EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

quarta-feira, 17 de maio de 2023

CANTINHO DO DÍZIMO


Mensagens sobre o Dízimo

O dízimo é a resposta concreta do nosso reconhecimento a Deus, que se estabelece através da nossa fé e da nossa razão. Fé porque fazemos sem nos perguntar. Razão porque possibilita perguntas.

A manifestação de Deus acontece se nós permitirmos. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap. 3,20).

Deus age através do dízimo se ousarmos fazer essa experiência de fé. Em todas as circunstâncias da vida, veremos que o dízimo terá uma relação de criatura/Criador, Filho/Pai, irmãos/Pai. Ao lermos atentamente as mensagens a seguir, fundamentadas na Palavra de Deus, no Documento de Aparecida, veremos que o dízimo tem tudo a ver com:

Dízimo é sinal de fé

Muitas vezes somos como Tomé: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20,25). Essa é a atitude do “ver para crer”. Mas Jesus diz: “Felizes os que não viram, e creram” (Jo 20,28). Essa é a atitude do “crer para ver”. A Palavra nos diz que devemos com fé, fazer uma experiência de dízimo e ver se Deus não derrama suas bênçãos (Cf. Ml 3,10).

Dízimo é conversão

“Conversão é a resposta inicial de quem escutou o Senhor com admiração, crê n ‘Ele pela ação do Espírito, decide ser seu amigo e ir após Ele, mudando sua forma de pensar e de viver” (DA 278b).A devolução do dízimo é gesto concreto de conversão e da fé.

Dízimo é obediência

“Trazei ao tesouro do templo o dízimo integral, para que haja recursos na minha casa. Fazei comigo essa experiência — diz o Senhor dos exércitos. Vamos ver se não abro as comportas do céu, se não derramo sobre vós minhas bênçãos de fartura” (Mt 3,10).

A devolução do dízimo é um ato de fé e de obediência.

Dízimo é gratidão

“Jesus perguntou: não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar gloria a Deus, a não ser esse estrangeiro” (te 17,17-18).

A gratidão a Deus não está separada da nossa fé. Ser grato a Deus através do dízimo é um gesto de bondade e gratuidade que reflete no nosso cotidiano. O dízimo é a materialização da nossa gratidão e fé.

Dízimo é generosidade

São Paulo nos alerta para algo muito importante: “Saibam de uma coisa: quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher”? (II Cor 9,6). Já o Papa Francisco nos ensina: “Tudo o que se compartilha, se multiplica”. Um coração aberto a partilha generosa, é um coração aberto para receber todas as bênçãos de Deus.

“É necessária uma atitude permanente que se manifeste em opções e gestos concretos “(DA 397). Façamos do dízimo uma experiência generosa e concreta.

Dízimo é caridade

“Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7).

O dízimo é reflexo do coração. A razão norteia, mas é o coração que dá o impulso à ação da caridade. Deus, porém, difundiu sua caridade em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5,5).

Dízimo é alegria

“Quando oferecer alguma coisa, esteja de rosto alegre, e consagre o dízimo com boa vontade”. (Eclo 35,8).

Um coração alegre sabe partilhar. A devolução do dízimo é um gesto concreto bíblico de partilha. Devemos sentir alegria porque o Senhor nos dá inúmeras oportunidades todos os dias para nos sentirmos alegres e partilhar.

Dízimo é partilha

O apelo que o João Batista faz ao povo é para que convertam o coração. A conversão se transforma em preocupação com os irmãos e consequentemente a partilha. “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” ( Lc 3,11). O dízimo é o reflexo da conversão e da partilha. De forma miraculosa, Jesus nos mostra que a partilha é a grande solução da multidão: “Então ele pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou sobre eles a benção, partiu-os e os deu aos discípulos para que os distribuíssem á multidão. Todos comeram e se saciaram. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram”. (Lc 9,16-17).

Dízimo é amor

“Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda tua alma e com todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos” (Mt 22,37;40).

