Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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Compromisso de todo Cristão

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Outubro - Mês Missionário

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Aparecida 300 anos: Encenação relembra encontro da imagem no rio Paraíba

Jovens de nossa paróquia durante Solenidade de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL relembraram os fiéis presentes na celebração, segunda quinzena de outubro de 1717, três pescadores, Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João Alves, ao lançarem sua rede para pescar nas águas do Rio Paraíba, colheram a Imagem de Nossa Senhora da Conceição, no lugar denominado Porto do Itaguassu.Filipe Pedroso levou-a para sua casa conservando-a consigo até 1732, quando a entregou a seu filho Atanásio Pedroso. Este construiu um pequeno oratório onde colocou a Imagem da Virgem que ali permaneceu até 1743. Todos os sábados, a vizinhança reunia-se no pequeno oratório para rezar o terço. Devido à ocorrência de milagres, a devoção a Nossa Senhora começou a se divulgar, com o nome dado pelo povo de Nossa Senhora Aparecida. A 26 de julho de 1745 foi inaugurada a primeira Capela. Como esta, com o passar dos anos, não comportasse mais o número de devotos, iniciou-se em 1842 a construção de um novo templo inaugurado a 8 de dezembro de 1888. Em 1893, o Bispo diocesano de São Paulo, Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, elevou-o à dignidade de “Episcopal Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida”. A 8 de setembro de 1904, por ordem do Papa Pio X, a Imagem milagrosa foi solenemente coroada, e a 29 de abril de 1908 foi concedido ao Santuário o título de Basílica menor. O Papa Pio XI declarou e proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil a 16 de julho de 1930, “para promover o bem espiritual dos fiéis e aumentar cada vez mais a devoção à Imaculada Mãe de Deus”. A 5 de março de 1967 o Papa Paulo VI ofereceu a “Rosa de Ouro” à Basílica de Aparecida. Em 1952 iniciou-se a construção da nova Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, solenemente dedicada pelo Papa João Paulo II a 4 de julho de 1980.

sábado, 30 de setembro de 2017

Reflexão marca o dia de São Vicente de Paulo

Neste dia 27 de setembro sempre é marcado como um dia de muita reflexão baseado numa reflexão objetiva de São Vicente que diz: “Deve-se preferir o serviço dos pobres acima de tudo”.
Há 181 anos, Ozanam e amigos fundavam a Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP), isso só foi possível graças a um gesto de solidariedade praticado por Antônio Frederico Ozanam e seus amigos há 181 anos. Em 23 de abril de 1833, os jovens levaram à casa de um homem pobre um pouco de lenha para que acendesse o fogo e preparasse uma sopa de batatas. Esta foi a primeira visita praticada.
Naquela época, os amigos se uniram para a fundação das Conferências de Caridade, denominadas atualmente de Conferências Vicentinas, ao serem questionados por vários outros jovens sobre a efetividade da fé católica. A ação de caridade inspirou e continua a inspirar homens, mulheres, jovens e crianças em todo o mundo.
Os vicentinos fazem da SSVP, uma das instituições mais respeitadas. O Papa Gregório XVI aprovou o Estatuto da Sociedade de São Vicente de Paulo com dois breves: o de 10/01/1845 e o de 12/08/1845. E concedeu, ainda, as devidas indulgências próprias com “uma associação de natureza eclesial, mas com caráter leigo, a serviço da Igreja e da Sociedade” (Vicentiens aujourd´hi ― Animation Vicentienne, n. 79/80, p. 48; e Roezniki Wincentynskie, n. 1/2003, p. 118).O atual Papa Francisco também foi um entusiasta desse movimento quando trabalhou ao lado de confrades e consocias nas periferias argentinas.

