Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Vem aí...

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domingo, 3 de julho de 2016

Preparação para a JMJ Cracóvia 2016 a nível de Diocese

Jovens católicos do mundo inteiro vão se encontrar com o Papa Francisco em Cracóvia, na Polônia, de 26 a 31 de julho, durante a 31ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A Diocese de Jundiaí será representada por cerca de 250 pessoas entre jovens, casais acompanhantes, padres e o Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa. Além dos encontros com o Santo Padre, a Jornada prevê eventos espirituais, formativos e culturais. Os principais e os mais importantes encontros da JMJ são chamados de Atos Centrais. Durante essas atividades, os jovens peregrinos celebram juntos uma grande festa da fé. Confira os principais momentos do programa oficial. Missa de Abertura, em 26 de julho. A JMJ começa com a Missa de Abertura celebrada pelo Bispo local. Momento de apresentar o país que acolhe os jovens de todo o mundo.

 Cerimônia de Boas-Vindas, em 28 de julho. Este será o primeiro encontro com o Santo Padre. Via-Sacra, em 29 de julho. Um momento para que jovens de todo o mundo se encontrem com Cristo crucificado. Aí, a Cruz da JMJ é carregada em procissão seguida pelos jovens que dão testemunho de sua fé. Vigília com o Santo Padre, em 30 de julho. O momento mais íntimo dos Atos Centrais é a Vigí- lia com o Papa. É um tempo muito intenso de oração e encontro com Jesus Cristo. Missa de encerramento, em 31 de julho. Este será o último acontecimento previsto para a JMJ. A Missa Final, presidida pelo Papa Francisco, é o ponto culminante de todos os encontros. Nesta Eucaristia, o Pontífice “envia os jovens a todos os cantos do mundo”. Durante a oração do Angelus Domini, o Santo Padre anuncia tradicionalmente a próxima sede e a data da JMJ. A programação completa o leitor pode conferir não site: www.krakow2016.com/ pt/programa

Jornada Mundial-2016-Kit Peregrino foi apresentado em Cracóvia

O Kit traz um design que remete aos elementos da Jornada polonesa e à misericórdia.


Todos os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Cracóvia 2016 receberão um Kit Peregrino. O Kit inclui uma mochila, equipamento básico de todo peregrino. O desenho gráfico da mochila é a centelha da misericórdia, um dos elementos do logo da JMJ Cracóvia 2016. Na mochila o peregrino vai encontrar um terço- -bracelete para rezar o Ter- ço da Divina Misericórdia, um lenço de microfibra e um xale multifuncional para proteger do sol de julho e também uma capa, em caso de chuva. O Kit Peregrino também contém: um guia do peregrino, um guia de Cracóvia, uma oração “Jesus eu confio em Vós”, um livro de orações “Um Livro Extraordinário sobre a Divina Misericórdia” e, de pendendo do tipo de pacote escolhido, vouchers para alimentação. Todo o Kit Peregrino foi desenhado com base no projeto vencedor de Hanna Talarek e foi apresentado oficialmente em Cracóvia no dia 16 de junho.

Fonte: krakow2016.com

Chamados a orar pelo nosso Papa Francisco

Jesus garantiu a sua oração a Pedro, para que ele se fortalecesse na sua fé. A Igreja orou incessantemente a Deus por Pedro, enquanto ele era mantido na prisão. Da mesma forma, nós somos chamados a orar pelo nosso Papa Francisco. Desde aquele 13 de março de 2013, quando abraçou sua nova missão em favor da Igreja de Jesus Cristo, o Papa Francisco tem pedido que oremos por ele. O fato do Papa Francisco, com seu estilo de vida e com suas atitudes, estar devolvendo decência e credibilidade à nossa Igreja, incomoda muitas pessoas, inclusive dentro da Igreja, pessoas que, embora se julguem colocadas na Igreja pelo próprio Espírito Santo, sempre resistiram a Ele (cf. At 7,51).