Devolve-se o dízimo por amor a Deus, aos irmãos e a Igreja. Resumidamente aqui se encontra as três dimensões do dízimo: Religiosa – manutenção do culto; Social – ajuda aos necessitados (Casa Santa Bernadete e Vicentinos) – Missionária – propagação do Evangelho. Quando realizamos a devolução do dízimo no amor, muitos questionamentos desaparecem de nossa mente e aí somamos força junto à comunidade, para o bem do povo de Deus.

Dízimo

Prática sistemática e mensal que cada fiel assume em sua paróquia/comunidade em sinal de gratidão a Deus e de sua fé. Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar, nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7). Todo paroquiano é responsável por sua paróquia/comunidade.

Ofertas

Ato de gratidão e reconhecimento pelo muito que Deus nos faz, vivido nas celebrações litúrgicas.

Paroquiano, que as mensagens sobre o dízimo o leve a uma reflexão profunda, no sentido de perceber a ligação bíblica do dízimo. Seja um dizimista consciente e fiel, tornando-se assim, um paroquiano verdadeiramente comprometido com sua paróquia.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

MARÍA ASCENCIÓN ROMERO, MEMBRO DO DICASTERIO PARA EVANGELIZAÇÃO

Maria Ascención- Kiko - Papa Francisco- Pe. Mário
MARÍA ASCENCIÓN ROMERO
O Santo Padre, o Papa Francisco, nomeou hoje, 25 de abril de 2023, os Membros do Dicastério para a Evangelização, Seção para Questões Fundamentais da Evangelização Mundial, com mandato por 5 anos. Entre estes, juntamente com dez cardeais de várias partes do mundo, quatro arcebispos e bispos, uma freira e três outros leigos, a Missionária María Ascensión Romero Antón, membro da Equipa Internacional Responsável pela Caminho Neocatecumenal, foi nomeada.
María Ascensión Romero manifestou a sua gratidão ao Santo Padre pela confiança que depositou nela e em toda a Via Neocatecumenal, com esta nomeação, e garantiu a sua plena colaboração nesta missão. Ela também pede aos irmãos e irmãs do Caminho  Neocatecumenal que a ajudem e a todo o Departamento de Evangelização com suas orações.

terça-feira, 18 de abril de 2023

História: Os primórdios de nossa paróquia São José Operário

Formação de novos Acólitos

Aqui um convite de nossa coordenadora dos Acólitos de nossa paróquia Giovanna Bianchini.
Já está previsto a nova formação para o próximo 20 de maio, os encontros de formação para acólitos e pequenos acólitos com idade a partir de 5 anos para pequenos acólitos e 14 anos para acólitos. Portanto, pais e mães já estão abertas às inscrições através de nossa secretária paroquial e WhatsApp paroquial.

60° Assembleia Geral dos Bispos do Brasil

Nesta quarta-feira, 19 de abril acontece a cerimônia de abertura da 60° Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (CNBB) no Centro de Convenções Padre Vítor Coelho de Almeida do Santuário Nacional de Aparecida. Durante a Assembleia Geral haverá a eleição, com voto secreto, para 20 funções/serviços à CNBB, sendo os 4 membros da presidência, 12 presidentes das Comissões Episcopais permanentes, 2 representantes da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), um titular e suplente, e 2 bispos que participarão do processo do Sínodo sobre a Sinodalidade, em Roma.

domingo, 16 de abril de 2023

Pe. Danilo Stradiotto, LC preside Missa em nossa Paróquia

Pe. Danilo Stradiotto, LC
Na oportunidade, Pe. Danilo Stradiotto, LC presente em nossa paróquia neste final de semana a convite de nosso pároco padre Daniel nos alegrou presidindo em nossa comunidade por ocasião da Festa da Divina Misericórdia. Sempre que possível, padre Danilo está sempre nos presenteando com sua presença. Aqui registramos, sempre, nosso agradecimento ao Pe. Danilo por permitir ser um missionário, instrumento de paz,
amor, caridade e fé! Em nossas preces, pedimos para que Deus o
mantenha sempre abastecido de coragem e perseverança para ser sempre, na vida da Igreja, fonte de luz e vida!
 

