Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)

Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)
Tania e Vânia (Sec. Paroquial) - Milena (Sec. Capela São Gabriel)

domingo, 15 de dezembro de 2019

Domingo da alegria: “Amar e servir com alegria” (3º Dom. do Advento)


A maior motivação que o trabalho pastoral busca oferecer para as pessoas que estão envolvidas e comprometidas é sentir que Deus quer precisar de cada um dos seus filhos para que o seu Plano de Amor e Justiça aconteça no meio da nossa sociedade. Sendo assim, podemos ser canais das bênçãos de Deus para as pessoas, principalmente para aqueles que mais precisam.
Qualquer pessoa pode participar de uma pastoral dentro da sua igreja. Basta verificar as diversas pastorais da comunidade em que atua, e perceber qual ou quais os dons que tem e colocá-los a serviço das pessoas da comunidade. E por outro lado, é necessário também, estar atento às necessidades da comunidade e é preciso colocar-se a disposição para o serviço do bem comum.
“Amar e servir com alegria”, esse deve ser o sentimento de todas as pessoas que aceitam contribuir com seus dons para as mais diversas pastorais da Igreja católica que buscam através de suas ações, atenderem determinadas situações em uma realidade específica, tendo como foco principal difundir os ensinamentos deixados por Jesus nos evangelhos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Solene Vigília da Imaculada marca os 60 anos da visão de Kiko Arguello

Eucaristia presidida pelo Pe. Daniel além de celebrar os 51 anos de nossa paróquia também fez memória a inspiração que deu origem ao Caminho Neocatecumenal.
Há 60 anos, a Virgem Maria, numa inspiração, pediu a Kiko Arguello uma atribuição especial. Nestas décadas, com grande zelo e afinco ele tem percorrido o mundo a anunciar o "kerigma", ajudando a Igreja a resgatar esse itinerário pós batismal que irradia o Amor de Deus através de Jesus Cristo e restaura vidas.


Precisamente, no dia 08 de Dezembro de 1959 Kiko Arguello iniciador dessa realidade eclesial relatou essa visão: “Eram 15h do dia 8 de dezembro de 1959. “Depois de comer, senti que tinha que ir ao meu quarto rezar. Fui para o quarto, ajoelhei-me na cama e, de repente, a Virgem Maria estava atrás de mim com a criança e disse esta frase: 'Devemos fazer comunidades cristãs como a Sagrada Família de Nazaré, vivendo em humildade, simplicidade e louvor. “O outro é Cristo

domingo, 1 de dezembro de 2019

NOVENA DE NATAL 2019


"É chegado o tempo de graça"
A novena de Natal em família e em comunidade ajuda-nos na acolhida de Jesus que está por vir.
Abrir o espaço familiar e comunitário, para que Jesus possa nascer, retempera e revigora nossas relações e nossa filiação Divina.
PREPARE-SE!
PARTICIPE.

DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL (2019-2023)



EVANGELIZAR No Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo em Comunidades Eclesiais Missionárias, a Luz da Evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo a plenitude. (Objetivo Geral - Ação Evangelizadora).

No Brasil a (DGAE) 2019-2023 aprovada pelos nossos Bispos,despertam todas as comunidades de fé para abraçarem e vivenciarem a missão como escola de santidade.

É Advento


Nossa Igreja em estado permanente de Missão após celebrarmos com intensidade a Festa de Cristo Rei em nossa paróquia encerrando o ano Litúrgico, já está na expectativa da chegada do tempo especial do Advento. O grande convite que a Palavra de Deus nos dirige é vigiar, isto é, estar atentos para não desperdiçarmos este tempo de graça nos ocupando com coisas periféricas e superficiais, que tiram a nossa atenção do o essencial. O cuidado para não cair na lógica mercadológica, que transforma tudo em objeto vendável, inclusive os símbolos que apontam para o Mistério, exige de nós cristãos um itinerário espiritual que oriente este nosso momento de preparação para o Natal do Senhor. Nosso anseio e expectativa vigilante é sempre acompanhada da alegria. Por isso podemos afirmar que o Advento é tempo de expectativa jubilosa porque aquilo que se espera certamente acontecerá. Deus é sempre fiel.


segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Assembléia Paroquial: Conclusões das reflexões em grupos


Em dia de muito trabalho, Assembléia Paroquial é concluída em nossa Paróquia.
O planejamento pastoral participativo é o que melhor traduz o modelo de Igreja proposto pelo Concílio Vaticano II. Isso supõe um projeto de trabalho que considere a participação em todos os níveis, assim como os marcos referenciais e teórico. Portanto, não queremos nenhum plano imposto de cima para baixo e sim a partir das bases de nossas paróquias.
Em dia de muito trabalho, Assembléia Paroquial é concluída em nossa Paróquia.
O planejamento pastoral participativo é o que melhor traduz o modelo de Igreja proposto pelo Concílio Vaticano II. Isso supõe um projeto de trabalho que considere a participação em todos os níveis, assim como os marcos referenciais e teórico. Portanto, não queremos nenhum plano imposto de cima para baixo e sim a partir das bases de nossas paróquias.

Mas afinal o que é uma Assembléia Paroquial?
A Assembléia paroquial de pastoral prevista para este domingo,27/10 em nossa paróquia é a reunião dos Coordenadores, agentes de pastorais,movimentos e representantes das comunidades, com seus pastores, para avaliar e planejar a ação pastoral paroquial.
A grande missão dada por Deus a cada batizado esta em reconhecer a bondade de Deus manifestada por seu Espírito Santo a cada Cristão. A vida da Paróquia da continuidade a esta ação Divina que se revelam nas pastorais e movimentos paroquiais.

Portanto a paróquia torna-se celeiro da ação Divina e manifestação propícia dos Dons de Deus para seu povo e através de seu povo.
"Com efeito, diante de Deus, nosso Pai, pensamos continuamente nas obras da vossa fé, nos sacrifícios da vossa caridade e na firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, sob o olhar de Deus, nosso Pai." (lTes. 1,3)



quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Paróquia São José Operário promove o 2º Cerco de Jericó



Num momento em que caminhamos para o final do Ano Litúrgico, não é por acaso, aliás, providência de Deus para nós. A pergunta que inspira o tema de nosso Cerco de nossa paróquia vem ao encontro de outra pergunta que direciona e embala o Tríduo Cristo Rei deste ano (de 21 à 24/11) no Residencial dos Metalúrgicos em nossa paróquia: Se Deus é por nós, quem será contra nós? “(Rm. 8,31).
 Tudo o que foi e está sendo penoso para nós encontra um alento e reunimos forças para continuar nossa missão, tendo em vista, uma libertação maior de nossos pecados. O título dessa breve reflexão de nosso Cerco é extraído de um versículo bíblico no Antigo Testamento que, na sua íntegra, traz o seguinte: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” (Is 43,13).
Nisso há um rico ensinamento para nós: Tentar impedir a ação de Deus equivale a querer desfazer aquilo que Ele fez ou ainda destruir a obra de Suas mãos.
E mesmo sabendo que nossa vida está inteiramente nas mãos do Senhor, acabamos caindo numa terrível contradição, ao “impedirmos” a ação de Deus em nós quando optamos pelo pecado.
Fazer a terrível escolha por pecar é o mesmo que sair correndo em disparada diante do sol que brilha forte no céu, para se esconder da ação de seus raios sob uma sombra qualquer. Quantas vezes eu e você fugimos da Luz Divina para buscarmos refúgio nas trevas que residem no nosso próprio coração! Todas as vezes que fazemos isso, insistimos em desfazer e destruir a linda obra de Cristo em nós. Venha conhecer e fazer esta experiência com Deus.
Márcio Neves-(Pascom SJO)

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

CARTA AOS CARISMÁTICOS DO BRASIL “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos...” (cf. Jo 13, 35a)


Amada Família Carismática,
Que a Paz de Cristo esteja em todos os nossos corações!

