Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

Expediente:

Expediente:

Missões Populares

Missões Populares
Missões Populares

Acesse nossa página no Facebook

Acesse nossa página no Facebook

sábado, 27 de junho de 2015

Vem aí o 26º Encontro de Casais com Cristo na Paróquia São José Operário

"O casal e a família cristã que edifica a “casa sobre a rocha”, resiste às tempestades."

No mês de Julho deste ano as atenções estarão voltadas para o 26º Encontro de Casais com Cristo (ECC). Queremos dirigir uma palavra aos casais e às famílias: a família, espaço sagrado do amor e da vida está a serviço da edificação do Reino de Deus. É a Igreja doméstica. Como temos vivido nossa vocação ao amor, em família? Como anda a espiritualidade conjugal? Como o sacramento do Matrimônio é vivido nos gestos, palavras e atos específicos de amor? A família cristã edifica o Reino na história, a partir do amor conjugal vivido na totalidade, na unidade, fidelidade e fecundidade. Participa, assim, na missão profética, real e sacerdotal de Jesus Cristo e da sua Igreja.A família cristã é testemunha da aliança pascal de Cristo, sobretudo no serviço da evangelização e catequese dos filhos, como missionários do amor e da vida. A igreja doméstica é sinal luminoso da presença de Cristo. A família cristã é chamada a santificar-se e a santificar o mundo. Isso requer uma autêntica e profunda espiritualidade conjugal e familiar.

Para tanto, entre os dias17,18 e 19 de Julho você casal amigo que ainda não realizou esta experiência com o ECC é nosso convidado especial. Faça sua inscrição. Maiores informações podem ser obtidas na secretaria paroquial no telefone 4582-5091

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Santas Missões Populares - Diocese de Jundiaí

“Hoje a Igreja deve ser uma Igreja “em saída”. Todos nós somos convidados a esta nova ‘saída’ missionária: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho”(Papa Francisco, Exortação apostólica: alegria do Evangelho, 20 de Novembro de 2013).
Durante três dias, cerca de 2.500 pessoas vão se reunir na Comunidade Santo Antônio, pertencente a Paróquia São Sebastião, em Itupeva, para participar do 1º Retiro Missionário Diocesano das Santas Missões Populares (SMP), promovido pela Diocese de Jundiaí. O encontro, o primeiro de preparação para o Ano Missionário que será celebrado pela Diocese de Jundiaí, em 2016, começa na noite da sexta-feira, 26, e termina na tarde do domingo, dia 28 de junho. Nesses dias, aproximadamente 680 missionários serão acolhidos em casas de famílias na cidade de Itupeva e a alimentação será oferecida no local do encontro. O evento também é parte do Triênio de preparação para as festividades do Jubileu de Ouro da Diocese, a ser celebrado em 7 de janeiro e 2017.Os Retiros Diocesanos serão conduzidos pelo padre Luís Mosconi, que trabalha com missões no Brasil há 25 anos. Ele já ajudou a implantar o projeto das Santas Missões Populares em mais de 50 Dioceses do Brasil, América Latina e Europa e, a convite do Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, colabora com o processo de implantação das SMP na Diocese de Jundiaí, juntamente com os membros do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI). E têm por objetivo formar agentes multiplicadores, a fim de promover a formação de missionários na própria paróquia. Eles repassarão aos demais missionários todo o conteúdo abordado nestes dias. Todos serão convidados a renovar o compromisso e assumir o protagonismo da missão. Ao fim dos Retiros Diocesanos e Paroquiais, espera-se, aproximadamente, 15 mil missionários em toda Diocese.
A Comunidade Santo Antônio, da Paróquia São Sebastião, está localizada na Avenida Brasil, 1.242, Centro, Itupeva.
A você, missionário e missionária, que vem para Itupeva, desde já seja bem vindo!
A você que não pode participar, contamos com suas orações.
Fonte:http://www.dj.org.br/

sábado, 20 de junho de 2015

ORAÇÃO: "Não apenas com palavras, mas ainda com atos se deve orar"

A necessidade de orar sempre.

