EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

domingo, 17 de outubro de 2021

Terceiro domingo do mês: Celebração da aliança de amor na comunidade Cristo Rei.

A Aliança de Amor vivida em profundidade faz nascer também uma forte consciência de missão; conduz os que a selaram a se converterem em eficazes instrumentos nas mãos de Maria, colaborando com ela na renovação religiosa e moral do mundo. Por meio desta Aliança de Amor, Schoenstatt realiza seu compromisso de construir a história em dependência e contato filial, livre e total com Cristo, o Senhor da história, por Maria, sua colaboradora permanente.

CAMPANHA ( V DIA MUNDIAL DOS POBRES – Paróquia São José Operário)

Sua ajuda e participação valoriza ainda mais esta ação!

O quinto Dia Mundial dos Pobres irá acontecer no XXXIII Domingo do Tempo Comum em 14 de novembro de 2021. A campanha de arrecadação em prol deste evento começou neste domingo(17), mas ainda da tempo de ajudar nas doações.
Um estilo de serviço identificado pelos servos bons que, no Evangelho, "são aqueles que arriscam", disse o Papa Francisco. Por exemplo, se não se investir e não se fazer o bem, ele acaba se perdendo.
Nestes tempos de incerteza e fragilidade que correm, não desperdicemos a vida pensando só em nós mesmos, com aquela postura da indiferença."
Se temos dons, é para ser dons."

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Ação entre amigos em prol da pintura da comunidade São Gabriel Arcanjo

 


Dia do Nascituro: "A vida é a VIDA, defende-a" (Madre Teresa de Calcutá)

Neste dia 8 de outubro, a Igreja celebra o Dia do Nascituro, dia de celebrar o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim, "pois a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo, tem a missão de defender, valorizar e promover a vida em todos os instantes de toda a sua existência, desde a concepção até a morte natural" (Dom Vicente Costa, O VERBO 441 - 1ª Quinzena-Outubro/2015).

Nestes tempos de tanta banalização da vida, numa sociedade marcada por uma mentalidade que considera legítimo descartar vidas humanas, quando são percebidas como peso e inúteis, e as vidas indefesas e desprotegidas são eliminadas pelos mais fortes, todo cristão deve tomar para si o compromisso de lutar pela vida como também pela dignidade e pela integridade da pessoa humana, pois a vida é um dom de inestimável valor, fruto do amor gratuito e infinito do Deus da Vida.

SAÚDE: "Um lembrete que chega com o mês de Outubro"

É hora de se olhar com carinho e reparar nas mudanças do seu corpo!

A campanha Outubro Rosa vem mais uma vez não só para reforçar que é preciso dar atenção à sua saúde, mas também para lembrar que olhar para si com mais amor e cuidado nunca é demais.
Você sabia que um em cada très casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no inicio? Muitas mulheres, por medo ou desinformação, evitam o assunto e acabam atrasando o diagnóstico. Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença pare de ser vista como uma sentença de morte ou um mal inevitável e incurável.
Entender o que é e como diagnosticar a doença é o primeiro passo.

sábado, 2 de outubro de 2021

A dinâmica do Mês de outubro

Outubro é também o Mês do Rosário que nos convida a olhar para Aquela que no Brasil aclamamos como "Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida, a Senhora Aparecida". "Percorrer com Maria as cenas do Rosário é como frequentar a “escola” de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, compreender a sua mensagem" (São João Paulo II, Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, n. 14) para anunciar e partilhar o que vimos e ouvimos com o coração de Maria.

Doutrina Social da Igreja (DSI): A Igreja tem partido político?