O mandato de Jesus torna-se claro para nós e nos leva a refletir sobre o amor e a identificação de quem verdadeiramente ama. Como identificar, reconhecer ou conhecer aquele que segue o mandato de Jesus em favor do amor? “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo. 13, 35).
Conhecer! Está aqui uma palavra importante para todos nós nesses tempos do Espírito Santo. Conhecer significa perceber, tomar consciência, experimentar. Pela força do santo Batismo, todos somos chamados a testemunhar Jesus Cristo para que o mundo O conheça. Ele se tornará mais conhecido e mais amado à medida que O testemunharmos com nossa vida: com cada palavra que dissermos, com cada ato que praticarmos, com cada irmão que acolhermos... 
O que de fato nos torna “conhecidos” como discípulos do Senhor é o tanto que O amamos, o quanto nos amamos uns aos outros e o quanto isso é diuturnamente testemunhado por cada um de nós. Ficar conhecido como alguém que ama o outro de verdade, sem reservas, de todo coração, deve ser o anseio de cada manhã, ao despertarmos.
O mundo necessita, urgentemente, reencontrar Jesus também no testemunho de amor entre aqueles que o seguem e o reconhecem como Senhor. E isto será tanto mais visível quanto mais nos amarmos uns aos outros como irmãos, assim, tornando claro o seguimento de Jesus e concreto o anúncio do Evangelho. Com esse mandato, Jesus ensinou ao mundo como reconhecer alguém que o segue, pois o amor é a identidade de um verdadeiro discípulo Dele.
Tertuliano (Padre da Igreja, séc. II) testemunha que os pagãos exclamavam admirados sobre os cristãos: “Vede como eles se amam!” (Apolog. 39). Fica aqui evidente a característica dos seguidores de Jesus, aos quais Ele transmitiu seus ensinamentos e deixou o mandato do amor.
Sobre o amor, necessidade gritante do mundo atual, ensina o Doutor Santo Agostinho: “A medida do amor é amar sem medida.” E ainda: “Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.”
O Documento de Aparecida nos ensina que “A Igreja como ‘comunidade de amor’ é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. A Igreja cresce não por proselitismo, mas por atração. A Igreja atrai quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (Documento de Aparecida n.º 159).
Ainda a esse respeito, o Santo Padre nos exorta veementemente: “Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam se admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: ‘por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros’ (Jo. 13, 35).” ... “Se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como em algumas comunidades cristãs se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo... Quem queremos evangelizar com estes comportamentos? (Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, n.º 99/100).
Portanto, roguemos ao Senhor, neste ano jubilar, a Graça de amarmos sem medida e testemunharmos esse amor e comunhão verdadeira entre nós, para que o mundo ateste: Vede como eles se amam!
Que Nossa Senhora da Ternura nos ensine a viver como escolhidos e interceda por nós para que transbordemos amor!

Abraços fraternos,
Katia Roldi Zavaris
Presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL
No Ano do Jubileu de Ouro da RCCBRASIL – 2019.


sábado, 14 de setembro de 2019

Padre Luis Carlos Aranha preside no 3º dia do Tríduo de santa Cruz


Nesta sexta-feira, dando sequencia ao Tríduo de Santa Cruz, esteve presidindo a Missa o Padre Luís Carlos Aranha (Paróquia São Vicente de Paulo) que nos ajudou na reflexão do sentido da Cruz em nossa viva, pois há uma necessidade de mudança de pensamento para entender que da Cruz brota a vida eterna.
Esta mudança radical do sentido da cruz deveu-se ao modo como Jesus a viveu. A morte de cruz foi à prova suprema da fidelidade do Filho ao Pai. Nela ficou patente que Deus era o senhor único e exclusivo da vida de Jesus, e que nenhuma criatura fora suficientemente forte para desviá-lo do caminho traçado pelo Pai. Somente neste sentido é possível entender a necessidade da morte de cruz. Seria praticamente impossível ter Jesus encontrado outra forma mais convincente para provar sua fidelidade a Deus. Ele não temeu enfrentar, de cabeça erguida, a infamante morte de cruz, quando estava em jogo a razão de ser de sua existência e de sua vinda ao mundo.
Daqui provém o respeito cristão pela cruz e o simbolismo de que é revestida. Ela evoca a fidelidade de Jesus e é apelo a essa mesma fidelidade. É a síntese do amor de Jesus pela humanidade, ao entregar-se para resgatá-la do pecado, e é um convite para o amor. Ela revela o serviço radical e incondicional de Jesus ao Reino, e estimula o cristão a fazer o mesmo. Exaltar a cruz é, pois, optar por trilhar os caminhos de Jesus.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Comunidade Santa Cruz recebe Pe. Adilson Amadi no 2º dia do Tríduo



Na segunda noite do Tríduo de Santa Cruz Pe. Adílson a partir de sua própria experiência do enfrentamento da cruz nos encorajou como sinal glorioso de um novo olhar para a verdadeira vida.
Compreender, pois, a cruz de Cristo como já participação na glória da ressurreição é perceber a presença de Deus em nossa luta diária. É encontrar Deus atuando, Cristo sofrendo e o Espírito cuidando da vida e resistindo aos poderes destrutivos. É perceber, mesmo nos tempos mais sombrios, percas, doenças, os vestígios de Deus em nossa vida, em nossa história. É enfrentar os desafios da vida de cabeça erguida, e “não se deixar abater o ânimo”. É contemplar o transbordamento do amor que se expõe, e, ao mesmo tempo, não se perder nos devaneios de uma fé descomprometida com os crucificados da história.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Pe. Elias Pavan preside na abertura do Tríduo na comunidade Santa Cruz


Com alegria, fé e devoção pudemos na noite de ontem,11/09 dar inicio ao Tríduo preparatório para Festa da Exaltação da Santa Cruz.
Esteve presidindo, Pe. Elias Pavan que nos ajudou a refletir sobre o rico sinal da Cruz de Cristo.
Publicamos  a seguir um trecho da leitura para o Ofício de Vigílias, de autoria de S. André de Creta (660-740), monge de S. Sabas em Jerusalém, depois bispo de Creta (Grécia).
Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui o maior tesouro; nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e a Criação é restituída ao seu estado original.
Se não houvesse a cruz, a Vida não seria pregada no lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rompido o grihão do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim, porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.
S. André de Creta (660-740)

domingo, 1 de setembro de 2019

Seminarista Luan Felipe: “não é possível falar de vocação, excluindo missão”


Finalizando o mês de Agosto (mês das vocações) queremos trazer aqui uma reflexão sobre a vocação tendo como inspiração nosso atual seminarista Luan Felipe da cidade de Salto, atualmente realizando trabalho pastoral em nossa Paróquia São José Operário. É próprio de nossas comunidades este zelo para com todos, tendo em vista de que muitos que por aqui passaram já se tornaram padres. O último a ser tornar padre foi o agora Padre Elias Pavan. Primeiramente, “não é possível falar de vocação, excluindo missão”. Viver no seminário é estar neste tempo da descoberta de Cristo. É tempo de acolhimento e amadurecimento do dom recebido da iniciativa de Deus e não por méritos da pessoa. Tempo importante de relacionar-se com Deus, que se expressa de forma significativa na oração para um correto discernimento. O Bispo de Roma Papa Francisco como sempre, trabalha toda sua reflexão em três pontos. Em 2014, ele disse que o seminarista deve ser fraterno, orante e missionário. A fraternidade é parte integrante do chamado, não se pode viver individualmente. A oração deve ser um convite ao Espírito Santo, como no Cenáculo, pois d’Ele depende a construção da Igreja, o guia dos discípulos e o dom da caridade pastoral. A missão deve torná-los discípulos humildes capazes de preferência pelas pessoas marginalizadas, àquelas das periferias. Levar as pessoas a acolherem a ternura e humildade de Cristo.
Isso se resume na necessidade de promovermos a sinodalidade e assumirmos espaços missionários de formação na paróquia; despertarmos o ardor missionário por meio da consciência de que a missão contínua e permanente é um transbordar da experiência pessoal com Jesus. Daí implica-se rever com coragem costumes, estilos, horários, linguagem, escuta, diálogo, estruturas, formas, ministérios, práticas de formação humana, teológica e espiritual, bem como a prática da solidariedade, da cooperação e da integração ingredientes indispensáveis na formação de um sacerdote a serviço da comunidade.
Deus sempre tem surpresas preparadas em cada missão. Nossas orações sempre!

