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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Visita de Nossa Senhora a Santa Isabel



Caríssimos,
Com esta festa, encerramos o Mês de maio. Um mês especial na vida da Igreja.
Também conhecida como a Festa do Magnificat. A Visitação prolonga e irradia a alegria messiânica da Salvação, Maria, Arca da Nova Aliança, é teófora (portadora de Deus), e saudada por Isabel como Mãe do senhor. O calendário litúrgico leva em conta a narração evangélica que coloca a Visitação no período dos três meses entre a Anunciação e o nascimento de João Batista.
A festa da Visitação, de origem franciscana, que os frades menores já a celebravam em 1263, era celebrada a dois de julho, isto é, ao término da visita de Maria.
A festa foi depois estendida a toda a Igreja Latina pelo papa Urbano VI (1378-1389) para propiciar com a intercessão de Maria a paz e a unidade dos cristãos divididos pelo grande cisma do Ocidente no século 14.
O atual calendário litúrgico abandonou a data tradicional de 2 de julho para fixar-lhe a memória no último dia de maio, como coroação do mês que a devoção popular consagra ao culto particular da Virgem.
Fonte pesquisa: Igreja em oração-CNBB


30º Encontro de Casais com Cristo – Paróquia São José Operário


Data: 02,03 e 04 de Agosto de 2019
Sexta-feira, dia 02 das 19:30 às 22:00
Sábado dia 03 das 07:30 ás 22:00
Domingo dia 04 das 07:30 às 20:00 (término com a missa)
Casal ficha Hélio e Daniela (11)94878-8940 ou (11)97446-8960
“A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja” (Orientações Pastorais sobre o Matrimônio – CNBB Doc.nº 12).
O ECC quer contribuir decisivamente para essa evangelização. Quer ser um instrumento importantíssimo dentro dessa dinâmica evangelizadora.
O Encontro de Casais com Cristo é um serviço da Igreja, em favor das famílias, que teve origem em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP, por iniciativa do Pe. Alfonso Pastore. Nasceu da inquietude de um sacerdote que está dedicando seus quase 30 anos de vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária. “Começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade” (Pe. Alfonso Pastore).

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Participe do Encontro da Pascom 2019!

Transporte Coletivo: Alteração A Linha 527 – Terminal Central – Jardim Guanabara – via Vila Alvorada


A Linha 527 – Terminal Central – Jardim Guanabara – via Vila Alvorada, passa por alteração de itinerário a partir de segunda-feira (27/05), após alterações viárias que fazem parte do pacote de obras da Avenida Osmundo dos Santos Pellegrini.
O novo itinerário sentido Terminal Central, seguirá pela Avenida Roberto Simonsen, Avenida Osmundo dos Santos Pellegrini, Rua Lupércio da Silveira Pupo e após a Travessa José Donatti, retorna ao itinerário normal.
Já no sentido Bairro, após a Travessa José Donatti, a linha acessa a rua Lupércio Silveira Pupo e Vitório Rossi, e retorna ao itinerário normal na Avenida Roberto Simonsen, deixando de atender pela Rua João Iotti.
Com a alteração o ponto de parada localizado na Rua Vitório Rossi será desativado, e os usuários deverão se deslocar até os pontos mais próximos, a menos de 250 metros do local.
A UGMT reforçou que não haverá alterações de horários e fará o acompanhando da alteração.


Divulgação:Associação de Moradores da Região do Retiro

segunda-feira, 20 de maio de 2019

REUNIÃO ORDINÁRIA DA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELHO FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA REGIÃO DO RETIRO JUNDIAÍ/SP.


EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE REUNIÃO ORDINÁRIA Nº 005 / 2019
A Diretoria executiva da Associação de Moradores da Região do Retiro, no uso das suas atribuições e prerrogativas, CONVOCA, através do presente edital todos os moradores da Região do Retiro para a 5ª Reunião ordinária do ano, no dia 22 de maio de 2019, na EMEB Anna Rita Alves Ludke, as 19:30h.
PAUTA:

