![]() |
| Diácono Gerson durante apresentação |
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 18 de fevereiro de 2023
Diácono Gerson apresenta temática da CF 2023
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
A Palavra de Deus na vida do Leigo: "A Palavra é para todos, a Palavra chama à conversão, a Palavra torna-nos anunciadores."
![]() |
| Diácono Gerson Ribeiro |
![]() |
| Tanabi (Liturgia da Palavra) |
Essa palavra deve ser pronunciada, ou seja, cada um de nós é chamado a ocupar o nosso lugar na história da salvação; cada um de nós deve deixar sua Nazaré e mudar-se para Cafarnaum; cada um de nós precisa abraçar a tarefa, a missão, a vocação para a qual nascemos e na qual se encontra a razão de ser da nossa existência.
A missão de Jesus sempre foi “procurar e salvar o que estava perdido” (Lc 19,10). Mas ele não se pôs a fazer isso sozinho. Pelo contrário, quis formar um grupo de discípulos. Os quatro primeiros discípulos foram escolhidos por Jesus entre pescadores do mar da Galileia: Pedro e André, Tiago e João. A eles Jesus lançou um desafio: “Sigam-me, e eu farei de vocês pescadores de homens” (Mt 4,19). Jesus aproveitou a experiência daqueles pescadores e os desafiou a aplicar tal experiência de forma nova, resgatando pessoas do mar da destruição, do pecado e da morte. Cada um de nós tem sua profissão. Jesus nos convida a vivê-la não simplesmente em função de ganhar dinheiro, mas em função de fazer o bem à humanidade e de ajudar a salvar as pessoas que estão à nossa volta e que talvez estejam se afogando no mar da destruição.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
Papa Francisco pede que jovens sejam missionários e não fiquem "preguiçosos no sofá"
![]() |
| Foto: Arquivo Pascom-SJO |
O texto do papa foi entregue aos participantes e divulgado pela sala de imprensa da Santa Sé.
O papa Francisco falou no discurso sobre o convite de Jesus que diz: "Vão!".
É “um verbo decisivo, porque transforma o discípulo em apóstolo, faz dele um missionário”, disse o papa. “É bom seguir Jesus; é belo descobrir o grande amor que Ele tem por cada um de nós”.
“É belo aventurar-se no projeto de felicidade que Ele pensou para mim, para você, para todos; É belo descobrir os dons que nos dá com tanta generosidade, as surpresas que enchem a nossa vida de admiração e de esperança, que nos fazem crescer livres e felizes”, disse Francisco.
Francisco falou que o convite de Jesus é “no plural”, ou seja, chama os discípulos a estarem “juntos, não cada um separadamente”.
“Para testemunhar o amor de Jesus, é preciso ‘sair’ não individualmente, mas juntos, em grupo. Em outras palavras, é preciso fazer uma equipe”, disse o papa.
Francisco pediu que não se tenha medo de “entrar em campo, de jogar por nós mesmos”, porque Jesus diz todos os dias “não parem e nunca tenham medo, porque eu estarei sempre com vocês!” e acrescentou “na verdade, Ele está sempre ao nosso lado “nos bons momentos e nos tempos tristes”.
Vaticano, 15 Dez. 22 -
sábado, 10 de dezembro de 2022
Arquidiocese de São Paulo tem cinco novos sacerdotes e 3 deles são do Seminário Redemptoris Mater de São Paulo
Pela imposição das mãos do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, foram ordenados sacerdotes, no sábado, 3, na Catedral da Sé - SP , os até então diáconos Allan Santos Leite, 34, Cleyton Pontes da Silva, 27, Lucas Antonio Silva Martinez, 27, Nilo Shinen, 44, e Elias Honório, 27.
“Vocês, ao serem ordenados sacerdotes,irão agir em nome da Igreja, não em função de si próprios. Somos ‘emprestados’ à pessoa de Jesus Cristo, que age por meio de seus ministros”, afirmou o Arcebispo, acrescentando que a vocação sacerdotal é uma grande graça concedida pela vontade e misericórdia de Deus.
“Vocês, ao serem ordenados sacerdotes,irão agir em nome da Igreja, não em função de si próprios. Somos ‘emprestados’ à pessoa de Jesus Cristo, que age por meio de seus ministros”, afirmou o Arcebispo, acrescentando que a vocação sacerdotal é uma grande graça concedida pela vontade e misericórdia de Deus.