Catequese do Caminho Neocatecumenal: Catequistas reforçam convite nas comunidades


Iniciam-se nesta quarta-feira, 04 as catequeses do Caminho Neocatecumenal na Paróquia São José Operário
Os encontros acontecerão sempre nas quartas e sexta-feira às 20h00. O Caminho Neocatecumenal (ou Neocatecumenato), em breve resumo, é um itinerário de formação cristã, iniciado na Espanha em 1964, por iniciativa do pintor Francisco José Gómez Arguello (Kiko Argüello) e de Carmen Hernández, como resposta às novas diretrizes trazidas pelo Concílio Vaticano II, cujo objetivo consiste em abrir um caminho espiritual concreto de iniciação, renovação e valorização do sacramento batismal, que permita ao "catecúmeno" descobrir o significado concreto de ser cristão. Mais tarde se uniria a eles o sacerdote Mario Pezzi. A Igreja Católica reconhece o Caminho neocatecumenal como "um itinerário de formação católica válido para a sociedade e os dias de hoje" – nas palavras do papa São João Paulo II – que busca a redescoberta do batismo. Se encontra atualmente difundido em mais de 100 países, incluindo alguns que não são tradicionalmente cristãos como República Popular da China, Egito, Coreia do Sul e Japão. No Brasil, o Caminho Neocatecumenal iniciou-se na Diocese de Umuarama, no estado do Paraná.
Em nossa paróquia o Caminho foi incentivado pelo padre Adilson Amadi,tendo continuidade e apoio de todos os padres que por aqui passaram e pelo atual pároco Pe. Daniel que também pertence ao Caminho na Catedral Nossa senhora do Desterro em nossa cidade.
Márcio Neves-Pascom SJO

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A importância da Memória do Martírio de São João Batista


Temos razão de celebrar a festa do dia do nascimento daquele que o tornou solene para nós por sua morte, e o ornou com o róseo fulgor de seu sangue. É justo venerarmos com alegria espiritual a memória de quem selou com o martírio o testemunho que deu em favor do Senhor. Não há que duvidar, se São João suportou o cárcere e as cadeias, foi por nosso Redentor, de quem dera testemunho como precursor. Também por ele deu a vida. O perseguidor não lhe disse que negasse a Cristo, mas que calasse a verdade. No entanto morreu por Cristo. Porque Cristo mesmo disse: Eu sou a verdade (Jo 14,6); por conseguinte, morreu por Cristo, já que derramou o sangue pela verdade. Antes, quando nasceu, pregou e batizou, dava testemunho de quem iria nascer, pregar, ser batizado. Também apontou para aquele que iria sofrer, sofrendo primeiro. Um homem de tanto valor terminou a vida terrena pela efusão do sangue, depois do longo sofrimento da prisão. Aquele que proclamava o Evangelho da liberdade da paz celeste, foi lançado por ímpios às cadeias; foi fechado na escuridão do cárcere quem veio dar testemunho da luz e por esta mesma luz, que é Cristo, tinha merecido ser chamado de lâmpada ardente e luminosa. Foi batizado no próprio sangue aquele a quem tinha sido dado batizar o Redentor do mundo, ouvir sobre ele a voz do Pai, ver descer a graça do Espírito Santo. Contudo, para quem tinha conhecimento de que seria recompensado pelas alegrias perpétuas não era insuportável sofrer tais tormentos pela verdade, mas, pelo contrário, fácil e desejável. Considerava desejável aceitar a morte, impossível de evitar por força da natureza, junto com a palma da vida perene, por ter confessado o nome de Cristo. Assim disse bem o Apóstolo: Porque vos foi dado por Cristo não apenas crer nele, mas ainda sofrer por ele (Fl 1,29). Diz ser dom de Cristo que os eleitos sofram por ele, conforme diz também: Os sofrimentos desta vida não se comparam à futura glória que se revelará em nós (Rm 8,18).
Das Homilias de São Beda Venerável, presbítero

Presença do padre Carlos Virillo e o Projeto de reformulação financeira na paróquia

Pe. Carlos Virillo (Ecônomo-Cúria) e Pe.Daniel (Paróco-SJO)

 Presente em nossa paróquia no ultimo dia 27 (terça-feira) o Ecônomo e Moderador da Cúria Padre Carlos Virillo juntamente com o Padre Daniel e todo o Conselho Paroquial de Economia e Administração (CPEA).Padre Carlos está visitando todas as paróquias de nossa Diocese com o objetivo de acompanhar e assessorar os conselhos administrativos missão árdua a ele confiada. O projeto visa à reformulação financeira das paróquias visando à adequação e reformulação financeira para atender as exigências das leis governamentais. Na sua fala, Padre Carlos enfatizou que o pároco, ao lado de sua equipe administrativa faça o planejamento, encaminhe a organização necessária para a execução das ações, dirija e controle as finanças da paróquia, como ocorre em uma empresa normal.
A diferença é que a paróquia não tem fins lucrativos, apenas busca recursos para as atividades – fins, voltadas para a missão de EVANGELIZAR. A função do Conselho tem por finalidade específica desempenhar atividades de ordem administrativo-econômico-financeira que sirvam de apoio para os objetivos religiosos, pastorais e assistenciais da paróquia. Mais do que uma comunidade que gere receitas, a Igreja é chamada para ser uma comunidade de entrega e de amor que se dá a toda pessoa que necessita de ajuda e amparo. Dessa forma, não é uma administração que gera lucro financeiro para a Igreja aquela que deve ser almejada, antes uma administração que concilie uma boa gestão dos recursos sem esquecer que o mais importante de toda essa história, bem como a razão de ser da Igreja, está em seguir o exemplo de Cristo, a saber, de assumir a carne do mundo para sofrer suas dores e propor a esperança de que a morte não tem a última palavra, visto sermos testemunhas de que a vida a venceu.

por Márcio Neves-Pascom-SJO

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Projeto Diocesano (Jundiaí) convida comunidades a rezarem pelas vocações


Há um ano, a Diocese de Jundiaí lançou o Projeto “Cada Comunidade uma Nova Vocação”. Promovido pela Ação Evangelizadora com o apoio da Pastoral Vocacional e o Serviço de Animação Vocacional, o projeto atende ao apelo do Papa Francisco que pede que as comunidades, associações e grupos da Igreja rezem ao Senhor pedindo que “envie operários para a messe” (conforme o Evangelho de Mateus, 38). A partir deste projeto, a Diocese convida todas as comunidades a realizar a Hora Vocacional, um momento de oração para que seja fortalecida a cultura vocacional da Igreja com vistas no despertar das mais variadas vocações e apoiar e sustentar espiritualmente aos que já responderam ao chamado. Nas comunidades, a dinâmica para a Hora Vocacional fica sob a criatividade de uma equipe da Pastoral Vocacional e Serviço de Animação Vocacional ou de um grupo de pessoas de espiritualidade em prol das vocações. A Ação Evangelizadora Diocesana também lançou um subsídio que está disponível no site www.dj.org.br.Para que se reconheça a importância da vocação não só como um chamado, mas também como uma resposta, é importante rezar e, principalmente, divulgar testemunhos de quem vive com alegria sua vocação. Cada paróquia deve escolher o melhor horário para realizar a Hora Vocacional, mas para ajudar as comunidades a se organizarem, há uma escala mensal para a realização das celebrações. Que as comunidades possam se unir em oração e animar os fiéis paroquianos para que participem da Hora Vocacional e que o Senhor possa suscitar vocações para o anúncio do Evangelho.

