|
ESCALA
DE MARÇO - 2016
|
|||||
|
|
DATA
|
LOCAL
|
HORÁRIO
|
MISSA/CELEBRAÇÃO
|
PRESIDENTE
|
|
TER
|
1
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
2
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
QUA
|
2
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUI
|
3
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SEX
|
4
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
SÃO GABRIEL
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
MATRIZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
FERNANDO
|
|
SAB
|
5
|
MATRIZ
|
20:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
SAB
|
5
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
REINALDO
|
|
SAB
|
5
|
SANTA CRUZ
|
18:30
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
6
|
MATRIZ
|
09:30 -
19:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
6
|
STA CRUZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
MARCEL
|
|
DOM
|
6
|
SÃO GABRIEL
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
6
|
CRISTO REI
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SEG
|
7
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
TER
|
8
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
9
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
9
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
QUI
|
10
|
MATRIZ
|
19:30
|
CONFISSÃO
|
PADRE JOÃO
|
|
SEX
|
11
|
MATRIZ
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SAB
|
12
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
REINALDO
|
|
SAB
|
12
|
MATRIZ
|
16:30
|
CASAMENTO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SAB
|
12
|
SÃO GABRIEL
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
MARCEL
|
|
SAB
|
12
|
MATRIZ
|
18:30 -
20:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
SAB
|
12
|
SANTA CRUZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
DOM
|
13
|
MATRIZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
DOM
|
13
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
13
|
CRISTO REI
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
13
|
SÃO GABRIEL
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
DOM
|
13
|
STA CRUZ
|
09:30
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
SEG
|
14
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
TER
|
15
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
16
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
16
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
QUI
|
17
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SEX
|
18
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SAB
|
19
|
SÃO GABRIEL
|
18:30
|
NÃO HAVERÁ
|
|
|
SAB
|
19
|
SANTA CRUZ
|
18:30
|
NÃO HAVERÁ
|
|
|
SAB
|
19
|
MATRIZ
|
19:00
|
Missa/Ramos
|
PADRE JOÃO
|
|
SAB
|
19
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
NÃO HAVERÁ
|
|
|
DOM
|
20
|
MATRIZ
|
09:30 -
19:00
|
Missa/Ramos
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
20
|
SÃO GABRIEL
|
08:00
|
Missa/Ramos
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
20
|
SANTA CRUZ
|
09:30
|
Celeb./Ramos
|
DIACONO DIRCEU
|
|
DOM
|
20
|
CRISTO REI
|
08:00
|
Celeb./Ramos
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SEG
|
21
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
TER
|
22
|
MATRIZ
|
19:00
|
Missa
|
PADRE JOÃO
|
|
QUA
|
23
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
GERSON
|
|
QUA
|
23
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
QUI
|
24
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
GERSON
|
|
QUI
|
24
|
SANTA CRUZ
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
MARCEL
|
|
QUI
|
24
|
CRISTO REI
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUI
|
24
|
MATRIZ
|
19:30
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
SEX
|
25
|
SANTA CRUZ
|
15:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
SEX
|
25
|
SÃO GABRIEL
|
15:00
|
CELEBRAÇÃO
|
GERSON
|
|
SEX
|
25
|
CRISTO REI
|
15:00
|
CELEBRAÇÃO
|
MARCEL
|
|
SEX
|
25
|
MATRIZ
|
15:00
|
CELEBRAÇÃO
|
PADRE JOÃO
|
|
SEX
|
25
|
MATRIZ
|
19:00
|
VIA SACRA
|
JOVENS
|
|
SAB
|
26
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
Vigilia pascal
|
Diac. Francisco
|
|
SAB
|
26
|
CRISTO REI
|
19:30
|
vigilia pascal
|
Diác. Nelson Ortega
|
|
SAB
|
26
|
SANTA CRUZ
|
19:30
|
vigilia pascal
|
Diác. dirceu
|
|
SAB
|
26
|
MATRIZ
|
19:00
|
Vigilia pascal
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
27
|
MATRIZ
|
09:30
|
Missa
|
PADRE JOÃO
|
|
DOM
|
27
|
SÃO GABRIEL
|
08:00
|
não haverá
|
|
|
DOM
|
27
|
CRISTO REI
|
08:00
|
não haverá
|
|
|
DOM
|
27
|
SANTA CRUZ
|
09:30
|
não haverá
|
|
|
DOM
|
27
|
MATRIZ
|
19:00
|
não haverá
|
|
|
SEG
|
28
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
TER
|
29
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
QUA
|
30
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
30
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
|
QUI
|
31
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE JOÃO
|
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 5 de março de 2016
ESCALA DE MARÇO - 2016- (Paróquia São José Operário)
sábado, 27 de fevereiro de 2016
24 horas para o Senhor: Dias 4 e 5 de março
A Diocese de Jundiaí, atendendo a orientação do Papa Francisco, fará nos dias 4 e 5 de março, a ação denominada “24 horas para o Senhor” em que se realizam confissões e adoração ao Santíssimo. Em todo o mundo, igrejas abrirão as suas portas para que os fiéis possam procurar o Sacramento da Reconciliação.
