Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Quaresma

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sábado, 18 de março de 2017

Comunidade Santa Cruz realiza mais uma edição da tradicional Bacalhoada/ 2017

No dia 2 de Abril, a partir das 11:30h, a Comunidade Santa Cruz estará realizando a já tradicional “Bacalhoada de Santa Cruz”.
O Valor da adesão do convite é de R$ 35,00 com opção de Marmitex no valor de R$30,00.Os convites encontram-se à venda na secretaria da Paróquia São José Operário. Maiores informações de vendas e reservas: (11)4581-3531 / 4581-9842.

 










Márcio Neves-Pascom

sábado, 11 de março de 2017

Conselho de Economia se reúne para conhecer novo regimento

Estiveram reunidos neste sábado 11 de Março na paróquia São João Bosco (Elóy Chaves), representantes do regional V que compõem os  Conselhos Paroquial e Comunitário de Economia e Administração (CCPEA e CCEA).
Na oportunidade, esteve ministrando o encontro o Moderador da Cúria Diocesana: Pe. Carlos José Viríllo que abordou a versão atualizada do Regime Dos Conselhos de Economia e Administração da Diocese de Jundiaí, onde cada representante recebeu o exemplar do referido Regimento. Os assuntos dessa reunião foram a apresentação da realidade econômico – administrativa da Cúria Diocesana e a apresentação do novo Regimento dos Conselhos de Economia e Administração.
Dentro da diversidade de realidades, foram esclarecidas várias dúvidas levantadas pelos presentes tal como possíveis lacunas que porventura não contempladas no Regime, ficando clara a necessidade dentro do sentido eclesial o cumprimento integral de tudo o que está contemplado no atual Regimento.
Importante salientar que este Regimento é fruto de um trabalho em comunhão com todos (trabalho em mutirão).
por Márcio Neves-Pascom

domingo, 5 de março de 2017

Caminho Neocatecumenal recebem a catequese de inicio de ano

Padre Fernando no momento das catequeses

Durante os meses de fevereiro e março, as comunidades do Caminho Neocatecumenal tem se organizado para receberem e consequentemente multiplicar as catequeses de início de ano. Neste ano, como num abrir de horizontes, após a Morte de Carmem Hernandes no dia 19 de Julho de 2016 o caminho se volta para refletir sobre o fundamento de suas origens. O relacionamento de amizade entre Kiko e Carmem, ao qual se somou Padre Mario Pezzi, foi o alicerce da nascitura obra do Caminho Neocatecumenal. Da periferia de Madrid, parte para o anúncio nas paróquias; da Espanha passa à Itália e a ação começa a se organizar com um verdadeiro catecumenato pós-batismal.

O Caminho Neocatecumenal se propôs, desde sua origem, como um caminho de iniciação à fé, assim, não é uma espiritualidade particular, mas um caminho de gestação, “um itinerário de formação católica, válida para a sociedade e para os tempos hodiernos” (João Paulo II, Carta “Ogniqualvolta”).
É um processo de amadurecimento da fé que reconstrói a comunidade cristã e esta se torna sinal para o mundo, resiste ao processo de secularização. Neste caminho de fé, rumo ao radicalismo do próprio Batismo, faz-se central a comunidade cristã e, como núcleo fundamental desta, a família. É no seio de uma comunidade cristã concreta que se faz, em primeira pessoa, uma experiência concreta e direta da vida cristã. Recebe-se uma palavra, que se faz liturgia, que cresce, pouco a pouco, em comunidade. Deus mesmo é comunidade de pessoas.

sábado, 4 de março de 2017

Missa do 1º. domingo da quaresma

Enquanto o homem e a mulher escolheram desobedecer a Deus, Jesus escolheu obedecer, e a sua obediência se tornou caminho de salvação para todos nós (cf. Hb 5,9). Hoje Ele nos ensina a importância de dialogar com as tentações que surgem dentro de nós.
Toda tentação chega a nós disfarçada de um bem aparente; ela nos promete o bem, mas produz em nós o mal. Daí a importância do discernimento: “‘Posso fazer tudo o que quero’, mas nem tudo me convém” (1Cor 6,12). Sou livre, mas não vou permitir que a minha liberdade me torne escravo de alguma coisa. Se os espelhos que me deram – mídia e novas tecnologias – estão me fazendo ver o mundo de maneira doentia, eu preciso ter um olhar crítico para estes espelhos e procurar enxergar a realidade à luz de Deus.

