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terça-feira, 30 de abril de 2019

Palavras de Kiko Argüello, iniciador do caminho neocatecumenal.


Os irmãos na comunidade são um legado que o Senhor vos a dado, por isso se vocês se afastarem, voltem a andar! O Senhor te recebe com seus braços estendidos.
A comunidade é uma síntese de alegrias e sofrimentos, penso que muitas vezes não sabemos como continuar, não sabemos, quando os irmãos nos resultam desconfortáveis, quando não passamos ao responsável, quando não temos caridade, quando não estamos em paz, que difícil!
Sabei que Carmen nunca me elogiou, graças a Deus; e parece que quando não acontece nada, quando ninguém se mete comigo e os irmãos nos bajulam então tudo está muito bem; mais quando nos fazem ver a nossa realidade, quando nos marcam os nossos erros, caímos. Fatos pó, cansados da comunidade e a nossa boca abre-se ao julgamento. Mais lembrem-se que aquele que te adula é o teu inimigo, aquele que te corrige é teu irmão, teu pai.
É por isso que a comunidade é uma graça que muitas vezes é difícil de ver, a comunidade nos faz descer as arquibancadas da humildade, e ao cristão faz-lhe grande o ser humilde. É a comunidade quem me faz o imenso bem de assemelhar a Cristo. Meu Deus, você levava sobre você os pecados dos seus inimigos. E eu? Tudo me fere, eu sou um servo inútil. Me ajude!
Com certeza você nem pode apreciar o dom de ter trinta simpáticos que nos ajudem a ver quem somos na verdade, que neles possamos descobrir a nossa incapacidade de amar. É por isso que São Paulo formava comunidades, é assim que a virgem nos inspirou fazer comunidades, não camarilhas ou casais, comunidades que com paciência possam chegar a ser um, como Cristo é um com o pai.
Lembre-se que a única felicidade neste mundo, é amar a Deus, amar a Cristo. E a virgem nos disse "o outro é Cristo", na comunidade o outro é o teu irmão, o teu irmão não é o inferno, o teu irmão é Cristo.
(Reflexão do Kiko sobre a comunidade.)

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Tempo Pascal: Passar da dúvida para fé


Uma abordagem com base no 2º Domingo da Páscoa
“Tocar” em Jesus, colocar o dedo em suas chagas e a mão no seu lado aberto, é descobrir a ferida sangrenta da história humana, vinculando assim a ressurreição com a dor dos homens e mulheres oprimidos (as), torturados, enfermos, assassinados...
O homem moderno aprendeu a duvidar. É típico do espírito do nosso tempo questionar tudo para progredir no conhecimento científico. Neste clima, a fé fica frequentemente desacreditada. O ser humano vai caminhando pela vida cheio de incertezas e dúvidas.
A sua atitude é compreensível. Tomé não diz que os seus companheiros estão mentindo ou que estão enganados. Apenas afirma que os seus testemunhos não são suficientes para aderir à sua fé. Ele necessita viver a sua própria experiência. E Jesus não o censura em nenhum momento.
Não são ''provas'' da ressurreição, mas ''sinais'' de seu amor e da entrega até a morte. Por isso, convida-o a aprofundar as suas dúvidas com confiança: ''Não sejas incrédulo, mas um crente''. Tomé renuncia a verificar o que seja. Já não sente necessidade de provas. Só sabe que Jesus o ama e o convida a confiar: ''Senhor meu e Deus meu''.
Um dia, nós os cristãos descobriremos que muitas das nossas dúvidas, vividas de forma sã, sem perder o contato com Jesus e a comunidade, nos pode resgatar de uma fé superficial que se contenta em repetir fórmulas e estimular-nos a crescer em amor.
Pascom-SJO

segunda-feira, 22 de abril de 2019

57ª Assembleia Geral da CNBB escolherá um sucessor para o atual presidente, o Cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília


Entre os dias 1º e 10 de maio, mais de 400 representantes da Igreja Católica, entre eles 304 bispos ativos, vão se reunir em Aparecida (SP) na 57ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para, entre outras tarefas, escolher os novos ocupantes dos dois cargos mais importantes da entidade, os de presidente e de secretário-geral.
A 57ª Assembléia Geral da CNBB terá de escolher um sucessor para o atual presidente, o cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília. Ele comunicou que não aceita a reeleição. Quatro nomes estão sendo apontados para o cargo: os cardeais dom Odilo Scherer de São Paulo, dom Orani João Tempesta, do Rio de Janeiro, o arcebispo dom Jaime Spengler, de Porto Alegre, e o arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Outra questão a ser levantada para discussão na Assembléia Geral da CNBB será o Sínodo dos Bispos para a Amazônia, que se reunirá em Roma, em outubro, sob a presidência do papa Francisco. O Brasil e mais oito países que integram a Amazônia participarão do encontro. Os debates vão abranger temas como a formação de um clero adaptado à região.
Fonte: Agência Estado

domingo, 14 de abril de 2019

Rito da entrega das Palmas marca o início das atividades do Caminho Neocatecumenal na Semana Santa


Para o Caminho Neocatecumenal, a Semana Santa assim como todas as fases do itinerário é marcada por muitos ritos, todos bastante carregados de simbolismos, gestos, elementos. Na celebração de Ramos as comunidades conforme etapas correspondentes recebem a “Palma da vitória”, como sinal do testemunho de Cristo que pode chegar até o martírio. A estética do ritual pode emocionar, de tão bela e tão enriquecida. Mas tudo isso precisa alcançar a profundidade da experiência espiritual. A exteriorização da fé, em seus ritos e símbolos, é deveras muito importante, mas é caminho para algo que está para além do exterior: a configuração do fiel à vida e missão de Jesus Cristo, reconhecido como Senhor que venceu a morte e que, por isso, dá pleno sentido à vida.

