O tema proposto para o final do ano litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei, traz uma importante e fundamental proposta a permitir que Cristo Assuma o Centro de toda nossa história, nossa caminhada cristã rumo a santificação e salvação.
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
terça-feira, 15 de novembro de 2022
PROGRAMAÇÃO SOLENIDADE DE CRISTO REI DO UNIVERSO - 2022
De 17 à 20 de Novembro na comunidade Cristo Rei - Tema: "Cristo Rei, O Senhor e o Centro da nossa história"
Tema: Cristo Rei, O Senhor e o Centro da nossa história
De 17 à 20 de Novembro na comunidade Cristo Rei
Quanto a nós, sirvamos a Deus com coração puro, e seremos justos. Se, porém, incrédulos diante das promessas de Deus, não o servimos, seremos extremamente infelizes. A palavra profética ensina: Infelizes os falsos e hesitantes de coração, que dizem: Já escutamos isto há muito, desde o tempo de nossos pais; esperando dia após dia, nada aconteceu. Ó loucos, comparai-vos à árvore, por exemplo, à videira: primeiro caem as folhas, depois vem o broto, em seguida a uva verde e por fim a uva madura. Assim meu povo sofre agitações e angústias; receberá os bens, depois.
Irmãos meus, não sejamos indecisos, mas perseveremos na esperança e obteremos o prêmio. É fiel aquele que prometeu dar a cada um segundo suas obras. Cumprindo a justiça diante de Deus, entraremos em seu reino e receberemos o prometido que ouvidos não ouviram, olhos não viram, nem jamais subiu ao coração do homem (cf. 1Cor 2,9).
Esperemos, então, a cada momento, na caridade e na justiça, o reino de Deus, apesar de não conhecermos o dia da chegada de Deus.
Vamos, irmãos, façamos penitência, convertamo-nos para o bem; porque estamos cheios de insensatez e de maldade. Lavemo-nos dos pecados passados e mudando profundamente nosso modo de pensar seremos salvos. Não sejamos aduladores, nem procuremos agradar somente aos irmãos, mas também aos de fora, por amor da justiça, para que o Nome não seja blasfemado por nossa causa (cf. Rm2,24).
ACOLHIMENTO: ESPAÇO DE ENCONTRO, CONVERSA ,INTERAÇÃO E EVANGELIZAÇÃO
quarta-feira, 14 de setembro de 2022
Exaltação da Santa Cruz: "A cruz é a glória e a exaltação de Cristo"
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| Altar Capela Santa Cruz |
Verdadeiramente grande e preciosa realidade é a santa cruz! Grande, porque é a origem de bens inumeráveis, tanto mais excelentes quanto maior é o mérito que lhes advém dos milagres e dos sofrimentos de Cristo. Preciosa, porque a cruz é simultaneamente o patíbulo e o troféu de Deus: o patíbulo, porque nela sofreu a morte voluntariamente; e o troféu, porque nela foi mortalmente ferido o demónio, e com ele foi vencida a morte. E deste modo, destruídas as portas do inferno, a cruz converteu‑se em fonte de salvação para todo o mundo. A cruz é a glória de Cristo e a exaltação de Cristo.
A cruz é o cálice precioso da paixão de Cristo, é a síntese de tudo quanto Ele sofreu por nós. Para te convenceres de que a cruz é a glória de Cristo, ouve o que Ele mesmo diz: Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus foi glorificado n’Ele e em breve O glorificará. E também: Glorifica‑me, ó Pai, com a glória que tinha junto de Ti, antes de o mundo existir. E noutra passagem: Pai, glorifica o teu nome. Veio então uma voz do Céu: ‘Eu O glorifiquei e de novo O glorificarei’.
