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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Assembléia Paroquial: Conclusões das reflexões em grupos


Em dia de muito trabalho, Assembléia Paroquial é concluída em nossa Paróquia.
O planejamento pastoral participativo é o que melhor traduz o modelo de Igreja proposto pelo Concílio Vaticano II. Isso supõe um projeto de trabalho que considere a participação em todos os níveis, assim como os marcos referenciais e teórico. Portanto, não queremos nenhum plano imposto de cima para baixo e sim a partir das bases de nossas paróquias.
Em dia de muito trabalho, Assembléia Paroquial é concluída em nossa Paróquia.
O planejamento pastoral participativo é o que melhor traduz o modelo de Igreja proposto pelo Concílio Vaticano II. Isso supõe um projeto de trabalho que considere a participação em todos os níveis, assim como os marcos referenciais e teórico. Portanto, não queremos nenhum plano imposto de cima para baixo e sim a partir das bases de nossas paróquias.

Mas afinal o que é uma Assembléia Paroquial?
A Assembléia paroquial de pastoral prevista para este domingo,27/10 em nossa paróquia é a reunião dos Coordenadores, agentes de pastorais,movimentos e representantes das comunidades, com seus pastores, para avaliar e planejar a ação pastoral paroquial.
A grande missão dada por Deus a cada batizado esta em reconhecer a bondade de Deus manifestada por seu Espírito Santo a cada Cristão. A vida da Paróquia da continuidade a esta ação Divina que se revelam nas pastorais e movimentos paroquiais.

Portanto a paróquia torna-se celeiro da ação Divina e manifestação propícia dos Dons de Deus para seu povo e através de seu povo.
"Com efeito, diante de Deus, nosso Pai, pensamos continuamente nas obras da vossa fé, nos sacrifícios da vossa caridade e na firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, sob o olhar de Deus, nosso Pai." (lTes. 1,3)



quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Paróquia São José Operário promove o 2º Cerco de Jericó



Num momento em que caminhamos para o final do Ano Litúrgico, não é por acaso, aliás, providência de Deus para nós. A pergunta que inspira o tema de nosso Cerco de nossa paróquia vem ao encontro de outra pergunta que direciona e embala o Tríduo Cristo Rei deste ano (de 21 à 24/11) no Residencial dos Metalúrgicos em nossa paróquia: Se Deus é por nós, quem será contra nós? “(Rm. 8,31).
 Tudo o que foi e está sendo penoso para nós encontra um alento e reunimos forças para continuar nossa missão, tendo em vista, uma libertação maior de nossos pecados. O título dessa breve reflexão de nosso Cerco é extraído de um versículo bíblico no Antigo Testamento que, na sua íntegra, traz o seguinte: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” (Is 43,13).
Nisso há um rico ensinamento para nós: Tentar impedir a ação de Deus equivale a querer desfazer aquilo que Ele fez ou ainda destruir a obra de Suas mãos.
E mesmo sabendo que nossa vida está inteiramente nas mãos do Senhor, acabamos caindo numa terrível contradição, ao “impedirmos” a ação de Deus em nós quando optamos pelo pecado.
Fazer a terrível escolha por pecar é o mesmo que sair correndo em disparada diante do sol que brilha forte no céu, para se esconder da ação de seus raios sob uma sombra qualquer. Quantas vezes eu e você fugimos da Luz Divina para buscarmos refúgio nas trevas que residem no nosso próprio coração! Todas as vezes que fazemos isso, insistimos em desfazer e destruir a linda obra de Cristo em nós. Venha conhecer e fazer esta experiência com Deus.
Márcio Neves-(Pascom SJO)

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

CARTA AOS CARISMÁTICOS DO BRASIL “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos...” (cf. Jo 13, 35a)


Amada Família Carismática,
Que a Paz de Cristo esteja em todos os nossos corações!

