A Diocese de Jundiaí, atendendo a orientação do Papa Francisco, fará nos dias 4 e 5 de março, a ação denominada “24 horas para o Senhor” em que se realizam confissões e adoração ao Santíssimo. Em todo o mundo, igrejas abrirão as suas portas para que os fiéis possam procurar o Sacramento da Reconciliação.
O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, convida a todos para participarem e convidarem seus amigos e familiares para também fazerem parte desse momento. Serão 24 horas rezando e confessando, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí; no Santuário Diocesano Senhor Bom Jesus, em Pirapora do Bom Jesus; e no Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu. Assim os católicos diocesanos se preparam para a Páscoa do Senhor.
Neste tempo santo da Quaresma, a Igreja quer estimular os cristãos católicos a viverem e cultivarem a fé, especialmente neste Ano Extraordinário, em agradecimento a misericórdia de Deus.
Fonte: http://www.dj.org.br/
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 27 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Transfigurar é conhecer de verdade o coração
A vida do padre é uma vida ocupada, pois quem serve de
verdade nunca está à toa. Nosso padre João trabalha muito e com muita
disposição.
Nossa vida de homens de Deus deve transparecer em todas as nossas ações, não apenas nas ações sacramentais.
Como é bom conseguir enxergar na face do sacerdote o esplendor do rosto transfigurado de Deus! Lembra Moisés descendo do Monte Sinai. Quando falamos de alegria não dispensamos o cansaço e o sacrifício.
“Um homem tirado por Deus do meio do povo e colocado a serviço desse mesmo povo nas coisas de Deus!” (Hb 5,1). Sim, o padre é um homem do nosso tempo, com suas alegrias e seus dramas. Por isso, também os padres encontram dificuldades, desafios e incompreensões. Sentem em si as fraquezas, pecados e, infelizmente, até escândalos. Às vezes, bate-lhes à porta o cansaço e o desânimo. Não deixam nunca de serem humanos. E quando a missão traz o cansaço, diz o Papa, “este cansaço é bom, é saudável. É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos.
Nossa vida de homens de Deus deve transparecer em todas as nossas ações, não apenas nas ações sacramentais.
Como é bom conseguir enxergar na face do sacerdote o esplendor do rosto transfigurado de Deus! Lembra Moisés descendo do Monte Sinai. Quando falamos de alegria não dispensamos o cansaço e o sacrifício.
“Um homem tirado por Deus do meio do povo e colocado a serviço desse mesmo povo nas coisas de Deus!” (Hb 5,1). Sim, o padre é um homem do nosso tempo, com suas alegrias e seus dramas. Por isso, também os padres encontram dificuldades, desafios e incompreensões. Sentem em si as fraquezas, pecados e, infelizmente, até escândalos. Às vezes, bate-lhes à porta o cansaço e o desânimo. Não deixam nunca de serem humanos. E quando a missão traz o cansaço, diz o Papa, “este cansaço é bom, é saudável. É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
As interrogações mais profundas do gênero humano
O mundo moderno
apresenta-se simultaneamente poderoso e fraco, capaz do melhor e do pior;
abre-se diante dele o caminho da liberdade ou da escravidão, do progresso ou da
regressão, da fraternidade e do ódio. Por outro lado, o homem toma consciência
de que depende dele a boa orientação das forças por ele despertadas e que podem
oprimi-lo ou servi-lo. Eis por que se interroga a si mesmo.
Na verdade, os
desequilíbrios que atormentam o mundo moderno estão ligados a um desequilíbrio
mais profundo, que se enraíza no coração do homem.
No íntimo do
próprio homem, muitos elementos lutam entre si. De um lado, ele experimenta,
como criatura, suas múltiplas limitações; por outro, sente-se ilimitado em seus
desejos e chamado a uma vida superior.
Atraído por
muitas solicitações, é continuamente obrigado a escolher e a renunciar. Mais
ainda: fraco e pecador, faz muitas vezes o que não quer e não faz o que
desejaria. Em suma, é em si mesmo que o homem sofre a divisão que dá origem a
tantas e tão grandes discórdias na sociedade.
Muitos, sem
dúvida, que levam uma vida impregnada de materialismo prático, não podem ter
uma clara percepção desta situação dramática; ou, oprimidos pela miséria,
sentem-se incapazes de prestar-lhe atenção. Outros, em grande número, julgam
encontrar satisfação nas diversas interpretações da realidade que lhes são
propostas.