Dom Odilo ressaltou, ainda, que os sacerdotes são ordenados para anunciar a Palavra das mais variadas formas, santificar o povo e pastorear a humanidade para o encontro com o Divino Pastor
.Fonte: https://arquisp.org.br
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
Comunidade São Gabriel Arcanjo: "O Espírito natalino e a solidariedade"
Nossas comunidades vivenciando o espírito Natalino
Sempre um momento oportuno para o exercício da solidariedade
As cores, os enfeites e as luzes do Natal despertam no coração das pessoas o espírito da solidariedade. É muito comum perceber, nessa época do ano, as pessoas mais solidárias e preocupadas com o próximo. Presentear a quem se ama, confraternizar junto aos amigos são gestos comuns deste período. Estes gestos no período de Natal estão ligados a questões culturais e também religiosas. É um tempo que a própria Igreja trabalha a questão de vermos o próximo e suas necessidades.
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Abertura da fase diocesana da causa de beatificação de Carmen Hernández, co-iniciadora do Caminho Neocatecumenal
O pavilhão desportivo da Universidade Francisco de Vitória, em Pozuelo de Alarcón , acolheu domingo (04) à tarde a sessão de abertura da fase diocesana da causa de beatificação de Carmen Hernández, co-iniciadora do Caminho Neocatecumenal , realidade eclesial presente em 135 países, com 30.000 comunidades e 1,5 milhão de irmãos. Esta mulher de Soriana morreu em julho de 2016 aos 85 anos em Madri.
Presidido pelo Cardeal Carlos Osoro, o outro co-iniciador do Caminho, Kiko Argüello, junto com o restante da equipe internacional da realidade eclesial também participaram do evento: Mario Pezzi e Ascensión Romero. Em palco esteve também o postulador da causa, Carlos Metola. Entre os convidados do centro universitário estavam também o cardeal emérito de Madri, Antonio María Rouco Varela, e o cardeal emérito de Palermo, Pablo Romeo.
"Carmen deu sua vida para levar o Concílio às paróquias através de uma iniciação cristã a serviço dos bispos chamada Caminho Neocatecumenal ", explicou Kiko Argüello, que recordou os 52 anos de caminhada compartilhada "numa maravilhosa missão de evangelização iniciada em esta diocese de Madri como resultado do Concílio Vaticano II, sendo um fato providencial que a abertura da causa coincida com o ano em que se comemora o 60º aniversário de sua inauguração”.
Em seu discurso, Argüello definiu o Caminho Neocatecumenal como “um trabalho feito não sobre uma mesa de trabalho, mas pela ação do Espírito Santo”. “ O que o Concílio Vaticano II estava elaborando por escrito , nós o fazíamos com os pobres das barracas de Palomeras por obra do Espírito Santo”, afirmou.
Fonte: https://www.vidanuevadigital.com
Presidido pelo Cardeal Carlos Osoro, o outro co-iniciador do Caminho, Kiko Argüello, junto com o restante da equipe internacional da realidade eclesial também participaram do evento: Mario Pezzi e Ascensión Romero. Em palco esteve também o postulador da causa, Carlos Metola. Entre os convidados do centro universitário estavam também o cardeal emérito de Madri, Antonio María Rouco Varela, e o cardeal emérito de Palermo, Pablo Romeo.
"Carmen deu sua vida para levar o Concílio às paróquias através de uma iniciação cristã a serviço dos bispos chamada Caminho Neocatecumenal ", explicou Kiko Argüello, que recordou os 52 anos de caminhada compartilhada "numa maravilhosa missão de evangelização iniciada em esta diocese de Madri como resultado do Concílio Vaticano II, sendo um fato providencial que a abertura da causa coincida com o ano em que se comemora o 60º aniversário de sua inauguração”.
Em seu discurso, Argüello definiu o Caminho Neocatecumenal como “um trabalho feito não sobre uma mesa de trabalho, mas pela ação do Espírito Santo”. “ O que o Concílio Vaticano II estava elaborando por escrito , nós o fazíamos com os pobres das barracas de Palomeras por obra do Espírito Santo”, afirmou.
Fonte: https://www.vidanuevadigital.com
terça-feira, 29 de novembro de 2022
Modo criativo de esperar: "Isso é Advento" (2ª parte)
A espera vigilante pede um olhar de longo alcance e, ao mesmo tempo, um olhar que capta os pequenos sinais da Presença d’Aquele que sempre está vindo, no cotidiano da vida.
Na espera corremos dois riscos: fixar-nos somente no horizonte e aguardar vindas extraordinárias, fora do normal... desviando o nosso olhar das vindas d’Aquele que se faz presente na simplicidade da vida.
