EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Festa da Conversão de São Paulo: Arquidiocese celebra seu Patrono e os 462 anos da cidade de São Paulo

A Arquidiocese de São Paulo celebrou solenemente o seu Patrono nesta segunda-feira, 25, festa da Conversão de São Paulo, Apóstolo. Nesta data, comemora-se também os 462 anos de fundação da capital paulista.
A Catedral da Sé estava lotada para a missa presidida pelo arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos bispos auxiliares da Arquidiocese, sacerdotes, bispos das igrejas católicas de rito oriental e com a presença de líderes cristãos ortodoxos e de outras tradições religiosas.
Também estavam presentes na celebração o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhados de suas esposas, além de representantes das forças armadas e demais instituições.

Na homilia, Dom Odilo manifestou a alegria da Igreja em celebrar a festa da Conversão apóstolo São Paulo. “De perseguidor de Cristo e dos cristãos, ele se tornou um ardoroso discípulo e missionário de Jesus Cristo, depois de haver experimentado pessoalmente que Deus foi paciente e misericordioso para com ele”, afirmou.
fonte:http://www.arquisp.org.br/

domingo, 24 de janeiro de 2016

Divulgada Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: Comunicação e Misericórdia

Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01), na Sala de Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo».
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Ano da Misericórdia na Diocese de Jundiaí

Abertura das Portas da Misericórdia
13 de Dezembro de 2015, às 18h30:
Catedral Nossa Senhora do Desterro – Jundiaí
27 de Dezembro de 2015, às 11h:
Santuário Diocesano Bom Jesus de Pirapora – Pirapora do Bom Jesus.
6 de Janeiro de 2016, às 19h30:
Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus – Itu.
Por ocasião do Ano Jubilar, se concede indulgências aos fiéis que cumprirem as exigências. (Mais informações na sua paróquia).
Calendário de Atividades
Toda 1ª sexta-feira: Propagar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, com a Missa, Terço da Misericórdia e outras atividades devocionais (cf. programação paroquial).
24 horas para o Senhor – dias 4 e 5 de março: nos locais das Portas da Misericórdia, com orações, adoração ao Santíssimo Sacramento e Plantão do Sacramento da Reconciliação com os missionários da misericórdia (confessores) (cf. a programação local).
Plantão da Misericórdia: com o Sacramento da Reconciliação em todas as paróquias no tempo da Quaresma (cf. programação paroquial).
Dia da Divina Misericórdia – 2 e 3 de abril: Missa da Divina Misericórdia e outras Celebrações (cf. programação paroquial).
Dia da Santificação dos Sacerdotes – 3 de junho, às 10h, Missa no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu, presidida pelo Bispo Diocesano e concelebrada pelos sacerdotes.
Peregrinação Especial ao Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus são convidados todos os fiéis, em especial os membros do Apostolado da Oração.
Novena Mariana da Misericórdia – 2 a 12 de outubro: No Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, Vila Rami, em Jundiaí.


Campanha para Evangelização 2015

Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016, a Campanha para a Evangelização (CE) 2015 traz como lema “Sede Misericordiosos”. A iniciativa, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), completou 17 anos  a  serviço  das atividades pastorais da Igreja.
A Campanha começou na Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, 22 de novembro, e se estenderá até o terceiro domingo do Advento, 13 de dezembro. É articulada pela Comissão Episcopal para a Campanha para a Evangelização da CNBB.
Este ano, a mobilização nacional promoverá iniciativas que visam refletir com a comunidade sobre a importância da acolhida e do perdão. “Queremos, pois, destacar que Evangelização e Misericórdia são duas faces de uma mesma ‘moeda’: evangelizar  é  anunciar a misericórdia divina; fazer experiência dessa misericórdia é entrar no coração do Evangelho”, explica  o  Arcebispo  de  Salvador  e vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger.
O lema escolhido também volta-se para  o  tempo  litúrgico  do Advento, período de preparação para o Natal, e início  do   Jubileu da Misericórdia. “É preciso levar em conta que no dia 8 de dezembro, o papa Francisco abrirá o Ano da Misericórdia. No domingo seguinte, quando este mesmo Ano Jubilar estiver sendo aberto nas dioceses, estaremos no ponto alto da Campanha para a Evangelização” comenta Dom Murilo.
Coleta nacional
Criada em 1998 pela CNBB, a Campanha para a Evangelização mobiliza, anualmente, as comunidades a assumirem a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil.  Dentre os vários serviços prestados pela CNBB, a CE constitui-se em uma atividade de evangelização às comunidades.

O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 13 de dezembro.  A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35%, para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com

domingo, 6 de dezembro de 2015

Em preparação para evento nacional do movimento ‘Encontro de Casais com Cristo’, a paróquia São José Operário acolheu a imagem da padroeira do Estado de Minas Gerais.

Por ocasião do XXI Congresso Nacional do Encontro de Casais com Cristo (ECC), que acontecerá na Arquidiocese de Belo Horizonte de 22 a 24 de julho de 2016, a Paróquia São José Operário de Jundiaí recebeu no último final de semana do mês de novembro em suas comunidades a imagem peregrina de Nossa Senhora da Piedade,padroeira da Arquidiocese mineira


“Rezemos pelo ECC e pelo trabalho deste movimento”.

