EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

sábado, 30 de outubro de 2021

HALLOWEEN: A FESTA DO INFERNO

A aparente inocência e as quase insuspeitas travessuras da conhecida ”Festa das Bruxas”, escondem uma realidade por demais preocupante.
Para os bruxos, satanistas e ocultistas em geral, se trata de uma festa ”sagrada”, de grande importância, onde se realizam vários rituais, que vão deste orações de louvor e invocações aos mortos, deuses e demônios até o oferecimentos de sacrifícios de coisas, animais e pessoas.
O diabo sempre busca fazer uma paródia das coisas santas e sagradas, sendo assim, seus cultuadores ou aqueles por ele inspirados, fazem do dia 31 de outubro uma data especial, pelo fato de a mesma preceder a Festa de Todos os Santos (01 de novembro) e dos Fiéis Defuntos (02 de novembro). Enquanto os cristãos comemoram a festa do Céu, celebrando todos os santos e depois rezando pelos fiéis defuntos, os ocultistas comemoram no dia 31 de outubro a festa do inferno.
Todos os ex-bruxos e ex-satanistas convertidos a fé cristã, são unânimes em afirmar que a festa do halloween é diabólica, e que a celebravam como uma grande solenidade em meio a rituais satânicos.
Também os exorcistas são concordes em demostrar o obscurantismo da chamada ”festa das bruxas”. A respeito dessa comemoração dizia o grande exorcista Padre Gabriele Amorth: ”O Halloween é uma armadilha do demônio…trata-se de uma coisa pagã, anti-cristã e anti-católica.”
A comemoração do ”dia das bruxas” nunca foi uma festa cristã, embora por um período a Igreja tenha tentado cristianizar os costumes dos povos que celebravam a passagem do tempo de vida e luz (verão e primavera) para o tempo de escuridão e morte (outono e inverno), especialmente os povos herdeiros das tradições Celtas (desde 1300 a.C.), que acreditavam que no dia 31 de outubro os maus espíritos de mortos poderiam invadir suas casas e também seus corpos, razão pela qual colocavam figuras horripilantes e caricaturas diante de suas portas ou perto de suas casas para espantar tais espíritos.
Com o tempo os ocultistas, bruxos e satanistas foram ”aperfeiçoando” a festa pagã e acrescentando-lhe outros elementos ritualísticos, ao pontos de em alguns casos praticarem os mais macabros rituais de sacrifícios de animais, mutilações, violação sexual de crianças e mesmo sacrifícios humanos. Não é mero ocaso o fato de que nessa época nos EUA e em outros países, se registre um número maior de desaparecimento de crianças que jamais serão encontradas.
É muito triste e preocupante que pais, escolas e outras entidades (algumas até ditas cristãs), promovam a ”festas das bruxas” sem se atentarem para significado e as raízes espirituais dessa celebração, expondo seus filhos a um verdadeiro perigo espiritual, além do que, contribuem para desarmar a mente e a alma da criança contra o mal e as coisas diabólicas e ocultas, fazendo com que vejam tudo isso como uma brincadeira inocente sem maiores consequências.
A Palavra de Deus nos diz que não deve se encontrar no meio de seu povo aqueles que se deem a feitiçaria, à advinhação, ao espiritismo, aos agouros, à invocação dos mortos, à magia, etc… pois Ele abomina aos que se dão a essas práticas (Dt. 18,9-12). São Paulo por sua vez nos diz que NÃO devemos nos associar às obras das trevas (como o halloween), mas denunciá-las abertamente (Ef. 5,11).

Protejamos nossas crianças, cuja inocência, o inimigo e seus servos de muitas formas quer destruir.

Procuremos caminhar na Luz e celebrar a Cristo, vida de todos os santos.

Fonte: Equipe Templário de Maria (https://templariodemaria.com)

Caminho Neocatecumenal: De volta a experiência das peregrinações como propósito de conversão


Jovens de nossa paróquia participaram no ultimo domingo (24) da peregrinação juntamente com a Região Pastoral 01 do Caminho Neocatecumenal de nossa Diocese de Jundiaí. O evento marcou o retorno das peregrinações neste tempo de pandemia.
Estiveram em São Paulo anúncio na Praça da Sé Mosteiro, São Bento , no Parque da Independência , Santuário de Nossa Senhora Aparecida no bairro do Ipiranga.
Finalizando com visita no Seminário missionário Redentores Mater.