Missa de São Pedro e São Paulo: CONFIRMADOS NA FÉ


Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu. Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos. Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois apóstolos.
A respeito de Pedro, homem fraco na fé, Jesus disse: “Eu orei por ti, a fim de que tua fé não desfaleça. Quando tu, porém, te converteres, confirma teus irmãos” na mesma fé (Lc 22,32). A respeito de Paulo, Jesus declarou: “Este homem é um instrumento escolhido para levar o meu nome diante das nações pagãs...” (At 9,15). Assim como fez com Pedro e Paulo ontem, Jesus hoje chama a cada um de nós para que, como pedras vivas da sua Igreja, possamos confirmar a fé as pessoas que convivem conosco, buscando anunciar o Evangelho da misericórdia ao mundo em que vivemos.
O martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia. Não falamos de mártires desconhecidos. Sua voz ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do mundo a sua palavra (Sl 18,5). Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade. No mesmo sentido, também depois da ressurreição, o Senhor entregou a Pedro a responsabilidade de apascentar suas ovelhas. Não que dentre os outros discípulos só ele merecesse pastorear as ovelhas do Senhor; mas quando Cristo fala a um só, quer, deste modo, insistir na unidade da Igreja. E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque, entre os apóstolos, Pedro é o primeiro.
Adaptação dos sermões de Santo Agostinho

sábado, 18 de junho de 2016

Setor Juventude promove o XXIV Querígma

Divulgação:Na foto os jovens Giovani e Natália e ao centro Marcio-Setor Comunicação

Em andamento neste final na cidade de Itu-SP o 24º Querígma que reúne jovens de todas as cidades da Diocese.

Querigma significa o primeiro anúncio da Boa-Nova do acontecimento Jesus de Nazaré realizado na força do Espírito Santo, baseado no testemunho pessoal dos apóstolos. O anúncio demonstra a urgência da salvação de forma imperiosa por meio do diálogo e do testemunho. O convite e a decisão da acolhida da fé tornam-se inadiáveis e intransferíveis.
A perda do sentido da fé na sociedade anima a recuperar o primeiro anúncio dirigido aos batizados não evangelizados, às famílias e às crianças como forma de promover o encontro com Jesus Cristo. 
Estejamos atentos ao sofrimento, às indagações e às situações que envolvem as pessoas como ocasião de praticar o primeiro anúncio. Hoje, comunicar a boa notícia com alegria e confiança tornou-se uma forma essencial de fazer pastoral!
O objetivo deste encontro é estabelecer uma relação de fé na perspectiva da revelação de Deus para nós.
 É um chamado aos jovens  a expressar o amor e nele crescer, como fundamento da preparação do futuro que nos espera. Os projetos de nossa vida tornam-se fecundos e sólidos se garantidos pelo verdadeiro amor. Seja qual for a vocação a que formos chamados, a nossa resposta deve ser um ato de amor.
Neste amor devemos crescer todos os dias, cultivando nossos talentos, deixando-nos guiar pelo Espírito Santo, sejamos inovadores na caridade e audaciosos nas iniciativas para a construção de um mundo de Justiça e caridade.
Não deixemos de recorrer à oração, pois só Deus pode suprir as nossas fraquezas.Sobretudo a Eucaristia deve ser a fonte onde nos alimentamos do amor. Que todos os jovens sintam amados e convocados a aderirem ao grande e gentil convite de serem evangelizadores do amor de Deus Trino ao mundo, Amém!
Nota: A previsão de chegada dos jovens em nossa paróquia é neste domingo,19/06 as 17:15 finalizando com a Missa. O endereço é Rua Maestro paulo Mario de Souza,284- Bairro Retiro-Jundiaí/SP.

sábado, 4 de junho de 2016

Paróquia São José Operário e os preparativos para o 27º ECC

Momento oportuno para reflexão e fortalecimento de nossos casais a exemplo da Sagrada Família


O dia a dia da família de Nazaré era feito de amor, trabalho e oração, tudo vivido com muita simplicidade. O valor das pequenas coisas, uma criança diferente que aprende ao colo da mãe as lições da Escritura, um pai de família trabalhador, conhecido em Nazaré pelos serviços que realiza, nada de extraordinário e esta é a novidade, num mundo que até hoje teima em complicar as coisas. Da Família de Nazaré nascem as lições do quotidiano, no qual as surpresas ficam por conta da beleza da alma das pessoas nele envolvidas. Sim, original é o fato da importância das pessoas e não do que elas eventualmente possam fazer ou produzir. Família parecida com as nossas famílias! 

