Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)

Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)
Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)

sábado, 29 de agosto de 2020

22º Domingo do Tempo Comum - "Caminhar no caminho do discipulado! "

Missa do 22º dom. comum. Palavra de Deus: Jeremias 20,7-9; Romanos 12,1-2; Mateus 16,21-27

Numa época de forte repulsa à cruz e de rejeição à dor e ao sofrimento, Jesus nos desafia a percorrer um caminho de amadurecimento, tornando-nos pessoas que se libertaram do seu próprio egoísmo para abraçar a missão que a vida nos confiou, uma missão que nos coloca diante do nosso “devo”, do sofrimento que nos cabe enfrentar e da cruz que nos cabe carregar como consequência de uma vida autêntica e plena de sentido.
fonte: https://www.facebook.com/paroquiasjojundiai

Papa Francisco nomeia novo Núncio Apostólico para o Brasil

Trata-se de Sua Excelência Reverendíssima Dom Giambattista Diquattro, Arcebispo titular de Giromonte, até agora Núncio Apostólico na Índia e Nepal.

O Santo Padre nomeou o novo Núncio Apostólico para o Brasil. Trata-se de Sua Excelência Reverendíssima Dom Giambattista Diquattro, Arcebispo titular de Giromonte, até agora Núncio Apostólico na Índia e Nepal. Giambattista Diquattro nasceu em Bolonha, Emília-Romanha, Itália, em 18 de março de 1954 é arcebispo, diplomata, teólogo e canonista. Foi ordenado sacerdote em 1981. Recebeu seu mestrado em Direito Civil na Universidade de Catânia, e doutorado em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Lateranense em Roma e mestrado em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma. Entrou para o Serviço Diplomático da Santa Sé em 1º de maio de 1985, e serviu em missões diplomáticas nas representações pontifícias na República Centro-Africana, República Democrática do Congo e Chade, nas Nações Unidas em Nova York, e mais tarde na Secretaria de Estado do Vaticano, e na Nunciatura Apostólica na Itália. O Papa João Paulo II o nomeou núncio apostólico no Panamá em 2 de abril de 2005. Bento XVI o nomeou núncio apostólico na Bolívia em 21 de novembro de 2008 e em 21 de janeiro de 2017, o Papa Francisco o nomeou Núncio Apostólico na Índia e no Nepal. 

sábado, 22 de agosto de 2020

Galinhada da Paróquia São José Operário (Sistema Drive Thru)

Todos nós estávamos ansiosos para a volta da nossa tão esperada Galinhada!

Mas dessa vez não foi possível traze-la na Festa do Padroeiro, então, estamos trazendo-a agora, respeitando todos os cuidados necessários nesse tempo de pandemia, em forma DRIVE THRU!

🗓️ DATA: 13/09/2020

🕚 HORÁRIO DE RETIRADA: Das 11:30h as 14:30h

📍 LOCAL: Rua Ângelo Lotierzo, n°. 240 - Acesso superior do Salão Paroquial

💲 VALOR: R$ 20,00 a porção (em torno de 400g)

💵 FORMAS DE PAGAMENTO:
- Transferência bancária
Banco Bradesco
Agência 3367
Conta Corrente 2155-5
CNPJ: 50.982.14.0027-18
Mitra Diocesana – Paróquia São José Operário

- PicPay
Estabelecimento: Paróquia São José Operário Jundiaí

Obrigatório o envio do comprovante e seu nome completo por meio do whatsapp (11)982794020. 

Arrecadação de Alimentos para os Vicentinos

 

Curso da Total Consagração a Jesus pelas mãos de Maria (Paróquia São José Operário)


 

Novena missionária e materiais da Campanha 2020 já estão disponíveis no site das POM

A Campanha Missionária neste ano, no contexto da pandemia que nos afeta, exigirá criatividade. Para isso, apresentamos os materiais de animação do mês missionário também de forma digital. A novena missionária e todos os materiais da Campanha Missionária 2020 estão disponível para download no site das POM. Também é possível fazer a compra dos livrinhos da novena missionária e receber na sua casa.

