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Compromisso de todo Cristão

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Vocação

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sábado, 13 de agosto de 2016

Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente

Diáconos comemoram o seu dia

Neste dia 10 de agosto, dia em que a Igreja celebra a memória de São Lourenço, diácono e mártir, a Catedral Nossa Senhora do Desterro, que vive a Novena preparatória da Festa da Padroeira de Jundiaí e da Diocese, acolheu centenas de fiéis em uma linda celebração Eucarística presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa.
 Dom Vicente assina decretos sobre o Diaconado Permanente
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, que presidiu a celebração solene, assinou no final da missa os decretos para o Diaconado Permanente na Diocese de Jundiaí:
1) o que oficializa o novo Estatuto Diocesano para o Diaconado Permanente;
2) o que cria o Fundo Diocesano Diaconal (FAD), para auxiliar diáconos, esposas, viúvas e famílias em necessidade.
Para a elaboração do Estatuto Diocesano colaborou o diácono e jornalista Pedro Fávaro Júnior, da Diocese. Tanto o Estatuto como o FAD foram analisados pelos diáconos, que puderam dar sua contribuição, bem como pelo Conselho de Presbíteros.
Os documentos foram entregues por Dom Vicente ao diácono Vitório Ângelo Durigati (Difu), presidente da Comissão Diocesana dos Diáconos, e ao padre Agnaldo Tavares Ribeiro, padre referencial para o Diaconado Permanente.
Carca de 60 diáconos, alguns acompanhados de suas esposas e demais familiares, festejaram o seu dia.
Após a celebração, todos puderam se confraternizar no Salão Paroquial da Catedral.
 Colaboração: Diácono José Carlos Pascoal

Panamá será sede da próxima JMJ em 2019

Ao término da solene concelebração Eucarística de encerramento da JMJ, em Cracóvia, o Papa Francisco passou à oração mariana do Angelus no “Campus Misericordiae”, anunciando oficialmente que a próxima JMJ será no Panamá.
“A Providência divina sempre nos precede. Ela já decidiu onde será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada, em 1985, por São João Paulo II! Por isso, é com alegria que lhes anuncio que a próxima JMJ, depois das duas a nível diocesano, se realizará no Panamá, em 2019”.

Depois, o Papa disse: “No final desta Celebração, quero unir-me a todos vocês, em ação de graças a Deus, Pai de Misericórdia infinita, porque nos permitiu viver esta JMJ. Agradeço pelo trabalho e a oração para preparar este evento e a todos os que contribuíram para seu bom êxito”.

Dia dos Pais: "Pai de verdade"

Olhando mais uma vez para a figura do pai, hoje pedimos a Jesus que conduza os pais a essa transformação tão necessária: que “o homem psíquico” que habita em cada um deles diminua, para que cresça “o homem espiritual” (1Cor 2,15); que eles desejem ser habitados pelo Espírito Santo e se deixem curar e salvar pela “verdade que liberta” (Jo 8,32); que o pai tenha a coragem de ser uma presença que “divide”, que “separa”. Em que sentido? Segundo uma reportagem de Folha de São Paulo* (27/06/2016), 2 em cada 3 menores infratores não têm pai dentro de casa. O pai pode, com a sua efetiva presença paterna, “separar” o filho do mundo do crime. Além disso, a presença afetiva e firme do pai tem a função de “dividir” o filho homem em relação à mãe e “separá-lo” dela, a fim de que ele desenvolva de maneira saudável a sua identidade masculina.  