Deus não nos ensinou a orar apenas com palavras, mas também com atos. Ele próprio com frequência orou e suplicou, mostrando-nos com seu exemplo o que temos de fazer. Está escrito: Ele se afastava para os lugares solitários e adorava. E ainda: Saiu para o monte a fim de orar e passou a noite inteira em oração a Deus.
            O Senhor orava e pedia não para si – que pediria, o inocente, para si? – mas por nossos delitos, como ele mesmo o declarou ao dizer a Pedro: Eis que Satanás procurava joeirar-vos como trigo. Mas eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça. E pouco depois rogou ao Pai por todos, dizendo: Não rogo apenas por estes, mas também poraqueles que irão crer em mim pelas palavras deles, a fim de que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós.

            Imensa benignidade e piedade de Deus para nossa salvação! Não contente de redimir-nos com seu sangue, ainda quis com tanta generosidade rogar por nós. Considerai o desejo daquele que rogou, para que do mesmo modo como o Pai e o Filho são um, assim também nós permaneçamos na mesma unidade. Não é de admirar, irmãos caríssimos, que a oração, tal como Deus a ensinou, enfeixe, por seu ensinamento, toda a nossa prece numa breve palavra de salvação. Já pelo profeta Isaías isto tinha sido predito, quando, cheio do Espírito Santo, falava da majestade e bondade de Deus: Verbo que completa e abrevia na justiça, porque Deus fará uma palavra abreviada em todo o orbe da terra. Pois a palavra de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, veio para todos e, reunindo doutos e ignorantes, sexos e idades, lhes deu preceitos salutares, resumindo de tal maneira seus mandamentos, que a memória dos discípulos não sentisse dificuldade com o ensinamento celeste, mas rapidamente aprendesse o que era necessário à simples fé.
 Extraído do Tratado sobre a Oração do Senhor, de São Cipriano, bispo e mártir

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Espaço do leitor: É preciso sair da margem de si mesmo(a)

"Vamos para a outra margem!" (Mc 4,35). Eis o convite que Jesus nos faz
hoje. Eis o desafio que Ele nos lança: 'Vamos fazer a travessia! Está
na hora de você sair da margem de si mesmo(a). Está na hora de
enfrentar uma mudança que é necessária para a sua vida. Vamos! Eu vou
com você! Eu estou com você nessa travessia!', nos diz o Senhor Jesus.

De qual travessia Jesus está falando? Daquela travessia que nos tira da
nossa acomodação e da nossa adaptação a uma situação de vida
pessoal e social injusta, doentia, indigna, desumana... "Há um tempo em
que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso
corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos
lugares. É o tempo da travessia. E se não ousarmos fazê-la, teremos
ficado para sempre à margem de nós mesmos" (_Tempo de Travessia_ -
Fernando Pessoa).
O que significa ficar à margem de nós mesmos? Significa desconhecer a
nossa própria força, a nossa própria verdade; significa desconhecer o
rosto do verdadeiro Deus e o Seu desígnio de amor e salvação para
conosco e para com a humanidade; significa continuar a nos deixar
oprimir, adoecer e manipular por pessoas e situações injustas que
ferem a nossa dignidade de pessoas e de filhos de Deus.
A travessia é boa e necessária! A travessia tem um sabor pascal, um
passar de uma situação de morte para uma situação de vida. Porém,
toda travessia tem um risco, e esse risco se chama "tempestade". Às
vezes, a tempestade vem antes da travessia. Na verdade, muitas vezes
nós só nos dispomos a fazer a travessia para a outra margem porque
fomos atingidos por uma tempestade. Neste caso, a tempestade foi
necessária para nos acordar, para nos despertar de uma vida construída
na mentira e não na verdade. Quantas pessoas "acordaram para a vida"
depois de um acidente, de uma doença, de um desemprego, de um fim de um
relacionamento, e se redescobriram, e redefiniram suas prioridades, e
voltaram a se sentir vivas de verdade?

Conscientização do Dízimo – Junho/2015

Todo terceiro domingo do mês tem...
Conscientização do Dízimo 
O dízimo é um ato de fé e hoje diante da dificuldade Jesus questiona seus discípulos e cada um de nós: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?
O dízimo é uma forma de termos a coragem de Jesus e enfrentarmos o egoísmo do nosso coração e a nossa falta de partilha em prol de nossa comunidade e para que assim, possamos cuidar das obras de Deus com o mesmo amor e carinho que cuidamos de nossas coisas.
O dízimo é fruto vivo da fé e do amor.

