EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

quarta-feira, 30 de março de 2022

Começam os preparativos para Jornada Diocesana da Juventude (JDJ)


Como vínculo de unidade, membros do CPAE com apoio de nosso pároco Pe. Daniel estiveram presentes nesta terça(29) na Paróquia São José Operário para dar inicio aos preparativos da jornada. A expectativa é a melhor possível. O encontro foi conduzido pela coordenadora Diocesana do setor Juventude Nayara Rael. Destaque também para presença do vereador Daniel Lemos que é também, um importante apoiador dos vários eventos de nossa paróquia.
A JDJ é um evento que acontece todos os anos, desde 1986, e foi pensada pelo Papa São João Paulo II. Ele quis reunir todos os jovens do mundo em um itinerário de fé, comunhão e celebração em torno da Pessoa de Cristo. Algumas das edições acontecem a nível mundial em sedes escolhidas pelo Santo Padre a cada dois ou três anos. No intervalo entre as edições mundiais, acontecem, nas dioceses de todo o mundo, as edições diocesanas. Neste ano, o Local escolhido foi a Paróquia São José Operário em Jundiaí que integra a região pastoral 5.
A Jornada Diocesana da Juventude acontecerá em nossa paróquia nos dias 23, 24 e 25 de Julho.

segunda-feira, 14 de março de 2022

Penitência Quaresmal: Tempo oportuno de reflexão e conversão

Fomos criados por Deus para sermos felizes. Ofuscados pelo pecado, no entanto, muitos de nós vivemos "desumaniza dos", nas sombras de uma vida sem sentido, seja por falta de condições dignas de existência, causadas pela injustiça, ou por opções erradas. Porém, nunca é tarde para mudarmos. A Quaresma nos oferece este tempo precioso de reflexão, para recolocarmos nossa vida nos eixos, e redescobrirmos o caminho da felicidade. Não é um processo fácil. Mudar é uma das coisas mais difíceis para o ser humano. Por isso falamos em "penitência quaresmal". A fé em Deus não exclui a renúncia, o empenho pessoal pela transformação. Mas é só confiando em Deus, em seu amor misericordioso, que faremos essa passagem do pecado para a Vida Nova que Ele nos oferece.

terça-feira, 8 de março de 2022

As tentações da Igreja hoje: A liberdade de escolha e a tentação do pecado

Jesus “foi tentado pelo diabo durante quarenta dias” (Lc 4,2), uma indicação simbólica para falar que Jesus, assim como qualquer ser humano, foi tentado durante toda a sua vida. Enquanto estivermos sobre esta terra, seremos tentados. Além de sermos tentados por nossa própria natureza humana, que tem as suas manhas e que busca se mover pela lei do menor esforço, também somos tentados por um mundo que rejeita o compromisso, a fidelidade, a constância, a santidade e, sobretudo, a cruz, o sofrimento. E o maligno sabe a hora certa de nos tentar: a hora em que nos sentimos carentes, em que não estamos bem, em que sentimos falta de algo. E sua proposta é muito concreta: “Manda que esta pedra se transforme em pão” (Lc 4,3).

1ª tentação:
Por trás desta primeira tentação está a proposta enganadora de que você não precisa sentir fome, não precisa sofrer carência alguma. Sua fome é legítima e você tem o direito de satisfazê-la, não importa como: os fins justificam os meios. Desse modo, nós nos tornamos pessoas meramente instintivas. Nossa fome “manda” em nós. Nossa carência “determina” nossas atitudes. Tudo o que existe e todas as pessoas à nossa volta se tornam “pães” a serem comidos, devorados, consumidos por nós. Na verdade, a proposta do maligno – “não ter que sentir fome” – significa “não ter que sofrer”. Para um mundo como o nosso, que centra tudo no prazer, no bem-estar, não ter que sofrer é tudo o que as pessoas mais desejam.