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, convida a todos para participarem e convidarem seus amigos e familiares para também fazerem parte desse momento. Serão 24 horas rezando e confessando, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí; no Santuário Diocesano Senhor Bom Jesus, em Pirapora do Bom Jesus; e no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu. Assim os católicos diocesanos se preparam para a Páscoa do Senhor.
Neste tempo santo da Quaresma, a Igreja quer estimular os cristãos católicos a viverem e cultivarem a fé, especialmente neste Ano Extraordinário, em agradecimento a misericórdia de Deus.
Fonte: http://www.dj.org.br/
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, convida a todos para participarem e convidarem seus amigos e familiares para também fazerem parte desse momento. Serão 24 horas rezando e confessando, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí; no Santuário Diocesano Senhor Bom Jesus, em Pirapora do Bom Jesus; e no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu. Assim os católicos diocesanos se preparam para a Páscoa do Senhor.
Neste tempo santo da Quaresma, a Igreja quer estimular os cristãos católicos a viverem e cultivarem a fé, especialmente neste Ano Extraordinário, em agradecimento a misericórdia de Deus.
Fonte: http://www.dj.org.br/
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Transfigurar é conhecer de verdade o coração
A vida do padre é uma vida ocupada, pois quem serve de
verdade nunca está à toa. Nosso padre João trabalha muito e com muita
disposição.
Nossa vida de homens de Deus deve transparecer em todas as nossas ações, não apenas nas ações sacramentais.
Como é bom conseguir enxergar na face do sacerdote o esplendor do rosto transfigurado de Deus! Lembra Moisés descendo do Monte Sinai. Quando falamos de alegria não dispensamos o cansaço e o sacrifício.
“Um homem tirado por Deus do meio do povo e colocado a serviço desse mesmo povo nas coisas de Deus!” (Hb 5,1). Sim, o padre é um homem do nosso tempo, com suas alegrias e seus dramas. Por isso, também os padres encontram dificuldades, desafios e incompreensões. Sentem em si as fraquezas, pecados e, infelizmente, até escândalos. Às vezes, bate-lhes à porta o cansaço e o desânimo. Não deixam nunca de serem humanos. E quando a missão traz o cansaço, diz o Papa, “este cansaço é bom, é saudável. É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos.
Nossa vida de homens de Deus deve transparecer em todas as nossas ações, não apenas nas ações sacramentais.
Como é bom conseguir enxergar na face do sacerdote o esplendor do rosto transfigurado de Deus! Lembra Moisés descendo do Monte Sinai. Quando falamos de alegria não dispensamos o cansaço e o sacrifício.
“Um homem tirado por Deus do meio do povo e colocado a serviço desse mesmo povo nas coisas de Deus!” (Hb 5,1). Sim, o padre é um homem do nosso tempo, com suas alegrias e seus dramas. Por isso, também os padres encontram dificuldades, desafios e incompreensões. Sentem em si as fraquezas, pecados e, infelizmente, até escândalos. Às vezes, bate-lhes à porta o cansaço e o desânimo. Não deixam nunca de serem humanos. E quando a missão traz o cansaço, diz o Papa, “este cansaço é bom, é saudável. É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
As interrogações mais profundas do gênero humano
O mundo moderno
apresenta-se simultaneamente poderoso e fraco, capaz do melhor e do pior;
abre-se diante dele o caminho da liberdade ou da escravidão, do progresso ou da
regressão, da fraternidade e do ódio. Por outro lado, o homem toma consciência
de que depende dele a boa orientação das forças por ele despertadas e que podem
oprimi-lo ou servi-lo. Eis por que se interroga a si mesmo.
Na verdade, os
desequilíbrios que atormentam o mundo moderno estão ligados a um desequilíbrio
mais profundo, que se enraíza no coração do homem.
No íntimo do
próprio homem, muitos elementos lutam entre si. De um lado, ele experimenta,
como criatura, suas múltiplas limitações; por outro, sente-se ilimitado em seus
desejos e chamado a uma vida superior.
Atraído por
muitas solicitações, é continuamente obrigado a escolher e a renunciar. Mais
ainda: fraco e pecador, faz muitas vezes o que não quer e não faz o que
desejaria. Em suma, é em si mesmo que o homem sofre a divisão que dá origem a
tantas e tão grandes discórdias na sociedade.
