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Compromisso de todo Cristão

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Pastoral da Comunicação-Pascom

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domingo, 15 de julho de 2018

Em agosto tem as catequeses do Caminho: Uma reflexão inspirada no 15º Dom. TC


Deveríamos voltar a recuperar o sentido desta expressão (“adeptos do Caminho”), pois ela nos convida a continuar o itinerário percorrendo o caminho cotidiano da existência de uma maneira cristificada; e isto é algo fundamental para o encontro profundo com o outro, com as alegrias e os sofrimentos daqueles que se encontram às margens, com a novidade e a surpresa da senda da vida, com o desafio de prosseguir confiando na Boa Notícia de Jesus, que se manteve sempre em caminho pelas estradas da Palestina, para levantar os feridos, oprimidos e excluídos do sistema social e religioso.
Hoje como ontem, sair, caminhar, deslocar-se, ser itinerante... tem sentido, porque significa ir ao encontro do novo e do diferente. “Sair” é também uma experiência constitutiva da natureza humana porque tem um ar transformador. Cada um, ao longo do caminho, experimenta “novos modos” de habitar a existência, de olhar-se, pensar e relacionar-se. A itinerância permite ir mais além de si mesmo para encontrar outras maneiras de viver, para entrar em outras terras prometidas, para aproximar-se de outras pessoas, povos, culturas, onde encontrar o sentido de vida; sobretudo, possibilita ir ao encontro d’Aquele que nos transcende e sempre se revelou Peregrino.
A vida humana, neste sentido, é caminho, com um ponto de partida, uma meta, um trajeto e um horizonte. Caminho, palavra familiar e também humilde que evoca a existência de uma origem e um destino e, entre ambos, de uma aventura: a aventura de nosso caminhar, feita de desafios e extravios, e também de encontros e de momentos inesquecíveis que nos confortam ao longo do percurso.
Todos somos “peregrinos” neste “êxodo de nós mesmos para Deus”, no qual nos “adentramos em terra estranha, despojados dos suportes usuais da existência, desprovidos de todo amparo que não seja o da caridade...” (Tellechea Idógoras).
Quem caminha calcula seu trajeto, suas próprias forças, fadigas, planeja suas paradas. Por outra parte, decide correr o risco de sair de sua zona de conforto, para abrir-se à paisagem de novas relações, ao inesperado e inexplorado, a novos encontros e sensações, a confiar e percorrer a própria existência.
O caminho é um processo de mudança pessoal, um lugar pedagógico de cura, de aprendizagens, abertas ao assombro, a um olhar dinamizador, à liberdade de pensamento e de ação. Ele nos move a dilatar o coração e interessar-nos pela situação das demais pessoas, a aproximarmos dos(as) samaritanos(as) que encontramos nas idas e vindas. Porque o caminho é a ocasião, o Kairós, o tempo pedagógico de um movimento que vivifica, deixa pegada e sabor de um outro sentir.
Podemos dizer que na Igreja são imprescindíveis os itinerantes, os peregrinos do Reino de Deus, como o próprio Jesus, que enviou discípulos e discípulas pelos caminhos e povos, sem nenhuma estrutura de apoio a não ser um coração disposto a não querer outra riqueza a não ser o fermento de nova humanidade.
Com os itinerantes Jesus iniciou um movimento a serviço do Reino e Ele mesmo foi um itinerante. Não permaneceu numa casa, não se fechou em um lugar, não fundou uma instituição vinculada a um tipo de templo, sinagoga ou santuário, mas foi percorrendo, com um grupo de discípulos(as)/amigos(as), também itinerantes, os povoados e aldeias da Galiléia, anunciando e tornando presente o Reino. Jesus os tirou de seus lugares estáveis, de suas simples redes da margem do mar, e os fez itinerantes através de outros e amplos caminhos e mares, para assim encontrar-se com os caminhantes, os perdidos e expulsos, e iniciar com eles a grande Marcha da Vida.
Jesus, o Homem dos Caminhos, chama para uma Vida nova. Chama na vida e para a vida e põe as pessoas em movimento, a caminho. A “pegada” que Ele deixa ao passar é sua própria Vida partilhada.
Ele é o inspirador de toda itinerância; com sua peregrinação Ele abre possibilidade de outros caminhos.
Jesus envia seus discípulos com o necessário para caminhar: cajado, sandálias e uma túnica. Não precisam de mais nada para serem testemunhas do essencial. Jesus quer vê-los livres e sem ataduras, sempre disponíveis, sem instalar-se no bem-estar, confiando na força do Evangelho.
“O discípulo-missionário é um des-centrado: o centro é Jesus Cristo que convoca e envia. O discípulo é enviado para as periferias existenciais. A posição do discípulo-missionário não é a de centro, mas de periferias: vive em tensão para as periferias” (Papa Francisco)
É decisivo estar dispostos a abrir espaços em nossa história a novas pessoas e situações, novos encontros, novas experiências... Porque sempre há algo diferente e inesperado que pode nos enriquecer...
A vida está cheia de possibilidades e surpresas; inumeráveis caminhos que podemos percorrer; pessoas instigantes que aparecem em nossas vidas; desafios, encontros, aprendizagens, motivos para celebrar, lições que aprenderemos e nos farão um pouco mais lúcidos, mais humanos e mais simples...