O mandato de Jesus torna-se claro para nós e nos leva a refletir sobre o amor e a identificação de quem verdadeiramente ama. Como identificar, reconhecer ou conhecer aquele que segue o mandato de Jesus em favor do amor? “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo. 13, 35).
Conhecer! Está aqui uma palavra importante para todos nós nesses tempos do Espírito Santo. Conhecer significa perceber, tomar consciência, experimentar. Pela força do santo Batismo, todos somos chamados a testemunhar Jesus Cristo para que o mundo O conheça. Ele se tornará mais conhecido e mais amado à medida que O testemunharmos com nossa vida: com cada palavra que dissermos, com cada ato que praticarmos, com cada irmão que acolhermos... 
O que de fato nos torna “conhecidos” como discípulos do Senhor é o tanto que O amamos, o quanto nos amamos uns aos outros e o quanto isso é diuturnamente testemunhado por cada um de nós. Ficar conhecido como alguém que ama o outro de verdade, sem reservas, de todo coração, deve ser o anseio de cada manhã, ao despertarmos.
O mundo necessita, urgentemente, reencontrar Jesus também no testemunho de amor entre aqueles que o seguem e o reconhecem como Senhor. E isto será tanto mais visível quanto mais nos amarmos uns aos outros como irmãos, assim, tornando claro o seguimento de Jesus e concreto o anúncio do Evangelho. Com esse mandato, Jesus ensinou ao mundo como reconhecer alguém que o segue, pois o amor é a identidade de um verdadeiro discípulo Dele.
Tertuliano (Padre da Igreja, séc. II) testemunha que os pagãos exclamavam admirados sobre os cristãos: “Vede como eles se amam!” (Apolog. 39). Fica aqui evidente a característica dos seguidores de Jesus, aos quais Ele transmitiu seus ensinamentos e deixou o mandato do amor.
Sobre o amor, necessidade gritante do mundo atual, ensina o Doutor Santo Agostinho: “A medida do amor é amar sem medida.” E ainda: “Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.”
O Documento de Aparecida nos ensina que “A Igreja como ‘comunidade de amor’ é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. A Igreja cresce não por proselitismo, mas por atração. A Igreja atrai quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (Documento de Aparecida n.º 159).
Ainda a esse respeito, o Santo Padre nos exorta veementemente: “Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam se admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: ‘por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros’ (Jo. 13, 35).” ... “Se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como em algumas comunidades cristãs se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo... Quem queremos evangelizar com estes comportamentos? (Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, n.º 99/100).
Portanto, roguemos ao Senhor, neste ano jubilar, a Graça de amarmos sem medida e testemunharmos esse amor e comunhão verdadeira entre nós, para que o mundo ateste: Vede como eles se amam!
Que Nossa Senhora da Ternura nos ensine a viver como escolhidos e interceda por nós para que transbordemos amor!

Abraços fraternos,
Katia Roldi Zavaris
Presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL
No Ano do Jubileu de Ouro da RCCBRASIL – 2019.


sábado, 14 de setembro de 2019

Padre Luis Carlos Aranha preside no 3º dia do Tríduo de santa Cruz


Nesta sexta-feira, dando sequencia ao Tríduo de Santa Cruz, esteve presidindo a Missa o Padre Luís Carlos Aranha (Paróquia São Vicente de Paulo) que nos ajudou na reflexão do sentido da Cruz em nossa viva, pois há uma necessidade de mudança de pensamento para entender que da Cruz brota a vida eterna.
Esta mudança radical do sentido da cruz deveu-se ao modo como Jesus a viveu. A morte de cruz foi à prova suprema da fidelidade do Filho ao Pai. Nela ficou patente que Deus era o senhor único e exclusivo da vida de Jesus, e que nenhuma criatura fora suficientemente forte para desviá-lo do caminho traçado pelo Pai. Somente neste sentido é possível entender a necessidade da morte de cruz. Seria praticamente impossível ter Jesus encontrado outra forma mais convincente para provar sua fidelidade a Deus. Ele não temeu enfrentar, de cabeça erguida, a infamante morte de cruz, quando estava em jogo a razão de ser de sua existência e de sua vinda ao mundo.
Daqui provém o respeito cristão pela cruz e o simbolismo de que é revestida. Ela evoca a fidelidade de Jesus e é apelo a essa mesma fidelidade. É a síntese do amor de Jesus pela humanidade, ao entregar-se para resgatá-la do pecado, e é um convite para o amor. Ela revela o serviço radical e incondicional de Jesus ao Reino, e estimula o cristão a fazer o mesmo. Exaltar a cruz é, pois, optar por trilhar os caminhos de Jesus.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Comunidade Santa Cruz recebe Pe. Adilson Amadi no 2º dia do Tríduo



