Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

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domingo, 2 de agosto de 2015

Visita Pastoral:Dom Vicente preside celebração pela primeira na Comunidade Cristo Rei"Um olhar sobre a vida do povo"


A Visita Pastoral é uma atividade específica do Bispo Diocesano que tem como objetivo acompanhar e conhecer de perto a vida da Igreja Particular, isto é, a Diocese que lhe foi confiada.
Na prática é uma atividade de cunho missionário que possibilita a chegado do Pastor não só no espaço geográfico territorial da Paróquia, mas também a aproximação das realidades pastorais e administrativas das comunidades, grupos e serviços da Igreja. É, na verdade, oportunidade de crescimento e de fortalecimento na missão de discípulos missionários de Cristo. Um olhar sobre a vida do povo e as suas necessidades promoverá uma busca de parceria, de colaboração no sentido de incentivar a solidariedade e a fraternidade para com todos. A Igreja não pode ser instrumento de separação e criação de conflitos, mas promotora do respeito inter-religioso e ecumênico.
A Comunidade Cristo
Rei parte integrante desta paróquia foi agraciada pela presença de Dom Vicente presidindo a celebração dominical. Anteriormente, somente o saudoso Dom Amauri Castanho esteve presente na comunidade dos Metalúrgicos. Por se tratar de um condomínio fechado, destaca-se a persistência e perseverança dos membros da comunidade. Além de não ter uma capela, as celebrações, catequese e reuniões pastorais são realizadas no salão comunitário. Dom Vicente incentivou a comunidade para não desistir do sonho da conquista de uma capela, um espaço próprio para a igreja. A comunidade Cristo Rei é a caçula que compõe a paróquia São José Operário e já soma 16 anos de atividade pastoral.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dom Vicente anuncia transferências e nomeações de padres

Pe. Ivan de Oliveira 
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat,em Salto.

Pe. Carlos José Virillo
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Jundiaí.

Pe. Márcio Odair Ramos
Vai fazer Mestrado em Direito Canônico, em Roma, pelos próximos dois anos.

Pe. Paulo Eduardo F. de Souza
Assume como vigário judicial da Diocese de Jundiaí.

Pe. Donizétti F. Zanello.
Nomeado Capelão do Mosteiro das Irmãs Concepcionistas e do Convento das Irmãs Redentoristas, ambos em Itu.

fonte:O VERBO-ANO 19 - Nº 436 (2ª quinzena de julho de 2015)

Padre Márcio Felipe fala da importância da Vocação como dom de Deus

Confira um resumo publicado no Jornal "O Verbo"Ed.436


É preciso responder com alegria à voz do Senhor. Para isso, somente o dom da fé possibilita ao ser humano entender que, ao chamar, o Pai fundamenta o seu chamado como uma resposta verdadeira ao pedido que Jesus faz a todos nós, como fez aos seus discípulos: “pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9, 38). Esse pedido de Jesus demonstra sua preocupação, diante do cansaço do povo.
Pedir trabalhadores ao Senhor da colheita, não quer dizer pedir que Ele envie somente padres para o trabalho da evangelização. É preciso abrir os horizontes e entender que toda vocação, quando bem discernida, é vivida com alegria não somente por àqueles que a recebem, mas, principalmente, pela comunidade, pela família e pela sociedade que podem crescer com esse dom: chamado de Deus acolhido, chamado de Deus vivido e colocado à disposição do próximo.É necessário saber discernir a vocação. Esse discernimento se dá impreterivelmente por meio da oração pessoal. Entretanto, não podemos deixar de rezar em comunidade, pois é na comunidade eclesial que Deus manifesta a plenitude do seu amor aos que Ele chama. O profeta Jeremias tentou relutar diante do chamado que o Pai o fez. Mas quando o mesmo reconhece que é um dom de Deus, seu pensar é transformado. Não é mais a sua vontade que se faz, mas a vontade d’Aquele que o seduziu: “tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu” (Jr 20,7).
Que estupenda a profissão de fé que o profeta Jeremias dirigiu ao Senhor.

