EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

sábado, 5 de março de 2016

ESCALA DE MARÇO - 2016- (Paróquia São José Operário)

ESCALA DE MARÇO - 2016

DATA
LOCAL
HORÁRIO
MISSA/CELEBRAÇÃO
PRESIDENTE
TER
1
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
2
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
2
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
3
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
4
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
5
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
5
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
5
SANTA CRUZ
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
6
MATRIZ
09:30 - 19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
6
STA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
DOM
6
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
6
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEG
7
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
8
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
10
MATRIZ
19:30
CONFISSÃO
PADRE JOÃO
SEX
11
MATRIZ
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
12
MATRIZ
16:30
CASAMENTO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SAB
12
MATRIZ
18:30 - 20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
12
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
NENE
DOM
13
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
CRISTO REI
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
STA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
14
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
TER
15
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
16
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
16
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
17
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
18
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
19
SÃO GABRIEL
18:30
NÃO HAVERÁ

SAB
19
SANTA CRUZ
18:30
NÃO HAVERÁ

SAB
19
MATRIZ
19:00
Missa/Ramos
PADRE JOÃO
SAB
19
CEMITÉRIO
08:00
NÃO HAVERÁ

DOM
20
MATRIZ
09:30 - 19:00
Missa/Ramos
PADRE JOÃO
DOM
20
SÃO GABRIEL
08:00
Missa/Ramos
PADRE JOÃO
DOM
20
SANTA CRUZ
09:30
Celeb./Ramos
DIACONO DIRCEU
DOM
20
CRISTO REI
08:00
Celeb./Ramos
DIACONO DIRCEU
SEG
21
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
22
MATRIZ
19:00
Missa
PADRE JOÃO
QUA
23
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
GERSON
QUA
23
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
QUI
24
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
GERSON
QUI
24
SANTA CRUZ
19:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
QUI
24
CRISTO REI
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
24
MATRIZ
19:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
25
SANTA CRUZ
15:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
25
SÃO GABRIEL
15:00
CELEBRAÇÃO
GERSON
SEX
25
CRISTO REI
15:00
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SEX
25
MATRIZ
15:00
CELEBRAÇÃO
PADRE JOÃO
SEX
25
MATRIZ
19:00
VIA SACRA
JOVENS
SAB
26
SÃO GABRIEL
19:30
Vigilia pascal
Diac. Francisco
SAB
26
CRISTO REI
19:30
vigilia pascal
Diác. Nelson Ortega
SAB
26
SANTA CRUZ
19:30
vigilia pascal
Diác. dirceu
SAB
26
MATRIZ
19:00
Vigilia pascal
PADRE JOÃO
DOM
27
MATRIZ
09:30
Missa
PADRE JOÃO
DOM
27
SÃO GABRIEL
08:00
não haverá

DOM
27
CRISTO REI
08:00
não haverá

DOM
27
SANTA CRUZ
09:30
não haverá

DOM
27
MATRIZ
19:00
não haverá

SEG
28
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
TER
29
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
30
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
30
SÃO GABRIEL
19:30
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
31
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO

sábado, 27 de fevereiro de 2016

24 horas para o Senhor: Dias 4 e 5 de março

A Diocese de Jundiaí, atendendo a orientação do Papa Francisco, fará nos dias 4 e 5 de março, a ação denominada “24 horas para o Senhor” em que se realizam confissões e adoração ao Santíssimo. Em todo o mundo, igrejas abrirão as suas portas para que os fiéis possam procurar o Sacramento da Reconciliação.

O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, convida a todos para participarem e convidarem seus amigos e familiares para também fazerem parte desse momento. Serão 24 horas rezando e confessando, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí; no Santuário Diocesano Senhor Bom Jesus, em Pirapora do Bom Jesus; e no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu. Assim os católicos diocesanos se preparam para a Páscoa do Senhor.

