EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

sábado, 27 de agosto de 2022

Catequese: Reconhecer Cristo no pobre

Queres honrar o Corpo de Cristo? Então não O desprezes nos seus membros, isto é, nos pobres que não têm que vestir, nem O honres no templo com vestes de seda, enquanto O abandonas lá fora ao frio e à nudez. Aquele que disse: «Isto é o Meu Corpo» (Mt 26, 26), e o realizou ao dizê-lo, é o mesmo que disse: «Porque tive fome e não Me destes de comer» (cf. Mt 25, 35); e também: «Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a Mim que o deixastes de fazer» (Mt 25, 42.45). Aqui, o corpo de Cristo não necessita de vestes, mas de almas puras; além, necessita de muitos desvelos. [...] Deus não precisa de vasos de ouro, mas de almas que sejam de ouro.
Não vos digo isto para vos impedir de fazer doações religiosas, mas defendo que simultaneamente, e mesmo antes, se deve dar esmola. [...] Que proveito resulta de a mesa de Cristo estar coberta de taças de ouro, se Ele morre de fome na pessoa dos pobres? Sacia primeiro o faminto, e depois adornarás o Seu altar com o que sobrar. Fazes um cálice de ouro e não dás «um copo de água fresca»? (Mt 10, 42). [...] Pensa que se trata de Cristo, que é Ele que parte errante, estrangeiro, sem abrigo; e tu, que não O acolheste, ornamentas a calçada, as paredes e os capiteis das colunas, prendes com correntes de prata as lâmpadas, e a Ele, que está preso com grilhões no cárcere, nem sequer vais visitá-Lo? [...] Não te digo isto para te impedir de tal generosidade, mas exorto-te a que a acompanhes ou a faças preceder de outros actos de beneficência. [...] Por conseguinte, enquanto adornas a casa do Senhor, não deixes o teu irmão na miséria, pois ele é um templo e de todos o mais precioso.
Fonte:
Das Homílias de São João Crisóstomo: Reconhecer Cristo no pobre

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

MÊS VOCACIONAL - AGOSTO 2022 (UMA HISTÓRIA DE AMOR VOCACIONAL POR DIÁCONO DIRCEU)

Faz 54 anos que estamos juntos, vem sentar-te ao meu lado, pois o tempo não pode nos distanciar
Deus providenciou para nós um novo dia, um novo amanhecer, nossos filhos cresceram já estão arranjados, foram-se embora, novamente estamos apenas nos dois, como começamos.
Você deve lembrar bem como tudo começou. Nada tínhamos para começar, apenas uma cama, um guarde roupa, um fogão usado, uma mesa e quatro cadeiras, tudo estava por fazer, e pusemos mãos à obra, foi trabalhoso, foi preciso de multa coragem, perseverança e planejamento.
Para isso, foi preciso amor, e o amor não é no que se pensa ao começar. Não são apenas beijos mutuamente dados, palavrinhas ditas aos ouvidos, ou permanecermos
juntinhos os dois. A vida seria longa e exigia muito mais, o dia das núpcias dura apenas um dia..
Vieram os filhos, foi necessário alimentá-los, vesti-los, educá-lo… lógico que eles também ficaram doentes. E você, com paciência e muito carinho, as vezes permanecia de pé a noite toda, e eu, confiante, me dedicava ao trabalho de manha até a noite (...quantas horas extras)
Pelo fato de sermos humanos e limitados, por algumas vezes chegamos a perder a calma. Seguiram-se os anos! Quantos cuidados, contrariedades mil. Mas fomos fiéis um ao outro. Você se apoiava em mim e eu em você. Pela graça e misericórdia de Deus, confiantes em nossa vocação matrimonial, ficamos juntos, entregamo-nos com todas as nossas forças ao trabalho, suportamos
vencemos as diversas situações e dificuldades, que não foram poucas. O amor verdadeiro não é de um dia, mas de todos os dias, é um constante ajudar se, é respeitar-se, é compreender, e as vezes até suportar um ao outro.
E pouco a pouco, os filhos ficaram grandes, fizeram-se gente de valor. E aprenderam a valorizar nossas virtudes e desprezar os nossos defeitos que não eram poucos, afinal somos criaturas e não Deus
Põe-te agora ao meu lado e olha, à noite e as trevas se foram, está brilhando agora a estrela da manhã, e o tempo da colheita! Graças a Deus, nossos projetos se realizaram, podemos dizer que valeu a pena.
Encosta-te bem junto a mim não precisamos dizer ou provar mais nada um ao outro, só queremos estar juntos, na certeza que nem a morte vai nos separar, pois estaremos juntos também na eternidade, fomos fiéis a nossa vocação. Amém