Comissão Pastoral para Animação Bíblico Catequética-Diocese de Jundiaí


Uma nova logo foi desenvolvida para Comissão Pastoral para Animação Bíblico Catequética da Diocese de Jundiaí.

Com um designe mistagógico e moderno, a logo traz:

NA PARTE INFERIOR: as águas que fazem referência ao Sacramento Batismo que nos fez filhos do Pai.

NA PARTE CENTRAL: Os 5 pães e 2 peixes fazem referência ao Sacramento da Eucaristia e a união ao Corpo de Cristo
.
NA PARTE DIREITA SUPERIOR: O Espírito Santo, simbolizado pela pomba, que com sua força vivificadora continua a inserir e a conduzir os homens e mulheres no caminho da História.



Nota: A imagem foi desenvolvida pelo Web designer Fábio Henrique Campos.


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Memória de São Pio X, Papa

Compostos por divina inspiração, os salmos colecionados na Sagrada Escritura foram desde os inícios da Igreja empregados, como se sabe, não apenas para alimentar maravilhosamente a piedade dos fiéis que ofereciam sempre a Deus o sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que louvam seu nome (cf. Hb 13,15; Os 14,3); mas também, como já era costume na antiga Lei, para ocupar lugar eminente na sagrada liturgia e no ofício divino. Daí nasceu, na expressão de Basílio, “a voz da Igreja” e a salmodia. Salmodia que é “filha de sua hino dia, que sempre a Igreja canta diante do trono de Deus e do Cordeiro”, como expõe nosso predecessor Urbano VI. Assim a Igreja ensina aos homens particularmente devotados ao culto divino, conforme as palavras de Atanásio, “de que modo se deve louvar o Senhor e com que palavras dignamente” confessá-lo. A este respeito disse muito bem Agostinho:“Para ser bem louvado pelo homem, Deus mesmo se louvou; e, aceitando louvar-se, deu ao homem encontrar o modo de louvá-lo”. 
Além disto, nos salmos há uma maravilhosa força para despertar nos corações o desejo de todas as virtudes. Pois, “embora toda a nossa Escritura, tanto a antiga quanto a nova, seja inspirada por Deus e útil para a instrução, como está escrito (cf. 2Tm 3,16), o livro dos salmos porém, semelhante a um paraíso, que contém em si os frutos dos demais livros, produz o canto, e, ainda mais, oferece seus próprios frutos unidos aos dos outros durante a salmodia”. Essas palavras são novamente de Atanásio, que acrescenta: “A mim me parece que os salmos são como um espelho para quem salmodia, onde este se contempla a si e os movimentos de seu espírito, e, assim impressionado, os recita”. Também diz Agostinho nas Confissões: “Como chorei por causa de teus hinos e cânticos, vivamente comovido pelas suaves palavras do canto de tua Igreja! As palavras fluíam em meus ouvidos e instilava-se a verdade em meu coração, fazendo arder a piedade; corriam-me as lágrimas e sentia-me bem com elas”. 
Na verdade, a quem não comovem aquelas frequentes passagens dos salmos onde se canta profundamente a imensa majestade de Deus, a onipotência, a indizível justiça,a bondade ou a clemência e todos os outros infinitos louvores? A quem não inspiram iguais sentimentos as ações de graças pelos benefícios recebidos de Deus, ou as humildes e confiantes preces pelo que se deseja, ou os clamores do arrependimento dos pecados? A quem não inflama a cuidadosamente velada imagem do Cristo Redentor “cuja voz ouvia Agostinho em todos os salmos a salmodiar, a gemer, a alegrar-se na esperança ou a suspirar pela realização?”
Da Constituição Apostólica Divino Aflatu, de São Pio X, Papa-Sec.XX

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Diaconato Diocesano comemora o “Dia do Diácono”


Diácono Dirceu Orlato
Os Diáconos Permanentes da Diocese de Jundiaí participaram do 5º dia da Novena em preparação para a Festa da Padroeira da Diocese e da cidade de Jundiaí Nossa Senhora do Desterro, juntamente com seus familiares e fiéis das paróquias da Região Pastoral 5.
A celebração, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, ocorreu às 18h30 deste sábado, 10 de agosto, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí. A liturgia foi a da Festa de São Lourenço, diácono e mártir e padroeiro dos diáconos. Presbíteros da Catedral e da Região Pastoral 5 e o assessor dos diáconos, Padre Agnaldo Tavares Ribeiro, concelebraram com o Bispo Diocesano.  
Na homilia, Dom Vicente destacou o papel do diácono na Igreja e o apoio das respectivas esposas e filhos no cumprimento da missão. “O tema deste 5º dia da Novena, ‘Maria Missionária: socorrer os feridos em sua dignidade!’ e a Liturgia da Palavra vieram ao encontro da Missão do Diácono na Igreja. Servir o Altar, ministrar a Palavra é parte do ministério, mas o principal e essencial é estar ao lado dos pobres, dos enfermos, dos idosos, dos excluídos, em pleno exercício da Caridade”, falou o bispo.
No final da celebração, a Comissão Diocesana dos Diáconos  homenageou as viúvas de diáconos e os oito Diáconos Permanentes que completaram 25 anos de Ordenação neste ano de 2019. Após a missa solene, os diáconos, familiares e presbíteros, juntamente com Dom Vicente, participaram de um jantar de confraternização, no Salão da Paróquia Santo Antonio, no Bairro do Anhangabaú.



Colaboração: Diácono José Carlos Pascoal

Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí


Em 31 de julho, aconteceu um encontro da equipe de catequistas itinerantes responsável pelo Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí com os párocos diocesanos que têm presente este carisma em suas paróquias. Esteve presente Dom Vicente Costa, Bispo Diocesano, assim como 24 presbíteros que se reuniram na Casa de Convivência Sagra da Família de Nazaré, em Jundiaí. O dia começou com a oração das Laudes e o anúncio do Querigma feito pelo Padre Joaquín Carrazoni,que, junto com Miguel Alvarez e o casal Melchor e Elvira Delgado, integra a equipe responsável pelo Caminho na Diocese.Após as orações, houve um momento de diálogo e comunhão onde os padres, o Bispo e a equipe responsável puderam partilhar as experiências, alegrias e dificuldades que têm vivido em relação a vida das comunidades neocatecumenais.Ao todo, o Caminho está presente em 26 paróquias da Diocese
(Fonte: Jornal o Verbo)


CONCENTRAÇÃO DE CATEQUISTAS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ


Ser catequista:
“Ser catequista não é uma profissão, mas uma vocação”.

Dentro de um processo de aprofundamento, tiveram reunidos neste final de semana na cidade de Itu catequistas de toda a Diocese de Jundiaí. O encontro aconteceu no Colégio Divino Salvador das 08:00 as 16:00hrs.
Catequistas de nossa paróquia estiveram marcando presença no evento.
Em primeiro lugar, a catequese não é um trabalho ou uma tarefa externa à pessoa do catequista, mas se “é” catequista e toda a vida gira em torno desta missão. De fato, “ser” catequista é uma vocação de serviço na Igreja, que se recebeu como dom do Senhor para ser transmitido aos demais. Por isso, o catequista deve constantemente regressar àquele primeiro anúncio ou “kerygma”, que é o dom que transformou a própria vida. Este anúncio deve acompanhar a fé que já está presente na religiosidade do povo.


