minha vida?
 Estou feliz com a vida que estou vivendo, poderia avançar mais? Será que não estou precisando de uma sacudida?
 Sacudida, é acordar, tomar consciência do mundo que nos rodeia, do que somos e queremos ser.
Sacudida é para quem não quer desperdiçar a vida, o dom maior. A oportunidade da vida é única, não dá para repetir.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, são portanto, uma ocasião especial para dar um sentido verdadeiro a vida, que é o maior desafio de todo ser humano.
SANTAS MISSÕES POPULARES!
Porque Santa?  Porque continua a mesma missão de Jesus
Porque Missões? Porque é tempo de ser enviado, visitar e testemunhar.
Porque populares? Porque elas acontecem no meio do povo, e com o povo.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, querem ser a visita e o abraço especial de Deus misericordioso para com seu povo querido, que somos todos nós!


sábado, 29 de agosto de 2015

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: "SEMPRE UMA OPORTUNIDADE DE REFLEXÃO"

Jesus deixa claro que a acolhida da sua Palavra não é apenas fruto do nosso esforço, mas fruto da graça de Deus (cf. Jo 6,65). É o Pai que abre a porta para que a Palavra entre em nós, para que ela seja internalizada por nós. Como Jesus permaneceu tranquilo e firme nas suas palavras, o Evangelho diz que “a partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele” (Jo 6,66). Foi quando Jesus se voltou para os doze apóstolos e perguntou: “Vós também quereis ir embora?” (Jo 6,67), ao que Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).
Pelos canais de TV, pelas rádios e pela internet, você encontra hoje inúmeras pessoas proclamando a Palavra de Deus. Com quê intenção? Com a intenção de torná-lo(a) mais um “cliente” da sua igreja? Com a intenção de “vender-lhe” um produto de auto-ajuda ou de sucesso profissional, ou com a intenção de instruí-lo(a), de refutar o que em você não está de acordo com a vontade de Deus, de corrigi-lo(a) e de educá-lo(a) na justiça (cf. 2Tm 3,16)? Palavras (ou o anúncio da Palavra) você vai encontrar sempre, e em diversos lugares. Mas a questão é saber: são palavras de vida eterna? São palavras que conduzem você para a verdadeira vida? São palavras que abrem a sua vida para a plenitude de Deus? Escolha hoje qual palavra/Que Palavra você quer ouvir...?
(dos escritos do Pe. Paulo Cesar Mazzi)

domingo, 16 de agosto de 2015

REFLEXÃO - Nossa santa padroeira (Por: DOM VICENTE COSTA)

Caríssimos leitores e leitoras: quero convidá-los a refletir sobre um dos títulos pelo qual veneramos Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe: Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da nossa cidade e Diocese de Jundiaí. Essa devoção mariana nasceu inspirada pela passagem bíblica contida em Mt 2,13-23. A narrativa, única em todo o Evangelho, conta a fuga da Sagrada Família para o Egito e a volta para a cidade de Nazaré, na região da Galileia. Pois, temendo pela segurança do Menino Jesus, Maria e o “justo” José, acolhendo a mensagem do anjo do Senhor, fogem da cidade de Belém para ficarem a salvo da perseguição do rei Herodes, temeroso de que a vinda de outro rei pudesse sombreá-lo. De fato o verbo “desterrar” (de onde vem o termo “desterro”) significa “exilar’ ou “isolar”. Caríssimos leitores e leitoras: nesta data tão bonita a nossa prece é dirigida de modo especial aos moradores da cidade e da Diocese de Jundiaí, para que Maria interceda por nós e nos ajude na construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário. Como não lembrar também, nesta data, tantos refugiados da América Latina que são obrigados a abandonar seus lares em busca de um futuro melhor. Também em nossas cidades os refugiados haitianos se fazem mais presentes! Não podemos nos esquecer ainda dos inúmeros cristãos perseguidos por causa da fé em Jesus Cristo, principalmente no Oriente Médio. O Papa Francisco, diversas vezes, tem alertado o mundo sobre o drama dos migrantes e dos refugiados. Na Mensagem que ele lançou por ocasião do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, com o tema: “Igreja sem fronteiras, mãe de todos" (03 de setembro de 2014), afirmou: “À globalização do fenômeno migratório é preciso responder com a globalização da caridade e da cooperação, a fim de se humanizar as condições dos migrantes. Ao mesmo tempo, é preciso intensificar os esforços para criar as condições aptas a garantirem uma progressiva diminuição das razões que impelem populações inteiras a deixar a sua terra natal devido a guerras e carestias, sucedendo muitas vezes que uma é causa da outra”.  Queridos leitores e leitoras: Encontremos na devoção à Nossa Senhora do Desterro esperança para prosseguir enfrentando os males deste mundo. Filhos desterrados que ainda somos, possa a Virgem Maria mostrar-nos sempre o Menino Jesus, bendito fruto de seu imaculado ventre, a fim de continuarmos caminhando rumo à Pátria Celeste e definitiva. E como disse o Papa, na conclusão da referida Mensagem: “Queridos migrantes e refugiados! (...) Pensemos na Sagrada Família exilada no Egito: como no coração materno da Virgem Maria e no coração solícito de São José se manteve a confiança de que Deus nunca nos abandona, também em vós não falte a mesma confiança no Senhor”. Assim seja. DOM VICENTE COSTA é bispo diocesano de Jundiaí, que congrega 11 municípios da Região 
fonte:http://www.jj.com.br/colunistas-1608-nossa-santa-padroeira