Matriz São José Operário-Jundiaí SP
Para entender se a Igreja tem partido político, é necessário compreender primeiro o que é a Doutrina Social da Igreja (DSI). Em resumo, a DSI é um compilado de diversas declarações do Magistério da Igreja sobre questões sociais.
Sabendo que a Igreja não pode estar indiferente a nada, já que a salvação que o Senhor nos oferece é integral e que, assim, “abrange também este mundo” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja – CDSI, 1), alguns papas se pronunciaram solenemente sobre as questões sociais por meio de documentos e encíclicas específicas.
Uma das mais conhecidas encíclicas que trataram a fundo do trabalho, do capital e da classe operária foi a Rerum Novarum (1891), do Papa Leão XIII. Mas há diversas outras que, juntas, formam a base da Doutrina Social, como a Diuturnum Illud, Immortale Dei, Libertas Praestantissimum e Sapientiae Christianae, que falam sobre a origem da autoridade civil, a constituição cristã dos Estados, a verdadeira e a falsa noção de liberdade e os deveres dos cidadãos cristãos para com os seus Estados, respectivamente.
Portanto, a DSI não é uma ideologia ou um programa político da Igreja, mas o resultado de pronunciamentos feitos pela Igreja na figura dos sucessores do primeiro papa, que, conduzidos pelo Espírito Santo (Mt 16, 18), analisaram a realidade da sociedade a partir da lei natural e dos ensinamentos do Evangelho (portanto, do próprio Cristo).

A Igreja tem partido político?
A política e o bem comum

De acordo com a Doutrina Social da Igreja, a política deve ser sempre orientada pelo princípio do bem comum, que é definido como “o conjunto de condições da vida social que permitem tanto aos grupos como a cada um dos seus membros atingir mais plena e facilmente a própria perfeição” (CDSI, 164).
“O bem comum não consiste na simples soma dos bens particulares de cada sujeito do corpo social. Sendo de todos e de cada um, é e permanece comum, porque indivisível e porque somente juntos é possível alcançá-lo, aumentá-lo e conservá-lo, também em vista do futuro. Assim como o agir moral do indivíduo se realiza em fazendo o bem, assim o agir social alcança a plenitude realizando o bem comum. O bem comum pode ser entendido como a dimensão social e comunitária do bem moral.” (CDSI, 164)
A Igreja não apoia nenhum partido político, mas os leigos são encorajados a se engajar na política de acordo com o princípio do bem comum e os valores do Evangelho, como uma forma de serviço. Como o Papa Francisco disse em uma Missa na Casa Santa Martano Vaticano, “a política é uma forma elevada de caridade”.

Um partido político pode corresponder a todas as exigências da fé?

Por outro lado, a Igreja também tem ciência de que “pretender que um partido ou uma corrente política correspondam completamente às exigências da fé e da vida cristã gera equívocos perigosos. O cristão não pode pretender encontrar um partido que responda plenamente às exigências éticas que nascem da fé e da pertença à Igreja” (CDSI, 573).
Ainda, o Catecismo da Igreja Católica ensina que “se acontecer de os dirigentes promulgarem leis injustas ou tomarem medidas contrárias à ordem moral, estas disposições não poderão obrigar as consciências” (1903). Que todos os leigos possam ver no exemplo de São Thomas More, que foi martirizado por se recusar a obedecer a leis contrárias à reta moral, e cuja memória a Igreja celebra no dia 22 de junho, a inspiração para servir em primeiro lugar a Deus e a seu Evangelho.

“Pedro e os apóstolos replicaram: ‘Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.’ Atos dos Apóstolos 5, 29

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Memória de São Vicente de Paulo, presbítero

"Deve-se preferir o serviço dos pobres acima de tudo"


Não temos de avaliar os pobres por suas roupas e aspecto, nem pelos dotes de espírito que pareçam ter. Com frequência são ignorantes e curtos de inteligência. Mas muito pelo contrário, se considerardes os pobres à luz da fé, então percebereis que estão no lugar do Filho de Deus que escolheu ser pobre. De fato, em seu sofrimento, embora quase perdesse a aparência humana – loucura para os gentios, escândalo para os judeus – apresentou-se, no entanto, como o evangelizador dos pobres: Enviou-me para evangelizar os pobres (Lc 4,18). Devemos ter os mesmos sentimentos de Cristo e imitar aquilo que ele fez: ter cuidado pelos indigentes, consolá-los, auxiliá-los, dar-lhes valor.

