EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Um olhar crítico sobre a liturgia da cura do leproso

"Os diferentes tipos de lepra hoje"

Existem muitos “tipos” de lepra hoje, mas o mais nocivo e que contamina a todos é a lepra chamada CORRUPÇÃO, cuja “bactéria” é a GANÂNCIA, o apego desordenado ao dinheiro, “a raiz de todos os males”, segundo a Escritura (cf. 1Tm 6,10). Desde o mais alto escalão do governo até o brasileiro mais simples, obviamente com algumas poucas exceções, todos estamos contaminados com a lepra chamada CORRUPÇÃO, lepra que causa DORMÊNCIA em nossa consciência e a consequente PERDA DE SENSIBILIDADE para com quem sofre, vítima da corrupção praticada também por nós.
Exemplos cotidianos de corrupção: pais que pagam escolas particulares e dão presentes caros aos filhos usando dinheiro obtido com desonestidade; funcionários que conseguem atestados falsos de médicos corruptos para ficarem afastados do trabalho; empregados que trabalham três meses e fazem de tudo para serem demitidos e se beneficiarem com o seguro desemprego; fiscais e policiais que recebem propina para não aplicarem multa ou para não punirem os infratores; juízes que vendem sentenças para manter em liberdade grandes traficantes e políticos; empresas que financiam campanhas políticas para depois se beneficiarem do desvio de dinheiro praticados pelos políticos eleitos; pessoas de boa condição social que se cadastram para receber remédios gratuitos, destinados à população carente etc. Em termos de corrupção, difícil dizer quem de nós não é hoje um leproso. A maioria de nós está convencida de que, no Brasil, a lepra compensa (para não dizer “o crime compensa”).
Segundo o Papa Francisco, quem paga o preço da corrupção é o pobre, são os hospitais sem remédios, os doentes que não têm acesso a tratamento, as crianças sem acesso a uma boa educação. Para curar o leproso, Jesus estendeu a mão e tocou nele (cf. Mc 1,41). É de se espantar que hoje os nossos dedos toquem com agilidade a tela ou o teclado de um celular, mas não têm a coragem de tocar naqueles que são a pele de Cristo: “Os pobres, os abandonados, os enfermos, os marginalizados são a carne de Cristo” (Homilia do Papa Francisco em 12/05/2013). É de se admirar que em muitos lares, marido e mulher, pais e filhos se encontrem dentro de uma mesma casa, teclando com outras pessoas pelo celular, mas não conseguem comunicar-se, como se tivessem perdido o jeito de tocar um no outro. É a lepra do isolamento, contaminando famílias e apodrecendo relacionamentos.
Eis a cura para a nossa lepra: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus. Não escandalizeis ninguém,... nem a igreja de Deus” (1Cor 10,31-32). O escândalo da corrupção precisa ser eliminado também em nós, simples cidadãos, e não só no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. Trata-se de não ficar buscando apenas o que é vantajoso para nós mesmos, mas buscar o que vantajoso para todos, para o bem da sociedade e da humanidade (cf. 1Cor 10,33). Trata-se de aceitar o mesmo processo de purificação pelo qual passou Naamã, o leproso: descer quantas vezes for preciso ao rio de Deus, que é o Espírito Santo, e permitir que as suas águas limpem nossa consciência de todo vestígio de corrupção, devolvendo-nos a inocência, a verdade e a retidão de uma criança (cf. 2Rs 5,14).  
“Se queres, tens o poder de curar-me” (Mc 1,40). O Evangelho de Cristo tem o poder de nos curar, de nos devolver o temor a Deus, o respeito para com os outros, o cuidado para com aquilo que é público, a decência, a honestidade... Deixemo-nos tocar por Jesus, pelo seu Espírito, pelo seu Evangelho. Além disso, colaboremos com Jesus na erradicação da lepra em nossa sociedade, adoecida pelo individualismo e pela indiferença: estendamos nossa mão a cada dia para tocar no necessitado, naquele que ninguém enxerga, por quem ninguém se interessa...

 fonte:dos escritos do Pe. Paulo Mazzi

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

10/02-SANTA ESCOLÁSTICA, VIRGEM (Conheça um pouco mais sobre a história desta santa)