Semana da Família: "É preciso reconhecer o valor da vida e da família".

Vivenciamos, dentro de nossa Igreja no Brasil, a partir do Dia dos Pais, dia 9, até o dia 16 de agosto, Assunção de Maria, a Semana Nacional da Família. O tema deste ano é "O amor é a nossa missão: a Família plenamente viva". Este tema foi inspirado nas palavras de um santo dos primeiros séculos da Igreja: Santo Irineu. Ele afirmou que a "glória de Deus é o homem plenamente vivo". "Ele expressa e manifesta o desejo, inscrito no coração da grande maioria de homens e mulheres sobre a face da terra, que não sabe viver sem o amor: o amor que é compromisso com o outro, em especial entre um homem e uma mulher, e aberto a acolher novas vidas".
A Semana Nacional da Família é promovida pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).
A semana acontece desde 1992, sempre na segunda semana de agosto, mês dedicado às vocações, tendo início com o “Dia dos Pais”, dia em que a Igreja no país dedica à vocação matrimonial, e o seu encerramento no domingo seguinte, com ações internas e externas em nossas comunidades paroquiais.
A fim de auxiliar as atividades de oração e reflexão, a Comissão para a Vida e a Família e a CNPF elaboraram um subsídio intitulado “Hora da Família”, que propõe sete encontros voltados às famílias, jovens, crianças, casais de namorados e noivos.
Trata-se de um subsídio que abrange todos os aspectos da vida familiar, especialmente aqueles que são mais desafiadores. Os temas deste ano aprofundam o aspecto do amor, que é a primeira missão da família.
A conjuntura cultural e os novos paradigmas têm impactado profundamente a família cristã. São muitas as contradições, pois grande parte das famílias de hoje carrega um misto de valores, alguns verdadeiros e outros negativos ou falsos. É verdade que precisamos acolher os verdadeiros valores da cultura atual. Porém, não podemos desprezar ou sepultar os antigos valores herdados dos antepassados e passados de pais para filhos na cultura tradicional.
Temos muitas preocupações com a situação familiar hoje! Uma delas é a preparação para o matrimônio. Chamamos de setor pré-matrimonial. Pois, uma boa, séria e remota preparação gera famílias com bases sólidas, duradouras e felizes. Estão presentes também as preocupações com os divorciados e recasados. É cada vez maior o número de casais em 2ª ou 3ª união, os quais precisam de um olhar de misericórdia e acolhimento da Igreja. Vale lembrar que a causa do divórcio está, sobretudo, no “improvisamento” dos casamentos, os quais tiveram pouca ou nenhuma preparação para o matrimônio. Além disso, tem o incentivo e facilitação do Estado (da lei), com a promulgação do “divórcio à jato” pela Internet.
O tema de ambos os eventos é "O amor é a nossa missão: a família plenamente viva".
É preciso reconhecer o valor da vida e da família. Só assim perceberemos como vale a pena lutar, trabalhar, esforçar-se em favor de ambas. A Semana Nacional da Família é “uma oportunidade de demonstrarmos, como Igreja e como cidadãos, não só aquilo que cremos, mas também aquilo que desejamos para nossas famílias, para nossas cidades e para nosso país", ou seja, além do trabalho ao interno da Igreja, somos chamados a ser sinais de esperança em nossa sociedade tão carente e caótica.
Continuemos, após a Semana Nacional da Família, a batalhar para que esta célula mãe de nossa sociedade continue sua missão, contagiando com o bem a vida de todos e levando a todos a alegria de viver o Evangelho em família. Rezemos pelas famílias. Que a Sagrada Família de Nazaré seja o nosso modelo.
CNBB 14-08-2015.
*Cardeal Orani João Tempesta é arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ).


