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Compromisso de todo Cristão

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Diocese de Jundiaí completa 50 anos

Diocese de Jundiaí completa 50 anos
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domingo, 8 de janeiro de 2017

Comunicação:Ano Nacional Mariano, por amor a Deus e a Virgem Maria.

Márcio Neves-Pastoral da Comunicação
Saudações a todos!
Com grande esperança e confiança, estamos reiniciando os trabalhos de divulgações da Paróquia São José Operário.
É muito bom que no início do ano façamos bons propósitos, por isso, em 2017, neste Ano Nacional Mariano, somos convidados a fazer  excelentes propósitos relacionados a Santíssima Virgem Maria. Estes propósitos são oportunos não somente por causa do Ano Mariano, mas também pela comemoração que o motivou, que é o jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Além disso, são oportunos por que em 2017 também celebramos os 100 anos das aparições de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Importante também lembrar o Jubileu de Ouro da nossa Diocese. São propósito para continuar firmes na caminhada e não desanimar em nossa caminhada.
Muitos hoje desistiram de buscar a Deus, porque o caminho da fé é muitas vezes árduo, exige perseverança, discernimento, um caminho feito não apenas de respostas, mas de muitas perguntas. A busca dos magos do Oriente por Jesus foi uma busca sofrida. Nada estava totalmente claro para eles. Tiveram que fazer perguntas; tiveram que se deparar com a falsidade e a maldade de Herodes; tiveram que lidar com a indiferença de tantos habitantes de Jerusalém. Mas eles não desistiram: caminharam no meio da noite, até encontrarem Jesus. Temos essa determinação em nossa procura por Deus? Temos determinação em continuar a ser um sinal que conduz as pessoas para Deus?
Se quisermos experimentar a alegria que os magos experimentaram, precisamos aceitar conviver com perguntas, sem exigir logo respostas; precisamos nos desacomodar e nos dispor a caminhar ao encontro de Deus, sabendo que nas noites escuras da nossa fé Ele sempre providenciará uma estrela para nos guiar, até que possamos estar diante de seu Filho, reconhecendo-O como nosso Salvador, como Aquele que o nosso coração sempre buscou.

Quando falamos de “sinal”, há um detalhe importante a ser considerado: o sinal, para ser sinal, precisa ser também contraste. A luz da estrela só foi perceptível e só atraiu os magos porque contrastava com a escuridão da noite. Isso significa que nós, cristãos, só nos tornamos um sinal que atrai as pessoas para Jesus na medida em que contrastamos com o mundo. Contrastar com o mundo não significa ser moralista, nem se achar melhor do que os outros, mas estar no mundo sem perder a sua identificação com o Evangelho. Porém, é cada vez mais perceptível que nós, cristãos do século XXI, temos nos tornado sempre mais “mundanos”, seja porque também nós queremos usufruir daquilo que o mundo oferece, seja porque a luz do Evangelho tem sido cada vez mais combatida, criticada, desprezada e ridicularizada pelas pessoas que convivem conosco, o que nos leva a diminuir a sua intensidade para que ela se torne imperceptível e não mais nos traga “incômodos”.   

Diocese de Jundiaí completa 50 anos com Celebração Eucarística especial

Celebrar o Jubileu de Ouro é momento de agradecer a Deus por essa caminhada de 50 anos, relembrar aqueles que aqui plantaram as primeiras sementes de nossa Igreja, fortalecer a comunhão e a participação dos fiéis diocesanos e deixar um exemplo de vida cristã às gerações futuras.
Inspirados na máxima de Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, OCarm, Primeiro Bispo Diocesano – “Dar Cristo a quem não O têm e a consciência de Cristo ao quem já O possui”, as festividades pelo Jubileu de Ouro da Diocese de Jundiaí querem fortalecer a fé em sua padroeira Nossa Senhora do Desterro e buscar novo ardor missionário, pois a Igreja está sempre em movimento.
Desde agosto de 2014, a Diocese de Jundiaí se prepara para a celebração dos 50 anos de Instalação da Diocese, a serem completados em 6 de janeiro de 2017. As festividades ocorreram dentro do Triênio Preparatório para o Jubileu, uma verdadeira maratona de eventos e celebrações.