Faz-nos pensar na nossa própria vocação, seja ela qual for. Tenhamos esta clareza: o Senhor seduziu Jeremias, e, portanto o chamou. O centro desse relato não está somente na iniciativa de Deus, mas na resposta positiva do profeta que quer ser seduzido pelo Senhor. A exemplo do profeta é necessário deixar-se seduzir pelo Senhor. Somente dessa maneira será possível ser um bom padre, um bom pai, um bom religioso, um bom catequista, enfim, um bom cristão,que sabe e reconhece a sua vocação, porém acredita que não é somente um dom pessoal e, sim, um dom de Deus.

domingo, 19 de julho de 2015

Dom Vicente visita paróquia São José Operário no final do mês de Julho

A visita será de três dias, tendo início na quinta-feira dia 30 de Julho com chegada prevista de Dom Vicente às 12:00 finalizando no dia 02 de agosto na celebração da 09:30 na matriz São José Operário.Ainda aguardando confirmação a possibilidade neste dia 02/08 de Dom Vicente estar celebrando na comunidade Cristo Rei as 08:00hr.

É o próprio Jesus Cristo que age na Igreja através de seus ministros. Para isso os bispos recebem a efusão dos dons do Espírito Santo, mediante a imposição das mãos (desde os tempos apostólicos) na ordenação episcopal (cf. At 1,8; Jo 20,22-23; 2Tm 1, 6-7). O bispo recebe a plenitude do sacramento da Ordem para ser ministro de Cristo e dispensador dos mistérios de Deus e garantia da unidade de sua Igreja (cf. 1Cor 4,1); dar testemunho do Evangelho pela pregação (cf. Rm 15,16), administrar a justiça e o Espírito (cf. 2Cor 3,8-9). A sagração episcopal confere ao bispo a tarefa de santificar, ensinar e governar a Igreja que lhe é confiada. O Concílio Vaticano II assim se expressa: “Os Bispos, pois com seus auxiliares, os presbíteros e diáconos, receberam o encargo de servir a comunidade, presidindo no lugar de Deus ao rebanho do qual são pastores, como mestres da doutrina, sacerdotes do culto sagrado e ministros do governo” (LG n. 20). Torna-se necessário dizer uma palavra, sobre alguns símbolos recebidos pelo bispo no dia de sua ordenação episcopal e que lhe são próprios e expressam seu ofício. Símbolos de uso comum dos bispos, cujo significado muitas vezes, é desconhecido da maioria dos fiéis (cf. Dic. Litúrgico, R. Berger, Loyola, 2005).

Báculo: Bastão ou cajado, símbolo do poder-serviço e da missão de pastor. Tem uma extremidade curva para puxar as ovelhas mais perto, impedindo que se dispersem, e a outra extremidade reta ou pontuda para defender dos lobos. É usado somente nas funções litúrgicas.
Mitra: símbolo da santidade e poder espiritual. Com suas duas pontas voltadas para o alto indica a pertença a Deus. Com suas duas partes separadas e duas ínfulas (fitas que caem para traz), é símbolo da Antiga e Nova Aliança. Simboliza também o capacete usado para defender a fé. É usada somente nas funções litúrgicas.
Anel: É sinal de união e fidelidade eternas. Sinaliza o dever do bispo, de ser guardião da aliança de amor entre Cristo esposo, e sua esposa a Igreja (Diocese a ele confiada), mantendo-a fiel na unidade e amor. É usado sempre pelo bispo.
Cruz peitoral: A cruz é símbolo universal da mediação e do mediador (Jesus) como duas ligações de pontos opostos. A partir da ressurreição, a cruz se torna sinal da vitória sobre a morte, e da vida nova em Cristo, a qual o bispo, sucessor dos apóstolos, deve anunciar. Usada sempre pelo bispo.
Solidéu: barrete em forma de calota de cor roxa que substitui a tonsura (corte de cabelo de forma redonda) a qual simboliza a total consagração da vida a Deus. É uma peça não só litúrgica litúrgica do vestuário episcopal, pode ser usada fora das celebrações.
Cátedra: Cadeira ou cátedra episcopal em lugar fixo e destacado no presbitério da igreja Catedral (que se chama assim porque tem a cátedra episcopal, por isso também é a igreja mãe da Diocese). A cátedra significa o ofício do bispo de presidir e governar sua Igreja, a Diocese.
Lema: Divisa, norma ou sentença curta que resume um ideal a ser atingido. Geralmente os bispos escolhem um versículo da Sagrada Escritura para iluminar todo o seu ministério. O lema de Dpm Pedro é: In nomine Iesu - Em nome de Jesus (Cl 3,17)
Brasão: Figura heráldica que compõem o distintivo de famílias, cidades, corporações ou indivíduos. Nela aparecem elementos, cores e ornatos como símbolos significativos, os quais no conjunto, compõem um programa de vida. É um logotipo ou logomarca.
Fonte; CNBB


RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

Começa nesta semana o Seminário de Vida no Espírito na comunidade São Gabriel (Confira programação)

Deus nos entregou uma grande responsabilidade, a de sermos porta-vozes daquilo que ele pensa e quer! Não necessitamos de grandes ou novas revelações para viver esta missão. Basta ter na mente, no ouvido e no coração o Evangelho de Jesus Cristo, vivê-lo e proclamá-lo corajosamente. Como na narrativa da Criação Deus descansou ao ver que tudo o que fizera era muito bom (Cf. Gn 1, 31), permitamos-nos dar alegria e repouso ao seu coração, sendo coerentes com seu plano de amor.
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará-Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL

sábado, 18 de julho de 2015

Mensagem ao Encontristas: 26º ECC - Paróquia São José Operário

“O casal perfeito não é aquele que nunca tem problemas, mas sim aquele que apesar dos obstáculos sempre permanece juntos.”

Estimados encontristas!
 A missão primeira da Igreja é evangelizar, levar a todos o Evangelho de Jesus Cristo, apresentando o senhor Jesus como o Messias anunciado, esperado e enviado pelo Pai na plenitude dos tempos.
Como discípulos e missionários do Senhor Jesus, não podemos nos acomodar, achando que tê-lo conhecido é o suficiente para alimentar a nossa vida de fé. Em cada tempo e em cada lugar, devemos ter a ousadia de viver a dimensão missionária da nossa fé anunciando Jesus Cristo às pessoas. O Encontro de Casais com Cristo (ECC)  proporciona ao casal não só admiração, mas uma resposta, uma adesão a uma caminhada de fé que se alimenta do pão da Palavra e do pão da Eucaristia em comunidade.
A família e a comunidade foram os lugares que favoreceram ao longo da história o processo de iniciação à vida cristã e de transmissão de valores. Nos últimos anos, a família passou por um grande processo de transformação, perdendo em algumas realidades sua capacidade de ser o lugar ideal e privilegiado da iniciação cristã das crianças e dos jovens, onde o testemunho de fé dos pais contagiava os corações dos filhos.
É necessário desenvolvermos um processo de iniciação na vida cristã que conduza as crianças, adolescentes e jovens ao encontro pessoal com Jesus Cristo, não tendo presente só os sacramentos de iniciação, mas o cultivo permanente da amizade com Ele pela oração, pela participação na celebração litúrgica, na experiência comunitária e no compromisso apostólico.

Parabéns pela participação neste encontro. Parabéns pela busca de Cristo em vossas vidas!