E para saberes que a cruz é também a exaltação de Cristo, escuta o que Ele próprio diz: Quando Eu for exaltado, então atrairei todos a Mim. Como vês, a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.
segunda-feira, 12 de setembro de 2022
Do Sermão de Santo Agostinho, bispo, sobre os Pastores
Pastores que se apascentam a si mesmos
Vejamos então o que diz a palavra divina, que não poupa ninguém, aos pastores que se apascentam a si mesmos e não as ovelhas: Bebeis o leite, vestis‑vos com a lã e matais as ovelhas mais gordas, mas não apascentais o meu rebanho. Não fortaleceis as ovelhas débeis, não tratais as que estão doentes, não curais as que estão feridas; não reconduzis a ovelha tresmalhada, não procurais a que anda perdida; mas a todas tratais com crueldade e violência. E as minhas ovelhas dispersaram‑se por falta de pastor. Dos pastores que se apascentam a si mesmos e não as ovelhas, diz‑se aqui o que eles fazem e o que não fazem. Que fazem eles? Bebeis o leite e vestis‑vos com a lã. Também o Apóstolo diz: Quem planta uma vinha e não come do fruto dela? Quem apascenta um rebanho e não se alimenta com o leite do rebanho? Aqui se compreende que o leite do rebanho representa os bens que o povo de Deus oferece para sustentar a vida temporal dos seus prelados. Era disto precisamente que falava o Apóstolo nas palavras que vos recordei. Se bem que o Apóstolo tivesse preferido viver do trabalho das suas mãos para não ter que tomar o leite das suas ovelhas, afirmou no entanto que tinha o direito de receber este leite, como determinara o Senhor ao dizer: Os que anunciam o Evangelho vivam do Evangelho; e noutro lugar afirmou que outros Apóstolos como ele usaram deste direito, não usurpado, mas devido. Ao renunciar a este seu direito, ele foi além da sua obrigação, mas não exigiu que os outros fizessem o mesmo. Talvez ele esteja representado no que se diz do bom samaritano que levou à estalagem o homem ferido e disse: Se gastares algo mais, dar‑to‑ei quando voltar. Que mais diremos sobre estes pastores que não exigem o leite do rebanho? Devemos afirmar que são mais misericordiosos que os outros, ou melhor, que desempenham mais generosamente o dever pastoral da misericórdia. Podem fazê‑lo e fazem‑no. Louvem‑se estes e não se condenem os outros. Com efeito, o próprio Apóstolo não procurava donativos; mas desejava que as ovelhas, isto é, os fiéis, dessem o seu fruto e não fossem estéreis e inúteis.
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
Pascom-Regional V realiza reunião para ações de melhoria na comunicação
A Assessoria da Pascom de nossa Diocese através do Seminarista Douglas, vem se reunindo sistematicamente com as regiões pastorais com o objetivo de articular e priorizar ações conjuntas visando a elaboração de um Guia Diocesano específico para aprimorar sua atuação. Neste domingo(04) foi a vez do nosso Regional V.
sábado, 27 de agosto de 2022
Catequese: Reconhecer Cristo no pobre
segunda-feira, 15 de agosto de 2022
MÊS VOCACIONAL - AGOSTO 2022 (UMA HISTÓRIA DE AMOR VOCACIONAL POR DIÁCONO DIRCEU)
Deus providenciou para nós um novo dia, um novo amanhecer, nossos filhos cresceram já estão arranjados, foram-se embora, novamente estamos apenas nos dois, como começamos.
Você deve lembrar bem como tudo começou. Nada tínhamos para começar, apenas uma cama, um guarde roupa, um fogão usado, uma mesa e quatro cadeiras, tudo estava por fazer, e pusemos mãos à obra, foi trabalhoso, foi preciso de multa coragem, perseverança e planejamento.
Para isso, foi preciso amor, e o amor não é no que se pensa ao começar. Não são apenas beijos mutuamente dados, palavrinhas ditas aos ouvidos, ou permanecermos
juntinhos os dois. A vida seria longa e exigia muito mais, o dia das núpcias dura apenas um dia..
Vieram os filhos, foi necessário alimentá-los, vesti-los, educá-lo… lógico que eles também ficaram doentes. E você, com paciência e muito carinho, as vezes permanecia de pé a noite toda, e eu, confiante, me dedicava ao trabalho de manha até a noite (...quantas horas extras)
Pelo fato de sermos humanos e limitados, por algumas vezes chegamos a perder a calma. Seguiram-se os anos! Quantos cuidados, contrariedades mil. Mas fomos fiéis um ao outro. Você se apoiava em mim e eu em você. Pela graça e misericórdia de Deus, confiantes em nossa vocação matrimonial, ficamos juntos, entregamo-nos com todas as nossas forças ao trabalho, suportamos
vencemos as diversas situações e dificuldades, que não foram poucas. O amor verdadeiro não é de um dia, mas de todos os dias, é um constante ajudar se, é respeitar-se, é compreender, e as vezes até suportar um ao outro.