Com efeito, Cristo quis nascer pobre, escolheu pobres para seus discípulos, fez-se servo dos pobres e de tal forma quis participar da condição deles, que declarou ser feito ou dito a ele mesmo tudo quanto de bom ou de mau se fizesse ou dissesse aos pobres. Deus ama os pobres, também ama aqueles que os amam. Quando alguém tem um amigo, inclui na mesma estima aqueles que demonstram amizade ou prestam obséquio ao amigo. Por isto esperamos que, graças aos pobres, sejamos amados por Deus. Visitando-os, pois, esforcemo-nos por entender os pobres e os indigentes e, compadecendo-nos deles, cheguemos ao ponto de poder dizer com o Apóstolo: Fiz-me tudo para todos (1Cor 9,22). Por este motivo, se é nossa intenção termos o coração sensível às necessidades e misérias do próximo, supliquemos a Deus que derrame em nós o sentimento de misericórdia e de compaixão, cumulando com ele nossos corações e guardando-os repletos.

Deve-se preferir o serviço dos pobres a tudo o mais e prestá-lo sem demora. Se na hora da oração for necessário dar remédios ou auxílio a algum pobre, ide tranquilos, oferecendo a Deus esta ação como se estivésseis em oração. Não vos perturbeis com angústia ou medo de estar pecando por causa de abandono da oração em favor do serviço dos pobres. Deus não é desprezado, se por causa de Deus dele nos afastarmos, quer dizer, interrompermos a obra de Deus, para realizá-la de outro modo.

Portanto, ao abandonardes a oração, a fim de socorrer a algum pobre, isto mesmo vos lembrará que o serviço é prestado a Deus. Pois a caridade é maior do que quaisquer regras, que, além do mais, devem todas tender a ela. E como a caridade é uma grande dama, faz-se necessário cumprir o que ordena. Por conseguinte, prestemos com renovado ardor nosso serviço aos pobres; de modo particular aos abandonados, indo mesmo à sua procura, pois nos foram dados como senhores e protetores.
Dos Escritos de São Vicente de Paulo, presbítero-(Séc.XVII)

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Pastores que se apascentam a si mesmos (Reflexão)

Vejamos, portanto, o que aos pastores que se apascentam a si mesmos, não as ovelhas, diz a palavra divina que não adula a ninguém: Eis que bebeis o leite e vos cobris com a lã; matais as mais gordas e não apascentais minhas ovelhas. Não fortalecestes a fraca; não curastes a doente; não pensastes a ferida, não reconduzistes a desgarrada e não fostes em busca da que se perdera; tratastes com dureza a forte. E minhas ovelhas se dispersaram, por não haver pastor (Ez 34,3-5).

Começa por dizer que é que apreciam e o que descuidam aqueles pastores que se apascentam a si, não as ovelhas. Que apreciam? Bebeis o leite, vos cobris com lã. Diz o Apóstolo: Quem planta uma vinha e não se alimenta de seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se serve do leite? (1Cor 9,7) Entendemos por leite do rebanho tudo quanto o povo de Deus dá ao bispo para sustento da vida terrena. Era o que queria dizer o Apóstolo com as palavras citadas.

Embora preferisse viver do trabalho de suas mãos, sem esperar, nem mesmo o leite das ovelhas, o Apóstolo, no entanto, declarou ter o direito de recebê-lo, e ter o Senhor determinado que vivam do Evangelho aqueles que anunciam o Evangelho (cf. 1Cor 9,14). E acrescentou que os outros apóstolos usavam deste direito, não usurpado, mas concedido. Mais fez ele, por não querer receber o que lhe era devido. Dispensou a dívida, mas não era indevido aquilo que outros aceitaram; ele fez mais. Talvez o prefigurasse aquele que, ao levar o ferido à estalagem, dissera: Se gastares mais, pagar-te-ei ao voltar (Lc 10,35).