DIÁCONO DIRCEU E MAGALI

(DEUS EXISTE)

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

A EUCARISTIA E A FAMÍLIA (O Reavivar da Igreja)

 Nesse nosso tempo, marcado por tantos fechamentos e por tantos muros, o convívio, gerado pela família e dilatado pela Eucaristia, torna-se uma oportunidade crucial. A Eucaristia e as famílias por ela alimentadas podem vencer os fechamentos e construir pontes de acolhimento e de caridade. Sim, a Eucaristia de uma Igreja de famílias, capaz de restituir à comunidade o fermento ativo do convívio e da hospitalidade recíproca, é uma escola de inclusão humana que não teme confrontos! Não há pequenos, órfãos, frágeis, indefesos, feri dos e desiludidos, desesperados e abandonados que o convívio eucarístico das famílias não possa alimentar, restaurar, proteger e hospedar.(Papa Francisco)

domingo, 7 de agosto de 2022

Agosto vocacional e o anseio a santidade

Assinalemos aqui pistas, caminhos que podem ajudar na descoberta da vocação.
Sabemos bem que todos nós somos chamados a uma missão e, de algum modo, a realizar algo em e com nossas vidas.
Mas Como ouvir esse chamado?
Primeiramente, um dos passos mais importantes para encontrar o caminho é se esforçar para ouvir a própria voz interior e se aproximar de Deus. Vivemos em um tempo em que é mais comum fixar o olhar para fora de nós mesmos. Mas fechar os olhos e se dedicar a enxergar o “eu” que fala dentro de nós é um modo de depositar um sopro de esperança na própria vida.
Ao buscar as respostas dentro de si, é mais fácil perceber o chamado de Deus e então, com coerência, responder afirmativamente. Quando a pessoa se propõe a fazer esses dois caminhos, consegue interpretar de maneira mais clara como construir seu projeto, propósito e sentido de vida.
Existe, ainda, nesse processo de decisão as características individuais. Sabe aquilo que foi sempre natural na sua história? Por exemplo, por que gosta tanto de pôr a mão na massa e ajudar quem precisa? Por que gosta de ensinar os outros?
Com esse tipo de reflexão é possível caminhar um passo de cada vez em busca da sua vocação, o que no fim das contas é encontrar o que o realiza, que o faz ser que realmente ele é, e assim, ser feliz. O acompanhamento vocacional, o olhar atento da equipe de acompanhamento é fundamental.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

Venha integrar-se e fazer parte da Pascom de sua Paróquia

A Igreja tem incentivado o anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo pelos meios e processos que a comunicação proporciona. Aprovado em março de 2014, o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil (Documento 99 da CNBB) define a Pastoral da Comunicação (Pascom) como eixo transversal de todas as pastorais da Igreja. Em sua missão, deve irradiar ações próprias do campo da comunicação com sentido pastoral, as quais ganham sentido na medida em que colaboram com a ação evangelizadora eclesial.
É fundamental que a Pastoral da Comunicação – Pascom possa, de fato, apropriar-se de forma técnica e eficiente desses meios, desde a mais simples veiculação em murais das igrejas até a organização de sites, blogs e o uso das diferentes redes sociais digitais. Com tais atribuições, a evangelização alcança públicos de todos os perfis, de forma rápida e eficaz.

São seis frentes de trabalho para a atuação da Pascom, de acordo com o Diretório:

1. Colocar-se a serviço de todas as pastorais para dinamizar suas ações comunicativas;
2. Promover o diálogo e a comunhão das diversas pastorais;
3. Capacitar os agentes de todas as pastorais na área da comunicação, especialmente a catequese e a liturgia;
4. Favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação, para dar maior visibilidade à sua ação evangelizadora;
5. Envolver os profissionais e pesquisadores da comunicação as reflexões da Igreja, para colaborar no aprofundamento e atualização dos processos comunicativos;
6. Desenvolver as áreas da comunicação, como a imprensa, a publicidade e as relações públicas nos locais onde não existem profissionais especificamente designados;

Tais ações da Pastoral, ensina o Documento 99, devem estar dentro de uma política global que gere comunhão e interatividade, alicerçada em quatro eixos: formação, articulação, produção e espiritualidade. Sustentada por esses eixos, deve incentivar a reflexão e estimular ações com sentido comunicativo, que conduzam à comunhão e à ação evangelizadora.

sábado, 4 de junho de 2022

ACENDA A LUZ: "é bem mais que uma apresentação do Rosa de Saron"

Realizada dentro do espaço do templo, em formato acústico intimista, ACENDA A LUZ é uma experiência mística junto da comunidade, conduzindo cada coração a viver profundamente uma espiritualidade através da música. Juntos, como irmãos, respeitando e seguindo criteriosamente os protocolos exigidos pelas autoridades de saúde e com permissão do poder público.

