EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

E aí jovem, bora caminhar Na Trilha Vocacional?

Esse é o novo Projeto da nossa paróquia voltado aos jovens e adolescentes a partir de 13 anos de idade!
 
Ele é para você que participa do grupo de jovens, catequese, pós crisma, pastoral do menor, acólito, demais movimentos e pastorais e que se encontra aos domingos na missa, ou para você que nem frequenta ainda, ou seja, para todos!
Teremos 6 encontros no decorrer do ano com as datas já definidas!
Encontros gratuitos de formação pessoal e espiritual para você e seus amigos! 
O link para inscrição segue abaixo e vai até o dia 10 de fevereiro!
Participe conosco! Venha viver essa experiência!

https://linktr.ee/paroquiasjoperario?
fbclid=PAY2xjawH7yttleHRuA2FlbQIxMQABpt2b2V2jp3khqG0Wz6CWoo5R5nMopbYsb8feKPmDFHDeGPtckqggR49GaA_aem_FbdDAC7MAmX0ZlTZ-yBu2g

Missa de Apresentação Padre Marcos Roberto

Com muita alegria convidamos a todos para a Missa de Apresentação do Padre Marcos Roberto como
Vigário Paroquial das Paróquias São José Operário e Beato Frederico Ozanam a ser realizada no dia 26 de Janeiro às 18h30 na Paróquia São José Operário, no mesmo dia será também a Posse de Pároco do Padre Rodolfo.          
Contamos com a presença de todos! 



Ação de graças pelos futuros novos sacerdotes

 Nossa diocese está em festa com a aproximação da ordenação de sete novos presbíteros! Em comunhão com essa grande alegria, a Família do Operário irá interceder pelo ministério desses homens de Deus.


Convidamos você a reservar um horário para adorar o Senhor e, em oração, entregar aos cuidados do Pai a vida dos futuros sacerdotes da nossa amada Diocese de Jundiaí.

Participe deste momento de fé e unidade!
📅 23/jan
⏰️ Das 16h às 20h
📍 Com. Matriz São José Operário


Valei-nos, São José! 

sábado, 21 de dezembro de 2024

Final de ano na Paróquia São José Operário: Missas e celebrações de Natal e Ano Novo

 Queridos paroquianos segue a programação das missas e celebrações de nossa paróquia neste final de ano:


🔺Dia 24 de dezembro (véspera de Natal) às 18h30 na Comunidade Matriz São José Operário, Comunidade São Gabriel
🔺 Dia 25 de dezembro (Natal) às 10h somente na Comunidade Matriz São José Operário.
🔸Dia 31 de dezembro (Solenidade Santa Maria Mãe de Deus) às 18h30 na Comunidade Matriz São José Operário, Comunidade São Gabriel
🔸Dia 01 de janeiro (Solenidade Santa Maria Mãe de Deus) às 10h na Comunidade Matriz São José Operário.
Vamos juntos, Valei-nos São José

Missa de ação de graças aos Diáconos Eméritos Dirceu e Difu

Em missa ocorrida neste sábado,14 pudemos presenciar um momento de muita importância em nossa
paróquia, a missa em ação de graças pela vida e vocação dos diáconos, hoje eméritos Dirceu e Difu!
Louvamos a Deus pelos anos vividos em nossa paróquia e pedimos que por intercessão de São José
Operário ele interceda por este novo momento de vida!
Nossa gratidão e carinho!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