O ponto alto das comemorações acontece no dia 8 de janeiro, com Celebração Eucarística em Ação de Graças, no Ginásio Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, às 9h30. A missa festiva será presidida  pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, e concelebrada por Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues (Administrador Apostólico de Sorocaba), Dom Odilo Pedro Scherer (Arcebispo de São Paulo),  Dom Gil Antônio Moreira (quarto Bispo diocesano e atual Arcebispo de Juiz de Fora -MG); pelos Bispos Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias (Colatina-ES), Dom Walter Carrijo, SDS, (Bispo Emérito de Brejo-MA), Dom Osvaldo Giuntini, (Bispo Emérito de Marília -SP), Dom José Moreira Melo (Bispo Emérito de Itapeva-SP), Dom Arnaldo Carvalheiro Neto (Bispo Coadjutor de Itapeva-SP), Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, CR (Bispo de Itapetininga-SP), Dom José Luiz Bertanha, SVD( Bispo de Registro-SP), Dom Fernando Mason (Bispo de Piracicaba-SP) e Dom Abade Matias (Mosteiro São Bento-SP), todos com presença confirmada, e  presbíteros.  Participam o Povo de Deus das 66 paróquias e uma área pastoral que integram a Diocese e centenas de convidados.

Solene Celebração Eucarística marca o 50º Aniversário da Diocese de Jundiaí

Para comemorar tão importante acontecimento, neste domingo dia 8 de janeiro, às 9h30, no Ginásio de Esportes Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, os fiéis católicos diocesanos celebraram memória desse momento histórico!
Diante de tudo isso, fica para os fiéis uma mensagem positiva enquanto missionários a caminho.
Lembrando sempre que a estrela provocou os magos de tal maneira que eles saíram de si mesmos, se desacomodaram, colocando-se a caminho e sendo atraídos pela estrela, até encontrarem o menino Jesus. Hoje, existe algo em nossa Diocese, paróquias, comunidades que provoque as pessoas, de forma a atraí-las para Deus? Certa vez, o Papa Francisco disse que nossa Igreja deve conquistar as pessoas por atração. Isto significa que elas devem sentir-se atraídas pela luz da nossa alegria e da nossa esperança em Cristo. Nós temos essa luz conosco? Nosso rosto expressa alegria e esperança? Nós somos uma Igreja que atrai as pessoas para Deus ou só vão à Igreja por causa do padre ou outro interesse particular?
 Como fica essa questão de atração numa época em que a maioria das pessoas só é atraída se houver promessas de satisfação dos seus caprichos pessoais?

Este é o momento oportuno em que somos convidados a aprender com Nossa Senhor do desterro (Padroeira da Dicese) a meditar e conservar no coração todas as coisas, procurando perceber nos acontecimentos os apelos de Deus, a voz do Seu Espírito nos falando, nos conduzindo para fora dos nossos horizontes fechados, nos ajudando a reencontrar o rumo que devemos dar à nossa vida, para que ela possa atingir a meta que Deus deseja para nós, para toda a humanidade: a comunhão com Seu Filho Jesus Cristo e sua salvação.
Márcio Neves-Comunicação

domingo, 27 de novembro de 2016

Seminarista Ricardo recebe a Admissão ao sacramento da ordem no Seminário Redemptoris Mater nos Estados Unidos

Seminarista Ricardo 

No dia 20 de Novembro durante missa de encerração da porta da Misericórdia as 09:30 o seminarista Ricardo respondeu generosamente ao “eis-me aqui” ao apelo que o Senhor lhe enviou, imitando assim a fé de Abraão e da Virgem Maria. Presidiu a missa O Bispo de Frank Caggiano, bispo da Diocese de Bridgeport localizado no estado de Connecticut parte da região metropolitana de Nova Iorque.
Rito da Admission
A admissão (admission), como em Nazaré para a Virgem Maria, onde o anjo e com Ela a Igreja esperam a resposta daqueles que são chamados. Lembra igualmente que a vocação para o Sacerdócio não é um acontecimento exclusivo e íntimo, mas um apelo que diz respeito a toda a Igreja, implicando primeiro as famílias e as comunidades em que nasceu este desejo de servir a Cristo. Exprimimos nossa gratidão aos pais Valdinei e Márcia e igualmente, uma profunda gratidão aos irmãos das comunidades neocatecumenais da Paróquia São José Operário e pelo seu apoio aos seminaristas para quem é essencial continuar a percorrer o caminho da fé no seio de uma comunidade que os acompanhe e os encoraje.Lembramos que o Seminarista Ricardo é o primeiro a receber a admission no Seminário Redemptores Mater que nasceu no ano passado na cidade Bridgeport.