Daqueles, pois, que não precisam do leite das ovelhas, que diremos ainda? São misericordiosos, ou melhor, com liberalidade maior cumprem seu ofício de misericórdia. Podem, e o que podem, fazem. Elogiemos a estes sem condenar os outros. Este mesmo Apóstolo não procurava presentes. Desejava com ardor que fossem fecundas as ovelhas, não estéreis, sem a riqueza do leite. (Do Sermão sobre os pastores, de Santo Agostinho, bispo

domingo, 12 de setembro de 2021

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ: "DA CRUZ, BROTA A VIDA ETERNA"

Capela Sta. Cruz (Paróquia São José Operário)
As relíquias da Santa Cruz, descobertas pela imperatriz santa Helena no dia 14 de setembro de 320, foram levadas para a Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, no dia 14 de setembro do ano 335. A partir dessa data temos em toda a Igreja a festa da Exaltação da Santa Cruz. A cruz está estreitamente ligada à Paixão de Cristo e à nossa salvação. E o símbolo mais eloquente do amor de Deus por nós. A cruz venceu a morte e nos deu a vida eterna. Por esse motivo é justo que seja celebrada, exaltada e venerada por todos nós. Segundo João o título Filho do Homem está ligado ao modelo de subida-descida: Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem (v. 13), disse Jesus a Nicodemos. Só existe um que subiu aos céus, porque primeiro veio de lá: o Filho do Homem. Somente ele pode trazer a revelação divina porque tem sua origem no céu. E o Filho do Homem só pode ser Jesus de Nazaré. Só Jesus é o revelador e o enviado de Deus. E Jesus acrescenta: Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que crer tenha nele a vida eterna (v. 14-15).
Oremos:
Senhor Jesus, que a exaltação da cruz desperte em mim um empenho sempre maior de trilhar os teus caminhos. Amém!

sábado, 11 de setembro de 2021

GESTO DE AMOR AO POVO HAITIANO

Dom Mário (bispo de Roraima e presidente da Cáritas Brasileira) recorda que a iniciativa está inserida no contexto da ação solidária “É Tempo de Cuidar”, “desta vez em favor da vida no Haiti”. Dom Mário informa que as doações chegarão “em forma de solidariedade às famílias das vítimas fatais dos terremotos e em forma de cuidado às milhares de pessoas feridas, desabrigadas e desalojadas”.
“Os recursos arrecadados serão para adquirir itens de primeira necessidade: alimentos, água potável, barracas, lonas, materiais de higiene e limpeza, medicamentos, atendimento médico, transporte, combustível, assim como outros itens para apoiar a população haitiana”, enumera dom Mário.
Faça sua doação:
Cáritas Brasileira
CNPJ: 33.654.419/0001-16
Banco do Brasil
Agência – 0452-9
Conta-Corrente – 123.969-4
Caixa Econômica
Agência: 1041
Conta-Corrente – 1132-1Operação: 003
(fonte:https://www.cnbb.org.br/sos-haiti-gesto-de-amor-povo.../...

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Programação Tríduo: Exaltação da Santa Cruz-2021

 A glorificação de Cristo passa através do suplício da Cruz e a antítese sofrimento-glorificação se torna fundamental na história da Redenção. Cristo, encarnado na sua realidade concreta humano-divina, se submete voluntariamente à humilde condição de escravo (a cruz era o tormento reservado para os escravos) e o suplício infame transformou-se em glória perene. Assim a cruz torna-se o símbolo e o compêndio da religião cristã.


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Celebrações no Cemitério Parque dos Ipês retornam em Setembro

“O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros felizes. Tão logo que acreditei que existia um Deus, compreendi que não podia fazer outra coisa, senão viver só para Ele".