Franca 2015 - Encontro Vocacional de Jovens-Paróquia São José Operário presente

A cidade de Franca no interior de São Paulo como já anunciado é o local escolhido para o Encontro Vocacional do Caminho Neocatecumenal 2015. Ligado à Igreja Católica, o movimento pretende reunir mais de dez mil jovens das Comunidades Neocatecumenais de todo o Centro-Sul do Brasil  Nossa paróquia São José Operário  para lá partiram na noite de ontem,17/07. Estamos bem representados com os jovens de nossa paróquia juntamente com todos os monitores que se dispuseram como voluntários na parte organizacional.
 Aberto ao público, o evento visa incentivar as vocações entre os jovens e funciona como uma preparação a Jornada Mundial da Juventude que acontecerá em 2016 na Cracóvia, na Polônia.
 De acordo com o cronograma, os grupos de peregrinos  chegaram ontem (sexta-feira, 17), para serem acolhidos em paróquias e casas de família. No sábado, 18, durante todo o dia, os jovens evangelizarão pelas ruas e praças da cidade e, à noite, participarão de missas nas paróquias onde forem recepcionados. Também estão previstas visitações em igrejas, santuários e seminários de Franca e cidades vizinhas, como no Mosteiro de Claraval (MG).


 O Encontro Vocacional acontece no domingo, 19, a partir das 9 horas no Parque de Exposições “Fernando Costa” e contará com pregações e a presença do bispo Dom Paulo Roberto Beloto, além de padres e bispos das cidades participantes.Com tão grandes intercessores, além do Santo Papa João Paulo II, dentre outros muitos que amam a juventude, temos a certeza de um encontro repleto de frutos e de boas lembranças. Pedimos a Deus que não tire Sua Mão de nossas cabeças e que Ele mesmo conduza todas as coisas, fazendo-as sempre novas e eternas, a fim de que possamos colocar muitos jovens diante de Cristo, jovens que Ele ama e lhes pertencem.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Papa Francisco no Equador

Logo após aterrissar no aeroporto de Quito, o papa Francisco ofereceu ao presidente do Equador, Rafael Correa, “o compromisso e a colaboração” da Igreja católica para que “as conquistas em andamento e o desenvolvimento que está sendo conseguido garantam um futuro melhor para todos”. O Pontífice, que durante os próximos oito dias visitará Equador, Bolívia e Paraguai, pediu a Correa que dê “atenção especial” aos “irmãos mais frágeis”. “Os pobres são a dívida que toda a América Latina ainda tem", disse.
O presidente equatoriano recebeu Jorge Mario Bergoglio com um forte abraço, um discurso de intenso caráter político, no qual destacou as conquistas de seu Governo, e um agradecimento pela encíclica papal sobre o meio ambiente. “Se alguém tentar calar suas palavras”, disse o presidente Correa a Francisco, “as pedras gritarão”.
A primeira etapa da viagem do Pontífice, ainda que restrita apenas à recepção no aeroporto já deixou clara as linhas pelas quais transitará uma jornada que se aguarda com máxima expectativa. Essa é a primeira vez que Bergoglio visita como Papa a América de língua espanhola, onde forjou a opção preferencial pelos pobres que agora quer usar como guia de toda a Igreja. “Francisco”, destacou o jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, “terá ainda a oportunidade de se expressar em seu próprio idioma, o que com toda certeza o levará a improvisar sobre os discursos já previstos”. O terceiro aspecto que certamente marcará a diferença será o calor da recepção ao primeiro papa latino-americano.
Em seu discurso diante do presidente Correa, que nas últimas semanas tem sofrido uma grande contestação popular a suas reformas, o Papa afirmou que no Evangelho se pode encontrar “as chaves para enfrentar os desafios atuais, valorizando as diferenças e fomentando o diálogo e a participação sem exclusões”. Bergoglio, que reconheceu os avanços conquistados por um país cujo PIB tem crescido a um ritmo superior a 4% ao ano na última década, ressaltou, no entanto, a necessidade de que o progresso alcance também os mais vulneráveis. “Para isso, senhor presidente, poderá contar sempre com o compromisso e a colaboração da Igreja”.


sábado, 4 de julho de 2015

Igreja Católica não deveria ter 'líderes vitalícios', diz papa

Papa Francisco diz que deveria haver um tempo para os cargos na Igreja.