Por Marcio Neves-Comunicação SJO


Campanha para a Evangelização 2016 reflete compromisso com a missão da Igreja

Na preparação para a celebração do Natal, o tempo do Advento é marcado pela espera da chegada do Messias. No Brasil, este tempo litúrgico ganha especial motivação com a reflexão e o aprofundamento do compromisso dos fiéis e das comunidades com a missão da Igreja de Evangelizar propostos pela Campanha para a Evangelização (CE), promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na edição deste ano, o lema escolhido é “Ele está no meio de nós”.

Criada em 1997, durante a Assembleia Geral da CNBB, e iniciada em 1998, a Campanha tem como objetivo favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar a todos para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas. 


O objetivo da Campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil.

domingo, 20 de novembro de 2016

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo – Ano C

Hoje, ao celebrarmos Jesus Cristo Rei do universo, precisamos nos perguntar: quem nós queremos que reine sobre nós? Por quem ou pelo que nós nos deixamos dominar? Na Bíblia, o rei é aquele que tem a responsabilidade de proteger o povo e cuidar para que haja justiça e paz entre os homens. Nós nos sentimos protegidos por aqueles que nos governam? Eles têm ajudado nosso mundo a encontrar o caminho da justiça e da paz? De que maneira nós podemos entender Jesus Cristo como Rei?       
            Certa vez, depois que Jesus saciou a multidão faminta no deserto, o povo quis fazê-lo rei, mas Jesus se retirou do meio deles (cf. Jo 6,15). Por quê? Porque Jesus nunca aceitou fazer o papel de solucionador mágico dos nossos problemas. O papel do rei não é oferecer “pão e circo” (comida e diversão) ao povo, coisa que a maioria dos nossos políticos sabe fazer muito bem e o nosso povo gosta – se não fosse assim, não elegeria tais políticos. O domínio que Jesus quis exercer sobre nós a partir da cruz foi um domínio que nos liberta do poder do mal, um domínio que nos devolve a nós mesmos e nos faz tomar nas mãos as rédeas da nossa vida, muitas vezes confiadas às mãos de pessoas e situações que nos fazem mal. 
            Portanto, se você é o tipo de pessoa que, ao invés de assumir a responsabilidade pela sua vida, vive procurando “reis”, pessoas que te governem, que te sustentem, que te carreguem no colo quando você tem duas pernas saudáveis e pode andar por si mesmo, pessoas que decidam por você porque lhe falta força de vontade e coragem para fazê-lo, desista de querer eleger Jesus como seu rei particular. Não foi para isso que ele veio e não é esse tipo de reinado que ele exerce. 
            Todo rei tem um trono, o lugar a partir de onde ele exerce o seu poder, o seu domínio. Mas eis a grande contradição! O trono de Jesus foi a cruz, um trono tão estranho, um lugar tão desprovido de poder, que aqueles que passavam diante desse “trono” gritavam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!” (Lc 23,37). “Salva-te a ti mesmo e a nós!” (Lc 23,39). Eis a nossa grande dificuldade em crer no domínio de Jesus sobre o mundo. Se ele é, de fato, Rei, como entender que o nosso mundo esteja tão dominado pelo mal e pela injustiça? Uma explicação possível para isso é que aqueles que praticam o mal e a injustiça não estão debaixo do domínio de Jesus e sim do maligno. Mas esta explicação basta? 
            Um dos homens que estava crucificado com Jesus lhe fez este pedido: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado” (Lc 23,42). Este homem nos ensina que a cruz que carregamos não é a prova de que Jesus é um rei fracassado e seu domínio é totalmente incapaz de nos libertar do mal. Mesmo na cruz, mesmo na dor nós podemos escolher às mãos de quem confiar a nossa existência: se às mãos de reis ilusórios, que nos prometem uma vida de sucesso e de vitória, ou se ao verdadeiro rei, ao único que pode nos fazer esta promessa: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43).
            Jesus é Rei porque o Pai lhe confiou o poder, o domínio salvífico sobre todo ser humano (cf. Jo 17,2), e somente ele pode nos reintroduzir no Paraíso; somente ele pode restabelecer a plena comunhão do homem com Deus, consigo mesmo, com seu semelhante e com a natureza. Assim também, só pode experimentar o Paraíso quem decide viver sob a autoridade de Jesus, quem aceita livremente submeter-se ao domínio do Espírito Santo, quem permite que o Pai o liberte do poder das trevas e o receba no reino de seu Filho amado, por quem temos a redenção, o perdão dos pecados (cf. Cl 1,13-14).