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Pe. Fernando preside Missa em comemoração ao Ano Jubilar e nos ajuda na reflexão do (14º Dom. TC)


Houve um tempo em que nossa Igreja era reconhecida como uma Igreja profética, uma Igreja portadora de vozes proféticas.
Essa Igreja profética parece ter dado lugar hoje a uma Igreja um tanto tímida e insegura diante da realidade sócio-político-econômico-religiosa em que vivemos. Mas essa ausência de profetismo não se faz sentir somente em nossa Igreja. Ela parece ser a marca do nosso tempo, um tempo em que os grandes sonhos e as grandes esperanças de transformação social deram lugar à mera luta pela sobrevivência e à busca individual de bem estar.
Seja como for, os textos bíblicos da liturgia de hoje nos falam da importância do profeta na Igreja e na sociedade.
Quando olhamos nossa vida a partir da vocação profética, nos damos conta de que o lugar em que nos encontramos não é acidental, mas providencial: Deus nos colocou ali para sermos uma presença profética, para reconduzir a Ele pessoas que se afastaram do bem, da verdade e da justiça. Assim como fez com Ezequiel.
Enquanto muitas pessoas hoje abandonam a verdade e se rodeiam de falsos profetas que falam somente o que elas gostam de ouvir, a palavra profética nos coloca diante da verdade, a verdade que não gostamos de ouvir, mas que precisamos ouvir se queremos ser libertos e salvos.
É mesmo de admirar como a nossa geração se melindra e se sente ofendida quando escuta a verdade. É mesmo de admirar como facilmente ‘deletamos’ dos nossos contatos toda pessoa que fala aquilo que não queremos ouvir. É mesmo de admirar como a nossa fé é feita de caprichos e resiste a mudanças e questionamentos. É mesmo de admirar como não falamos a verdade para as pessoas porque não queremos magoá-las e, consequentemente, correr o risco de perder o afeto delas. É mesmo de admirar como nossa palavra não tem credibilidade, porque nós somos os primeiros a não sustentá-la diante de uma crítica ou de uma rejeição ao que dissemos. Enfim, é mesmo de admirar que para nós seja mais importante ter a aprovação das pessoas do que a aprovação de Deus, o Deus da verdade, cuja Palavra é a única fonte de salvação.
Além disso, Paulo entendeu que Deus escolheu não anular as fraquezas humanas do profeta porque Ele sabe que, pior do que as fraquezas e ambiguidades humanas, aquilo que mais faz mal ao profeta é o risco da presunção, o risco da arrogância, da autossuficiência, do achar-se pronto (cf. 2Cor 12,7).
Como Paulo acabou de testemunhar, Deus escolheu revelar a Sua força através da fraqueza do profeta (cf. 2Cor 12,9).   
(por Márcio Neves-Pascom)        

Espiritualidade: "A incansável busca pela intimidade com Deus"