1 - SAÚDE
2 - EDUCAÇÃO
3 - SEGURANÇA
4 - MEIO AMBIENTE
5 - ASSISTÊNCIA SOCIAL
6 - TRÂNSITO E TRANSPORTE
7 - ESPORTE E LAZER
8 - SERVIÇOS PÚBLICOS
9 - DAE
10 - ELEIÇÃO
Jundiaí, 15 de Maio de 2019
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Daniel Lemos
PRESIDENTE DA AMRR


domingo, 19 de maio de 2019

Preparação para a Vida Matrimonial ou Curso de Noivos


Realizado em nossa paróquia neste final de semana 18 e 19/05 mais um encontro de formação para noivos. Destacamos aqui, nossa equipe de formação que conta com casais preparados que se colocam a serviço neste relevante trabalho.
O curso de noivos tem como objetivo preparar o casal para o sacramento do matrimônio, mostrando as suas responsabilidades na formação da família e despertando a consciência da importância dessa união.
Essa equipe de formação busca acolher e partilhar com os casais a importância de Deus através do Sacramento do Matrimônio e a construção de uma família Cristã.

Por ser justamente uma celebração de fé, a Igreja organiza para aqueles que desejam se casar, uma preparação espiritual, chamada de Preparação para a Vida Matrimonial ou Curso de Noivos. O encontro propõe uma integração entre os casais que pretendem se casar, mediante encontros com casais que trabalham voluntariamente a serviço de Deus, visando orientá-los para o sacramento do matrimônio e suas conseqüências. São casais de nossa paróquia que se dispõe de seu tempo para que esse tipo de formação seja desenvolvido.

O Curso de Noivos foi instituído pela Igreja para auxiliar o casal na preparação para o recebimento do Sacramento do Matrimônio e tem como objetivos: Acolher e partilhar com os casais a importância de Deus por meio do Sacramento do
Matrimônio e a construção de uma família cristã; Ajudar os noivos a entenderem o significado do amor conjugal cristão; Levá-los a refletir sobre o seu relacionamento pessoal e buscar um melhor conhecimento do outro e de si mesmos; Despertá-los para a importância do diálogo na vida conjugal; Ajudá-los a compreender o significado do Sacramento do Matrimônio e suas consequências para a vida conjugal: fidelidade, indissolubilidade e fecundidade.
O Curso é requisito obrigatório para todos os noivos que vão casar-se na Igreja Católica e não deve ser deixado para a última hora.

Pascom-SJO

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Espiritualidade: O novo Mandamento

O Senhor Jesus afirma que dá um novo mandamento a seus discípulos, isto é, que se amem mutuamente: Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros (Jo 13,34). 
Mas este mandamento já não estava escrito na antiga lei de Deus, onde se lê: Amarás o teu próximo como a ti mesmo? (Lv 19,18). Por que então o Senhor chama novo o que é evidentemente tão antigo? Será um novo mandamento pelo fato de nos revestir do homem novo, depois de nos ter despojado do velho? Na verdade, ele renova o homem que o ouve, ou melhor, que lhe obedece; não se trata, porém, de um amor puramente humano, mas daquele que o Senhor quis distinguir,acrescentando: Como eu vos amei (Jo 13,34). 
É este amor que nos renova, transformando-nos em homens novos, herdeiros da nova Aliança, cantores do canto novo. Foi este amor, caríssimos irmãos, que renovou outrora os antigos justos, os patriarcas e os profetas e, posteriormente, os santos apóstolos. Ainda hoje é ele que renova as nações e reúne todo o gênero humano espalhado pelo mundo inteiro, formando um só povo novo, o corpo da nova esposa do Filho unigênito de Deus.
Dos Tratados sobre o Evangelho de São João, de Santo Agostinho, bispo(Séc.V)

terça-feira, 14 de maio de 2019

São Matias, Apóstolo,Festa

ANTES DE TUDO, UMA ESCOLHA;
ANTES DE TUDO, O AMOR QUE NOS AMOU
Atos dos Apóstolos 1,15-17.20-26; João 15,9-17

“Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16). No começo de tudo, até mesmo da nossa existência, não existe o acaso, mas uma escolha: Deus nos escolheu em seu Filho Jesus Cristo para sermos pedras vivas da sua Igreja e também para sermos sal da terra e luz do mundo. Judas também havia sido escolhido para esta mesma missão, mas, na sua liberdade, abandonou o projeto de Deus e decidiu seguir outro caminho, que acabou levando-o à perda de sentido da vida e ao suicídio.