Nós buscamos a vida em ti, Senhor! (10º Domingo do TC - C)

“Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes quando estava já morrendo” (Sl 30,4). No mundo em que vivemos há diversos abismos engolindo muitas almas. O abismo da migração forçada engole no mar inúmeras almas que tentam escapar da fome e da guerra, sobretudo na África ou em alguns países do Oriente Médio. O abismo do tráfico e do consumo de drogas engole inúmeras almas adolescentes e jovens à nossa volta. O abismo de doenças graves como o câncer, engole almas de todas as idades e de todas as classes sociais. Existem também os abismos emocionais, que engolem inúmeras almas por meio da depressão, da ansiedade, do pânico, da fobia, da falta de sentido para a vida, do suicídio etc.  

Hoje queremos nos colocar na presença do nosso Deus, o único que pode retirar a nossa alma do abismo em que ela porventura se encontra, e nos salvar da morte precoce, prematura, como aconteceu com esses dois jovens: o primeiro deles, ressuscitado por Deus mediante a oração do profeta Elias; o segundo, ressuscitado por Jesus. Talvez muitos de nós já fizemos essa experiência de sermos ressuscitados por Deus. Nossa alma estava no abismo do desânimo, da aflição, do sofrimento ou mesmo da morte, mas a mão de Deus nos alcançou e nos retirou do fundo desse abismo. Então, voltamos a viver, a nos sentir vivos; recobramos o ânimo, a força, a esperança.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

No Coração de Jesus conhecemos o amor de Cristo que supera todo o conhecimento e pelo qual encontramos a graça da sabedoria da vida e somos repletos da plenitude divina.
A devoção ao Sagrado Coração que, desde a nossa infância, nos encheu e alegria e de confiança, é força na nossa evangelização, a que todos os cristãos somos impelidos pelo batismo.
É impossível contemplar este Coração cheio de amor por nós, sem que a Ele nos convertamos. Mostremos ao mundo chagado e ensangüentado pelos males do pecado, a misericórdia do Coração de Jesus que, embora ofendido e rasgado por nossos pecados, abre-se para receber-nos e guardar-nos em seu amor. Quem a tão grande amor não haveria de
Isto quer dizer e bem claro que o mistério da salvação do amor de Deus, não pode ficar escondido. Não é só para nós, para o conservar no recôndito de nossos corações. É uma mensagem que tem de ser anunciada ao mundo. Temos de proclamá-la, as insondáveis riquezas de Cristo que nos dá coragem de aproximarmo-nos de Deus com plena confiança. 
corresponder!  O apóstolo Paulo, afirmando para nós que “Deus, em Cristo, estava reconciliando o mundo consigo, não levando mais em conta as culpas dos homens”, conclui “e colocando em nossos lábios a mensagem da reconciliação” (Cf. 2 Cor.5,19) E, resumindo, no versículo anterior, afirma que Deus nos “reconciliou consigo, por meio de Cristo e nos confiou o ministério da reconciliação”.

domingo, 29 de maio de 2016

Grupo de Oração São Gabriel convida para o Seminário de Vida no Espírito

Foto: divulgação-Pastoral da Comunicação

Inicio:07 de Junho de 2016

O Espírito que ungiu os profetas no antigo testamento, os apóstolos, Paulo e os discípulos, agora se revela a todos dando dons, unção, poder e autoridade “Pois a promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor nosso Deus “(At 2,39). O mesmo Espírito Santo que tirou os apóstolos da condição de pessoas medrosas e tímidas, e os deu um novo impulso missionário, é o mesmo espírito que quer levantar a sua Igreja nos dias de hoje, pois “Os últimos tempos, que estamos vivendo, são os tempos da efusão do Espírito Santo” (CIC 2819), mas também é um tempo de combate em um mundo marcado pelo pecado, que muitas vezes levam os filhos de Deus a viverem na carne, “trava-se por conseguinte um combate decisivo entre a carne e o espírito” (CIC 2819). É preciso ter passado pela escola de Paulo para dizer: “Que o pecado deixe de reinar no vosso corpo mortal” (Rm 6, 12). É momento de uma nova Efusão do Espírito, é momento de combate determinante, é momento de decisão.

