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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

CARTA AOS CARISMÁTICOS DO BRASIL “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos...” (cf. Jo 13, 35a)


Amada Família Carismática,
Que a Paz de Cristo esteja em todos os nossos corações!

O mandato de Jesus torna-se claro para nós e nos leva a refletir sobre o amor e a identificação de quem verdadeiramente ama. Como identificar, reconhecer ou conhecer aquele que segue o mandato de Jesus em favor do amor? “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo. 13, 35).
Conhecer! Está aqui uma palavra importante para todos nós nesses tempos do Espírito Santo. Conhecer significa perceber, tomar consciência, experimentar. Pela força do santo Batismo, todos somos chamados a testemunhar Jesus Cristo para que o mundo O conheça. Ele se tornará mais conhecido e mais amado à medida que O testemunharmos com nossa vida: com cada palavra que dissermos, com cada ato que praticarmos, com cada irmão que acolhermos... 
O que de fato nos torna “conhecidos” como discípulos do Senhor é o tanto que O amamos, o quanto nos amamos uns aos outros e o quanto isso é diuturnamente testemunhado por cada um de nós. Ficar conhecido como alguém que ama o outro de verdade, sem reservas, de todo coração, deve ser o anseio de cada manhã, ao despertarmos.
O mundo necessita, urgentemente, reencontrar Jesus também no testemunho de amor entre aqueles que o seguem e o reconhecem como Senhor. E isto será tanto mais visível quanto mais nos amarmos uns aos outros como irmãos, assim, tornando claro o seguimento de Jesus e concreto o anúncio do Evangelho. Com esse mandato, Jesus ensinou ao mundo como reconhecer alguém que o segue, pois o amor é a identidade de um verdadeiro discípulo Dele.
Tertuliano (Padre da Igreja, séc. II) testemunha que os pagãos exclamavam admirados sobre os cristãos: “Vede como eles se amam!” (Apolog. 39). Fica aqui evidente a característica dos seguidores de Jesus, aos quais Ele transmitiu seus ensinamentos e deixou o mandato do amor.
Sobre o amor, necessidade gritante do mundo atual, ensina o Doutor Santo Agostinho: “A medida do amor é amar sem medida.” E ainda: “Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.”
O Documento de Aparecida nos ensina que “A Igreja como ‘comunidade de amor’ é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. A Igreja cresce não por proselitismo, mas por atração. A Igreja atrai quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (Documento de Aparecida n.º 159).
Ainda a esse respeito, o Santo Padre nos exorta veementemente: “Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam se admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: ‘por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros’ (Jo. 13, 35).” ... “Se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como em algumas comunidades cristãs se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo... Quem queremos evangelizar com estes comportamentos? (Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, n.º 99/100).
Portanto, roguemos ao Senhor, neste ano jubilar, a Graça de amarmos sem medida e testemunharmos esse amor e comunhão verdadeira entre nós, para que o mundo ateste: Vede como eles se amam!
Que Nossa Senhora da Ternura nos ensine a viver como escolhidos e interceda por nós para que transbordemos amor!

Abraços fraternos,
Katia Roldi Zavaris
Presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL
No Ano do Jubileu de Ouro da RCCBRASIL – 2019.


sábado, 14 de setembro de 2019

Padre Luis Carlos Aranha preside no 3º dia do Tríduo de santa Cruz


Nesta sexta-feira, dando sequencia ao Tríduo de Santa Cruz, esteve presidindo a Missa o Padre Luís Carlos Aranha (Paróquia São Vicente de Paulo) que nos ajudou na reflexão do sentido da Cruz em nossa viva, pois há uma necessidade de mudança de pensamento para entender que da Cruz brota a vida eterna.
Esta mudança radical do sentido da cruz deveu-se ao modo como Jesus a viveu. A morte de cruz foi à prova suprema da fidelidade do Filho ao Pai. Nela ficou patente que Deus era o senhor único e exclusivo da vida de Jesus, e que nenhuma criatura fora suficientemente forte para desviá-lo do caminho traçado pelo Pai. Somente neste sentido é possível entender a necessidade da morte de cruz. Seria praticamente impossível ter Jesus encontrado outra forma mais convincente para provar sua fidelidade a Deus. Ele não temeu enfrentar, de cabeça erguida, a infamante morte de cruz, quando estava em jogo a razão de ser de sua existência e de sua vinda ao mundo.
Daqui provém o respeito cristão pela cruz e o simbolismo de que é revestida. Ela evoca a fidelidade de Jesus e é apelo a essa mesma fidelidade. É a síntese do amor de Jesus pela humanidade, ao entregar-se para resgatá-la do pecado, e é um convite para o amor. Ela revela o serviço radical e incondicional de Jesus ao Reino, e estimula o cristão a fazer o mesmo. Exaltar a cruz é, pois, optar por trilhar os caminhos de Jesus.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Comunidade Santa Cruz recebe Pe. Adilson Amadi no 2º dia do Tríduo