Neste tempo santo da Quaresma, a Igreja quer estimular os cristãos católicos a viverem e cultivarem a fé, especialmente neste Ano Extraordinário, em agradecimento a misericórdia de Deus.
Fonte: http://www.dj.org.br/

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Transfigurar é conhecer de verdade o coração

A vida do padre é uma vida ocupada, pois quem serve de verdade nunca está à toa. Nosso padre João trabalha muito e com muita disposição.
Nossa vida de homens de Deus deve transparecer em todas as nossas ações, não apenas nas ações sacramentais.
Como é bom conseguir enxergar na face do sacerdote o esplendor do rosto transfigurado de Deus! Lembra Moisés descendo do Monte Sinai. Quando falamos de alegria não dispensamos o cansaço e o sacrifício.
“Um homem tirado por Deus do meio do povo e colocado a serviço desse mesmo povo nas coisas de Deus!” (Hb 5,1). Sim, o padre é um homem do nosso tempo, com suas alegrias e seus dramas. Por isso, também os padres encontram dificuldades, desafios e incompreensões. Sentem em si as fraquezas, pecados e, infelizmente, até escândalos. Às vezes, bate-lhes à porta o cansaço e o desânimo. Não deixam nunca de serem humanos. E quando a missão traz o cansaço, diz o Papa, “este cansaço é bom, é saudável. É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

As interrogações mais profundas do gênero humano

O mundo moderno apresenta-se simultaneamente poderoso e fraco, capaz do melhor e do pior; abre-se diante dele o caminho da liberdade ou da escravidão, do progresso ou da regressão, da fraternidade e do ódio. Por outro lado, o homem toma consciência de que depende dele a boa orientação das forças por ele despertadas e que podem oprimi-lo ou servi-lo. Eis por que se interroga a si mesmo.
Na verdade, os desequilíbrios que atormentam o mundo moderno estão ligados a um desequilíbrio mais profundo, que se enraíza no coração do homem.
No íntimo do próprio homem, muitos elementos lutam entre si. De um lado, ele experimenta, como criatura, suas múltiplas limitações; por outro, sente-se ilimitado em seus desejos e chamado a uma vida superior.
Atraído por muitas solicitações, é continuamente obrigado a escolher e a renunciar. Mais ainda: fraco e pecador, faz muitas vezes o que não quer e não faz o que desejaria. Em suma, é em si mesmo que o homem sofre a divisão que dá origem a tantas e tão grandes discórdias na sociedade.
Muitos, sem dúvida, que levam uma vida impregnada de materialismo prático, não podem ter uma clara percepção desta situação dramática; ou, oprimidos pela miséria, sentem-se incapazes de prestar-lhe atenção. Outros, em grande número, julgam encontrar satisfação nas diversas interpretações da realidade que lhes são propostas.
Alguns, porém, esperam unicamente do esforço humano a verdadeira e plena libertação da humanidade, e estão persuadidos de que o futuro domínio do homem sobre a terra dará satisfação a todos os desejos de seu coração.
Não faltam também os que, desesperando de encontrar o sentido da vida, louvam a audácia daqueles que, julgando a existência humana vazia de qualquer significado próprio, se esforçam por encontrar todo o seu valor apoiando-se apenas no próprio esforço.
Contudo, diante da atual evolução do mundo, cresce o número daqueles que formulam as questões mais fundamentais ou as percebem com nova acuidade. Que é o homem? Qual é o sentido do sofrimento, do mal e da morte que, apesar de tão grandes progressos, continuam a existir? Para que servem semelhantes vitórias, conseguidas a tanto custo? Que pode o homem dar à sociedade e dela esperar? Que haverá depois desta vida terrestre?
A Igreja, porém, acredita que Jesus Cristo, morto e ressuscitado por todo o gênero humano, oferece ao homem, pelo Espírito Santo, luz e forças que lhe permitirão corresponder à sua vocação suprema; ela crê que não há debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual possam ser salvos.
Crê igualmente que a chave, o centro e o fim de toda a história humana encontra-se em seu Senhor e Mestre.
A Igreja afirma, além disso, que, subjacente a todas as transformações, permanecem imutáveis muitas coisas que têm seu fundamento último em Cristo, o mesmo ontem, hoje e sempre.