Mudar o coração num itinerário cristão de descobertas que nos apresenta quem somos, de verdade, para que não nos enganemos com uma falsa concepção ou nos fechemos com véu, que omite nossa verdadeira identidade. Uma abertura que nos faça amar. Amar quem nós somos. Amar nossos irmãos nas suas mais peculiares diferenças. Amar até não mais sentir necessidade nenhuma que não seja amar. Quando tomamos conhecimento de nossas arestas, falhas e dificuldades e as apresentamos ao Senhor com sinceridade de coração, somos capazes de olhar para as feridas de nossos irmãos e de nossas irmãs e sentir compaixão, aplicando o remédio da misericórdia. Conseguimos sermos, também nós, acolhidos e cuidados.
O neocatecumenato preocupa-se em reviver o sentido profundo do batismo com sua vivência cristã e pertença à Igreja. Quer recuperar a antiga tradição da Igreja, desejando produzir nos cristãos verdadeira conversão. O Caminho é exigente. Há muitos aspectos positivos, sobretudo pela busca da vivência batismal compromissada. É intenção de seus fundadores recuperar o sentido do batismo e seu testemunho de vida nova. São etapas muito exigentes, que exigem coragem e perseverança.
                                                                                                   por:


terça-feira, 9 de abril de 2019

Comunidades Neocatecumenais recebem o Anúncio da Páscoa na Paróquia São José Operário

Na noite desta terça,09 comunidades do Caminho Neocatecumenal de nossa paróquia, juntamente com os irmãos das comunidade de Santo Antonio (Anhangabaú), estiveram reunidas para receberem dos catequistas o Anúncio da Pascoa 2019.
 O artigo 12 dos estatutos estabelece exatamente que “o neocatecumenato visa estimular a paróquia a uma celebração mais rica da Vigilia Pascal”.
Assim, encontramos na liturgia, própria deste tempo, um caminho catecumenal que vai, gradativamente, nos introduzindo nas fontes batismais, a fim de assumirmos Jesus como Messias de nossa vida e mergulharmos no mistério de sua Paixão e Ressurreição. O grande bispo de Jerusalém, São Cirilo (313-350 d. C), ensina-nos em suas catequeses mistagógicas acerca deste itinerário batismal que vivenciamos,
sobremaneira na noite do Sábado Santo, o sábado de Aleluia. Ele diz: Batizados em Cristo e dele revestidos vos tornastes conformes ao Filho de Deus. Na sequência deste sacramento, Cirilo nos lembra da Santa Unção com o Crisma: Ungidos com o óleo, fostes feitos participes e companheiros de Cristo. Estes dois sacramentos desembocam na Celebração da Eucaristia, a Memória Pascal do Cordeiro de Deus (Jo 1,29), Jesus Cristo: Em forma de pão te é dado o corpo, e em forma de vinho o sangue, para que te tornes, tomando o corpo e o sangue de Cristo, con-corpóreo e consanguíneo com Cristo.
Somos acompanhados por Deus, “nutridos” por sua Palavra, no manancial da Liturgia e chegamos mistificados para celebrarmos junto às fontes do Batismo e junto a mesa da Eucaristia o mistério de um Deus que nos incorpora a Ele e nos nutre com seu corpo e seu sangue para fazermos um dia nossa travessia pessoal desta vida, e celebrarmos com Ele a Páscoa definitiva, do dia sem ocaso, ou seja, o dia sem fim.
(por Márcio Neves-Comunicação SJO)


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Padre Daniel fala sobre a importância da reconciliação com Deus através da confissão dos pecados

Por ocasião do 4º domingo da quaresma, neste domingo,31/03 Pe. Daniel em sua homilia dentre os muitos ensinamentos, exortou a todos os fiéis sobre a importância de não deixar passar a oportunidade de buscar o Sacramento da Confissão. Enfatizou sobre a opção de participação (para quem ainda não confessou) participar das confissões nas comunidades em nossa Região pastoral (Região V) que ainda tem em andamento sua programação e, sobretudo buscar marcar um horário no meio de semana.
Com base no livro de Josué (5,9a.10-12) que diz que fomos libertados, escapamos da vergonhosa escravidão do pecado.
Vivendo uma vida nova em Jesus, na terra reconciliados com Deus nosso Pai, temos que ser seguidores constantes da esperança, na certeza que a vitoria final será da justiça e do amor. Nossa fé em Jesus, nossa entrega a Ele exige isso de nós. Não vivemos no medo nem na nostalgia do passado. Somos chamados a festa da Alegria como propõe este domingo que vem liturgicamente simbolizado pela cor rósea. Como dizia o Pai Misericordioso (Lc.15,32), é preciso festejar e alegrar-nos e voltarmos a viver, estávamos perdidos e fomos encontrados. Quem ouve esta parábola do lado de fora não entenderá nada. Continuará a caminhar pela vida sem Deus. Quem a escuta no seu coração, talvez chore
de alegria e gratidão. Sentirá pela primeira vez que o mistério final da vida é Alguém que nos acolhe e nos perdoa porque só quer a nossa alegria.
por Márcio Neves - Comunicação SJO