domingo, 2 de agosto de 2015

Visita Pastoral:Dom Vicente preside celebração pela primeira na Comunidade Cristo Rei"Um olhar sobre a vida do povo"


A Visita Pastoral é uma atividade específica do Bispo Diocesano que tem como objetivo acompanhar e conhecer de perto a vida da Igreja Particular, isto é, a Diocese que lhe foi confiada.
Na prática é uma atividade de cunho missionário que possibilita a chegado do Pastor não só no espaço geográfico territorial da Paróquia, mas também a aproximação das realidades pastorais e administrativas das comunidades, grupos e serviços da Igreja. É, na verdade, oportunidade de crescimento e de fortalecimento na missão de discípulos missionários de Cristo. Um olhar sobre a vida do povo e as suas necessidades promoverá uma busca de parceria, de colaboração no sentido de incentivar a solidariedade e a fraternidade para com todos. A Igreja não pode ser instrumento de separação e criação de conflitos, mas promotora do respeito inter-religioso e ecumênico.
A Comunidade Cristo
Rei parte integrante desta paróquia foi agraciada pela presença de Dom Vicente presidindo a celebração dominical. Anteriormente, somente o saudoso Dom Amauri Castanho esteve presente na comunidade dos Metalúrgicos. Por se tratar de um condomínio fechado, destaca-se a persistência e perseverança dos membros da comunidade. Além de não ter uma capela, as celebrações, catequese e reuniões pastorais são realizadas no salão comunitário. Dom Vicente incentivou a comunidade para não desistir do sonho da conquista de uma capela, um espaço próprio para a igreja. A comunidade Cristo Rei é a caçula que compõe a paróquia São José Operário e já soma 16 anos de atividade pastoral.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dom Vicente anuncia transferências e nomeações de padres

Pe. Ivan de Oliveira 
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat,em Salto.

Pe. Carlos José Virillo
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Jundiaí.

Pe. Márcio Odair Ramos
Vai fazer Mestrado em Direito Canônico, em Roma, pelos próximos dois anos.

Pe. Paulo Eduardo F. de Souza
Assume como vigário judicial da Diocese de Jundiaí.

Pe. Donizétti F. Zanello.
Nomeado Capelão do Mosteiro das Irmãs Concepcionistas e do Convento das Irmãs Redentoristas, ambos em Itu.

fonte:O VERBO-ANO 19 - Nº 436 (2ª quinzena de julho de 2015)