RELATÓRIO DA PASTORAL DA COMUNICAÇÃO – SUL 1 2011 – 2015

OBJETIVO:
A pastoral da comunicação no Regional Sul 1 da CNBB tem como objetivo articular, dinamizar e acompanhar as equipes de comunicação das Sub regiões e através delas das dioceses e comunidades.
PRIORIDADES:
Para responder a este objetivo a Pascom no Regional Sul 1, no período de 2011 a 2015, voltou sua atenção para os seguintes aspectos:
1- Formação de uma equipe central com representantes de todas as Sub Regiões programando reuniões bimestrais.
2- Formação para a equipe central na área da comunicação
3- Acompanhamento às equipes da Pascom nas dioceses, através dos representantes das sub regiões.
4- Participar e colaborar com a equipe da CNBB nacional nas realizações de eventos na Comunicação, com sede no Regional.
REALIZAÇÕES:
1- Formação da equipe central da Pascom no Sul 1 com encontros e diálogos com os Bispos Presidentes das Sub Regiões.
2- Reuniões bimestrais para programar, encaminhar e avaliar as ações da PASCOM .
3- Visitas às Sub regiões para conhecer e ajudar na organização e eventos da Pascom local.
4- Realização de uma pesquisa no Regional na área da comunicação.
5- Criação e gerenciamento da Página da Pascom Sul 1 no Facebook.
6- Atenção para a formação dos agentes da PASCOM
- Realização de um encontro estadual, anual
- Encontros de formação para agentes
- Estudo e preparação para a celebração do Dia Mundial da Comunicação
7 – Participação e colaboração no Mutirão de Comunicação realizado pela equipe da CNBB e equipes regionais.
8 – Resgate e confecção da imagem de Nossa Senhora da Comunicação e a organização e elaboração de subsídios para acompanhar a imagem nas paróquias.
9 – Elaboração dos relatórios e solicitação de verbas anuais para a PASCOM.
10 - Estudo do Diretório de Comunicação na Igreja do Brasil, na equipe central e repassado para as Sub Regiões.
11- Participação e colaboração para elaboração de uma cartilha da PASCOM.
12 - Participação de palestras online organizadas pela equipe da Pascom da CNBB.
13 – Redação de notícias sobre as atividades para o Boletim e site do Regional Sul 1.
DIFICULDADES E DESAFIOS:
1 – Completar a equipe central no Regional. Ainda temos 2 Sub Regiões que não têm representantes na equipe, mesmo com muitas tentativas e diálogos com os presidentes das Sub Regiões de: Botucatu e Campinas.
2 – Pouco apoio da Igreja Institucional para a Pastoral da Comunicação. 
3 – Pouca verba para cobrir as despesas mínimas para as realizações dos projetos, tendo presente o tamanho e as distâncias no Regional.
4 – A falta de articulação da Pascom nas sub regiões.
EMPENHOS ASSUMIDOS:
1 – Dar continuidade à formação da equipe central com o apoio dos presidentes da sub regiões.
2 – Realizar as reuniões bimestrais da equipe central.
3 -Concluir a organização e realização do 20º Encontro estadual programado para os dias 6, 7 e 8 de novembro de 2015.
4 – Continuar as assessorias das Sub regiões para o estudo do Diretório
5 - Participação do Mutirão de Comunicação que acontece em Julho em Vitória-ES


sábado, 13 de junho de 2015

Catequeses do Caminho Neo Catecumenal começam nesta terça-feira (14)