Valorização da presença das religiosas na Igreja


Tivemos neste final de semana, por ocasião do Encontro do COMIPA em nossa paróquia São José Operário, a oportunidade de conhecer a Irmã Júlia Cristina de Almeida da  Congregação Religiosa, Católica, Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre,situado no Bairro Jacaré na cidade de Cabreúva que gentilmente ministrou o Encontro. A Congregação teve origem na cidade de Alba, Itália, no dia 10 de fevereiro de 1924, por iniciativa do Padre Tiago Alberione, fundador da Família Paulina, com a colaboração da Irmã Escolástica Rivata. A Congregação está no Brasil desde 1956 e, atualmente, presentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amazonas e no Distrito Federal.
No mês dedicado às vocações, especialmente neste terceiro domingo de agosto, 18, é celebrada a vocação para a vida consagrada: religiosos e consagrados seculares. A presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Maria Inês, ressalta a importância da data e afirma que ela demonstra o valor dado a missão e ao papel dos religiosos na Igreja. Em um vídeo, gravado com exclusividade ao portal da CNBB, irmã Maria Inês Ribeiro, que foi reeleita recentemente para a direção da CRB, também fala sobre a especificidade da contribuição das religiosas no âmbito da Igreja e convida a todos, principalmente neste domingo, a rezar para que haja maior valorização da presença das mulheres neste campo, sejam elas leigas ou religiosas.
Grandes progressos vêm sendo realizados. No entanto, não podemos perder de vista esta exigência primordial. Visamos uma reflexão objetiva sobre a presença e a atuação da mulher na história, sobretudo na História da Igreja e da Espiritualidade. Havemos, então, de começar a assumir uma atitude crítica diante do modo parcial, ostensiva ou sutilmente masculino, de viver e escrever essa história.
Nada de mais oportuno e mesmo urgente para a espiritualidade, hoje, do que falar das mulheres, da sua presença, ativa e orientadora, na caminhada do Povo de Deus. Cumpre começar reparando o grande erro e a grande injustiça. Não se trata tanto de reivindicação em benefício de nossas irmãs.  Antes de mais nada,  é uma questão de restabelecer a verdade. A Igreja não tem apenas “Pais” e “Doutores”. Em sua bondade e sabedoria, desde o começo e através dos tempos, Deus não cessou de suscitar “Mães” e “Doutoras” da Igreja.
Elas vêm sempre contribuindo, de maneira discreta, porém efetiva, para a transmissão da vida e do conhecimento da fé.
(Márcio Neves-Pascom-SJO)

Irmã Maria Inês - Mês Vocacional

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Diácono Erickson fala sobre o Ritual de iniciação Cristã em nossa Paróquia São José Operário


Esteve presente em nossa paróquia no dia 01 durante a reunião do CPAE o Diácono Erickson Ramos da Siva que será ordenado presbítero nesta sexta-feira,09 na vizinha paróquia São João Bosco.
Para responder aos desafios da evangelização, principalmente na transmissão da fé cristã, é FUNDAMENTAL ter um projeto diocesano de Iniciação à Vida Cristã. Não se trata de fazer apenas “reformas” na catequese, mas de rever toda a ação pastoral a partir da Iniciação à Vida Cristã. (n. 138)
Sob a inspiração do RICA, é possível propor um itinerário que avance por etapas e tempos sucessivos, garantindo que a iniciação de adultos, jovens e crianças se processe gradativamente no seio da comunidade. (n. 139)
Não existe Iniciação sem abertura missionária. O ponto de partida desta conversão missionária é sair, aproximar-se das pessoas e acolhê-las nas situações em que se encontram. A dinâmica da acolhida, portanto, dá toda a tônica há este primeiro tempo, o querigma. (n. 157).
Cada paróquia, fiel à organização diocesana e de acordo com a proposta transformadora da Iniciação à Vida Cristã, há de constituir uma Coordenação Paroquial de Iniciação à Vida Cristã, com os encarregados da preparação ao Batismo, Crisma e Eucaristia. A comissão não poderá ficar restrita ao âmbito da catequese, mas efetivamente abranger o conjunto da comunidade paroquial. (n. 153).
A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”,
Muitas atividades vêm sendo desenvolvidas pela Igreja no Brasil com o objetivo de conhecer o Documento 107, “Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários“, aprovado
na 55ª Assembleia Geral dos Bispos, em Aparecida-SP, de 26 de abril a 05 de maio de 2017.
Na execução do RICA existe um itinerário ou etapas. Passos a serem executados, a serem dados de modo pedagógico e que visa o conhecimento e a adesão do candidato à fé cristã e suas consequências. Todo RICA com seus ritos celebrativos, seus símbolos, e seus conteúdos tem como objetivo apresentar e preparar o candidato à fé cristã e sua adesão à comunidade. Ele está organizado em etapas do seguinte modo: a) tempo de conversão (kerigma, pré-catecumentato); b) tempo da preparação (catequese, eleição); c) tempo da recepção dos Sacramentos (purificação/iluminação, mistagogia).
O RICA é uma proposta. Não é um curso, uma fábrica de criar cristãos prontos, maduros, engajamentos, e nem tão pouco é um mapa da mina, mas tão somente uma proposta de apresentação da fé e da vida cristã; e uma maneira consciente e solene de acolher aqueles que querem “por atração” viver a fé cristã e aderir a Cristo e Sua Igreja.
(Consulta: RICA e Documento 107 CNBB)