Na segunda noite do Tríduo de Santa Cruz Pe. Adílson a partir de sua própria experiência do enfrentamento da cruz nos encorajou como sinal glorioso de um novo olhar para a verdadeira vida.
Compreender, pois, a cruz de Cristo como já participação na glória da ressurreição é perceber a presença de Deus em nossa luta diária. É encontrar Deus atuando, Cristo sofrendo e o Espírito cuidando da vida e resistindo aos poderes destrutivos. É perceber, mesmo nos tempos mais sombrios, percas, doenças, os vestígios de Deus em nossa vida, em nossa história. É enfrentar os desafios da vida de cabeça erguida, e “não se deixar abater o ânimo”. É contemplar o transbordamento do amor que se expõe, e, ao mesmo tempo, não se perder nos devaneios de uma fé descomprometida com os crucificados da história.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Pe. Elias Pavan preside na abertura do Tríduo na comunidade Santa Cruz


Com alegria, fé e devoção pudemos na noite de ontem,11/09 dar inicio ao Tríduo preparatório para Festa da Exaltação da Santa Cruz.
Esteve presidindo, Pe. Elias Pavan que nos ajudou a refletir sobre o rico sinal da Cruz de Cristo.
Publicamos  a seguir um trecho da leitura para o Ofício de Vigílias, de autoria de S. André de Creta (660-740), monge de S. Sabas em Jerusalém, depois bispo de Creta (Grécia).
Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui o maior tesouro; nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e a Criação é restituída ao seu estado original.
Se não houvesse a cruz, a Vida não seria pregada no lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rompido o grihão do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim, porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.
S. André de Creta (660-740)

domingo, 1 de setembro de 2019

Seminarista Luan Felipe: “não é possível falar de vocação, excluindo missão”


Finalizando o mês de Agosto (mês das vocações) queremos trazer aqui uma reflexão sobre a vocação tendo como inspiração nosso atual seminarista Luan Felipe da cidade de Salto, atualmente realizando trabalho pastoral em nossa Paróquia São José Operário. É próprio de nossas comunidades este zelo para com todos, tendo em vista de que muitos que por aqui passaram já se tornaram padres. O último a ser tornar padre foi o agora Padre Elias Pavan. Primeiramente, “não é possível falar de vocação, excluindo missão”. Viver no seminário é estar neste tempo da descoberta de Cristo. É tempo de acolhimento e amadurecimento do dom recebido da iniciativa de Deus e não por méritos da pessoa. Tempo importante de relacionar-se com Deus, que se expressa de forma significativa na oração para um correto discernimento. O Bispo de Roma Papa Francisco como sempre, trabalha toda sua reflexão em três pontos. Em 2014, ele disse que o seminarista deve ser fraterno, orante e missionário. A fraternidade é parte integrante do chamado, não se pode viver individualmente. A oração deve ser um convite ao Espírito Santo, como no Cenáculo, pois d’Ele depende a construção da Igreja, o guia dos discípulos e o dom da caridade pastoral. A missão deve torná-los discípulos humildes capazes de preferência pelas pessoas marginalizadas, àquelas das periferias. Levar as pessoas a acolherem a ternura e humildade de Cristo.
Isso se resume na necessidade de promovermos a sinodalidade e assumirmos espaços missionários de formação na paróquia; despertarmos o ardor missionário por meio da consciência de que a missão contínua e permanente é um transbordar da experiência pessoal com Jesus. Daí implica-se rever com coragem costumes, estilos, horários, linguagem, escuta, diálogo, estruturas, formas, ministérios, práticas de formação humana, teológica e espiritual, bem como a prática da solidariedade, da cooperação e da integração ingredientes indispensáveis na formação de um sacerdote a serviço da comunidade.
Deus sempre tem surpresas preparadas em cada missão. Nossas orações sempre!

Catequese do Caminho Neocatecumenal: Catequistas reforçam convite nas comunidades


Iniciam-se nesta quarta-feira, 04 as catequeses do Caminho Neocatecumenal na Paróquia São José Operário
Os encontros acontecerão sempre nas quartas e sexta-feira às 20h00. O Caminho Neocatecumenal (ou Neocatecumenato), em breve resumo, é um itinerário de formação cristã, iniciado na Espanha em 1964, por iniciativa do pintor Francisco José Gómez Arguello (Kiko Argüello) e de Carmen Hernández, como resposta às novas diretrizes trazidas pelo Concílio Vaticano II, cujo objetivo consiste em abrir um caminho espiritual concreto de iniciação, renovação e valorização do sacramento batismal, que permita ao "catecúmeno" descobrir o significado concreto de ser cristão. Mais tarde se uniria a eles o sacerdote Mario Pezzi. A Igreja Católica reconhece o Caminho neocatecumenal como "um itinerário de formação católica válido para a sociedade e os dias de hoje" – nas palavras do papa São João Paulo II – que busca a redescoberta do batismo. Se encontra atualmente difundido em mais de 100 países, incluindo alguns que não são tradicionalmente cristãos como República Popular da China, Egito, Coreia do Sul e Japão. No Brasil, o Caminho Neocatecumenal iniciou-se na Diocese de Umuarama, no estado do Paraná.
Em nossa paróquia o Caminho foi incentivado pelo padre Adilson Amadi,tendo continuidade e apoio de todos os padres que por aqui passaram e pelo atual pároco Pe. Daniel que também pertence ao Caminho na Catedral Nossa senhora do Desterro em nossa cidade.
Márcio Neves-Pascom SJO