Alguns, porém,
esperam unicamente do esforço humano a verdadeira e plena libertação da
humanidade, e estão persuadidos de que o futuro domínio do homem sobre a terra
dará satisfação a todos os desejos de seu coração.
Não faltam
também os que, desesperando de encontrar o sentido da vida, louvam a audácia
daqueles que, julgando a existência humana vazia de qualquer significado
próprio, se esforçam por encontrar todo o seu valor apoiando-se apenas no
próprio esforço.
Contudo, diante
da atual evolução do mundo, cresce o número daqueles que formulam as questões
mais fundamentais ou as percebem com nova acuidade. Que é o homem? Qual é o
sentido do sofrimento, do mal e da morte que, apesar de tão grandes progressos,
continuam a existir? Para que servem semelhantes vitórias, conseguidas a tanto
custo? Que pode o homem dar à sociedade e dela esperar? Que haverá depois desta
vida terrestre?
A Igreja, porém,
acredita que Jesus Cristo, morto e ressuscitado por todo o gênero humano,
oferece ao homem, pelo Espírito Santo, luz e forças que lhe permitirão
corresponder à sua vocação suprema; ela crê que não há debaixo do céu outro
nome dado aos homens pelo qual possam ser salvos.
Crê igualmente
que a chave, o centro e o fim de toda a história humana encontra-se em seu
Senhor e Mestre.
A Igreja afirma,
além disso, que, subjacente a todas as transformações, permanecem imutáveis
muitas coisas que têm seu fundamento último em Cristo, o mesmo ontem, hoje e
sempre.
(N.9-10) (Séc.XX)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Diocese prepara curso "A Missão do Cristão na Política"
A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política,
está nos preparativos finais do curso “A Missão do Cristão na Política”. Os
objetivos do curso são os de levar ao conhecimento dos participantes as
propostas pastorais da igreja em diversos segmentos da sociedade, facilitando a
atuação política dos cristãos.
De acordo com informações do coordenador diocesano da
Pastoral Fé e Política, Claudio Nascimento, todos os presidentes de partidos
políticos das 11 cidades do território da Diocese, receberão convites para
participação no curso.
Ele informou que de acordo com o trabalho desenvolvido na
Diocese pela Pastoral Fé e Política, a exemplo de anos anteriores quando
próximo ao período eleitoral sempre a igreja dedica atenção aos candidatos, o
curso é voltado para eles.
O propósito é de que o maior número possível de
candidatos às próximas eleições municipais, nas 11 cidades participem do curso.
Para facilitar esta participação, existe toda uma logística que vai depender do
número de inscrições.
Na programação consta:
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Várzea Paulista e Salto.
Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Cajamar e Campo Limpo Paulista.
Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Estes locais estão sujeitos a serem modificados de acordo
com o numero de inscrições. Os assuntos a serem abordados são: Reforma
Política, Lei da Ficha Limpa e Lei 9840, Ser um Parlamentar Cristão e a Serviço
da Vida, As encíclicas do Papa Francisco “A alegria do Evangelho” e “Louvado
Seja”, bem como as recentes manifestações populares pelo Brasil.
Os materiais e subsídios didáticos para o curso serão de
documentos da CNBB sobre política, Doutrina Social da Igreja, Textos Bíblicos,
temas da Campanha da Fraternidade e outras publicações referentes ao tema.
Breve serão divulgadas informações sobre as inscrições.
Fonte: www.jornaldeitupeva.com.br
Reinaldo Oliveira
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade em evidencia nas comunidades
domingo, 7 de fevereiro de 2016
1º Domingo do Mês: Um olhar sobre nosso Seminário Diocesano
No início deste mês de Fevereiro,reservamos um momento especial de orações e preces a todos os seminaristas, refletindo sobre a conclusão do Ano da Vida Consagrada
Aliás, no encontro que teve com os consagrados por
ocasião do evento conclusivo deste Ano, realizado na segunda-feira passada,Papa
Francisco falou justamente destes desafios, sublinhando três aspectos: a
profecia, a proximidade e a esperança.