POR UMA CATEQUESE DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL


Caríssimos: "Não percam esta oportunidade"
Muitas pessoas que acreditam em Deus, já não querem pertencer a uma comunidade eclesial. Pretendem viver uma fé individual desligada da Igreja. Comportam-se como que “piratas” pegando desta ou daquela Igreja ou religião aquilo que lhes interessa e que vem de encontro aos seus desejos do momento.  Com isso, também imaginam um Cristo ao seu próprio gosto.
É por isso que o Documento de Aparecida afirma que “não temos de dar nada como pressuposto” (DAp 549). A catequese é convocada e desafiada a “recomeçar a partir de Jesus Cristo” (DAp 12; 41; 549). De fato, não se começa a ser cristão por causa de uma grande ideia ou doutrina, mas por causa de um encontro de fé com a pessoa de Jesus. Através desse encontro, as pessoas descobrem que Ele é o “caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6) e que somente Ele pode saciar a fome e a sede de vida que há em seus corações.
Qual o caminho? Os recentes documentos da Igreja falam em “iniciação à vida cristã”. É um processo catequético, por etapas, que ajuda a introduzir os catequizandos nos mistérios da fé fazendo-os entrar num novo jeito de ser e viver a vida.
Temos pela frente o emocionante desafio de promover uma catequese mais evangelizadora, celebrativa, orante e vivencial, sem deixar de lado a dimensão doutrinal.

Portanto, está lançado o desafio: “ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para segui-lo, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora” (DAp 287). 
Para tanto segue o convite em comunhão com padre João Batista dos Santos (Pároco)
Jesus diz:
“Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e vos darei descanso. Pois meu jugo é suave e meu fardo é leve”(Mt.11,28-30).

As catequeses são para jovens, adultos e casais.(APARTIR DE 14 ANOS)
Toda terça e quinta-feira – Início: 16 de Junho/15
Horário: 20:00 horas
Local: Centro Catequético São Gabriel – Rua Guaicurus, 55 – Jd. Guanabara
publicado por: Márcio Neves-Comunicação

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Aí vem a Encíclica:A figura do Papa Francisco emerge como uma esperança consistente de mudanças importantes.

Há tempo vem sendo anunciada uma encíclica muito especial do Papa Francisco. Especial sobretudo pelo tema, abrangente, polêmico, urgente, e necessitado de decisões, que ninguém tem a coragem de propor e de assumir.
Trata-se da ecologia, das questões levantadas em torno do meio ambiente, com o leque de desdobramentos que o assunto comporta e estimula.
Nunca uma encíclica foi tão anunciada e aguardada como esta. Trata-se, evidentemente, de uma estratégia de divulgação e de acolhida. Mas o fato não se limita a um expediente de comunicação bem preparado e estudado.
Por ser um documento emanado do Papa, com o prestígio que ele vem adquirindo, como referência ética mundial, confere à prometida encíclica um valor especial.
Mas a razão parece ser outra. Acontece que a problemática ecológica vem crescendo de importância nas preocupações que as mudanças climáticas suscitam. Mas esta preocupação não encontra uma resposta adequada, seja no âmbito da consciência pessoal, ou no contexto dos dirigentes políticos das nações.
Diante dos grandes desafios que a problemática ecológica suscita, parece que os dirigentes políticos se vêem cada vez mais encabulados e indecisos a tomar providências, com medo de se verem prejudicados e contestados pelos cidadãos de cada país, ou de perderem eventuais vantagens econômicas decorrentes da situação atual.
Desta maneira, se fortalece uma inércia, que inviabiliza as urgentes medidas que precisariam ser tomadas.
Diante deste impasse, a figura do Papa Francisco emerge como uma esperança consistente de mudanças importantes, que precisam ser tomadas com urgência. O Papa aparece como o fator decisivo na superação de um impasse, que imobilizou a iniciativa política diante de um problema que só pode ser enfrentado adequadamente se for levada em conta sua dimensão mundial.
Todos esperam que o Papa Francisco rompa este imobilismo.
Acresce que nesta causa parece residir a marca registrada do seu pontificado. Ainda recordamos bem que, ao ser eleito papa, uma das surpresas maiores, foi a escolha do nome que adotou.
Pois a questão ecológica é relacionada intimamente com a mensagem de São Francisco. Assim, simbolicamente, o Papa Francisco selaria sua identificação com São Francisco, assumindo a causa ecológica, como São Francisco soube fazer eximiamente.
De uma coisa, em todo o caso, todos podemos ter a certeza, mesmo antes de conhecermos o seu conteúdo. A nova encíclica virá muito marcada pela espiritualidade franciscana, que brotará do surpreendente encontro do papa atual com o Santo de oito séculos atrás, mas muito atual por suas intuições ecológicas.
É notório que o Papa solicitou ajuda de algumas pessoas ligadas à causa ecológica, não se excluindo que ele tenha pedido a colaboração do teólogo brasileiro Leonardo Boff.
Mas ele fez questão de sinalizar que iria integrar as eventuais sugestões de acordo com o seu projeto de uma encíclica que dê conta do tamanho da problemática, e que finalmente rompa o imobilismo de efetivar as providências que a seriedade da causa está pedindo.
Em todo o caso, vem chegando a encíclica do Papa. É só aguardar para ver! 
CNBB 11-06-2015
por Dom Luiz Demétrio Valentini é bispo de Jales (SP).