Partilhamos e renovamos o convite a você e sua família a celebrar conosco. Sabemos que as dificuldades são diversas, mas chorar e perder a esperança, jamais! Jesus se apresenta como aquele que se ofereceu por nós na cruz, e que se imola continuamente em nossos altares, na eucaristia.
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domingo, 8 de agosto de 2021

Caminho Neocatecumenal: A necessidade da constância na comunidade "Ainda tens um CAMINHO longo a percorrer"

Contudo, “tenho plena certeza de que aquele que começou em vocês uma boa obra há de levá-la à perfeição até o dia de Cristo Jesus” (Fl 1,6). Deus jamais abandona no meio do CAMINHO aqueles que chamou à fé em seu Filho Jesus.


Vejamos o que aconteceu com o profeta Elias. Depois de viver um momento de enorme sucesso no seu profetismo (cf. 1Rs 18,20-40), ele entra em depressão, a ponto de pedir a Deus a morte: “Elias entrou deserto adentro e caminhou o dia todo... e pediu para si a morte, dizendo: ‘Agora basta, Senhor! Tira a minha vida’. E, deitando-se no chão, adormeceu” (1Rs 19,4-5). Elias é a imagem das pessoas que entram em depressão devido ao esgotamento. De repente, a vida perde o sentido e elas são jogadas dentro de um deserto. Elas não apenas tropeçam e caem, mas deitam-se no chão desse deserto, se entregam à depressão, porque se sentem fracassadas, porque não têm forças para mais nada. Deitadas no chão, elas adormecem, porque dormir significa não ter que pensar nos problemas a serem enfrentados; significa não ouvir as constantes solicitações do mundo; significa entregar os pontos e dizer: ‘Eu não consigo mais’.
Mas Elias tem uma parcela de responsabilidade na sua depressão. Ele se julgou imbatível, com uma fé inabalável, como uma pessoa de ânimo inesgotável, e agora precisa lidar com o seu humano, com os seus limites, com a verdade de que, por mais fé que uma pessoa tenha, em sua alma também haverá lugar para o cansaço, o desânimo, o medo e o sentimento de abandono por parte de Deus, exatamente como descreveu Santa Teresa de Calcutá, no seu período de aridez espiritual: “O lugar de Deus na minha alma está vazio. Não há Deus em mim” (do livro “Vem; seja a minha luz”).

domingo, 1 de agosto de 2021

Quais são as vocações que a Igreja destaca neste mês? E por quê?

É preciso assumir a própria vocação. Neste sentido o Papa Francisco destacou que: “A vocação realiza-se hoje! A missão cristã é para o momento presente! Cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimônio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – a ser testemunha do Senhor, aqui e agora”.

A Igreja, como comunidade de fé, assume um compromisso permanente com Jesus Cristo. A forma como a pessoa assume esse compromisso vai definindo a sua vocação. Na Igreja, onde todos são chamados à santidade, há uma diversidade de vocações, carismas e ministérios suscitados pelo Espírito Santo para o bem das comunidades.

Ao destacar uma vocação, a cada domingo do mês de agosto, a igreja no Brasil quer conscientizar para a importância da oração pelas vocações e ministérios suscitados na Igreja pelo Espírito Santo.

O primeiro domingo de agosto é dedicado aos Ministérios Ordenados
No dia 4 de agosto celebramos a festa de São João Maria Vianney, considerado o patrono dos padres. Por isso, rezamos, no primeiro domingo de agosto, pelas vocações sacerdotais e pelos ministérios ordenados. A missão dos ministros ordenados – diáconos, padres e bispos – é servir a comunidade, a exemplo de Jesus Bom Pastor. Eles são sinais do Cristo servidor.
Os ministros ordenados exercem um importante papel na Igreja, pois através do sacramento da Ordem dão continuidade a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos, cada qual a seu modo compõe a unicidade do sacerdócio de Cristo. Por essa razão, o que deve nortear a vida do ministro ordenado é o amor profundo por Jesus, Palavra encarnada, Palavra que se faz pão na Eucaristia para a vida do mundo.