Na segunda noite do Tríduo de Santa Cruz Pe. Adílson a partir de sua própria experiência do enfrentamento da cruz nos encorajou como sinal glorioso de um novo olhar para a verdadeira vida.
Compreender, pois, a cruz de Cristo como já participação na glória da ressurreição é perceber a presença de Deus em nossa luta diária. É encontrar Deus atuando, Cristo sofrendo e o Espírito cuidando da vida e resistindo aos poderes destrutivos. É perceber, mesmo nos tempos mais sombrios, percas, doenças, os vestígios de Deus em nossa vida, em nossa história. É enfrentar os desafios da vida de cabeça erguida, e “não se deixar abater o ânimo”. É contemplar o transbordamento do amor que se expõe, e, ao mesmo tempo, não se perder nos devaneios de uma fé descomprometida com os crucificados da história.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Pe. Elias Pavan preside na abertura do Tríduo na comunidade Santa Cruz


Com alegria, fé e devoção pudemos na noite de ontem,11/09 dar inicio ao Tríduo preparatório para Festa da Exaltação da Santa Cruz.
Esteve presidindo, Pe. Elias Pavan que nos ajudou a refletir sobre o rico sinal da Cruz de Cristo.
Publicamos  a seguir um trecho da leitura para o Ofício de Vigílias, de autoria de S. André de Creta (660-740), monge de S. Sabas em Jerusalém, depois bispo de Creta (Grécia).
Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui o maior tesouro; nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e a Criação é restituída ao seu estado original.
Se não houvesse a cruz, a Vida não seria pregada no lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rompido o grihão do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim, porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.
S. André de Creta (660-740)

domingo, 1 de setembro de 2019

Seminarista Luan Felipe: “não é possível falar de vocação, excluindo missão”


Finalizando o mês de Agosto (mês das vocações) queremos trazer aqui uma reflexão sobre a vocação tendo como inspiração nosso atual seminarista Luan Felipe da cidade de Salto, atualmente realizando trabalho pastoral em nossa Paróquia São José Operário. É próprio de nossas comunidades este zelo para com todos, tendo em vista de que muitos que por aqui passaram já se tornaram padres. O último a ser tornar padre foi o agora Padre Elias Pavan. Primeiramente, “não é possível falar de vocação, excluindo missão”. Viver no seminário é estar neste tempo da descoberta de Cristo. É tempo de acolhimento e amadurecimento do dom recebido da iniciativa de Deus e não por méritos da pessoa. Tempo importante de relacionar-se com Deus, que se expressa de forma significativa na oração para um correto discernimento. O Bispo de Roma Papa Francisco como sempre, trabalha toda sua reflexão em três pontos. Em 2014, ele disse que o seminarista deve ser fraterno, orante e missionário. A fraternidade é parte integrante do chamado, não se pode viver individualmente. A oração deve ser um convite ao Espírito Santo, como no Cenáculo, pois d’Ele depende a construção da Igreja, o guia dos discípulos e o dom da caridade pastoral. A missão deve torná-los discípulos humildes capazes de preferência pelas pessoas marginalizadas, àquelas das periferias. Levar as pessoas a acolherem a ternura e humildade de Cristo.
Isso se resume na necessidade de promovermos a sinodalidade e assumirmos espaços missionários de formação na paróquia; despertarmos o ardor missionário por meio da consciência de que a missão contínua e permanente é um transbordar da experiência pessoal com Jesus. Daí implica-se rever com coragem costumes, estilos, horários, linguagem, escuta, diálogo, estruturas, formas, ministérios, práticas de formação humana, teológica e espiritual, bem como a prática da solidariedade, da cooperação e da integração ingredientes indispensáveis na formação de um sacerdote a serviço da comunidade.
Deus sempre tem surpresas preparadas em cada missão. Nossas orações sempre!

Catequese do Caminho Neocatecumenal: Catequistas reforçam convite nas comunidades