 Da Constituição pastoral Gaudium et Spes sobre a Igreja no mundo de hoje, do Concílio Vaticano II
(N.9-10) (Séc.XX)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Diocese prepara curso "A Missão do Cristão na Política"

A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política, está nos preparativos finais do curso “A Missão do Cristão na Política”. Os objetivos do curso são os de levar ao conhecimento dos participantes as propostas pastorais da igreja em diversos segmentos da sociedade, facilitando a atuação política dos cristãos.
De acordo com informações do coordenador diocesano da Pastoral Fé e Política, Claudio Nascimento, todos os presidentes de partidos políticos das 11 cidades do território da Diocese, receberão convites para participação no curso.
Ele informou que de acordo com o trabalho desenvolvido na Diocese pela Pastoral Fé e Política, a exemplo de anos anteriores quando próximo ao período eleitoral sempre a igreja dedica atenção aos candidatos, o curso é voltado para eles.
O propósito é de que o maior número possível de candidatos às próximas eleições municipais, nas 11 cidades participem do curso. Para facilitar esta participação, existe toda uma logística que vai depender do número de inscrições.
Na programação consta:
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Estes locais estão sujeitos a serem modificados de acordo com o numero de inscrições. Os assuntos a serem abordados são: Reforma Política, Lei da Ficha Limpa e Lei 9840, Ser um Parlamentar Cristão e a Serviço da Vida, As encíclicas do Papa Francisco “A alegria do Evangelho” e “Louvado Seja”, bem como as recentes manifestações populares pelo Brasil.
Os materiais e subsídios didáticos para o curso serão de documentos da CNBB sobre política, Doutrina Social da Igreja, Textos Bíblicos, temas da Campanha da Fraternidade e outras publicações referentes ao tema.
Breve serão divulgadas informações sobre as inscrições.

Reinaldo Oliveira

Tradicional Bacalhoada na Capela Santa Cruz



VEM AÍ...
Tradicional bacalhoada na Comunidade Santa Cruz.
Adquira logo seu convite.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Campanha da Fraternidade em evidencia nas comunidades

Na Quaresma, a Igreja também reflete sobre as práticas que nos levam às mudanças no modo de pensar e agir. No Brasil, a CNBB apresenta aos fiéis a Campanha da Fraternidade como proposta evangelizadora em preparação para Páscoa. A CF "tem a missão de despertar o espírito comunitário e cristão, educar para a vida em fraternidade; e renovar a consciência da responsabilidade social". Neste ano a CF é ecumênica e trata do tema "CASA COMUM: NOSSA RESPONSABILIDADE" com o Lema "Quero ver o direito brotar como fonte e correr qual riacho que não seca” (Am5, 24). Hoje precisamos de quem realmente promova, defenda e viva os valores humanos e sociais, com a ação de implantar a verdade na família, na comunidade e sociedade. Isso faz a pessoa até enfrentar corruptos e imorais que ofendem o bem do ser humano.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

1º Domingo do Mês: Um olhar sobre nosso Seminário Diocesano

 No início deste mês de Fevereiro,reservamos um momento especial de orações e preces a todos os seminaristas, refletindo sobre a conclusão do Ano da Vida Consagrada