Ao criar a primeira conferência, na França, Ozanam mostrou a importância da caridade na vida das pessoas que vivem à margem da sociedade. Prova disso é que os vicentinos estão atualmente em 148 países, com mais ou menos 750.000 membros, fazendo visitas semanais às famílias pobres e oferecendo ajuda tanto material como espiritual, que é o efetivo objetivo da SSVP, ou seja, evangelizar. O Brasil é hoje o país que tem mais vicentinos no mundo: somos 250.000 homens, mulheres, jovens e crianças. Temos também abrigos e asilos para idosas e idosos em todo o Brasil. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Comunidade Cristo Rei define tema a ser trabalhado no final do Ano Litúrgico

Por coincidir com o final do Ano Litúrgico, a Comunidade Cristo Rei do Condomínio dos Metalúrgicos pertencente à Paróquia São José Operário tem por particularidade trabalhar um tema que por inspiração retrata qual a necessidade percebida no transcorrer do Ano Litúrgico. Tal prática tem se tornado tradição e este ano quer envolver mais pessoas da paróquia e oxalá estender a nível regional pastoral. Trata-se de um sonho antigo da equipe de coordenação que busca maior integração entre paroquianos, por se tratar da conclusão de toda a jornada anual litúrgica, coroando nossa caminhada no discipulado. A proposta deste ano foi tirado do Evangelho de São Marcos,7,37(“Ele tem feito bem todas as coisas”). Quer fazer a todos refletir sobre a maneira de como estamos desenvolvendo nossas atividades pastorais e também em todos os seguimentos de nossa vida. Chama atenção também para a situação de muitas pessoas que vivem acumulando funções na Igreja e acabam por não desempenharem bem sua função. Nesta solenidade de Cristo Rei que encerra o ano litúrgico, como uma coroa de toda uma vivência cristã, alicerçada na fé, proclamemos em nossos corações a realeza de Cristo e renovemos nossa consagração batismal de levar o Seu nome a todas as gentes, a todas as atividades humanas, levando sempre que a exemplo de Jesus que o bem deve ser bem feito.

sábado, 16 de setembro de 2017

Formação para agentes pastoral começou neste sábado,16/09

Seminarista Felipe ministrou o encontro

Reforçamos o convite todos os agentes de pastorais e o povo em geral para formações que começou neste sábado a partir das 14:00hs, com início no dia 16/09.Serão 9 encontros , sobre o que a igreja ensina no campo espiritual, bíblico e artístico. Esses encontros serão ministrados na matriz São Jose Operário. Nosso seminarista Felipe esteve a frente coordenando o encontro.
O Primeiro encontro abordou o tema: Ser família, ser paróquia, ser Igreja. Os participantes tiveram a oportunidade de expressarem de maneira simples um pouco de si mesmas.
O plano de Interação Família, paróquia e Igreja destinam-se a promover a integração, troca de experiências, bem como atualização e discussões sobre a importância e aproveitamento da família na Igreja e na sociedade.

Neste sentido, a relação Igreja e Família são imprescindíveis à melhoria dos índices da qualidade da Evangelização. A família como espaço de construção da pessoa humana, da identidade da fé cristã, inserida na Igreja para juntas promoverem o
desenvolvimento pleno da ação evangelizadora da criança, do adolescente, de adultos e idosos. É através dessa participação que se desenvolve a consciência social ética e cristã. Tem sentido a preparação de cristãos para juntos, Família e Igreja – fazer  deste espaço um campo missionário de evangelização formando assim cidadãos comprometidos com a transformação da sociedade mais humana e fraterna vivendo em comunhão. Venha e participe você também. Convide seus amigos!