sábado, 3 de agosto de 2019

PRECISA-SE DE JOVENS QUE DESEJEM SE TORNAR PADRES... COM UM MÍNIMO DE DECÊNCIA E COERÊNCIA


Numa época de corrupção religiosa, onde os filhos do sacerdote Eli “eram homens vagabundos” (1Sm 2,12), que “se deitavam com as mulheres que permaneciam à entrada da tenda da reunião” (1Sm 2,23),Deus chamou Samuel para ser profeta em Israel (cf. 1Sm 3,1-21). Numa época em que muitos pastores de Israel, ao invés de apascentarem o povo que lhes foi confiado, tornaram-se “pastores de si mesmos”, não mais se dedicando em restaurar o vigor das ovelhas abatidas, curar as que estavam doentes e ir em busca das que se extraviaram, além de dominar sobre elas com dureza e violência (cf. Ez 34,2-4), Deus fez uma promessa a Israel: “Eu vos darei pastores segundo meu coração, que vos apascentarão com conhecimento e prudência” (Jr 3,15).
  Numa época em que alguns líderes da nossa Igreja levavam uma vida moral promíscua, distante dos pobres, indiferentes aos sofredores e corrompidos pelo dinheiro, Jesus, na sua imagem enquanto Crucificado, disse ao jovem Francisco, de Assis: “Reconstrua a minha Igreja, que está em ruínas”. Igualmente hoje, numa época em que chegamos ao absurdo de, em algumas paróquias, as ovelhas terem que se defender dos seus próprios pastores, que se comportam em relação a elas como lobos, maltratando-as, provocando divisões, usando sua pseudo autoridade espiritual para ameaçá-las, além de roubarem suas paróquias, Jesus procura por jovens que não tenham sua consciência corrompida, jovens que sejam capazes de compaixão e desejem cuidar de Suas ovelhas, tanto daquelas que não têm pastor, como daquelas que estão sendo machucadas emocional e espiritualmente por maus pastores (cf. Mt 9,36-38).
Numa época como a nossa, em que alguns padres e bispos têm como objetivo principal seu próprio bem estar, gastando tempo e dinheiro com a ornamentação das suas igrejas e com seus paramentos, enquanto se mantêm distantes dos pobres, dos desempregados e dos que sofrem, Jesus procura por jovens que aceitem o desafio de dedicar sua própria vida como médicos de corpos e de almas; jovens que estendam suas mãos para serem ungidas pelo Espírito Santo e, desse modo, se tornem capazes de tocar nas feridas das pessoas; jovens que, a exemplo do próprio Jesus, sejam homens misericordiosos, cujo coração é sempre guiado pela miséria dos que sofrem.
Numa época como a nossa, onde não poucos “ministros de Deus” não têm a coragem de enfrentar e resolver seus próprios conflitos sexuais e, com isso, acabam por envolver pessoas nas suas próprias feridas, causando traumas, provocando escândalos, levando à perda da fé e manchando a imagem da nossa Igreja, Jesus procura por jovens que aceitem o desafio de fazer um caminho sofrido, mas libertador, de autoconhecimento, ordenando seus afetos e fazendo da sua própria sexualidade uma oferenda ao Pai a serviço da salvação da humanidade, como o próprio Jesus fez, ao dizer: “Tu não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo... Por isso eu digo: Eis-me aqui... Eu vim, ó Deus, para fazer tua vontade”(Hb 10,5.7).
            Enfim, numa época em que bispos da nossa Igreja agem como muitos pais hoje em dia que, por medo de perderem o afeto de seus filhos, não os corrigem com firmeza, mesmo sabendo dos estragos que provocam em si mesmos e nos outros; numa época em que bispos não têm pulso firme para interditar aqueles que precisam ser interditados (cf. Mt 18,15-17), uma vez que estão destruindo a fé de muitos paroquianos; numa época em que bispos, por serem fracos, acabam por alimentar nos maus padres a sensação de impunidade – bispos que agem como médicos que, por terem pena de seus pacientes com câncer, lhes receitam “melhoral infantil” ao invés de quimioterapia –, Jesus procura por jovens que aceitem se tornar verdadeiros profetas, homens de pulso firme, a exemplo de Samuel, a exemplo de Paulo de Tarso, a exemplo de Francisco de Assis, a exemplo do Papa Francisco, para devolverem à Igreja credibilidade e decência.
           
Pe. Paulo Cezar Mazzi (Diocese de Jaboticabal-SP)    


Editorial: "Agosto de Deus"


Nossa paróquia inicia este mês com a vivência do 30º ECC evento muito relevante para Igreja.
Com famílias socialmente bem assistidas, poderemos avançar na concretização de processos educativos que capacitam às futuras gerações, seja pela qualidade das vivências, sejam pelos processos de riquezas de valores, para uma vida em comunidade sem tantas desigualdades, exclusões e violências.
A comunicação (pascom) tem sempre a preocupação de ser cada vez mais abrangente, mas reconhecemos que precisamos avançar priorizar uma “profunda abertura para o exercício do diálogo, elemento essencial e específico do projeto cristão de comunicação”. (Estudos da CNBB, 75/226-232 - Ed. Paulus)
No segundo domingo (11) deste mês, teremos a alegria de receber em nossa paróquia nosso Bispo Diocesano por ocasião da Crisma dos jovens e adultos.
Conforme o costume da Igreja no Brasil este mês é dedicado à oração reflexão e ação nas comunidades sobre temas  sobre vocações. Para tanto, define:
 Na primeira semana, vocação para o ministério ordenando: diáconos, padres e bispos;
Na segunda semana, vocação para vida em família (atenção aos pais);
Na terceira semana, vocação para vida consagrada: religiosos (as) e consagrados (as);
Finalmente na quarta semana, para os ministérios e serviços na comunidade (dia do catequista).
O mês de agosto traz testemunhos vocacionais de consagrados e religiosos como Santo Afonso Maria de Ligório, São João Maria Vianey. São Lourenço, Santo Agostinho, São Tarciso e Santa Rosa de Lima.
O serviço de animação vocacional é uma urgência Pastoral.
O mês de agosto, na Igreja do Brasil, é chamado de mês vocacional. Nossa atenção quer se voltar para os nossos queridos seminaristas, suplicando ao bom Deus que tenham, diante dos olhos, mente e coração, a terna imagem de Jesus, o Bom Pastor, confiando, acreditando e oferecendo-lhe, na mais absoluta convicção, a própria vida, não se deixando bloquear pelos problemas do egoísmo e do orgulho.
 Aliás, nossa Diocese de Jundiaí, nestes últimos tempos tem sido agraciada com seminaristas sendo ordenados sacerdotes. No dia 16 deste mês temos a ordenação do Diácono Elias Pavan que passou pela nossa paróquia no trabalho pastoral.
Em fim, rezemos pelos nossos padres. Pelo nosso Pároco Pe. Daniel, nosso Vigário Pe. Eduardo e Diácono Dirceu. Vivamos com fé e esperança este novo mês que o Senhor Deus nos concede.
Sempre no carinho maternal de Maria:

COMIPA: Terceira tarde Missionária na paróquia São José Operário


Neste mês de Agosto, mais precisamente no dia 17/08 as 14:00 no salão da pastoral do Menor teremos a 3ª tarde Missionária.
O COMIPA (Conselho Missionário Paroquial) através da Missionária Alessandra estendeu e reforçou o convite a toda a Paróquia nesta última quinta-feira,01 na Reunião do CPAE. Estará presente a Irmã Gorete que falará sobre o papel do cristão hoje, além é claro da presença de Pe. Daniel e Diácono Dirceu. O lanche será comunitário.
De fato, desde o início de seu ministério, Jesus contou com colaboradores. Ele jamais teve a pretensão de ser um missionário solitário. Ao contrário, um grupo foi a segui-lo para conviver com ele e preparar-se para levar adiante sua missão de revelar ao mundo o rosto misericordioso do Pai. (cf. Mc 3, 13-15). Esta dinâmica vocacional de Jesus inclui três aspectos inseparáveis, a saber: a eleição, a formação e a missão. Esses elementos formam a identidade do discípulo do Reino. O vocacionado precisa sentir-se chamado (eleito): “não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês.
E os destinei para ir e dar fruto” (Jo 15, 16). O discípulo deve estar aberto à novidade de Jesus e caminhar com Ele (formação), mas esta experiência vivida junto ao Mestre precisa ser compartilhada, então o discípulo torna-se necessariamente um missionário, enviado a sair de si mesmo e colocar-se inteiramente a serviço do Reino (missão). Por isso “cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (Papa Francisco. EG, n. 20).

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Cerco de Jericó 2019 - Paróquia São José Operário


Previsto para o inicio do mês de novembro deste ano, a equipe de organizadora já trabalha na manutenção para realização deste que deve envolver de modo geral toda paróquia por ser considerado um dos maiores evento da paróquia. A explanação foi realizada na Reunião do CPAE nesta quinta-feira, 01 na fala do Paulo Texera que está à frente da programação e que atualmente trabalha colhendo e propondo idéias.

O Cerco de Jericó consiste em uma semana incessante de batalha espiritual, com intensificação da oração pessoal e comunitária, missa diária, adoração ao Santíssimo, confissão, jejum, pregação da Palavra de Deus e o Terço de Nossa Senhora.

Por que “Cerco de Jericó”?

Um fato do Antigo Testamento nos mostra a conquista da cidade de Jericó pelos judeus, liderados por Josué (Js 6,1ss). Josué foi formado por Moisés, desde sua juventude, para substituí-lo. A Bíblia nos mostra que a mesma força que estava com Moisés, esteve também neste jovem, que ao assumir o encargo de dar continuidade na tomada de posse da terra prometida, recebeu a autoridade espiritual e o governo sobre as tribos de Israel.
Esse é o objetivo do Cerco de Jericó: derrubar as muralhas pela força da oração. Precisamos tomar consciência de que o Espírito Santo pela força da oração é capaz de derrubar, destruir e aniquilar as forças malignas. 