No entanto, Jesus nos ensina a dialogar com essa tentação: “Não só de pão vive o homem” (Lc 4,4). O sentido da vida não está em não sofrer, mas em permanecer fiel àquilo que é verdadeiro, justo e bom, – permanecer fiel à nossa própria missão – ainda que essa fidelidade nos cause algum sofrimento. Além disso, existe uma fome em nós que nem a comida, nem o dinheiro, nem o sexo podem saciar. Nós somos muito mais do que o nosso estômago, dos que os nossos instintos. Satisfazer todas as nossas necessidades não significa ser feliz, nem estar em paz, muito menos ter um sentido para viver. “Cada vez mais as pessoas têm um ‘como’ viver, mas elas não têm um ‘porque’ viver” (Victor Frankl).

Para não sermos arrastados por nossas carências, pela desordem dos nossos afetos, precisamos fazer como Jesus: dialogar com a nossa fome e escolher a melhor forma de lidar com ela, de modo que não seja ela a determinar as nossas atitudes, mas a nossa consciência, o nosso desejo de nos mantermos fiéis à missão que nos foi confiada.

2ª tentação:
Na segunda tentação, “o diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo e lhe disse: ‘Eu te darei todo este poder e toda a sua glória (...). Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu’” (Lc 4,5-7). Nós não gostamos de nos sentir fracos, pequenos, assim como não gostamos de ser ignorados pelo mundo. Sabendo disso, o tentador nos promete força, poder, grandeza, glória, projeção social; ele nos promete tirar do lugar baixo e insignificante em que julgamos estar e nos colocar no topo, no lugar mais alto, onde seremos vistos e aplaudidos pelo mundo. O problema é que, além de nos tornarmos escravos de uma competição desumana, fazendo dos outros degraus para subirmos na vida, destruindo todos aqueles que nos ameaçam nessa “subida”, nós nos tornamos escravos do maligno: “Se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu” (Lc 4,7). Quem não conhece os escravos do trabalho, escravos do dinheiro, escravos do sucesso e da fama, escravos dos likes e do número de seguidores nas redes sociais?

Jesus desmascarou a mentira do tentador: “Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás” (Lc 4,8). A chave para não cairmos nessa tentação está em ordenar os nossos afetos, colocando Deus em primeiro lugar em nossa vida e procurando usar das coisas tanto quanto elas nos aproximam de Deus, ao mesmo tempo em que nos afastamos delas tanto quanto elas nos afastam d’Ele. Quando fazemos isso, nossa vida se torna mais leve, mais simples. Deixamos de ser adoecidos por falsas urgências e mantemos o foco naquilo que é essencial e onde está a nossa paz.

3ª tentação:
A terceira tentação de Jesus tem um caráter fortemente religioso: “O diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, e lhe disse: ‘Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! Porque a Escritura diz: Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’” (Lc 4,9-10). Nós caímos nessa tentação sempre que procuramos colocar Deus a serviço dos nossos caprichos; sempre que nos consideramos inatingíveis, acima do bem e do mal; sempre que vivemos de maneira irresponsável, esquecendo-nos de que tudo na vida tem consequências.

Eis a resposta de Jesus: “Não tentarás o Senhor teu Deus” (Lc 4,12). Deus nos deu inteligência e liberdade. Não podemos usar delas para ter atitudes inconsequentes e depois nos fazermos de vítimas diante do sofrimento que provocamos a nós mesmos. Trata-se de viver a vida como uma pessoa adulta, madura e responsável, e não como um adulto infantilizado, que vive responsabilizando os outros pela sua infelicidade. Por mais que Deus nos ame e seja misericordioso, Ele nos confrontará com as consequências das nossas atitudes, pois isso é uma questão de justiça e de lógica: sempre colheremos aquilo que plantarmos.