Outro risco é ter uma visão atrofiada, limitada ao cotidiano da vida e perdendo-nos na confusão de sinais e vozes que daí brotam. É preciso integrar os dois movimentos. É preciso ter um horizonte de sentido que nos ajude a discernir e distinguir tais sinais.
Do cotidiano aos largos horizontes (amplitude de visão e de vida) e dos largos horizontes ao cotidiano (dar sentido ao nosso chão cotidiano). “Não ter medo do máximo e caber no mínimo: isso é divino”.
Advento não é aguardar Alguém ausente; mas despertar para se fazer presente Àquele que está sempre presente. Esperar é “estar acordado”, no sentido de estar atento e também no sentido musical de “estar afinado”, sintonizado com a Presença que se “des-vela” sempre inesperada, surpreendente e provocativa.
Para dar lugar Àquele que vem sem cessar, é preciso alargar espaço em nossas vidas, expandir nosso coração, aliviar nossas agendas e realizar gestos de serviço que nos fazem crescer em comunhão.
A espera de Alguém desperta nossa sensibilidade para perceber que Aquele que esperamos já está presente; nós é que estamos cegos e surdos aos sinais e vozes de sua presença.
O convite de Jesus a viver vigilantes é um chamado a refazer nossa leitura dos acontecimentos, a aprender a lê-los a partir do amor que quer abrir passagem em nós.
Não estamos simplesmente “esperando algo" para entreter o tempo e a vida. A espera não se reduz à espera mesma: ela tem conteúdo. O Salvador não cessou de vir; vem diariamente a nossos mundos (família, trabalho, relações, descanso...), vem para dar à nossa vida a profundidade e largura de seu amor, para que a Criação inteira recupere a beleza, a harmonia e a liberdade que desfrutava quando saiu das mãos do Criador.
A maneira de nos situar na vida muda quando ansiosamente esperamos Alguém: nosso coração se dilata e a vida se torna mais leve. Aquele que esteve, está e estará sempre presente, não vem para complicar nossa vida. Quantas pessoas vemos com o rosto sombrio, como se acreditassem que já não lhes aguarda nada novo, como se em suas vidas tudo estivesse pré-determinado, sem nenhuma possibilidade de mudança!
Advento quer abrir uma brecha naquilo que já conhecemos e sabemos para preparar-nos para receber a força incomparável de uma alegria que quer alcançar nossas vidas.
Esperar nos faz assumir a atitude de sentinelas que, numa posição elevada, é capaz de ler a realidade, vislumbrar o novo e assumir atitudes coerentes.
É de dentro das circunstâncias que atravessamos que Deus não cessa de nos buscar e de nos surpreender.
Na espera corremos dois riscos: fixar-nos somente no horizonte e aguardar vindas extraordinárias, fora do normal... desviando o nosso olhar das vindas d’Aquele que se faz presente na simplicidade da vida.
Outro risco é ter uma visão atrofiada, limitada ao cotidiano da vida e perdendo-nos na confusão de sinais e vozes que daí brotam. É preciso integrar os dois movimentos. É preciso ter um horizonte de sentido que nos ajude a discernir e distinguir tais sinais.
Do cotidiano aos largos horizontes (amplitude de visão e de vida) e dos largos horizontes ao cotidiano (dar sentido ao nosso chão cotidiano). “Não ter medo do máximo e caber no mínimo: isso é divino”.
Advento não é aguardar Alguém ausente; mas despertar para se fazer presente Àquele que está sempre presente. Esperar é “estar acordado”, no sentido de estar atento e também no sentido musical de “estar afinado”, sintonizado com a Presença que se “des-vela” sempre inesperada, surpreendente e provocativa.
Para dar lugar Àquele que vem sem cessar, é preciso alargar espaço em nossas vidas, expandir nosso coração, aliviar nossas agendas e realizar gestos de serviço que nos fazem crescer em comunhão.
A espera de Alguém desperta nossa sensibilidade para perceber que Aquele que esperamos já está presente; nós é que estamos cegos e surdos aos sinais e vozes de sua presença.
O convite de Jesus a viver vigilantes é um chamado a refazer nossa leitura dos acontecimentos, a aprender a lê-los a partir do amor que quer abrir passagem em nós.