Três palavras finais para as famílias, especialmente para o pai; a primeira, da Sagrada Escritura; as duas últimas, do Papa Francisco: 1) “Empenhemo-nos com perseverança no combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Jesus... Em vista da alegria que lhe foi proposta, suportou a cruz, não se importando com a infâmia...” (Hb 12,1.2). 2) “Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, esteja próximo da esposa, para compartilhar tudo, alegrias e dores, dificuldades e esperanças. E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando se sentem angustiados, quando se exprimem e quando permanecem calados, quando ousam e quando têm medo, quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar o caminho; pai presente, sempre” (A Alegria do amor, 177). 3) “Querer formar uma família é ter a coragem de fazer parte do sonho de Deus, a coragem de sonhar com Ele, a coragem de construir com Ele, a coragem de unir-se a Ele nesta história de construir um mundo onde ninguém se sinta só” (A Alegria do amor, 322).

sábado, 6 de agosto de 2016

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR:"É bom nós estarmos aqui"

Jesus manifestou a seus discípulos este mistério no monte Tabor. Havia andado com eles, falando-lhes a respeito de seu reino e da segunda vinda na glória. Mas talvez não estivessem muito seguros daquilo que lhes anunciara sobre o reino. Para que tivessem firme convicção no íntimo do coração e, mediante as realidades presentes, cressem nas futuras, deu-lhes ver maravilhosamente a divina manifestação do monte Tabor, imagem prefigurada do reino dos céus. Foi como se dissesse: Para que a demora não faça nascer em vós a incredulidade, logo, agora mesmo, eu vos digo, alguns dos que aqui estão não provarão a morte antes de verem o Filho do homem vindo na glória de seu Pai (cf. Mt 16,28). Mostrando o Evangelista ser um só o poder de Cristo com sua vontade, acrescentou: E seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João e levou-os a um monte alto e afastado. E transfigurou-se diante deles; seu rosto brilhou como o sol, as vestes se fizeram alvas como a neve. E eis que apareceram Moisés e Elias a falar com ele (cf. Mt 17,1-3). 
São estas as maravilhas da presente solenidade, é este o mistério de salvação para nós que agora se cumpriu no monte: ao mesmo tempo, congregam-nos agora a morte e a festa de Cristo. Para penetrarmos junto àqueles escolhidos dentre os discípulos, inspirados por Deus, na profundeza destes inefáveis e sagrados mistérios, escutemos a voz divina que do alto, do cume da montanha, nos chama instantemente.  
Para lá, cumpre nos apresarmos, ouso dizer, como Jesus, que agora nos céus é nosso chefe e precursor, com quem refulgiremos aos olhos espirituais – renovadas de certo modo as feições de nossa alma – conformados à sua imagem; e à semelhança dele, incessantemente transfigurados, feitos consortes da natureza divina e prontos para as alturas.  
Para lá corramos cheios de ardor e de alegria; entremos na nuvem misteriosa, semelhantes a Moisés e Elias ou Tiago e João. Sê tu também como Pedro, arrebatado pela divina visão e aparição, transfigurado por esta linda Transfiguração, erguido do mundo, separado da terra. Deixa a carne,abandona a criatura e converte-te para o Criador a quem Pedro, fora de si, diz: Senhor, é bom para nós estarmos aqui (Mt 17,4). 

Do Sermão no dia da Transfiguração do Senhor, de Anastásio Sinaíta, bispo

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dia do Padre-04 de Agosto

Ao celebrar a vocação sacerdotal neste final de semana, nós, padres / bispos / pastores, ou seja, ministros de Deus, podemos fazer uma autocrítica a partir das leituras bíblicas que ouvimos. Como ministro de Deus, eu sou um homem de esperança? Eu comungo dos perigos/sofrimentos do meu povo, ou somente dos seus bens, das suas conquistas e das suas alegrias? Uma recente pesquisa revelou que a maior causa de desistência do ministério sacerdotal por parte de alguns padres é a falta de fé. Eu sou um homem de fé? Cuido da minha fé tanto quanto cuido da minha saúde e do meu bem estar? Sustentado pela fé, Abraão aceitou residir “como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas” (Hb 11,9). Minha casa é uma ‘tenda’, uma morada simples e provisória, ou, por me achar rei, fiz ou pretendo fazer dela meu palácio particular? “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12,34). Aquilo que dá sentido à minha vida e me realiza verdadeiramente como pessoa é servir a Deus atendendo pessoas, visitando doentes, ministrando sacramentos ou desfrutando dos benefícios que a ‘vida de padre’ me oferece? Jesus deixou claro que o administrador fiel e prudente é aquele que dá “comida a todos na hora certa” (Lc 12,42). Eu estou servindo o povo que me foi confiado ou estou servindo-me dele para sustentar um estilo de vida do tipo “bon vivant” (expressão francesa que significa “boa vida” ou que qualifica determinado indivíduo como “amante dos prazeres da vida”)? “A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” (Lc 12,48). Aquilo que se exige de mim, como de qualquer ministro de Deus, é a decência, decência não só quanto ao comportamento moral, mas também na maneira como eu administro o dízimo e as ofertas da ‘minha’ igreja... Rezemos uns pelos outros. Nós, ministros de Deus, estamos precisando mais do que nunca de conversão.
Padre Paulo Mazzi-(Diocese de Jabotical-SP)