sábado, 6 de junho de 2015

Visita pastoral de Dom Vicente mobiliza comunidades da Paróquia São José Operário

Pe. João em visita a comunidade Cristo Rei
Neste sábado (06), padre João Batista esteve presente na comunidade Cristo Rei para uma abordagem em preparação para a visita pastoral de Dom Vicente que acontecerá entre os dias 30/07 à 02/08/15.
Conforme determinado, a visita será de três dias, tendo início na quinta-feira dia 30/07/15 e o final da visita será no dia 02/08 as 09:30horas. Todo um cronograma foi montado pelo diácono Dirceu sempre muito zeloso com a organização do evento.
Padre João estará visitando as comunidades de nossa paróquia para maiores detalhes da visita.
Importante nisso tudo é os membros engajados percebam a importância desta visita tendo em vista a unidade da Igreja que impulsiona um novo vigor pastoral. Conforme diz o Papa Francisco ao se referir ao episcopado é pela ação do Espírito Santo, que cumula a Igreja com seus dons, Cristo suscita diversos ministérios para edificação da comunidade cristã. Entre estes ministérios, distingue-se o Episcopado. Na pessoa do bispo, chamado a servir e não a ser servido, o próprio Cristo se faz presente e continua a cuidar da Igreja. “Compreendemos, portanto, que não se trata de uma posição de prestígio, de um cargo honorífico. O Bispado não é uma honra, é um serviço. Jesus quis que fosse assim. Não deve haver lugar na Igreja para a mentalidade mundana, para a 'carreira eclesiástica'".

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Sagrado Coração de Jesus, refugio dos pecadores: Reflexão para a 1ª Sexta-feria do mês

Sagrado Coração de Jesus,fazei nosso coração semelhante ao vosso.

“Os pecadores acharão em meu coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia”. Todos os corações nobres têm algo em comum, a misericórdia. Ela nos torna verdadeiramente humanos e divinos. Quem se compadece dos outros, de si mesmo se lembra. A compaixão se manifesta por atos e nela é essencial a bondade. Compadecer-se dos sofrimentos é tentar resolver as contrariedades da vida. A compaixão e a misericórdia que se inclina sobre a miséria e é reconhecida através de atitudes e bons gestos. No Coração de Jesus os pecadores  encontram refúgio.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Paróquia São José Operário celebra Corpus Christi

Diante de toda incredulidade instalada no meio em que vivemos, a Igreja vem em nosso encontro nos fortalecendo através da Solenidade que hoje celebramos. Dar um passo a mais na fé é o desafio que a nós vem em nossa paróquia. Não importa as dificuldades e sim o nosso desejo de superação. Para além dos tapetes ricamente decorados, dos paramentos litúrgicos e dos ostensórios dourados, que dão um toque especial a este dia, está acima de tudo um Deus presente, simples e próximo, no mistério do pão partilhado. Celebrar o Corpo e o Sangue do Senhor é tornar sempre presente a memória de uma entrega  e de uma doação total. Aquele que se faz alimento se faz vida e, fazendo-se vida, faz-se salvação de todos. Mistério tão
grande, beleza infinita.  Como dizia São Francisco de Assis: “Pasme o homem todo, estremeça a terra inteira e exulte o céu quando sobre o altar, na mão do sacerdote, está

Cristo, Filho do Deus vivo”. Que a simplicidade grandiosa deste Mistério jamais escape aos nossos olhos.