Pedro, chefe dos apóstolos, entendeu que a ausência de Judas precisava ser preenchida, pois Jesus escolheu doze apóstolos como pedras que fundamentam a sua Igreja (cf. Ap 21,14). Sendo assim, eles se colocaram em oração e pediram a Deus, que conhece o coração de cada um de nós, que manifestasse a Sua vontade e revelasse quem Ele havia escolhido para substituir Judas. A escolha apontou para Matias, o apóstolo que celebramos hoje.

A escolha de Matias deve nos tornar conscientes do lugar que cada um de nós ocupa na Igreja, na história da salvação e na humanidade. Ninguém de nós é – e nem tem que ser – o centro do mundo ou da história, mas o lugar que ocupamos precisa ser valorizado e abraçado com a convicção de que nós somos únicos e a missão que Deus confiou a cada um de nós é também única. Com afirma Alsem Grün, existe uma palavra que Deus quer dirigir ao mundo por meio da nossa existência, e se nós abandonarmos a missão que Deus nos confiou, essa palavra ficará sem ser pronunciada.

Jesus, em quem o Pai nos amou e nos escolheu, nos faz um pedido no Evangelho de hoje: “Permaneçam no meu amor” (Jo 15,9). ‘Embora vocês, como meus discípulos, terão que enfrentar a maldade e a injustiça dos homens, nunca duvidem do meu amor e do amor do meu Pai por vocês! Não se afastem desse amor e não desistam de amar as pessoas com esse mesmo amor. Se vocês deixarem de amar, deixarão de se configurarem a mim e se deformarão em caricaturas do meu amor. Amem-se uns aos outros não como vocês conseguirem, mas como eu amei vocês: eu os amei até o fim, até o sacrifício da minha própria vida. Amem-se como eu amei o Pai, permanecendo na obediência a Ele e fazendo tudo o que estava ao meu alcance para salvar as pessoas que Ele confiou aos meus cuidados. É assim que vocês são chamados a amar. É assim que vocês são chamados a testemunhar ao mundo que são meus discípulos’.

 Pe. Paulo Cezar Mazzi

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Íntegra da Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações -12 de maio de 2019 - IV Domingo da Páscoa. A coragem de arriscar pela promessa de Deus


