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Compromisso de todo Cristão

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Palavra Partilhada: (8º Domingo do Tempo Comum - A)

Márcio Neves-Past. da Comunicação
Jesus continua sua catequese, nos ensinando, educando-nos para uma vida plena como cristão. O sermão da Montanha contido nos capítulos 5,6 e 7 de Mateus serve a todos de uma espécie de manual daquele que busca de fato levar adiante sua identidade e missão de cristão autêntico.
Assuma para você que lê este artigo neste momento como dever de casa, a leitura e meditação destes três capítulos citados acima.
No contexto de hoje, me fez lembrar muito um jovem chamado Francisco também conhecido como São Francisco de Assis que em sua trajetória experimentou de forma concreta em sua vida os ensinamentos do Evangelho de hoje. Quem conhece mais profundamente a história de São Francisco sabe a razão desta afirmação. Tudo isso para dizer a você que é possível viver esses ensinamentos. Difícil,mas não impossível.
Interessante perceber a simplicidade da pedagogia de Jesus para tratar de assuntos tão sérios de maneira tão simples e profunda, fazendo sempre o uso coisas ligado a natureza (as flores, as aves...).

A proposta parece irrealizável em nossos dias. Mas, por ser feito por Jesus continua válido ao menos como desafio quanto ao modo de viver de muitos de nós, incapazes de viver o presente por se tornar prisioneiro de preocupações.

Abraço fraterno a todos, sempre no carinho maternal de Maria:

Márcio Neves

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Conselho Econômico Paroquial define prioridades para 2017

Aconteceu neste sábado, 25 na paróquia São José Operário a primeira reunião do ano do Conselho sob comando do Padre Daniel. Trata-se de uma reunião onde são colocados e discutidos de forma coesa toda necessidade de infra-estrutura e novas aquisições para em benefício da Paróquia como num todo. A festa do Padroeiro São José Operário esteve em pauta e começa a ganhar atenção de todos.

O Conselho Econômico Paroquial para assuntos financeiros é um órgão consultivo, composto por membros leigos da comunidade paroquial que, assessorando o Pároco, entende-se como elo de efetiva co-responsabilidade e co-participação dos fiéis na administração dos bens temporais da Paróquia. O pároco é sempre o presidente a quem cabe na Paróquia o poder deliberativo nas questões financeiras. Mas, para o bom ordenamento de tudo o Pároco adota a postura de sempre ouvir e, quando possível, acatar o “parecer” do Conselho estabelecido.

Conselhos Comunitários (CCAE) começam as atividades de 2017

CCAE-Cristo Rei
A equipe que formam o CCAE (Conselho Comunitário da Ação Evangelização) da Comunidade Cristo Rei esteve reunida hoje pela manhã. São previstas conforme regimento pelo menos 4 reuniões anuais onde são colocadas todo andamento da vida da comunidade.
A presença do Padre Daniel tem animado as comunidades que visam cada vez mais uma comunhão maior com Paróquia em toda sua extensão.
O  árduo desafio para este ano é a aquisição de um espaço para construção da Capela Cristo Rei  fora do condomínio. Este ano a comunidade 18 anos de vida e este antigo sonho ganhou novo vigor com a vinda do padre Daniel. Lembrando também que esta foi uma exigência do Bispo Diocesano Dom Vicente em sua última visita pastoral.
A palavra "comunidade" diz que nós, os comunitários, os que se consideram participantes da comunidade, temos algo em comum e muito a nos doar pela Igreja. A pergunta que logo nos fazemos é: o que temos em comum, nós que vivemos e nos sentimos engajados numa determinada comunidade? Temos em comum uma tradição, com direitos e deveres, compromissos e orientações; temos em comum o Batismo que nos introduz no caminho da salvação (cf. Cl 1,21-23)

Nenhuma comunidade cristã, nenhuma Paróquia é uma ilha! Também não é um ‘gueto’ ou espaço de ‘privilegiados’. Ela é lugar de vida, espaço onde pessoas marcadas por virtudes e fragilidades buscam viver a fé, testemunhar o batismo, praticar o bem e a justiça, em comunhão com as demais comunidades e/ou Paróquias.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ano Mariano: Presidente da CNBB aponta três passos para vivenciar este acontecimento