Se há aqui alguém escravo do pecado, prepare-se pela fé para o nobre renascimento de filhos por adoção. Rejeitada a péssima escravidão dos pecados e obtida a felicíssima servidão do Senhor, seja considerado digno de alcançar a herança do reino celeste. Portanto despi, pela confissão, o homem velho que se vai corrompendo ao sabor dos desejos maus, a fim de revestirdes o homem novo, que se renova pelo conhecimento daquele que o criou. Adquiri pela fé a segurança do Espírito Santo de serdes acolhidos nas mansões eternas. Aproximai-vos do místico sinal para que possais ser favoravelmente reconhecidos pelo Soberano. Juntai-vos ao santo e racional rebanho de Cristo. Postos um dia de parte à sua direita, entrareis assim na posse da vida preparada por herança para vós.
            Com a aspereza dos pecados aderentes como pêlos, estão à esquerda aqueles que não se achegam à graça de Deus concedida por Cristo no banho da regeneração. Refiro-me aqui não à regeneração dos corpos, mas ao novo nascimento espiritual da alma. Os corpos são gerados pelos pais visíveis; a alma é gerada de novo pela fé, porque o Espírito sopra onde quer. Então, se te tornares digno, poderás ouvir: Muito bem, servo bom e fiel, quando não se encontrar em ti qualquer impureza de fingimento na consciência.
            Se algum dos que aqui estão espera provocar a graça de Deus, engana-se e desconhece o valor das coisas. Tem, ó homem, alma sincera e livre de disfarce, por causa daquele que perscruta corações e rins.

            O tempo agora é tempo de confissão. Confessa o que cometeste por palavra, ou ação, de noite ou de dia. Confessa no tempo propício e recebe no dia da salvação o tesouro celeste.
            Limpa tua jarra para conter graça mais abundante, pois a remissão dos pecados é dada igualmente a todos, mas, a comunicação do Espírito Santo é concedida a cada um segundo a fé. Se trabalhares pouco, receberás pouco; se fizeres muito, grande será a recompensa. Corre em teu próprio proveito, vê o que te convém. Se tens algo contra outro, perdoa. Tu te aproximas para receber o perdão dos pecados; é necessário perdoar a quem te ofendeu.
(Das Catequeses de São Cirilo, bispo de Jerusalém)

sábado, 16 de junho de 2018

Prefeito de Jundiaí presente na comunidade

Luiz Fernando Machado(Prefeito de Jundiaí)
Conforme havia anunciado nos avisos da paróquia esteve presente em nossa paróquia nesta sexta-feira, (15),Luiz Fernando prefeito de Jundiaí e toda sua equipe de gestão administrativa num gesto de comprometimento Há de se reconhecer a atitude da atual administração de ir “as bases”, estar próximo do povo. Aquilo que num primeiro momento parecia ser mais um ato meramente político nas vésperas das eleições trouxe aos participantes uma impressão positiva. O ponto negativo, nos veio por parte do povo que deve assumir sua postura de protagonistas nesta história. Impossível, não se perguntar neste, onde estão as lideranças, administradores, os coordenadores da paróquia e o povo em geral.
A modesta participação explica talvez, a desconfiança que os cidadãos manifestam em relação à classe política, desconfiança que se vai tornando cada vez mais óbvia, com a crescente abstenção na hora de acorrer às urnas de voto, de eleição para eleição. É fácil perceber que mudar a estrutura social de um país não é tarefa fácil. Não se transformam "da noite pro dia" muitos anos de baixa qualidade de vida numa sociedade econômica e socialmente desequilibrada. Atualmente, vive-se no país um descrédito na política, uma crise de identidade, onde a população não se acha representada pelos que estão com o poder. Atinge sobretudo o ânimo dos brasileiros e é a grande causa da desesperança que afeta a nação.Mas esse é o momento de não apenas criticar,mas juntos buscarmos soluções práticas para solução de problemas.
Daniel Lemos (Pres. Ass. Moradores-Retiro)
Mas quanto a nós, que somos chamados a encarar desafios e assim, posicionar-se politicamente é tarefa cristã e fugir disso nunca foi uma atitude de Jesus de Nazaré, conforme nos mostram os Evangelhos. Dentro da dinâmica do encontro o Prefeito expôs a prestação de contas de sua gestão e finalizando com um espaço aberto aos participantes para fazerem suas perguntas e considerações. O prefeito também deixou claro que conhece as deficiências de seu governo e por isso trabalha sabendo disso na intenção de melhorar sempre. Dentre os tópicos, o tema Segurança Pública foi que mais chamou atenção, pois envolve o nosso bairro (Grande Retiro). Segundo os dados, Aumentaram os casos de incidência e o aumento da criminalidade com registros na Região do Retiro o qual já está na pauta uma abordagem mais extensiva da GM na região.
Ponto positivo foi à participação da Associação de Moradores da Região do Grande Retiro na pessoa de seu presidente Daniel Lemos que em sua fala levou ao conhecimento da gestão atual, um montante das necessidades e melhorias levantadas pelos moradores. Certamente, um excelente trabalho.
(Márcio Neves-Pascom)