Enfim, depois que Jesus venceu as tentações, o Evangelho nos diz que “o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno” (Lc 4,13). A mesma coisa acontece conosco: sempre há um tempo oportuno para a tentação voltar, porque nós sempre estamos lidando com a nossa liberdade, fazendo escolhas e tomando decisões. Por isso, nossa luta contra o mal tem a exata duração da nossa existência, e certamente se intensificará quando estivermos perto do momento da nossa morte, como aconteceu com Jesus. Ali será a última chance de o tentador procurar nos fazer renegar a fé. Portanto, sejamos humildes e realistas. Peçamos diariamente a graça de não cairmos em tentação.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Celebrada no período quaresmal, a Campanha da Fraternidade (CF) convida a todos a imitar a misericórdia do Pai repartindo o pão com os necessitados, fortificando o espírito fraterno. A iniciativa está ligada a caminhada quaresmal como um dos modos de viver a espiritualidade deste tempo favorável.
Em 2022, a CF tem como tema “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31,26). Seu início se dá na abertura da Quaresma, dia 2 de março, na Quarta-Feira de Cinzas

Quarta-feira de cinzas: "Somos 'cinzas', mas capazes de interioridade e diálogo"

 A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).Nesse sentido dizemos que quaresma é um tempo intenso de conversão. Para isso ela tem sua linguagem, sua celebração, seus exercícios e seus ritos de conversão... Mas a conversão não é simples mudança exterior no modo de ser e agir, e sim, "mudança de senhor". Quaresma é tempo forte para consultar o interior e verificar qual é o "senhor" que move o nosso coração. É neste contexto de conversão que se situam as práticas quaresmais: oração, jejum e esmola.

Campanha da Fraternidade 2022 “Fraternidade e Educação”

Durante a Quaresma, a Campanha da Fraternidade nos convidará a refletir sobre a educação. Deus nos educa como um pai a seu filho (cf. Dt 8,5). Jesus veio nos ensinar, por meio de suas palavras (cf. Mc 2,21; 4,1; 6,2.6; 8,31; 10,1 etc.). O Espírito Santo é o educador (cf. Sb 1,5). Educar é acreditar na possibilidade que todo ser humano tem de sair da ignorância, de humanizar-se, de tornar-se melhor e mais capaz, de descobrir suas potencialidades, de aprender a fazer o bem e deixar de fazer o mal...

“A realidade da educação nos interpela e exige de nós uma profunda conversão. Temos que mudar nossa mentalidade, reorientando nossa vida, revendo nossas atitudes e buscando caminhos que promovam o desenvolvimento pessoal integral, a formação para a vida e para a cidadania. Educação é um indispensável serviço à vida. É preciso aprender a amar, a perdoar, a cuidar, a curar, a dialogar e a servir a todos. Educar é construir a verdadeira fraternidade alicerçada na justiça e na paz, e isso será possível à medida em que Cristo, que nos libertou do egoísmo, for tudo em todos” (Texto base da CF 2022).

sábado, 12 de fevereiro de 2022

CONSCIENTIZAÇÃO DÍZIMO/Fevereiro-2022

    Dízimo sinal de gratidão ato de fé


   Sabemos que evangelizar é dever de todo cristão. Uma tarefa difícil que deve ser feita com muito amor.  
   O dízimo manifesta o valor da comunidade, é fruto da oração do trabalho e da vivência litúrgica e catequética.
  Os cristãos participam do dízimo porque compreendem o significado de ser igreja a serviço da construção do Reino de Deus.
   É do compromisso com o dízimo que a igreja pode viver e sustentar com dignidade sua missão pastoral, social e evangelizadora.
   Dízimo é força comunitária é compromisso com a vida, é testemunho de fé que se traduz na partilha consciente e livre.
   Quando devolvemos nosso dízimo, devemos faze-lo como uma oração de agradecimento a Deus, por tudo o que temos e tudo o que somos.
  Se você ainda não experimentou essa graça, faça a experiência: Seja dizimista!