por Neves Márcio

terça-feira, 2 de junho de 2015

A festa de Corpus Christi

Celebramos nesta, quinta-feira(04) a festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Infelizmente para muitos não passa de mais um feriadão. Pensamento este que não deve ser o pensamento do verdadeiro cristão. A festa de Corpus Christi surgiu para afirmar a presença real contra os erros de Berengário de Tours e foi estendida a toda a Igreja pelo Papa Urbano IV em 1274. A Reforma do Vaticano II, com a denominação mais completa dada a Solenidade (menciona-se o corpo e o sangue de Cristo) e com uma maior riqueza de textos bíblicos e novos prefácios litúrgicos a escolha, quis exprimir uma visão do mistério eucarístico que leve em conta todos os seu aspectos.É de se recordar que a antiga e mais genuína espiritualidade, antes da polêmica  contra os erros de Berengário e dos protestantes, via na Páscoa o dia Eucarístico por excelência. A festa de Corpus Christi é a Festa da Comunhão com Deus. Celebramos o milagre da comunhão e seus sinais, Deus presente em sua Palavra e em seu Reino de paz e de justiça.

sábado, 30 de maio de 2015

Papa Francisco proclama um “jubileu extraordinário” centrado na “misericórdia de Deus”que terá início a 8 de dezembro deste ano de 2015 e percorrerá todo o ano de 2016:

O Papa Francisco anunciou na sexta-feira, dia 13 de março na Basílica de S. Pedro que decidiu proclamar um “jubileu extraordinário” centrado na “misericórdia de Deus” e que terá início a 8 de dezembro deste ano de 2015 e percorrerá todo o ano de 2016:

“Decidi convocar um Jubileu Extraordinário que tenha o seu centro na Misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. (…) Este Ano Santo iniciar-se-á na próxima Solenidade da Imaculada Conceição e concluir-se-á a 20 de novembro de 2016.”
Este anúncio do Santo Padre foi feito no final da sua homilia da celebração penitencial com a qual o Papa abriu a iniciativa “24 horas para o Senhor”. A organizar este grande Ano Santo da Misericórdia será o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. Será um Jubileu Extraordinário para levar a toda a gente o Evangelho da Misericórdia.
E a misericórdia foi o tema da homilia do Papa nesta celebração penitencial. Referiu-se ao Evangelho que conta o episódio da mulher pecadora que lava os pés a Jesus e os enxuga com os cabelos, beijando-os e ungindo com óleo
perfumado.
Desde logo – disse o Santo Padre – duas palavras: amor e juízo. O amor da mulher pecadora e o amor de Jesus que permite que ela se aproxime e acolhe-a demonstrando-lhe o amor de Deus num encontro que vai para além da justiça e para além do juízo que é a outra palavra, citada pelo Papa Francisco. O juízo de Simão, o fariseu que convidou Jesus para jantar e não consegue reconhecer quem é o seu convidado. Não consegue também encontrar o caminho do amor. No seu pensamento existe só a justiça e fazendo assim está errado – afirmou o Papa Francisco que deixou claro que ninguém pode ser excluído da misericórdia de Deus.
O Ano Santo Jubilar da Misericórdia terá início com a abertura da Porta Santa na Basílica de S. Pedro a 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição e será encerrado no dia 20 de novembro de 2016, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. 
A abertura do próximo Jubileu coincidirá com o cinquentenário do encerramento do Concílio Ecuménico Vaticano II, que aconteceu em 1965 e reveste este ano santo de um significado especial, encorajando a Igreja a prosseguir a obra iniciada no Concílio. 

No Jubileu, as leituras para os domingos do tempo comum serão extraídas do Evangelho de Lucas, chamado “o evangelista da misericórdia”. Algumas das parábolas mais conhecidas escritas por ele são as da ovelha perdida, a da moeda perdida e a do pai misericordioso. (RS)

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Vencendo a intolerância religiosa

Unidos venceremos o mal, o ódio e a intolerância, construindo juntos a paz.