domingo, 31 de julho de 2016

Santo Inácio de Loyola, presbítero (Memória)-31/07

Inácio gostava muito de ler livros mundanos e romances que narravam supostos feitos
heroicos de homens ilustres. Assim que se sentiu melhor, pediu que lhe dessem alguns
deles, para passar o tempo. Mas não se tendo encontrado naquela casa nenhum livro
deste gênero, deram-lhe um que tinha por título A vida de Cristo e outro chamado
Florilégio dos Santos, ambos escritos na língua pátria.
 Com a leitura freqüente desses livros, nasceu-lhe um certo gosto pelos fatos que eles
narravam. Mas, quando deixava de lado essas leituras, entregava seu espírito a
lembranças do que lera outrora; por vezes ficava absorto nas coisas do mundo, em que
antes costumava pensar.
 Em meio a tudo isto, estava a divina providência que, através dessas novas leituras, ia
dissipando os outros pensamentos. Assim, ao ler a vida de Cristo nosso Senhor e dos
santos, punha-se a pensar e a dizer consigo próprio: “E se eu fizesse o mesmo que fez
São Francisco e o que fez São Domingos?” E refletia longamente em coisas como estas.
Mas sobrevinham-lhe depois outros pensamentos vazios e mundanos, como acima se
falou, que também se prolongavam por muito tempo. Permaneceu nesta alternância de
pensamentos durante um tempo bastante longo.
 Contudo, nestas considerações, havia uma diferença: quando se entretinha nos
pensamentos mundanos, sentia imenso prazer; mas, ao deixá-los por cansaço, ficava
triste e árido de espírito. Ao contrário, quando pensava em seguir os rigores praticados
pelos santos, não apenas se enchia de satisfação, enquanto os revolvia no pensamento,
mas também ficava alegre depois de os deixar.

No entanto, ele não percebia nem avaliava esta diferença, até o dia em que se lhe
abriram os olhos da alma, e começou a admirar-se desta referida diferença.
Compreendeu por experiência própria que um gênero de pensamentos lhe trazia tristeza,
e o outro, alegria. Foi esta a primeira conclusão que tirou das coisas divinas. Mais tarde,
quando fez os Exercícios Espirituais, começou tomando por base esta experiência, para
compreender o que ensinou sobre o discernimento dos espíritos.

Da Narrativa autobiográfica de Santo Inácio, recolhida de viva voz pelo Padre Luís

Gonçalves da Câmara(Séc.XVI)

domingo, 3 de julho de 2016

Preparação para a JMJ Cracóvia 2016 a nível de Diocese

Jovens católicos do mundo inteiro vão se encontrar com o Papa Francisco em Cracóvia, na Polônia, de 26 a 31 de julho, durante a 31ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A Diocese de Jundiaí será representada por cerca de 250 pessoas entre jovens, casais acompanhantes, padres e o Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa. Além dos encontros com o Santo Padre, a Jornada prevê eventos espirituais, formativos e culturais. Os principais e os mais importantes encontros da JMJ são chamados de Atos Centrais. Durante essas atividades, os jovens peregrinos celebram juntos uma grande festa da fé. Confira os principais momentos do programa oficial. Missa de Abertura, em 26 de julho. A JMJ começa com a Missa de Abertura celebrada pelo Bispo local. Momento de apresentar o país que acolhe os jovens de todo o mundo.