Grupo de Oração São Gabriel presente no XXV Congresso Renovação Carismática de São Paulo

Estão reunidos no Centro de Eventos "Pe. Victor Coelho de Almeida", em Aparecida (SP), entre os dias 15 e 17 de setembro os carismáticos para celebrar seu XXV Congresso Estadual da Renovação Carismática de São Paulo. Membros da Paróquia São José Operário estão representando o Grupo de Oração São Gabriel.  O evento acontece tradicionalmente a cada dois anos. Esse evento é sempre uma oportunidade maravilhosa de reunir toda Renovação Carismática Católica de nosso Estado, com nosso coração repleto de gratidão em ver os detalhes tão fortes de Pentecostes acontecendo pelas terras paulistas! E darmos graças pelo carinho de Deus que providenciou que o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida esteja em nosso Estado! Ali é o lugar e a ocasião favoráveis para
recorrermos ao amparo de nossa Mãe e celebrarmos junto dela a Festa de unidade dos carismáticos, além dos 300 anos de sua aparição nas águas do Rio Paraíba. Este ano, com o tema "O Espírito Santo descerá sobre ti (Lc 1, 35), o encontro aprofunda-se na espiritualidade de Maria e do batismo no Espírito Santo – ponto central da vida carismática.

Neste Ano Mariano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida e os 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima, os carismáticos do Estado de São Paulo terão a graça de comemorar os 50 anos do surgimento da Renovação Carismática Católica no mundo. E o lugar escolhido é muito especial: a casa da Mãe Aparecida! Resta-nos pedir a Deus que toda esta ação resulte no fortalecimento da Igreja através de nossos grupos de Oração munidos de uma espiritualidade maior e cativante.

Comunidade celebra Festa da Exaltação da Santa Cruz

Celebrado em nossa paróquia nesta semana que passou a Festa da Exaltação da Santa Cruz. Uma celebração que traz em si um significado profundo e uma mensagem de um amor maior.

O mistério da Cruz de Cristo é enorme e ensina-nos que a salvação é definitiva, que temos que nos afastar do relativo e abraçar o absoluto. Também nos ensina que temos que nos convencer sempre mais de que o sonho de Deus, que é paz, justiça, concórdia e solidariedade, é tarefa de todos. Que a vida cristã consiste em viver bem neste mundo, na lógica do projeto de Deus, que quer dizer que devemos andar na direção do Reino, inaugurado por Jesus de Nazaré, em sua entrega e exaltação. Que Deus nos dê a graça de mais e melhor compreendermos o Seu insondável mistério, do qual somos
chamados a participar, colocando-nos de um modo solidário diante de tão grande favor, associados, evidentemente, a Maria, mãe solícita, disponível e servidora. Que o Cristo exaltado da Cruz seja memória clara, e que não paire dúvida sobre a redenção do gênero humano, sensibilizando-nos a proclamar bem alto e até mesmo gritar o Evangelho de Jesus com a própria vida, na assertiva do bem-aventurado Charles de Foucauld: “Tão logo que acreditei existir um Deus, compreendi que só podia fazer uma única coisa: viver só para Ele”. Que a Cruz de Cristo seja contemplada como sinal do amor maior, imprimindo na mente e no coração das pessoas o olhar solidário de Jesus, tendo presentes os pontos da mãe Terra, onde residem criaturas humanas em situação infra-humana ou em estado de rejeição ou abandono. Amém!
Nosso abraço fraterno aos coordenadores, extensivo a toda a comunidade Santa Cruz.

domingo, 10 de setembro de 2017

Região Pastoral 5 - (Composição)

Região Pastoral 5

Coordenador Regional da Pastoral Presbiteral:
Pe. Samuel Maciel Romão
Coordenador Regional da Ação Evangelizadora:
Pe. Daniel dos Santos Rosa
Representante do Conselho Regional da Ação Evangelizadora (CRAE):
Solange Aparecida dos Santos de Oliveira
Diácono Referencial:
Diác. Roberto Kenji Horii

Paróquias que compõem nossa Região:

Diocese de Jundiaí sediará XVII Congresso do ECC em 2018

Está confirmado, a Diocese de Jundiaí sediará o XVII Congresso da Região Sul do Encontro de Casais com Cristo. O evento acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2018 e terá por tema “ECC: Evangelizando as Famílias a Serviço da Paz”, e por Lema “Sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes.” (Tg 1,22).
Na contagem regressiva dos preparativos do Congresso que vai contar com a coordenação geral do casal jundiaiense José Maria e Marli Bifani, no ultimo dia 1º de abril foi celebrada na Catedral Nossa Senhora Do Desterro, a Missa de Envio das Capelinhas com a imagem da padroeira da Diocese de Jundiaí e do XVII Congresso da Região Sul do ECC. A missa foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, e concelebrada por Dom Benedito Gonçalves, Assistente Eclesiástico Nacional do ECC e Bispo da Diocese de Presidente Prudente (SP), monsenhor Almir José Cogiola, Diretor Espiritual da Região Sul, padre Dirceu e padre Lupércio Batista Martins, Diretor Espiritual Diocesano do ECC.
Participaram ainda casais diocesanos e outros vindos de várias cidades do estado de São Paulo, ocasião que receberam as Capelinhas das mãos do casal coordenador do Regional Sul 1, Carlos e Andréa, da Diocese de Bauru (SP).
“Essas Capelinhas peregrinarão pelos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para que unidos pela oração e pela intercessão de Nossa Senhora do Desterro possamos juntos trabalhar pelo bom êxito deste congresso que se realizará em nossa Diocese em 2018”, declarou o casal José Maria e Marli Bifani.
Durante esse encontro também, o casal apresentou aos presentes a oração o hino do Congresso, a logomarca do Congresso e seu significado.


Colaboração: José Maria e Marli Bifani

A difícil tarefa de corrigir e de aceitar ser corrigido

 A correção do irmão que erra encontra duas dificuldades. A primeira delas é o medo que temos de perder o afeto da pessoa que precisamos corrigir. Esse é um medo muito comum em muitos pais hoje em dia. Eles se esquecem de que “quem ama, educa”; quem ama, corrige. A não correção dos filhos, por medo de magoá-los ou “machucá-los”, não é amor, mas omissão da parte dos pais. Filhos não corrigidos por seus pais tornam-se “pessoas-problema”, problema para si mesmos, para os pais e para a sociedade; são rios que, por não aceitarem suas margens, transformaram-se em brejo; são árvores que, por não aceitarem ser podadas, só conseguem produzir frutos de baixa qualidade.      

   A outra dificuldade no campo da correção fraterna é a “imaturidade”. Ela faz com que a pessoa corrigida fique magoada, ressentida, e passe a olhar o irmão que a corrigiu como seu inimigo. A verdade é que a correção é um momento difícil para todos nós. Ela nos obriga a reconhecer que existem sombras na nossa imagem, que não somos tão bons quanto pensamos ser e, portanto, precisamos rever a nossa maneira de ser, de fazer as coisas e de tratar as pessoas. No fundo, é preciso ter uma boa dose de humildade para aceitar ser corrigido.
(Uma reflexão sobre o 23º Domingo do Tempo Comum)