Ser Diácono: Comunidade homenageia Diácono Dirceu

Em celebração presidida pelo Diácono Dirceu,( 2ºDomingo do Advento), a comunidade Cristo Rei preparou um pequeno momento para homenagear e refletir sobre a importância do Diácono na comunidade. Momento este oportuno para lembrar com gratidão por todos os que por aqui passaram.
Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja restaurou o diaconato como grau Permanente do Sacramento da Ordem. Não aboliu o celibato, mas permitiu que homens casados pudessem ser ordenados diáconos, deixando, assim, o seu estado laical, e passando a fazer parte do clero diocesano, compondo a estrutura hierárquica da Igreja (bispos-presbítero-diácono).
É importante notar que a vocação diaconal surge, concretamente, no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 6, a partir do versículo 1. Nesta passagem encontramos a instituição dos sete primeiro diáconos, que tiveram como missão servir às viúvas e órfãos dos cristãos de origem grega. Foram instituídos para manter a unidade e a paz dentro da comunidade dos seguidores de Jesus.

A motivação teológico-espiritual do diaconato vem de Jesus que se apresentou como o servidor no meio de todos. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve (Lc. 22,27)”. Em outra passagem, “porque o Filho do Homem não veio para ser servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de muitos” (Mc 10,45//Mt 20,28). E o Lava Pés, último gesto de serviço, Jesus afirmou: “pois bem, eu que sou o Mestre e o Senhor lavei os pés uns dos outros. Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz” (Jo 13,14-15). Esta deve ser a perspectiva de todo aquele que se apresenta para ser diácono: o serviço. Todo vocacionado ao diaconato deve ter diante de si a capacidade de se colocar no lugar de quem serve.
Ao acolher aqueles que buscam colocar sua vida a serviço da comunidade local e da Igreja como diáconos permanentes, destaca-se alguns pontos de discernimento para esta vocação específica.
O processo de discernimento vocacional deve levar em consideração quatro critérios objetivos: pessoais, eclesiais, familiares, comunitários (cf.Documento 96 da CNBB – “Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil – Formação, Vida e Ministério”. n. 135-147).
Quanto aos critérios pessoais, deve-se observar “saúde; idade canônica para ordenação (25 para solteiros e 35 para casados); situação civil e profissional; capacidade de liderança; autocrítica e interesse pela formação permanente”.
Os critérios eclesiais referem-se à atividade pastoral desenvolvida pelo candidato dentro da Igreja. Deve apresentar “maturidade na fé; ter uma visão da Igreja solidária com a realidade atual; capacidade para ouvir, dialogar e acolher; vida sacramental; espírito de oração e de contemplação; espírito de serviço, principalmente aos mais pobres; interesse pelo estudo da Palavra de Deus e da doutrina da Igreja”.

Em relação aos critérios familiares, se o candidato for casado, deverá a esposa dar o seu consentimento e aceitação, bem como os filhos; ter estabilidade na vida matrimonial; mínimo de cinco anos de vida matrimonial.

Os critérios comunitários devem contemplar: a “consciência de que será diácono da Igreja e não de um grupo ou comunidade determinada; engajamento pastoral de cinco ano ou mais; visão do ministério como dom e serviço; união com os bispos-presbíteros-diáconos; visão de pastoral de conjunto; abertura missionária; aceitação pela comunidade e pelo presbítero.

sábado, 5 de dezembro de 2015

CELEBRAÇÕES: ESCALA DE DEZEMBRO - 2015

ESCALA DE DEZEMBRO - 2015

DATA
LOCAL
HORÁRIO
MISSA/CELEBRAÇÃO
PRESIDENTE
TER
1
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
2
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
2
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
3
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
4
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
STA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
5
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
PADRE JOÃO ESTEVÃO
SAB
5
MATRIZ
15:00
CASAMENTO
DIACONO DIRCEU
SAB
5
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
DOM
6
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
YUCA
DOM
6
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
6
MATRIZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
DOM
6
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
6
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO ESTEVÃO
SEG
7
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
8
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
9
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
YUCA
QUI
10
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
11
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
MARCEL
SAB
12
MATRIZ
18:30 - 20:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
12
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
12
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
GERSON
DOM
13
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
13
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
13
SANTA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
14
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
TER
15
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
16
MATRIZ
19:30
celebração/penitencial
padres
QUA
16
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
17
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEX
18
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
19
CEMITÉRIO
08:00
CELEBRAÇÃO
REINALDO
SAB
19
MATRIZ
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SAB
19
SÃO GABRIEL
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
19
STA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
NENE
SAB
19
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
20
SÃO GABRIEL
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
20
CRISTO REI
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
20
MATRIZ
09:30 - 19:00
MISSA/BATIZADO
PADRE JOÃO
DOM
20
SANTA CRUZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
SEG
21
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
22
MATRIZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUA
23
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
23
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
24
CRISTO REI
19:00
CELEBRAÇÃO
GERSON
QUI
24
SÃO GABRIEL
20:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
24
MATRIZ
20:30
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
24
SANTA CRUZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
25
MATRIZ
09:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
CEMITÉRIO
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
MATRIZ
18:30
MISSA
PADRE JOÃO
SAB
26
SANTA CRUZ
18:30
CELEBRAÇÃO
FERNANDO
SAB
26
SÃO GABRIEL
18:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
CRISTO REI
08:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
SÃO GABRIEL
08:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
27
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
DOM
27
MATRIZ
09:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
DOM
27
SANTA CRUZ
09:30
MISSA
PADRE JOÃO
SEG
28
MATRIZ
07:00
CELEBRAÇÃO
NENE
TER
29
MATRIZ
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
30
MATRIZ
07:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUA
30
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
31
MATRIZ
20:00
MISSA
PADRE JOÃO
QUI
31
SANTA CRUZ
19:00
CELEBRAÇÃO
DIACONO DIRCEU
QUI
31
SÃO GABRIEL
19:30
CELEBRAÇÃO
NENE
QUI
31
CRISTO REI
19:00
MISSA
PADRE JOÃO
SEX
1
MATRIZ
09:00
MISSA
PADRE JOÃO