 Cerimônia de Boas-Vindas, em 28 de julho. Este será o primeiro encontro com o Santo Padre. Via-Sacra, em 29 de julho. Um momento para que jovens de todo o mundo se encontrem com Cristo crucificado. Aí, a Cruz da JMJ é carregada em procissão seguida pelos jovens que dão testemunho de sua fé. Vigília com o Santo Padre, em 30 de julho. O momento mais íntimo dos Atos Centrais é a Vigí- lia com o Papa. É um tempo muito intenso de oração e encontro com Jesus Cristo. Missa de encerramento, em 31 de julho. Este será o último acontecimento previsto para a JMJ. A Missa Final, presidida pelo Papa Francisco, é o ponto culminante de todos os encontros. Nesta Eucaristia, o Pontífice “envia os jovens a todos os cantos do mundo”. Durante a oração do Angelus Domini, o Santo Padre anuncia tradicionalmente a próxima sede e a data da JMJ. A programação completa o leitor pode conferir não site: www.krakow2016.com/ pt/programa

Jornada Mundial-2016-Kit Peregrino foi apresentado em Cracóvia

O Kit traz um design que remete aos elementos da Jornada polonesa e à misericórdia.


Todos os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Cracóvia 2016 receberão um Kit Peregrino. O Kit inclui uma mochila, equipamento básico de todo peregrino. O desenho gráfico da mochila é a centelha da misericórdia, um dos elementos do logo da JMJ Cracóvia 2016. Na mochila o peregrino vai encontrar um terço- -bracelete para rezar o Ter- ço da Divina Misericórdia, um lenço de microfibra e um xale multifuncional para proteger do sol de julho e também uma capa, em caso de chuva. O Kit Peregrino também contém: um guia do peregrino, um guia de Cracóvia, uma oração “Jesus eu confio em Vós”, um livro de orações “Um Livro Extraordinário sobre a Divina Misericórdia” e, de pendendo do tipo de pacote escolhido, vouchers para alimentação. Todo o Kit Peregrino foi desenhado com base no projeto vencedor de Hanna Talarek e foi apresentado oficialmente em Cracóvia no dia 16 de junho.

Fonte: krakow2016.com

Chamados a orar pelo nosso Papa Francisco

Jesus garantiu a sua oração a Pedro, para que ele se fortalecesse na sua fé. A Igreja orou incessantemente a Deus por Pedro, enquanto ele era mantido na prisão. Da mesma forma, nós somos chamados a orar pelo nosso Papa Francisco. Desde aquele 13 de março de 2013, quando abraçou sua nova missão em favor da Igreja de Jesus Cristo, o Papa Francisco tem pedido que oremos por ele. O fato do Papa Francisco, com seu estilo de vida e com suas atitudes, estar devolvendo decência e credibilidade à nossa Igreja, incomoda muitas pessoas, inclusive dentro da Igreja, pessoas que, embora se julguem colocadas na Igreja pelo próprio Espírito Santo, sempre resistiram a Ele (cf. At 7,51).

Missa de São Pedro e São Paulo: CONFIRMADOS NA FÉ


Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu. Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos. Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois apóstolos.
A respeito de Pedro, homem fraco na fé, Jesus disse: “Eu orei por ti, a fim de que tua fé não desfaleça. Quando tu, porém, te converteres, confirma teus irmãos” na mesma fé (Lc 22,32). A respeito de Paulo, Jesus declarou: “Este homem é um instrumento escolhido para levar o meu nome diante das nações pagãs...” (At 9,15). Assim como fez com Pedro e Paulo ontem, Jesus hoje chama a cada um de nós para que, como pedras vivas da sua Igreja, possamos confirmar a fé as pessoas que convivem conosco, buscando anunciar o Evangelho da misericórdia ao mundo em que vivemos.
O martírio dos santos apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia. Não falamos de mártires desconhecidos. Sua voz ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do mundo a sua palavra (Sl 18,5). Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade. No mesmo sentido, também depois da ressurreição, o Senhor entregou a Pedro a responsabilidade de apascentar suas ovelhas. Não que dentre os outros discípulos só ele merecesse pastorear as ovelhas do Senhor; mas quando Cristo fala a um só, quer, deste modo, insistir na unidade da Igreja. E dirigiu-se a Pedro, de preferência aos outros, porque, entre os apóstolos, Pedro é o primeiro.
Adaptação dos sermões de Santo Agostinho