A Igreja Católica não deveria ter “líderes vitalícios” em suas fileiras, senão corre o risco de ser como um país sob ditadura, disse o papa Francisco nesta sexta-feira.
Francisco, de 78 anos, já declarou anteriormente que estaria pronto para renunciar ao invés de ficar até o fim da vida se sentisse que não pode continuar liderando a igreja de 1,2 bilhão de fiéis por razões de saúde ou outras.
“Sejamos claros. O único que não pode ser substituído na igreja é o Espírito Santo”, afirmou o pontífice argentino em um discurso a cerca de 30 mil pessoas durante um evento ecumênico na Praça São Pedro.
“Deveria haver um limite de tempo para os cargos (na igreja), que na verdade são cargos de serviço”, disse ele durante sua fala, em parte preparada e em parte improvisada.
Deixando claro que seus comentários não se restringem ao clero, Francisco acrescentou: “É conveniente que todos (os cargos) na igreja tenham um limite de tempo. Não há líderes vitalícios na igreja. Isto ocorre em alguns países onde existe uma ditadura”.
Em fevereiro de 2013, o antecessor de Francisco, o papa Bento 16, se tornou o primeiro pontífice a renunciar em 600 anos.
Em uma entrevista à televisão mexicana em março passado, Francisco disse que o que Bento, agora conhecido como papa emérito, fez “não deveria ser considerado uma exceção, mas uma instituição”.

Mas, na mesma entrevista, ele afirmou não gostar da ideia de uma idade de aposentadoria automática para os papas, por exemplo aos 80 anos.
fonte:Reuters

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Divorciados em 2ª união e os sacramentos

A admissão dos divorciados em 2ª união aos sacramentos não é um problema novo.


A questão da admissão dos divorciados em segunda união aos sacramentos não é um problema novo e não é um problema alemão. A discussão em torno dessa questão se desenvolve há anos em nível internacional (1). O Papa João Paulo II se pronunciou sobre isso na exortação apostólica Familiaris consortio (1982) (n. 84), favorável à práxis eclesial vigente. Na exortaçãoReconciliatio et paenitentia (1984) (n. 34), ele reafirmou expressamente essa posição. Ela entrou no Catecismo da Igreja Católica (1993) (n. 1.650) e na Carta da Congregação para a Doutrina da Fé de 1994 (2). O Papa Bento XVI a confirmou na sua exortação apostólica Sacramentum caritatis de 2007 (n. 29).
O Papa João Paulo II falou de uma questão difícil e quase insolúvel. O Papa Bento XVI, de um problema difícil e espinhoso. Portanto, não é de se surpreender que a discussão sobre a questão, desde então, não se aplacou. Ela não diz respeito apenas aos cristãos que são afetados imediatamente, mas também a muitos cristãos praticantes e comprometidos que estão casados há 50 anos ou mais, que nunca pensaram no divórcio, mas agora experimentam dolorosamente o problema nos seus filhos e netos. Os seus filhos, por sua vez, na maior parte dos casos, só com dificuldade conseguem encontrar o caminho que os leva aos sacramentos, se os seus pais não podem lhes dar o exemplo. Não há quase nenhuma família que não seja afetada por esses problemas. Portanto, é compreensível que o problema seja percebido como candente por muitos pastores e confessores, teólogos e bispos.
Como se podia esperar, a questão se acendeu de novo e foi objeto de polêmicas às vésperas e durante o Sínodo extraordinário dos bispos de 2014 (3). O Sínodo Ordinário de 2015 deve levar a termo a discussão das questões e apresentá-las ao papa, para que ele tome uma decisão.


sábado, 27 de junho de 2015

Vem aí o 26º Encontro de Casais com Cristo na Paróquia São José Operário

"O casal e a família cristã que edifica a “casa sobre a rocha”, resiste às tempestades."