Iniciam-se nesta quarta-feira, 04 as catequeses do Caminho Neocatecumenal na Paróquia São José Operário
Os encontros acontecerão sempre nas quartas e sexta-feira às 20h00. O Caminho Neocatecumenal (ou Neocatecumenato), em breve resumo, é um itinerário de formação cristã, iniciado na Espanha em 1964, por iniciativa do pintor Francisco José Gómez Arguello (Kiko Argüello) e de Carmen Hernández, como resposta às novas diretrizes trazidas pelo Concílio Vaticano II, cujo objetivo consiste em abrir um caminho espiritual concreto de iniciação, renovação e valorização do sacramento batismal, que permita ao "catecúmeno" descobrir o significado concreto de ser cristão. Mais tarde se uniria a eles o sacerdote Mario Pezzi. A Igreja Católica reconhece o Caminho neocatecumenal como "um itinerário de formação católica válido para a sociedade e os dias de hoje" – nas palavras do papa São João Paulo II – que busca a redescoberta do batismo. Se encontra atualmente difundido em mais de 100 países, incluindo alguns que não são tradicionalmente cristãos como República Popular da China, Egito, Coreia do Sul e Japão. No Brasil, o Caminho Neocatecumenal iniciou-se na Diocese de Umuarama, no estado do Paraná.
Em nossa paróquia o Caminho foi incentivado pelo padre Adilson Amadi,tendo continuidade e apoio de todos os padres que por aqui passaram e pelo atual pároco Pe. Daniel que também pertence ao Caminho na Catedral Nossa senhora do Desterro em nossa cidade.
Márcio Neves-Pascom SJO

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A importância da Memória do Martírio de São João Batista


Temos razão de celebrar a festa do dia do nascimento daquele que o tornou solene para nós por sua morte, e o ornou com o róseo fulgor de seu sangue. É justo venerarmos com alegria espiritual a memória de quem selou com o martírio o testemunho que deu em favor do Senhor. Não há que duvidar, se São João suportou o cárcere e as cadeias, foi por nosso Redentor, de quem dera testemunho como precursor. Também por ele deu a vida. O perseguidor não lhe disse que negasse a Cristo, mas que calasse a verdade. No entanto morreu por Cristo. Porque Cristo mesmo disse: Eu sou a verdade (Jo 14,6); por conseguinte, morreu por Cristo, já que derramou o sangue pela verdade. Antes, quando nasceu, pregou e batizou, dava testemunho de quem iria nascer, pregar, ser batizado. Também apontou para aquele que iria sofrer, sofrendo primeiro. Um homem de tanto valor terminou a vida terrena pela efusão do sangue, depois do longo sofrimento da prisão. Aquele que proclamava o Evangelho da liberdade da paz celeste, foi lançado por ímpios às cadeias; foi fechado na escuridão do cárcere quem veio dar testemunho da luz e por esta mesma luz, que é Cristo, tinha merecido ser chamado de lâmpada ardente e luminosa. Foi batizado no próprio sangue aquele a quem tinha sido dado batizar o Redentor do mundo, ouvir sobre ele a voz do Pai, ver descer a graça do Espírito Santo. Contudo, para quem tinha conhecimento de que seria recompensado pelas alegrias perpétuas não era insuportável sofrer tais tormentos pela verdade, mas, pelo contrário, fácil e desejável. Considerava desejável aceitar a morte, impossível de evitar por força da natureza, junto com a palma da vida perene, por ter confessado o nome de Cristo. Assim disse bem o Apóstolo: Porque vos foi dado por Cristo não apenas crer nele, mas ainda sofrer por ele (Fl 1,29). Diz ser dom de Cristo que os eleitos sofram por ele, conforme diz também: Os sofrimentos desta vida não se comparam à futura glória que se revelará em nós (Rm 8,18).
Das Homilias de São Beda Venerável, presbítero

Presença do padre Carlos Virillo e o Projeto de reformulação financeira na paróquia

Pe. Carlos Virillo (Ecônomo-Cúria) e Pe.Daniel (Paróco-SJO)

 Presente em nossa paróquia no ultimo dia 27 (terça-feira) o Ecônomo e Moderador da Cúria Padre Carlos Virillo juntamente com o Padre Daniel e todo o Conselho Paroquial de Economia e Administração (CPEA).Padre Carlos está visitando todas as paróquias de nossa Diocese com o objetivo de acompanhar e assessorar os conselhos administrativos missão árdua a ele confiada. O projeto visa à reformulação financeira das paróquias visando à adequação e reformulação financeira para atender as exigências das leis governamentais. Na sua fala, Padre Carlos enfatizou que o pároco, ao lado de sua equipe administrativa faça o planejamento, encaminhe a organização necessária para a execução das ações, dirija e controle as finanças da paróquia, como ocorre em uma empresa normal.
A diferença é que a paróquia não tem fins lucrativos, apenas busca recursos para as atividades – fins, voltadas para a missão de EVANGELIZAR. A função do Conselho tem por finalidade específica desempenhar atividades de ordem administrativo-econômico-financeira que sirvam de apoio para os objetivos religiosos, pastorais e assistenciais da paróquia. Mais do que uma comunidade que gere receitas, a Igreja é chamada para ser uma comunidade de entrega e de amor que se dá a toda pessoa que necessita de ajuda e amparo. Dessa forma, não é uma administração que gera lucro financeiro para a Igreja aquela que deve ser almejada, antes uma administração que concilie uma boa gestão dos recursos sem esquecer que o mais importante de toda essa história, bem como a razão de ser da Igreja, está em seguir o exemplo de Cristo, a saber, de assumir a carne do mundo para sofrer suas dores e propor a esperança de que a morte não tem a última palavra, visto sermos testemunhas de que a vida a venceu.