Venha fazer parte dessa história conosco!

IMPORTANTE: Ao adquirir um convite você estará colaborando financeiramente com a paróquia onde o evento é realizado.
Informações na página Rosa de Saron!
https://rosadesaron.com.br/author/rosadesaron/

JMJ 2023: Paróquia projeta eventos de preparação a Peregrinação - Em vista, uma missão: ajudar a preparar a JMJ Lisboa 2023

Uma corrida contra o tempo:

Cada dia estamos mais próximos da JMJ Lisboa. Ano que vem (2023) dentre os dias 01 a 06 de agosto, no melhor mês do ano, serão vividos momentos incríveis com o Papa Francisco. Com o tema “Maria levantou-se e partir apressadamente” (Lc 1, 39) a próxima Jornada Mundial da Juventude promete levar os jovens do mundo todinho a uma experiência profunda com Deus através de Nossa Senhora e queremos contar com a ajuda de todos para que nossa paróquia esteja representada no Encontro.

Colabore com nossos eventos!

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Oração do Comunicador

Ó Deus.
que para comunicar vosso amor aos homens, enviastes vosso Filho, Jesus Cristo, e o constituistes Mestre, Caminho, Verdade e Vida da humanidade, concedei-nos a graça de utilizar os meios de comunicação social imprensa, cinema, rádio, audiovisuais... para a manifestação de vossa glória e a promoção das pessoas.
Suscitai vocações para essa multiforme missão. Inspirai aos homens de boa vontade a colaborarem com a oração, a ação e o auxilio material, para que a Igreja anuncie o Evangelho a todos os homens, através desses instrumentos.


Amém.

A missão do Espírito Santo na Igreja (Da Constituição dogmática Lumen gentium sobre a Igreja, do Concílio Vaticano II)

Terminada na terra a obra que o Pai confiou ao Filho, O Espírito Santo foi enviado no dia de Pentecostes a fim de santificar continuamente a Igreja e, por Cristo, no único Espírito, terem os fiéis acesso junto ao Pai. Ele é o Espírito da vida, a fonte de água que jorra para a vida eterna. Por ele, o Pai dá vida aos homens mortos pelo pecado, até ressuscitar em Cristo seus corpos mortais.

        O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis como em um templo. Neles ora e dá testemunho da adoção de filhos. Conduz a Igreja ao conhecimento da verdade total, unifica-a na comunhão e nos ministérios, ilumina-a com diversos dons carismáticos e hierárquicos e enriquece-a com seus frutos.

        Pela força do evangelho, rejuvenesce a Igreja, renovando-a constantemente e a conduz à perfeita união com seu Esposo. Pois o Espírito e a Esposa dizem ao Senhor Jesus: “Vem!”

        Assim se apresenta a Igreja inteira como um povo reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

        O conjunto dos fiéis, consagrado pela unção do Espírito Santo, não pode enganar-se na fé. Esta peculiaridade se exprime através do sentido sobrenatural da fé, quando na sua totalidade, a hierarquia e os fiéis leigos, manifestam um consenso universal em matéria de fé e costumes.

        Com este senso de fé, formado e sustentado pelo Espí­rito da verdade, o povo de Deus, guiado pelo sagrado ma­gistério a que obedece com fidelidade, acolhe não mais como palavras dos homens, mas, na realidade, a palavra de Deus, e adere sem esmorecimento à fé que, uma vez para sempre, foi transmitida aos santos (Jd 3). Nela penetra sempre mais profundamente, com reto julgamento, e cada vez mais plenamente a põe em prática em sua vida.

        Além disso, por meio dos sacramentos e ministérios, o Espírito Santo não apenas santifica e conduz o povo de Deus e o adorna com virtudes, mas ainda distribui a cada um seus dons conforme quer (1Cor 12,11), e concede também graças especiais aos fiéis de todas as condições. Torna-os assim aptos e disponíveis para assumir deveras obras ou funções, em vista de uma séria renovação e mais ampla edificação da Igreja, conforme foi dito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (ICor 12,5).