“A profecia é dizer às pessoas
que existe um caminho de felicidade, grandeza, uma estrada que nos enche de
alegria, que é o caminho de Jesus. “A vida consagrada deve conduzir à
proximidade com as pessoas, proximidade física, espiritual, conhecer as pessoas”.
E o primeiro próximo de um consagrado é precisamente seu irmão e irmã de
comunidade. É na comunidade que se deve evitar “o terrorismo das fofocas”, a
intriga cai como uma “bomba”, é fazer “guerra”, advertiu.
Falando da esperança, o Papa
citou a queda das vocações, e questionou: “Por que o ventre da vida consagrada
se torna tão estéril?” A solução, afirmou, não é a inseminação artificial, mas
a oração. E fez uma menção especial às mulheres, às consagradas: “O que seria
da Igreja sem as freiras?”. De fato, as consagradas na Igreja são
proporcionalmente 10 vezes mais que os consagrados.
Mas o que fica então deste Ano
dedicado à Vida Consagrada? Fica a consciência clara dos obstáculos a serem
superados. O seu reconhecimento já é um caminho para solucioná-los. Agora é
tempo de discernimento. E há pessoas aqui no Vaticano que estão trabalhando
para isso.
Mas fica também o
agradecimento a esses homens e mulheres de fronteira, a esses combatentes
silenciosos que estão sempre na linha de frente nas periferias existenciais e
geográficas, que dão a vida pelos outros.
Nós aqui do Programa
Brasileiro somos testemunhas deste trabalho, ao dar voz a esses incansáveis
missionários.
Francisco aos consagrados
recordou sua verdadeira missão: uma missão feita de cotidianidade, de trabalho
diário, árduo, “de sujar as mãos”. O que conta, disse ele, é como viver esses
dias: com esperança, fazendo memória do primeiro chamado, do amor com o qual
foram escolhidos pelo Senhor, e, assim, semear o bem. “Continuar”, disse o
Papa. “A espinha dorsal da vida consagrada é a oração. E assim envelhecer, mas
envelhecer como o bom vinho!”
Conselhos Comunitários (CCAC) realizam primeira reunião de 2016
1-O pároco;
2-O Coordenador da Comunidade;
3-O Diácono;
4-O Coordenador das pastorais;
5-O representante do Conselho Econômico Comunitário.
Neste sábado, 06 ressaltou-se
a presença do Padre João na reunião juntamente com o Conselho da Comunidade
Cristo Rei e assim deverá ser em todas as comunidades.
Focou-se nesta primeira reunião a importância de um bom
ambiente de trabalho pastoral valorizando o trabalho em grupo de pessoas com
habilidades complementares que trabalham em conjunto em unidade com o pároco
para alcançarem um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis.
Uma equipe de trabalho poderá atingir alto nível de desempenho em termos de
produtividade e qualidade, desde que seus membros sintam satisfação com suas
tarefas e sua comunicação com o pároco seja adequadamente eficaz. É preciso ter
objetivos e metas comuns para alcançar os resultados esperados. O despertar de
novas lideranças passa ser prioridade para este ano na Comunidade.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Festa da Conversão de São Paulo: Arquidiocese celebra seu Patrono e os 462 anos da cidade de São Paulo
A Arquidiocese
de São Paulo celebrou solenemente o seu Patrono nesta segunda-feira, 25, festa
da Conversão de São Paulo, Apóstolo. Nesta data, comemora-se também os 462 anos
de fundação da capital paulista.
A Catedral da Sé
estava lotada para a missa presidida pelo arcebispo metropolitano de São Paulo,
Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada pelos bispos auxiliares da
Arquidiocese, sacerdotes, bispos das igrejas católicas de rito oriental e com a
presença de líderes cristãos ortodoxos e de outras tradições religiosas.
Também estavam
presentes na celebração o governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o prefeito
de São Paulo, Fernando Haddad, acompanhados de suas esposas, além de
representantes das forças armadas e demais instituições.
Na homilia, Dom
Odilo manifestou a alegria da Igreja em celebrar a festa da Conversão apóstolo
São Paulo. “De perseguidor de Cristo e dos cristãos, ele se tornou um ardoroso
discípulo e missionário de Jesus Cristo, depois de haver experimentado
pessoalmente que Deus foi paciente e misericordioso para com ele”, afirmou.
fonte:http://www.arquisp.org.br/
domingo, 24 de janeiro de 2016
Divulgada Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: Comunicação e Misericórdia
Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01), na Sala de
Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das
Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro
fecundo».