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Vaticano denuncia exploração da Amazônia e violação dos direitos dos povos indígenas


O Vaticano denuncia num novo documento sobre a Amazônia a exploração levada a cabo por “interesses econômicos” que ameaçam a natureza e os direitos dos povos indígenas.
“A riqueza da selva e dos rios da Amazônia está ameaçada pelos grandes interesses econômicos que se alastram sobre diferentes regiões do território. Tais interesses provocam, entre outras coisas, a intensificação do desmatamento indiscriminado na selva, a contaminação dos rios, lagos e afluentes”, assinala o texto preparatório da assembleia especial do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, que o Papa convocou para 2019.
O texto, divulgado na manhã desta sexta-feira (08) pela sala de imprensa da Santa Sé, defende que este Sínodo especial deve “encontrar novos caminhos para fazer crescer o rosto amazônico da Igreja e também para responder às situações de injustiça da região”.
Entre as situações denunciadas elenca-se o “neocolonialismo configurado pelas indústrias extrativistas, pelos projetos de infraestrutura que destroem sua biodiversidade e pela imposição de modelos culturais e económicos estranhos à vida dos povos.
A assembleia de bispos foi anunciada pelo Papa a 15 de outubro de 2017 e vai refletir sobre o tema ‘Novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral se realizará em outubro de 2019’.
“As relações harmoniosas entre o Deus Criador, os seres humanos e a natureza estão quebradas por causa dos efeitos nocivos do neoextrativismo e por pressão dos grandes interesses económicos que exploram o petróleo, o gás, a madeira, o ouro, e pela construção de obras de infraestrutura e pelas monoculturas agroindustriais”.
O documento do Vaticano alerta para as consequências da “cultura dominante de consumo e descarte” sobre a natureza, que tem gerado uma “profunda crise”.
A Igreja Católica atua na região através da Rede Eclesial Pan-Amazônica, REPAM, que inclui representantes de comunidades católicas de nove territórios: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana-Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.
“A Amazônia, uma região com rica biodiversidade, é multiétnica, pluricultural e plurirreligiosa, um espelho de toda a humanidade que, em defesa da vida, exige mudanças estruturais e pessoais de todos os seres humanos, dos Estados e da Igreja”, assinala o texto preparatório do Sínodo de 2019.
A bacia amazônica é apresentada como uma das “maiores reservas de biodiversidade” do planeta, cujos povos são hoje marcados pela “pobreza produzida ao largo da história” e da “mudança de valores decorrentes da economia mundial, na qual prevalece o valor lucrativo sobre a dignidade humana”.
“Um exemplo disso é o crescimento dramático do tráfico de pessoas, especialmente o de mulheres, para fins de exploração sexual e comercial”, assinala a Santa Sé.
O documento alude ainda à necessidade de “regularização de terras e do reconhecimento de sua propriedade ancestral e coletiva” por parte dos povos indígenas na Pan-Amazônia.
“Proteger os povos indígenas e seus territórios é uma exigência ética fundamental e um compromisso básico dos direitos humanos”, sustenta o Vaticano.
O Sínodo dos Bispos pode ser definido, em termos gerais, como uma assembleia consultiva de representantes dos episcopados católicos de todo o mundo, a que se juntam peritos e outros convidados, com a tarefa ajudar o Papa no governo da Igreja.
Até hoje houve 14 assembleias gerais ordinárias e três extraordinárias, as últimas das quais dedicadas à Família (2014 e 2015); em outubro, o Vaticano recebe uma assembleia ordinária do Sínodo, sobre os jovens.

domingo, 10 de junho de 2018

Artigo: Igrejas empresas?