sábado, 18 de junho de 2016

Setor Juventude promove o XXIV Querígma

Divulgação:Na foto os jovens Giovani e Natália e ao centro Marcio-Setor Comunicação

Em andamento neste final na cidade de Itu-SP o 24º Querígma que reúne jovens de todas as cidades da Diocese.

Querigma significa o primeiro anúncio da Boa-Nova do acontecimento Jesus de Nazaré realizado na força do Espírito Santo, baseado no testemunho pessoal dos apóstolos. O anúncio demonstra a urgência da salvação de forma imperiosa por meio do diálogo e do testemunho. O convite e a decisão da acolhida da fé tornam-se inadiáveis e intransferíveis.
A perda do sentido da fé na sociedade anima a recuperar o primeiro anúncio dirigido aos batizados não evangelizados, às famílias e às crianças como forma de promover o encontro com Jesus Cristo. 
Estejamos atentos ao sofrimento, às indagações e às situações que envolvem as pessoas como ocasião de praticar o primeiro anúncio. Hoje, comunicar a boa notícia com alegria e confiança tornou-se uma forma essencial de fazer pastoral!
O objetivo deste encontro é estabelecer uma relação de fé na perspectiva da revelação de Deus para nós.
 É um chamado aos jovens  a expressar o amor e nele crescer, como fundamento da preparação do futuro que nos espera. Os projetos de nossa vida tornam-se fecundos e sólidos se garantidos pelo verdadeiro amor. Seja qual for a vocação a que formos chamados, a nossa resposta deve ser um ato de amor.
Neste amor devemos crescer todos os dias, cultivando nossos talentos, deixando-nos guiar pelo Espírito Santo, sejamos inovadores na caridade e audaciosos nas iniciativas para a construção de um mundo de Justiça e caridade.
Não deixemos de recorrer à oração, pois só Deus pode suprir as nossas fraquezas.Sobretudo a Eucaristia deve ser a fonte onde nos alimentamos do amor. Que todos os jovens sintam amados e convocados a aderirem ao grande e gentil convite de serem evangelizadores do amor de Deus Trino ao mundo, Amém!
Nota: A previsão de chegada dos jovens em nossa paróquia é neste domingo,19/06 as 17:15 finalizando com a Missa. O endereço é Rua Maestro paulo Mario de Souza,284- Bairro Retiro-Jundiaí/SP.

sábado, 4 de junho de 2016

Paróquia São José Operário e os preparativos para o 27º ECC

Momento oportuno para reflexão e fortalecimento de nossos casais a exemplo da Sagrada Família


O dia a dia da família de Nazaré era feito de amor, trabalho e oração, tudo vivido com muita simplicidade. O valor das pequenas coisas, uma criança diferente que aprende ao colo da mãe as lições da Escritura, um pai de família trabalhador, conhecido em Nazaré pelos serviços que realiza, nada de extraordinário e esta é a novidade, num mundo que até hoje teima em complicar as coisas. Da Família de Nazaré nascem as lições do quotidiano, no qual as surpresas ficam por conta da beleza da alma das pessoas nele envolvidas. Sim, original é o fato da importância das pessoas e não do que elas eventualmente possam fazer ou produzir. Família parecida com as nossas famílias! 