O Tempo do Advento

Eis chegado, irmãos caríssimos, o tempo tão celebrado e solene, o tempo favorável, como diz o Espírito Santo, os dias da salvação, da paz e da reconciliação. É o tempo que outrora os Patriarcas e Profetas tão ardentemente desejaram com seus votos e suspiros; o tempo que o justo Simeão finalmente pôde ver cheio de alegria, que a Igreja sempre tem celebrado solenemente, e que também nós devemos santificar em todo o momento com fervor, dando graças e louvores ao Pai eterno pela infinita misericórdia que nos revelou neste mistério: Ele enviou-nos seu Filho Unigénito, pelo imenso amor que tem aos homens, pecadores, para nos livrar da tirania e do império do demónio, convidar-nos para o Céu, revelar-nos os mistérios do seu reino celeste, mostrar-nos a luz da verdade, ensinar-nos o caminho da perfeição, comunicar-nos o gérmen das virtudes, enriquecer-nos com os tesouros da sua graça e, enfim, adoptar-nos como filhos seus e herdeiros da vida eterna. Ao celebrar todos os anos este mistério, a Igreja convida-nos a renovar perpetuamente a memória do amor infinito que Deus mostrou para connosco; e ao mesmo tempo nos ensina que o advento de Cristo não foi apenas para os seus contemporâneos, mas que a sua eficácia nos é comunicada a todos nós, se quisermos receber, mediante a fé e os sacramentos, a graça que nos mereceu, e orientar de acordo com ela os costumes da nossa vida segundo os seus mandamentos.
Além disso, a Igreja espera fazer-nos compreender que assim como Ele veio uma vez, revestido da nossa carne, a este mundo, também está disposto, se não oferecermos resistência, a vir de novo, em qualquer hora e momento, para habitar espiritualmente em nossas almas com abundantes graças.
Por isso, a Igreja, como Mãe piedosa e solícita pela nossa salvação, ensina-nos durante este tempo, com diversas celebrações, com hinos, cânticos e outras vozes do Espírito Santo, a receber convenientemente e de coração agradecido este benefício tão grande e a enriquecer‑nos com o seu fruto, de modo que o nosso espírito se disponha para a vinda de Cristo nosso Senhor, com tanta solicitude como se Ele estivesse para vir novamente ao mundo e com a mesma diligência e esperança com que os Patriarcas do Antigo Testamento nos ensinaram, tanto em palavras como em exemplos, a preparar a sua vinda.
Das Cartas Pastorais de São Carlos Borromeu, bispo (Sec. XVI)

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Encontro de Casais com Cristo (ECC) tem nova coordenação para o triênio 2025-2027.

Marco Antônio Tempesta e Luciane Roberta Cardoso

 Novo casal diocesano do ECC assumirá coordenação em dezembro

No dia 14 de dezembro, às 18h, no Centro de Evangelização Arca da Aliança Mãe da Divina Providência, na Paróquia Cristo Redentor, em Várzea Paulista, o casal Marco Antônio Tempesta e Luciane Roberta Cardoso tomará posse para a coordenação do Encontro de Casais com Cristo (ECC) no triênio 2025-2027.

Casados há 23 anos, Marco e Luciane têm duas filhas, Lívia Maria, de 18 anos, e Helena, de 14 anos. A caminhada do casal no ECC começou em 2016, na Paróquia Santa Luzia, em Promissão (SP), Diocese de Lins, e desde então têm se dedicado de forma intensa às atividades da Igreja.

Atualmente, servem na Paróquia São Sebastião de Itupeva, onde se dedicam como Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística e na Pastoral da Liturgia. Marco também exerce o Ministério da Palavra desde agosto de 2024. No ECC, eles já atuaram como casal pós-encontro e como casal ligação setorial da Região 5 de 2022 a 2024.

A celebração de posse marcará mais um passo significativo na trajetória de Marco e Luciane, que aceitaram o chamado para continuar contribuindo com a evangelização de casais e o fortalecimento das famílias na Diocese de Jundiaí.

fonte: https://dj.org.br/

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

SOLENIDADE DA PADROEIRA DO BRASIL/2024

 Dia 12 de Outubro celebramos a Solenidade da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida! Como Família do Operário estaremos juntos para celebrar este momento de fé e devoção. Que a Mãe Aparecida abençoe nossas famílias e o nosso Brasil.

📆 12/outubro
⏰ 9h30 e 18h
📍 somente na Com. Matriz São José Operário
❗Não haverá missa/celebração nas comunidades.
⚠️ É importante mencionar que, exclusivamente nesse fim de semana (12 e 13 de out) precisamos cumprir DOIS preceitos diferentes. No sábado preceito da Padroeira do BR e no domingo preceito da missa dominical. Ir somente na missa do sábado (tanto manhã quanto a noite) não cumprirá o preceito da missa dominical, pois a liturgia é diferente. Então, nesse final de semana deveremos ir à missa sábado e domingo também!
 Domingo missas/celebrações normalmente em todas as comunidades

domingo, 29 de setembro de 2024

Dia da Bíblia: Dia de reflexão marca o encerramento do mês da Bíblia

 “Tua palavra é lâmpada para os meus pés, luz para os meus caminhos”. (Sl. 118, 105)