No mês de Julho deste ano as atenções estarão voltadas para o 26º Encontro de Casais com Cristo (ECC). Queremos dirigir uma palavra aos casais e às famílias: a família, espaço sagrado do amor e da vida está a serviço da edificação do Reino de Deus. É a Igreja doméstica. Como temos vivido nossa vocação ao amor, em família? Como anda a espiritualidade conjugal? Como o sacramento do Matrimônio é vivido nos gestos, palavras e atos específicos de amor? A família cristã edifica o Reino na história, a partir do amor conjugal vivido na totalidade, na unidade, fidelidade e fecundidade. Participa, assim, na missão profética, real e sacerdotal de Jesus Cristo e da sua Igreja.A família cristã é testemunha da aliança pascal de Cristo, sobretudo no serviço da evangelização e catequese dos filhos, como missionários do amor e da vida. A igreja doméstica é sinal luminoso da presença de Cristo. A família cristã é chamada a santificar-se e a santificar o mundo. Isso requer uma autêntica e profunda espiritualidade conjugal e familiar.

Para tanto, entre os dias17,18 e 19 de Julho você casal amigo que ainda não realizou esta experiência com o ECC é nosso convidado especial. Faça sua inscrição. Maiores informações podem ser obtidas na secretaria paroquial no telefone 4582-5091

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Santas Missões Populares - Diocese de Jundiaí

“Hoje a Igreja deve ser uma Igreja “em saída”. Todos nós somos convidados a esta nova ‘saída’ missionária: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho”(Papa Francisco, Exortação apostólica: alegria do Evangelho, 20 de Novembro de 2013).
Durante três dias, cerca de 2.500 pessoas vão se reunir na Comunidade Santo Antônio, pertencente a Paróquia São Sebastião, em Itupeva, para participar do 1º Retiro Missionário Diocesano das Santas Missões Populares (SMP), promovido pela Diocese de Jundiaí. O encontro, o primeiro de preparação para o Ano Missionário que será celebrado pela Diocese de Jundiaí, em 2016, começa na noite da sexta-feira, 26, e termina na tarde do domingo, dia 28 de junho. Nesses dias, aproximadamente 680 missionários serão acolhidos em casas de famílias na cidade de Itupeva e a alimentação será oferecida no local do encontro. O evento também é parte do Triênio de preparação para as festividades do Jubileu de Ouro da Diocese, a ser celebrado em 7 de janeiro e 2017.Os Retiros Diocesanos serão conduzidos pelo padre Luís Mosconi, que trabalha com missões no Brasil há 25 anos. Ele já ajudou a implantar o projeto das Santas Missões Populares em mais de 50 Dioceses do Brasil, América Latina e Europa e, a convite do Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, colabora com o processo de implantação das SMP na Diocese de Jundiaí, juntamente com os membros do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI). E têm por objetivo formar agentes multiplicadores, a fim de promover a formação de missionários na própria paróquia. Eles repassarão aos demais missionários todo o conteúdo abordado nestes dias. Todos serão convidados a renovar o compromisso e assumir o protagonismo da missão. Ao fim dos Retiros Diocesanos e Paroquiais, espera-se, aproximadamente, 15 mil missionários em toda Diocese.
A Comunidade Santo Antônio, da Paróquia São Sebastião, está localizada na Avenida Brasil, 1.242, Centro, Itupeva.
A você, missionário e missionária, que vem para Itupeva, desde já seja bem vindo!
A você que não pode participar, contamos com suas orações.
Fonte:http://www.dj.org.br/

sábado, 20 de junho de 2015

ORAÇÃO: "Não apenas com palavras, mas ainda com atos se deve orar"

A necessidade de orar sempre.

Deus não nos ensinou a orar apenas com palavras, mas também com atos. Ele próprio com frequência orou e suplicou, mostrando-nos com seu exemplo o que temos de fazer. Está escrito: Ele se afastava para os lugares solitários e adorava. E ainda: Saiu para o monte a fim de orar e passou a noite inteira em oração a Deus.
            O Senhor orava e pedia não para si – que pediria, o inocente, para si? – mas por nossos delitos, como ele mesmo o declarou ao dizer a Pedro: Eis que Satanás procurava joeirar-vos como trigo. Mas eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça. E pouco depois rogou ao Pai por todos, dizendo: Não rogo apenas por estes, mas também poraqueles que irão crer em mim pelas palavras deles, a fim de que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós.