Nós buscamos a vida em ti, Senhor! (10º Domingo do TC - C)

“Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes quando estava já morrendo” (Sl 30,4). No mundo em que vivemos há diversos abismos engolindo muitas almas. O abismo da migração forçada engole no mar inúmeras almas que tentam escapar da fome e da guerra, sobretudo na África ou em alguns países do Oriente Médio. O abismo do tráfico e do consumo de drogas engole inúmeras almas adolescentes e jovens à nossa volta. O abismo de doenças graves como o câncer, engole almas de todas as idades e de todas as classes sociais. Existem também os abismos emocionais, que engolem inúmeras almas por meio da depressão, da ansiedade, do pânico, da fobia, da falta de sentido para a vida, do suicídio etc.  

Hoje queremos nos colocar na presença do nosso Deus, o único que pode retirar a nossa alma do abismo em que ela porventura se encontra, e nos salvar da morte precoce, prematura, como aconteceu com esses dois jovens: o primeiro deles, ressuscitado por Deus mediante a oração do profeta Elias; o segundo, ressuscitado por Jesus. Talvez muitos de nós já fizemos essa experiência de sermos ressuscitados por Deus. Nossa alma estava no abismo do desânimo, da aflição, do sofrimento ou mesmo da morte, mas a mão de Deus nos alcançou e nos retirou do fundo desse abismo. Então, voltamos a viver, a nos sentir vivos; recobramos o ânimo, a força, a esperança.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

No Coração de Jesus conhecemos o amor de Cristo que supera todo o conhecimento e pelo qual encontramos a graça da sabedoria da vida e somos repletos da plenitude divina.
A devoção ao Sagrado Coração que, desde a nossa infância, nos encheu e alegria e de confiança, é força na nossa evangelização, a que todos os cristãos somos impelidos pelo batismo.
É impossível contemplar este Coração cheio de amor por nós, sem que a Ele nos convertamos. Mostremos ao mundo chagado e ensangüentado pelos males do pecado, a misericórdia do Coração de Jesus que, embora ofendido e rasgado por nossos pecados, abre-se para receber-nos e guardar-nos em seu amor. Quem a tão grande amor não haveria de
Isto quer dizer e bem claro que o mistério da salvação do amor de Deus, não pode ficar escondido. Não é só para nós, para o conservar no recôndito de nossos corações. É uma mensagem que tem de ser anunciada ao mundo. Temos de proclamá-la, as insondáveis riquezas de Cristo que nos dá coragem de aproximarmo-nos de Deus com plena confiança. 
corresponder!  O apóstolo Paulo, afirmando para nós que “Deus, em Cristo, estava reconciliando o mundo consigo, não levando mais em conta as culpas dos homens”, conclui “e colocando em nossos lábios a mensagem da reconciliação” (Cf. 2 Cor.5,19) E, resumindo, no versículo anterior, afirma que Deus nos “reconciliou consigo, por meio de Cristo e nos confiou o ministério da reconciliação”.

domingo, 29 de maio de 2016

Grupo de Oração São Gabriel convida para o Seminário de Vida no Espírito

Foto: divulgação-Pastoral da Comunicação

Inicio:07 de Junho de 2016

O Espírito que ungiu os profetas no antigo testamento, os apóstolos, Paulo e os discípulos, agora se revela a todos dando dons, unção, poder e autoridade “Pois a promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor nosso Deus “(At 2,39). O mesmo Espírito Santo que tirou os apóstolos da condição de pessoas medrosas e tímidas, e os deu um novo impulso missionário, é o mesmo espírito que quer levantar a sua Igreja nos dias de hoje, pois “Os últimos tempos, que estamos vivendo, são os tempos da efusão do Espírito Santo” (CIC 2819), mas também é um tempo de combate em um mundo marcado pelo pecado, que muitas vezes levam os filhos de Deus a viverem na carne, “trava-se por conseguinte um combate decisivo entre a carne e o espírito” (CIC 2819). É preciso ter passado pela escola de Paulo para dizer: “Que o pecado deixe de reinar no vosso corpo mortal” (Rm 6, 12). É momento de uma nova Efusão do Espírito, é momento de combate determinante, é momento de decisão.