Eventos desta natureza quer despertar para uma conversão maior e também reacender o propósito da JMJ. A Jornada Mundial da Juventude é o fantástico encontro entre o santo padre e os jovens católicos do mundo inteiro. Os jovens, que são o agora de Deus, são também o presente da Igreja no mundo. O encontro com o santo padre em 2023 é uma forma de expressar ao papa, à Igreja e ao mundo inteiro, o seu compromisso e fidelidade ao princípios cristãos.

domingo, 17 de outubro de 2021

Terceiro domingo do mês: Celebração da aliança de amor na comunidade Cristo Rei.

A Aliança de Amor vivida em profundidade faz nascer também uma forte consciência de missão; conduz os que a selaram a se converterem em eficazes instrumentos nas mãos de Maria, colaborando com ela na renovação religiosa e moral do mundo. Por meio desta Aliança de Amor, Schoenstatt realiza seu compromisso de construir a história em dependência e contato filial, livre e total com Cristo, o Senhor da história, por Maria, sua colaboradora permanente.

CAMPANHA ( V DIA MUNDIAL DOS POBRES – Paróquia São José Operário)

Sua ajuda e participação valoriza ainda mais esta ação!

O quinto Dia Mundial dos Pobres irá acontecer no XXXIII Domingo do Tempo Comum em 14 de novembro de 2021. A campanha de arrecadação em prol deste evento começou neste domingo(17), mas ainda da tempo de ajudar nas doações.
Um estilo de serviço identificado pelos servos bons que, no Evangelho, "são aqueles que arriscam", disse o Papa Francisco. Por exemplo, se não se investir e não se fazer o bem, ele acaba se perdendo.
Nestes tempos de incerteza e fragilidade que correm, não desperdicemos a vida pensando só em nós mesmos, com aquela postura da indiferença."
Se temos dons, é para ser dons."

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Ação entre amigos em prol da pintura da comunidade São Gabriel Arcanjo

 


Dia do Nascituro: "A vida é a VIDA, defende-a" (Madre Teresa de Calcutá)

Neste dia 8 de outubro, a Igreja celebra o Dia do Nascituro, dia de celebrar o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim, "pois a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo, tem a missão de defender, valorizar e promover a vida em todos os instantes de toda a sua existência, desde a concepção até a morte natural" (Dom Vicente Costa, O VERBO 441 - 1ª Quinzena-Outubro/2015).

Nestes tempos de tanta banalização da vida, numa sociedade marcada por uma mentalidade que considera legítimo descartar vidas humanas, quando são percebidas como peso e inúteis, e as vidas indefesas e desprotegidas são eliminadas pelos mais fortes, todo cristão deve tomar para si o compromisso de lutar pela vida como também pela dignidade e pela integridade da pessoa humana, pois a vida é um dom de inestimável valor, fruto do amor gratuito e infinito do Deus da Vida.

SAÚDE: "Um lembrete que chega com o mês de Outubro"

É hora de se olhar com carinho e reparar nas mudanças do seu corpo!

A campanha Outubro Rosa vem mais uma vez não só para reforçar que é preciso dar atenção à sua saúde, mas também para lembrar que olhar para si com mais amor e cuidado nunca é demais.
Você sabia que um em cada très casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no inicio? Muitas mulheres, por medo ou desinformação, evitam o assunto e acabam atrasando o diagnóstico. Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença pare de ser vista como uma sentença de morte ou um mal inevitável e incurável.
Entender o que é e como diagnosticar a doença é o primeiro passo.

sábado, 2 de outubro de 2021

A dinâmica do Mês de outubro

Outubro é também o Mês do Rosário que nos convida a olhar para Aquela que no Brasil aclamamos como "Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida, a Senhora Aparecida". "Percorrer com Maria as cenas do Rosário é como frequentar a “escola” de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, compreender a sua mensagem" (São João Paulo II, Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, n. 14) para anunciar e partilhar o que vimos e ouvimos com o coração de Maria.