Queridos irmãos e irmãs!
Depois da experiência vivaz e fecunda, em outubro passado, do Sínodo dedicado aos jovens, celebramos recentemente no Panamá a XXXIV Jornada Mundial da Juventude. Dois grandes eventos que permitiram à Igreja prestar ouvidos à voz do Espírito e também à vida dos jovens, aos seus interrogativos, às canseiras que os sobrecarregam e às esperanças que neles vivem.
Neste Dia Mundial de Oração pelas Vocações, retomando precisamente aquilo que pude partilhar com os jovens no Panamá, desejo refletir sobre a chamada do Senhor enquanto nos torna portadores duma promessa e, ao mesmo tempo, nos pede a coragem de arriscar com Ele e por Ele. Quero deter-me brevemente sobre estes dois aspetos – a promessa e o risco –, contemplando juntamente convosco a cena evangélica da vocação dos primeiros discípulos junto do lago da Galileia (cf. Mc 1, 16-20).
Dois pares de irmãos – Simão e André, juntamente com Tiago e João – estão ocupados na sua faina diária de pescadores. Nesta cansativa profissão, aprenderam as leis da natureza, desafiando-as quando os ventos eram contrários e as ondas agitavam os barcos. Em certos dias, a pesca abundante recompensava da árdua fadiga, mas, outras vezes, o trabalho duma noite inteira não bastava para encher as redes e voltava-se para a margem cansados e desiludidos.
Estas são as situações comuns da vida, onde cada um de nós se confronta com os desejos que traz no coração, se empenha em atividades que – espera – possam ser frutuosas, se adentra num «mar» de possibilidades sem conta à procura da rota certa capaz de satisfazer a sua sede de felicidade. Às vezes goza-se duma pesca boa, enquanto noutras é preciso armar-se de coragem para governar um barco sacudido pelas ondas, ou lidar com a frustração de estar com as redes vazias.
Como na história de cada vocação, também neste caso acontece um encontro. Jesus vai pelo caminho, vê aqueles pescadores e aproxima-Se... Sucedeu assim com a pessoa que escolhemos para compartilhar a vida no matrimónio, ou quando sentimos o fascínio da vida consagrada: vivemos a surpresa dum encontro e, naquele momento, vislumbramos a promessa duma alegria capaz de saciar a nossa vida. De igual modo naquele dia, junto do lago da Galileia, Jesus foi ao encontro daqueles pescadores, quebrando a «paralisia da normalidade» (Homilia no XXII Dia Mundial da Vida Consagrada, 2/II/2018). E não tardou a fazer-lhes uma promessa: «Farei de vós pescadores de homens» (Mc 1, 17).
Sendo assim, a chamada do Senhor não é uma ingerência de Deus na nossa liberdade; não é uma «jaula» ou um peso que nos é colocado às costas. Pelo contrário, é a iniciativa amorosa com que Deus vem ao nosso encontro e nos convida a entrar num grande projeto, do qual nos quer tornar participantes, apresentando-nos o horizonte dum mar mais amplo e duma pesca superabundante.
Com efeito, o desejo de Deus é que a nossa vida não se torne prisioneira do banal, não se deixe arrastar por inércia nos hábitos de todos os dias, nem permaneça inerte perante aquelas opções que lhe poderiam dar significado. O Senhor não quer que nos resignemos a viver o dia a dia, pensando que afinal de contas não há nada por que valha a pena comprometer-se apaixonadamente e apagando a inquietação interior de procurar novas rotas para a nossa navegação. Se às vezes nos faz experimentar uma «pesca miraculosa», é porque nos quer fazer descobrir que cada um de nós é chamado – de diferentes modos – para algo de grande, e que a vida não deve ficar presa nas redes do sem-sentido e daquilo que anestesia o coração. Em suma, a vocação é um convite a não ficar parado na praia com as redes na mão, mas seguir Jesus pelo caminho que Ele pensou para nós, para a nossa felicidade e para o bem daqueles que nos rodeiam.
Naturalmente, abraçar esta promessa requer a coragem de arriscar uma escolha. Sentindo-se chamados por Ele a tomar parte num sonho maior, os primeiros discípulos, «deixando logo as redes, seguiram-No» (Mc 1, 18). Isto significa que, para aceitar a chamada do Senhor, é preciso deixar-se envolver totalmente e correr o risco de enfrentar um desafio inédito; é preciso deixar tudo o que nos poderia manter amarrados ao nosso pequeno barco, impedindo-nos de fazer uma escolha definitiva; é-nos pedida a audácia que nos impele com força a descobrir o projeto que Deus tem para a nossa vida. Substancialmente, quando estamos colocados perante o vasto mar da vocação, não podemos ficar a reparar as nossas redes no barco que nos dá segurança, mas devemos fiar-nos da promessa do Senhor.