Cardeal Dom Sérgio da Rocha-Presidente da CNBB
O Ano Mariano instituído pela CNBB começou em 12 de outubro de 2016 e segue até 12 de outubro de 2017 em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Segundo o presidente da CNBB, cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), três passos são essenciais para viver de forma plena o Ano Mariano.
O primeiro passo é recordar a história de Nossa Senhora agradecendo a Deus.
“Nós recordamos com louvor a Deus com gratidão os 300 anos, então isso é motivo de Ação de Graças, motivo de louvor de uma recordação alegre e agradecida”, colocou.
Cardeal Dom Sérgio da Rocha em inauguração do monumento dedicado aos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida na sede da CNBB em Brasília (DF).O segundo passo é celebrar, Dom Sérgio reforça que o Ano Mariano é um momento de crescer como discípulo de Jesus através de Maria.
“Celebrar, louvando a Deus pela presença de Nossa Senhora no ontem, no hoje da história do nosso povo. Nossa Senhora tão querida, Nossa Mãe e a ela nós voltamos o nosso coração nesse Ano Mariano para junto com ela aprender a seguir Jesus Cristo, ser discípulo, discípula. É um ano para crescer no discipulado, isto é, com Maria, nós vamos crescendo como seguidores de Jesus Cristo, seguindo seu exemplo, seus testemunho e confiando na sua intercessão”, afirma.
Para o Ano Mariano, Dom Sérgio ainda aponta que o terceiro passo é viver seguindo os exemplos de Maria.
“Esse é um ano também para se viver, ou seja, vivenciar a própria liturgia, o louvor a Deus no dia-a-dia da vida, imitando Nossa Senhora, sua atitude de louvor, Ela que rezou, que cantou e que nos ensina a fazer o mesmo, também a sua atitude de caridade, de misericórdia para com quem mais necessitava, como fez com Isabel e nas Bodas de Caná. Sua compaixão na hora da Cruz, Ela unida a Jesus. Então nós imitamos Nossa Senhora, permanecemos unidos a Jesus, mas também servindo os irmãos que mais necessitam”, indicou.
Em carta enviada aos bispos de todo o Brasil, a presidência da CNBB considera a celebração dos 300 anos “uma grande ação de graças”.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Artigo:Religiosidades pós-modernas

Amor ao próximo e renúncia ao status formam a base ética do cristianismo, em real oposição aos poderes do mundo: “entre vocês não deve ser assim...” (Mc 10,43).
A prática celebrativa da Igreja nascente manifestava que essa ética constituía o específico do cristianismo: “viviam unidos e tinham tudo em comum” (At 2,43). Liturgia e vida correspondiam, assim, a uma realidade intrínseca: aquilo que se celebrava no partir do pão correspondia ao exercício cotidiano dos seguidores e seguidoras do Ressuscitado. Ao passo que o cristianismo vai, cada vez mais, instituindo-se como religião, ele vai perdendo essa importante dimensão das origens, num processo de descaracterização de seu específico.
Atualmente, é próprio das religiosidades pós-modernas um acento subjetivista no culto e na maneira de viver a fé. As igrejas católicas e evangélicas cedem ao interesse emocional de seus fiéis, o que torna a ética uma realidade cada vez mais distante do testemunho de fé dos membros dessas igrejas. O individualismo tomou conta dos espaços de manifestação da fé: pessoas encontram-se semanalmente para as celebrações, mas sequer conhecem umas às outras, não se criam laços de pertença comunitária e de partilha de vida. A tendência, sempre maior, é de busca de refrigério para os males psíquicos e emocionais: importa, nesse caso, uma religiosidade com efeitos psicossomáticos. Não sem motivos, as missas de cura e libertação arrebanham uma massa sem fim de fiéis, que, se repararmos, nunca está devidamente curada e liberta.

Uma religiosidade que se diga cristã, vivida desse modo, nada tem dos valores fundamentais do cristianismo das origens. Essa é uma religiosidade apolítica, pois não nutre a convivência e a solidariedade entre os convivas que se reúnem ao redor da mesma mesa. Essa é uma assembleia que se esquece que o Reino é para todos, com sério comprometimento ético, e que por isso Jesus nos ensina a rezar Pai-nosso, insistindo em cantar “meu Pai, meu Pai, meu Pai do céu”, com os olhos vertendo lágrimas e o coração anestesiado. Sem o comprometimento ético com aqueles que fazem coro à nossa voz e professam a mesma fé, a ética que devemos viver no cotidiano, em atenção a todos e todas, não é possível. Isso porque uma religião que se pretenda cristã, que não gere imperativos éticos, na realização da verdadeira Política, não passa de magia: os fiéis, clientes buscando experiências pessoais de satisfação; os líderes religiosos, magos que ofertam um serviço, ao gosto dos clientes. Mas não nos enganemos: “comungar é tornar-se um perigo”, já cantava a velha canção.

