Queridos paroquianos segue a programação das missas e celebrações de nossa paróquia neste final de ano:
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 21 de dezembro de 2024
Final de ano na Paróquia São José Operário: Missas e celebrações de Natal e Ano Novo
Missa de ação de graças aos Diáconos Eméritos Dirceu e Difu
Louvamos a Deus pelos anos vividos em nossa paróquia e pedimos que por intercessão de São José
Operário ele interceda por este novo momento de vida!
Nossa gratidão e carinho!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
O Tempo do Advento
Além disso, a Igreja espera fazer-nos compreender que assim como Ele veio uma vez, revestido da nossa carne, a este mundo, também está disposto, se não oferecermos resistência, a vir de novo, em qualquer hora e momento, para habitar espiritualmente em nossas almas com abundantes graças.
Por isso, a Igreja, como Mãe piedosa e solícita pela nossa salvação, ensina-nos durante este tempo, com diversas celebrações, com hinos, cânticos e outras vozes do Espírito Santo, a receber convenientemente e de coração agradecido este benefício tão grande e a enriquecer‑nos com o seu fruto, de modo que o nosso espírito se disponha para a vinda de Cristo nosso Senhor, com tanta solicitude como se Ele estivesse para vir novamente ao mundo e com a mesma diligência e esperança com que os Patriarcas do Antigo Testamento nos ensinaram, tanto em palavras como em exemplos, a preparar a sua vinda.
quinta-feira, 24 de outubro de 2024
Encontro de Casais com Cristo (ECC) tem nova coordenação para o triênio 2025-2027.
![]() |
| Marco Antônio Tempesta e Luciane Roberta Cardoso |
Novo casal diocesano do ECC assumirá coordenação em dezembro
No dia 14 de dezembro, às 18h, no Centro de Evangelização Arca da Aliança Mãe da Divina Providência, na Paróquia Cristo Redentor, em Várzea Paulista, o casal Marco Antônio Tempesta e Luciane Roberta Cardoso tomará posse para a coordenação do Encontro de Casais com Cristo (ECC) no triênio 2025-2027.Casados há 23 anos, Marco e Luciane têm duas filhas, Lívia Maria, de 18 anos, e Helena, de 14 anos. A caminhada do casal no ECC começou em 2016, na Paróquia Santa Luzia, em Promissão (SP), Diocese de Lins, e desde então têm se dedicado de forma intensa às atividades da Igreja.
Atualmente, servem na Paróquia São Sebastião de Itupeva, onde se dedicam como Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística e na Pastoral da Liturgia. Marco também exerce o Ministério da Palavra desde agosto de 2024. No ECC, eles já atuaram como casal pós-encontro e como casal ligação setorial da Região 5 de 2022 a 2024.
A celebração de posse marcará mais um passo significativo na trajetória de Marco e Luciane, que aceitaram o chamado para continuar contribuindo com a evangelização de casais e o fortalecimento das famílias na Diocese de Jundiaí.
fonte: https://dj.org.br/
quarta-feira, 2 de outubro de 2024
SOLENIDADE DA PADROEIRA DO BRASIL/2024
domingo, 29 de setembro de 2024
Dia da Bíblia: Dia de reflexão marca o encerramento do mês da Bíblia
“Tua palavra é lâmpada para os meus pés, luz para os meus caminhos”. (Sl. 118, 105)
Comunidade São Gabriel celebra seu padroeiro
![]() |
| Pe. Rodolfo preside solenidade |
"São Gabriel Arcanjo é o anunciador por excelência das revelações divinas"
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Liturgia da Palavra: Deserto da existência: "Um olhar para dentro de si mesmo"
![]() |
| Pe. Rodolfo (Missa 19º DTC) |
Este é o terceiro domingo em que lemos um trecho do capítulo 6 do Evangelho segundo são João. Jesus, primeiro, alimentou uma multidão de cinco mil pessoas. Quando essa multidão voltou a procurá-lo no dia seguinte, Ele a convidou a se esforçar não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna (Evangelho de domingo passado). Já o Evangelho de hoje nos deixa entrever que a multidão foi embora; por enquanto, ainda estão com Jesus três grupos de pessoas: os judeus, um grupo de discípulos e os Doze. Por sua vez, o texto que acabamos de ouvir (João 6,41-51) nos fala da resistência dos judeus em crer nas palavras de Jesus concretamente, em crer na sua Pessoa como Pão que desceu do céu. Na sequência de Jo 6, os judeus irão embora, seguido pelo grupo dos discípulos, permanecendo com Jesus somente os Doze.