O tema “A vida é missão” e o lema “Eis-me aqui, envia-me”(Is 6,8) destacam a dimensão existencial da missão: “Eu sou uma missão de Deus nesta terra, e para isso estou neste mundo”(EG,273). Ser discípulo missionário está além de cumprir tarefas ou fazer coisas. Está na ordem do ser. É existencial, identidade, essência e não se reduz a algumas horas do dia.


Igreja celebra no dia 21 de agosto São Pio X, o Papa que pregava e vivia a pobreza

A Igreja celebra no dia 21 de agosto São Pio X, o Papa que pregava e vivia a pobreza. “Nasci pobre, vivi na pobreza e quero morrer pobre”, deixou escrito em seu testamento. Ao longo de seu pontificado ficou conhecido por incentivar a comunhão diária de todos os fiéis, além de permitir que as crianças comunguem – desde que entendam quem está na Hóstia Consagrada.Seu nome era Giuseppe Sarto e nasceu em Risse, povoado de Veneza, Itália, em 1835. Ainda menino sofreu a perda de seu pai e quis deixar os estudos para ajudar sua mãe. Ela, porém, o impediu. Então, Giuseppe continuou estudando no seminário graças a uma bolsa.

                               Papa Pio X

Pio X sempre defendeu os fracos e oprimidos como fez ao denunciar os maus entendimentos aos quais eram submetidos os indígenas nas plantações de borracha do Peru. Visitava cada domingo os pátios, esquinas ou praças do Vaticano para pregar e explicar o Evangelho do dia. Durante uma audiência pública, um participante lhe mostrou seu braço paralisado e lhe pediu que o curasse. O Papa se aproximou sorridente, tocou o braço e disse: “Sim, sim”. E o homem ficou curado. Entretanto, sempre foi modesto e singelo. Quando alguém o chamava de “padre santo”, ele corrigia sorrindo: “Não se diz santo, mas Sarto”, em referência ao seu sobrenome de família. Em 1914, depois de tê-la profetizado, eclodiu a Primeira Guerra Mundial. “Esta será a última aflição que me manda o Senhor. Com gosto daria minha vida para salvar meus pobres filhos desta terrível calamidade”, disse. Poucos dias mais tarde, sofreu uma bronquite e morreu em 20 de agosto. Foi canonizado em 1954 pelo papa Pio XII e foi o primeiro a ser elevado os altares depois de Pio V em 1672.

sábado, 15 de agosto de 2020

Carreata: Padroeira da Diocese de Jundiaí

Missas presenciais: Confira nossa programação

 

Dia 15 de agosto celebramos a Festa de Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da Diocese de Jundiaí.

ORAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA

“Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor, confiantes, a Vós nos consagramos. Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas. Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado seja rapidamente consolado e curado. Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus. Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém” (Papa Francisco).

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

São Maxiliano Maria Kolbe e o vínculo com a comunicação no serviço da Evangelização

Em 1922, São Maxiliano começou a evangelizar através da imprensa escrita, mesmo sem dispor de recursos financeiros, fundou uma revista mensal intitulada "Cavaleiro da Imaculada", que poucos anos depois chegava à elevada tiragem de um milhão de exemplares. A esta revista seguiram-se outras iniciativas editoriais: uma revista para crianças, "Pequeno Cavaleiro da Imaculada"; uma revista latina para sacerdotes, "Miles Immaculatae", e um diário que chamou de "Pequeno Jornal", com 200 mil exemplares. O apostolado da imprensa era seu carisma. Em 1929, fundou o convento chamado "Niepokalanow", que significa cidade de Maria. Era um verdadeiro recanto de oração e caloroso posto de trabalho para aqueles franciscanos engajados na evangelização através da imprensa. Dois anos depois, atendendo ao pedido do Santo Padre aos religiosos para auxiliar os esforços missionários da Igreja, foi para o Japão e fundou outra cidade da Imaculada, a "Mugenzai no Sono". Em Nagasaki fundou também a revista "Cavaleiro da Imaculada", que, apesar do restrito meio católico, alcançou a tiragem de 50 mil exemplares. Desejava ir para a Índia e para os países árabes e, também lá, fundar revistas e jornais que propagassem a devoção à Imaculada, como instrumento de divulgação do Reino. No entanto, teve de retornar à Polônia, como diretor espiritual de Niepokalanow, em 1936.