12 anos da morte de Irmã Dorothy

Há 12 anos da morte de Irmã Dorothy, Anapu recorda sua mártir

O sangue do martírio escorria pelo solo sagrado da Amazônia que, durante quase 40 anos, a missionária das Irmãs de Nossa Senhora de Namur ajudou a defender.
As comunidades de Anapu, no sudoeste do estado do Pará, se reuniram domingo (12/02) para recordar a morte de irmã Dorothy Stang, assassinada em um assentamento. A missionária foi morta na manhã de 12 de fevereiro de 2005 com seis tiros à queima-roupa, em uma localidade a 40 km de Anapu.
A irmã, de 73 anos, nascida nos EUA mas naturalizada brasileira, pertencia à Congregação de Notre Dame. Estava presente na Amazônia desde a década de 70, junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu e acompanhou com determinação e solidariedade a vida e a luta dos trabalhadores do campo, sobretudo na região da Transamazônica. Seu trabalho focava-se também na minimização dos conflitos fundiários na região.
O número de homicídios por conflitos rurais no Brasil em 2016 chegou a 73, a maioria deles ocorrida no Norte do país, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, CPT.  O incremento desta violência se deve à competição cada vez mais acirrada por recursos como lenha e água no campo da mineração.
Os cinco envolvidos no assassinato de Irmã Dorothy foram condenados e cumprem pena. Somente Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos 

domingo, 8 de janeiro de 2017

Comunicação:Ano Nacional Mariano, por amor a Deus e a Virgem Maria.

Márcio Neves-Pastoral da Comunicação
Saudações a todos!
Com grande esperança e confiança, estamos reiniciando os trabalhos de divulgações da Paróquia São José Operário.
É muito bom que no início do ano façamos bons propósitos, por isso, em 2017, neste Ano Nacional Mariano, somos convidados a fazer  excelentes propósitos relacionados a Santíssima Virgem Maria. Estes propósitos são oportunos não somente por causa do Ano Mariano, mas também pela comemoração que o motivou, que é o jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Além disso, são oportunos por que em 2017 também celebramos os 100 anos das aparições de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Importante também lembrar o Jubileu de Ouro da nossa Diocese. São propósito para continuar firmes na caminhada e não desanimar em nossa caminhada.
Muitos hoje desistiram de buscar a Deus, porque o caminho da fé é muitas vezes árduo, exige perseverança, discernimento, um caminho feito não apenas de respostas, mas de muitas perguntas. A busca dos magos do Oriente por Jesus foi uma busca sofrida. Nada estava totalmente claro para eles. Tiveram que fazer perguntas; tiveram que se deparar com a falsidade e a maldade de Herodes; tiveram que lidar com a indiferença de tantos habitantes de Jerusalém. Mas eles não desistiram: caminharam no meio da noite, até encontrarem Jesus. Temos essa determinação em nossa procura por Deus? Temos determinação em continuar a ser um sinal que conduz as pessoas para Deus?
Se quisermos experimentar a alegria que os magos experimentaram, precisamos aceitar conviver com perguntas, sem exigir logo respostas; precisamos nos desacomodar e nos dispor a caminhar ao encontro de Deus, sabendo que nas noites escuras da nossa fé Ele sempre providenciará uma estrela para nos guiar, até que possamos estar diante de seu Filho, reconhecendo-O como nosso Salvador, como Aquele que o nosso coração sempre buscou.

Quando falamos de “sinal”, há um detalhe importante a ser considerado: o sinal, para ser sinal, precisa ser também contraste. A luz da estrela só foi perceptível e só atraiu os magos porque contrastava com a escuridão da noite. Isso significa que nós, cristãos, só nos tornamos um sinal que atrai as pessoas para Jesus na medida em que contrastamos com o mundo. Contrastar com o mundo não significa ser moralista, nem se achar melhor do que os outros, mas estar no mundo sem perder a sua identificação com o Evangelho. Porém, é cada vez mais perceptível que nós, cristãos do século XXI, temos nos tornado sempre mais “mundanos”, seja porque também nós queremos usufruir daquilo que o mundo oferece, seja porque a luz do Evangelho tem sido cada vez mais combatida, criticada, desprezada e ridicularizada pelas pessoas que convivem conosco, o que nos leva a diminuir a sua intensidade para que ela se torne imperceptível e não mais nos traga “incômodos”.   