Padre Márcio Felipe fala da importância da Vocação como dom de Deus

Confira um resumo publicado no Jornal "O Verbo"Ed.436


É preciso responder com alegria à voz do Senhor. Para isso, somente o dom da fé possibilita ao ser humano entender que, ao chamar, o Pai fundamenta o seu chamado como uma resposta verdadeira ao pedido que Jesus faz a todos nós, como fez aos seus discípulos: “pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9, 38). Esse pedido de Jesus demonstra sua preocupação, diante do cansaço do povo.
Pedir trabalhadores ao Senhor da colheita, não quer dizer pedir que Ele envie somente padres para o trabalho da evangelização. É preciso abrir os horizontes e entender que toda vocação, quando bem discernida, é vivida com alegria não somente por àqueles que a recebem, mas, principalmente, pela comunidade, pela família e pela sociedade que podem crescer com esse dom: chamado de Deus acolhido, chamado de Deus vivido e colocado à disposição do próximo.É necessário saber discernir a vocação. Esse discernimento se dá impreterivelmente por meio da oração pessoal. Entretanto, não podemos deixar de rezar em comunidade, pois é na comunidade eclesial que Deus manifesta a plenitude do seu amor aos que Ele chama. O profeta Jeremias tentou relutar diante do chamado que o Pai o fez. Mas quando o mesmo reconhece que é um dom de Deus, seu pensar é transformado. Não é mais a sua vontade que se faz, mas a vontade d’Aquele que o seduziu: “tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu” (Jr 20,7).
Que estupenda a profissão de fé que o profeta Jeremias dirigiu ao Senhor.

Faz-nos pensar na nossa própria vocação, seja ela qual for. Tenhamos esta clareza: o Senhor seduziu Jeremias, e, portanto o chamou. O centro desse relato não está somente na iniciativa de Deus, mas na resposta positiva do profeta que quer ser seduzido pelo Senhor. A exemplo do profeta é necessário deixar-se seduzir pelo Senhor. Somente dessa maneira será possível ser um bom padre, um bom pai, um bom religioso, um bom catequista, enfim, um bom cristão,que sabe e reconhece a sua vocação, porém acredita que não é somente um dom pessoal e, sim, um dom de Deus.

domingo, 19 de julho de 2015

Dom Vicente visita paróquia São José Operário no final do mês de Julho

A visita será de três dias, tendo início na quinta-feira dia 30 de Julho com chegada prevista de Dom Vicente às 12:00 finalizando no dia 02 de agosto na celebração da 09:30 na matriz São José Operário.Ainda aguardando confirmação a possibilidade neste dia 02/08 de Dom Vicente estar celebrando na comunidade Cristo Rei as 08:00hr.

É o próprio Jesus Cristo que age na Igreja através de seus ministros. Para isso os bispos recebem a efusão dos dons do Espírito Santo, mediante a imposição das mãos (desde os tempos apostólicos) na ordenação episcopal (cf. At 1,8; Jo 20,22-23; 2Tm 1, 6-7). O bispo recebe a plenitude do sacramento da Ordem para ser ministro de Cristo e dispensador dos mistérios de Deus e garantia da unidade de sua Igreja (cf. 1Cor 4,1); dar testemunho do Evangelho pela pregação (cf. Rm 15,16), administrar a justiça e o Espírito (cf. 2Cor 3,8-9). A sagração episcopal confere ao bispo a tarefa de santificar, ensinar e governar a Igreja que lhe é confiada. O Concílio Vaticano II assim se expressa: “Os Bispos, pois com seus auxiliares, os presbíteros e diáconos, receberam o encargo de servir a comunidade, presidindo no lugar de Deus ao rebanho do qual são pastores, como mestres da doutrina, sacerdotes do culto sagrado e ministros do governo” (LG n. 20). Torna-se necessário dizer uma palavra, sobre alguns símbolos recebidos pelo bispo no dia de sua ordenação episcopal e que lhe são próprios e expressam seu ofício. Símbolos de uso comum dos bispos, cujo significado muitas vezes, é desconhecido da maioria dos fiéis (cf. Dic. Litúrgico, R. Berger, Loyola, 2005).