Foi mais poderosa aquela que mais amou

Escolástica, irmã de São Bento, consagrada ao Senhor onipotente desde a infância, costumava visitar o irmão, uma vez por ano. O homem de Deus descia e vinha encontrar-se com ela numa propriedade do mosteiro, não muito longe da porta.
Certo dia veio ela como de costume, e seu venerável irmão com alguns discípulos foi ao seu encontro. Passaram o dia inteiro a louvar a Deus e em santas conversas, de tal modo que já se aproximavam as trevas da noite quando se sentaram à mesa para tomar a refeição.
Como durante as santas conversas o tempo foi passando, a santa monja rogou-lhe: “Peço-te, irmão, que não me deixes esta noite, para podermos continuar falando até de manhã sobre as alegrias da vida celeste”. Ao que ele respondeu-lhe: “Que dizes tu, irmã? De modo algum posso passar a noite fora da minha cela”.
A santa monja, ao ouvir a recusa do irmão, pôs sobre a mesa as mãos com os dedos entrelaçados e inclinou a cabeça sobre as mãos para suplicar o Senhor onipotente. Quando levantou a cabeça, rebentou uma grande tempestade, com tão fortes relâmpagos, trovões e aguaceiro, que nem o venerável Bento nem os irmãos que haviam vindo em sua companhia puderam por um pé fora da porta do lugar onde estavam.
Então o homem de Deus, vendo que não podia regressar ao mosteiro, começou a lamentar-se, dizendo: “Que Deus onipotente te perdoe, irmã! Que foi que fizeste?” Ela respondeu: “Eu te pedi e não quiseste me atender. Roguei ao meu Deus e ele me ouviu. Agora, pois, se puderes, vai-te embora; despede-te de mim e volta para o mosteiro”.
E Bento, que não quisera ficar ali espontaneamente, teve que ficar contra a vontade. Assim, passaram a noite toda acordados, animando-se um ao outro com santas conversas sobre a vida espiritual. Não nos admiremos que a santa monja tenha tido mais poder do que ele: se, na verdade, como diz São João, Deus é  amor (1Jo 4,8), com justíssima razão, teve mais poder aquela que mais amou.
Três dias depois, estando o homem de Deus na cela, levantou os olhos para o alto e viu a alma de sua irmã liberta do corpo, em forma de pomba, penetrar no interior da morada celeste. Cheio de júbilo por tão grande glória que lhe havia sido concedida, deu graças a Deus onipotente com hinos e cânticos de louvor; enviou dois irmãos a fim de trazerem o corpo para o mosteiro, onde foi depositado no túmulo que ele mesmo preparara para si.
E assim, nem o túmulo separou aqueles que sempre tinham estado unidos em Deus.


Dos Diálogos de São Gregório Magno, papa

sábado, 7 de fevereiro de 2015

O casamento de Maycow e Yara Vitória: Família dom de Deus

"O nascimento de uma nova Família"

Nesta sexta feira,06/02 vivenciamos em nossa paróquia o casamento(o nascimento de uma nova família) dos jovens Maycow e Yara Vitória. Momento oportuno que temos para levarmos uma reflexão sobre a importância que a família exerce sobre a sociedade que são valores fundamentais.As transformações rápidas dos últimos tempos têm afetado positiva e negativamente o ambiente familiar.

A família é dom de Deus, tem valor inestimável e é espaço privilegiado para o desenvolvimento das virtudes da vida humana. Para os novos tempos, os desafios que a envolvem são muito grandes. Foi por isso que o papa Francisco, preocupado com a família, convocou um Sínodo Extraordinário para tratar de temas pertinentes que envolvem a vida familiar.
As mudanças rápidas dos últimos tempos têm afetado positiva e negativamente a família. Não podemos negar que as novas tecnologias vieram facilitar muito a vida das pessoas. Os meios de comunicação encurtaram distâncias e a mobilidade acontece com muito mais rapidez, mesmo com os imbróglios do intenso trânsito nas cidades.
As influências negativas no contexto familiar são cada vez mais evidentes. Apesar do positivo esforço de valorização dos direitos da pessoa humana, o que conduziu a uma crescente mudança nos relacionamentos, houve como consequência um aumento do individualismo, gerando uma desorganização da natural fraternidade e da convivência das pessoas em suas casas.
Alguns valores foram colocados em crise: a compaixão, a bondade, a humildade, a mansidão e a paciência. Perdemos o sentido da unidade e do sagrado, devido à falta de amor, pois tal unidade só acontece na medida em que os membros se amam, porque, onde existe verdadeiro amor, Deus aí está. Parece que tais realidades não têm sido mais levadas em conta hoje.
O cotidiano da vida familiar é marcado por uma sabedoria divina, fundamentada no respeito e no amor, que está presente no relacionamento existente entre pais e filhos. A ausência disso corresponde a uma ofensa a Deus. No dizer bíblico, esse relacionamento vem acompanhado por uma promessa: “... para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra” (Ef 6,2-3). A família de Nazaré foi modelo no relacionamento, na convivência e no cumprimento dos valores familiares. E por último, por falar em convivência, cito aqui os valores preciosos de pertencer a uma COMUNIDADE que aos poucos vai nos lapidando e preparando para a vida.