Doutrina Social da Igreja (DSI): A Igreja tem partido político?

Matriz São José Operário-Jundiaí SP
Para entender se a Igreja tem partido político, é necessário compreender primeiro o que é a Doutrina Social da Igreja (DSI). Em resumo, a DSI é um compilado de diversas declarações do Magistério da Igreja sobre questões sociais.
Sabendo que a Igreja não pode estar indiferente a nada, já que a salvação que o Senhor nos oferece é integral e que, assim, “abrange também este mundo” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja – CDSI, 1), alguns papas se pronunciaram solenemente sobre as questões sociais por meio de documentos e encíclicas específicas.
Uma das mais conhecidas encíclicas que trataram a fundo do trabalho, do capital e da classe operária foi a Rerum Novarum (1891), do Papa Leão XIII. Mas há diversas outras que, juntas, formam a base da Doutrina Social, como a Diuturnum Illud, Immortale Dei, Libertas Praestantissimum e Sapientiae Christianae, que falam sobre a origem da autoridade civil, a constituição cristã dos Estados, a verdadeira e a falsa noção de liberdade e os deveres dos cidadãos cristãos para com os seus Estados, respectivamente.
Portanto, a DSI não é uma ideologia ou um programa político da Igreja, mas o resultado de pronunciamentos feitos pela Igreja na figura dos sucessores do primeiro papa, que, conduzidos pelo Espírito Santo (Mt 16, 18), analisaram a realidade da sociedade a partir da lei natural e dos ensinamentos do Evangelho (portanto, do próprio Cristo).

A Igreja tem partido político?
A política e o bem comum

De acordo com a Doutrina Social da Igreja, a política deve ser sempre orientada pelo princípio do bem comum, que é definido como “o conjunto de condições da vida social que permitem tanto aos grupos como a cada um dos seus membros atingir mais plena e facilmente a própria perfeição” (CDSI, 164).
“O bem comum não consiste na simples soma dos bens particulares de cada sujeito do corpo social. Sendo de todos e de cada um, é e permanece comum, porque indivisível e porque somente juntos é possível alcançá-lo, aumentá-lo e conservá-lo, também em vista do futuro. Assim como o agir moral do indivíduo se realiza em fazendo o bem, assim o agir social alcança a plenitude realizando o bem comum. O bem comum pode ser entendido como a dimensão social e comunitária do bem moral.” (CDSI, 164)
A Igreja não apoia nenhum partido político, mas os leigos são encorajados a se engajar na política de acordo com o princípio do bem comum e os valores do Evangelho, como uma forma de serviço. Como o Papa Francisco disse em uma Missa na Casa Santa Martano Vaticano, “a política é uma forma elevada de caridade”.

Um partido político pode corresponder a todas as exigências da fé?

Por outro lado, a Igreja também tem ciência de que “pretender que um partido ou uma corrente política correspondam completamente às exigências da fé e da vida cristã gera equívocos perigosos. O cristão não pode pretender encontrar um partido que responda plenamente às exigências éticas que nascem da fé e da pertença à Igreja” (CDSI, 573).
Ainda, o Catecismo da Igreja Católica ensina que “se acontecer de os dirigentes promulgarem leis injustas ou tomarem medidas contrárias à ordem moral, estas disposições não poderão obrigar as consciências” (1903). Que todos os leigos possam ver no exemplo de São Thomas More, que foi martirizado por se recusar a obedecer a leis contrárias à reta moral, e cuja memória a Igreja celebra no dia 22 de junho, a inspiração para servir em primeiro lugar a Deus e a seu Evangelho.

“Pedro e os apóstolos replicaram: ‘Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.’ Atos dos Apóstolos 5, 29

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Memória de São Vicente de Paulo, presbítero

"Deve-se preferir o serviço dos pobres acima de tudo"


Não temos de avaliar os pobres por suas roupas e aspecto, nem pelos dotes de espírito que pareçam ter. Com frequência são ignorantes e curtos de inteligência. Mas muito pelo contrário, se considerardes os pobres à luz da fé, então percebereis que estão no lugar do Filho de Deus que escolheu ser pobre. De fato, em seu sofrimento, embora quase perdesse a aparência humana – loucura para os gentios, escândalo para os judeus – apresentou-se, no entanto, como o evangelizador dos pobres: Enviou-me para evangelizar os pobres (Lc 4,18). Devemos ter os mesmos sentimentos de Cristo e imitar aquilo que ele fez: ter cuidado pelos indigentes, consolá-los, auxiliá-los, dar-lhes valor.

