Estavam presentes as primeiras comunidades das paróquias Catedral Nossa Senhora do Desterro, Nova Jerusalém e Nossa Senhora de Fátima.
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 31 de outubro de 2020
45 anos do início do Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí.
Na noite de 30 de outubro, Dom Vicente Costa presidiu a Eucaristia em Ação de Graças pelos 45 anos do início do Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí.
Estavam presentes as primeiras comunidades das paróquias Catedral Nossa Senhora do Desterro, Nova Jerusalém e Nossa Senhora de Fátima.
" Há que se fazer comunidades cristãs como a Sagrada Família de Nazaré, que vivam em humildade, simplicidade e Louvor: o outro é Cristo"
Estavam presentes as primeiras comunidades das paróquias Catedral Nossa Senhora do Desterro, Nova Jerusalém e Nossa Senhora de Fátima.
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Primeira Eucaristia, catequizandos Comunidade Cristo Rei
Que seja o início de uma caminhada firme e permanente de uma vida de partilha e amor.
Deus seja louvado!
domingo, 25 de outubro de 2020
Paróquia São José Operário confere o Sacramento do Batismo.
O Sacramento foi conferido pelas mãos do Padre Daniel na Missa da manhã deste domingo na matriz.O Batismo constitui o nascimento para a vida nova em Cristo. Segundo a vontade do Senhor; ele é necessário para a salvação, como a própria Igreja, na qual o Batismo introduz. O rito essencial do Batismo consiste em mergulhar na água o candidato ou em derramar água sobre a sua cabeça, pronunciando a invocação da Santíssima Trindade, isto é, do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O fruto do Batismo ou graça batismal é uma realidade rica que inclui: a remissão do pecado original e de todos os pecados pessoais; o renascimento para uma vida nova, pela qual o homem se torna filho adotivo do Pai, membro de Cristo, templo do Espírito Santo. Por esse fato, o batizado é incorporado na Igreja, corpo de Cristo, e tornado participante do sacerdócio de Cristo.
Parabenizamos e rezamos por todos os que hoje receberam o Sacramento
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Pe. Daniel exorta jovens ao engajamento pastoral em especial a Conferência Vicentina
Sem dúvida, aumentar o engajamento pastoral é a grande questão de párocos de diferentes Paróquias. O desafio depende de algo que passa por ações de evangelização. Hoje, não basta convidar aquele fiel que todo domingo está na Missa para fazer parte de uma pastoral ou movimento. O jovem precisa, antes viver uma experiência de fé, sentir-se amado e envolvido pela misericórdia divina. De outra maneira, é mais difícil ele ter interesse em servir sua Igreja. Trata-se de um ciclo que obedece a ordem e a experiência com o amor de Deus, o sentido de pertença e o engajamento. Logicamente isso se aplica de modo geral a todos os leigos e leigas. Aos poucos, o leigo precisa conhecer a vida da sua comunidade. A paróquia precisa permitir isso. O leigo necessita receber uma formação para entender como funciona a organização pastoral. Mais do que isso, ele precisa perceber com qual pastoral ou movimento se identifica e pode ser útil.
sábado, 24 de outubro de 2020
Conselho Diocesano da Ação Evangelizadora (CDAE) Diocese de Jundiaí
Membros do Conselho Diocesano da Ação Evangelizadora estão reunidos na manhã deste sábado, 24 de outubro, pela primeira vez após oito meses desde a última reunião, que ocorreu no mês de fevereiro. Mais de 70 pessoas participam do encontro que conta com a participação do Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, padre Leandro Megeto, coordenador diocesano da ação Evangelizadora. A reunião acontece na modalidade videoconferência.
Na pauta estão previstas uma reflexão com o tema “Igreja e Política”, com o dr. Rodrigo Mendes Pereira; Apresentação do Projeto “Encontro de Gerações”, uma iniciativa do Setor Diocesano da Juventude e Pastoral da Pessoa Idosa, que nasceu nesses tempos de pandemia; partilha de assuntos gerais sobre as Pastorais, Movimentos, Associações.
O 4º Dia Mundial dos Pobres também será tema de apresentação por Maria Rosangela Moretti, da Cáritas Diocesana, com convite para as comemorações que ocorrerão na Diocese, no dia 14 de novembro.
As palavras finais, no encerramento da reunião, ficarão para o Bispo Dom Vicente.
Na pauta estão previstas uma reflexão com o tema “Igreja e Política”, com o dr. Rodrigo Mendes Pereira; Apresentação do Projeto “Encontro de Gerações”, uma iniciativa do Setor Diocesano da Juventude e Pastoral da Pessoa Idosa, que nasceu nesses tempos de pandemia; partilha de assuntos gerais sobre as Pastorais, Movimentos, Associações.
O 4º Dia Mundial dos Pobres também será tema de apresentação por Maria Rosangela Moretti, da Cáritas Diocesana, com convite para as comemorações que ocorrerão na Diocese, no dia 14 de novembro.