por Márcio Neves-Past. Comunicação


Pastoral da saúde: Rezemos pela saúde dos enfermos

Neste final de semana durante nossas celebrações, somos convidados a rezar a oração pela saúde. Nosso povo, muitas vezes, vê nas doenças e no sofrimento um castigo de Deus. Mas quando o enviado de Deus mesmo se esgota em aliviar as dores do povo, como essas doenças poderiam ser um castigo de Deus? Não serão sinal de outra coisa? Há muito sofrimento que não é castigo de quem sofre. Que é simplesmente condição humana, condição da criatura, porém, também ocasião para Deus manifestar seu amor ao ser humano. O evangelista João dirá que a doença é uma oportunidade para Deus manifestar sua glória (Jo 9,3; 11,). Rezemos:

Senhor Jesus,

pela vossa palavra
e pelos gestos de vossas mãos,
curastes cegos, paralíticos, leprosos
e tantos outros doentes.
Animados pela fé,
nós também vimos suplicar
pelos nossos enfermos.
 Dai-lhes, Senhor:
A graça da perseverança na oração,
apesar do desânimo próprio da doença.
 A graça da coragem
para buscar a cura,
mesmo depois de várias tentativas.
 A graça da simplicidade
para aceitar a ajuda dos profissionais,
familiares e amigos.
 A graça da humildade,
para reconhecer as próprias limitações.
 A graça da paciência nas dores
e dificuldades do tratamento.
 A graça de compreender, pela fé,
a transitoriedade desta vida.
 A graça de entender que
o pecado é a maior de todas as enfermidades.
 Que tenhamos todos a compreensão
de que no sofrimento humano se completa
vossa Paixão Redentora.
 Se for para vossa glória, nós vos pedimos
a cura de todos os nossos enfermos.
Amém!


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Apresentação de Jesus no Templo

Recebamos a luz clara e eterna


Realmente, a luz veio ao mundo (cf. Jo 1,9) e dispersou as sombras que o cobriam; o sol que nasce do alto nos visitou (cf. Lc 1,78) e iluminou os que jaziam nas trevas. É este o significado do mistério que hoje celebramos. Por isso caminhamos com lâmpadas nas mãos, por isso acorremos trazendo as luzes, não apenas simbolizando que a luz já brilhou para nós, mas também para anunciar o esplendor maior que dela nos virá no futuro. Por este motivo, vamos todos juntos, corramos ao encontro de Deus.
Chegou a verdadeira luz, que vindo ao mundo ilumina todo ser humano (Jo 1,9). Portanto, irmãos, deixemos que ela nos ilumine, que ela brilhe sobre todos nós.
Que ninguém fique excluído deste esplendor, ninguém insista em continuar mergulhado na noite. Mas avancemos todos resplandecentes; iluminados por este fulgor, vamos todos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara e eterna. Associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de ação de graças ao Criador e Pai da luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor.
A salvação de Deus, preparada diante de todos os povos, manifestou a glória que nos pertence, a nós que somos o novo Israel. Também fez com que víssemos, graças a ele, essa salvação e fôssemos absolvidos da antiga e tenebrosa culpa. Assim aconteceu com Simeão que, depois de ver a Cristo, foi libertado dos laços da vida presente.
Também nós, abraçando pela fé a Cristo Jesus que nasceu em Belém, de pagãos que éramos, nos tornamos povo de Deus – Jesus é, com efeito, a salvação de Deus Pai – e vemos com nossos próprios olhos o Deus feito homem. E porque vimos a presença de Deus e a recebemos, por assim dizer,nos braços do nosso espírito, somos chamados de novo Israel. Todos os anos celebramos novamente esta festa, para nunca nos esquecermos daquele que um dia há de voltar.
Trecho dos Sermões de São Sofrônio, bispo (Sec. VII)


domingo, 1 de fevereiro de 2015

Baile do Havaí - Paróquia N.S. de Fátima (Vl.Hortolândia)

Em prol da Jornada Mundial da Juventude

E a 5ª edição já está com a sua "Bilheteria" aberta!