Papa Francisco fala ao Diáconos

A esplanada da Basílica de São Pedro pintou-se de branco na manhã deste domingo com as vestimentas dos diáconos e sobre as quais sobressaía o emblema deste Ano Jubilar da Misericórdia. Vieram numerosos, de várias partes do mundo, acompanhados por familiares, para os três dias de Jubileu a eles dedicados e que se concluíram com Missa presidida na Praça de São Pedro pelo Santo Padre.
Na sua homilia Francisco recordou-lhes o espírito de serviço que deve animar o seu ser diáconos, indicou os passos principais nesta caminhada, encorajou na oração e sugeriu alguns modelos a seguir: antes de mais Cristo que “se fez diácono de todos”, que se fez “nosso servo”. Assim também “são chamados a fazer os seus anunciadores”. Aliás, apóstolo e servidor são dois termos que não podem ser separados, disse o Papa, citando a carta de São Paulo aos Gálatas. “Quem anuncia Jesus é chamado a servir e quem serve anuncia Jesus”. Há, portanto, que imitar Cristo.
“Por outras palavras, se evangelizar é a missão confiada a cada cristão pelo Baptismo, servir é o estilo com o qual viver essa missão, o único modo de ser discípulos de Jesus. É seu testemunho quem faz como Ele: quem serve os irmãos e as irmãs, sem se cansar de Cristo humilde, sem se cansar da vida cristã que é vida de serviço”.
Por onde começar, então, para se tornar “servos bons e fiéis”? – perguntou-se o Papa, logo respondendo que, antes de mais, é preciso disponibilidade, quer dizer não permanecer agarrado ao próprio tempo, não ser escravo de uma agenda pré-definida, mas doar a vida, ser dócil de coração, estar sempre pronto para o irmão e aberto ao imprevisto, que nunca falta, e é muitas vezes a surpresa quotidiana de Deus. Saber abrir as portas mesmo a quem chega fora de horário, pois o servidor é aberto às surpresas quotidianas de Deus, disse o Papa sublinhando que se sente amargurado quando vê que uma paróquia está aberta da hora tal á hora tal e que para além desse horário não há padres, diácono, ou leigo para receber as pessoas… Isto faz doer o coração – disse, encorajando os diáconos a não ficar transgredirem os horários, mesmo quando isso interfere com o merecido repouso:
“Assim, caros diáconos, vivendo na disponibilidade, o vosso serviço será privo de interesses próprios e a evangelização será fecunda”.
O Papa recordou depois que o evangelho deste domingo fala de serviço indicando dois exemplos de humildade a seguir: o servo do centurião e o próprio centurião que disse não se sentiu digno que Jesus se deslocasse à sua casa. Palavras que tocaram Jesus, pela sua mansidão, discrição, pequenez, tal “como é o estilo de Deus” que “é manso e humilde de coração” – insistiu Bergoglio, dizendo que a mansidão é uma das virtudes do diácono, diácono que a seu ver não deve imitar o Padre, mas ser humilde, manso. E recordou que Deus que é amor, por amor chega mesmo a servir-nos:  é paciente conosco, benévolo, sempre pronto e bem disposto, sofre pelos nossos erros e procura a via para nos ajudar a melhorar.
“Estas são as características benignas e humildes do serviço cristão que é imitar Deus servindo os outros: acolhendo-os com amor paciente, compreendendo-os sem se cansar, fazendo-lhes sentir-se acolhidos, em casa, na comunidade eclesial, onde não é grande quem manda, mas quem serve. E nunca repreender, nunca! Assim, caros diáconos, na benignidade, amadurecerá a vossa vocação de ministros da caridade”.  
Para além do apóstolo Paulo e do centurião, o Papa falou ainda dum terceiro servo que as leituras de hoje nos apresentam: aquele que é curado por Jesus. Mais que a doença física, Francisco orientou a reflexão para a saúde do coração, necessária para “ser hábeis servidores” – disse . “Um coração sanado por Deus, que se sinta perdoado e não seja fechado, nem duro”.
E Francisco recomendou e encorajou aos diáconos a pedirem isso a Jesus todos os dias na oração, uma oração, confiante, na qual apresentar as fadigas, os imprevistos, os cansaços  e as esperanças: “uma oração verdadeira, que leve a vida ao Senhor e o Senhor à vida”, frisou, rematando: “Assim, disponíveis na vida, benignos no coração e em constante diálogo com Jesus, não tereis medo de ser servidores de Cristo, de encontrar e acariciar a carne do Senhor nos pobres de hoje”.