Não estamos simplesmente “esperando algo" para entreter o tempo e a vida. A espera não se reduz à espera mesma: ela tem conteúdo. O Salvador não cessou de vir; vem diariamente a nossos mundos (família, trabalho, relações, descanso...), vem para dar à nossa vida a profundidade e largura de seu amor, para que a Criação inteira recupere a beleza, a harmonia e a liberdade que desfrutava quando saiu das mãos do Criador.
A maneira de nos situar na vida muda quando ansiosamente esperamos Alguém: nosso coração se dilata e a vida se torna mais leve. Aquele que esteve, está e estará sempre presente, não vem para complicar nossa vida. Quantas pessoas vemos com o rosto sombrio, como se acreditassem que já não lhes aguarda nada novo, como se em suas vidas tudo estivesse pré-determinado, sem nenhuma possibilidade de mudança!
Advento quer abrir uma brecha naquilo que já conhecemos e sabemos para preparar-nos para receber a força incomparável de uma alegria que quer alcançar nossas vidas.
Esperar nos faz assumir a atitude de sentinelas que, numa posição elevada, é capaz de ler a realidade, vislumbrar o novo e assumir atitudes coerentes.
É de dentro das circunstâncias que atravessamos que Deus não cessa de nos buscar e de nos surpreender.
(reflexão bíblica com base nos escritos do Adroaldo Palaoro, padre jesuíta, elaborado pela Pascom-SJO)
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
São Clemente I, papa e mártir (Os dons de Deus são admiráveis)
![]() |
| (23/11- São Clemente I, papa e mártir) |
O caminho, irmãos, em que encontramos a nossa salvação é Jesus Cristo, sumo sacerdote das nossas oblações, advogado e protetor da nossa fragilidade. Por Ele fixamos o nosso olhar nas alturas do Céu; por Ele contemplamos, como num espelho, a face imaculada e soberana de Deus; por Ele se abrem os olhos do nosso coração; por Ele se abre para a luz a nossa inteligência obscurecida; por Ele o Senhor quis dar nos a saborear o conhecimento imortal, Ele que, sendo o esplendor da majestade de Deus, é tão superior aos Anjos quanto mais excelente é o nome que recebeu em herança.
Por isso, irmãos, militemos com toda a valentia sob as suas ordens justíssimas. Os grandes não podem subsistir sem os pequenos nem os pequenos sem os grandes. Em todas as coisas há uma certa mistura e daí a sua utilidade. Sirva nos de exemplo o nosso próprio corpo. A cabeça nada é sem os pés, nem os pés sem a cabeça; os mais pequenos membros do nosso corpo são necessários e úteis a todo o corpo; de facto, todos os membros cooperam e se subordinam mutuamente.
Conservemos pois o nosso corpo íntegro em Jesus Cristo e submeta se cada um ao seu próximo conforme o dom que por graça lhe foi concedido. O forte cuide do fraco e o fraco respeite o forte; o rico socorra o pobre e o pobre louve o Senhor por lhe ter dado quem remedeie a sua necessidade. O sábio manifeste a sua sabedoria não com palavras mas com boas obras; o humilde não dê testemunho de si próprio, mas deixe que os outros o façam por ele. Portanto, já que recebemos d’Ele todos estes dons, devemos dar Lhe graças por todos eles. A Ele glória pelos séculos dos séculos. Amem.
(Da Carta de São Clemente I, papa, aos Coríntios)
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
SOLENIDADE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO (34ª SEMANDA DO TEMPO COMUM)
Chegamos ao fim de mais um ano litúrgico celebrando a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. O Reinado de Deus se estende e abarca toda a vida entregue por Cristo, o Redentor da humanidade. O Filho de Deus é rei, porque sua origem é divina: Ele tem o primado e n’Ele está a plenitude de todas as coisas criadas e de todas as criaturas. O seu reinado contempla a vida, a justiça e a fraternidade. É um rei que se pôs totalmente a serviço, invertendo os valores e entregando a sua vida para que todos a obtivessem plenamente, com total liberdade.
Celebrar a Festa de Cristo Rei do Universo não é celebrar um Deus forte, dominador que Se impõe aos homens do alto da sua onipotência e que os assusta com gestos espectaculares; mas é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor. A cruz – ponto de chegada de uma vida gasta a construir o “Reino de Deus” – é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e escolhe reinar no coração dos
homens através do amor e do dom da vida. À Igreja de Jesus ainda falta alguma coisa para interiorizar a lógica da realeza de Jesus. Depois dos exercitos para impor a cruz, das conversões forçadas e das fogueiras para combater as heresias, continuamos a manter estruturas que nos equiparam aos reinos deste mundo.