        Estes carismas devem ser recebidos com ação de graças e consolação. Pois todos, desde os mais extraordinários aos mais simples e comuns, são perfeitamente apropriados e úteis às necessidades da Igreja.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Fiéis celebram São José Operário

O dia 1º de maio, memória de São José, carpinteiro de Nazaré e protetor dos operários, faz-nos perceber o valor do trabalho, querendo Deus a realização da criatura humana. É a Igreja que reconhece a dignidade do trabalho humano, em concomitância com o crescimento e realização das pessoas, pelo exercício do trabalho, tendo diante dos olhos, na mente e no coração, o plano salvífico de Deus. A esperança do Reino de Deus motiva-nos, faz-nos descruzar os braços, desinstalarmo-nos e não ficar alheios diante dos concretos desafios da vida, sejam eles na ordem material ou espiritual.

Foi o Papa Pio XII que, em 1955, instituiu tal memória litúrgica, no contexto da Festa dos Trabalhadores, em todo o mundo, comemorada no dia 1º de maio, que tem sua origem no ano de 1886, na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). Por longo tempo, na simbologia da luta do Dia do Trabalho, pelas manifestações, assumiu-se um caráter contestatório e ideológico, alheio e hostil ao espírito cristão. A partir da referida data de 1º de maio de 1955, com a decisão de Pio XII, no entanto, consagrou-se a Festa dos Trabalhadores, com uma índole cristã, dando-lhe um padroeiro: São José Operário.

A esperança proclamada por Jesus de Nazaré transcende e vai muito além da esperança terrena. Evidentemente, ela será abundante e terá sua plenitude com o esplendor da glória de Deus, no final dos tempos. Na mesma esperança, o Papa, ao instituir o Dia de São José Operário no mundo católico, o quis como protetor e modelo de todos os trabalhadores, enaltecendo-os com a “dignidade do trabalho”.

A vida requer coragem, colocando, evidentemente, os frutos do trabalho de mulheres e homens no esforço constante pelo sustento à vida, dom e graça de Deus. Que não esqueçamos jamais do cumprimento da esperança terrena, na busca por justiça, solidariedade e paz, sendo Deus mesmo o condutor da história das pessoas de boa vontade, conduzindo-as, na esperança, ao definitivo: o Reino de Deus.

São José Operário quer ensinar as mulheres e os homens do nosso tempo a se convencerem de que estão no caminho certo, pela árdua tarefa do trabalho, respeitando e preservando a obra da criação. O desejo de Pio XII claro que ia em direção à conquista da paz social, na sonhada busca dos ideais cristãos, no respeito pela criatura humana, imagem e semelhança de Deus. Amém!

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Ceia do Senhor: Início do Tríduo Santo

Imagem: Henrique Gasparini (Pascon-SJO)
Nesta quinta-feira (14) começamos a celebração da Páscoa. Ela se inicia com a memória da entrega de Jesus, entrega que, antes de se dar na cruz, deu-se numa Ceia: “Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão... ‘Isto é o meu corpo, que é dado por vós’... Depois da ceia, tomou também o cálice e disse: ‘Este cálice é a nova aliança, em meu sangue’” (1Cor 11,23.24.25). De fato, Jesus havia afirmado: “Ninguém tira a minha vida. Eu a dou livremente” (Jo 10,18). Jesus celebra a última Ceia com seus discípulos “entregando-se livremente” porque escolheu viver sua vida a partir de uma pergunta: “O que eu tenho a oferecer à vida”, diferente de muitos hoje em dia, que vivem a partir de uma outra pergunta: “O que a vida tem a me oferecer?”
“Entrega” tem a ver com “sacrifício”, e sacrifício tem a ver com amor: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1). Essas palavras resumem a vida de Jesus: amou até o fim. Numa época em que se ama até se decepcionar, até se cansar, até encontrar algo diferente e mais atrativo, Jesus se coloca como modelo de pessoa que ama: “Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13,15). Quando desistimos de amar até o fim, a “praga exterminadora” entra em nossa vida e começa a destruir tudo.
Hoje, cada um de nós deve ser perguntar: De quem eu sou chamado(a) a lavar os pés? Qual situação específica está me desafiando a crer, esperar e amar até o fim?