Na conjuntura atual, é possível perceber que quase todas as igrejas espalhadas, sejam protestantes, sejam católicas são como empresas que devem ser geridas. Ou seja, nela há entradas, saídas, despesas fixas, tais como aluguel, corpo de funcionários, contas de água, luz, telefone etc, que em nada difere de uma empresa normal.
Até aí, nada estranho para uma estrutura de aglomeração de pessoas que precisa se manter. No entanto, um dos maiores riscos desse tipo de gestão é perder qual é a missão para o qual a Igreja nasceu. Não dificilmente, no afã de uma gestão eficiente que usa os recursos de maneira eficaz e controla suas receitas e suas despesas de maneira a gerar um fundo de caixa para a comunidade, perde-se de vista o caráter filantrópico, sacrificial e de doação que está na origem do nascimento da Igreja, como relatado no livro de Atos. Perde-se de vista que mais importante que o lucro é a comunidade e o amor que é encontrado nela, lembrando ser essa a marca registrada dos discípulos de Jesus.
Atentar-se para os limites da organização de maneira que eles não tirem o foco daquilo que é essencial para uma comunidade que se diz cristã se torna, então, tarefa imprescindível para todos e todas que estão nos diversos cargos administrativos das igrejas  espalhadas pela Terra.
Mais do que uma comunidade que gere receitas, a Igreja é chamada para ser uma comunidade de entrega e de amor que se dá a toda pessoa que necessita de ajuda e amparo. Dessa forma, não é uma administração que gera lucro financeiro para a Igreja aquela que deve ser almejada, antes uma administração que concilie uma boa gestão dos recursos sem esquecer que o mais importante de toda essa história, bem como a razão de ser da Igreja, está em seguir o exemplo de Cristo, a saber, de assumir a carne do mundo para sofrer suas dores e propor a esperança de que a morte não tem a última palavra, visto sermos testemunhas de que a vida a venceu.
Dessa forma, para a Igreja serve o adágio: Administrar recursos, sim. Esquecer as pessoas, jamais.


sábado, 9 de junho de 2018

EDITORIAL: Junho "uma espiritualidade maior"

Márcio Neves-Pascom

Caríssimos,
Chegamos ao mês de Julho, aliás, já vai adiantado. Recorremos especificamente neste mês a espiritualidade popular animados em primeiro lugar pelas festividades juninas e Sagrado Coração de Jesus e Maria.
Somos chamados a viver uma “espiritualidade maior” conforme nos propõe a liturgia deste mês onde o principal diferencial está na disposição em obedecer, pois de boa intenção o inferno está cheio.
O cultivo da espiritualidade consiste na busca de uma contemplação palpável e infelizmente sente-se a falta do silêncio nos momentos de interiorização em nossas celebrações. Os momentos que antecedem nossas celebrações continuam desprovidos de silencio, Assim como os momentos pós comunhão.
Em geral, os agentes das equipes de celebrações, quase não se reúnem no meio da semana e acham por bem colocarem o “papo em dia” ou as “pendências” minutos antes das celebrações, tumultuando assim ao o ambiente celebrativo.
Santo Antonio que vamos celebrar neste mês, vem citar São Gregório em uma se suas catequeses que diz que a há uma lei para o pregador: “que faça o que se prega”, ou seja, a Palavra é viva quando são as obras que falam.
Com igual fervor celebraremos o nascimento de São João Batista como acontecimento sagrado. São João apareceu como ponto de encontro entre o antigo e novo testamento.
Finalizando os Santos Juninos  celebraremos São Pedro e São Paulo. São Pedro o primeiro dos Apóstolos, São Paulo só se alegrava no amor de Cristo, que era para ele o maior de todos os bens.
E também para enriquecer-nos mais ainda celebraremos ainda neste mês São Barnabé, São Luis Gonzaga e os primeiros mártires da Igreja de Roma.
Em andamento estão as comemorações do Jubileu, vivenciando o Ano Jubilar neste 50 Anos de nossa paróquia. Neste mês, dia 10/06 receberemos o nosso 5º padre que foi ordenado como administrador Paroquial em 29/11/2009 e ficou conosco no ano de 2010.
Dia 17 na missa das 09:30 na matriz celebraremos o 50º Aniversário do Caminho Neocatecumenal.
Enfim ,não percamos nossa identidade de cristãos comprometidos pela causa do Evangelho. Somos humanos, seres em caminho, apredizes, buscadores de sentido, buscadores da verdade e habitados pelo mesmo Deus. E viver  “cultura do encontro” (papa Francisco) implica respeitar e se alegrar com a diversidade, considerando-a riqueza maior.

sábado, 12 de maio de 2018

Conselho Comunitário da Ação Evangelizadora – CCAE (Cristo Rei)