Chegamos ao último domingo do mês da Bíblia. Deus deseja nos iluminar com a sua Palavra para que não haja nenhum cantinho em nós em que não habite a luz divina, pois como bem afirma o Salmo 118: a Palavra de Deus é para os nossos pés a lâmpada e a luz para o nosso caminho. Às vezes, a Palavra de Deus, na liturgia do domingo, nos oferece um único fio condutor para a nossa reflexão, como aconteceu domingo passado: a questão da necessidade de reconhecimento e de aceitação. Hoje, não temos um único fio condutor, mas ao menos três: a questão da inveja no campo religioso, a questão do escândalo que leva as pessoas a perderem a fé e a questão das injustiças sofridas pelos pobres por causa das desigualdades sociais. A Palavra de Deus tem, também, o poder de direcionar a nossa vida. É ela que nos aconselha em meio àqueles momentos críticos que tentam, muitas vezes, nos desestabilizar. Ela nos conforta e nos tranquiliza quando estamos com medo, nervosos ou ansiosos devido às inúmeras circunstâncias que vivemos em nosso dia a dia. É Deus quem assim age para que não nos percamos pela ausência da luz, em meio a tantas possibilidades com que nos deparamos em nossa vida. Ele vem iluminar os nossos caminhos.

Comunidade São Gabriel celebra seu padroeiro

Pe. Rodolfo preside solenidade 

 "São Gabriel Arcanjo é o anunciador por excelência das revelações divinas"

Coube ao Arcanjo Gabriel proclamar a maior notícia de todos os tempos para nós, seres humanos, a encarnação e o nascimento do Filho de Deus em nosso meio (cf. Lc 1, 26ss), para nos salvar.
Arcanjo Gabriel, conhecedor dos mais profundos mistérios de Deus, foi quem anunciou a Maria que ela era cheia de graça e a escolhida para ser a Mãe do Salvador. Pelas palavras do Arcanjo, Nossa Mãe e Senhora foi entendendo a ação do Espírito Santo nela e, assim, foi se preparando para sua missão. Também foi graças à saudação angélica que temos hoje uma das orações mais difundidas e queridas do catolicismo, a Ave-Maria: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo” (Lc 1,28).
Ora, a esperança não nos decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”(Rm 5, 1-5)”.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Liturgia da Palavra: Deserto da existência: "Um olhar para dentro de si mesmo"

Pe. Rodolfo (Missa 19º DTC)
Ainda nos deparando com os ecos dos ensinamentos do (19º DTC), trazemos esta importante reflexão, que se bem entendida pode nos conduzir a um sentido na vida,mesmo que estejamos atravessando um período de deserto em nossa existência.
Este é o terceiro domingo em que lemos um trecho do capítulo 6 do Evangelho segundo são João. Jesus, primeiro, alimentou uma multidão de cinco mil pessoas. Quando essa multidão voltou a procurá-lo no dia seguinte, Ele a convidou a se esforçar não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna (Evangelho de domingo passado). Já o Evangelho de hoje nos deixa entrever que a multidão foi embora; por enquanto, ainda estão com Jesus três grupos de pessoas: os judeus, um grupo de discípulos e os Doze. Por sua vez, o texto que acabamos de ouvir (João 6,41-51) nos fala da resistência dos judeus em crer nas palavras de Jesus concretamente, em crer na sua Pessoa como Pão que desceu do céu. Na sequência de Jo 6, os judeus irão embora, seguido pelo grupo dos discípulos, permanecendo com Jesus somente os Doze.
"Portanto, a fé não é obra humana, não é resultado da vontade humana, mas da ação de Deus no interior da pessoa."
Esse “convencer a partir de dentro” é descrito por Jesus como um escutar o Pai: “Todo aquele que escutou o Pai e por ele foi instruído, vem a mim” (Jo 6,45). Aqui entra um grande desafio: somos uma geração do barulho, uma geração que se incomoda com o silêncio. Deus é Palavra, e a Palavra só pode ser escutada no silêncio do coração humano. Deus fala no profundo de cada pessoa, mas a maioria vive na superfície de si mesma, porque tem medo de descer ao profundo de si, tem medo de se deparar com aquilo que vai encontrar no profundo de si. Quanto mais nos mantemos distantes do nosso profundo, mais se torna difícil ouvir Deus.
-Pascom-SJO

Artigo: A acolhida nas celebrações

Oportunidades para uma comunidade acolhedora!

Sempre mais em nossas celebrações vão acontecendo acolhidas fraternas, carinhosas e marcadas pela alegria. Pessoas na entrada da igreja ou capela acolhem bem os irmãos e os saúdam com simpatia e prazer, dando uma atenção especial às crianças, aos idosos e às pessoas com deficiência. Entregam folhas de canto, velas, flores, fitas e outros objetos que serão utilizados na celebração. Muitas vezes, é uma equipe de acolhida que em nome da comunidade assume esse serviço, inspirada na atitude da Mãe de Jesus, nas bodas de Cana, não permitindo que nada falte para que a oração transcorra num clima tranqüilo e participativo.