Fonte pesquisa: Cleofas

14 de Agosto - São Maximiliano Maria Kolbe (Memória)

 
"Do zelo apostólico que se deve ter ao procurar a salvação e santificação das almas"

Muito me alegra, caro irmão, o zelo que te inflama na promoção da glória de Deus. Pois observamos com tristeza, em nossos tempos, não só entre os leigos mas também entre os religiosos, a doença quase epidêmica que se chama indiferentismo, que se propaga de várias formas. Ora, como Deus é digno de infinita glória, nosso primeiro e mais importante ideal deve ser, com nossas exíguas forças, lhe darmos o máximo de glória, embora nunca possamos dar quanto de nós, pobres peregrinos, ele merece.
Como a glória de Deus resplandece principalmente na salvação das almas que Cristo remiu com seu próprio sangue, o desejo mais elevado da vida apostólica será procurar a salvação e santificação do maior número possível. E quero brevemente dizer-te qual o melhor caminho para este fim, isto é, para conseguir a glória divina e a santificação de muitas almas. Deus, ciência e sabedoria infinita, sabendo o que, de nossa parte, mais contribui para aumentar sua glória, manifesta-nos a sua vontade sobretudo pelos seus ministros na terra.
É a obediência, e ela só, que nos indica a vontade de Deus com evidência. O superior pode errar, mas não é possível que nós, ao seguirmos a obediência, sejamos levados ao erro. Só poderia haver uma exceção se o superior mandasse algo que incluísse – mesmo em grau mínimo – uma violação da lei divina; pois, neste caso, o superior não seria fiel intérprete de Deus.
Só Deus é infinito, sapientíssimo, santíssimo e clementíssimo, Senhor, Criador e Pai nosso, princípio e fim, sabedoria, poder e amor; tudo isso é Deus. Tudo que não seja Deus só vale enquanto se refere a ele, Criador de tudo e Redentor dos homens, último fim de toda a criação. É ele que nos manifesta a sua adorável vontade por meio daqueles que o representam, e nos atrai a si, querendo, deste modo, atrair por nós outras almas, unindo-as a si em amor cada vez mais perfeito.
Vê, irmão, quão grande é, pela misericórdia divina, a dignidade de nossa condição! Pela obediência com que ultrapassamos os limites de nossa pequenez e conformamo-nos à vontade divina, que nos dirige com sua infinita sabedoria e prudência, a fim de agirmos com retidão. Pode-se até dizer que, seguindo assim a vontade de Deus à qual nenhuma criatura pode resistir, nos tornamos mais fortes que tudo.
Esta é a vereda da sabedoria e da prudência, este é o único caminho pelo qual possamos dar a Deus maior glória. Pois, se existisse caminho diferente e mais alto, certamente Cristo no-lo teria manifestado com sua doutrina e exemplo. Ora, a divina Escritura resumiu a sua longa permanência em Nazaré com estas palavras: E era-lhes submisso (Lc 2,51), como nos indicou toda a sua vida ulterior sob o signo da obediência, mostrando que desceu à terra para fazer a vontade do Pai.
Amemos por isso, irmão, amemos sumamente o amantíssimo Pai celeste, e deste amor seja prova a nossa obediência, exercida em grau supremo quando nos exige o sacrifício da própria vontade. Não conhecemos, para progredir no amor a Deus, livro mais sublime que Jesus Cristo crucificado.
Tudo isso conseguiremos mais facilmente pela Virgem Imaculada, a quem a bondade de Deus confiou os tesouros da sua misericórdia. Pois não há dúvida que a vontade de Maria seja para nós a própria vontade de Deus. E, quando nos dedicamos a ela, tornamo-nos em suas mãos como instrumentos, como ela própria, nas mãos de Deus. Portanto, deixemo-nos dirigir por ela, ser conduzidos por ela, e sejamos calmos e seguros por ela guiados: pois cuidará de nós, tudo proverá e há de socorrer-nos prontamente nas necessidades do corpo e da alma, afastando nossas dificuldades e angústias.
(Das Cartas de São Maximiliano Maria Kolbe)