"Portanto, a fé não é obra humana, não é resultado da vontade humana, mas da ação de Deus no interior da pessoa."
Artigo: A acolhida nas celebrações
Oportunidades para uma comunidade acolhedora!
Sempre mais em nossas celebrações vão acontecendo acolhidas fraternas, carinhosas e marcadas pela alegria. Pessoas na entrada da igreja ou capela acolhem bem os irmãos e os saúdam com simpatia e prazer, dando uma atenção especial às crianças, aos idosos e às pessoas com deficiência. Entregam folhas de canto, velas, flores, fitas e outros objetos que serão utilizados na celebração. Muitas vezes, é uma equipe de acolhida que em nome da comunidade assume esse serviço, inspirada na atitude da Mãe de Jesus, nas bodas de Cana, não permitindo que nada falte para que a oração transcorra num clima tranqüilo e participativo.Não faz muito tempo, recebi uma carta muito significativa do Rubens Pereira de Paula, escrevendo o seguinte: Com o devido respeito, peço vênia, para fazer uma sugestão, que no meu modo de entender, talvez possa em longo prazo, atrair mais fiéis para a nossa Igreja. Assistimos às celebrações da Igreja católica e aceitamos as diferentes formas de ritos, nos quais já estamos acostumados, talvez, desde que como eu, do nascimento há 75 anos, que indiscutivelmente são belíssimos e de conformidade com os ensinamentos da Sagrada Escritura. Entretanto, entendo que deveria ser acrescentada, principalmente, nas celebrações das santas missas, uma colhida mais humana do celebrante, que, queiram ou não, exerce a liderança de fato na comunidade. Essa acolhida consistiria numa congratulação com os presentes, que ali foram para rogar, agradecer, orar deixando de lado as atribulações cotidianas, enfrentando o mau tempo, transporte, enfermidade e outras coisas, para ali estar junto aos irmãos…. Um agrado para muitos que pelos mais diferentes motivos estão ali presentes. Aí sim, após essa acolhida humana, iniciar a celebração, em nome do Pai… Como fazem a maioria dos sacerdotes, é muito formal, insípida e não atrairá ninguém para o nosso culto. Respeitosamente….
Agradeço de coração pela avaliação e pelas sugestões do senhor Rubens. Na verdade, precisamos rever a acolhida, investir em equipes e no jeito de acolher as pessoas e no modo de constituir a assembléia para a celebração.
É Deus mesmo que nos reúne e acolhe em seu amor pelos gestos, pelo olhar, pela saudação e pela acolhida dos ministros e da equipe de acolhida. Através deles Deus quer manifestar a sua ternura, o seu carinho e a sua alegria de Pai que acolhe seus filhos e suas filhas.
![]() |
| Dica de livro para formação |
O Cristo ressuscitado nos acolhe e nos comunica a sua força pascal através da acolhida dos irmãos. Nós comunicamos a vida do Ressuscitado às pessoas no gesto de acolhimento.
Os ritos iniciais têm como objetivo a acolhida humana, simples e fraterna. A acolhida é o começo da celebração e deve ajudar a criar o clima de oração. Deve motivar a abertura do coração para o encontro Deus. A acolhida reúne as pessoas no carinho de Deus e cria na força do Espírito Santo a assembléia litúrgica.