Em termos pessoais, a Festa de Cristo Rei convida-nos, também, a repensar a nossa existência e os nossos valores. Diante deste “rei” despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem completamente ridículas as nossas pretensões de honras, de glórias, de títulos, de aplausos, de reconhecimentos? Diante deste “rei” que dá a vida por amor, não nos parecem completamente sem sentido as nossas manias de grandeza, as lutas para conseguirmos mais poder, as invejas mesquinhas, as rivalidades que nos magoam e separam dos irmãos? Diante deste “rei” que se dá sem guardar nada para si, não nos sentimos convidados a fazer da vida um dom?
Celebrar a Festa de Cristo Rei do Universo não é celebrar um Deus forte, dominador que Se impõe aos homens do alto da sua onipotência e que os assusta com gestos espectaculares; mas é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor. A cruz – ponto de chegada de uma vida gasta a construir o “Reino de Deus” – é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e escolhe reinar no coração dos
![]() |
| Com. Cristo Rei (Res. Metalúrgicos) |
Em termos pessoais, a Festa de Cristo Rei convida-nos, também, a repensar a nossa existência e os nossos valores. Diante deste “rei” despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem completamente ridículas as nossas pretensões de honras, de glórias, de títulos, de aplausos, de reconhecimentos? Diante deste “rei” que dá a vida por amor, não nos parecem completamente sem sentido as nossas manias de grandeza, as lutas para conseguirmos mais poder, as invejas mesquinhas, as rivalidades que nos magoam e separam dos irmãos? Diante deste “rei” que se dá sem guardar nada para si, não nos sentimos convidados a fazer da vida um dom?
Modo criativo de esperar: "Isso é Advento" (1ª parte)
“Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá” (Mt 24,44)
Em cada ano, no tempo do Advento, a liturgia da Igreja nos mobiliza a esperar. Nem sempre caímos na conta que tenhamos a Quem esperar. Então, nos dispersamos “esperando algo”, vivendo a lenta e inevitável fila das esperas.
Como seres humanos, fomos feitos para esperar: esperar um filho, esperar um trabalho, esperar o resultado de um exame médico, esperar que as coisas melhorem, esperar que saia o sol… Trata-se de uma sucessão interminável de esperas, algumas vezes infrutíferas, indesejadas e angustiosas, outras vezes surpreendentes, plenificantes… Às vezes esperamos sem saber muito bem o quê ou quem esperamos, como os dois personagens do filme “Esperando Godot”, que nunca souberam a quem esperavam, nem por que esperavam, nem se, efetivamente, chegaria o esperado Godot.
Outras vezes, a espera se vê realizada, mas o resultado da mesma é tão pífio, tão frustrante, que os “esperantes” terminam por pensar se valeu a pena tanta mobilização. Existem também esperas doentias, que provocam ansiedade, medo e nos paralisam; esperas centradas em nós mesmos.
Esperar, para quê? a quem? de onde nasce a necessidade de esperar?
Vivemos tempos carregados de “pressas” que nos mantém tensos; queremos resultados imediatos e nos angustiamos na impaciência. Mas a vida cristã precisa de muito Advento, muita espera e paciência. No interior de nossas entranhas brota uma voz serena: “Dá prá esperar?”
Só quem é movido a “sentir o tempo” de modo novo pode habitá-lo com intensidade em todas as etapas da vida. Cada momento esconde sua pérola e é muito instigante poder descobrí-la.
A vida cristã é uma vida de espera, mas se trata de uma espera carregada de esperança. Esperar é uma forma de viver, um hábito de vida. Nós somos o que esperamos. “Só quem espera pode ver”.
Estamos no tempo litúrgico da espera, que nos motiva a esperar, mas a esperar com esperança, sabendo a Quem esperamos; mais ainda, sabemos que, Aquele que esperamos, já chegou, que já está entre nós, que as promessas esperadas já estão cumpridas. Deus vem a nós e a nossa espera ativa é a nossa maneira de ir até Ele. Aquele que esperamos já está presente, dando um sentido de eternidade à nossa espera.
Espera que nos faz criativos, intuitivos, sonhadores... Espera que nos faz sair de nós mesmos, abrir-nos à realidade que nos cerca e crescer em comunhão com tantos que nos esperam. Espera que nos descentra.
“Diga-me o que você espera e vou lhe dizer quem você é”. A espera revela nossa identidade, aponta para onde está nosso coração.