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Celebração de Finados com participação dos Seminaristas de nossa Diocese

Seminaristas da Diocese de Jundiaí estarão no decorrer deste dia,espalhados pelos três Cemitérios da cidade para estarem prestando auxílio as pessoas,seja rezando, dialogando com as pessoas que assim quiseram.
Este é o segundo ano desta belíssima iniciativa de nossos futuros padres. Rezemos sempre por nossos jovens seminaristas.
O despertar da vocação sacerdotal e o seu processo formativo deve ser capaz de colocar o futuro sacerdote na compreensão da dinâmica do amor cristão, consistindo numa clara disposição interior de abraçar o chamado como doação e serviço, com muita tranquilidade, perfazendo seu caminho, imbuído do mais elevado espírito de liberdade,  no seguimento “daquele que veio para servir e não para ser servido” (Mc 10, 45).
(Pastoral da Comunicação-SJ Operário)

Comunidade Cristo Rei define tema para a Grande Solenidade que se aproxima. Tema:"Onde está teu irmão?"(Gn.4,9)

Caríssimos,
Mês de novembro, aproxima-se o final do ano e com isso o final do Ano Litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei. A Comunidade Cristo Rei localizada no Condomínio dos Metalúrgicos pertencente à Paróquia São José Operário. Esta comunidade que neste ano completa 17 anos de atividade Pastoral a serviço da Igreja que tem como padroeiro o próprio Cristo vivo e ressuscitado. Sem dúvida, um grande privilégio. É também pioneira. Algo improvável se considerarmos o grande número de condomínio que devido a tantos obstáculos e leis internas proíbem qualquer tipo de manifestação desta natureza. Esta é com certeza, sinal de que Cristo continua agindo na vida e na história de pessoas que permitem que Cristo seja de fato o Grande Rei de suas vidas.
Propomos para este ano como reflexão, algo palpável, um tema partir dos laços que se criam entre irmãos na vida comunitária.Algo que muito nos desafia como visto em Mt.7,5 e 18ss. Claro que com a ajuda de nosso grande inspirador o Papa Francisco providencia de Deus no coração da Igreja. Graças aos modernos meios de comunicação, pudemos no inicio deste ano enquanto ainda preparávamos nossa ação Evangelizadora para este ano, ouvimos do Papa este forte apelo que dizia: Deus continua a perguntar à humanidade “Onde está teu irmão”.
O Papa disse no Vaticano que a fraternidade é um conceito central para o Cristianismo e que, tal como no episódio de Caim e Abel, Deus continua a perguntar a cada um: “Onde está o teu irmão?”. “Infelizmente, em cada geração, não deixa de repetir-se a dramática resposta de Caim: «Não sei. Sou, porventura, guarda do meu irmão?»”, lamentou Francisco, durante a catequese que apresentou na audiência naquela oportunidade.
O Papa falava a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, partindo do primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, para afirmar que “hoje, mais do que nunca, é necessário colocar a fraternidade no centro desta sociedade tecnocrática e burocrática”. “Então, a liberdade e a igualdade encontrarão também o seu tom correto”, prosseguiu. Francisco pediu, à imagem do que fez na última semana, que as famílias tenham a coragem de oferecer aos filhos “uma ampla experiência” de fraternidade. “Irmão e irmã são palavras que o cristianismo ama muito.
“E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem”. Segundo o Papa, a “educação para a abertura aos outros” a partir dos laços que se criam entre irmãos “é a grande escola de liberdade e de paz”. “É precisamente a família que introduz a fraternidade no mundo: partindo desta primeira experiência, o estilo da fraternidade irradia como uma promessa para toda a sociedade e para as relações entre os povos” destacou. Francisco, que cresceu com quatro irmãos, convidou os presentes na Praça de São Pedro a recordar em silêncio os seus próprios irmãos e irmãs, na oração. “Ter um irmão ou uma irmã que gosta de ti, é uma experiência forte, impagável, insubstituível”, afirmou.