Penso, antes de mais nada, na chamada à vida cristã, que todos recebemos com o Batismo e que nos lembra como a nossa vida não é fruto do acaso, mas uma dádiva a filhos amados pelo Senhor, reunidos na grande família da Igreja. É precisamente na comunidade eclesial que nasce e se desenvolve a existência cristã, sobretudo por meio da Liturgia que nos introduz na escuta da Palavra de Deus e na graça dos Sacramentos; é nela que somos, desde tenra idade, iniciados na arte da oração e na partilha fraterna. Precisamente porque nos gera para a vida nova e nos leva a Cristo, a Igreja é nossa mãe; por isso devemos amá-la, mesmo quando vislumbramos no seu rosto as rugas da fragilidade e do pecado, e devemos contribuir para a tornar cada vez mais bela e luminosa, para que possa ser um testemunho do amor de Deus no mundo.
Depois, a vida cristã encontra a sua expressão naquelas opções que, enquanto conferem uma direção concreta à nossa navegação, contribuem também para o crescimento do Reino de Deus na sociedade. Penso na opção de se casar em Cristo e formar uma família, bem como nas outras vocações ligadas ao mundo do trabalho e das profissões, no compromisso no campo da caridade e da solidariedade, nas responsabilidades sociais e políticas, etc. Trata-se de vocações que nos tornam portadores duma promessa de bem, amor e justiça, não só para nós mesmos, mas também para os contextos sociais e culturais onde vivemos, que precisam de cristãos corajosos e testemunhas autênticas do Reino de Deus.
No encontro com o Senhor, alguém pode sentir o fascínio duma chamada à vida consagrada ou ao sacerdócio ordenado. Trata-se duma descoberta que entusiasma e, ao mesmo tempo, assusta, sentindo-se chamado a tornar-se «pescador de homens» no barco da Igreja através duma oferta total de si mesmo e do compromisso dum serviço fiel ao Evangelho e aos irmãos. Esta escolha inclui o risco de deixar tudo para seguir o Senhor e de consagrar-se completamente a Ele para colaborar na sua obra. Muitas resistências interiores podem obstaculizar uma tal decisão, mas também, em certos contextos muito secularizados onde parece não haver lugar para Deus e o Evangelho, pode-se desanimar e cair no «cansaço da esperança» (Homilia na Missa com sacerdotes, pessoas consagradas e movimentos laicais, Panamá, 26/I/2019).
E, todavia, não há alegria maior do que arriscar a vida pelo Senhor! Particularmente a vós, jovens, gostaria de dizer: não sejais surdos à chamada do Senhor! Se Ele vos chamar por esta estrada, não vos oponhais e confiai n’Ele. Não vos deixeis contagiar pelo medo, que nos paralisa à vista dos altos cumes que o Senhor nos propõe. Lembrai-vos sempre que o Senhor, àqueles que deixam as redes e o barco para O seguir, promete a alegria duma vida nova, que enche o coração e anima o caminho.
Queridos amigos, nem sempre é fácil discernir a própria vocação e orientar justamente a vida. Por isso, há necessidade dum renovado esforço por parte de toda a Igreja – sacerdotes, religiosos, animadores pastorais, educadores – para que se proporcionem, sobretudo aos jovens, ocasiões de escuta e discernimento. Há necessidade duma pastoral juvenil e vocacional que ajude a descobrir o projeto de Deus, especialmente através da oração, meditação da Palavra de Deus, adoração eucarística e direção espiritual.
Como várias vezes se assinalou durante a Jornada Mundial da Juventude do Panamá, precisamos de olhar para Maria. Na história daquela jovem, a vocação também foi uma promessa e, simultaneamente, um risco. A sua missão não foi fácil, mas Ela não permitiu que o medo A vencesse. O d’Ela «foi o “sim” de quem quer comprometer-se e arriscar, de quem quer apostar tudo, sem ter outra garantia para além da certeza de saber que é portadora duma promessa. Pergunto a cada um de vós: sentes-te portador duma promessa? Que promessa trago no meu coração, devendo dar-lhe continuidade? Maria teria, sem dúvida, uma missão difícil, mas as dificuldades não eram motivo para dizer “não”. Com certeza teria complicações, mas não haveriam de ser idênticas às que se verificam quando a covardia nos paralisa por não vermos, antecipadamente, tudo claro ou garantido» (Vigília com os jovens, Panamá, 26/I/2019).
Neste Dia, unimo-nos em oração pedindo ao Senhor que nos faça descobrir o seu projeto de amor para a nossa vida, e que nos dê a coragem de arriscar no caminho que Ele, desde sempre, pensou para nós.
Vaticano, Memória de São João Bosco, 31 de janeiro de 2019.
Franciscus