O “que” ou “quem” esperamos? Se não sabemos o que esperamos, a vida perde sabor e sentido; quem não espera, não busca, não amadurece. No supermercado da vida há muitas ofertas que pretendem preencher o vazio da espera, mas não tem consistência, não nos saciam, não nos preenchem, e não nos indicam um horizonte de sentido. O maior inimigo da espera é a dispersão, ou seja, apego ao imediato e à rotina da vida: “comer, beber, casar... como nos tempos de Noé”, Vivemos tempos de dispersão, cativados pela mídia, pelas ofertas alucinantes... Isso corrói nossa interioridade, nossa visão se atrofia e o horizonte fica obscurecido. A espera vigilante implica ampliar o olhar para além dos nossos pequenos interesses.
Advento é tempo propício para ampliar a visão. Deus não criou as fronteiras; podemos olhar mais além, lançar por terra os limites inventados, desfazer os muros que nos mantém numa vida normótica e repetitiva.
Em cada ano, no tempo do Advento, a liturgia da Igreja nos mobiliza a esperar. Nem sempre caímos na conta que tenhamos a Quem esperar. Então, nos dispersamos “esperando algo”, vivendo a lenta e inevitável fila das esperas.
Como seres humanos, fomos feitos para esperar: esperar um filho, esperar um trabalho, esperar o resultado de um exame médico, esperar que as coisas melhorem, esperar que saia o sol… Trata-se de uma sucessão interminável de esperas, algumas vezes infrutíferas, indesejadas e angustiosas, outras vezes surpreendentes, plenificantes… Às vezes esperamos sem saber muito bem o quê ou quem esperamos, como os dois personagens do filme “Esperando Godot”, que nunca souberam a quem esperavam, nem por que esperavam, nem se, efetivamente, chegaria o esperado Godot.
Outras vezes, a espera se vê realizada, mas o resultado da mesma é tão pífio, tão frustrante, que os “esperantes” terminam por pensar se valeu a pena tanta mobilização. Existem também esperas doentias, que provocam ansiedade, medo e nos paralisam; esperas centradas em nós mesmos.
Esperar, para quê? a quem? de onde nasce a necessidade de esperar?
Vivemos tempos carregados de “pressas” que nos mantém tensos; queremos resultados imediatos e nos angustiamos na impaciência. Mas a vida cristã precisa de muito Advento, muita espera e paciência. No interior de nossas entranhas brota uma voz serena: “Dá prá esperar?”
Só quem é movido a “sentir o tempo” de modo novo pode habitá-lo com intensidade em todas as etapas da vida. Cada momento esconde sua pérola e é muito instigante poder descobrí-la.
A vida cristã é uma vida de espera, mas se trata de uma espera carregada de esperança. Esperar é uma forma de viver, um hábito de vida. Nós somos o que esperamos. “Só quem espera pode ver”.
Estamos no tempo litúrgico da espera, que nos motiva a esperar, mas a esperar com esperança, sabendo a Quem esperamos; mais ainda, sabemos que, Aquele que esperamos, já chegou, que já está entre nós, que as promessas esperadas já estão cumpridas. Deus vem a nós e a nossa espera ativa é a nossa maneira de ir até Ele. Aquele que esperamos já está presente, dando um sentido de eternidade à nossa espera.
Espera que nos faz criativos, intuitivos, sonhadores... Espera que nos faz sair de nós mesmos, abrir-nos à realidade que nos cerca e crescer em comunhão com tantos que nos esperam. Espera que nos descentra.
“Diga-me o que você espera e vou lhe dizer quem você é”. A espera revela nossa identidade, aponta para onde está nosso coração.
O “que” ou “quem” esperamos? Se não sabemos o que esperamos, a vida perde sabor e sentido; quem não espera, não busca, não amadurece. No supermercado da vida há muitas ofertas que pretendem preencher o vazio da espera, mas não tem consistência, não nos saciam, não nos preenchem, e não nos indicam um horizonte de sentido. O maior inimigo da espera é a dispersão, ou seja, apego ao imediato e à rotina da vida: “comer, beber, casar... como nos tempos de Noé”, Vivemos tempos de dispersão, cativados pela mídia, pelas ofertas alucinantes... Isso corrói nossa interioridade, nossa visão se atrofia e o horizonte fica obscurecido. A espera vigilante implica ampliar o olhar para além dos nossos pequenos interesses.
Advento é tempo propício para ampliar a visão. Deus não criou as fronteiras; podemos olhar mais além, lançar por terra os limites inventados, desfazer os muros que nos mantém numa vida normótica e repetitiva.