Com efeito, Cristo quis nascer pobre, escolheu pobres para seus discípulos, fez-se servo dos pobres e de tal forma quis participar da condição deles, que declarou ser feito ou dito a ele mesmo tudo quanto de bom ou de mau se fizesse ou dissesse aos pobres. Deus ama os pobres, também ama aqueles que os amam. Quando alguém tem um amigo, inclui na mesma estima aqueles que demonstram amizade ou prestam obséquio ao amigo. Por isto esperamos que, graças aos pobres, sejamos amados por Deus. Visitando-os, pois, esforcemo-nos por entender os pobres e os indigentes e, compadecendo-nos deles, cheguemos ao ponto de poder dizer com o Apóstolo: Fiz-me tudo para todos (1Cor 9,22). Por este motivo, se é nossa intenção termos o coração sensível às necessidades e misérias do próximo, supliquemos a Deus que derrame em nós o sentimento de misericórdia e de compaixão, cumulando com ele nossos corações e guardando-os repletos.

Deve-se preferir o serviço dos pobres a tudo o mais e prestá-lo sem demora. Se na hora da oração for necessário dar remédios ou auxílio a algum pobre, ide tranquilos, oferecendo a Deus esta ação como se estivésseis em oração. Não vos perturbeis com angústia ou medo de estar pecando por causa de abandono da oração em favor do serviço dos pobres. Deus não é desprezado, se por causa de Deus dele nos afastarmos, quer dizer, interrompermos a obra de Deus, para realizá-la de outro modo.

Portanto, ao abandonardes a oração, a fim de socorrer a algum pobre, isto mesmo vos lembrará que o serviço é prestado a Deus. Pois a caridade é maior do que quaisquer regras, que, além do mais, devem todas tender a ela. E como a caridade é uma grande dama, faz-se necessário cumprir o que ordena. Por conseguinte, prestemos com renovado ardor nosso serviço aos pobres; de modo particular aos abandonados, indo mesmo à sua procura, pois nos foram dados como senhores e protetores.
Dos Escritos de São Vicente de Paulo, presbítero-(Séc.XVII)

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Pastores que se apascentam a si mesmos (Reflexão)

Vejamos, portanto, o que aos pastores que se apascentam a si mesmos, não as ovelhas, diz a palavra divina que não adula a ninguém: Eis que bebeis o leite e vos cobris com a lã; matais as mais gordas e não apascentais minhas ovelhas. Não fortalecestes a fraca; não curastes a doente; não pensastes a ferida, não reconduzistes a desgarrada e não fostes em busca da que se perdera; tratastes com dureza a forte. E minhas ovelhas se dispersaram, por não haver pastor (Ez 34,3-5).

Começa por dizer que é que apreciam e o que descuidam aqueles pastores que se apascentam a si, não as ovelhas. Que apreciam? Bebeis o leite, vos cobris com lã. Diz o Apóstolo: Quem planta uma vinha e não se alimenta de seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se serve do leite? (1Cor 9,7) Entendemos por leite do rebanho tudo quanto o povo de Deus dá ao bispo para sustento da vida terrena. Era o que queria dizer o Apóstolo com as palavras citadas.

Embora preferisse viver do trabalho de suas mãos, sem esperar, nem mesmo o leite das ovelhas, o Apóstolo, no entanto, declarou ter o direito de recebê-lo, e ter o Senhor determinado que vivam do Evangelho aqueles que anunciam o Evangelho (cf. 1Cor 9,14). E acrescentou que os outros apóstolos usavam deste direito, não usurpado, mas concedido. Mais fez ele, por não querer receber o que lhe era devido. Dispensou a dívida, mas não era indevido aquilo que outros aceitaram; ele fez mais. Talvez o prefigurasse aquele que, ao levar o ferido à estalagem, dissera: Se gastares mais, pagar-te-ei ao voltar (Lc 10,35).