O segundo domingo de agosto é dedicado à vocação matrimonial ou familiar e também se celebra o dia dos pais
A Igreja reconhece também a importância de rezar pela vocação familiar e pelos pais. A família é uma instituição querida e abençoada por Deus. A família é um dom de Deus. É na família que se dá a transmissão contínua da fé. Na família fomenta-se a vivência dos valores cristãos e ela é a base para todo o ser humano. Neste sentido a vocação paterna é essencial e bela. A figura paterna é, na formação dos filhos, insubstituível.
Como igreja, precisamos rezar continuamente pelas nossas famílias. E é por isso que o segundo domingo de agosto também marca o início da Semana da Família. A missão dos pais é fazer do seu lar um ambiente que vive o caminho do amor e da fé autêntica e fervorosa em Cristo.

O terceiro domingo de agosto é dedicado à vocação à vida religiosa consagrada
Inspirada pelo dia da Assunção de Nossa Senhora aos céus, em 15 de agosto, a igreja no Brasil dedica o terceiro domingo de agosto à oração e reflexão sobre a Vida Religiosa Consagrada.
Neste terceiro domingo de agosto, somos convidados a rezar pelos religiosos e religiosas, por todos aqueles nossos irmãos e irmãs na fé que tem por vocação específica ser sinais do reino futuro através da vivência dos votos de obediência, castidade e pobreza.
Os religiosos ou consagrados são homens e mulheres que buscam, em diferentes carismas e atuações, viver de forma radical o seguimento de Jesus e ser testemunhas vivas da alegria do Evangelho. Os chamados à vida consagrada obedecem às regras e constituições dos seus respectivos institutos, comunidades de vida apostólica ou contemplativa e, também, das novas comunidades.

O quarto domingo de agosto é dedicado à vocação laical
“Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Esta missão do anúncio é assumida com amor e generosidade por muitos leigos e leigas em nossas comunidades.
No quarto domingo de agosto nossas preces são por todos os leigos e leigas que participam ativamente na Igreja, comunidade de fé. Os leigos assumem os vários ministérios que dão vida e identidade de fé às comunidades cristãs, através do amor serviçal e do testemunho de vida nas diversas realidades onde estão inseridos.
Os cristãos leigos e leigas são vocacionados incansáveis que contribuem para a caminhada e o crescimento da comunidade. Eles são chamados a inserir no mundo a mensagem do Evangelho, trabalhando para a construção da “civilização do amor”.

O quinto domingo de agosto é dedicado à vocação do catequista
Quando o mês de agosto tem cinco domingos, a Igreja celebra, no quinto, o ministério dos catequistas. Os catequistas são homens e mulheres que com dedicação e empenho aprendem e transmitem os caminhos de cristo. Eles fazem, com sua vida e testemunho, ecoar a mensagem redentora do Evangelho.
Através do Motu proprio “Antiquum ministerium“, publicado no dia 11 de maio de 2021, o Papa Francisco instituiu o ministério de catequista. O Papa Francisco afirmou que, diante da imposição de uma cultura globalizada e dos desafios da evangelização no mundo contemporâneo “é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude de seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese”.
A missão dos catequistas é levar os catequizandos à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Eles oferecem seu tempo para anunciar aos jovens, crianças e adultos, a beleza de um Deus que é amor, misericórdia e compaixão.

Como vimos, o mês de agosto é muito especial. Durante este mês destaca-se a importância de todas as vocações na Igreja. Por isso, é importante ressaltar que não há, na Igreja, uma vocação que seja mais importante que as outras. Na diversidade dos carismas e ministérios, somos todos chamados à formação e ao desenvolvimento da vida em comunidade. Devemos compreender que, independente da vocação a que fomos chamados, todo cristão é vocacionado à santidade. Como bem destacou o Papa Francisco: “Ser santo é uma vocação para todos”. O nosso batismo já nos coloca nesta dinâmica da busca pela santidade de vida.

Peçamos, insistentemente, ao Senhor da messe que continue enviando operários para a sua messe. Rezemos pelas vocações!
fonte:pascombrasil.org.br