(reflexão bíblica com base nos escritos do Adroaldo Palaoro, padre jesuíta, elaborado pela Pascom-SJO)
Encontro Diocesano de Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (Santuário Diocesano de Santa Rita de Cássia)
Representação de nossa paróquia através de nossos ministros, na Solenidade de Cristo Rei durante o Encontro Diocesano de Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, no Santuário Diocesano de Santa Rita de Cássia ocorrido neste domingo (20). A Igreja tem como centro vivo a Eucaristia. Em vista disso multiplicaram-se nas paróquias e nas comunidades os Ministros Extraordinários da distribuição da Eucaristia. O Documento da CNBB 108 – Ministério e celebração da Palavra assim descreve o perfil deste ministério exercidos por leigos ou leigas: “trata-se de um ministério confiado ou reconhecido a pessoas que prestam um serviço litúrgico e de caridade. Esses ministros distribuem a sagrada Comunhão nas celebrações da Palavra; ajudam a distribuir o Pão Eucarístico aos enfermos e, em caso de necessidade, administram o Viático; na ausência do padre ou diácono, expõe o Santíssimo Sacramento para a adoração dos fiéis e o repõem sem dar a benção; por vezes acompanhamos velórios; dão a benção aos idosos e doentes. Eles e elas cumprem um serviço importante não só nas celebrações litúrgicas, mas na vida toda da comunidade eclesial. Como ministros da Comunhão Eucarística, sejam também ministros da comunhão fraterna na comunidade eclesial, especialmente na acolhida dos afastados.
Abertura Solene o Ano Vocacional na Diocese de Jundiaí
Ocorrido neste domingo (20), Solenidade de Cristo Rei, Dom Arnaldo abriu solenemente o Ano Vocacional naDiocese de Jundiaí. Na presença dos fiéis de diversas pastorais e movimentos, religiosos, seminaristas, diácono e padres, o Bispo Diocesano destacou a importância e a necessidade, nesse ano dedicado às vocações, de criar uma cultura vocacional, avaliar os trabalhos do SAV-PV, engajar os fiéis leigos nos trabalhos da ação evangelizadora e colher os bons testemunhos daqueles que já responderam ao chamado. Por fim, confiou a todos aos cuidados maternos da Santíssima Virgem, a Senhora do Desterro.
terça-feira, 15 de novembro de 2022
PROGRAMAÇÃO SOLENIDADE DE CRISTO REI DO UNIVERSO - 2022
O tema proposto para o final do ano litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei, traz uma importante e fundamental proposta a permitir que Cristo Assuma o Centro de toda nossa história, nossa caminhada cristã rumo a santificação e salvação.
Oremos:
Suplico tenhas a condescendência de te mostrares, amado Salvador, a nós que batemos à tua porta para que, conhecendo-te, só a ti amemos, só a ti desejemos, só em ti meditemos dia e noite, sempre pensemos em ti. Inspira em nós tanto amor por ti quanto é justo que sejas, ó Deus, amado e querido. Teu amor invada todo o nosso íntimo, teu amor nos possua por inteiro, tua caridade penetre em nossos sentidos todos. Deste modo, não saibamos amar coisa alguma fora de ti, que és eterno.(São Columbano)
De 17 à 20 de Novembro na comunidade Cristo Rei - Tema: "Cristo Rei, O Senhor e o Centro da nossa história"
Rei da eterna glória, ouvi-nos:
Tema: Cristo Rei, O Senhor e o Centro da nossa história
De 17 à 20 de Novembro na comunidade Cristo Rei
Quanto a nós, sirvamos a Deus com coração puro, e seremos justos. Se, porém, incrédulos diante das promessas de Deus, não o servimos, seremos extremamente infelizes. A palavra profética ensina: Infelizes os falsos e hesitantes de coração, que dizem: Já escutamos isto há muito, desde o tempo de nossos pais; esperando dia após dia, nada aconteceu. Ó loucos, comparai-vos à árvore, por exemplo, à videira: primeiro caem as folhas, depois vem o broto, em seguida a uva verde e por fim a uva madura. Assim meu povo sofre agitações e angústias; receberá os bens, depois.
Irmãos meus, não sejamos indecisos, mas perseveremos na esperança e obteremos o prêmio. É fiel aquele que prometeu dar a cada um segundo suas obras. Cumprindo a justiça diante de Deus, entraremos em seu reino e receberemos o prometido que ouvidos não ouviram, olhos não viram, nem jamais subiu ao coração do homem (cf. 1Cor 2,9).