Assim como o Espírito de Deus conduziu Jesus para o deserto, Ele também nos conduz ao deserto quaresmal, para que ali Deus possa falar ao nosso coração (cf. Os 2,16). Ao mesmo tempo, é numa experiência de deserto que nos damos conta de que o maligno também fala conosco, nos propondo falsas soluções para os nossos problemas, falsas consolações para a desolação que porventura estejamos passando. Assim como Jesus, precisamos nos aproximar da Palavra de Deus, para que ela nos dê condições de separar o trigo do joio, a voz de Deus da voz do maligno, e usarmos a nossa liberdade para escolher a vida e não a morte, escolher obedecer a Deus e não às nossas tentações.

Celebração marca envio de missionários dos grupos de rua

A missa de Quarta-feira de cinzas, dentre todas as atividades que marcaram esta celebração destacamos o rito de envio dos frutos de Evangelização que vão discutir e celebrar com maior detalhe o tema da CF-2017

Nos últimos tempos o trabalho dos  grupos de Evangelização (grupos de rua) voltou, com intensidade, ao centro do coração da Igreja. Com certeza, o pontificado de Francisco contribui a reavivar o espírito missionário na Igreja. A sua criativa expressão “Igreja em saída” questiona, seriamente, um tipo de pastoral de “conservação” que continua a ser dominante em vários âmbitos eclesiais. Contudo, o projeto da “Igreja em saída” não está preocupado com a multiplicação de
atividades. Seu objetivo primário é moldar a comunidade cristã por uma verdadeira espiritualidade missionária, fundamentada no mandato missionário de Jesus Cristo de anunciar o Evangelho a todos (cf. Mc 16,15). Rezemos pelos (as) animadores (as) dos diversos grupos da Paróquia São José Operário.
Pascom

Comunidades celebram abertura da CF 2017 e início da Quaresma

Caríssimos irmãos e irmãs!
Bendito seja Deus que em sua grande misericórdia nos permite viver este tempo. Digo a todos que para nosso bem, pelo bem da Igreja, eis o tempo propício, eis o tempo da Quaresma.

Esse tempo quer nos ajudar a enxergar que o
degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, vive hoje numa burguesia desenfreada e em muitos casos dentro da própria Igreja, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.
Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).
Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

E nesse momento oportuno, de tempos em
tempos, a questão ecológica emerge, mostrando a necessidade de nunca perdermos de vista o cuidado para com a criação. É nesse horizonte que o tema da Campanha da Fraternidade desse ano é “Biomas brasileiros e defesa da vida”, com o lema bíblico: “Cuidar e guardar a criação”.
Pastoral da Comunicação-Márcio Neves

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Palavra Partilhada: (8º Domingo do Tempo Comum - A)

Márcio Neves-Past. da Comunicação
Jesus continua sua catequese, nos ensinando, educando-nos para uma vida plena como cristão. O sermão da Montanha contido nos capítulos 5,6 e 7 de Mateus serve a todos de uma espécie de manual daquele que busca de fato levar adiante sua identidade e missão de cristão autêntico.
Assuma para você que lê este artigo neste momento como dever de casa, a leitura e meditação destes três capítulos citados acima.
No contexto de hoje, me fez lembrar muito um jovem chamado Francisco também conhecido como São Francisco de Assis que em sua trajetória experimentou de forma concreta em sua vida os ensinamentos do Evangelho de hoje. Quem conhece mais profundamente a história de São Francisco sabe a razão desta afirmação. Tudo isso para dizer a você que é possível viver esses ensinamentos. Difícil,mas não impossível.
Interessante perceber a simplicidade da pedagogia de Jesus para tratar de assuntos tão sérios de maneira tão simples e profunda, fazendo sempre o uso coisas ligado a natureza (as flores, as aves...).