Diocese de Jundiaí completa 50 anos com Celebração Eucarística especial

Celebrar o Jubileu de Ouro é momento de agradecer a Deus por essa caminhada de 50 anos, relembrar aqueles que aqui plantaram as primeiras sementes de nossa Igreja, fortalecer a comunhão e a participação dos fiéis diocesanos e deixar um exemplo de vida cristã às gerações futuras.
Inspirados na máxima de Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, OCarm, Primeiro Bispo Diocesano – “Dar Cristo a quem não O têm e a consciência de Cristo ao quem já O possui”, as festividades pelo Jubileu de Ouro da Diocese de Jundiaí querem fortalecer a fé em sua padroeira Nossa Senhora do Desterro e buscar novo ardor missionário, pois a Igreja está sempre em movimento.
Desde agosto de 2014, a Diocese de Jundiaí se prepara para a celebração dos 50 anos de Instalação da Diocese, a serem completados em 6 de janeiro de 2017. As festividades ocorreram dentro do Triênio Preparatório para o Jubileu, uma verdadeira maratona de eventos e celebrações.

O ponto alto das comemorações acontece no dia 8 de janeiro, com Celebração Eucarística em Ação de Graças, no Ginásio Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, às 9h30. A missa festiva será presidida  pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, e concelebrada por Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues (Administrador Apostólico de Sorocaba), Dom Odilo Pedro Scherer (Arcebispo de São Paulo),  Dom Gil Antônio Moreira (quarto Bispo diocesano e atual Arcebispo de Juiz de Fora -MG); pelos Bispos Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias (Colatina-ES), Dom Walter Carrijo, SDS, (Bispo Emérito de Brejo-MA), Dom Osvaldo Giuntini, (Bispo Emérito de Marília -SP), Dom José Moreira Melo (Bispo Emérito de Itapeva-SP), Dom Arnaldo Carvalheiro Neto (Bispo Coadjutor de Itapeva-SP), Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, CR (Bispo de Itapetininga-SP), Dom José Luiz Bertanha, SVD( Bispo de Registro-SP), Dom Fernando Mason (Bispo de Piracicaba-SP) e Dom Abade Matias (Mosteiro São Bento-SP), todos com presença confirmada, e  presbíteros.  Participam o Povo de Deus das 66 paróquias e uma área pastoral que integram a Diocese e centenas de convidados.

Solene Celebração Eucarística marca o 50º Aniversário da Diocese de Jundiaí

Para comemorar tão importante acontecimento, neste domingo dia 8 de janeiro, às 9h30, no Ginásio de Esportes Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), em Jundiaí, os fiéis católicos diocesanos celebraram memória desse momento histórico!
Diante de tudo isso, fica para os fiéis uma mensagem positiva enquanto missionários a caminho.
Lembrando sempre que a estrela provocou os magos de tal maneira que eles saíram de si mesmos, se desacomodaram, colocando-se a caminho e sendo atraídos pela estrela, até encontrarem o menino Jesus. Hoje, existe algo em nossa Diocese, paróquias, comunidades que provoque as pessoas, de forma a atraí-las para Deus? Certa vez, o Papa Francisco disse que nossa Igreja deve conquistar as pessoas por atração. Isto significa que elas devem sentir-se atraídas pela luz da nossa alegria e da nossa esperança em Cristo. Nós temos essa luz conosco? Nosso rosto expressa alegria e esperança? Nós somos uma Igreja que atrai as pessoas para Deus ou só vão à Igreja por causa do padre ou outro interesse particular?
 Como fica essa questão de atração numa época em que a maioria das pessoas só é atraída se houver promessas de satisfação dos seus caprichos pessoais?