@padredanilolc

sábado, 15 de abril de 2023

Paróquia são José Operário celebra seu padroeiro em sua 23ªedição festiva

A Paróquia de São José Operário do bairro Retiro em Jundiaí estará em festa a partir do dia 28 de abril de 2023 celebrando seu Padroeiro.
Ao comemorarmos nosso Padroeiro São José Operário, nós celebramos, acima de tudo, o Mistério da Ressurreição de Jesus. Por isso, com grande alegria e coração aberto é que esperamos a todos para festejarmos juntos esse momento de fé, fraternidade, comunhão e vida!
Em nome de nossa Equipe organizadora e de nosso clero paroquial na pessoa de nosso pároco Pe. Daniel, diáconos: Dirceu, Gerson e Difú, esperamos e contamos com a presença de todos os paroquianos, visitantes e trabalhadores, bem como de todo o povo católico de nossa região. Reinteiramos o nosso compromisso de ser uma Paróquia comprometida em fazer tudo o que Jesus nos disser" (cf. Jo 2,5). Confira nossa programação e venham participar conosco! Sua presença nos alegrará!

Paróquia São José Operário promove o 32º Encontro de casais com Cristo (1ª Etapa)

 Com imensa alegria e carinho que a Equipe dos responsáveis pelo ECC de nossa Paróquia estende o convite para que mais Casais venham conhecer e fazer esta experiência de fé.

Faça já sua inscrição pelo link:

https://forms.gle/jDwzr7VKM9FyyK2SA

O que é o ECC?

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é ser Igreja hoje e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.
 
A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocações. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio - CNBB Doc. Nº 12 / DN-pág. 13)

Como nasceu?

O ECC nasceu da inquietude de um sacerdote, Pe. Alfonso Pastore, que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.

Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador, começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade.

O ECC hoje

O ECC atualmente é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente e atuando em 223 (Arqui)Dioceses. Está estruturado nos 16 Regionais (divisão geográfica da CNBB).

O ECC contribui de forma efetiva para que as famílias se constituam como Igrejas Domésticas, Formadoras de Pessoas, Educadoras na Fé e Promotoras do Desenvolvimento, tendo seu lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, pois o FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA.

Objetivos pastorais do ECC

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de enculturação e da evangelização, Igreja Doméstica e santuário da vida, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.

Desenvolvimento

O ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.

. 1ª ETAPA

É o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.

. 2ª ETAPA

Esta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é ser Igreja no mundo de hoje.

. 3ª ETAPA

Esta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser pessoa e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o ser e não para o ter.

Espírito do ECC

O ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.

A Espiritualidade é a tônica do ECC e se fundamenta em cinco pontos básicos:

a) DOAÇÃO - essência da vida cristã;
b) POBREZA - atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;
c) SIMPLICIDADE - atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros; 
d) ALEGRIA - nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro;
e) ORAÇÃO - é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.

Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.


segunda-feira, 10 de abril de 2023

O mistério Pascal que celebramos

Seminarista João Pedro
 A Semana Santa, o auge do nosso ano litúrgico. Quando fazemos memória de tudo que aconteceu na paixão, morte e ressureição de Jesus. Mas, na verdade, essa realidade é feita em cada missa que participamos, não com a ênfase e a solenidade que nós temos nessa semana. Essa memória que fazemos é conhecida como o "Mistério Pascal" e pode ser resumida na resposta de todas as orações eucarísticas quando o padre entoa "mistério da fé". Nós, com essa mesma fé, dizemos: "Anunciamos Senhor a vossa morte e proclamamos a vossa ressureição, vinde Senhor Jesus". Três partes essenciais do que é a nossa fé. " Anunciamos senhor a vossa morte", a morte de Cristo foi essencial para a nossa salvação. Como lemos: "Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira?" (Jo 11,50). Cristo morreu para ganharmos a vida, ele quis morrer por nós, se entregar por um verdadeiro ato de amor. "E se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vã e a vossa fé é vã também." (1Co 15, 14) Paulo foi bem claro, se Cristo não venceu a morte, não a superou a partir de sua própria morte e inocência, nossa fé não tem sentido. Crer é o essencial da nossa pregação, crer que um homem ressuscitou dando-nos novamente a vida que nunca deveríamos ter perdido. Por fim, "vinde Senhor Jesus", ele nos fez a promessa de que ele voltaria, existirá a segunda vinda dele a terra: a Parusia. É essencial da nossa fé essa realidade, Cristo voltará novamente e será sua vinda definitiva. Apesar de celebrarmos isso na missa, não podemos encerrar nela esse mistério, como nos foi dito: "Então, agora, filhinhos, permanecei nele. Assim poderemos ter plena confiança, quando ele se manifestar, e não seremos vergonhosamente afastados dele, quando da sua vinda" (1Jo 2, 28). O mistério Pascal deve ser vivido no nosso cotidiano, vivermos sabendo que fomos resgatados por amor, com um preço muito alto, com a fé de que Cristo nos deu a vida eterna e com a esperança de que um dia veremos a Deus face a face.