Não faz muito tempo, recebi uma carta muito significativa do Rubens Pereira de Paula, escrevendo o seguinte: Com o devido respeito, peço vênia, para fazer uma sugestão, que no meu modo de entender, talvez possa em longo prazo, atrair mais fiéis para a nossa Igreja. Assistimos às celebrações da Igreja católica e aceitamos as diferentes formas de ritos, nos quais já estamos acostumados, talvez, desde que como eu, do nascimento há 75 anos, que indiscutivelmente são belíssimos e de conformidade com os ensinamentos da Sagrada Escritura. Entretanto, entendo que deveria ser acrescentada, principalmente, nas celebrações das santas missas, uma colhida mais humana do celebrante, que, queiram ou não, exerce a liderança de fato na comunidade. Essa acolhida consistiria numa congratulação com os presentes, que ali foram para rogar, agradecer, orar deixando de lado as atribulações cotidianas, enfrentando o mau tempo, transporte, enfermidade e outras coisas, para ali estar junto aos irmãos…. Um agrado para muitos que pelos mais diferentes motivos estão ali presentes. Aí sim, após essa acolhida humana, iniciar a celebração, em nome do Pai… Como fazem a maioria dos sacerdotes, é muito formal, insípida e não atrairá ninguém para o nosso culto. Respeitosamente….

Agradeço de coração pela avaliação e pelas sugestões do senhor Rubens. Na verdade, precisamos rever a acolhida, investir em equipes e no jeito de acolher as pessoas e no modo de constituir a assembléia para a celebração.

É Deus mesmo que nos reúne e acolhe em seu amor pelos gestos, pelo olhar, pela saudação e pela acolhida dos ministros e da equipe de acolhida. Através deles Deus quer manifestar a sua ternura, o seu carinho e a sua alegria de Pai que acolhe seus filhos e suas filhas.

Dica de livro para formação
Nós somos o povo de Deus, corpo de Cristo e templo do Espírito Santo. Em cada rosto e olhar é Cristo que nos acolhe. Em cada abraço e aperto de mão somos recebidos pelo Senhor. As pessoas, pouco a pouco, vão chegando para a celebração e a presença e a ação do Espírito vão juntando os corações e criando laços que nos entrelaçam com Ele, com os irmãos e com o Pai. Por isso, em cada celebração dizemos: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O Cristo ressuscitado nos acolhe e nos comunica a sua força pascal através da acolhida dos irmãos. Nós comunicamos a vida do Ressuscitado às pessoas no gesto de acolhimento.

Os ritos iniciais têm como objetivo a acolhida humana, simples e fraterna. A acolhida é o começo da celebração e deve ajudar a criar o clima de oração. Deve motivar a abertura do coração para o encontro Deus. A acolhida reúne as pessoas no carinho de Deus e cria na força do Espírito Santo a assembléia litúrgica.

A acolhida bem feita e a celebração participada nos ajudam a vivenciar o que está escrito na carta aos Efésios: Vivendo segundo a verdade, no amor, cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça. É dele que o corpo todo recebe coesão e harmonia, mediante toda sorte de articulações e, assim, realiza o seu crescimento, construindo-se no amor, graças à atuação devida a cada membro (Ef 4,15-16).

Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:

Como é feita a acolhida ao povo em nossas celebrações?

Quem nos acolhe na pessoa dos ministros e das pessoas da equipe de celebração?

Portanto, o que é preciso fazer para garantir uma boa acolhida nas celebrações?

Autor do texto: Padre Marcelino Sivinski

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Dia de Nossa Senhora do Desterro: feriado da padroeira de Jundiaí

Na Festa da Assunção, também celebramos Nossa Senhora com o título de Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da cidade de Jundiaí.

Nossa Senhora do Desterro é muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati”, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro. Ela tem sido a Mãe Amorosa para todos os que, saudosos de sua terra natal, imploram cheios de fé e de amor o auxílio da Virgem do Desterro a fim de encontrarem compreensão e simpatia na terra adotiva.

Assunção de Maria ao céu

Em corpo e alma e exaltada pelo Senhor como Rainha

Hoje, dia 15 de agosto, a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Maria ao céu. O dogma da assunção se refere a que a Mãe de Deus foi levada ao céu de corpo e alma à glória celestial.  A Assunção da Santíssima Virgem é uma singular participação na ressureição de Cristo. Por razões pastorais, no Brasil, quando a data desta celebração não coincide com o domingo, é transferida para o domingo seguinte, ou seja, vamos vivencia-la no próximo dia 18 de agosto.