domingo, 3 de setembro de 2017

EDITORIAL: A cultura Missionária

Caríssimos,
Com alegria, fé e gratidão a Deus, vamos nos adentrando no mês de Setembro.Depois de vivenciarmos as riquezas proporcionadas durante o mês de agosto, deixa sempre o compromisso de tratarmos sempre o tema vocação com atenção e zelo sempre. É comum, ouvirmos por aí expressões desse tipo: “Nossa, como o ano esta passando rápido. Já estamos em setembro.” Não deixa de ser verdade, porém quando refletimos sobre os acontecimentos, parece não ser tão rápido devido à grandeza das obras realizadas em nossa paróquia. As investidas ousadas do Papa Francisco, falando sobre a necessidade de um a Igreja em saída, nos reanima a vislumbrar um novo vigor na essência missionária. Outro fator positivo certamente é a presença do Padre Daniel que nos oferece uma aproximação maior fortalecendo o vigor missionário através da efetivação das Missões Populares. Graças a Deus, temos presenciado em nossa paróquia, as atividades em prática das Missões Populares que vem rompendo resistências e barreiras e se tornando uma realidade palpável. Importante, com tudo isso é quebrarmos o “gelo” e avançar para adquirirmos uma “cultura missionária” espontânea como uma pastoral de saída o ano todo. Precisamos deixar se impregnar pelo espírito missionário em qualquer lugar ou circunstância que estivermos vivenciando. Neste mês de setembro, onde somos chamados a Luz do Espírito Santo interiorizar e refletir sobre a importância da Bíblia. Nunca é demais lembrar que cabe as equipes de celebração em sintonia com nossos catequistas darmos ênfase em nossas celebrações e reuniões sobre este tema. Por fim, o mês de setembro traz também duas festas importantíssimas em nossa paróquia que é os Tríduos das Comunidades Santa Cruz e São Gabriel, momento sempre oportuno de integração entre as comunidades de nossa Paróquia. Participemos da vida de nossa Paróquia.
Saudações a todos,

Sempre no carinho maternal de Maria: Márcio Neves-(Pascom)

Setembro Mês da Bíblia:"Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo"


Pago o que devo, obediente aos preceitos de Cristo que diz: Perscrutai as Escrituras (Jo 5,39); e: Buscai e achareis (Mt 7,7). Assim que não me aconteça ouvir com os judeus: Errais, sem conhecer as Escrituras nem o poder de Deus (Mt 22,29). Se, conforme o Apóstolo Paulo, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus, e quem ignora as Escrituras ignora o poder de Deus e sua sabedoria, ignorar as Escrituras é ignorar Cristo. 
Daí que eu imite o pai de família que de seu tesouro tira coisas novas e antigas. E a esposa, no Cântico dos Cânticos, que diz: Coisas novas e antigas, irmãozinho meu, guardei para ti (cf. Ct 7,14 Vulg.). E explicarei Isaías ensinando a vê-lo não só como profeta, mas ainda como evangelista e apóstolo. Ele próprio falou de si e dos outros evangelistas: Como são belos os pés daqueles que evangelizam boas novas, que evangelizam a paz (Is 52,7). E também Deus lhe fala como a um apóstolo: Quem enviarei, e quem irá a este povo? E ele respondeu: Eis-me aqui, envia-me (cf. Is 6,8). 
Ninguém pense que desejo resumir em breves palavras o conteúdo deste livro,pois esta escritura contém todos os mistérios do Senhor, falando do Emanuel, o nascido da Virgem, o realizador de obras e sinais estupendos, o morto e sepultado, o ressurgido dos infernos e o salvador de todos os povos. Que direi de física, ética e lógica? Tudo o que há nas santas Escrituras, tudo o que a língua humana pode proferir e uma inteligência mortal receber, está contido neste livro. Atesta esses mistérios quem escreveu: Será para vós a visão de todas as coisas como as palavras de um livro selado; se é dado a alguém que saiba ler, dizendo-lhe: Lê isto, ele responderá: Não posso, está selado. E se for dado a quem não sabe ler e se lhe disser: Lê, responderá: Não sei ler (Is 29,11-12). 
E se alguém parecer fraco, ouça as palavras do mesmo Apóstolo: Dois ou três profetas falem e os outros julguem; mas se a outro que está sentado algo for revelado, que se cale o primeiro (1Cor 14,32). Como podem guardar silêncio, se está ao arbítrio do Espírito, que fala pelos profetas, o calar-se e o falar? Se na verdade compreendiam aquilo que diziam, tudo está repleto de sabedoria e de inteligência. Não era apenas o ar movido pela voz que chegava a seus ouvidos, mas Deus falava no íntimo dos profetas, segundo outro Profeta diz: O anjo que falava a mim (cf. Zc 1,9), e: Clamando em nossos corações, Abba, Pai (Gl 4,6), e: Ouvirei o que o Senhor Deus disser em mim (Sl 84,9).
fonte:Do Prólogo ao Comentário sobre o Profeta Isaías, de São Jerônimo, presbítero