Este é o momento oportuno em que somos convidados a aprender com Nossa Senhor do desterro (Padroeira da Dicese) a meditar e conservar no coração todas as coisas, procurando perceber nos acontecimentos os apelos de Deus, a voz do Seu Espírito nos falando, nos conduzindo para fora dos nossos horizontes fechados, nos ajudando a reencontrar o rumo que devemos dar à nossa vida, para que ela possa atingir a meta que Deus deseja para nós, para toda a humanidade: a comunhão com Seu Filho Jesus Cristo e sua salvação.
Márcio Neves-Comunicação

domingo, 27 de novembro de 2016

Seminarista Ricardo recebe a Admissão ao sacramento da ordem no Seminário Redemptoris Mater nos Estados Unidos

Seminarista Ricardo 

No dia 20 de Novembro durante missa de encerração da porta da Misericórdia as 09:30 o seminarista Ricardo respondeu generosamente ao “eis-me aqui” ao apelo que o Senhor lhe enviou, imitando assim a fé de Abraão e da Virgem Maria. Presidiu a missa O Bispo de Frank Caggiano, bispo da Diocese de Bridgeport localizado no estado de Connecticut parte da região metropolitana de Nova Iorque.
Rito da Admission
A admissão (admission), como em Nazaré para a Virgem Maria, onde o anjo e com Ela a Igreja esperam a resposta daqueles que são chamados. Lembra igualmente que a vocação para o Sacerdócio não é um acontecimento exclusivo e íntimo, mas um apelo que diz respeito a toda a Igreja, implicando primeiro as famílias e as comunidades em que nasceu este desejo de servir a Cristo. Exprimimos nossa gratidão aos pais Valdinei e Márcia e igualmente, uma profunda gratidão aos irmãos das comunidades neocatecumenais da Paróquia São José Operário e pelo seu apoio aos seminaristas para quem é essencial continuar a percorrer o caminho da fé no seio de uma comunidade que os acompanhe e os encoraje.Lembramos que o Seminarista Ricardo é o primeiro a receber a admission no Seminário Redemptores Mater que nasceu no ano passado na cidade Bridgeport.

Por Marcio Neves-Comunicação SJO


Campanha para a Evangelização 2016 reflete compromisso com a missão da Igreja

Na preparação para a celebração do Natal, o tempo do Advento é marcado pela espera da chegada do Messias. No Brasil, este tempo litúrgico ganha especial motivação com a reflexão e o aprofundamento do compromisso dos fiéis e das comunidades com a missão da Igreja de Evangelizar propostos pela Campanha para a Evangelização (CE), promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na edição deste ano, o lema escolhido é “Ele está no meio de nós”.

Criada em 1997, durante a Assembleia Geral da CNBB, e iniciada em 1998, a Campanha tem como objetivo favorecer a vivência do tempo litúrgico do Advento e mobilizar a todos para uma Coleta Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas. 


O objetivo da Campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil.