domingo, 26 de março de 2023

Projeto social : Mãos Ajudam

Em atividade em nossa paróquia, graças a providencia Divina e aos seus benfeitores a missão segue firme graças a Deus.
Conheça, ajude na manutenção desta nobre missão
A prática do amor nos leva a sensibilidade pelo sofrimento de cada pessoa, imagem e semelhança de Deus.
E como disse o próprio Jesus ao apresentar aos seus discípulos a parábola do julgamento final: "Vinde, benditos de meu P!... Pois eu estava com fome, e me destes de comer...Em verdade, vos digo, todas as vezes que não fizestes isso a um destes mínimos, foi a mim que o deixastes de fazer!..." (cf. Mt 25, 31-46).
(Dolaine Coimbra -Membro do fórum das Pastorais Sociais Diocesanas de Jundiaí em "Falando de Exclusão" da revista O Verbo)

A Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, acontece em todas as comunidades do Brasil, no Domingo de Ramos.

A Campanha da Coleta da Solidariedade acontece todos os anos, no Domingo de Ramos. Neste dia, os fiéis são convidados a se unirem nesta dinâmica de solidariedade e participarem da coleta. Neste ano de 2023, a Coleta será realizada no dia 2 de abril.
Não importa o tamanho do ato, mas sim agir com a intenção de tornar o mundo um lugar cada vez melhor. Pensemos nas pessoas que padecem de fome e de que maneira podemos amenizar esta situação. Um desses gestos é a doação para a Coleta Nacional da Solidariedade, que aplica seus recursos em Projetos Sociais.
Na Diocese de Jundiaí, as contribuições que chegam por meio dos recursos vindos da Coleta da Solidariedade têm mantido, ao longo dos anos, inúmeros Projetos de cunho social e que têm possibilitado a promoção da dignidade humana, o compromisso com os pobres e a vida plena.
Sua doação é um gesto concreto de caridade, fraternidade, partilha e solidariedade. Estejamos prontos para esses gestos concretos a fim de ajudarmos todos os que sofrem.
#quaresma #CampanhaDaFraternidade

sábado, 25 de fevereiro de 2023

Espaço do Seminarista João Pedro: Inicio da Quaresma

Seminarista João Pedro
Jejum, esmola e oração são três práticas que a Igreja convida seus fiéis a realizar durante o tempo da Quaresma de forma mais assídua. Essas práticas têm o intuito de abrir o coração humano à graça de Deus, cada uma de sua forma particular. Como Jesus disse em seu Sermão da Montanha: "Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, que desfiguram os rostos para que os homens vejam que jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, para que os homens não vejam que jejuas, mas somente teu Pai, que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa" (Mt 6,16-18).

Infelizmente, é frequente ouvirmos certas frases que diminuem a importância dessas práticas, como "O que adianta fazer jejum e continuar falando mal do irmão?" ou outras frases que derivam disso. Mas, como afirma São Tiago, "a fé sem obras é morta" (Tg 2,26). É preciso realizar essas práticas não como uma demonstração para os outros, mas como um ato de amor e obediência a Deus.