A proposta parece irrealizável em nossos dias. Mas, por ser feito por Jesus continua válido ao menos como desafio quanto ao modo de viver de muitos de nós, incapazes de viver o presente por se tornar prisioneiro de preocupações.

Abraço fraterno a todos, sempre no carinho maternal de Maria:

Márcio Neves

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Conselho Econômico Paroquial define prioridades para 2017

Aconteceu neste sábado, 25 na paróquia São José Operário a primeira reunião do ano do Conselho sob comando do Padre Daniel. Trata-se de uma reunião onde são colocados e discutidos de forma coesa toda necessidade de infra-estrutura e novas aquisições para em benefício da Paróquia como num todo. A festa do Padroeiro São José Operário esteve em pauta e começa a ganhar atenção de todos.

O Conselho Econômico Paroquial para assuntos financeiros é um órgão consultivo, composto por membros leigos da comunidade paroquial que, assessorando o Pároco, entende-se como elo de efetiva co-responsabilidade e co-participação dos fiéis na administração dos bens temporais da Paróquia. O pároco é sempre o presidente a quem cabe na Paróquia o poder deliberativo nas questões financeiras. Mas, para o bom ordenamento de tudo o Pároco adota a postura de sempre ouvir e, quando possível, acatar o “parecer” do Conselho estabelecido.

Conselhos Comunitários (CCAE) começam as atividades de 2017

CCAE-Cristo Rei
A equipe que formam o CCAE (Conselho Comunitário da Ação Evangelização) da Comunidade Cristo Rei esteve reunida hoje pela manhã. São previstas conforme regimento pelo menos 4 reuniões anuais onde são colocadas todo andamento da vida da comunidade.
A presença do Padre Daniel tem animado as comunidades que visam cada vez mais uma comunhão maior com Paróquia em toda sua extensão.
O  árduo desafio para este ano é a aquisição de um espaço para construção da Capela Cristo Rei  fora do condomínio. Este ano a comunidade 18 anos de vida e este antigo sonho ganhou novo vigor com a vinda do padre Daniel. Lembrando também que esta foi uma exigência do Bispo Diocesano Dom Vicente em sua última visita pastoral.
A palavra "comunidade" diz que nós, os comunitários, os que se consideram participantes da comunidade, temos algo em comum e muito a nos doar pela Igreja. A pergunta que logo nos fazemos é: o que temos em comum, nós que vivemos e nos sentimos engajados numa determinada comunidade? Temos em comum uma tradição, com direitos e deveres, compromissos e orientações; temos em comum o Batismo que nos introduz no caminho da salvação (cf. Cl 1,21-23)

Nenhuma comunidade cristã, nenhuma Paróquia é uma ilha! Também não é um ‘gueto’ ou espaço de ‘privilegiados’. Ela é lugar de vida, espaço onde pessoas marcadas por virtudes e fragilidades buscam viver a fé, testemunhar o batismo, praticar o bem e a justiça, em comunhão com as demais comunidades e/ou Paróquias.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ano Mariano: Presidente da CNBB aponta três passos para vivenciar este acontecimento