domingo, 20 de novembro de 2016

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo – Ano C

Hoje, ao celebrarmos Jesus Cristo Rei do universo, precisamos nos perguntar: quem nós queremos que reine sobre nós? Por quem ou pelo que nós nos deixamos dominar? Na Bíblia, o rei é aquele que tem a responsabilidade de proteger o povo e cuidar para que haja justiça e paz entre os homens. Nós nos sentimos protegidos por aqueles que nos governam? Eles têm ajudado nosso mundo a encontrar o caminho da justiça e da paz? De que maneira nós podemos entender Jesus Cristo como Rei?       
            Certa vez, depois que Jesus saciou a multidão faminta no deserto, o povo quis fazê-lo rei, mas Jesus se retirou do meio deles (cf. Jo 6,15). Por quê? Porque Jesus nunca aceitou fazer o papel de solucionador mágico dos nossos problemas. O papel do rei não é oferecer “pão e circo” (comida e diversão) ao povo, coisa que a maioria dos nossos políticos sabe fazer muito bem e o nosso povo gosta – se não fosse assim, não elegeria tais políticos. O domínio que Jesus quis exercer sobre nós a partir da cruz foi um domínio que nos liberta do poder do mal, um domínio que nos devolve a nós mesmos e nos faz tomar nas mãos as rédeas da nossa vida, muitas vezes confiadas às mãos de pessoas e situações que nos fazem mal. 
            Portanto, se você é o tipo de pessoa que, ao invés de assumir a responsabilidade pela sua vida, vive procurando “reis”, pessoas que te governem, que te sustentem, que te carreguem no colo quando você tem duas pernas saudáveis e pode andar por si mesmo, pessoas que decidam por você porque lhe falta força de vontade e coragem para fazê-lo, desista de querer eleger Jesus como seu rei particular. Não foi para isso que ele veio e não é esse tipo de reinado que ele exerce. 
            Todo rei tem um trono, o lugar a partir de onde ele exerce o seu poder, o seu domínio. Mas eis a grande contradição! O trono de Jesus foi a cruz, um trono tão estranho, um lugar tão desprovido de poder, que aqueles que passavam diante desse “trono” gritavam: “Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!” (Lc 23,37). “Salva-te a ti mesmo e a nós!” (Lc 23,39). Eis a nossa grande dificuldade em crer no domínio de Jesus sobre o mundo. Se ele é, de fato, Rei, como entender que o nosso mundo esteja tão dominado pelo mal e pela injustiça? Uma explicação possível para isso é que aqueles que praticam o mal e a injustiça não estão debaixo do domínio de Jesus e sim do maligno. Mas esta explicação basta? 
            Um dos homens que estava crucificado com Jesus lhe fez este pedido: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado” (Lc 23,42). Este homem nos ensina que a cruz que carregamos não é a prova de que Jesus é um rei fracassado e seu domínio é totalmente incapaz de nos libertar do mal. Mesmo na cruz, mesmo na dor nós podemos escolher às mãos de quem confiar a nossa existência: se às mãos de reis ilusórios, que nos prometem uma vida de sucesso e de vitória, ou se ao verdadeiro rei, ao único que pode nos fazer esta promessa: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43).
            Jesus é Rei porque o Pai lhe confiou o poder, o domínio salvífico sobre todo ser humano (cf. Jo 17,2), e somente ele pode nos reintroduzir no Paraíso; somente ele pode restabelecer a plena comunhão do homem com Deus, consigo mesmo, com seu semelhante e com a natureza. Assim também, só pode experimentar o Paraíso quem decide viver sob a autoridade de Jesus, quem aceita livremente submeter-se ao domínio do Espírito Santo, quem permite que o Pai o liberte do poder das trevas e o receba no reino de seu Filho amado, por quem temos a redenção, o perdão dos pecados (cf. Cl 1,13-14).


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Celebração de Finados com participação dos Seminaristas de nossa Diocese

Seminaristas da Diocese de Jundiaí estarão no decorrer deste dia,espalhados pelos três Cemitérios da cidade para estarem prestando auxílio as pessoas,seja rezando, dialogando com as pessoas que assim quiseram.
Este é o segundo ano desta belíssima iniciativa de nossos futuros padres. Rezemos sempre por nossos jovens seminaristas.
O despertar da vocação sacerdotal e o seu processo formativo deve ser capaz de colocar o futuro sacerdote na compreensão da dinâmica do amor cristão, consistindo numa clara disposição interior de abraçar o chamado como doação e serviço, com muita tranquilidade, perfazendo seu caminho, imbuído do mais elevado espírito de liberdade,  no seguimento “daquele que veio para servir e não para ser servido” (Mc 10, 45).
(Pastoral da Comunicação-SJ Operário)

Comunidade Cristo Rei define tema para a Grande Solenidade que se aproxima. Tema:"Onde está teu irmão?"(Gn.4,9)