E pouco a pouco, os filhos ficaram grandes, fizeram-se gente de valor. E aprenderam a valorizar nossas virtudes e desprezar os nossos defeitos que não eram poucos, afinal somos criaturas e não Deus
Põe-te agora ao meu lado e olha, à noite e as trevas se foram, está brilhando agora a estrela da manhã, e o tempo da colheita! Graças a Deus, nossos projetos se realizaram, podemos dizer que valeu a pena.
Encosta-te bem junto a mim não precisamos dizer ou provar mais nada um ao outro, só queremos estar juntos, na certeza que nem a morte vai nos separar, pois estaremos juntos também na eternidade, fomos fiéis a nossa vocação. Amém
DIÁCONO DIRCEU E MAGALI
(DEUS EXISTE)
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
A EUCARISTIA E A FAMÍLIA (O Reavivar da Igreja)
domingo, 7 de agosto de 2022
Agosto vocacional e o anseio a santidade
Sabemos bem que todos nós somos chamados a uma missão e, de algum modo, a realizar algo em e com nossas vidas.
Mas Como ouvir esse chamado?
Primeiramente, um dos passos mais importantes para encontrar o caminho é se esforçar para ouvir a própria voz interior e se aproximar de Deus. Vivemos em um tempo em que é mais comum fixar o olhar para fora de nós mesmos. Mas fechar os olhos e se dedicar a enxergar o “eu” que fala dentro de nós é um modo de depositar um sopro de esperança na própria vida.
Ao buscar as respostas dentro de si, é mais fácil perceber o chamado de Deus e então, com coerência, responder afirmativamente. Quando a pessoa se propõe a fazer esses dois caminhos, consegue interpretar de maneira mais clara como construir seu projeto, propósito e sentido de vida.
Existe, ainda, nesse processo de decisão as características individuais. Sabe aquilo que foi sempre natural na sua história? Por exemplo, por que gosta tanto de pôr a mão na massa e ajudar quem precisa? Por que gosta de ensinar os outros?
Com esse tipo de reflexão é possível caminhar um passo de cada vez em busca da sua vocação, o que no fim das contas é encontrar o que o realiza, que o faz ser que realmente ele é, e assim, ser feliz. O acompanhamento vocacional, o olhar atento da equipe de acompanhamento é fundamental.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
Venha integrar-se e fazer parte da Pascom de sua Paróquia
É fundamental que a Pastoral da Comunicação – Pascom possa, de fato, apropriar-se de forma técnica e eficiente desses meios, desde a mais simples veiculação em murais das igrejas até a organização de sites, blogs e o uso das diferentes redes sociais digitais. Com tais atribuições, a evangelização alcança públicos de todos os perfis, de forma rápida e eficaz.
São seis frentes de trabalho para a atuação da Pascom, de acordo com o Diretório:
1. Colocar-se a serviço de todas as pastorais para dinamizar suas ações comunicativas;
2. Promover o diálogo e a comunhão das diversas pastorais;
3. Capacitar os agentes de todas as pastorais na área da comunicação, especialmente a catequese e a liturgia;
4. Favorecer o diálogo entre a Igreja e os meios de comunicação, para dar maior visibilidade à sua ação evangelizadora;
5. Envolver os profissionais e pesquisadores da comunicação as reflexões da Igreja, para colaborar no aprofundamento e atualização dos processos comunicativos;
6. Desenvolver as áreas da comunicação, como a imprensa, a publicidade e as relações públicas nos locais onde não existem profissionais especificamente designados;
Tais ações da Pastoral, ensina o Documento 99, devem estar dentro de uma política global que gere comunhão e interatividade, alicerçada em quatro eixos: formação, articulação, produção e espiritualidade. Sustentada por esses eixos, deve incentivar a reflexão e estimular ações com sentido comunicativo, que conduzam à comunhão e à ação evangelizadora.