Cardeal Dom Sérgio da Rocha-Presidente da CNBB
O Ano Mariano instituído pela CNBB começou em 12 de outubro de 2016 e segue até 12 de outubro de 2017 em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Segundo o presidente da CNBB, cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), três passos são essenciais para viver de forma plena o Ano Mariano.
O primeiro passo é recordar a história de Nossa Senhora agradecendo a Deus.
“Nós recordamos com louvor a Deus com gratidão os 300 anos, então isso é motivo de Ação de Graças, motivo de louvor de uma recordação alegre e agradecida”, colocou.
Cardeal Dom Sérgio da Rocha em inauguração do monumento dedicado aos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida na sede da CNBB em Brasília (DF).O segundo passo é celebrar, Dom Sérgio reforça que o Ano Mariano é um momento de crescer como discípulo de Jesus através de Maria.
“Celebrar, louvando a Deus pela presença de Nossa Senhora no ontem, no hoje da história do nosso povo. Nossa Senhora tão querida, Nossa Mãe e a ela nós voltamos o nosso coração nesse Ano Mariano para junto com ela aprender a seguir Jesus Cristo, ser discípulo, discípula. É um ano para crescer no discipulado, isto é, com Maria, nós vamos crescendo como seguidores de Jesus Cristo, seguindo seu exemplo, seus testemunho e confiando na sua intercessão”, afirma.
Para o Ano Mariano, Dom Sérgio ainda aponta que o terceiro passo é viver seguindo os exemplos de Maria.
“Esse é um ano também para se viver, ou seja, vivenciar a própria liturgia, o louvor a Deus no dia-a-dia da vida, imitando Nossa Senhora, sua atitude de louvor, Ela que rezou, que cantou e que nos ensina a fazer o mesmo, também a sua atitude de caridade, de misericórdia para com quem mais necessitava, como fez com Isabel e nas Bodas de Caná. Sua compaixão na hora da Cruz, Ela unida a Jesus. Então nós imitamos Nossa Senhora, permanecemos unidos a Jesus, mas também servindo os irmãos que mais necessitam”, indicou.
Em carta enviada aos bispos de todo o Brasil, a presidência da CNBB considera a celebração dos 300 anos “uma grande ação de graças”.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Artigo:Religiosidades pós-modernas

Amor ao próximo e renúncia ao status formam a base ética do cristianismo, em real oposição aos poderes do mundo: “entre vocês não deve ser assim...” (Mc 10,43).
A prática celebrativa da Igreja nascente manifestava que essa ética constituía o específico do cristianismo: “viviam unidos e tinham tudo em comum” (At 2,43). Liturgia e vida correspondiam, assim, a uma realidade intrínseca: aquilo que se celebrava no partir do pão correspondia ao exercício cotidiano dos seguidores e seguidoras do Ressuscitado. Ao passo que o cristianismo vai, cada vez mais, instituindo-se como religião, ele vai perdendo essa importante dimensão das origens, num processo de descaracterização de seu específico.
Atualmente, é próprio das religiosidades pós-modernas um acento subjetivista no culto e na maneira de viver a fé. As igrejas católicas e evangélicas cedem ao interesse emocional de seus fiéis, o que torna a ética uma realidade cada vez mais distante do testemunho de fé dos membros dessas igrejas. O individualismo tomou conta dos espaços de manifestação da fé: pessoas encontram-se semanalmente para as celebrações, mas sequer conhecem umas às outras, não se criam laços de pertença comunitária e de partilha de vida. A tendência, sempre maior, é de busca de refrigério para os males psíquicos e emocionais: importa, nesse caso, uma religiosidade com efeitos psicossomáticos. Não sem motivos, as missas de cura e libertação arrebanham uma massa sem fim de fiéis, que, se repararmos, nunca está devidamente curada e liberta.

Uma religiosidade que se diga cristã, vivida desse modo, nada tem dos valores fundamentais do cristianismo das origens. Essa é uma religiosidade apolítica, pois não nutre a convivência e a solidariedade entre os convivas que se reúnem ao redor da mesma mesa. Essa é uma assembleia que se esquece que o Reino é para todos, com sério comprometimento ético, e que por isso Jesus nos ensina a rezar Pai-nosso, insistindo em cantar “meu Pai, meu Pai, meu Pai do céu”, com os olhos vertendo lágrimas e o coração anestesiado. Sem o comprometimento ético com aqueles que fazem coro à nossa voz e professam a mesma fé, a ética que devemos viver no cotidiano, em atenção a todos e todas, não é possível. Isso porque uma religião que se pretenda cristã, que não gere imperativos éticos, na realização da verdadeira Política, não passa de magia: os fiéis, clientes buscando experiências pessoais de satisfação; os líderes religiosos, magos que ofertam um serviço, ao gosto dos clientes. Mas não nos enganemos: “comungar é tornar-se um perigo”, já cantava a velha canção.