Domingo do Bom Pastor: "Um olhar sob o ponto de vista leigo"


Celebramos neste final de semana, 12/05 o 4º Domingo do tempo comum tradicionalmente chamado “Domingo do Bom Pastor”. Nesta celebração é sempre muito oportuno refletir e colocar no coração de nosso Deus os pastores da Igreja. O nosso Papa Francisco, nosso Bispo Diocesano Dom Vicente Costa, o novo presidente da CNBB Dom Valmor Oliveira de Azevedo eleito recentemente na 57º Assembléia da Conferencia em Aparecida. Também em nossas orações diárias, nosso Pároco Padre Daniel Rosa, Vigário Eduardo, diácono Dirceu e Seminarista Luan. Dia também de Oração Mundial pelas Vocações.
Como não lembrar São João Paulo II e suas mensagens por ocasião deste dia no inicío dos anos 90. Lembro-me enquanto jovem, como os grupos de Pastoral da Juventude ficavam ansiosos em organizar este dia cada ano em uma cidade da Diocese de Jaboticabal interior de São Paulo. Isso tinha um diferencial muito grade na formação do período juvenil.
Muitas paróquias de modo geral, estão sofrendo hoje uma crise muito séria, quando se trata da figura do pastor. Muitos pastores deixaram de lado o ideal de se configurarem a Jesus, o Bom Pastor, e acabaram se tornando ladrões, assaltantes ou mercenários (cf. Jo 10,1.12-13), isto é, pastores que têm como interesse principal não o bem das ovelhas, mas enriquecer-se desonestamente às custas da ingenuidade religiosa delas. Outros se tornaram “guias cegos”, pastores desorientados internamente, alguns viciados em bebida ou em droga; outros, viciados em jogos ou em pornografia. São autoridades moralmente desautorizadas, homens incapazes de conduzir pessoas para Deus porque nem eles mesmos se esforçam por viver em Deus: além de não terem vida de oração séria e profunda, não se esforçam por viver aquilo que pregam aos outros. Por fim, existem os pastores vagabundos, aqueles que estão sempre “muito atarefados em não fazer nada” (2Ts 3,11). Se não cuidam com zelo e dedicação das ovelhas que ainda estão junto deles, imagine se eles se darão ao trabalho de irem atrás daquelas que estão afastadas!
Por outro lado, de minha parte e grande parte dos leigos, na verdade, nós não gostamos de “ser conduzidos”. Pois, nos julgarmos pessoas autônomas e livres, queremos nos conduzir por nós mesmos. Pensamos ser auto-suficiente a ponto de julgarmos o tempo todo a estrutura de nossa Igreja. Quem conduz você? Por quem ou pelo quê você se deixa conduzir no mundo de hoje?  No entanto, a liturgia deste quarto domingo da Páscoa nos fala de Jesus como nosso Pastor e de nós mesmos como ovelhas do seu rebanho, e a imagem da ovelha remete para uma verdade que precisamos admitir: todos nós buscamos uma direção, todos nós precisamos de algo ou de alguém que nos conduza, sobretudo neste tempo de grande desorientação em que vive a humanidade.  
Em fim, começamos a seguir Jesus quando nos sentimos atraídos e chamados por Cristo. O que passa além, não dura muito tempo na comunidade e não passa de agitação momentânea em grupos de Whatsapp ou qualquer coisa do tipo.
Rezemos e esforcemos para que a nossa comunidade se configure ao Bom Pastor, dispondo-se a uma profunda conversão e assim ir atrás de cada ovelha que se afastou ou se perdeu, para trazê-la de volta (cf. Mt 18,12-14), pois “não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um desses pequeninos se perca” (Mt 18,14).

sexta-feira, 10 de maio de 2019

2ª edição da Semana Equestre de 10 a 19 de maio em Jundiaí


A Semana Equestre de Jundiaí tem início neste dia 10 com o segundo módulo do Programa de Gestão em Equinocultura, com o curso de Administração de Haras, que visa estimular a formação e a qualificação desses profissionais.
O evento termina no dia 19 de maio com duas ações: a Santa Missa Romeira, às 5h, no Santuário Bom Jesus de Pirapora – Largo da Matriz – Centro – Pirapora do Bom Jesus – SP e com o Desfile e fim da procissão dos romeiros, às 16h, com passagem pela Rua Bom Jesus de Pirapora em Jundiaí, seguindo em direção ao Centro.
Confira a programação completa:
10 DE MAIO (6ª feira)
Curso de Administração de Haras (inscrições antecipadas)
Horário: 8h às 18h
Local: ETEC Benedito Storani – Av. Antonio Pincinato, 4355 – Jundiaí – SP
11 DE MAIO (Sábado)
Curso de Administração de Haras
Horário: 8h às 12h
Local: ETEC Benedito Storani – Av. Antonio Pincinato, 4355 – Jundiaí – SP
Aula prática
Horário: 13h às 17h
Local:  Haras Bosque do Içá, localizado na Avenida Luiz Gobbo, 1233, no bairro Santa Clara
“Viola do Bem”
Horário: 11h às 15h
Local: Praça Joaquim Soares Lemos, s/n – Vila Hortolândia
Realização: American Rodeo e CCVH
13 DE MAIO (2ª feira)
Jantar Cowboy Solidário
Horário: 19h às 22h
Local: Buffet Hi-5 – Rua do Retiro, nº 2001 – Vila das Hortências
Realização: André Cantoni e amigos
14 DE MAIO (3ª feira)
Workshop prático sobre Equoterapia (Vagas limitadas)
Horário: 9h às 12h
Realização: ABRAAHCE Equoterapia e Centro de Equoterapia DOM QUIXOTE
Local: Rua Luiz Fontebasso, 1652 – Bairro Champirra
Inscrições pelo telefone: (11) 98956-8381, falar com Carla ou (11) 99898-9031, falar com Claudia
Homenagem em Sessão Ordinária da Câmara Municipal
Horário: 18h
Local: Câmara Municipal de Jundiaí – Rua Barão de Jundiaí, 128 – Centro
15 DE MAIO (4ª feira)
Palestra “Brasil 15.000”
Horário: 19h
Local: Câmara Municipal de Jundiaí – Rua Barão de Jundiaí, 128 – Centro
Realização: SENAR, Sindicato Rural, Cavaleiro News e RG Rural
16 DE MAIO (5ª feira)
Vivência Equestre: saúde, equilíbrio e educação (vagas limitadas)
Horário: 13h às 15h
Realização: ABRAAHCE Equoterapia e Centro de Equoterapia DOM QUIXOTE
Local: Rua Luiz Fontebasso, 1652 – Bairro Champirra
Inscrições pelo telefone: (11) 98956-8381 (falar com Carla) ou (11) 99898-9031 (falar com Claudia)
Missa de Envio – Benção dos Distintivos
Horário: 19:30h
Local: Catedral Nossa Senhora do Desterro – Praça Governador Pedro de Toledo, s/n – Centro
17 DE MAIO (6ª feira)
Saída da Romaria para Pedestres
Horário: 22h
Local: Igreja da Varginha – Estrada da Santa Clara, nº 3269 – Varginha
18 DE MAIO (Sábado)
Saída da Romaria a Todos os Romeiros
Horário: 7h
Local: Igreja da Varginha – Estrada da Santa Clara, nº 3269 – Varginha
19 DE MAIO (Domingo)
SANTA MISSA ROMEIRA
Horário: 5h
Local: Santuário Bom Jesus de Pirapora – Largo da Matriz – Centro – Pirapora do Bom Jesus – SP
19 DE MAIO (Domingo)
Desfile e fim da Procissão dos Romeiros
Horário: 16h
Concentração na Vila Rami para entrada em procissão pela Rua Bom Jesus de Pirapora, com destino à Catedral Nossa Senhora do Desterro.
Da Redação-Foto: Divulgação (colaboração Márcio Neves-SJO-Pascom)