As palavras finais, no encerramento da reunião, ficarão para o Bispo Dom Vicente.
fonte:https://www.facebook.com/diocesejundiai
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Comunicado ao Povo de Deus (N. 09) Novas orientações para a Diocese de Jundiaí
Novas Orientações para a Diocese de Jundiaí:
Leia o Comunicado Oficial do Bispo Diocesano com as novas determinações para as atividades da Diocese de Jundiaí diante do decreto estadual do Plano São Paulo de Flexibilização.
Leia o Comunicado Oficial do Bispo Diocesano com as novas determinações para as atividades da Diocese de Jundiaí diante do decreto estadual do Plano São Paulo de Flexibilização.
Nossas Orações pelo Pe. Gilmar
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| Pe. José Gilmar Moreira,SV (foto: arquivo Pascom-SJO) |
A informação de que se dispõe oficialmente é que o religioso saiu de casa por volta das 11h desta terça-feira, dia 13, para atender a um pedido de oração das exéquias e, desde então, não há informações sobre o seu paradeiro. Desde o fim da tarde de ontem as autoridades policiais estão empenhadas na solução do caso.
A Arquidiocese, por meio de seu Arcebispo, clero, religiosos, religiosas e fieis de um modo geral, segue unida em oração para que o caso seja elucidado e o desfecho seja o melhor possível.
Nos mantenhamos fortes na fé, perseverantes na oração e confiantes no Deus que não nos desampara.
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João Pessoa, 14 de outubro de 2020
Arquidiocese da Paraíba
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL (Hino)
Ó Virgem a quem veneramos com piedade enternecida e a quem alegres chamamos
Aparecida!
Quem poderia narrar o teu amor sempre novo e as graças que concedeste ao nosso povo?
Por tantas e tantas graças bem mereces a coroa com que a fronte te cingimos,
ó Mãe tão boa! As agruras desta vida sofrendo com paciência, possamos gozar no céutua clemência. Ao Deus uno e trino glória e todo louvor convém; só ele governa o mundo
e o céu. Amém.
Homilia na Dedicação da Basílica Nacional de Aparecida, do papa São João Paulo II
Desde que pus os pés em terra brasileira, nos vários pontos por onde passei, ouvi este cântico. Ele é, na ingenuidade e singeleza de suas palavras, um grito da alma, uma saudação, uma invocação cheia de filial devoção e confiança para com aquela que, sendo verdadeira Mãe de Deus, nos foi dada por seu Filho Jesus no momento extremo da sua vida para ser nossa Mãe.
Sim, amados irmãos e filhos, Maria, a Mãe de Deus, é modelo para a Igreja, é Mãe para os remidos. Por sua adesão pronta e incondicional à vontade divina que lhe foi revelada, torna-se Mãe do Redentor, com uma participação íntima e toda especial na história da salvação. Pelos méritos de seu Filho, é Imaculada em sua Conceição, concebida sem a mancha original, preservada do pecado e cheia de graça.
Ao confessar-se serva do Senhor (Lc 1,38) e ao pronunciar o seu sim, acolhendo “em seu coração e em seu seio” o mistério de Cristo Redentor, Maria não foi instrumento meramente passivo nas mãos de Deus, mas cooperou na salvação dos homens com fé livre e inteira obediência. Sem nada tirar ou diminuir e nada acrescentar à ação daquele que é o único Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, Maria nos aponta as vias da salvação, vias que convergem todas para Cristo, seu Filho, e para a sua obra redentora.
Maria nos leva a Cristo, como afirma com precisão o Concílio Vaticano II: “A função maternal de Maria, em relação aos homens, de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo; antes, manifesta a sua eficácia. E de nenhum modo impede o contato imediato dos fiéis com Cristo, antes o favorece”.
Mãe da Igreja, a Virgem Santíssima tem uma presença singular na vida e na ação desta mesma Igreja. Por isso mesmo, a Igreja tem os olhos sempre voltados para aquela que, permanecendo virgem, gerou, por obra do Espírito Santo, o Verbo feito carne. Qual é a missão da Igreja senão a de fazer nascer o Cristo no coração dos fiéis, pela ação do mesmo Espírito Santo, através da evangelização? Assim, a “Estrela da Evangelização”, como a chamou o meu Predecessor Paulo VI, aponta e ilumina os caminhos do anúncio do Evangelho. Este anúncio de Cristo Redentor, de sua mensagem de salvação, não pode ser reduzido a um mero projeto humano de bem-estar e felicidade temporal. Tem certamente incidências na história humana coletiva e individual, mas é fundamentalmente um anúncio de libertação do pecado para a comunhão com Deus, em Jesus Cristo. De resto, esta comunhão com Deus não prescinde de uma comunhão dos homens uns com os outros, pois os que se convertem a Cristo, autor da salvação e princípio de unidade, são chamados a congregar-se em Igreja, sacramento visível desta unidade humana salvífica.