12 anos da morte de Irmã Dorothy

Há 12 anos da morte de Irmã Dorothy, Anapu recorda sua mártir

O sangue do martírio escorria pelo solo sagrado da Amazônia que, durante quase 40 anos, a missionária das Irmãs de Nossa Senhora de Namur ajudou a defender.
As comunidades de Anapu, no sudoeste do estado do Pará, se reuniram domingo (12/02) para recordar a morte de irmã Dorothy Stang, assassinada em um assentamento. A missionária foi morta na manhã de 12 de fevereiro de 2005 com seis tiros à queima-roupa, em uma localidade a 40 km de Anapu.
A irmã, de 73 anos, nascida nos EUA mas naturalizada brasileira, pertencia à Congregação de Notre Dame. Estava presente na Amazônia desde a década de 70, junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu e acompanhou com determinação e solidariedade a vida e a luta dos trabalhadores do campo, sobretudo na região da Transamazônica. Seu trabalho focava-se também na minimização dos conflitos fundiários na região.
O número de homicídios por conflitos rurais no Brasil em 2016 chegou a 73, a maioria deles ocorrida no Norte do país, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, CPT.  O incremento desta violência se deve à competição cada vez mais acirrada por recursos como lenha e água no campo da mineração.
Os cinco envolvidos no assassinato de Irmã Dorothy foram condenados e cumprem pena. Somente Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos 

domingo, 8 de janeiro de 2017

Comunicação:Ano Nacional Mariano, por amor a Deus e a Virgem Maria.

Márcio Neves-Pastoral da Comunicação
Saudações a todos!
Com grande esperança e confiança, estamos reiniciando os trabalhos de divulgações da Paróquia São José Operário.
É muito bom que no início do ano façamos bons propósitos, por isso, em 2017, neste Ano Nacional Mariano, somos convidados a fazer  excelentes propósitos relacionados a Santíssima Virgem Maria. Estes propósitos são oportunos não somente por causa do Ano Mariano, mas também pela comemoração que o motivou, que é o jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Além disso, são oportunos por que em 2017 também celebramos os 100 anos das aparições de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Importante também lembrar o Jubileu de Ouro da nossa Diocese. São propósito para continuar firmes na caminhada e não desanimar em nossa caminhada.
Muitos hoje desistiram de buscar a Deus, porque o caminho da fé é muitas vezes árduo, exige perseverança, discernimento, um caminho feito não apenas de respostas, mas de muitas perguntas. A busca dos magos do Oriente por Jesus foi uma busca sofrida. Nada estava totalmente claro para eles. Tiveram que fazer perguntas; tiveram que se deparar com a falsidade e a maldade de Herodes; tiveram que lidar com a indiferença de tantos habitantes de Jerusalém. Mas eles não desistiram: caminharam no meio da noite, até encontrarem Jesus. Temos essa determinação em nossa procura por Deus? Temos determinação em continuar a ser um sinal que conduz as pessoas para Deus?
Se quisermos experimentar a alegria que os magos experimentaram, precisamos aceitar conviver com perguntas, sem exigir logo respostas; precisamos nos desacomodar e nos dispor a caminhar ao encontro de Deus, sabendo que nas noites escuras da nossa fé Ele sempre providenciará uma estrela para nos guiar, até que possamos estar diante de seu Filho, reconhecendo-O como nosso Salvador, como Aquele que o nosso coração sempre buscou.

Quando falamos de “sinal”, há um detalhe importante a ser considerado: o sinal, para ser sinal, precisa ser também contraste. A luz da estrela só foi perceptível e só atraiu os magos porque contrastava com a escuridão da noite. Isso significa que nós, cristãos, só nos tornamos um sinal que atrai as pessoas para Jesus na medida em que contrastamos com o mundo. Contrastar com o mundo não significa ser moralista, nem se achar melhor do que os outros, mas estar no mundo sem perder a sua identificação com o Evangelho. Porém, é cada vez mais perceptível que nós, cristãos do século XXI, temos nos tornado sempre mais “mundanos”, seja porque também nós queremos usufruir daquilo que o mundo oferece, seja porque a luz do Evangelho tem sido cada vez mais combatida, criticada, desprezada e ridicularizada pelas pessoas que convivem conosco, o que nos leva a diminuir a sua intensidade para que ela se torne imperceptível e não mais nos traga “incômodos”.   