Comunidade Cristo Rei
Presença do Padre Daniel anima a comunidade.
Foi o que pode se constatar neste sábado,12 na comunidade Cristo Rei. Dia este, que antecede a Festa da Ascensão do Senhor e também o dia das Mães. Lembramos também com carinho o dia da aparição de Nossa Senhora em Fátima-Portugal.
Podemos dizer que é uma troca de energia positiva. Estar próximo do padre é uma ótima oportunidade de crescimento como Igreja. “Devemos nos esforçar para sermos facilitadores e não se tornar um empecilho dentro da Igreja”.
Uma Igreja que ajuda as pessoas e seus agentes pastorais a encontrar o caminho para o Reino de Deus. O objetivo da comunidade é o Reino de Deus, o ponto de partida é a vida, a mediação são as pessoas, a começar pelas mais simples, e o método é o enxergar, julgar e atuar, avaliando e celebrando como processo complementar.
Avaliar não é descobrir quem é culpado, mas descobrir o rumo, como um avião que sai à noite: não enxerga seu objetivo, mas por horas não se perde no caminho. A Igreja precisa avaliar se estamos em uma direção segura ou estamos nos desviando por alguma razão. Apoiando-se simplesmente na minha convicção pessoal. Não nos esquecendo do principio básico que muito sabiamente diz: “Quem obedece não erra”. Existem ventos e outros elementos pelos quais o avião pode se desviar, mas ele tem de voltar ao rumo inicial.
Papa Francisco insiste na importância dos leigos, no futuro da Igreja, o que é essencial na vida das comunidades. Por isso, a Igreja nos propõe este ano a refletir sobre a missão do Leigo.O tema do Ano do Laicato que vai até a Festa de Cristo Rei, 25 de novembro de 2018, é “Cristãos Leigos e Leigas, sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino”. A inspiração bíblica é motivada pelo evangelista Mateus, extraída de 5, 13-14: “Sal da Terra e luz do mundo”.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

50º aniversário do Caminho Neocatecumenal com Francisco


O encontro com o Papa terá início as 11 horas, mas a partir das 10h, Kiko Argüello, responsável internacional do Caminho, fará a introdução. O lugar escolhido para o encontro é a área universitária de Tor Vergata, situada na periferia de Roma, em homenagem a João Paulo II, que durante os seus 26 anos de pontificado acolheu e apoiou o Caminho. Em Tor Vergata foi celebrada a inesquecível Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2000.
Nessa celebração de agradecimento pelo amor e fidelidade de Deus em todos estes anos, Papa Francisco enviará 34 novas missio ad gentes que, a pedido dos bispos, levarão o Evangelho para regiões secularizadas ou com um pequena presença da Igreja nas cidades de todo o mundo. Papa Francisco enviará também 25 comunidades das paróquias romanas – que já concluíram esta iniciação cristã – a outras paróquias de Roma, cujos párocos pediram ajuda para chamar os que se afastaram da fé.
O encontro se concluirá com o canto do hino Te Deum como agradecimento pelos 50 anos em Roma, e será guiado pela equipe internacional do caminho Neocatecumenal: Kiko Argüello, padre Mario Pezzi e Ascensión Romero. De modo particular, será recordada Cármen Hernández, co-fundadora do Caminho Naocatecumenal com Kiko, que faleceu em 19 de julho de 2016.
fonte: vaticannews.