Daqueles, pois, que não precisam do leite das ovelhas, que diremos ainda? São misericordiosos, ou melhor, com liberalidade maior cumprem seu ofício de misericórdia. Podem, e o que podem, fazem. Elogiemos a estes sem condenar os outros. Este mesmo Apóstolo não procurava presentes. Desejava com ardor que fossem fecundas as ovelhas, não estéreis, sem a riqueza do leite. (Do Sermão sobre os pastores, de Santo Agostinho, bispo

domingo, 12 de setembro de 2021

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ: "DA CRUZ, BROTA A VIDA ETERNA"

Capela Sta. Cruz (Paróquia São José Operário)
As relíquias da Santa Cruz, descobertas pela imperatriz santa Helena no dia 14 de setembro de 320, foram levadas para a Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, no dia 14 de setembro do ano 335. A partir dessa data temos em toda a Igreja a festa da Exaltação da Santa Cruz. A cruz está estreitamente ligada à Paixão de Cristo e à nossa salvação. E o símbolo mais eloquente do amor de Deus por nós. A cruz venceu a morte e nos deu a vida eterna. Por esse motivo é justo que seja celebrada, exaltada e venerada por todos nós. Segundo João o título Filho do Homem está ligado ao modelo de subida-descida: Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem (v. 13), disse Jesus a Nicodemos. Só existe um que subiu aos céus, porque primeiro veio de lá: o Filho do Homem. Somente ele pode trazer a revelação divina porque tem sua origem no céu. E o Filho do Homem só pode ser Jesus de Nazaré. Só Jesus é o revelador e o enviado de Deus. E Jesus acrescenta: Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que crer tenha nele a vida eterna (v. 14-15).
Oremos:
Senhor Jesus, que a exaltação da cruz desperte em mim um empenho sempre maior de trilhar os teus caminhos. Amém!

sábado, 11 de setembro de 2021

GESTO DE AMOR AO POVO HAITIANO

Dom Mário (bispo de Roraima e presidente da Cáritas Brasileira) recorda que a iniciativa está inserida no contexto da ação solidária “É Tempo de Cuidar”, “desta vez em favor da vida no Haiti”. Dom Mário informa que as doações chegarão “em forma de solidariedade às famílias das vítimas fatais dos terremotos e em forma de cuidado às milhares de pessoas feridas, desabrigadas e desalojadas”.
“Os recursos arrecadados serão para adquirir itens de primeira necessidade: alimentos, água potável, barracas, lonas, materiais de higiene e limpeza, medicamentos, atendimento médico, transporte, combustível, assim como outros itens para apoiar a população haitiana”, enumera dom Mário.
Faça sua doação:
Cáritas Brasileira
CNPJ: 33.654.419/0001-16
Banco do Brasil
Agência – 0452-9
Conta-Corrente – 123.969-4
Caixa Econômica
Agência: 1041
Conta-Corrente – 1132-1Operação: 003
(fonte:https://www.cnbb.org.br/sos-haiti-gesto-de-amor-povo.../...

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Programação Tríduo: Exaltação da Santa Cruz-2021

 A glorificação de Cristo passa através do suplício da Cruz e a antítese sofrimento-glorificação se torna fundamental na história da Redenção. Cristo, encarnado na sua realidade concreta humano-divina, se submete voluntariamente à humilde condição de escravo (a cruz era o tormento reservado para os escravos) e o suplício infame transformou-se em glória perene. Assim a cruz torna-se o símbolo e o compêndio da religião cristã.


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Celebrações no Cemitério Parque dos Ipês retornam em Setembro

“O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros felizes. Tão logo que acreditei que existia um Deus, compreendi que não podia fazer outra coisa, senão viver só para Ele".

Partilhamos e renovamos o convite a você e sua família a celebrar conosco. Sabemos que as dificuldades são diversas, mas chorar e perder a esperança, jamais! Jesus se apresenta como aquele que se ofereceu por nós na cruz, e que se imola continuamente em nossos altares, na eucaristia.
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