Concluímos estendendo a todos o convite a estarem conosco entre os dias 17,18,19 e 20 de novembro. Acompanhe nossa programação e participe conosco!
colaboração: Marcio Neves(pastoral da comunicação)

Por que celebrar a memória dos Finados?

A tradição litúrgica cristã legou-nos o costume de celebrar praticamente juntas a memória dos fiéis defuntos e a solenidade de todos os santos e santas. Há lugares em que o acento recai sobre a celebração do dia primeiro de novembro, solenidade de todos os santos; outros há, como no caso do Brasil, em que a centralidade é posta no dia de Finados, 2 de novembro, data em que se celebra a memória de todos os fiéis defuntos. Importante é não perder de vista a íntima relação que existe entre ambas as recorrências. Vigora, entre elas, uma sadia reciprocidade, posto que, só se celebra, de fato, com sentido a memória viva dos fiéis defuntos, tendo como pressuposta a fé na comunhão dos santos.
O Concílio Vaticano II (1962-1965), em sua Constituição Dogmática sobre a Igreja, intitulada Lumen Gentium, recuperou-nos a fé na comunhão dos santos, salientando sua imprescindibilidade no tocante à eclesiologia de comunhão, nota distintiva da Igreja de Jesus Cristo. Com efeito, a comunhão que nos foi oferecida gratuitamente por Jesus Cristo, e que culminou em seu mistério pascal, alcança-nos com tamanha intensidade capaz de abraçar a totalidade dos seres humanos para além de toda e qualquer separação, indo além inclusive dos abismos mais obscuros da morte. Por isso o referido texto conciliar fala da comunhão dos santos que se revela na efetiva comunhão entre a igreja ainda peregrina neste mundo e a igreja triunfante, ou seja, a comunidade daqueles e daquelas que nos precederam na morte e que gozam, já no presente momento, da plenitude da vida junto do Pai.

Lemos em um dos prefácios próprios da Missa dos fiéis defuntos: “Ó Pai, para os crêem em Vós, a vida não é tirada; mas transformada. E desfeita esta nossa habitação terrestre, nos é dado nos céus, um corpo imperecível”. Essa é propriamente a esperança que sustenta as comunidades eclesiais ao longo de seu sinuoso itinerário histórico. Por essa razão, fazemos memória de nossos irmãos e irmãs defuntos e não apenas nos limitamos a recordar-lhes ou a simplesmente lembrar-se saudosamente deles. A vida deles e delas foi transformada, não lhes foi tirada. O fato que eles não participem mais do nosso convívio histórico, fisicamente, não significa que a vida deles foi extinta. Eles vivem junto de Deus e, portanto, podem ser experimentados como estando mais próximos ainda de nós. Pois, nossa fé nos diz que morremos para ressuscitar e não vivemos para morrer, como insistem alguns.

colaboração: Márcio Neves(Pastoral da Comunicação)

domingo, 23 de outubro de 2016

Setor Juventude: “Vocação: Um chamado a servir”.

Graziela-Paróquia Nossa senhora da Piedade
Jovens de toda nossa paróquia estiveram reunidos neste domingo,23
na comunidade Cristo Rei após a celebração para um encontro de formação.