domingo, 29 de abril de 2018

Filme 'Paulo, apóstolo de Cristo' tem pré-estréia nacional para bispos

Lucas e Paulo

O filme “Paulo: Apóstolo de Cristo” foi aclamado por bispos de todo o Brasil durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB, realizada de 11 a 20 de abril, em Aparecida (SP). A pré-estreia aconteceu no auditório da TV Aparecida. Em seção exclusiva, o episcopado teve a oportunidade de assistir o longa e se emocionar com a história. É o caso do bispo da diocese de Bom Jesus da Lapa (BA), dom João Santos Cardoso, que classificou o filme como “fantástico”.
“Eu considero que o filme fez uma interpretação dos escritos paulinos e também de fatos narrados pelos Atos dos Apóstolos. Ele retrata a prisão, num ambiente sombrio e vários outros momentos sombrios que mostram o contexto difícil numa época em que os cristãos eram trucidados, porém testemunhavam a fé e o amor. Depois, num ambiente de luz do filme, são os momentos de saída, que é Cristo”, afirmou o bispo.
Outros dois bispos concordaram que o longa é destinado tanto para cristãos, como para pessoas de outras religiões, ou até mesmo aos que não têm crença. Dom Eduardo Pinheiro, bispo de Jaboticabal (SP), afirmou que este “é um filme que não só os cristãos, mas todas as pessoas que têm uma noção do que significa entregar a própria vida por um ideal vão se sentir tocadas”.
“A vida de São Paulo toca a vida de cada um de nós. Diante dos sofrimentos dele e dos outros, num mundo em que quer mostrar a vida no imediato, esse filme acaba provocando em nós um pensamento naquilo também que vem depois da vida”, disse. “Se não há um ideal, um sonho, uma esperança na eternidade, o sofrimento e a vida não tem sentido. Acredito que esse filme pode ajudar muita gente”, complementou o bispo.
Dom Giuliano Frigeni, da diocese de Parintins (AM), também destacou que o longa vale para pessoas de várias crenças. “Eu acho que vale para cristãos, padres, bispos, ateus, agnósticos, porque o filme não descarta nenhuma pessoa, todas elas reagem segundo aquilo que acreditam. Seja o imperador, sejam os soldados a serviço do império, como os próprios cristãos que perderam suas casas, mas que conseguem descobrir o valor da vida com o testemunho de Paulo”.
Para o bispo foi genial Paulo ser representado já no fim da vida, mas ao mesmo tempo rever sua história, enquanto comunica suas experiências a Lucas, que por sua vez, não faz um papel apenas de escrivão, mas entra de vez na vida do apóstolo. “Agora quem ler o Evangelho de Lucas e o Atos dos Apóstolos, depois desse filme, lerá com um gosto e um proveito muito maior”, destaca dom Giuliano.
O filme
O longa retrata a história de Paulo, conhecido como um dos perseguidores de cristãos mais cruel de seu tempo. Mas, tudo muda quando ele tem um encontro com o próprio Jesus e, a partir desse momento, o jovem se torna um dos apóstolos mais influentes do cristianismo.

fonte:CNBB


terça-feira, 24 de abril de 2018

Festa de São José Operário 2018 tem presença confirmada da Dupla Sertaneja Mateus e Gabriel

 O Tríduo preparatório para Festa de São José Operário começa neste sábado,dia 28 incluindo também a parte festiva conforme programação já divulgada. A paróquia que neste ano completa 50 anos, preparou uma programação especial e quer contar com a participação de todos, e não dispensa ninguém.
A comissão de festa tem a alegria de comunicar que a dupla Mateus e Gabriel tem presença confirmada e se apresentará durante os festejos de São José Operário neste ano em duas oportunidades: dia 1 de maio na festa do Padroeiro e também no almoço do dia das mães no dia 13 de maio.
A dupla formada pelos irmãos Mateus e Gabriel que com o passar do tempo vem caindo no gosto do público que gosta da boa música sertaneja e também de um repertório musical diversificado. Sempre com grande estilo e qualidade artística os irmãos são filhos do casal Osvaldo e Edilaine que durante muito tempo foram nosso paroquianos morando atualmente na cidade de Itupeva.Venha e traga sua família, amigos e parentes e participem deste grande momento de Louvor ao nosso São José Operário


sábado, 21 de abril de 2018

Neste domingo (22), terá início em nossa paróquia “Grande Missão nas praças”.


Inicialmente os anúncios estavam previstos para começar no dia 08/04,(2º Domingo da Páscoa), mas neste ano respectivamente devido à programação do Jubileu de ouro de nossa paróquia estaremos iniciando a missão neste domingo, (22)
Cada domingo do tempo pascal, as comunidades do Caminho Neocatecumenal em todo o mundo celebrarão cinco encontros nos quais se darão respostas às perguntas como: “quem é Deus para você?”, “que experiências você tem, na sua vida, que Deus existe?”, “para que você vive?”, “o que é a Igreja?”. No primeiro encontro se falará sobre “Quem é Deus para você?” e “que experiências você tem, na sua vida, que Deus existe?”.
Os anúncios pretendem ajudar as pessoas a ter um encontro com Jesus Cristo através da escuta da Boa Notícia: o querigma. Em diversas ocasiões, o Papa Francisco propôs uma “Igreja em saída” para ir “às periferias”.