O Catecismo da Igreja Católica explica: “A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada pelo Senhor como rainha, para assim se conformar mais plenamente com o seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte” [1]

Esperança e alegria

“Nesta solenidade da Assunção, contemplamos Maria: ela nos enche de esperança a um futuro repleto de alegria e nos ensina o caminho para alcançá-lo: acolher na fé o Seu Filho; nunca perder a amizade com Ele, deixando-nos iluminar e guiar pela Sua Palavra; segui-lo cada dia, inclusive naqueles momentos nos quais sentimos que nossas cruzes ficam pesadas. Maria, a arca da Aliança que habita no santuário do céu, nos indica com claridade luminosa que estamos em caminha à nossa verdadeira Casa, a comunhão da alegria e da paz com Deus”.[2]

Preciosos aos olhos de Deus

Maria é a Mãe que acolhe aqueles que vão ao seu encontro. Ela conforta e educa, a Rainha que nos conduz pelos caminhos até seu Filho. “Como toda mãe, quer o melhor para os seus filhos e nos diz: ‘Vocês são preciosos aos olhos de Deus; não são feitos para os pequenos prazeres do mundo, mas para as grandes alegrias do céu’. Sim, porque Deus é alegria, não tédio. Deixemo-nos que Nossa Senhora nos pegue pela mão. Toda vez que pegamos o Terço e rezamos, damos um passo adiante rumo à grande meta da vida.”[3]

Ref:.
[1] Catecismo da Igreja Catolica (529).
[2] Papa Bento XVI – Solenidade da Assunção de Maria – 2010
[3] Papa Francisco – Angelus 15 de agosto de 2019
Colaboração: Pascom-SJO

terça-feira, 13 de agosto de 2024

Pilar da Caridade: a serviço da vida

Com o intuito de promover açoes de caridade e  levantar os aspectos pastorais existentes em nossa paróquia, que integra a pastoral Social, foi realizado em nossa paróquia no dia 07 de Agosto uma reunião liderado pelo Diácono Gerson, com o objetivo de potencializar os trabalhos existentes na paróquia de acordo com o Plano da Ação Evangelizadora. foram convidados os agentes que integram os diferentes seguimentos para ouvir a experiência de cada um. A partir deste passo, seguir em frente ouvir de maneira mais eficaz os trabalhos dando maior suporte aos desafios e  as dificuldades encontradas. Urge a presença mais efetiva da Igreja nas periferias existenciais e sociais. A ética social cristã precisa ocupar lugar de destaque em nossos processos de formação e planos pastorais.
 Partimos do texto em que Jesus “percorria todas as cidades e aldeias”. No caminho, encontrava as “multidões cansadas e abatidas, como ovelhas sem pastor”. Diante delas, Jesus sentia “compaixão.(Mt. 9,35-38).Aqui está o espírito de toda a ação social. Hoje, como no tempo de Jesus, as multidões dos pobres encontram-se “cansadas e abatidas”. Cansadas de tantas promessas não cumpridas, de tanta corrupção e de tanto lutar em vão; abatidas pelo peso da exclusão e da miséria, da fome e da doença, do abandono e do descaso. Hoje, como ontem, a injustiça e a desigualdade social gera milhares de empobrecidos que se tornam excluídos, quando não exterminados. Geram, ainda, desemprego, violência, dependência química, prostituição, racismo e destruição do meio ambiente. Esta situação atinge todo planeta, porém, de forma mais brutal os países subdesenvolvidos. Em vista de toda esta realidade, nós queremos despertar, refletir e agir nesta causa de maneira mais séria comprometida e comprometida.
O Pilar da Caridade é constituído para impulsionar o serviço aos que mais sofrem, a promoção e defesa da vida em todas as situações, a dimensão profética e samaritana da fé cristã. Nesse sentido, afirma o Papa Francisco: “deriva da nossa fé em Cristo, que Se fez pobre e sempre Se aproximou dos pobres e marginalizados, a preocupação pelo desenvolvimento integral dos mais abandonados da sociedade” (EG, n. 186). O envolvimento com a realidade de pessoas, especialmente com aquelas que experimentam carências e desproteção, bem como o cuidado com a casa comum, deve ser uma preocupação permanente da ação evangelizadora em nossas comunidades eclesiais missionárias. Peçamos pela intercessão de Santa Dulce e unamos nossas orações e ações a Deus em favor dos pobres e abandonados, para que o tempo presente  não seja um peso para eles, mas lhes traga conforto e alegria, 
por: Márcio Neves-Pascom-SJO