Gentilmente esteve presente entre os jovens ministrando o encontro a Graziela do Grupo de Oração Cristo Vive da Paróquia Nossa Senhora da Piedade de nossa mesma região Pastoral da cidade de Cabreúva.
O tema abordado e partilhado foi “Vocação: Um chamado a servir”.
Caminhar com a juventude é compromisso que deve ser assumido por todos, como inestimável bem para a sociedade e a Igreja. O caminho para as mudanças encontra-se em Jesus Cristo e no seu Evangelho, garantia incontestável da necessária qualificação para se alcançar o desejo das novas gerações. Essas experiências de fé e comunhão precisam fazer a diferença, remodelando mentes, contextos e dinâmicas da sociedade. O fascínio por uma pessoa, Jesus Cristo, é a razão maior, iluminadora de todas as outras, rumo novo à pauta extensa de demandas pela construção de um mundo mais justo e solidário, em que homens e mulheres sejam construtores da paz. Nesse sentido, lembro  São João Paulo II, o instituidor da Jornada Mundial da Juventude, quando diz que “só o que é construído sobre Deus e sobre o amor é durável”. Daí se entende que nossa maior vocação é o amor. A caminhada com os jovens tem força de congregar todos por seu sentido  significativo de cidadania. Sendo Jesus Cristo e seu Evangelho a razão maior, será uma caminhada de grandes desafios para os tempos de hoje como propões o tema do encontro de hoje: “Vocação: Um chamado a servir”. A comunidade Cristo Rei


sábado, 22 de outubro de 2016

Paróquia tem dia de formação Litúrgica


Sérgio-Campo Limpo
Oração Inicial-Diácono Dirceu
No nosso dia a dia, de uma forma ou de outra, estamos sempre envolvidos em equipes. Nesta linha de pensamento a coordenação de Liturgia da Paróquia São José Operário atendendo aos pedidos, organizou um encontro que viesse ao encontro das necessidades de nossas equipes litúrgicas.
Esteve presente nesta tarde de sábado, 22 o nosso irmão Sérgio com formação em Liturgia da cidade de Campo Limpo Paulista. Muitas foram as dúvidas esclarecidas. A liturgia é celebração da história da salvação, que tem como centro e plenitude o mistério pascal de Cristo (cf. SC 5-6).
Coordenador Eduardo agradece o convidado

Primeiramente, a equipe deve ser constituída por pessoas que de fato amam e vivem a liturgia. Exige carisma e dom. Exige ainda conhecimento, uma formação básica ou mais aprofundada.
Boa presença de participantes das 4 comunidades
Para uma formação litúrgica eficaz, é preciso levar em conta a metodologia. Quando se trata de formação litúrgica, a metodologia mais indicada é a participativa, sobretudo se está claro que tipo de liturgia se quer reforçar ou alcançar.

É importante ter organização e uma coordenação que busque alcançar os objetivos do trabalho da equipe e garanta a participação de todos. Convém haver acompanhamento por parte de uma liderança.

domingo, 2 de outubro de 2016

Santas Missões Populares

Reunião para todos que participaram do retiro das Santas Missões Populares 
dia 14 de outubro/16
Horário: 20h00 na Paróquia São José Operário


Assim expressou o papa Francisco: “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças”.

Estamos vivendo um momento novo em toda a Igreja. Toda a nossa diocese está despertando, preparando e formando nossas lideranças, por meio das Santas Missões Populares a esta consciência missionária. A vida cristã nasce da missão. A missão está em nós desde que viemos neste mundo. A vida é missão. Missão é chamado divino, é graça divina. Deus está nos chamando desde o ventre materno. Nossa vida é um grande livro aonde Deus, juntamente conosco vai escrevendo a nossa história. Quantas experiências bonitas neste livro de nossa vida; quantas experiências dolorosas, lágrimas perdas, derrotas. Porém, nela está Deus, sempre esteve presente, mesmo que o vimos, e não o sentimos. A vida é missão, Deus nos chama e nos oferece oportunidades. Temos que responder aos chamados que a vida levanta, aos apelos da consciência.

Formação:A Catequese a serviço da Liturgia.



Catequistas da comunidade aproveitam o espaço celebrativo para aplicar de modo mais palpável os sinais litúrgicos. Para uma catequese litúrgica alguns critérios são importantes  serem destacados:

1. A Valorização da Palavra de Deus. Primeiro a Palavra de Deus e depois a ação sacramental – de modo que se constitua um único ato de culto (cf SC 56).  As fórmulas e textos litúrgicos ter inspiração bíblica (cf SC 24).  A catequese litúrgica está intimamente vinculada à catequese bíblica, de modo que a linguagem litúrgica é em grande parte linguagem bíblica da história da salvação e da tradição da Igreja. A Palavra converta a celebração em a ação de culto agradável a Deus, mediante a resposta da fé dos que nela participam (cf Diretório Nacional de Catequese, n. 53.a ),.
        2. Interiorizar a ação litúrgica –a importância da unidade e harmonia entre os gestos, ações rituais. A catequese litúrgica orienta-se à participação litúrgica ativa e frutuosa dos fiéis, tanto em nível pessoal como comunitário (cf SC 14,19, 21ss).
       3. A participação da pessoa na comunidade eclesial: A catequese deve ajudar as pessoas a sentir a necessidade de se integrar na comunidade de fé. Ajudar a esclarecer sobre o sentido e a atuação da assembléia, dos diferentes ministérios e serviços, os diferentes atores dos sacramentos. Esclarecer quanto à funcionalidade dos ritos ou dos textos litúrgicos no conjunto da ação litúrgica(cf Diretório Nacional de Catequese, n. 53e ).
4.A continuidade entre a catequese e a liturgia: a catequese deve prestar atenção sobre a diversidade dos elementos que compõem uma celebração: o tempo litúrgico, os textos bíblicos, as orações, os cantos, gestos e movimentos. A catequese litúrgica parte sempre da celebração para voltar de algum modo à celebração (é o método mistagógico).
5. Vida de oração: “Cabe à catequese ensinar a rezar, com e em Cristo, com os mesmos sentimentos e disposições com as quais ele se dirige ao Pai: adoração, louvor, agradecimentos, confiança, súplica, contemplação (Diretório Nacional de Catequese, n. 53.d ). O Pai Nosso é modelo acabado de oração cristã Mt  cf. Lc 11,1-4 e Mt 6,9-13).
A catequese está intrinsecamente ligada a toda ação litúrgica e sacramental, pois é nos sacramentos, e sobretudo na Eucaristia que Cristo Jesus age em plenitude para a transformação dos homens” (cf CIC 174) . “A Catequese empenhar-se-á em despertar nos fiéis a fé na grandeza incomparável do dom que Cristo ressuscitado concedeu à sua Igreja” (CIC 983)

Fonte:(Diretório Nacional de Catequese, n. 53.d )



Acolhimento: Condição indispensável a serviço da Igreja


BOAS VINDAS!
A comunidade Cristo Rei acolhe com carinho sua mais nova integrante da Equipe de Celebração.
Sônia seja bem vinda sempre!

Vamos caminhar juntos pelos caminhos de Jesus.
Ir mais além do que se pode enxergar
Nesta longa jornada, não estaremos sozinhos
Deus nos acompanhará e com certeza nos abençoará.

Outubro: Mês das Missões

"Somos simples servidores; fizemos o que devíamos fazer" (Lc 17,10) 

Neste primeiro domingo do mês de Outubro (Mês das Missões), a comunidade Cristo Rei abordou o tema: missão além fronteiras com auxílio das crianças da catequese. Nossas comunidades, tem que evitar a tentação egoísta de enxergar só as próprias necessidades. É necessário olharmos para a necessidade do mundo, ouvir seus clamores. (“Eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex.3,7).
Na perspectiva de Deus, o fundamental é ativar o espírito de serviço e disponibilidade, que nunca poderá ser pago. Quem vive no espírito de comunhão nunca achará que está fazendo demais para os outros.
Generosidade, gratuidade, doação: palavras quase desconhecidas do nosso vocabulário e em nosso contexto social. Mas são elas que nos levam em direção aos outros, libertando-nos de nosso pequeno eu. São elas que nos afastam da mesquinhez, da vaidade, do egoísmo, da busca do “próprio amor, querer e interesse”. Por serem mais afetivas, mais espontâneas, ligadas ao coração, elas revelam-se na ação, não em função de um mandato, de uma lei, de um interesse..., mas unicamente de acordo com as exigências do amor, da solidariedade...

São elas que alargam o nosso coração até dilatar-nos às dimensões do universo, rompendo nossos estreitos limites e lançando-nos a compromissos mais profundos. Sentimo-nos livres para qualquer desafio e cada nova entrega é uma libertação maior: são novas oportunidades de serviço, de maior aproximação d’Aquele que veio, não para ser servido, mas para servir e para dar sua vida pelo mundo.