Procure nosso Plantão.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Seminarista Winícius se despede da comunidade Matriz: "O amor a Eucaristia e a busca pela santidade"

Winícius foi apresentado pelo Pároco Pe. Daniel a comunidade no sábado,06/02/21 e neste domingo,30 após ter se despedido das comunidades foi a vez da comunidade Matriz na missa das 09:30
A paróquia São José Operário através de seus párocos e fiéis sempre demonstrou grande apreço e zelo pelos seminaristas.
O amor à missão e à dimensão pastoral deve estar cada vez mais enraizado naqueles que se preparam para o sacerdócio, e estas iniciativas da formação são instrumentos que incentivam e ajudam no crescimento desse amor e tomada de consciência por parte dos seminaristas. Que o Senhor envie cada vez mais vocações generosas e abertas a abraçar a missão de pastorear o seu rebanho com amor.




Caminho Neocatecumenal anuncia catequese para formação de novas comunidades

Catequistas: Heraldo e Sueli
Anunciado para esta próxima quarta-feira,02/02 as 20:00 na Salão Nossa Senhora da Conceição do Centro catequético da Matriz São José Operário.
Um desafio lançado, um desafio para o ser humano.
O caminho que leva à vida requer vontade, capacidade de renúncia e doação de si.
O caminho que leva à vida é mais estreito e exigente. Requer treinamento da vontade, capacidade de renúncia e doação de si, altruísmo, solidariedade para com os que são deixados de lado e compromisso com o bem comum. Paulo lembra que é necessário superar “toda amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias” (Efésios 4,31). Ele nos convida a sermos imitadores de Deus, vivendo no amor, com oblação e sacrifício.
Venha conhecer e fazer a experiência!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

PARABÉNS SEMINÁRIO DIOCESANO DE JUNDIAÍ (42 anos)

O Seminário Diocesano Nossa Senhora do Desterro, da Diocese de Jundiaí, completa neste dia 6 de janeiro o seu 42º aniversário.
Com muita alegria damos graças a Senhora do Desterro e desejamos que nosso Seminário produza sempre abundantes frutos para nossa Igreja, formando sacerdotes segundo o Coração de Jesus.
“Pedi ao Senhor da Messe para que envie operários” (Mt 9,38)!
(Seminário Diocesano Nossa Senhora do Desterro)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Agenda de janeiro: "Janeiro já está batendo à nossa porta"

O ano de 2022 será o “ano da comunicação católica!” Eu acredito muito nisso e graças a vocês,

comunicadores, que estão perseverantes na missão de formar, informar e evangelizar através dos meios de comunicação.
Passamos por grandes dificuldades juntos em 2020, sem saber exatamente por onde começar; em 2021 buscamos muito conhecimento para fazer mais e melhor; e, em 2022, vamos colocar em prática e aprofundar tudo o que aprendemos!
Por isso, tenho clareza e confiança em dizer que: 2022 SERÁ O ANO DA COMUNICAÇÃO NA IGREJA! Será o ano que a Pascom mostrará, ainda mais na prática, sua missão de Pastoral do “servir” e da sua transversalidade.
Temos duas festas litúrgicas muito importantes:
Epifania do Senhor Batismo do Senhor;
Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria;
Batismo do Senhor
E mais, temos um santo muito popular, celebrado fervorosamente em muitas comunidades Brasil afora. É São Sebastião, protetor contra peste, fome e guerra, festejado no dia 20 de janeiro. Dia 25 (Conversão de São Paulo Apóstolo) e de São João Bosco (31 de janeiro), padroeiro da juventude e tbm fundador dos Salesianos!
Para janeiro, todos nós comunicadores católicos somos convocados a ficar em “alerta” no dia 24, dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos Jornalistas.
Nesse dia, o Papa Francisco irá divulgar a mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2022. Aliás, o tema já foi divulgado dia 29 de setembro de 2021, na memória dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael: “ESCUTAI”.
O 56º Dia Mundial das Comunicações Sociais, em 2022, será celebrado dia 29 de maio.
Datas Litúrgicas
Confira as datas litúrgicas para o mês de janeiro de 2022. Aproveite para criar vídeos, fotos, textos, artes… explore todos os recursos das redes sociais e das mídias que tem à disposição em sua realidade diocesana, paroquial ou de comunidade.