Por tudo isto, nós todos, os que formamos a geração hodierna dos discípulos de Cristo, com total aderência à tradição antiga e com pleno respeito e amor pelos membros de todas as comunidades cristãs, desejamos unir-nos a Maria, impelidos por uma profunda necessidade da fé, da esperança e da caridade. Discípulos de Jesus Cristo neste momento crucial da história humana, em plena adesão à ininterrupta Tradição e ao sentimento constante da Igreja, impelidos por um íntimo imperativo de fé, esperança e caridade, nós desejamos unir-nos a Maria. E queremos fazê-lo através das expressões da piedade mariana da Igreja de todos os tempos.
A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos.Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz,segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, ela nos orienta para Jesus: Fazei o que ele vos disser (Jo 2,5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dele as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria: ela é sempre a “Mãe de Deus e nossa”.
domingo, 11 de outubro de 2020
Diácono Dirceu exorta a importância de vivenciar a alegria
| Diácono Dirceu |
O Papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium, de 24 de novembro de 2013, refletindo sobre a alegria cristã diz que
"Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados. Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas aos poucos é preciso permitir que a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias (n.6)."
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
Dom Ricardo Hoepers faz balanço da Semana da Vida e fala sobre importância do Dia do Nascituro
Celebrar o nascituro é, de acordo com Dom Ricardo, uma grande conquista que o Brasil conseguiu trazer para toda a sociedade, especialmente por uma pressão que foi realizada pelos grupos pró-vida, pela Igreja Católica e também por algumas outras igrejas não católicas, mas que têm a mesma mentalidade pró-vida e compreendem a importância de evitar a ideologia de que o aborto é um sinal do direito e do progresso. “O Brasil tem despertado para isso e mostrado essa perigosa agenda global na questão da liberação do aborto em algumas nações, o estrago que essa liberação trouxe para esses países. Muitos deles estão revendo suas leis e o Brasil continua com esse debate, infelizmente temos grupos muito fortes defendendo a cultura da morte e a defesa do aborto, mas por outro lado vemos também que o Dia do Nascituro, a Semana da Vida, o Dia da Família, a Semana da Família e muitas outras iniciativas durante todo o ano estão mostrando uma mentalidade pró-vida que vem crescendo em todo o país”, destacou.
O bispo defende que a vida do nascituro deve ser defendida e cuidada desde o momento da concepção. “Entendemos claramente a necessidade de promover este direito fundamental que é o direito de nascer, o direito que abre a porta para todos os demais direitos. Isto está previsto na constituição, ‘a vida é inviolável’, isso está dentro das normativas do país e nós precisamos promover cada vez mais o Dia do Nascituro como uma grande conquista dos direitos da pessoa humana”. Nesses tempos difíceis, Dom Ricardo frisa que a vida fica mais vulnerável, por isso é preciso a clareza de que é uma área que jamais pode-se “abaixar a guarda”. “Temos que ser sentinelas, liberar esse eclipse, esse nevoeiro, essa situação que quer esconder ou manipular a vida, torná-la um objeto, esconder a verdade das coisas, mudar inclusive o conceito das palavras. (…) Nesses tempos de pandemia, de crise econômica, social, temos que investir muito mais. É uma batalha a longo prazo, cada dia é um passo a mais na conscientização da defesa da vida”.
O bispo defende que a vida do nascituro deve ser defendida e cuidada desde o momento da concepção. “Entendemos claramente a necessidade de promover este direito fundamental que é o direito de nascer, o direito que abre a porta para todos os demais direitos. Isto está previsto na constituição, ‘a vida é inviolável’, isso está dentro das normativas do país e nós precisamos promover cada vez mais o Dia do Nascituro como uma grande conquista dos direitos da pessoa humana”. Nesses tempos difíceis, Dom Ricardo frisa que a vida fica mais vulnerável, por isso é preciso a clareza de que é uma área que jamais pode-se “abaixar a guarda”. “Temos que ser sentinelas, liberar esse eclipse, esse nevoeiro, essa situação que quer esconder ou manipular a vida, torná-la um objeto, esconder a verdade das coisas, mudar inclusive o conceito das palavras. (…) Nesses tempos de pandemia, de crise econômica, social, temos que investir muito mais. É uma batalha a longo prazo, cada dia é um passo a mais na conscientização da defesa da vida”.
Nota: Dom Ricardo é Bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
terça-feira, 6 de outubro de 2020
Publicada “Fratelli tutti” "(“todos irmãos”)", a Encíclica social do Papa Francisco
"Entrego esta encíclica social como humilde contribuição para a reflexão, a fim de que, perante as várias formas atuais de eliminar ou ignorar os outros, sejamos capazes de reagir com um novo sonho de fraternidade e amizade social que não se limite a palavras." (Papa Francisco)
Link da Encíclica:
http://www.vatican.va/.../papa-francesco_20201003...
Lei LGPD – o que a Igreja precisa saber para se adaptar
Venha tirar as suas dúvidas e saber mais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
👉🏻 O Dr. Hugo Sarubbi Cysneiros estará ao vivo em nossa página no Facebook: www.facebook.com/portalparoquias
📌 Nesta quarta-feira, às 19h.
Acompanhe ao vivo e fique por dentro!
📌 Palestra certificada pela Revista Paróquias.
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