Báculo: Bastão ou cajado, símbolo do poder-serviço e da missão de pastor. Tem uma extremidade curva para puxar as ovelhas mais perto, impedindo que se dispersem, e a outra extremidade reta ou pontuda para defender dos lobos. É usado somente nas funções litúrgicas.
Mitra: símbolo da santidade e poder espiritual. Com suas duas pontas voltadas para o alto indica a pertença a Deus. Com suas duas partes separadas e duas ínfulas (fitas que caem para traz), é símbolo da Antiga e Nova Aliança. Simboliza também o capacete usado para defender a fé. É usada somente nas funções litúrgicas.
Anel: É sinal de união e fidelidade eternas. Sinaliza o dever do bispo, de ser guardião da aliança de amor entre Cristo esposo, e sua esposa a Igreja (Diocese a ele confiada), mantendo-a fiel na unidade e amor. É usado sempre pelo bispo.
Cruz peitoral: A cruz é símbolo universal da mediação e do mediador (Jesus) como duas ligações de pontos opostos. A partir da ressurreição, a cruz se torna sinal da vitória sobre a morte, e da vida nova em Cristo, a qual o bispo, sucessor dos apóstolos, deve anunciar. Usada sempre pelo bispo.
Solidéu: barrete em forma de calota de cor roxa que substitui a tonsura (corte de cabelo de forma redonda) a qual simboliza a total consagração da vida a Deus. É uma peça não só litúrgica litúrgica do vestuário episcopal, pode ser usada fora das celebrações.
Cátedra: Cadeira ou cátedra episcopal em lugar fixo e destacado no presbitério da igreja Catedral (que se chama assim porque tem a cátedra episcopal, por isso também é a igreja mãe da Diocese). A cátedra significa o ofício do bispo de presidir e governar sua Igreja, a Diocese.
Lema: Divisa, norma ou sentença curta que resume um ideal a ser atingido. Geralmente os bispos escolhem um versículo da Sagrada Escritura para iluminar todo o seu ministério. O lema de Dpm Pedro é: In nomine Iesu - Em nome de Jesus (Cl 3,17)
Brasão: Figura heráldica que compõem o distintivo de famílias, cidades, corporações ou indivíduos. Nela aparecem elementos, cores e ornatos como símbolos significativos, os quais no conjunto, compõem um programa de vida. É um logotipo ou logomarca.
Fonte; CNBB


RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

Começa nesta semana o Seminário de Vida no Espírito na comunidade São Gabriel (Confira programação)

Deus nos entregou uma grande responsabilidade, a de sermos porta-vozes daquilo que ele pensa e quer! Não necessitamos de grandes ou novas revelações para viver esta missão. Basta ter na mente, no ouvido e no coração o Evangelho de Jesus Cristo, vivê-lo e proclamá-lo corajosamente. Como na narrativa da Criação Deus descansou ao ver que tudo o que fizera era muito bom (Cf. Gn 1, 31), permitamos-nos dar alegria e repouso ao seu coração, sendo coerentes com seu plano de amor.
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará-Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL

sábado, 18 de julho de 2015

Mensagem ao Encontristas: 26º ECC - Paróquia São José Operário

“O casal perfeito não é aquele que nunca tem problemas, mas sim aquele que apesar dos obstáculos sempre permanece juntos.”

Estimados encontristas!
 A missão primeira da Igreja é evangelizar, levar a todos o Evangelho de Jesus Cristo, apresentando o senhor Jesus como o Messias anunciado, esperado e enviado pelo Pai na plenitude dos tempos.
Como discípulos e missionários do Senhor Jesus, não podemos nos acomodar, achando que tê-lo conhecido é o suficiente para alimentar a nossa vida de fé. Em cada tempo e em cada lugar, devemos ter a ousadia de viver a dimensão missionária da nossa fé anunciando Jesus Cristo às pessoas. O Encontro de Casais com Cristo (ECC)  proporciona ao casal não só admiração, mas uma resposta, uma adesão a uma caminhada de fé que se alimenta do pão da Palavra e do pão da Eucaristia em comunidade.
A família e a comunidade foram os lugares que favoreceram ao longo da história o processo de iniciação à vida cristã e de transmissão de valores. Nos últimos anos, a família passou por um grande processo de transformação, perdendo em algumas realidades sua capacidade de ser o lugar ideal e privilegiado da iniciação cristã das crianças e dos jovens, onde o testemunho de fé dos pais contagiava os corações dos filhos.
É necessário desenvolvermos um processo de iniciação na vida cristã que conduza as crianças, adolescentes e jovens ao encontro pessoal com Jesus Cristo, não tendo presente só os sacramentos de iniciação, mas o cultivo permanente da amizade com Ele pela oração, pela participação na celebração litúrgica, na experiência comunitária e no compromisso apostólico.