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia
convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia.
Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é
chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e
agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto
deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O
amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se
o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor
divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos
chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da
linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração
das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus
Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós
mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja
conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende,
na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de
criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a
sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente
palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e
construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as
famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico
como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair
dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os
indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao
contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando
deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a
comunicação.
Por isso, queria convidar
todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem
de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as
famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados
ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e
reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos
estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e
dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia
não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É
uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”,
Ato IV, Cena I).
É desejável que também a
linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que
nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm
responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública,
para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem
pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder
à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da
desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar
as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal
audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos
antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os
misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (…) Felizes os pacificadores,
porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo
de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem
o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a
mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode
ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido
apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de
superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e
devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –,
mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no
coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a
injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar
quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres»
(Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia
repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e
condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf.
Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e
misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou
moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à
conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da
sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou
excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas
primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e
apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos
sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu
amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o
lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a
todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e
procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está
sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Ano da Misericórdia na Diocese de Jundiaí
Abertura
das Portas da Misericórdia
13 de Dezembro de
2015, às 18h30:
Catedral Nossa Senhora do Desterro – Jundiaí
Catedral Nossa Senhora do Desterro – Jundiaí
27 de Dezembro de
2015, às 11h:
Santuário Diocesano Bom Jesus de Pirapora – Pirapora do Bom Jesus.
Santuário Diocesano Bom Jesus de Pirapora – Pirapora do Bom Jesus.
6 de Janeiro de
2016, às 19h30:
Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus – Itu.
Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus – Itu.
Por ocasião do Ano
Jubilar, se concede indulgências aos fiéis que cumprirem as exigências. (Mais
informações na sua paróquia).
Calendário
de Atividades
Toda 1ª sexta-feira: Propagar a devoção
ao Sagrado Coração de Jesus, com a Missa, Terço da Misericórdia e outras
atividades devocionais (cf. programação paroquial).
24 horas para o
Senhor – dias 4 e 5 de março: nos
locais das Portas da Misericórdia, com orações, adoração ao Santíssimo
Sacramento e Plantão do Sacramento da Reconciliação com os missionários da
misericórdia (confessores) (cf. a programação local).
Plantão da
Misericórdia: com
o Sacramento da Reconciliação em todas as paróquias no tempo da Quaresma (cf.
programação paroquial).
Dia da Divina
Misericórdia – 2 e 3 de abril: Missa
da Divina Misericórdia e outras Celebrações (cf. programação paroquial).
Dia da Santificação
dos Sacerdotes – 3 de junho, às 10h, Missa no Santuário
Nacional do Sagrado Coração de Jesus, em Itu, presidida pelo Bispo Diocesano e
concelebrada pelos sacerdotes.
Peregrinação
Especial ao Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus são convidados todos
os fiéis, em especial os membros do Apostolado da Oração.
Novena Mariana da
Misericórdia – 2 a 12 de outubro: No
Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, Vila Rami, em Jundiaí.
Campanha para Evangelização 2015
Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia,
que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016, a
Campanha para a Evangelização (CE) 2015 traz como lema “Sede Misericordiosos”.
A iniciativa, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),
completou 17 anos a serviço das atividades pastorais da
Igreja.
A Campanha começou na
Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, 22 de novembro, e se estenderá até
o terceiro domingo do Advento, 13 de dezembro. É articulada pela Comissão
Episcopal para a Campanha para a Evangelização da CNBB.
Este ano, a mobilização nacional
promoverá iniciativas que visam refletir com a comunidade sobre a importância
da acolhida e do perdão. “Queremos, pois, destacar que Evangelização e
Misericórdia são duas faces de uma mesma ‘moeda’: evangelizar é
anunciar a misericórdia divina; fazer experiência dessa misericórdia é entrar
no coração do Evangelho”, explica o Arcebispo de
Salvador e vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger.
O lema escolhido também
volta-se para o tempo litúrgico do Advento, período de
preparação para o Natal, e início do Jubileu da Misericórdia.