Convites com um dos Jovens de nossa Paróquia ou na secretaria da Igreja - Paróquia Nossa Sra de Fátima - Vl Hortolândia Data: 06/02/2015 Local: Salão da Igreja do Terra Nova (Próximo ao Sitio do Vovô) Valor R$ 40,00 (no dia R$ 60,00) - Recomendado para maiores de 18 anos - Menores somente acompanhado dos pais, acima de 10 anos pagam valor normal - Obrigatória a apresentação do RG na entrada. Trajes (Não obrigatório): Mulheres: Vestido Florido Homens: Calça ou Bermuda Branca e Camisa florida.

Venha conferir:
Preparamos um evento de primeira, garantimos ser uma noite Espetacular...
Com ótimos shows, drink's, ambiente agradável e muita diversão...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Santidade do matrimônio e da família

Da Constituição pastoral Gaudium et spes sobre a Igreja no mundo de hoje, do Concílio Vaticano II (N.48)(Séc.XX)


O homem e a mulher que, pela aliança conjugal, já não são dois, mas uma só carne, em íntima união das pessoas e das atividades, prestam-se mútuo auxílio e serviço e dia por dia fazem a experiência de sua unidade cada vez mais plena. Esta união profunda, recíproca doação de duas pessoas, e o bem dos filhos exigem a total fidelidade dos cônjuges e a indissolubilidade.
O Cristo Senhor abençoou largamente este amor multiforme, brotado da fonte do amor divino, tendo por modelo sua união com a Igreja.
Assim como outrora Deus tomou a iniciativa da aliança de amor e de fidelidade com seu povo, agora o Salvador dos homens, Esposo da Igreja, vem pelo sacramento do matrimônio ao encontro dos esposos cristãos. Com eles permanece, dando-lhes a força de, tal como amou a Igreja e se entregou por ela, se entregarem um ao outro, amando-se com perpétua fidelidade. O genuíno amor conjugal é assumido no amor divino e sua norma e riqueza são a força redentora de Cristo e a ação salvífica da Igreja. Deste modo os cônjuges cristãos são eficazmente conduzidos a Deus, fortalecidos e ajudados na sublime missão de pai e de mãe. É esta a razão de haver um sacramento particular para confortar e consagrar os deveres e a dignidade do estado conjugal cristão. Munidos desta força, cumprem sua missão conjugal e familiar, cheios do Espírito de Cristo que impregna sua vida inteira com a fé, a esperança e a caridade, progridem sempre mais na própria perfeição e na mútua santificação e podem assim, os dois juntos, dar glória a Deus.
Os filhos, bem como todos os que com eles convivem, vendo e seguindo o exemplo dos pais e a oração familiar, encontram mais fácil caminho de humanidade, de salvação e de santidade. Os esposos, investidos da dignidade e da missão de paternidade e maternidade, esforçar-se-ão por cumprir com amor a tarefa da educação, principalmente da formação religiosa que lhes cabe em primeiro lugar. Como membros vivos da família, os filhos contribuem a seu modo para a santificação dos pais. Com gratidão, afeto e confiança, correspondem aos benefícios recebidos dos pais. Assistem-nos filialmente nas adversidades e na solidão da velhice.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Sínodo Ordinário das Famílias debaterá uniões homossexuais

"Grupos de estudo" estão se dividindo nos temas que mais causaram polêmica.