Juventude e a resposta para os desafios de hoje

A nossa geração é aquela que costumo chamar de “fim de feira”. Quando acaba a feira podemos ver que os próprios feirantes jogam fora muita coisa podre, coisa estragada.
São verduras murchas, legumes estragados e até mesmo aquilo que era bom, mas caiu no chão e pisaram por cima. Eles recolhem tudo e fica aquele “fim de feira”. Depois vêm os coletores de lixo, juntando tudo. Depois de recolher aquilo que vai para o lixo, ainda vêm aqueles esguichos para lavar tudo.
Nossa geração é assim. Nós somos os culpados, mas também as vítimas. E Deus olhou para nossa geração - viu que somos as vítimas, pois o inimigo sabendo que pouco tempo lhe resta, veio sobre nós com grande ira. É por isso que tudo acontece! Mas Deus não nos desamparou.
Por isso, Deus nos deu a receita: os dias são maus; aquilo que o homem não é capaz de fazer, pegar aquelas frutas, verduras que estão acabadinhas, que não têm mais como voltar atrás, Deus tem o poder de transformar tudo isso. Ele está pegando as frutas, verduras e legumes estragados, que somos nós, e refazendo tudo.
Eu fui assim, o inimigo já queria me jogar no lixo, mesmo sendo padre, mas o Senhor me pegou na mão. E tenho certeza que com você também foi assim! Olhando para sua vida, com muita gratidão, você pode dizer que é dessa geração “fim de feira”, que o Senhor se debruçou sobre você e te pegou no meio de tantas coisas estragadas.
O mundo está fazendo cada vez mais isso, quer jogar fora, tudo aquilo que não presta, que ele mesmo estragou. O mundo nos leva ao adultério, ao alcoolismo, à depravação, às doenças, à sexualidade desregrada, às drogas, e, depois que não tem mais nada a fazer, ele nos descarta, pois não tem como recuperar e reaver, pelo contrário, a sanha dele é essa.
Não duvide! Quando o mundo te incentiva a ir para os prazeres, ele não está querendo que você seja feliz, Ele está enganando você. Ele lambuza as coisas para agradar a nossa carne e nos empurra ao pecado para nos estragar e nos tornar esta geração ‘fim de feira’. Mas Deus foi e nos pegou nos estados em que estávamos, e aquilo que ninguém podia fazer, Ele o fez pelo o Seu Espírito Santo.
Por: Monsenhor Jonas Abib


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Ser diácono: "Um olhar sobre o Diaconato"

Diácono Dirceu Orlato-Paróquia São José Operário
Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja restaurou o diaconato como grau Permanente do Sacramento da Ordem. Não aboliu o celibato, mas permitiu que homens casados pudessem ser ordenados diáconos, deixando, assim, o seu estado laical, e passando a fazer parte do clero diocesano, compondo a estrutura hierárquica da Igreja (bispos-presbítero-diácono).
É importante notar que a vocação diaconal surge, concretamente, no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 6, a partir do versículo 1. Nesta passagem encontramos a instituição dos sete primeiro diáconos, que tiveram como missão servir às viúvas e órfãos dos cristãos de origem grega. Foram instituídos para manter a unidade e a paz dentro da comunidade dos seguidores de Jesus.
A motivação teológico-espiritual do diaconato vem de Jesus que se apresentou como o servidor no meio de todos. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve (Lc. 22,27)”. Em outra passagem, “porque o Filho do Homem não veio para ser servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de muitos” (Mc 10,45//Mt 20,28). E o Lava Pés, último gesto de serviço, Jesus afirmou: “pois bem, eu que sou o Mestre e o Senhor lavei os pés uns dos outros. Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13,14-15). Esta deve ser a perspectiva de todo aquele que se apresenta para ser diácono: o serviço. Todo vocacionado ao diaconato deve ter diante de si a capacidade de se colocar no lugar de quem serve.
O processo de discernimento vocacional deve levar em consideração quatro critérios objetivos: pessoais, eclesiais, familiares, comunitários (cf.Documento 96 da CNBB – “Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil – Formação, Vida e Ministério”. n. 135-147).
Quanto aos critérios pessoais, deve-se observar “saúde; idade canônica para ordenação (25 para solteiros e 35 para casados); situação civil e profissional; capacidade de liderança; autocrítica e interesse pela formação permanente”.