Aliás, no encontro que teve com os consagrados por ocasião do evento conclusivo deste Ano, realizado na segunda-feira passada,Papa Francisco falou justamente destes desafios, sublinhando três aspectos: a profecia, a proximidade e a esperança.
“A profecia é dizer às pessoas que existe um caminho de felicidade, grandeza, uma estrada que nos enche de alegria, que é o caminho de Jesus. “A vida consagrada deve conduzir à proximidade com as pessoas, proximidade física, espiritual, conhecer as pessoas”. E o primeiro próximo de um consagrado é precisamente seu irmão e irmã de comunidade. É na comunidade que se deve evitar “o terrorismo das fofocas”, a intriga cai como uma “bomba”, é fazer “guerra”, advertiu.
Falando da esperança, o Papa citou a queda das vocações, e questionou: “Por que o ventre da vida consagrada se torna tão estéril?” A solução, afirmou, não é a inseminação artificial, mas a oração. E fez uma menção especial às mulheres, às consagradas: “O que seria da Igreja sem as freiras?”. De fato, as consagradas na Igreja são proporcionalmente 10 vezes mais que os consagrados.
Mas o que fica então deste Ano dedicado à Vida Consagrada? Fica a consciência clara dos obstáculos a serem superados. O seu reconhecimento já é um caminho para solucioná-los. Agora é tempo de discernimento. E há pessoas aqui no Vaticano que estão trabalhando para isso.
Mas fica também o agradecimento a esses homens e mulheres de fronteira, a esses combatentes silenciosos que estão sempre na linha de frente nas periferias existenciais e geográficas, que dão a vida pelos outros.
Nós aqui do Programa Brasileiro somos testemunhas deste trabalho, ao dar voz a esses incansáveis missionários.

Francisco aos consagrados recordou sua verdadeira missão: uma missão feita de cotidianidade, de trabalho diário, árduo, “de sujar as mãos”. O que conta, disse ele, é como viver esses dias: com esperança, fazendo memória do primeiro chamado, do amor com o qual foram escolhidos pelo Senhor, e, assim, semear o bem. “Continuar”, disse o Papa. “A espinha dorsal da vida consagrada é a oração. E assim envelhecer, mas envelhecer como o bom vinho!”

Conselhos Comunitários (CCAC) realizam primeira reunião de 2016

O Conselho Comunitário da Ação Evangelizadora (CCAE) das comunidades de nossa paróquia começam a se reunirem para a primeira reunião do ano durante este mês de fevereiro. Tais Conselhos se reúnem ordinariamente, pelos menos, quatro vezes por ano, ou segundo a necessidade da Comunidade, em datas já fixadas no Calendário Paroquial Anual da Paróquia. São Membros do (CCAE):
1-O pároco;
2-O Coordenador da Comunidade;
3-O Diácono;
4-O Coordenador das pastorais;
5-O representante do Conselho Econômico Comunitário.
Neste  sábado, 06 ressaltou-se a presença do Padre João na reunião juntamente com o Conselho da Comunidade Cristo Rei e assim deverá ser em todas as comunidades.

Focou-se nesta primeira reunião a importância de um bom ambiente de trabalho pastoral valorizando o trabalho em grupo de pessoas com habilidades complementares que trabalham em conjunto em unidade com o pároco para alcançarem um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis. Uma equipe de trabalho poderá atingir alto nível de desempenho em termos de produtividade e qualidade, desde que seus membros sintam satisfação com suas tarefas e sua comunicação com o pároco seja adequadamente eficaz. É preciso ter objetivos e metas comuns para alcançar os resultados esperados. O despertar de novas lideranças passa ser prioridade para este ano na Comunidade.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Festa da Conversão de São Paulo: Arquidiocese celebra seu Patrono e os 462 anos da cidade de São Paulo

A Arquidiocese de São Paulo celebrou solenemente o seu Patrono nesta segunda-feira, 25, festa da Conversão de São Paulo, Apóstolo. Nesta data, comemora-se também os 462 anos de fundação da capital paulista.
A Catedral da Sé estava lotada para a missa presidida pelo arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos bispos auxiliares da Arquidiocese, sacerdotes, bispos das igrejas católicas de rito oriental e com a presença de líderes cristãos ortodoxos e de outras tradições religiosas.
Também estavam presentes na celebração o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhados de suas esposas, além de representantes das forças armadas e demais instituições.

Na homilia, Dom Odilo manifestou a alegria da Igreja em celebrar a festa da Conversão apóstolo São Paulo. “De perseguidor de Cristo e dos cristãos, ele se tornou um ardoroso discípulo e missionário de Jesus Cristo, depois de haver experimentado pessoalmente que Deus foi paciente e misericordioso para com ele”, afirmou.
fonte:http://www.arquisp.org.br/

domingo, 24 de janeiro de 2016

Divulgada Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: Comunicação e Misericórdia

Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01), na Sala de Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo».
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.