por Márcio Neves-Pascom-SJO

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Projeto Diocesano (Jundiaí) convida comunidades a rezarem pelas vocações


Há um ano, a Diocese de Jundiaí lançou o Projeto “Cada Comunidade uma Nova Vocação”. Promovido pela Ação Evangelizadora com o apoio da Pastoral Vocacional e o Serviço de Animação Vocacional, o projeto atende ao apelo do Papa Francisco que pede que as comunidades, associações e grupos da Igreja rezem ao Senhor pedindo que “envie operários para a messe” (conforme o Evangelho de Mateus, 38). A partir deste projeto, a Diocese convida todas as comunidades a realizar a Hora Vocacional, um momento de oração para que seja fortalecida a cultura vocacional da Igreja com vistas no despertar das mais variadas vocações e apoiar e sustentar espiritualmente aos que já responderam ao chamado. Nas comunidades, a dinâmica para a Hora Vocacional fica sob a criatividade de uma equipe da Pastoral Vocacional e Serviço de Animação Vocacional ou de um grupo de pessoas de espiritualidade em prol das vocações. A Ação Evangelizadora Diocesana também lançou um subsídio que está disponível no site www.dj.org.br.Para que se reconheça a importância da vocação não só como um chamado, mas também como uma resposta, é importante rezar e, principalmente, divulgar testemunhos de quem vive com alegria sua vocação. Cada paróquia deve escolher o melhor horário para realizar a Hora Vocacional, mas para ajudar as comunidades a se organizarem, há uma escala mensal para a realização das celebrações. Que as comunidades possam se unir em oração e animar os fiéis paroquianos para que participem da Hora Vocacional e que o Senhor possa suscitar vocações para o anúncio do Evangelho.

Comissão Pastoral para Animação Bíblico Catequética-Diocese de Jundiaí


Uma nova logo foi desenvolvida para Comissão Pastoral para Animação Bíblico Catequética da Diocese de Jundiaí.

Com um designe mistagógico e moderno, a logo traz:

NA PARTE INFERIOR: as águas que fazem referência ao Sacramento Batismo que nos fez filhos do Pai.

NA PARTE CENTRAL: Os 5 pães e 2 peixes fazem referência ao Sacramento da Eucaristia e a união ao Corpo de Cristo
.
NA PARTE DIREITA SUPERIOR: O Espírito Santo, simbolizado pela pomba, que com sua força vivificadora continua a inserir e a conduzir os homens e mulheres no caminho da História.



Nota: A imagem foi desenvolvida pelo Web designer Fábio Henrique Campos.