Ao olharmos para frases como essas, podemos pensar que fazem sentido e que estão combatendo de forma veemente uma falsa santidade. Mas se analisarmos bem, elas carregam um mal muito forte para dentro dos corações: o ativismo. Parece que o homem tem a simples possibilidade de não pecar, por suas próprias forças, ele pode largar seus pecados e sua inclinação ao mal. No entanto, essa ideia já foi refutada pela Igreja em sua história. Santo Agostinho, um dos maiores pensadores da patrística, combateu o pelagianismo, uma doutrina que acreditava que o homem poderia se salvar por si mesmo, sem a graça de Deus. Segundo Agostinho, a salvação é um dom gratuito de Deus que só pode ser alcançado pela fé e pela graça divina. Como ele escreveu: "O homem é salvo unicamente pela graça de Deus, sem qualquer mérito seu" (Enchiridion, 31).

Apesar da Igreja já ter combatido diversas ideias errôneas, sempre elas tendem a retornar e é necessário sempre rever os erros dessas doutrinas. Com certeza, é necessário dispormos a nós à fuga do pecado, usarmos nossos esforços e empenhos para isso, mas a força para superarmos os erros e nos aproximarmos de Deus é a graça. Como afirmou Jesus aos seus discípulos, "sem Mim, nada podeis fazer" (Jo 15,5 A graça é a força de Deus que nos molda para sermos como Ele e nos move para Ele. Ela é concedida a nós de diversas maneiras, a principal dessas maneiras são os sacramentos, como nos ensina São Paulo em sua Carta aos Efésios: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2,8-9). Batismo, Eucaristia, Crisma, Confissão, Unção dos enfermos, Matrimônio e Ordem são os 7 sacramentos da Igreja e canais da graça de Deus. A maioria deles recebemos apenas uma vez, em momentos especiais ou por vocação específica, mas dois deles devem ser frequentemente usados, buscados e colocados na vida cotidiana do Cristão: confissão e Eucaristia.

A confissão nos restaura o estado de graça que já havíamos recebido no nosso batismo, mas que perdemos por causa de nossos pecados. Como nos ensina São João em sua Primeira Carta: "Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1,8-9). Uma boa confissão nos ajuda a entender nossa situação de pecadores, restaurar um coração humilde e nos guiar novamente no caminho rumo à santidade.

A Eucaristia, o santíssimo e diviníssimo sacramento, não possui apenas um caráter santificador, mas é o próprio Autor da santidade que quis habitar em nossos corações. Como nos ensina Jesus em seu discurso após a multiplicação dos pães: "Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede" (Jo 6,35). Ele quis se fazer pão para estar intimamente ligado à nossa alma. A Eucaristia é o sacramento por excelência e importantíssimo na jornada rumo à santidade.

Para vivenciar uma boa quaresma, o primeiro passo é realmente buscar de forma assídua os dois sacramentos, seguidos pelas práticas que falamos no início do texto. É saber se abandonar no desígnio de Deus, acreditar na sua graça santificadora e viver plenamente como Ele planejou as nossas vidas. Como nos ensina São Paulo em sua Carta aos Filipenses: "Tudo posso Naquele que me conforta" (Fil 4,13). Não deixe de praticar tais atos porque você "não tem mais jeito", é um pecador ou fraco demais para se converter. Deus que nos chama à santidade, e se Ele nos inspirou esse bom propósito, Ele nos guiará para sermos realmente santos. Nessa quaresma, tenha a certeza de que Deus te ama e te quer próximo d'Ele, faça seus propósitos quaresmais, esforce-se e peça a graça para vivê-los e rezemos a oração da coleta da sexta-feira depois das cinzas: “Ó Deus, assisti com vossa bondade a penitência que iniciamos, para que vivamos interiormente as práticas externas da Quaresma. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.”