sábado, 4 de junho de 2022
ACENDA A LUZ: "é bem mais que uma apresentação do Rosa de Saron"
JMJ 2023: Paróquia projeta eventos de preparação a Peregrinação - Em vista, uma missão: ajudar a preparar a JMJ Lisboa 2023
Uma corrida contra o tempo:
Cada dia estamos mais próximos da JMJ Lisboa. Ano que vem (2023) dentre os dias 01 a 06 de agosto, no melhor mês do ano, serão vividos momentos incríveis com o Papa Francisco. Com o tema “Maria levantou-se e partir apressadamente” (Lc 1, 39) a próxima Jornada Mundial da Juventude promete levar os jovens do mundo todinho a uma experiência profunda com Deus através de Nossa Senhora e queremos contar com a ajuda de todos para que nossa paróquia esteja representada no Encontro. 
quarta-feira, 1 de junho de 2022
Oração do Comunicador
que para comunicar vosso amor aos homens, enviastes vosso Filho, Jesus Cristo, e o constituistes Mestre, Caminho, Verdade e Vida da humanidade, concedei-nos a graça de utilizar os meios de comunicação social imprensa, cinema, rádio, audiovisuais... para a manifestação de vossa glória e a promoção das pessoas.
Suscitai vocações para essa multiforme missão. Inspirai aos homens de boa vontade a colaborarem com a oração, a ação e o auxilio material, para que a Igreja anuncie o Evangelho a todos os homens, através desses instrumentos.
Amém.
A missão do Espírito Santo na Igreja (Da Constituição dogmática Lumen gentium sobre a Igreja, do Concílio Vaticano II)
Terminada na terra a obra que o Pai confiou ao Filho, O Espírito Santo foi enviado no dia de Pentecostes a fim de santificar continuamente a Igreja e, por Cristo, no único Espírito, terem os fiéis acesso junto ao Pai. Ele é o Espírito da vida, a fonte de água que jorra para a vida eterna. Por ele, o Pai dá vida aos homens mortos pelo pecado, até ressuscitar em Cristo seus corpos mortais.
O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis como em um templo. Neles ora e dá testemunho da adoção de filhos. Conduz a Igreja ao conhecimento da verdade total, unifica-a na comunhão e nos ministérios, ilumina-a com diversos dons carismáticos e hierárquicos e enriquece-a com seus frutos.
Pela força do evangelho, rejuvenesce a Igreja, renovando-a constantemente e a conduz à perfeita união com seu Esposo. Pois o Espírito e a Esposa dizem ao Senhor Jesus: “Vem!”
Assim se apresenta a Igreja inteira como um povo reunido pela unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
O conjunto dos fiéis, consagrado pela unção do Espírito Santo, não pode enganar-se na fé. Esta peculiaridade se exprime através do sentido sobrenatural da fé, quando na sua totalidade, a hierarquia e os fiéis leigos, manifestam um consenso universal em matéria de fé e costumes.
Com este senso de fé, formado e sustentado pelo Espírito da verdade, o povo de Deus, guiado pelo sagrado magistério a que obedece com fidelidade, acolhe não mais como palavras dos homens, mas, na realidade, a palavra de Deus, e adere sem esmorecimento à fé que, uma vez para sempre, foi transmitida aos santos (Jd 3). Nela penetra sempre mais profundamente, com reto julgamento, e cada vez mais plenamente a põe em prática em sua vida.
Além disso, por meio dos sacramentos e ministérios, o Espírito Santo não apenas santifica e conduz o povo de Deus e o adorna com virtudes, mas ainda distribui a cada um seus dons conforme quer (1Cor 12,11), e concede também graças especiais aos fiéis de todas as condições. Torna-os assim aptos e disponíveis para assumir deveras obras ou funções, em vista de uma séria renovação e mais ampla edificação da Igreja, conforme foi dito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (ICor 12,5).
Estes carismas devem ser recebidos com ação de graças e consolação. Pois todos, desde os mais extraordinários aos mais simples e comuns, são perfeitamente apropriados e úteis às necessidades da Igreja.
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