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Dia do Diácono: "O que importa é agradar a Deus"

“Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo” (Gálatas 1.10)

Hoje, um dia de profunda reflexão sobre a questão de fé. Neste mês em que falamos refletimos muito sobre o sentido e discernimento da vocação, nossa homenagem a todos os Diáconos e em especial ao Diácono Dirceu Orlato (foto). São Lourenço rezava, dizendo:
‘Dou-vos graças, Senhor, pois me destes em vossa morada entrar!” A nossa vida não deve estar fundamentada em estruturas fracas. Podemos desenvolver uma vida em que nossa opinião e a opinião dos outros será mais envolvida com aquilo que Deus realmente quer.
Existem muitas motivações vazias em nosso meio, pessoas que valorizam mais o homem do que uma inspiração divina, que valorizam mais um cargo do que a genuína vontade de Deus. Muitas vezes, a vontade de Deus vai nos conduzir por lugares que serão contra nossas emoções e a opinião de terceiros. Nessas situações devemos concordar com a vontade de Deus para nossa vida. O heroico testemunho de fé prestado pelo mártir São Lourenço padroeiro dos diáconos foi relembrado pelo Papa Dâmaso que admirava as virtudes do mártir glorioso, e edificou-lhe a segunda Igreja, sobre as ruínas do teatro de Pompeu. A cidade de Roma por gratidão ao mártir São Lourenço dedicou-lhe trinta e quatro Igrejas, sendo a primeira no lugar do martírio. “Também nós, irmãos, se de verdade amamos, imitemos. Não poderíamos produzir melhor fruto de amor do que o exemplo da imitação; Cristo sofreu por nós, deixando-nos o exemplo para seguirmos suas pegadas (1Pd 2,21).”

SÃO LOURENÇO, DIÁCONO E MÁRTIR (Festa)