segunda-feira, 6 de maio de 2019

Dom Walmor Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte (MG), é eleito novo presidente da CNBB


O Arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, foi eleito na tarde desta segunda-feira, 6 de maio, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido pelo episcopado brasileiro que participa em Aparecida (SP), da 57ª Assembléia Geral da CNBB no terceiro escrutínio, após receber a maioria absoluta de votos do total de 301 bispos votantes.
Como manda o Estatuto da CNBB, o até então presidente cardeal Sergio da Rocha perguntou a dom Walmor se aceita ser presidente. “Aceito com humildade, aceito com temor e aceito à luz da fe”, foram as primeiras  palavras que ele dirigiu à plenária da 57ª. Só à luz da fé, segundo dom Walmor, será possível recuperar a força da colegialidade da Igreja no Brasil a partir de uma escuta muito profunda dos irmãos e do povo de Deus. Ele pediu a Deus que não falte sabedoria para assumir este serviço.
Nascido em 26 de abril de 1954, dom Walmor é natural de Côcos (BA). É o primeiro baiano a estar à frente da CNBB. O novo presidente da Conferência é doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma, Itália) e mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico (Roma, Itália).


Bispos elegem a partir de hoje a nova presidência da CNBB


Nesta segunda-feira, 6 de maio, tem início o processo eleitoral que escolherá os bispos que estarão à frente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pelo próximo quadriênio (2019-2023). O episcopado brasileiro, através de voto secreto, elegerá presidente, vice-presidente, segundo vice-presidente, secretário-geral, presidentes das Comissões Episcopais Pastorais  e seus representantes junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam).
Foram instaladas 17 urnas eletrônicas no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, local onde é realizada a 57ª Assembléia Geral da CNBB. Os equipamentos foram testados por todos os bispos no último sábado, 4. As urnas, com um sistema desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação da CNBB, foram idealizadas para rodar em plataforma web, conectada a um servidor de banco de dados.
Durante as votações, que podem acontecer até a próxima quinta-feira, 9, cada urna terá como responsável um presidente e um secretário, para garantir o sigilo e a privacidade dos eleitores, durante o processo. Após cada escrutínio, o sistema de gerenciamento das urnas se encarregará da apuração dos votos. Será emitido um relatório com o nome dos candidatos votados, por ordem decrescente, indicando se o candidato mais votado atingiu o percentual de votos exigido para aquele escrutínio.