Caríssimos,
Mês de novembro, aproxima-se o final do ano e com isso o final do Ano Litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei. A Comunidade Cristo Rei localizada no Condomínio dos Metalúrgicos pertencente à Paróquia São José Operário. Esta comunidade que neste ano completa 17 anos de atividade Pastoral a serviço da Igreja que tem como padroeiro o próprio Cristo vivo e ressuscitado. Sem dúvida, um grande privilégio. É também pioneira. Algo improvável se considerarmos o grande número de condomínio que devido a tantos obstáculos e leis internas proíbem qualquer tipo de manifestação desta natureza. Esta é com certeza, sinal de que Cristo continua agindo na vida e na história de pessoas que permitem que Cristo seja de fato o Grande Rei de suas vidas.
Propomos para este ano como reflexão, algo palpável, um tema partir dos laços que se criam entre irmãos na vida comunitária.Algo que muito nos desafia como visto em Mt.7,5 e 18ss. Claro que com a ajuda de nosso grande inspirador o Papa Francisco providencia de Deus no coração da Igreja. Graças aos modernos meios de comunicação, pudemos no inicio deste ano enquanto ainda preparávamos nossa ação Evangelizadora para este ano, ouvimos do Papa este forte apelo que dizia: Deus continua a perguntar à humanidade “Onde está teu irmão”.
O Papa disse no Vaticano que a fraternidade é um conceito central para o Cristianismo e que, tal como no episódio de Caim e Abel, Deus continua a perguntar a cada um: “Onde está o teu irmão?”. “Infelizmente, em cada geração, não deixa de repetir-se a dramática resposta de Caim: «Não sei. Sou, porventura, guarda do meu irmão?»”, lamentou Francisco, durante a catequese que apresentou na audiência naquela oportunidade.
O Papa falava a dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, partindo do primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, para afirmar que “hoje, mais do que nunca, é necessário colocar a fraternidade no centro desta sociedade tecnocrática e burocrática”. “Então, a liberdade e a igualdade encontrarão também o seu tom correto”, prosseguiu. Francisco pediu, à imagem do que fez na última semana, que as famílias tenham a coragem de oferecer aos filhos “uma ampla experiência” de fraternidade. “Irmão e irmã são palavras que o cristianismo ama muito.
“E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem”. Segundo o Papa, a “educação para a abertura aos outros” a partir dos laços que se criam entre irmãos “é a grande escola de liberdade e de paz”. “É precisamente a família que introduz a fraternidade no mundo: partindo desta primeira experiência, o estilo da fraternidade irradia como uma promessa para toda a sociedade e para as relações entre os povos” destacou. Francisco, que cresceu com quatro irmãos, convidou os presentes na Praça de São Pedro a recordar em silêncio os seus próprios irmãos e irmãs, na oração. “Ter um irmão ou uma irmã que gosta de ti, é uma experiência forte, impagável, insubstituível”, afirmou.

Concluímos estendendo a todos o convite a estarem conosco entre os dias 17,18,19 e 20 de novembro. Acompanhe nossa programação e participe conosco!
colaboração: Marcio Neves(pastoral da comunicação)

Por que celebrar a memória dos Finados?

A tradição litúrgica cristã legou-nos o costume de celebrar praticamente juntas a memória dos fiéis defuntos e a solenidade de todos os santos e santas. Há lugares em que o acento recai sobre a celebração do dia primeiro de novembro, solenidade de todos os santos; outros há, como no caso do Brasil, em que a centralidade é posta no dia de Finados, 2 de novembro, data em que se celebra a memória de todos os fiéis defuntos. Importante é não perder de vista a íntima relação que existe entre ambas as recorrências. Vigora, entre elas, uma sadia reciprocidade, posto que, só se celebra, de fato, com sentido a memória viva dos fiéis defuntos, tendo como pressuposta a fé na comunhão dos santos.
O Concílio Vaticano II (1962-1965), em sua Constituição Dogmática sobre a Igreja, intitulada Lumen Gentium, recuperou-nos a fé na comunhão dos santos, salientando sua imprescindibilidade no tocante à eclesiologia de comunhão, nota distintiva da Igreja de Jesus Cristo. Com efeito, a comunhão que nos foi oferecida gratuitamente por Jesus Cristo, e que culminou em seu mistério pascal, alcança-nos com tamanha intensidade capaz de abraçar a totalidade dos seres humanos para além de toda e qualquer separação, indo além inclusive dos abismos mais obscuros da morte. Por isso o referido texto conciliar fala da comunhão dos santos que se revela na efetiva comunhão entre a igreja ainda peregrina neste mundo e a igreja triunfante, ou seja, a comunidade daqueles e daquelas que nos precederam na morte e que gozam, já no presente momento, da plenitude da vida junto do Pai.

Lemos em um dos prefácios próprios da Missa dos fiéis defuntos: “Ó Pai, para os crêem em Vós, a vida não é tirada; mas transformada. E desfeita esta nossa habitação terrestre, nos é dado nos céus, um corpo imperecível”. Essa é propriamente a esperança que sustenta as comunidades eclesiais ao longo de seu sinuoso itinerário histórico. Por essa razão, fazemos memória de nossos irmãos e irmãs defuntos e não apenas nos limitamos a recordar-lhes ou a simplesmente lembrar-se saudosamente deles. A vida deles e delas foi transformada, não lhes foi tirada. O fato que eles não participem mais do nosso convívio histórico, fisicamente, não significa que a vida deles foi extinta. Eles vivem junto de Deus e, portanto, podem ser experimentados como estando mais próximos ainda de nós. Pois, nossa fé nos diz que morremos para ressuscitar e não vivemos para morrer, como insistem alguns.

colaboração: Márcio Neves(Pastoral da Comunicação)