Grupos de estudo foram designados pelo Papa
Na preparação para o Sínodo Ordinário das Famílias, que ocorre entre os dias 4 e 25 de outubro deste ano, "grupos de estudo" estão se dividindo nos temas que mais causaram polêmica durante a assembleia extraordinária do ano passado: a comunhão dos divorciados e as uniões homossexuais.
 Quem fez a revelação à ANSA foi o secretário-geral do Sínodo dos Bispos, cardeal Lorenzo Baldisseri. Segundo ele, essa fase entre os dois eventos servirá para mediar pontos e encontrar um consenso entre os temas que, por não terem conseguidos votos suficientes dos cardeais, não entraram no relatório final do Sínodo.
 Além disso, até abril, serão encerrados os questionários das Conferências Episcopais sobre as 46 perguntas enviadas com o Relatio Synodi - o relatório final do evento.
 "Naturalmente, não temos ainda nenhuma resposta sobre o questionário enviado, já que as primeiras indicações não chegaram. Assim que tivermos, elas serão publicadas uma a uma", destacou Baldisseri.
  Sobre o matrimônio, o documento propõe que o tema seja debatido de maneira ampla, desde a infância, com os católicos. Ele afirma que uma preparação "de alguns meses" não é suficiente para aprofundar a importância do sacramento.
 Entre os temas debatidos, também está a pobreza na sociedade, o problema da imigração ao continente europeu e discussões que atingem países fora da Europa, como o casamento "em etapas" na África e os "casamentos arranjados" na Índia. "A Igreja é universal e deve ter um atitude ampla e grande", ressaltou o cardeal.
 E o Sínodo de outubro também debaterá um tema já anunciado pelo Pontífice, quando ele disse que os "católicos não devem ter filhos como coelho". Para ele, há grupos que defendem a não regulação da quantidade de filhos e outros que pregam a paternidade responsável.
 "Agora, se amplia o argumento deles porque queremos tratar não só esse problema de famílias, mas também todos aqueles que são vida - do início ao fim . E estarão todos os problemas que a atingem como o aborto, a eutanásia e também a bioética", ressaltou.
 O cardeal ainda explicou que espera que os trabalhos encerrem no dia 15 de abril e que, na segunda metade de maio, o documento com todos os pontos debatidos esteja pronto. Porém, a divulgação do texto será realizada apenas em junho.
 Em outubro, o Sínodo Extraordinário mostrou uma clara divisão entre os bispos: os que querem se adequar às mudanças e os tradicionalistas. O papa Francisco já pediu que a Igreja acolha os gays e os divorciados e que a instituição não deve excluir ninguém. No documento preparatório para o evento, houve o pedido do Vaticano para que a entidade "não recomece do zero" a "reviravolta pastoral" iniciada por Francisco. 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Comunidades do Caminho Neocatecumenal de Brasília presentes na paróquia

A visita se deu em virtude do esperado casamento de Júlio César e Renata. Isso porque Júlio é de Brasília. Além da comunidade, estiveram presentes todos os seu familiares de Brasília. O padre que presidiu a celebração também veio de Brasília. O sacramento foi confiado aos noivos durante celebração da Eucarística nesta sexta,23 as 20:00hr.
Um belo acontecimento! Cheios de sinais simples, mas riquíssimos em valores que desperta para valorização do sacramento do Matrimônio. O evento mostrou a importância da vivencia emonstitui-se um verdadeiro desafio para a família cristã nos dias atuais a rápida mudança social, a mudança dos costumes e dos hábitos, forçados pelo desenvolvimento tecnológico nem sempre orientado para uma vida familiar sadia. Muito pelo contrário. O desenvolvimento das comunicações levou para nossos lares de um lado uma sensação de progresso, de outro o que podemos chamar de “lixo”, de veneno que aos poucos vai destruindo toda uma formação moral e ética em que se fundamentam os valores cristãos da sociedade.
comunidade que não mede esforços para estar presentes nos principais acontecimentos da vida dos membros que a compõe. Ressaltamos aqui este momento, justamente porque c
A família, hoje é condenada a conviver com novelas, filmes e programas de TV com os mais torpes desafios à formação moral de nossos filhos. As revistas pornográficas aumentam cada dia suas edições. Os artigos “plantados” nos jornais e revistas levam a deformação das consciências. Para não bastar, tem-se acesso à internet que é um campo ilimitado de informações perigosas que deturpam, aliciam e até tornam dependentes crianças, adolescente e adultos da nossa sociedade.O que é de estarrecer é que tudo isso foi programado e bilhões de dólares são investidos por grupos e instituições interessadas na destruição da vida e da família.

 Enfim, peçamos ao Senhor e à sua Mãe Santíssima que preservem a família, como preservou a de Nazaré para que nossos filhos e netos possam conhecer a unidade familiar que nos legou nossos pais. De modo especial parabenizamos o Jovem casal Júlio César e Renata.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma abordagem sobre o 2º Domingo do Tempo Comum (18 de janeiro / 2015)