 
Serviu o sagrado Sangue de Cristo

A Igreja Romana apresenta-nos hoje o dia glorioso de São Lourenço quando ele calcou o furor do mundo, desprezou sua sedução e num e noutro modo venceu o diabo perseguidor. Nesta mesma Igreja – ouvistes muitas vezes – Lourenço exercia o ministério de diácono. Aí servia o sagrado sangue de Cristo; aí, pelo nome de Cristo, derramou seu sangue. O santo apóstolo João expôs claramente o mistério da ceia ao dizer: Como Cristo entregou sua vida por nós, também nós devemos entregar as nossas pelos irmãos (1Jo 3,16). São Lourenço, irmãos, entendeu isto; entendeu e fez; e da mesmíssima forma como recebeu daquela mesa, assim a preparou. Amou a Cristo em sua vida, imitou-o em sua morte.
Também nós, irmãos, se de verdade amamos, imitemos. Não poderíamos produzir melhor fruto de amor do que o exemplo da imitação; Cristo sofreu por nós, deixando-nos o exemplo para seguirmos suas pegadas (1Pd 2,21). Nesta frase, parece que o apóstolo Pedro quer dizer que Cristo sofreu apenas por aqueles que seguem suas pegadas e que a morte de Cristo não aproveita senão àqueles que caminham em seu seguimento. Seguiram-no os santos mártires até à efusão do sangue, até à semelhança da paixão; seguiram-no os mártires, porém não só eles. Depois que estes passaram, a ponte não foi cortada; ou depois que beberam, a fonte não secou.
Tem, irmãos, tem o jardim do Senhor não apenas rosas dos mártires; tem também lírios das virgens, heras dos casados, violetas das viúvas. Absolutamente ninguém, irmãos, seja quem for, desespere de sua vocação; por todos morreu Cristo. Com toda a verdade, dele se escreveu: Que quer salvos todos os homens, e que cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2,4).
Compreendamos, portanto, como pode o cristão seguir Cristo além do derramamento de sangue, além do perigo de morte. O Apóstolo diz, referindo-se ao Cristo Senhor: Tendo a condição divina, não julgou rapina ser igual a Deus. Que majestade! Mas aniquilou-se, tomando a condição de escravo, feito semelhante aos homens e reconhecido como homem (Fl 2,7-8). Que humildade!
Cristo humilhou-se: aí tens, cristão, a que te apegar. Cristo se humilhou: por que te enches de orgulho? Em seguida, terminada a carreira desta humilhação, lançada por terra a morte, Cristo subiu ao céu; sigamo-lo. Ouçamos o Apóstolo: Se ressuscitastes com Cristo, descobri o sabor das realidades do alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus (Cl 3,1).(Dos Sermões de Santo Agostinho, bispo)

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Dai-lhes vós mesmos de comer!

Palavra Partilhada

A Palavra deste 18º Domingo é uma realidade que nos inquieta profundamente. Como Igreja que pretendemos ser, sabemos que o discurso precisa caminhar "atrelado" a prática da realidade na qualidade de um amor maior.
"Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. 
Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!’ Jesus, porém, lhes disse: ‘Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!’” (Mt 14,15-16). Normalmente, nossa tendência é nos livrar de possíveis problemas. Diante das situações, calculamos nossos recursos, percebemos nossos limites e procuramos “tirar o time de campo”, antes que as coisas fiquem complicadas. Deixem que busquem os recursos públicos, prefeituras,etc. É verdade que não vamos resolver o problema da fome no mundo, falamos aqui é de "Fazer nossa parte, não omitir".
“Despede as multidões” é uma forma de dizer que cada um tem que se virar com seus problemas; cada um precisa dar conta de sobreviver como pode. Jesus tem uma outra forma de ver as situações críticas; ele enxerga nelas uma oportunidade de exercitar a criatividade, de ampliar nossa compreensão a respeito de nós mesmos e da vida. “Eles não precisam ir embora”. Nós não precisamos nos tornar indiferentes ao sofrimento das pessoas à nossa volta só para voltarmos a ter paz. Nós não precisamos nos ocupar unicamente com nosso bem estar pessoal, sem nos importar com o sofrimento à nossa volta. Em uma palavra, nós não precisamos fugir das dificuldades; podemos enfrentá-las.