            Imensa benignidade e piedade de Deus para nossa salvação! Não contente de redimir-nos com seu sangue, ainda quis com tanta generosidade rogar por nós. Considerai o desejo daquele que rogou, para que do mesmo modo como o Pai e o Filho são um, assim também nós permaneçamos na mesma unidade. Não é de admirar, irmãos caríssimos, que a oração, tal como Deus a ensinou, enfeixe, por seu ensinamento, toda a nossa prece numa breve palavra de salvação. Já pelo profeta Isaías isto tinha sido predito, quando, cheio do Espírito Santo, falava da majestade e bondade de Deus: Verbo que completa e abrevia na justiça, porque Deus fará uma palavra abreviada em todo o orbe da terra. Pois a palavra de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, veio para todos e, reunindo doutos e ignorantes, sexos e idades, lhes deu preceitos salutares, resumindo de tal maneira seus mandamentos, que a memória dos discípulos não sentisse dificuldade com o ensinamento celeste, mas rapidamente aprendesse o que era necessário à simples fé.
 Extraído do Tratado sobre a Oração do Senhor, de São Cipriano, bispo e mártir

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Espaço do leitor: É preciso sair da margem de si mesmo(a)

"Vamos para a outra margem!" (Mc 4,35). Eis o convite que Jesus nos faz
hoje. Eis o desafio que Ele nos lança: 'Vamos fazer a travessia! Está
na hora de você sair da margem de si mesmo(a). Está na hora de
enfrentar uma mudança que é necessária para a sua vida. Vamos! Eu vou
com você! Eu estou com você nessa travessia!', nos diz o Senhor Jesus.

De qual travessia Jesus está falando? Daquela travessia que nos tira da
nossa acomodação e da nossa adaptação a uma situação de vida
pessoal e social injusta, doentia, indigna, desumana... "Há um tempo em
que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso
corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos
lugares. É o tempo da travessia. E se não ousarmos fazê-la, teremos
ficado para sempre à margem de nós mesmos" (_Tempo de Travessia_ -
Fernando Pessoa).
O que significa ficar à margem de nós mesmos? Significa desconhecer a
nossa própria força, a nossa própria verdade; significa desconhecer o
rosto do verdadeiro Deus e o Seu desígnio de amor e salvação para
conosco e para com a humanidade; significa continuar a nos deixar
oprimir, adoecer e manipular por pessoas e situações injustas que
ferem a nossa dignidade de pessoas e de filhos de Deus.
A travessia é boa e necessária! A travessia tem um sabor pascal, um
passar de uma situação de morte para uma situação de vida. Porém,
toda travessia tem um risco, e esse risco se chama "tempestade". Às
vezes, a tempestade vem antes da travessia. Na verdade, muitas vezes
nós só nos dispomos a fazer a travessia para a outra margem porque
fomos atingidos por uma tempestade. Neste caso, a tempestade foi
necessária para nos acordar, para nos despertar de uma vida construída
na mentira e não na verdade. Quantas pessoas "acordaram para a vida"
depois de um acidente, de uma doença, de um desemprego, de um fim de um
relacionamento, e se redescobriram, e redefiniram suas prioridades, e
voltaram a se sentir vivas de verdade?

Conscientização do Dízimo – Junho/2015

Todo terceiro domingo do mês tem...
Conscientização do Dízimo 
O dízimo é um ato de fé e hoje diante da dificuldade Jesus questiona seus discípulos e cada um de nós: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?
O dízimo é uma forma de termos a coragem de Jesus e enfrentarmos o egoísmo do nosso coração e a nossa falta de partilha em prol de nossa comunidade e para que assim, possamos cuidar das obras de Deus com o mesmo amor e carinho que cuidamos de nossas coisas.
O dízimo é fruto vivo da fé e do amor.