Por Dom Gil Antônio Moreira*

Na semana que precede a festa de Pentecostes, no Brasil, se reza pela união dos cristãos. Em outros países, a Semana de Orações se dá em janeiro, nos dias próximos à festa litúrgica da conversão de São Paulo Apóstolo. A diferença se dá pelo simples fato de, no Brasil, janeiro ser mês de férias e a participação poderia ficar prejudicada. Não importa. O que importa é orar para que os cristãos encontrem a união perdida no caminhar da história.
É maravilhoso o movimento ecumênico, inter-confessional e o diálogo inter-religioso. Todos os que participam de bom coração se sentem fortalecidos na fé, animados na missão de anunciar Cristo, e enriquecidos na fraternidade. Quando nos unimos para a oração neste propósito, duas coisas ficam patentes, uma negativa outra positiva.
Constata-se que, apesar dos esforços, muitos cristãos e muitas igrejas ainda não conseguiram dar o passo do diálogo, e, pior ainda, muitos são tão preocupados apenas com o número de fiéis, com medo de perdê-los, que chegam a ter verdadeiras atitudes de intolerância religiosa. Certa vez, nos esforços de ampliar a aproximação das igrejas, o grupo foi surpreendido com a afirmação de um dos ministros presentes acusando o movimento de diálogo como se fosse uma estratégia para igrejas que precisam aumentar o número de seus adeptos. Certamente, este irmão nada entendera e estava ainda padecendo da falta de verdadeiro espírito do evangelho, esquecendo-se da oração de Jesus, registrada pelo evangelista João: “Pai, que todos sejam um, como eu e Tu, Pai, somos um, para que o mundo creia”. (Jo 17,21)
Ao nos reunirmos a cada ano para rezar juntos, celebrar juntos, papear juntos, viver ao menos alguns dias esquecendo nossas diferenças, nunca deixamos de reafirmar que “o que nos une é muito mais forte do que o que nos separa”. Certamente estamos longe de uma unidade plena, mas não há dúvidas que estamos já realizando uma unidade possível. Só não a faz aquele que ainda não compreendeu bem quem é Cristo, pois foi Ele que profetizou: “haverá um só rebanho e um só Pastor” (Jo. 10, 16).
Não nos perguntemos como isto se dará, mas o que posso e devo fazer para que a palavra do Mestre se realize. Unidos venceremos o mal, o ódio, a intolerância, construiremos juntos a paz e cantaremos felizes “O Senhor é meu Pastor, nada me falta” (Sl 22), realizando juntos o mandamento do Senhor: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, como ensinou Jesus.
*Dom Gil Antônio Moreira é arcebispo de Juiz de Fora (MG).


terça-feira, 26 de maio de 2015

O apagar do Círio Pascal

Neste domingo em que celebramos a Festa de Pentecostes Diácono Dirceu movido por profundo zelo  Litúrgico explicou a assembléia sobre a importância deste sinal:  O Círio Pascal.
Oficialmente não há um ritual para apagar o Círio Pascal.
Com a solenidade de Pentecostes, fechar-se o Tempo da Páscoa, o Círio é apagado. Este sinal sagrado é retirado do lado do ambão significando assim: uma vez educados na Escola Pascal do mestre Ressuscitado e cheios do fogo dos dons do Espírito Santo, agora, devemos ser nós, “Luz de Cristo”. Esta “Luz”,
obrigatoriamente, deve-se irradiar, como uma coluna luminosa que passa no mundo, em meio aos irmãos, para guiá-los no êxodo em direção ao céu, rumo a “pátria prometida” que é o Céu.

Sem a realização dos ditos sacramentos e das missas exequiais, está proibido pela Igreja o uso do Círio para todo e qualquer ato dinâmico e representativo. Exemplo: utilizar o Círio como adereço em ambientação de encontros formativos, reuniões, assembleias, etc, mesmo que seja para proporcionar uma reflexão!, Utilizar o Círio para ladear o Ambão fora do tempo pascal, em festa patronal (para
representar Cristo Ressuscitado ali), etc. Pede-se que se utilize outras velas, menos o Círio Pascal.

"Nós te rogamos Senhor. Que este círio oferecido em honra do teu nome brilhe radiante; Chegue a ti como perfume suave e se confunda com as estrelas do céu. O encontre aceso a estrela da manhã, essa estrela que não conhece ocaso. Que é Cristo teu filho, Ressuscitado, Ressuscitado da morte.  Amém! Amém! Amém!" (Trecho do pregão Pascal)