Parabéns pela participação neste encontro. Parabéns pela busca de Cristo em vossas vidas!

Franca 2015 - Encontro Vocacional de Jovens-Paróquia São José Operário presente

A cidade de Franca no interior de São Paulo como já anunciado é o local escolhido para o Encontro Vocacional do Caminho Neocatecumenal 2015. Ligado à Igreja Católica, o movimento pretende reunir mais de dez mil jovens das Comunidades Neocatecumenais de todo o Centro-Sul do Brasil  Nossa paróquia São José Operário  para lá partiram na noite de ontem,17/07. Estamos bem representados com os jovens de nossa paróquia juntamente com todos os monitores que se dispuseram como voluntários na parte organizacional.
 Aberto ao público, o evento visa incentivar as vocações entre os jovens e funciona como uma preparação a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá em 2016 na Cracóvia, na Polônia.
 De acordo com o cronograma, os grupos de peregrinos  chegaram ontem (sexta-feira, 17), para serem acolhidos em paróquias e casas de família. No sábado, 18, durante todo o dia, os jovens evangelizarão pelas ruas e praças da cidade e, à noite, participarão de missas nas paróquias onde forem recepcionados. Também estão previstas visitações em igrejas, santuários e seminários de Franca e cidades vizinhas, como no Mosteiro de Claraval (MG).


 O Encontro Vocacional acontece no domingo, 19, a partir das 9 horas no Parque de Exposições “Fernando Costa” e contará com pregações e a presença do bispo Dom Paulo Roberto Beloto, além de padres e bispos das cidades participantes.Com tão grandes intercessores, além do Santo Papa João Paulo II, dentre outros muitos que amam a juventude, temos a certeza de um encontro repleto de frutos e de boas lembranças. Pedimos a Deus que não tire Sua Mão de nossas cabeças e que Ele mesmo conduza todas as coisas, fazendo-as sempre novas e eternas, a fim de que possamos colocar muitos jovens diante de Cristo, jovens que Ele ama e lhes pertencem.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Papa Francisco no Equador

Logo após aterrissar no aeroporto de Quito, o papa Francisco ofereceu ao presidente do Equador, Rafael Correa, “o compromisso e a colaboração” da Igreja católica para que “as conquistas em andamento e o desenvolvimento que está sendo conseguido garantam um futuro melhor para todos”. O Pontífice, que durante os próximos oito dias visitará Equador, Bolívia e Paraguai, pediu a Correa que dê “atenção especial” aos “irmãos mais frágeis”. “Os pobres são a dívida que toda a América Latina ainda tem", disse.
O presidente equatoriano recebeu Jorge Mario Bergoglio com um forte abraço, um discurso de intenso caráter político, no qual destacou as conquistas de seu Governo, e um agradecimento pela encíclica papal sobre o meio ambiente. “Se alguém tentar calar suas palavras”, disse o presidente Correa a Francisco, “as pedras gritarão”.
A primeira etapa da viagem do Pontífice, ainda que restrita apenas à recepção no aeroporto já deixou clara as linhas pelas quais transitará uma jornada que se aguarda com máxima expectativa. Essa é a primeira vez que Bergoglio visita como Papa a América de língua espanhola, onde forjou a opção preferencial pelos pobres que agora quer usar como guia de toda a Igreja. “Francisco”, destacou o jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, “terá ainda a oportunidade de se expressar em seu próprio idioma, o que com toda certeza o levará a improvisar sobre os discursos já previstos”. O terceiro aspecto que certamente marcará a diferença será o calor da recepção ao primeiro papa latino-americano.
Em seu discurso diante do presidente Correa, que nas últimas semanas tem sofrido uma grande contestação popular a suas reformas, o Papa afirmou que no Evangelho se pode encontrar “as chaves para enfrentar os desafios atuais, valorizando as diferenças e fomentando o diálogo e a participação sem exclusões”. Bergoglio, que reconheceu os avanços conquistados por um país cujo PIB tem crescido a um ritmo superior a 4% ao ano na última década, ressaltou, no entanto, a necessidade de que o progresso alcance também os mais vulneráveis. “Para isso, senhor presidente, poderá contar sempre com o compromisso e a colaboração da Igreja”.


sábado, 4 de julho de 2015

Igreja Católica não deveria ter 'líderes vitalícios', diz papa

Papa Francisco diz que deveria haver um tempo para os cargos na Igreja.