Muitos, sem
dúvida, que levam uma vida impregnada de materialismo prático, não podem ter
uma clara percepção desta situação dramática; ou, oprimidos pela miséria,
sentem-se incapazes de prestar-lhe atenção. Outros, em grande número, julgam
encontrar satisfação nas diversas interpretações da realidade que lhes são
propostas.
Alguns, porém,
esperam unicamente do esforço humano a verdadeira e plena libertação da
humanidade, e estão persuadidos de que o futuro domínio do homem sobre a terra
dará satisfação a todos os desejos de seu coração.
Não faltam
também os que, desesperando de encontrar o sentido da vida, louvam a audácia
daqueles que, julgando a existência humana vazia de qualquer significado
próprio, se esforçam por encontrar todo o seu valor apoiando-se apenas no
próprio esforço.
Contudo, diante
da atual evolução do mundo, cresce o número daqueles que formulam as questões
mais fundamentais ou as percebem com nova acuidade. Que é o homem? Qual é o
sentido do sofrimento, do mal e da morte que, apesar de tão grandes progressos,
continuam a existir? Para que servem semelhantes vitórias, conseguidas a tanto
custo? Que pode o homem dar à sociedade e dela esperar? Que haverá depois desta
vida terrestre?
A Igreja, porém,
acredita que Jesus Cristo, morto e ressuscitado por todo o gênero humano,
oferece ao homem, pelo Espírito Santo, luz e forças que lhe permitirão
corresponder à sua vocação suprema; ela crê que não há debaixo do céu outro
nome dado aos homens pelo qual possam ser salvos.
Crê igualmente
que a chave, o centro e o fim de toda a história humana encontra-se em seu
Senhor e Mestre.
A Igreja afirma,
além disso, que, subjacente a todas as transformações, permanecem imutáveis
muitas coisas que têm seu fundamento último em Cristo, o mesmo ontem, hoje e
sempre.
(N.9-10) (Séc.XX)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Diocese prepara curso "A Missão do Cristão na Política"
A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política,
está nos preparativos finais do curso “A Missão do Cristão na Política”. Os
objetivos do curso são os de levar ao conhecimento dos participantes as
propostas pastorais da igreja em diversos segmentos da sociedade, facilitando a
atuação política dos cristãos.
De acordo com informações do coordenador diocesano da
Pastoral Fé e Política, Claudio Nascimento, todos os presidentes de partidos
políticos das 11 cidades do território da Diocese, receberão convites para
participação no curso.
Ele informou que de acordo com o trabalho desenvolvido na
Diocese pela Pastoral Fé e Política, a exemplo de anos anteriores quando
próximo ao período eleitoral sempre a igreja dedica atenção aos candidatos, o
curso é voltado para eles.
O propósito é de que o maior número possível de
candidatos às próximas eleições municipais, nas 11 cidades participem do curso.
Para facilitar esta participação, existe toda uma logística que vai depender do
número de inscrições.
Na programação consta:
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Estes locais estão sujeitos a serem modificados de acordo
com o numero de inscrições. Os assuntos a serem abordados são: Reforma
Política, Lei da Ficha Limpa e Lei 9840, Ser um Parlamentar Cristão e a Serviço
da Vida, As encíclicas do Papa Francisco “A alegria do Evangelho” e “Louvado
Seja”, bem como as recentes manifestações populares pelo Brasil.
Os materiais e subsídios didáticos para o curso serão de
documentos da CNBB sobre política, Doutrina Social da Igreja, Textos Bíblicos,
temas da Campanha da Fraternidade e outras publicações referentes ao tema.
Breve serão divulgadas informações sobre as inscrições.
Fonte: www.jornaldeitupeva.com.br
Reinaldo Oliveira
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade em evidencia nas comunidades
domingo, 7 de fevereiro de 2016
1º Domingo do Mês: Um olhar sobre nosso Seminário Diocesano
No início deste mês de Fevereiro,reservamos um momento especial de orações e preces a todos os seminaristas, refletindo sobre a conclusão do Ano da Vida Consagrada
Aliás, no encontro que teve com os consagrados por
ocasião do evento conclusivo deste Ano, realizado na segunda-feira passada,Papa
Francisco falou justamente destes desafios, sublinhando três aspectos: a
profecia, a proximidade e a esperança.
“A profecia é dizer às pessoas
que existe um caminho de felicidade, grandeza, uma estrada que nos enche de
alegria, que é o caminho de Jesus. “A vida consagrada deve conduzir à
proximidade com as pessoas, proximidade física, espiritual, conhecer as pessoas”.
E o primeiro próximo de um consagrado é precisamente seu irmão e irmã de
comunidade. É na comunidade que se deve evitar “o terrorismo das fofocas”, a
intriga cai como uma “bomba”, é fazer “guerra”, advertiu.