Na audiência geral de quarta-feira, 28 de março, o Papa Francisco afirmou precisamente que “o caminho rumo à missão, ao anúncio” de que “Cristo ressuscitou!” é “o centro da nossa fé e da nossa esperança, é o núcleo, é o anúncio, é o querigma que evangeliza continuamente a Igreja e que ela, por sua vez, é convidada a evangelizar”.
Neste ano, a praça escolhida é a praça do Jardim Alvorada.O horário de inicio é será as 10:00 horas.
Vem para praça você também!

domingo, 15 de abril de 2018

Willian Arribard é o ganhador do carro da Ação entre amigos


Todos nos sabemos que o sucesso de uma ação só acorre se uma ou mais pessoas de envolvem de corpo e alma e agarram os desafios com firme propósito para que se atinja um bom resultado.
A Paróquia São José Operário através d e nosso pároco Padre Daniel Rosa tem o enorme prazer de agradecer a a presença e participação de todos que diretamente e indiretamente contribuíram para realização e o bom andamento da Ação entre amigo de caráter beneficente realizado neste domingo. Sabemos das dificuldades enfrentadas. É sempre uma oportunidade de aprendizagem quando
evento desse tamanho é abraçado pelos paroquianos.
O evento contemplou, um delicioso almoço, além do Prêmio principal o sorteio de um automóvel Chevrolet Onix 0km.
Certamente o momento de maior expectativa do evento foi o sorteio das chaves que foi realizada de maneira clara, organizada e muito transparente, onde cada participante recebia uma chave e esta por sua vez tinha que coincidir com a abertura da porta do automóvel. Depois de várias tentativas, a sorte recaiu sobre o jovem Willian Arribard que foi o grande “sortudo” da tarde. Estamos certos de que qualquer um poderia ter ganhado cada um com sua necessidade, mas acreditamos que ficou em boas mãos.
Parabéns Willian Arribard! Desejamos que você faço bom uso desta conquista.
(Pastoral da Comunicação-SJO)

sábado, 14 de abril de 2018

Dom Vicente Costa em nossa paróquia e o nosso reconhecimento aos catequistas da Crisma



A paróquia São José Operário recebeu no último sábado (7) a presença de Dom Vicente por ocasião da celebração que conferiu o Sacramento da Crisma ou Confirmação.
Além da presença de nosso Pastor, queremos aqui, elevar a Deus uma prece e  destacar o trabalho de nossos catequistas.
Sempre é muito oportuno ressaltar  o trabalho dos catequistas. Empenho, dedicação é marca registrada nesta missão a eles confiadas.
Além de se esforçar por conhecer adequadamente a mensagem que expõe ele passa a ser um sinal visível das coisas do Evangelho, a partir de sua vida. Todos os que o escutam devem poder  compreender que, de certo modo, seus olhos “viram” e suas mãos “tocaram” o Mistério. Os catequizandos haverão de receber luz e certeza de sua experiência religiosa.
Mais ainda: o catequista haverá de estimular a liberdade e a responsabilidade dos discípulos, fazendo que eles possam verificar na prática as verdades propostas, alimentar a atividade apostólica e o espírito comunitário, introduzir na vida litúrgica. Estes são alguns dos objetivos espirituais muitas vezes lembrados através dos quais o catequista realiza sua obra educativa. Quando o ensino do catequista vai se tornando educação aparece no horizonte a vontade de Deus.  O catequista nunca esquecerá que o desenvolvimento da “nova criatura” rumo à plenitude do estado de Cristo, querida pelo Pai, é obra do Espírito Santo. Haverá de reconhecê-lo com humildade e gratidão. 
Catequistas, nossa gratidão!

Pe. José Paulo fala sobre o Domingo da Divina Misericórdia


Padre José Paulo por ocasião das comemorações do Ano Jubilar da Paróquia São José Operário lembrou em sua homilia do “Domingo da Misericórdia".
 No segundo Domingo da Páscoa, a Igreja celebra a Divina Misericórdia.
Quem o incluiu no calendário da Igreja foi São João Paulo II.
No ano 2000, o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina e, durante a celebração, declarou:
“É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’” (Homilia, 30 de abril de 2000).
No Plano da salvação, o Pai enviou o Filho para o perdão dos pecados e o Filho enviou a Igreja. Ele quis que o perdão dos pecados fosse dado não de maneira vaga e abstrata, mas de maneira concreta, pelos ministros da Igreja, os sacerdotes do Senhor. Por isso, o sacerdote ao perdoar nossos pecados diz: “Pelo ministério da Igreja… eu te absolvo de todos os teus pecados”. Que consolo! Que alegria, saber que o Sangue precioso do Senhor derramado na Paixão lava a nossa alma de todos os pecados. Não há misericórdia maior; não há amor mais profundo; não há certeza mais firme de perdão.