sábado, 18 de fevereiro de 2023

O Caminho da Fé (Brasil) - Paróquia São José Operário

Inspirado no milenar Caminho de Santiago de Compostela (Espanha), foi criado para dar estrutura às pessoas que sempre fizeram peregrinação ao Santuário Nacional de Aparecida, oferecendo-lhes os necessários pontos de apoio. O nome “Caminho da Fé”, para a trilha, bem como o nome “Pousada” que é dado aos locais de pernoite para os peregrinos, foram escolhidos em Assembleia. Nossos peregrinos partiram hoje em Missão conforme explica um dos peregrinos Luciano: "Quanto a nós, formamos um grupo com 9 pessoas para realizar esta peregrinação. Alguns já realizaram outras vezes, porém eu Cristiane, Débora, Paulo e Marcelo, estamos realizando pela primeira vez. Tivemos alguns momentos para a preparação como reunião e reza do Santo terço em nossas casas.
Iniciaremos o caminho amanhã saindo de Aguas da Prata e chegaremos em Aparecida dia 25/2.
Cada dia dormiremos em uma cidade já com pousada reservada.
Cada um de nós trazemos nossas histórias e nossas preces.
E um momento de alegria, reflexão, conversão, amizade e acima de tudo agradecimento a Deus por tudo que tem nos dado.
Levamos em nossos corações toda a nossa paróquia, e aqueles em especial que pediram a nossa intercessão.
Reze por nós!!Salve Maria." Nome dos peregrinos:
Marcelo
Paulo
Luciano
Débora
Luiz
Mateus
Guilherme
Nego
Cristiane

Diácono Gerson apresenta temática da CF 2023

Diácono Gerson durante apresentação
A apresentação aconteceu na capela São Gabriel nesta sexta-feira, dia 17.Neste ano, a CNBB promove a 59ª edição nacional da Campanha da Fraternidade, pondo em evidência o tema da fome. Fraternidade e fome: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16), com o intuito de sensibilizar a sociedade e a Igreja para enfrentar o flagelo da fome. Eis nosso grande desafio. Pela terceira vez, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aborda um triste cenário que afeta a vida de milhões de brasileiros e brasileiras. É tempo de cuidar de quem tem fome e refletir sobre os paradoxos e contrastes de um país chamado de celeiro do mundo, enquanto nele crescem os números do desperdício e se 

multiplicam os que têm fome e sede de justiça. A solução para a superação desse triste contexto está no exercício da fraternidade, da prática do amor que Cristo nos ensinou. Diante do drama da fome, é urgente recuperar a paixão compartilhada por uma comunidade de pertença e de solidariedade à qual saibamos dedicar tempo, esforços e bens. A Campanha da Fraternidade 2023 terá início em todo o país no dia 22 de fevereiro, com a celebração de Cinzas. Em nossas comunidades celebração as 19:30hrs.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

A Palavra de Deus na vida do Leigo: "A Palavra é para todos, a Palavra chama à conversão, a Palavra torna-nos anunciadores."

Diácono Gerson Ribeiro
Papa Francisco ensina: "a existência de cada um de nós contém uma palavra única de Deus para a humanidade".
Tanabi (Liturgia da Palavra)

Essa palavra deve ser pronunciada, ou seja, cada um de nós é chamado a ocupar o nosso lugar na história da salvação; cada um de nós deve deixar sua Nazaré e mudar-se para Cafarnaum; cada um de nós precisa abraçar a tarefa, a missão, a vocação para a qual nascemos e na qual se encontra a razão de ser da nossa existência.
A missão de Jesus sempre foi “procurar e salvar o que estava perdido” (Lc 19,10). Mas ele não se pôs a fazer isso sozinho. Pelo contrário, quis formar um grupo de discípulos. Os quatro primeiros discípulos foram escolhidos por Jesus entre pescadores do mar da Galileia: Pedro e André, Tiago e João. A eles Jesus lançou um desafio: “Sigam-me, e eu farei de vocês pescadores de homens” (Mt 4,19). Jesus aproveitou a experiência daqueles pescadores e os desafiou a aplicar tal experiência de forma nova, resgatando pessoas do mar da destruição, do pecado e da morte. Cada um de nós tem sua profissão. Jesus nos convida a vivê-la não simplesmente em função de ganhar dinheiro, mas em função de fazer o bem à humanidade e de ajudar a salvar as pessoas que estão à nossa volta e que talvez estejam se afogando no mar da destruição.