“É preciso levar em conta que no dia 8 de dezembro, o papa Francisco abrirá o
Ano da Misericórdia. No domingo seguinte, quando este mesmo Ano Jubilar estiver
sendo aberto nas dioceses, estaremos no ponto alto da Campanha para a
Evangelização” comenta Dom Murilo.
Coleta
nacional
Criada em 1998 pela CNBB, a Campanha para a Evangelização mobiliza,
anualmente, as comunidades a assumirem a responsabilidade de participar na
sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. Dentre os
vários serviços prestados pela CNBB, a CE constitui-se em uma atividade de
evangelização às comunidades.
O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e
celebrações do domingo, 13 de dezembro. A distribuição dos recursos é
feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são
encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35%, para a CNBB Nacional.
As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com
domingo, 6 de dezembro de 2015
Em preparação para evento nacional do movimento ‘Encontro de Casais com Cristo’, a paróquia São José Operário acolheu a imagem da padroeira do Estado de Minas Gerais.
“Rezemos pelo ECC e pelo trabalho deste
movimento”.
Ser Diácono: Comunidade homenageia Diácono Dirceu
Em celebração presidida pelo Diácono Dirceu,( 2ºDomingo do Advento), a comunidade Cristo Rei preparou um pequeno momento para homenagear e refletir sobre a importância do Diácono na comunidade. Momento este oportuno para lembrar com gratidão por todos os que por aqui passaram.
Desde
o Concílio Vaticano II, a Igreja restaurou o diaconato como grau Permanente do
Sacramento da Ordem. Não aboliu o celibato, mas permitiu que homens casados
pudessem ser ordenados diáconos, deixando, assim, o seu estado laical, e
passando a fazer parte do clero diocesano, compondo a estrutura hierárquica da
Igreja (bispos-presbítero-diácono).
É
importante notar que a vocação diaconal surge, concretamente, no livro dos Atos
dos Apóstolos, capítulo 6, a partir do versículo 1. Nesta passagem encontramos
a instituição dos sete primeiro diáconos, que tiveram como missão servir às
viúvas e órfãos dos cristãos de origem grega. Foram instituídos para manter a
unidade e a paz dentro da comunidade dos seguidores de Jesus.
A
motivação teológico-espiritual do diaconato vem de Jesus que se apresentou como
o servidor no meio de todos. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve
(Lc. 22,27)”. Em outra passagem, “porque o Filho do Homem não veio para ser
servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de
muitos” (Mc 10,45//Mt 20,28). E o Lava Pés, último gesto de serviço, Jesus
afirmou: “pois bem, eu que sou o Mestre e o Senhor lavei os pés uns dos outros.
Eu lhes dei um exemplo: vocês devem fazer a mesma coisa que eu fiz” (Jo
13,14-15). Esta deve ser a perspectiva de todo aquele que se apresenta para ser
diácono: o serviço. Todo vocacionado ao diaconato deve ter diante de si a
capacidade de se colocar no lugar de quem serve.
Ao
acolher aqueles que buscam colocar sua vida a serviço da comunidade local e da
Igreja como diáconos permanentes, destaca-se alguns pontos de discernimento
para esta vocação específica.
O
processo de discernimento vocacional deve levar em consideração quatro
critérios objetivos: pessoais, eclesiais, familiares, comunitários
(cf.Documento 96 da CNBB – “Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no
Brasil – Formação, Vida e Ministério”. n. 135-147).
Quanto
aos critérios pessoais, deve-se observar “saúde; idade canônica para ordenação
(25 para solteiros e 35 para casados); situação civil e profissional;
capacidade de liderança; autocrítica e interesse pela formação permanente”.
Os
critérios eclesiais referem-se à atividade pastoral desenvolvida pelo candidato
dentro da Igreja. Deve apresentar “maturidade na fé; ter uma visão da Igreja
solidária com a realidade atual; capacidade para ouvir, dialogar e acolher;
vida sacramental; espírito de oração e de contemplação; espírito de serviço,
principalmente aos mais pobres; interesse pelo estudo da Palavra de Deus e da
doutrina da Igreja”.
Em
relação aos critérios familiares, se o candidato for casado, deverá a esposa
dar o seu consentimento e aceitação, bem como os filhos; ter estabilidade na
vida matrimonial; mínimo de cinco anos de vida matrimonial.