#sempreemcomunhao #santamissa #sjojundiai #jundiai #eucaristia #igrejacatolica #biblia #Jesus #Deusexite #pascom #missa #catolico

terça-feira, 12 de abril de 2022

Paróquia São José Operário: Programação Semana Santa 2022


 

Gerson Francisco Ribeiro chega ao Diaconato na Paróquia São José Operário em Jundiaí

Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja restaurou o diaconato como grau Permanente do Sacramento da Ordem. Não aboliu o celibato, mas permitiu que homens casados pudessem ser ordenados diáconos, deixando, assim, o seu estado laical, e passando a fazer parte do clero diocesano, compondo a estrutura hierárquica da Igreja (bispos-presbítero-diácono).

É importante notar que a vocação diaconal surge, concretamente, no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 6, a partir do versículo 1. Nesta passagem encontramos a instituição dos sete primeiro diáconos, que tiveram como missão servir às viúvas e órfãos dos cristãos de origem grega. Foram instituídos para manter a unidade e a paz dentro da comunidade dos seguidores de Jesus.

A motivação teológico-espiritual do diaconato vem de Jesus que se apresentou como o servidor no meio de todos. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve (Lc. 22,27)”. Em outra passagem, “porque o Filho do Homem não veio para ser servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de muitos” (Mc 10,45//Mt 20,28). E o Lava Pés, último gesto de serviço, Jesus afirmou: “pois bem, eu que sou o Mestre e o Senhor lavei os pés uns dos outros. Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13,14-15). Esta deve ser a perspectiva de todo aquele que se apresenta para ser diácono: o serviço. Todo vocacionado ao diaconato deve ter diante de si a capacidade de se colocar no lugar de quem serve.

Ao acolher aqueles que buscam colocar sua vida a serviço da comunidade local e da Igreja como diáconos permanentes, a formação destaca alguns pontos de discernimento para esta vocação específica.

O processo de discernimento vocacional deve levar em consideração quatro critérios objetivos: pessoais, eclesiais, familiares, comunitários (cf. Documento 96 da CNBB – “Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil – Formação, Vida e Ministério”. n. 135-147).

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Anúncio da Páscoa 2022 - Caminho Neocatecumennal (Paróquia São José Operário)

Catequistas (paróquia N.S. de Fátima - Vl. Hortolândia)
"  O Espírito que anima a Igreja: o Amor mútuo."

Catequistas responsáveis pelas primeiras comunidades de nossa paróquia, estiveram presentes em nossa paróquia para o tradicional Anuncio da Páscoa, Estiveram presentes também comunidades da Paróquia Santo Antônio do Bairro Anhangabaú.
Sempre um momento importante na vida das comunidades. Só mesmo na certeza de que Deus quer nossa conversão interior, respondamos, não só com súplicas e louvores, mas, sobretudo, com o coração aberto aos sinais de Deus. É na adesão pelo essencial, invisível aos nossos olhos, que somos chamados a um profundo mergulho no mistério de Deus, neste tempo precioso da Quaresma que nos prepara de um modo maior para uma fé e alegria pascal vivida e testemunhada.
A proposta cristã se resume no amor. O amor é o que nos identifica; quem não vive o amor, não pode se considerar comunidade de Jesus.


quarta-feira, 30 de março de 2022

Começam os preparativos para Jornada Diocesana da Juventude (JDJ)


Como vínculo de unidade, membros do CPAE com apoio de nosso pároco Pe. Daniel estiveram presentes nesta terça(29) na Paróquia São José Operário para dar inicio aos preparativos da jornada. A expectativa é a melhor possível. O encontro foi conduzido pela coordenadora Diocesana do setor Juventude Nayara Rael. Destaque também para presença do vereador Daniel Lemos que é também, um importante apoiador dos vários eventos de nossa paróquia.
A JDJ é um evento que acontece todos os anos, desde 1986, e foi pensada pelo Papa São João Paulo II. Ele quis reunir todos os jovens do mundo em um itinerário de fé, comunhão e celebração em torno da Pessoa de Cristo. Algumas das edições acontecem a nível mundial em sedes escolhidas pelo Santo Padre a cada dois ou três anos. No intervalo entre as edições mundiais, acontecem, nas dioceses de todo o mundo, as edições diocesanas. Neste ano, o Local escolhido foi a Paróquia São José Operário em Jundiaí que integra a região pastoral 5.
A Jornada Diocesana da Juventude acontecerá em nossa paróquia nos dias 23, 24 e 25 de Julho.