De repente, Jesus aparece no Evangelho de hoje e nos faz uma pergunta: “O que vocês estão procurando?” (Jo 1,38). Essa pergunta pode se desdobrar em várias outras: O que você procura? Aonde você quer ir com a sua vida? O que é que realmente queremos? Vale a pena fazer o que estamos fazendo? Nosso caminhar está nos conduzindo efetivamente a algum lugar? A pergunta de Jesus nos obriga a sair do piloto automático e a entender que a direção da nossa vida não está predeterminada, mas ela depende exatamente do que nós estamos procurando. O que eu procuro orienta a direção que dou à minha vida. Se eu não busco nada, não chego a lugar nenhum.Santo Agostinho dizia: “Senhor, o nosso coração foi feito para vós, e só achará descanso em vós”. Isso significa que se a direção que temos dado à nossa vida não estiver nos levando para Deus, estamos correndo o risco de falhar em nossa existência, de trair a nossa vocação e de nos afastar da nossa verdade mais profunda. Sim. Talvez você se pergunte: “Mas, qual é a minha vocação?” Você descobre qual é a sua verdadeira vocação quando aquilo que você faz te realiza de tal forma que você reconhece: “Eu nasci para isso! Eu vim ao mundo para isso! É aqui que está a minha verdade, a minha essência como pessoa!” Diante da pergunta de Jesus, os discípulos responderam: “Mestre, onde moras?” (Jo 1,38). Querer saber onde Jesus mora significa não se contentar em escutar o que os outros dizem d’Ele, mas em querer ter uma experiência pessoal de encontro com Ele. Aqueles discípulos quiseram ficar com Jesus porque sentiram que Ele podia lhes ensinar algo que ainda não conheciam; eles sabiam que Jesus poderia ajudá-los a viver a vida de uma maneira mais profunda, uma vida que enchesse o coração deles de sentido.Todos nós preferimos respostas, não perguntas. No entanto, são as perguntas que nos fazem caminhar; são elas que nos desacomodam e nos tiram da nossa zona de conforto; são elas que podem trazer a cura para a nossa doença e libertação para aquilo que nos aprisiona. O que você tem procurado com a sua vida? O que você procura com a forma como lida com seu corpo, com sua afetividade e com sua sexualidade? (ver 2ª. leitura). O que você procura quando bebe, quando se droga, quando trai? O que você procura no consumismo, no exibicionismo, no narcisismo, naquilo que você posta no seuFace? O que você procura quando vai – ou deixar de ir – a uma igreja? O que você procura entre os seus contatos no watts zap?  Não tenha medo de ficar diante dessa pergunta. Não tenha medo de permitir que ela permaneça dentro de você: “O que eu estou procurando?” Mas também não tenha medo de saber onde Jesus mora. Não se surpreenda se você descobrir que Ele mora nas pessoas e nas situações às quais você vive evitando e pagando para não se confrontar. Não se surpreenda se descobrir que Jesus mora naquele lugar dentro de você onde você detesta ir, aquele lugar do qual você vive fugindo, porque te parece assustador e ameaçador. Quanto mais você se aproximar do lugar onde Jesus mora dentro de você e mais tiver a coragem de permanecer ali, maior será a sua chance de cura e de libertação.
baseado nos escritos do Pe. Paulo Cezar Mazzi


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiai

Queridos Irmãos e Irmãs:
Sábado, dia 17 de janeiro, às 14h, faremos nosso “Seminário de Organização do calendário”.
Contamos com a sua presença e com outros agentes de “Fé e Política” de seu grupo.
O encontro será na Paróquia São José Operário (Rua Maestro Paulo Mário de Souza, 284 – Parque Brasília – Jundiai SP).
Pauta principal:
Oração Inicial e Mística. (10 minutos)
Reflexão: Alegria do evangelho – 40 minutos
Café 15 minutos
Calendário Interno 2015 – 30 minutos
Informe das cidades - 10 minutos
Convites e avisos. – 10 minutos
Oração Final

Qualquer dúvida favor entrar em contato comigo pelo telefone (11) 9 7367 1584
Um abraço a todos
Claudinho Nascimento
Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí



sábado, 10 de janeiro de 2015

Formação: O significado do Batismo

Os textos da festa do Batismo do Senhor revelam quem é Jesus verdadeiramente

Quando temos de participar de algum evento importante, à noitinha, após um dia de trabalho, passamos em casa para tomar um banho e vestimos uma roupa adequada à ocasião. Isso nos renova e muda completamente a nossa disposição! Esquecemos então as preocupações com o trabalho e entregamo-nos ao evento com toda a liberdade de espírito.
Pondo de lado qualquer anacronismo, é numa prática deste tipo que o batismo se inspira. Este ritual do banho renovador encontra-se um pouco em toda parte, entre as antigas tradições. Mas, na Bíblia, ele ganha novas dimensões: de fato, conserva a memória de muitos relatos fundadores. A começar pelo capítulo 1 de Gênesis, onde vemos o abismo primordial, a massa d’água sem margem alguma, representando o nada.
Desde já podemos pressentir que o nosso batismo comportará um aspecto de criação: surgirá com ele uma realidade que ainda não estava ali. Com o dilúvio, ficamos sabendo que o pecado, ou seja, a recusa de se construir a imagem de Deus, provoca o retorno ao nada inicial. De fato, não podemos ser outra coisa, senão imagens de Deus. Este nada é, no entanto, atravessado de alguma forma, e uma nova humanidade surgiu com o recuo das águas. E temos agora a travessia do mar Vermelho e do Jordão: a passagem da escravidão à liberdade, a criação de um povo novo sobre uma terra nova. "Passaram-se as coisas antigas; eis que se fez realidade nova", diz Paulo em 2 Coríntios 5,17. E aí, estamos no tema da nova criação no Cristo, onipresente no Novo
Testamento. E que é para se levar a sério.O Evangelista Marcos consagra dois versículos apenas às tentações do Cristo. São os que, ausentes de nossa leitura, seguem imediatamente ao relato do batismo. Estas tentações nos dizem que Jesus vai, desde o princípio, afrontar o mal que destrói no homem a sua humanidade e que vai acabar por crucificá-lo. Elas representam uma espécie de chave que permite decifrar tudo o que vai lhe acontecer. Neste contexto, as palavras vindas do céu, "Tu és o meu Filho amado, em ti ponho meu benquerer» são de alguma forma um selo divino, uma marca indelével que dará segurança a Jesus, no decurso de todas as provações que deverá sofrer. É uma iluminação prévia que, apesar de tudo, permitirá conservar a confiança e a segurança.
O que quer que aconteça com Jesus, será sempre o amado de Deus e nele será revelado todo o amor de Deus para com os homens, este amor mais forte do que a morte. Não percamos de vista que o que está dito sobre o Cristo vale também para nós. O nosso batismo nos designa também como filhos amados, repletos de todo o amor de Deus. No capítulo 6 da carta aos Romanos, Paulo escreve que é na morte do Cristo que fomos batizados. Pelo batismo e tudo o que ele significa nós «nos tornamos uma coisa só com ele por morte semelhante à sua e seremos uma coisa só com ele também por ressurreição semelhante à sua" (6,5).
Todo o início deste capítulo 6 deve ser lido nesta perspectiva. Notemos que o batismo que recebemos já nos inscreve no universo da Ressurreição.

Motivação: "Não se acomode, reaja"

Inspirado em Stéphane Hessel, um filósofo francês de 95 anos que escreveu um panfleto com o título de “Indignez-vous” (Indignem-se), no qual conclama os jovens a se indignarem-se contra o capital financeiro, a desigualdade social e a indiferença entre os pares, o professor e senador Cristovam Buarque escreveu o seu “Reaja” (ed. Garamond, 2012).
 Em 54 páginas, Buarque nos convida a agir contra esse mundo desigual, conclamando a todos a reagirem, dentre outras coisas, “contra o conceito de progresso baseado no crescimento econômico que consome a vida das pessoas e destrói o equilíbrio ecológico em busca de aumentar a produção de bens materiais privados e de curta duração”.
 “Reaja” é dedicado, essencialmente, a todos aqueles que não perdem a capacidade de sonhar o sonho impossível e se põem na estrada em busca de construí-los, não aceitando que o mundo seja sempre assim.
 Assim como Buarque se inspirou em Hessel, me atrevo a deixar aqui, nas linhas a seguir, um pouco daquilo que, a exemplo dos dois pensadores citados, também nos incomodam muito:
- Não se acomode, reaja contra um sistema econômico que desfigura o semblante da natureza em troca de mais produtos;
- Não se acomode, reaja contra uma economia que não realiza o projeto de bem-estar para o qual deveria existir e estar submetida;
- Não se acomode, reaja contra as teorias econômicas que explicitam detalhadamente como aumentar a riqueza, mas não como acabar com a indecente pobreza;
- Não se acomode, reaja contra a ditadura do Produto Interno Bruto (PIB) que aumenta em decorrência de mais mortes e acidentes, mas não contabiliza a plantação de uma árvore ou do conjunto de riquezas naturais;
- Não se acomode, reaja ao tipo de economia que está ao serviço do mercado, e não das pessoas;
- Não se acomode, reaja aos que se opõem à conciliação da economia com a ecologia, e que pautam a vida social na sustentabilidade do crescimento, não do desenvolvimento;
- Não se acomode, reaja contra os expressivos gastos em publicidade que induz a mais compras daquilo que muitas vezes não precisamos;
- Não se acomode, reaja contra governos que torram fortunas em materiais bélicos, dizimando vidas inocentes, mas economizam ajuda financeira em missões humanitárias;
- Não se acomode, reaja contra a exclusão social provocada por atividades econômicas que atendem a interesses de grupos corporativos;
- Não se acomode, reaja contra toda e qualquer indiferença que segrega, exclui, e que deixam no limbo aqueles cuja condição financeira não alcança os mesmos espaços e oportunidades oferecidas aos mais abonados;
- Não se acomode, reaja ao próprio comodismo, pois o desejo de mudar incita à ação transformadora.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