sábado, 26 de agosto de 2017

Dia do Catequista

 Hoje é o dia dos catequistas. Eles compõem o grupo mais importante de trabalho em nossas paróquias, pois deles depende a transmissão da fé para as novas gerações. Hoje queremos não só agradecer a Deus pela vocação de cada catequista, mas também pedir que eles sejam revestidos da força do alto, da autoridade de Deus, do poder do Espírito Santo, para ajudarem as novas gerações a se confrontarem com as perguntas necessárias para o seu crescimento e aperfeiçoamento humano e espiritual. Que nossos catequizandos encontrem nos seus catequistas uma estaca fixada em lugar seguro, uma referência firme para a sua fé e para a sua experiência de Jesus Cristo como Filho do Deus vivo e salvador de todo aquele que tem fé.
Ser catequista não é opção pessoal, é chamado! Catequistas são pessoas chamadas por Deus e enviadas pela comunidade, que vai educar na fé aqueles que desejam seguir os passos de Jesus na comunidade católica. Por esse motivo, devem ser imagem viva de Jesus no meio do povo.
A Catequese é um ministério e ser catequista é ser ministro e ministra da Palavra.  Não basta querer ser catequista, mas é preciso ter vocação, um chamado que não parte da vontade pessoal, mas é a vontade de Deus, de Jesus que toca o coração e faz arder nele a chama da vocação que move montanhas e abre caminhos. E é essa chama que transforma a vida das pessoas. A comunidade reconhece essa luz, por isso a envia como sua representante para educar seus membros.
A Catequese é a missão primordial da Igreja e ser catequista é manter viva essa missão. Assim, catequistas de todos os cantos, até dos mais longínquos, merecem o nosso agradecimento e o reconhecimento da comunidade pelo serviço pastoral essencial a que se dedicam.


sábado, 5 de agosto de 2017

Vocação: chamado para a realização do ser pessoa

Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.
A palavra vocação tem um uso bastante comum. É compreendida, geralmente, como um dom pessoal, que cada pessoa carrega em si e que é chamada a desenvolver ao longo da vida: fala-se de vocação musical, médica, jurídica, por exemplo. Popularizou-se essa compreensão para a vida profissional. Tal compreensão não deixa de ter sentido, mas ela não esgota a riqueza de significado que a palavra abarca. Vocação significa chamado. De forte carga religiosa, atribui-se a esse chamado um caráter divino: é Deus quem chama o sujeito a alguma coisa.
Esse chamado, ainda que atribuído a Deus, não é algo externo: vem de dentro de cada pessoa. Fomos criados para que nos realizemos como pessoas, nas relações que vamos estabelecendo com o mundo que nos cerca. Essa é a vocação fundamental de cada pessoa humana: um chamado que não deixa de ecoar, impelindo-nos a que sejamos sempre mais humanos. As maneiras como vamos tecendo nossa história, buscando realizar nossa humanidade, são caminhos de seguir a esse chamado interior, que é a própria voz de Deus a ecoar em nós.
No cristianismo, às vocações foram acrescidas a importância do serviço. Nesse sentido, encontrar nossa própria vocação, isto é, o caminho de realização de nossa humanidade, segundo um impulso de nossa relação com o Deus de Jesus, compreende o serviço que dispensamos à edificação do Reino, quando todos viveremos plenamente realizados como pessoas, na comunhão divina. Viver a nossa vocação, como realização de nossa própria pessoa, é, também, contribuir para a santificação do mundo: assim, humanização e santificação são faces de uma mesma moeda, tal como podemos apreender da própria vida de Jesus, o paradigma para a realização de nossa vocação.