Formação: A liturgia: fonte de espiritualidade do missionário

A uma Igreja que caminha e que se põe na estrada, tal como os discípulos de Emaús (Lc 23,13-35), a liturgia oferece três experiências marcantes que alicerçam e fundamentam a missão: a) a experiência propriamente eclesial de reunir-se com os irmãos e as irmãs na fé, de acolher e ser acolhido, de reunir-se em nome de Cristo. Por mais solitário que possa estar, ou por mais árdua que possa ser sua missão, o cristão missionário reporta-se sempre a uma comunidade que o sustenta; b) a experiência de aprender a Palavra de Deus de forma que o coração se abrase, numa nova estruturação de sentidos, capaz de integrar o sofrimento, a dor e a morte. O missionário sabe que na base de sua missão está uma Palavra – ou melhor, está a Palavra – que o envia e o convoca; c) a experiência da fração do Pão e do reconhecimento da presença do Cristo, como memória explícita e reconhecimento expresso de sua aliança conosco. O dinamismo missionário da Igreja não nasce da vontade dos homens que decidem fazer-se propagadores de sua fé. Nasce do Espírito que atua nas celebrações litúrgicas. A missão não é nunca proselitismo ou mero serviço humano, mas decorre sempre da aliança que se constitui e se estrutura na Eucaristia e no partir do Pão que é o próprio Cristo. “Terminada a assembleia, o discípulo de Cristo volta a seu ambiente cotidiano, com o compromisso de fazer, de toda a sua vida, um dom, um sacrifício espiritual agradável a Deus (Rm 12,1). Ele sente-se devedor para com os irmãos daquilo que recebeu na celebração, tal como sucedeu com os discípulos de Emaús que, depois de terem reconhecido Cristo ressuscitado na ‘fração do pão’ (Lc 24,30-32), sentiram a exigência de ir imediatamente partilhar com seus irmãos a alegria de terem encontrado o Senhor” (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Domingo, Dies Domini, n. 45). Afirma ainda o mesmo Papa na Carta Apostólica Mane Nobiscum Domine: “O apóstolo põe em estreita inter-relação o banquete e o anúncio: entrar em comunhão com o Cristo no memorial da Páscoa significa ao mesmo tempo experimentar o dever de tornar-se missionário do acontecimento que esse rito atualiza. A despedida no final de cada Missa constitui um mandato, que impele o cristão para o dever de propagação do Evangelho e de animação cristã da sociedade” (n. 24). 

Perguntas para reflexão: 
1. Comentem as três experiências litúrgicas que alicerçam e fundamentam a missão. 
2. Como preparamos, celebramos e vivenciamos estas experiências em nossas celebrações litúrgicas? 
3. Como preparamos e como as pessoas participam e se sentem enviadas nos Ritos Finais? O que poderíamos melhorar? 
No próximo mês, refletiremos a respeito dos desafios para a Liturgia a partir da missão.

(Extraído de A LITURGIA FORMADORA DE MISSIONÁRIOS DE JESUS CRISTO (II), por Dom Manoel João Francisco. Publicado em: CNBB. Liturgia em Mutirão – Subsídios para formação. Brasília: Edições CNBB, 2007.)

Um mês dedicado as vocações - Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais

Gratidão ao padre Daniel e aos demais padres!
"Muito obrigado pela alegria com que soubestes dar a vossa vida, mostrando um coração que ao longo dos anos combateu e lutou para não se tornar estreito nem amargurado e, pelo contrário, ser diariamente alargado pelo amor de Deus e do seu povo, um coração que, como o bom vinho, o tempo não azedou, mas deu-lhe uma qualidade cada vez mais fina; porque é eterna a sua misericórdia'".


A cada domingo a celebração litúrgica é dedicada a uma vocação específica. Normalmente a própria liturgia da Palavra de cada dia, em especial a dos domingos, dá o tema principal da reflexão e meditação trazida para alimento do povo de Deus. É costume, neste mês, comemorarmos as diversas vocações a cada semana:
Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.

Agosto Vocacional: "A vocação à vida cristã"

A vocação à vida cristã
Neste mês das vocações, o lema escolhido é a palavra do profeta Isaías.
Para nossa reflexão e inspiração o tema e arte do Mês Vocacional 2020 (vide cartaz).
Tema: Amados e chamados por Deus
Lema: “És precioso a meus olhos… Eu te amo” (cf Is 43,4)
Esta palavra bíblica acrescenta alguma coisa importante à nossa reflexão. Ela nos confirma que se estamos dentro desta grande teia da vida e nos sentimos chamados a lutar pela vida e defender a vida onde ela existe é porque fomos primeiramente amados e este amor divino que recebemos é que faz de nós pessoas de amor.