Intenções de oração do Papa Francisco para 2022
As intenções de oração do Santo Padre são confiadas à sua Rede Mundial de Oração. Em janeiro de 2022, o Para nos convida a rezar com o tema “Educar para a fraternidade”.
“Rezemos para que todas as pessoas que sofrem discriminações e perseguições religiosas encontrem nas sociedades onde vivem o reconhecimento dos próprios direitos e da dignidade que nasce de ser irmãos.”

Catequese familiar: "Uma proposta de amor a ser desenvolvida e colocada em prática

O estilo catecumenal prioriza a evangelização dos responsáveis pelos catequizandos, que, como primeiros interessados, devem ser envolvidos em todo o processo.
A educação da fé é uma tarefa que compete a toda família. O papel dos pais não consiste na simples delegação aos catequistas de sua responsabilidade de educar na fé. Em primeiro lugar, cabe aos pais evangelizar, em decorrência de seu compromisso assumido no matrimônio e no Batismo de seus filhos.
Todo tipo de união que constitua um modelo organizativo de família não isenta seus responsáveis de educar as crianças com uma formação cristã autêntica, que as ajude a caminhar rumo à transcendência, abrindo-lhes o caminho da felicidade e da vivência contínua do Reino.
É preciso ir ao encontro das pessoas em seu ambiente habitual e não apenas esperar que venham até os recintos da igreja. O pluralismo religioso já é um fato dentro de uma mesma casa. Por isso, faz-se necessário acompanhar as famílias na educação da fé de seus filhos. De modo geral, as famílias perderam a capacidade de educar os filhos na fé.
Muitos adultos acham-se afastados da comunidade, precisam ser evangelizados. A comunidade se preocupará principalmente com aqueles que não completaram a iniciação e não receberam a Crisma e/ou a Eucaristia.
Felizmente, hoje, já podemos contar com belos exemplos de catequese familiar em muitas paróquias em que atuam catequistas juntamente com a pastoral familiar. Acreditar e investir na catequese familiar é o grande passo da chamada conversão pastoral.
Mais que se lamentar pelas dificuldades de envolver as famílias, é melhor conhecer as comunidades que assumiram este desafio e caminham a passos largos.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉ: "As lições de Nazaré"

Nazaré é a escola onde se começa a compreender a vida de Jesus: a escola do Evangelho.
Aqui se aprende a olhar, a escutar, a meditar e penetrar o significado, tão profundo e tão misterioso, dessa manifestação tão simples, tão humilde e tão bela, do Filho de Deus. Talvez se aprenda até, insensivelmente, a imitá-lo.
Aqui se aprende o método que nos permitirá compreender quem é o Cristo. Aqui se descobre a necessidade de observar o quadro de sua permanência entre nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo de que Jesus se serviu para revelar-se ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem um sentido.
Aqui, nesta escola, compreende-se a necessidade de uma disciplina espiritual para quem quer seguir o ensinamento do Evangelho e ser discípulo do Cristo.
Ó como gostaríamos de voltar à infância e seguir essa humilde e sublime escola de Nazaré! Como gostaríamos, junto a Maria, de recomeçar a adquirir a verdadeira ciência e a elevada sabedoria das verdades divinas.
Mas estamos apenas de passagem. Temos de abandonar este desejo de continuar aqui o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. Não partiremos, porém, antes de colher às pressas e quase furtivamente algumas breves lições de Nazaré.
Primeiro, uma lição de silêncio. Que renasça em nós a estima pelo silêncio, essa admirável e indispensável condição do espírito; em nós, assediados por tantos clamores, ruídos e gritos em nossa vida moderna barulhenta e hipersensibilizada. O silêncio de Nazaré ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor das preparações, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê no segredo.
Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, sua comunhão de amor, sua beleza simples e austera, seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré o quanto a formação que recebemos é doce e insubstituível: aprendamos qual é sua função primária no plano social.