Diocese de Jundiaí completa 50 anos com Celebração Eucarística especial

Celebrar o Jubileu de Ouro é momento de agradecer a Deus por essa caminhada de 50 anos, relembrar aqueles que aqui plantaram as primeiras sementes de nossa Igreja, fortalecer a comunhão e a participação dos fiéis diocesanos e deixar um exemplo de vida cristã às gerações futuras.
Inspirados na máxima de Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, OCarm, Primeiro Bispo Diocesano – “Dar Cristo a quem não O têm e a consciência de Cristo ao quem já O possui”, as festividades pelo Jubileu de Ouro da Diocese de Jundiaí querem fortalecer a fé em sua padroeira Nossa Senhora do Desterro e buscar novo ardor missionário, pois a Igreja está sempre em movimento.
Desde agosto de 2014, a Diocese de Jundiaí se prepara para a celebração dos 50 anos de Instalação da Diocese, a serem completados em 6 de janeiro de 2017. As festividades ocorreram dentro do Triênio Preparatório para o Jubileu, uma verdadeira maratona de eventos e celebrações.

O ponto alto das comemorações acontece no dia 8 de janeiro, com Celebração Eucarística em Ação de Graças, no Ginásio Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, às 9h30. A missa festiva será presidida  pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, e concelebrada por Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues (Administrador Apostólico de Sorocaba), Dom Odilo Pedro Scherer (Arcebispo de São Paulo),  Dom Gil Antônio Moreira (quarto Bispo diocesano e atual Arcebispo de Juiz de Fora -MG); pelos Bispos Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias (Colatina-ES), Dom Walter Carrijo, SDS, (Bispo Emérito de Brejo-MA), Dom Osvaldo Giuntini, (Bispo Emérito de Marília -SP), Dom José Moreira Melo (Bispo Emérito de Itapeva-SP), Dom Arnaldo Carvalheiro Neto (Bispo Coadjutor de Itapeva-SP), Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, CR (Bispo de Itapetininga-SP), Dom José Luiz Bertanha, SVD( Bispo de Registro-SP), Dom Fernando Mason (Bispo de Piracicaba-SP) e Dom Abade Matias (Mosteiro São Bento-SP), todos com presença confirmada, e  presbíteros.  Participam o Povo de Deus das 66 paróquias e uma área pastoral que integram a Diocese e centenas de convidados.

Solene Celebração Eucarística marca o 50º Aniversário da Diocese de Jundiaí

Para comemorar tão importante acontecimento, neste domingo dia 8 de janeiro, às 9h30, no Ginásio de Esportes Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, os fiéis católicos diocesanos celebraram memória desse momento histórico!
Diante de tudo isso, fica para os fiéis uma mensagem positiva enquanto missionários a caminho.
Lembrando sempre que a estrela provocou os magos de tal maneira que eles saíram de si mesmos, se desacomodaram, colocando-se a caminho e sendo atraídos pela estrela, até encontrarem o menino Jesus. Hoje, existe algo em nossa Diocese, paróquias, comunidades que provoque as pessoas, de forma a atraí-las para Deus? Certa vez, o Papa Francisco disse que nossa Igreja deve conquistar as pessoas por atração. Isto significa que elas devem sentir-se atraídas pela luz da nossa alegria e da nossa esperança em Cristo. Nós temos essa luz conosco? Nosso rosto expressa alegria e esperança? Nós somos uma Igreja que atrai as pessoas para Deus ou só vão à Igreja por causa do padre ou outro interesse particular?
 Como fica essa questão de atração numa época em que a maioria das pessoas só é atraída se houver promessas de satisfação dos seus caprichos pessoais?

Este é o momento oportuno em que somos convidados a aprender com Nossa Senhor do desterro (Padroeira da Dicese) a meditar e conservar no coração todas as coisas, procurando perceber nos acontecimentos os apelos de Deus, a voz do Seu Espírito nos falando, nos conduzindo para fora dos nossos horizontes fechados, nos ajudando a reencontrar o rumo que devemos dar à nossa vida, para que ela possa atingir a meta que Deus deseja para nós, para toda a humanidade: a comunhão com Seu Filho Jesus Cristo e sua salvação.
Márcio Neves-Comunicação