A Igreja Católica não deveria ter “líderes vitalícios” em suas fileiras, senão corre o risco de ser como um país sob ditadura, disse o papa Francisco nesta sexta-feira.
Francisco, de 78 anos, já declarou anteriormente que estaria pronto para renunciar ao invés de ficar até o fim da vida se sentisse que não pode continuar liderando a igreja de 1,2 bilhão de fiéis por razões de saúde ou outras.
“Sejamos claros. O único que não pode ser substituído na igreja é o Espírito Santo”, afirmou o pontífice argentino em um discurso a cerca de 30 mil pessoas durante um evento ecumênico na Praça São Pedro.
“Deveria haver um limite de tempo para os cargos (na igreja), que na verdade são cargos de serviço”, disse ele durante sua fala, em parte preparada e em parte improvisada.
Deixando claro que seus comentários não se restringem ao clero, Francisco acrescentou: “É conveniente que todos (os cargos) na igreja tenham um limite de tempo. Não há líderes vitalícios na igreja. Isto ocorre em alguns países onde existe uma ditadura”.
Em fevereiro de 2013, o antecessor de Francisco, o papa Bento 16, se tornou o primeiro pontífice a renunciar em 600 anos.
Em uma entrevista à televisão mexicana em março passado, Francisco disse que o que Bento, agora conhecido como papa emérito, fez “não deveria ser considerado uma exceção, mas uma instituição”.

Mas, na mesma entrevista, ele afirmou não gostar da ideia de uma idade de aposentadoria automática para os papas, por exemplo aos 80 anos.
fonte:Reuters

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Divorciados em 2ª união e os sacramentos

A admissão dos divorciados em 2ª união aos sacramentos não é um problema novo.


A questão da admissão dos divorciados em segunda união aos sacramentos não é um problema novo e não é um problema alemão. A discussão em torno dessa questão se desenvolve há anos em nível internacional (1). O Papa João Paulo II se pronunciou sobre isso na exortação apostólica Familiaris consortio (1982) (n. 84), favorável à práxis eclesial vigente. Na exortaçãoReconciliatio et paenitentia (1984) (n. 34), ele reafirmou expressamente essa posição. Ela entrou no Catecismo da Igreja Católica (1993) (n. 1.650) e na Carta da Congregação para a Doutrina da Fé de 1994 (2). O Papa Bento XVI a confirmou na sua exortação apostólica Sacramentum caritatis de 2007 (n. 29).
O Papa João Paulo II falou de uma questão difícil e quase insolúvel. O Papa Bento XVI, de um problema difícil e espinhoso. Portanto, não é de se surpreender que a discussão sobre a questão, desde então, não se aplacou. Ela não diz respeito apenas aos cristãos que são afetados imediatamente, mas também a muitos cristãos praticantes e comprometidos que estão casados há 50 anos ou mais, que nunca pensaram no divórcio, mas agora experimentam dolorosamente o problema nos seus filhos e netos. Os seus filhos, por sua vez, na maior parte dos casos, só com dificuldade conseguem encontrar o caminho que os leva aos sacramentos, se os seus pais não podem lhes dar o exemplo. Não há quase nenhuma família que não seja afetada por esses problemas. Portanto, é compreensível que o problema seja percebido como candente por muitos pastores e confessores, teólogos e bispos.
Como se podia esperar, a questão se acendeu de novo e foi objeto de polêmicas às vésperas e durante o Sínodo extraordinário dos bispos de 2014 (3). O Sínodo Ordinário de 2015 deve levar a termo a discussão das questões e apresentá-las ao papa, para que ele tome uma decisão.