Uma lição de trabalho. Ó Nazaré, ó casa do “filho do carpinteiro”! É aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei, severa e redentora, do trabalho humano; aqui, restabelecer a consciência da nobreza do trabalho; aqui, lembrar que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que sua liberdade e nobreza resultam, mais que de seu valor econômico, dos valores que constituem o seu fim. Finalmente, como gostaríamos de saudar aqui todos os trabalhadores do mundo inteiro e mostrar-lhes seu grande modelo, seu divino irmão, o profeta de todas as causas justas, o Cristo nosso Senhor.

(Das Alocuções do papa Paulo VI-séc. XX)

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

A importância do dízimo para o cristão e para a comunidade

O compromisso cristão em relação ao dízimo deve significar mais que uma contribuição, deve espelhar a nossa responsabilidade e o nosso comprometimento com a nossa comunidade de fé. Nesse sentido, deve se assemelhar ao modo como nos organizamos em nossa casa, sempre buscando meios para suprirmos as necessidades familiares, de modo fraterno e com a participação de todos. “Os discípulos se recordam do que está escrito: ‘O zelo por tua casa me devora”’ (Jo 2,17). Esse zelo, entre outras coisas, precisa manifestar o cuidado dos fiéis no atendimento das necessidades e urgências pastorais da sua comunidade. A partir do dízimo, ofertado pela comunidade, é possível planejar investimentos em infraestruturas nos espaços celebrativos e comunitários; promover a catequese e outras modalidades de formação e capacitação dos agentes pastorais; agilizar a compra dos bens necessários ao bom encaminhamento da vida na comunidade; cumprir, com presteza, os compromissos financeiros e contábeis em todos os âmbitos, entre outras demandas de igual importância. Além de tudo isso, o dízimo de cada fiel gera uma rede de comunhão e de comprometimento com a evangelização, pois parte daquilo que foi reunido pelas comunidades e paróquias é destinado às ações evangelizadoras de toda a Diocese, o que amplia ainda mais os benefícios pastorais mantidos pelo dízimo. Somos Igreja, comunidade dos comprometidos com a evangelização!

Diocese de Jundiaí ganhará quatro novos Presbíteros

Nesta terça-feira, 14 de dezembro, Dom Vicente Costa, Bispo Diocesano, anunciou a aprovação da ordenação presbiteral dos 4 diáconos transitórios.
A Diocese iniciará o ano com 4 novos padres, que serão ordenados nos dias 20, 21 e 22 de janeiro de 2022. Confira:

Diáconos Matheus Henrique e Rodolfo Cavallaro, serão ordenados presbíteros no dia 20 de janeiro de 2022, às 19h30, no salão da Igreja Santo Antônio, em Itupeva.
Diácono Cezar Augusto Paiva, será ordenado presbítero no dia 21 de janeiro de 2022, às 19h30, no Centro de Evangelização Arca da Aliança Mãe da Divina Providência, em Várzea Paulista.

Diácono Rafael Araujo será ordenado presbítero no dia 22 de janeiro de 2022, às 10h00, no Ginásio Poliesportivo Lamartine de Paula Lima, em Cajamar.

Os novos padres exercerão o ministério sacerdotal como Vigários Paroquiais nas seguintes paróquias:

(Pe.) Cezar Augusto Paiva: Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat, em Salto;

(Pe.) Matheus Henrique da Silva: Vigário Paroquial da Paróquia Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, em Jundiaí;

(Pe.) Rafael Araujo Santos: Vigário Paroquial da Paróquia Santa Ana, em Santana de Parnaíba;

(Pe.) Rodolfo de Brito Cavallaro: Vigário Paroquial da Paróquia São Sebastião, em Itupeva.

Deus seja louvado pelas vocações em nossa Diocese! Nossa Senhora, Mãe dos Sacerdotes, interceda por nós!
fonte: https://dj.org.br/