Gestor de Saúde Tiago Texera presente no Bairro do Retiro



Reunião ordinária ontem,01 o gestor de saúde Tiago Texera esteve em nosso bairro, na reunião ordinária da Associação, para responder os questionamentos dos moradores sobre o serviço de saúde do bairro. Em pauta, foram cobrados uma agilidade para o agendamento de consultas, realização dos exames clínicos e laboratoriais, uma estratégia de locomoção para os exames encaminhados a UPA do vetor oeste, atendimento humanizado dos funcionários e principalmente o atendimento dos médicos do pronto atendimento (P.A). Aproveitamos também para tirar dúvidas do *Projeto da Nova recepção da UBS e PA do Retiro* que começará em breve. Reforma essa que é resultado de muita luta e cobrança da Associação de Moradores, dos moradores e dos funcionários há dois anos. E vamos seguir acompanhando e fiscalizando todos os compromissos assumidos pela prefeitura nessa reunião. Obrigado a todos que participaram e ajudam no dia a dia na construção de um bairro e cidade cada vez melhor. #regiãodoretiro #saude

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Associação dos Moradores Região do Retiro: Curso: Manicure e Pedicure


Período do curso: 12/08 a 28/08 Horário do curso: segunda à quarta, das 8h às 12 h Local do curso e das inscrições: SOL DA CIDADANIA Endereço: Alameda das Palmeiras, 120 - Vila Alvorada.

 Telefone: 2709-7910 Início das Inscrições : 27/07/2019 Horário das Inscrições: De segunda à sábado, das 8h às 11h e das 13h as 17h Requisitos para se inscrever: -Residir em Jundiaí -Idade Mínima 16 anos -Ensino Fundamental -Apresentar original e cópia do RG, CPF e Comprovante de Endereço (conta de água, luz, telefone, gás, IPTU, declaração UBS).

 Obs: - NÃO SERÁ PERMITIDA A PRESENÇA DE CRIANÇAS NA SALA DE AULA - Para receber certificado é necessário o mínimo de 85% de participação nas aulas. - Os alunos receberão via whatsapp o comunicado sobre a entrega do certificado. #regiaodoretiro #gruposol #vilaalvorada

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Utilidade Pública: Gestor de Saúde Tiago Texera participa de reunião no Bairro do Retiro

Na próxima quinta feira (01), a Associação de Moradores da Região do Retiro, convidou o Gestor de Saúde Tiago Texera, para participar da reunião ordinária. A reunião acontece as 19:30h, no salão social da Pastoral do Menor.


Esse é o momento de todos nós participarmos, levar os maiores problemas da saúde do nosso bairro e cidade e cobrar por melhorias.
Juntos temos mais força para que as melhorias aconteçam.


#regiaodoretiro #saude

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Padre Daniel exorta sobre o perigo da “Cultura do descartável”.

“Regozijai-vos com Jerusalém e encontrai aí a vossa alegria, vós todos que a amais; com ela ficai cheios de alegria, vós todos que estais de luto...” (Isaías 66,10-14).
Dentre os ensinamentos deste 14º Domingo Comum, Pe. Daniel chamou nos atenção para aquilo que chamamos de "Cultura do descartável".
Passaram-se os tempos. Entramos na sociedade do descartável. Pouco a pouco a consciência se acostuma com as mudanças, com a sucessão rápida das coisas, com a surpresa das novidades. Tal realidade entra-nos pelos olhos. Transforma-se em cultura. Começa a reger-nos o código de interpretação, compreensão e ação do mundo. E assim as relações humanas se deixam reger pela fragilidade do descartável. E os jovens inscrevem-se entre as primeiras vítimas dessa cultura.
Mais grave ainda quando essa cultura atinge bens afetivos e espirituais. Os amores se fazem descartáveis no matrimônio. No primeiro momento em que apareça uma outra oferta melhor, mais bonita e atraente, desfazem-se os laços anteriores. As amizades navegam por sempre novos rios ao sopro dos gostos descartáveis.
Nada mais trágico do que amores descartáveis. Deixam de ser amor. É da natureza do amor, qualquer que ele seja, a perenidade, a eternidade. Mesmo que termine, quis ser nos seus inícios, perpétuo, definitivo. Se alguém dissesse: amá-lo-ei somente por alguém tempo, ninguém acreditaria nesse amor.
E ultimamente a religião vem sendo atingida por essa onda. Descartam-se verdades, dogmas, ritos, símbolos toda vez que alguém se defronte com outros melhores para seu sabor religioso. Tudo passa a ser transitório, passageiro. No fundo, resta o silêncio vazio da falta de valores absolutos. Se não reagirmos, pereceremos num oceano de incertezas amargas e de realidades transitórias. Permanece o “inquieto está o nosso coração” na experiência de Santo Agostinho. Mas falta o resto da frase “até que descanse em Deus”. E Deus se torna o provisório e não a meta definitiva e firme. Pobre humanidade!

quarta-feira, 3 de julho de 2019

SÃO TOMÉ, APÓSTOLO (Festa)-"Meu Senhor e meu Deus" !


Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio (Jo 20,24). Era o único discípulo que estava ausente. Ao voltar, ouviu o que acontecera, mas negou-se a acreditar. Veio de novo o Senhor, e mostrou seu lado ao discípulo incrédulo para que o pudesse apalpar; mostrou-lhe as mãos e, mostrando-lhe também a cicatriz de suas chagas, curou a chaga daquela falta de fé. Que pensais, irmãos caríssimos, de tudo isto? Pensais ter acontecido por acaso que aquele discípulo estivesse ausente naquela ocasião, que, ao voltar, ouvisse contar, que, ao ouvir, duvidasse, que, ao duvidar, apalpasse, e que, ao apalpar, acreditasse?
            Nada disso aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A clemência do alto agiu de modo admirável a fim de que, ao apalpar as chagas do corpo de seu mestre, aquele discípulo que duvidara curasse as chagas da nossa falta de fé. A incredulidade de Tomé foi mais proveitosa para a nossa fé do que a fé dos discípulos que acreditaram logo. Pois, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde apalpar, o nosso espírito, pondo de lado toda dúvida, confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e apalpou tornou-se testemunha da verdade da ressurreição.
            Tomé apalpou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus! Jesus lhe disse: Acreditaste, porque me viste? (Jo 20,28-29). Ora, como diz o apóstolo Paulo: A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se vêem (Hb 11,1). Logo, está claro que a fé é a prova daquelas realidades que não podem ser vistas. De fato, as coisas que podemos ver não são objeto de fé, e sim de conhecimento direto. Então, se Tomé viu e apalpou, por qual razão o Senhor lhe disse: Acreditaste, porque me viste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e proclamou a fé na sua divindade, exclamando: Meu Senhor e meu Deus! Por conseguinte, tendo visto, acreditou. Vendo um verdadeiro homem, proclamou que ele era Deus, a quem não podia ver.
            Alegra-nos imensamente o que vem a seguir: Bem-aventurados os que creram sem ter visto (Jo 20,29). Não resta dúvida de que esta frase se refere especialmente a nós. Pois não vimos o Senhor em sua humanidade, mas o possuímos em nosso espírito. É a nós que ela se refere, desde que as obras acompanhem nossa fé. Com efeito, quem crê verdadeiramente, realiza por suas ações a fé que professa. Mas, pelo contrário, a respeito daqueles que têm fé apenas de boca, eis o que diz São Paulo: Fazem profissão de conhecer a Deus, mas negam-no com a sua prática (Tt 1,16). É o que leva também São Tiago a afirmar:A fé, sem obras, é morta (Tg 2,26).
Fonte: Das Homilias sobre os Evangelhos, de São Gregório Magno, papa.