Falando da esperança, o Papa
citou a queda das vocações, e questionou: “Por que o ventre da vida consagrada
se torna tão estéril?” A solução, afirmou, não é a inseminação artificial, mas
a oração. E fez uma menção especial às mulheres, às consagradas: “O que seria
da Igreja sem as freiras?”. De fato, as consagradas na Igreja são
proporcionalmente 10 vezes mais que os consagrados.
Mas o que fica então deste Ano
dedicado à Vida Consagrada? Fica a consciência clara dos obstáculos a serem
superados. O seu reconhecimento já é um caminho para solucioná-los. Agora é
tempo de discernimento. E há pessoas aqui no Vaticano que estão trabalhando
para isso.
Mas fica também o
agradecimento a esses homens e mulheres de fronteira, a esses combatentes
silenciosos que estão sempre na linha de frente nas periferias existenciais e
geográficas, que dão a vida pelos outros.
Nós aqui do Programa
Brasileiro somos testemunhas deste trabalho, ao dar voz a esses incansáveis
missionários.
Francisco aos consagrados
recordou sua verdadeira missão: uma missão feita de cotidianidade, de trabalho
diário, árduo, “de sujar as mãos”. O que conta, disse ele, é como viver esses
dias: com esperança, fazendo memória do primeiro chamado, do amor com o qual
foram escolhidos pelo Senhor, e, assim, semear o bem. “Continuar”, disse o
Papa. “A espinha dorsal da vida consagrada é a oração. E assim envelhecer, mas
envelhecer como o bom vinho!”
Conselhos Comunitários (CCAC) realizam primeira reunião de 2016
1-O pároco;
2-O Coordenador da Comunidade;
3-O Diácono;
4-O Coordenador das pastorais;
5-O representante do Conselho Econômico Comunitário.
Neste sábado, 06 ressaltou-se
a presença do Padre João na reunião juntamente com o Conselho da Comunidade
Cristo Rei e assim deverá ser em todas as comunidades.
Focou-se nesta primeira reunião a importância de um bom
ambiente de trabalho pastoral valorizando o trabalho em grupo de pessoas com
habilidades complementares que trabalham em conjunto em unidade com o pároco
para alcançarem um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis.
Uma equipe de trabalho poderá atingir alto nível de desempenho em termos de
produtividade e qualidade, desde que seus membros sintam satisfação com suas
tarefas e sua comunicação com o pároco seja adequadamente eficaz. É preciso ter
objetivos e metas comuns para alcançar os resultados esperados. O despertar de
novas lideranças passa ser prioridade para este ano na Comunidade.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Festa da Conversão de São Paulo: Arquidiocese celebra seu Patrono e os 462 anos da cidade de São Paulo
A Arquidiocese
de São Paulo celebrou solenemente o seu Patrono nesta segunda-feira, 25, festa
da Conversão de São Paulo, Apóstolo. Nesta data, comemora-se também os 462 anos
de fundação da capital paulista.
A Catedral da Sé
estava lotada para a missa presidida pelo arcebispo metropolitano de São Paulo,
Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos bispos auxiliares da
Arquidiocese, sacerdotes, bispos das igrejas católicas de rito oriental e com a
presença de líderes cristãos ortodoxos e de outras tradições religiosas.
Também estavam
presentes na celebração o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o prefeito
de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhados de suas esposas, além de
representantes das forças armadas e demais instituições.
Na homilia, Dom
Odilo manifestou a alegria da Igreja em celebrar a festa da Conversão apóstolo
São Paulo. “De perseguidor de Cristo e dos cristãos, ele se tornou um ardoroso
discípulo e missionário de Jesus Cristo, depois de haver experimentado
pessoalmente que Deus foi paciente e misericordioso para com ele”, afirmou.
fonte:http://www.arquisp.org.br/
domingo, 24 de janeiro de 2016
Divulgada Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: Comunicação e Misericórdia
Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01), na Sala de
Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das
Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro
fecundo».
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia
convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia.
Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é
chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e
agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto
deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O
amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se
o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor
divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos
chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da
linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração
das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus
Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós
mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja
conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende,
na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de
criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a
sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente
palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e
construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as
famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico
como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair
dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os
indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao
contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando
deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a
comunicação.
Por isso, queria convidar
todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem
de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as
famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados
ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e
reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos
estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e
dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia
não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É
uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”,
Ato IV, Cena I).
É desejável que também a
linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que
nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm
responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública,
para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem
pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder
à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da
desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar
as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal
audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos
antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os
misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores,
porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo
de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem
o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a
mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode
ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido
apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de
superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e
devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –,
mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no
coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a
injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar
quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres»
(Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia
repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e
condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf.
Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e
misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou
moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à
conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da
sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou
excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas
primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e
apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos
sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu
amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o
lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a
todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e
procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está
sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
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