Esperemos, então, a cada momento, na caridade e na justiça, o reino de Deus, apesar de não conhecermos o dia da chegada de Deus.
Vamos, irmãos, façamos penitência, convertamo-nos para o bem; porque estamos cheios de insensatez e de maldade. Lavemo-nos dos pecados passados e mudando profundamente nosso modo de pensar seremos salvos. Não sejamos aduladores, nem procuremos agradar somente aos irmãos, mas também aos de fora, por amor da justiça, para que o Nome não seja blasfemado por nossa causa (cf. Rm2,24).
Tema: Cristo Rei, O Senhor e o Centro da nossa história
De 17 à 20 de Novembro na comunidade Cristo Rei
Quanto a nós, sirvamos a Deus com coração puro, e seremos justos. Se, porém, incrédulos diante das promessas de Deus, não o servimos, seremos extremamente infelizes. A palavra profética ensina: Infelizes os falsos e hesitantes de coração, que dizem: Já escutamos isto há muito, desde o tempo de nossos pais; esperando dia após dia, nada aconteceu. Ó loucos, comparai-vos à árvore, por exemplo, à videira: primeiro caem as folhas, depois vem o broto, em seguida a uva verde e por fim a uva madura. Assim meu povo sofre agitações e angústias; receberá os bens, depois.
Irmãos meus, não sejamos indecisos, mas perseveremos na esperança e obteremos o prêmio. É fiel aquele que prometeu dar a cada um segundo suas obras. Cumprindo a justiça diante de Deus, entraremos em seu reino e receberemos o prometido que ouvidos não ouviram, olhos não viram, nem jamais subiu ao coração do homem (cf. 1Cor 2,9).
Esperemos, então, a cada momento, na caridade e na justiça, o reino de Deus, apesar de não conhecermos o dia da chegada de Deus.
Vamos, irmãos, façamos penitência, convertamo-nos para o bem; porque estamos cheios de insensatez e de maldade. Lavemo-nos dos pecados passados e mudando profundamente nosso modo de pensar seremos salvos. Não sejamos aduladores, nem procuremos agradar somente aos irmãos, mas também aos de fora, por amor da justiça, para que o Nome não seja blasfemado por nossa causa (cf. Rm2,24).
ACOLHIMENTO: ESPAÇO DE ENCONTRO, CONVERSA ,INTERAÇÃO E EVANGELIZAÇÃO
A Pastoral da Acolhida é um trabalho de acolhimento aos irmãos para que possam se sentir melhor nas missas e encontros. O objetivo da pastoral é preocupar-se em passar a imagem de comunidade bonita e acolhedora – o ideal e o que se espera de uma comunidade cristã. Faltam-nos pessoas que exerçam o ministério do acolhimento por mais tempo e façam disso o seu trabalho de evangelização. Quantas pessoas poderiam ser evangelizadas só pelo acolhimento em nossas comunidades?
Vindo de dar uma olhada por aí, é nítido perceber que hoje em dia as pessoas se visitam menos que nos tempos atrás. A rotina acelerada que a vida impõe provavelmente seja a causa. Isso logicamente, encontra no momento um agravante extraordinário devido a pandemia. Feita esta consideração, nota que a sociedade continua a se transformar e estamos a passar por um processo de alterações socioculturais que ainda não sabemos ler bem, por estarmos em meio a esse fluxo moderno de mudanças rápidas. Há trabalho, estudo, cuidado da casa, buscar filhos na escola, uma infinidade de atividades que fazem o tempo voar. Outro fator é o individualismo, pois a mentalidade atual privilegia muito que é particular e individual. O avanço dos meios de comunicação também pode ser um dos responsáveis por este fenômeno. Eles facilitam o contato, mas também podem levar ao comodismo. A modernidade, realmente, significou uma guinada no modo de compreender a realidade e, de modo especial, o ser humano. Cada um prefere ficar no seu canto, para não incomodar nem ser incomodado. De qualquer maneira, é uma pena que as pessoas estejam deixando de lado este bom hábito de fazer visitas. Isso faz parte também do acolhimento.
"Sendo assim, irmãos, permanecei firmes e conservai as tradições que vos foram ensinadas, tanto de viva voz, quanto por meio das nossas cartas."(2Tes. 2,15)
Assinar:
Comentários (Atom)




.png)



.png)
.png)

.png)


.png)

%20(1).jpg)