EDITORIAL: Julho é o mês do Preciosíssimo Sangue de Cristo


Com alegria e gratidão a Deus, entramos no mês de Julho, que tem como característica um período para tirar férias. De fato, faz se necessário um período de férias para descansar. Porém, lembramos que de Deus não se pode tirar férias. Em nossa condição de cristãos, precisamos viver em sintonia com Jesus diariamente, viver em sua presença mesmo em tempos de férias.
Em nossa paróquia, estamos vivenciando de 01 a 07 a Semana Jovem que traz como tema: “Maria como porta do Céu”. O evento é de grande relevância para a Igreja no rosto de nossa juventude.
Grande expectativa, também para o 30º ECC confirmado para os dias 02,03 e 04 de Agosto.
Neste mês de Julho a Liturgia nos ajuda a celebrar nossa caminhada buscando a santidade com o bom testemunho dos santos e santas celebrados neste mês onde destacamos: 03-São Tomé / 09-Santa Paulina /11-São Bento / 16-N.S do Carmo / 17-Bv.Inácio de Azevedo e Companheiros / 25-São Tiago Maior / 26São Joaquim e Sant’Ana / 31-Santo Inácio de Loyola.
Lembramos da unidade da Igreja, em comunhão com a intenção do Papa Francisco que propõe para este mês a Integridade da justiça:
“Para que todos aqueles que administram a justiça atuem com integridade e para que a injustiça que perpassa o mundo não tenha a última palavra”.
No mundo em que vivemos, muitos julgam a seu favor. Há os que praticam a injustiça conscientemente, mas, mentem, dizendo que são justos. Quem não se decide pela justiça, não pode realmente amar.
Nosso Padroeiro São José Operário, é considerado pela Bíblia, um homem justo, quer dizer, correto, bom, porque a prática da verdadeira justiça tem a ver com amor, misericórdia.
Mais cedo ou mais tarde, também nós seremos confrontados a escolher entre a justiça e a injustiça, aceitar ou não um suborno, uma fraude fiscal, ou simplesmente, mentir para ganho próprio.
A humanidade sofre por culpa de maus administradores da justiça.
Fazer o que é certo nem sempre é fácil, mas é o melhor caminho.
Finalmente, o mês de julho é tradicionalmente dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Jesus e os católicos são encorajados a meditar sobre o profundo sacrifício de Jesus e o derramamento de seu sangue para a humanidade.
Em fim, um mês abençoado a todos! Sempre no carinho Maternal de Maria:



segunda-feira, 24 de junho de 2019

NASCIMENTO DE SÃO JOÃO BATISTA (solenidade) "Voz do que clama no deserto"

A Igreja celebra o nascimento de João como um acontecimento sagrado. Dentre os nossos antepassados, não há nenhum cujo nascimento seja celebrado solenemente. Celebramos o de João, celebramos também o de Cristo: tal fato tem, sem dúvida, uma explicação. E se não a soubermos dar tão bem, como exige a importância desta solenidade, pelo menos meditemos nela mais frutuosa e profundamente. João nasce de uma anciã estéril; Cristo nasce de uma jovem virgem.

O pai de João não acredita que ele possa nascer e fica mudo; Maria acredita, e Cristo é concebido pela fé. Eis o assunto que quisemos meditar e prometemos tratar. E se não formos capazes de perscrutar toda a profundeza de tão grande mistério, por falta de aptidão ou de tempo, aquele que fala dentro de vós, mesmo em nossa ausência, vos ensinará melhor. Nele pensais com amor filial, a ele recebestes no coração, dele vos tornastes templos.

João apareceu, pois, como ponto de encontro entre os dois Testamentos, o antigo e o novo. O próprio Senhor o chama de limite quando diz: A lei e os profetas até João Batista (Lc 16,16). Ele representa o antigo e anuncia o novo. Porque representa o Antigo Testamento, nasce de pais idosos; porque anuncia o Novo Testamento, é declarado profeta ainda estando nas entranhas da mãe. Na verdade, antes mesmo de nascer, exultou de alegria no ventre materno, à chegada de Maria. Antes de nascer, já é designado; revela-se de quem seria o precursor, antes de ser visto por ele. Tudo isto são coisas divinas, que ultrapassam a limitação humana. Por fim, nasce. Recebe o nome e se solta à língua do pai. Relacionemos o acontecido com o simbolismo de todos estes fatos.

Zacarias emudece e perde a voz até o nascimento de João, o precursor do Senhor; só então recupera a voz. Que significa o silêncio de Zacarias? Não seria o sentido da profecia que, antes da pregação de Cristo, estava, de certo modo, velado, oculto, fechado? Mas com a vinda daquele a quem elas se referiam tudo se abre e torna-se claro. O fato de Zacarias recuperar a voz no nascimento de João tem o mesmo significado que o rasgar-se o véu do templo, quando Cristo morreu na cruz. Se João se anunciasse a si mesmo, Zacarias não abriria a boca. Solta-se a língua, porque nasce aquele que é a voz. Com efeito, quando João já anunciava o Senhor, perguntaram-lhe: Quem és tu? (Jo 1,19). E ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto (Jo 1,23). João é a voz; o Senhor, porém, no princípio era a Palavra (Jo 1,1). João é a voz no tempo; Cristo é, desde o princípio, a Palavra eterna.

(Dos Sermões de Santo Agostinho, bispo)


sexta-feira, 21 de junho de 2019

SÃO LUÍS GONZAGA, RELIGIOSO (Memória)


           
Ilustríssima senhora, peço que recebas a graça do Espírito Santo e a sua perpétua consolação. Quando recebi tua carta, ainda me encontrava nesta região dos mortos. Mas agora, espero ir em breve louvar a Deus para sempre na terra dos vivos. Pensava mesmo que a esta hora já teria dado esse passo. Se é caridade, como diz São Paulo, chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram (cf. Rm 12,15), é preciso, mãe ilustríssima, que te alegres profundamente porque, por teus méritos, Deus me chama à verdadeira felicidade e me dá a certeza de jamais me afastar do seu temor.
            Na verdade, ilustríssima senhora, confesso-te que me perco e arrebato quando considero, na sua profundeza, a bondade divina. Ela é semelhante a um mar sem fundo nem limites, que me chama ao descanso eterno por um tão breve e pequeno trabalho; que me convida e chama ao céu para aí me dar àquele bem supremo que tão negligentemente procurei, e me promete o fruto daquelas lágrimas que tão parcamente derramei.
            Por conseguinte, ilustríssima senhora, considera bem e toma cuidado em não ofender a infinita bondade de Deus. Isto aconteceria se chorasses como morto aquele que vai viver perante a face de Deus e que, com sua intercessão, poderá auxiliar-te incomparavelmente mais do que nesta vida. Esta separação não será longa; no céu nos tornaremos a ver. Lá, unidos ao autor da nossa salvação, seremos repletos das alegrias imortais, louvando-o com todas as forças da nossa alma e cantando eternamente as suas misericórdias. Se Deus toma de nós aquilo que havia emprestado, assim procede com a única intenção de colocá-lo em lugar mais seguro e fora de perigo, e nos dar aqueles bens que desejamos dele receber.
            Disse tudo isto, ilustríssima senhora, para ceder ao desejo que tenho de que tu e toda a minha família considereis minha partida como um feliz benefício. Que a tua bênção materna me acompanhe na travessia deste mar, até alcançar a margem onde estão todas as minhas esperanças. Escrevo isto com alegria para dar-te a conhecer que nada me é bastante para manifestar com mais evidência o amor e a reverência que te devo como um filho à sua mãe.
(Da Carta escrita por São Luís Gonzaga à sua mãe.)