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Memória de São Pio X, Papa

Compostos por divina inspiração, os salmos colecionados na Sagrada Escritura foram desde os inícios da Igreja empregados, como se sabe, não apenas para alimentar maravilhosamente a piedade dos fiéis que ofereciam sempre a Deus o sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que louvam seu nome (cf. Hb 13,15; Os 14,3); mas também, como já era costume na antiga Lei, para ocupar lugar eminente na sagrada liturgia e no ofício divino. Daí nasceu, na expressão de Basílio, “a voz da Igreja” e a salmodia. Salmodia que é “filha de sua hino dia, que sempre a Igreja canta diante do trono de Deus e do Cordeiro”, como expõe nosso predecessor Urbano VI. Assim a Igreja ensina aos homens particularmente devotados ao culto divino, conforme as palavras de Atanásio, “de que modo se deve louvar o Senhor e com que palavras dignamente” confessá-lo. A este respeito disse muito bem Agostinho:“Para ser bem louvado pelo homem, Deus mesmo se louvou; e, aceitando louvar-se, deu ao homem encontrar o modo de louvá-lo”. 
Além disto, nos salmos há uma maravilhosa força para despertar nos corações o desejo de todas as virtudes. Pois, “embora toda a nossa Escritura, tanto a antiga quanto a nova, seja inspirada por Deus e útil para a instrução, como está escrito (cf. 2Tm 3,16), o livro dos salmos porém, semelhante a um paraíso, que contém em si os frutos dos demais livros, produz o canto, e, ainda mais, oferece seus próprios frutos unidos aos dos outros durante a salmodia”. Essas palavras são novamente de Atanásio, que acrescenta: “A mim me parece que os salmos são como um espelho para quem salmodia, onde este se contempla a si e os movimentos de seu espírito, e, assim impressionado, os recita”. Também diz Agostinho nas Confissões: “Como chorei por causa de teus hinos e cânticos, vivamente comovido pelas suaves palavras do canto de tua Igreja! As palavras fluíam em meus ouvidos e instilava-se a verdade em meu coração, fazendo arder a piedade; corriam-me as lágrimas e sentia-me bem com elas”. 
Na verdade, a quem não comovem aquelas frequentes passagens dos salmos onde se canta profundamente a imensa majestade de Deus, a onipotência, a indizível justiça,a bondade ou a clemência e todos os outros infinitos louvores? A quem não inspiram iguais sentimentos as ações de graças pelos benefícios recebidos de Deus, ou as humildes e confiantes preces pelo que se deseja, ou os clamores do arrependimento dos pecados? A quem não inflama a cuidadosamente velada imagem do Cristo Redentor “cuja voz ouvia Agostinho em todos os salmos a salmodiar, a gemer, a alegrar-se na esperança ou a suspirar pela realização?”
Da Constituição Apostólica Divino Aflatu, de São Pio X, Papa-Sec.XX

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Diaconato Diocesano comemora o “Dia do Diácono”


Diácono Dirceu Orlato
Os Diáconos Permanentes da Diocese de Jundiaí participaram do 5º dia da Novena em preparação para a Festa da Padroeira da Diocese e da cidade de Jundiaí Nossa Senhora do Desterro, juntamente com seus familiares e fiéis das paróquias da Região Pastoral 5.
A celebração, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, ocorreu às 18h30 deste sábado, 10 de agosto, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí. A liturgia foi a da Festa de São Lourenço, diácono e mártir e padroeiro dos diáconos. Presbíteros da Catedral e da Região Pastoral 5 e o assessor dos diáconos, Padre Agnaldo Tavares Ribeiro, concelebraram com o Bispo Diocesano.  
Na homilia, Dom Vicente destacou o papel do diácono na Igreja e o apoio das respectivas esposas e filhos no cumprimento da missão. “O tema deste 5º dia da Novena, ‘Maria Missionária: socorrer os feridos em sua dignidade!’ e a Liturgia da Palavra vieram ao encontro da Missão do Diácono na Igreja. Servir o Altar, ministrar a Palavra é parte do ministério, mas o principal e essencial é estar ao lado dos pobres, dos enfermos, dos idosos, dos excluídos, em pleno exercício da Caridade”, falou o bispo.
No final da celebração, a Comissão Diocesana dos Diáconos  homenageou as viúvas de diáconos e os oito Diáconos Permanentes que completaram 25 anos de Ordenação neste ano de 2019. Após a missa solene, os diáconos, familiares e presbíteros, juntamente com Dom Vicente, participaram de um jantar de confraternização, no Salão da Paróquia Santo Antonio, no Bairro do Anhangabaú.



Colaboração: Diácono José Carlos Pascoal

Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí


Em 31 de julho, aconteceu um encontro da equipe de catequistas itinerantes responsável pelo Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí com os párocos diocesanos que têm presente este carisma em suas paróquias. Esteve presente Dom Vicente Costa, Bispo Diocesano, assim como 24 presbíteros que se reuniram na Casa de Convivência Sagra da Família de Nazaré, em Jundiaí. O dia começou com a oração das Laudes e o anúncio do Querigma feito pelo Padre Joaquín Carrazoni,que, junto com Miguel Alvarez e o casal Melchor e Elvira Delgado, integra a equipe responsável pelo Caminho na Diocese.Após as orações, houve um momento de diálogo e comunhão onde os padres, o Bispo e a equipe responsável puderam partilhar as experiências, alegrias e dificuldades que têm vivido em relação a vida das comunidades neocatecumenais.Ao todo, o Caminho está presente em 26 paróquias da Diocese
(Fonte: Jornal o Verbo)