COMUNICAÇÃO: “Que bons ventos o trazem”

Saudações a todos!
Estamos voltando a todo vapor, depois de um tempo sem atualizações em nossos meios utilizados pelo setor de apoio a comunicação da Paróquia devido ao período de férias. Desafios são o que não falta. Para 2015 a prioridade é auxiliar na comunhão e ligação entre todas as atividades pastorais, associações que existem nas comunidades, bem como os meios de comunicação fora dela
(jornais de bairro, rádios, etc.).Exaltamos aqui o trabalho incansável do amigo Vicente Ferreira na presença e captura de imagens em muitos eventos de nossa paróquia. Por experiência, sabemos que só um boletim, um mural, página de internet, etc., não é pastoral da Comunicação, mas são apenas formas utilizadas pela pastoral. Sabemos também que não devemos reduzir a Pascom a um desses meios, o que significa prejuízo da qualidade deste trabalho. Para isso, ainda dentro dos desafios já mencionados, queremos contar com representantes das comunidades para fortalecer a comunhão. Precisamos de apoio; Divulgar eventos de todas as comunidades assim como a paróquia para dentro e fora dela; Aprimorar e utilizar a linguagem adequada; Atuar na formação e levar a boa nova a todos sem distinção, sem separação, sem medos, sem preconceitos e acima de tudo com muita responsabilidade. Feliz ano novo a todos!
Márcio Neves -  Comunicação

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

08/01 - DIA DO FOTÓGRAFO E DIA DA FOTOGRAFIA

Este dia foi escolhido para homenagear não só os fotógrafos, profissionais, como também os amadores, juntamente com o resultado de seus trabalhos: a fotografia. Neste dia, o astrônomo John Frederick William Herschel (1792-1871) teria usado em uma carta, pela primeira vez, a palavra "fotografia" para designar o ato de se "escrever com luz".
O princípio óptico do aparelho fotográfico, porém, já havia sido descoberto por Leonardo da Vinci, três séculos antes da primeira fotografia, quando ele descreveu sua câmara escura. Esse fato foi divulgado por volta de 1545. Mesmo assim, ficou em destaque o nome de Giovanni Battista, devido à clara descrição de um equipamento fotográfico, em 1558.
Logo em seguida, o italiano Girolamo Cardano, dito Jerônimo Cardan, criou os primeiros modelos portáteis de câmara escura, aperfeiçoada, nos anos seguintes, com o surgimento da lente biconvexa e do diafragma, inventados por Daniel Barbaro, em 1568. No decorrer dos anos, a câmara escura foi se desenvolvendo até chegar aos modernos equipamentos digitais de hoje.
Um simples vocábulo passou a designar o produto do trabalho do fotógrafo: a fotografia, de cuja imagem se podem tirar mil palavras. Já dizia Kosstler: "Os fotógrafos sabem que basta uma variação no ângulo da objetiva para mudar fotograficamente o objeto mais banal". Portanto, é nas mãos desse profissional que a imagem grafada no papel com luz ganha sentido e interpretação. Ao ganhar essa "alma", a fotografia bem colocada na capa de um jornal, trazendo informação ou ilustrando o conteúdo de um livro, exerce o seu papel de propagadora de cultura e informação a todas as pessoas. Por isso, são homenageados no mesmo dia não só aquele que concede "alma" a uma fotografia, como também a obra.
A tradição popular elegeu uma padroeira para os fotógrafos: santa Verônica, a mulher que limpou com um lenço o rosto ensangüentado de Cristo durante a sua caminhada para o Calvário. A mesma tradição conta que o rosto de Jesus ficou gravado nesse lenço, como uma relíquia de inestimável valor, de modo que se tornou o registro histórico da primeira fotografia.