Os
critérios comunitários devem contemplar: a “consciência de que será diácono da
Igreja e não de um grupo ou comunidade determinada; engajamento pastoral de
cinco ano ou mais; visão do ministério como dom e serviço; união com os
bispos-presbíteros-diáconos; visão de pastoral de conjunto; abertura
missionária; aceitação pela comunidade e pelo presbítero.
sábado, 5 de dezembro de 2015
CELEBRAÇÕES: ESCALA DE DEZEMBRO - 2015
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ESCALA DE DEZEMBRO - 2015
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DATA
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LOCAL
|
HORÁRIO
|
MISSA/CELEBRAÇÃO
|
PRESIDENTE
|
|
TER
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1
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUA
|
2
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUA
|
2
|
SÃO
GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
3
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SEX
|
4
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
STA CRUZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
SÃO
GABRIEL
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
FERNANDO
|
|
SAB
|
5
|
MATRIZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
PADRE
JOÃO ESTEVÃO
|
|
SAB
|
5
|
MATRIZ
|
15:00
|
CASAMENTO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
5
|
MATRIZ
|
20:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO ESTEVÃO
|
|
DOM
|
6
|
SÃO
GABRIEL
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
YUCA
|
|
DOM
|
6
|
CRISTO
REI
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
6
|
MATRIZ
|
09:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO ESTEVÃO
|
|
DOM
|
6
|
SANTA
CRUZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
6
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO ESTEVÃO
|
|
SEG
|
7
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
TER
|
8
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
9
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO DIRCEU
|
|
QUA
|
9
|
SÃO GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
YUCA
|
|
QUI
|
10
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SEX
|
11
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
12
|
SANTA
CRUZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
MARCEL
|
|
SAB
|
12
|
MATRIZ
|
18:30 - 20:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
12
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
12
|
SÃO
GABRIEL
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
GERSON
|
|
DOM
|
13
|
CRISTO
REI
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
13
|
SÃO
GABRIEL
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
13
|
MATRIZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
13
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
13
|
SANTA
CRUZ
|
09:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SEG
|
14
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
TER
|
15
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUA
|
16
|
MATRIZ
|
19:30
|
celebração/penitencial
|
padres
|
|
QUA
|
16
|
SÃO
GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
17
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SEX
|
18
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
19
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
REINALDO
|
|
SAB
|
19
|
MATRIZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SAB
|
19
|
SÃO
GABRIEL
|
18:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
19
|
STA CRUZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
SAB
|
19
|
MATRIZ
|
20:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
20
|
SÃO
GABRIEL
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
20
|
CRISTO
REI
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
20
|
MATRIZ
|
09:30 - 19:00
|
MISSA/BATIZADO
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
20
|
SANTA
CRUZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
SEG
|
21
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
TER
|
22
|
MATRIZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUA
|
23
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUA
|
23
|
SÃO
GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
24
|
CRISTO
REI
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
GERSON
|
|
QUI
|
24
|
SÃO
GABRIEL
|
20:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
24
|
MATRIZ
|
20:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUI
|
24
|
SANTA
CRUZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SEX
|
25
|
MATRIZ
|
09:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
26
|
CEMITÉRIO
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
26
|
MATRIZ
|
18:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SAB
|
26
|
SANTA
CRUZ
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
FERNANDO
|
|
SAB
|
26
|
SÃO
GABRIEL
|
18:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
27
|
CRISTO
REI
|
08:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
27
|
SÃO
GABRIEL
|
08:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
27
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
DOM
|
27
|
MATRIZ
|
09:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
DOM
|
27
|
SANTA
CRUZ
|
09:30
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SEG
|
28
|
MATRIZ
|
07:00
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
TER
|
29
|
MATRIZ
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUA
|
30
|
MATRIZ
|
07:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUA
|
30
|
SÃO
GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
31
|
MATRIZ
|
20:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
QUI
|
31
|
SANTA
CRUZ
|
19:00
|
CELEBRAÇÃO
|
DIACONO
DIRCEU
|
|
QUI
|
31
|
SÃO
GABRIEL
|
19:30
|
CELEBRAÇÃO
|
NENE
|
|
QUI
|
31
|
CRISTO
REI
|
19:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
|
SEX
|
1
|
MATRIZ
|
09:00
|
MISSA
|
PADRE
JOÃO
|
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