Os critérios eclesiais referem-se à atividade pastoral desenvolvida pelo candidato dentro da Igreja. Deve apresentar “maturidade na fé; ter uma visão da Igreja solidária com a realidade atual; capacidade para ouvir, dialogar e acolher; vida sacramental; espírito de oração e de contemplação; espírito de serviço, principalmente aos mais pobres; interesse pelo estudo da Palavra de Deus e da doutrina da Igreja”.
Em relação aos critérios familiares, se o candidato for casado, deverá a esposa dar o seu consentimento e aceitação, bem como os filhos; ter estabilidade na vida matrimonial; mínimo de cinco anos de vida matrimonial.
Os critérios comunitários devem contemplar: a “consciência de que será diácono da Igreja e não de um grupo ou comunidade determinada; engajamento pastoral de cinco ano ou mais; visão do ministério como dom e serviço; união com os bispos-presbíteros-diáconos; visão de pastoral de conjunto; abertura missionária; aceitação pela comunidade e pelo presbítero.

O diaconato é uma das vocações da Igreja. Não basta querer. É preciso que Deus tenha feito esse chamado. E que a Igreja, através daqueles que são colocados para ajudar no discernimento, identifique elementos mínimos para essa vocação.
Fonte: Bíblia, Documentos CNBB e os diálogos com Diácono Dirceu Orlato- por Márcio Neves-Comunicação

Corpus Christi: Reconhecer e amar a Cristo

Neste dia, manifesta-se a todos, circundado pelo fervor de fé e de devoção da comunidade de todos os batizados, o Mistério de Amor que nos foi legado por Cristo, para memorial eterno de sua Paixão. A Eucaristia, realmente, é o maior tesouro da Igreja, a preciosa herança que o Senhor Jesus lhe deixou. E, assim, a Igreja conserva a Eucaristia com o máximo empenho e cuidado, celebrando-a diariamente na Santa Missa, bem como adorando-a nas igrejas e nas capelas, levando-a como viático aos doentes que partem para a vida eterna. Celebrando Corpus Christi, queremos renovar nosso autêntico
compromisso de batizados, um compromisso pastoral prioritário da revalorização do domingo e, com ela, da celebração eucarística: “um compromisso irrenunciável, abraçado não só para obedecer a um preceito, mas como necessidade para uma vida cristã verdadeiramente consciente e coerente” (São João Paulo II, “Novo Millennio Ineunte”, 36).
(Márcio Neves-Comunicação)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

ESCALA DE CELEBRAÇÕES (ABRIL - 2016)


DATA
LOCAL
HORÁRIO
MISSA/CELEBRAÇÃO
PRESIDENTE
SEX
1
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
2
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
2
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
2
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
2
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
NENE
SAB
2
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
3
MATRIZ
09:30 - 19:00
Missa/Crisma
PADRE JOÃO
DOM
3
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
3
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
GERSON
DOM
3
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEG
4
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
5
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
6
SÃO GABRIEL
19:30
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
6
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
7
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
8
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
9
CEMITÉRIO
08:00
não haverá

SAB
9
MATRIZ
09:00
missa/enfermos
PADRE JOÃO
SAB
9
SANTA CRUZ
16:30
CASAMENTO
DIACONO DIRCEU
SAB
9
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
9
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SAB
9
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
9
SÃO GABRIEL
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
10
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
DOM
10
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
10
CRISTO REI
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
10
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
10
STA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
11
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
TER
12
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
13
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
14
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
15
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
16
MATRIZ
18:30  - 20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
16
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
16
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SAB
16
CEMITÉRIO
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
17
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
YUCA
DOM
17
CRISTO REI
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
17
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
17
MATRIZ
09:30 - 19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
18
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
19
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
20
SÃO GABRIEL
19:30
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
20
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
21
MATRIZ
19:00
FERIADO
FERIADO
SEX
22
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
22
SÃO GABRIEL
20:00
,
PADRE JOÃO
SAB
23
SÃO GABRIEL
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
23
CEMITÉRIO
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
23
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
23
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
23
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
24
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
24
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
24
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
24
SANTA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
24
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
25
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
26
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
27
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
27
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
28
MATRIZ
19:30
1º DIA TRIDUO
PADRE ADRIANO
SEX
29
MATRIZ
19:30
2º DIA TRIDUO
PADRE ALBERTO
SAB
30
CEMITÉRIO
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
30
MATRIZ
18:00
3º DIA TRIDUO
padre João
SAB
30
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
30
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
DOM
1
SÃO GABRIEL
08:00


DOM
1
CRISTO REI
08:00


DOM
1
SANTA CRUZ
09:30


DOM
1
MATRIZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
1
MATRIZ
    18:00
MISSA/FESTIVA
PADRE JOÃO