A acolhida bem feita e a celebração participada nos ajudam a vivenciar o que está escrito na carta aos Efésios: Vivendo segundo a verdade, no amor, cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça. É dele que o corpo todo recebe coesão e harmonia, mediante toda sorte de articulações e, assim, realiza o seu crescimento, construindo-se no amor, graças à atuação devida a cada membro (Ef 4,15-16).
Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:
Como é feita a acolhida ao povo em nossas celebrações?
Quem nos acolhe na pessoa dos ministros e das pessoas da equipe de celebração?
Portanto, o que é preciso fazer para garantir uma boa acolhida nas celebrações?
Autor do texto: Padre Marcelino Sivinski
quinta-feira, 15 de agosto de 2024
Dia de Nossa Senhora do Desterro: feriado da padroeira de Jundiaí
Nossa Senhora do Desterro é muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati”, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro. Ela tem sido a Mãe Amorosa para todos os que, saudosos de sua terra natal, imploram cheios de fé e de amor o auxílio da Virgem do Desterro a fim de encontrarem compreensão e simpatia na terra adotiva.
Assunção de Maria ao céu
Em corpo e alma e exaltada pelo Senhor como Rainha
Hoje, dia 15 de agosto, a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Maria ao céu. O dogma da assunção se refere a que a Mãe de Deus foi levada ao céu de corpo e alma à glória celestial. A Assunção da Santíssima Virgem é uma singular participação na ressureição de Cristo. Por razões pastorais, no Brasil, quando a data desta celebração não coincide com o domingo, é transferida para o domingo seguinte, ou seja, vamos vivencia-la no próximo dia 18 de agosto.
O Catecismo da Igreja Católica explica: “A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada pelo Senhor como rainha, para assim se conformar mais plenamente com o seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte” [1]
Esperança e alegria
“Nesta solenidade da Assunção, contemplamos Maria: ela nos enche de esperança a um futuro repleto de alegria e nos ensina o caminho para alcançá-lo: acolher na fé o Seu Filho; nunca perder a amizade com Ele, deixando-nos iluminar e guiar pela Sua Palavra; segui-lo cada dia, inclusive naqueles momentos nos quais sentimos que nossas cruzes ficam pesadas. Maria, a arca da Aliança que habita no santuário do céu, nos indica com claridade luminosa que estamos em caminha à nossa verdadeira Casa, a comunhão da alegria e da paz com Deus”.[2]
Preciosos aos olhos de Deus
Maria é a Mãe que acolhe aqueles que vão ao seu encontro. Ela conforta e educa, a Rainha que nos conduz pelos caminhos até seu Filho. “Como toda mãe, quer o melhor para os seus filhos e nos diz: ‘Vocês são preciosos aos olhos de Deus; não são feitos para os pequenos prazeres do mundo, mas para as grandes alegrias do céu’. Sim, porque Deus é alegria, não tédio. Deixemo-nos que Nossa Senhora nos pegue pela mão. Toda vez que pegamos o Terço e rezamos, damos um passo adiante rumo à grande meta da vida.”[3]
terça-feira, 13 de agosto de 2024
Pilar da Caridade: a serviço da vida
O Pilar da Caridade é constituído para impulsionar o serviço aos que mais sofrem, a promoção e defesa da vida em todas as situações, a dimensão profética e samaritana da fé cristã. Nesse sentido, afirma o Papa Francisco: “deriva da nossa fé em Cristo, que Se fez pobre e sempre Se aproximou dos pobres e marginalizados, a preocupação pelo desenvolvimento integral dos mais abandonados da sociedade” (EG, n. 186). O envolvimento com a realidade de pessoas, especialmente com aquelas que experimentam carências e desproteção, bem como o cuidado com a casa comum, deve ser uma preocupação permanente da ação evangelizadora em nossas comunidades eclesiais missionárias. Peçamos pela intercessão de Santa Dulce e unamos nossas orações e ações a Deus em favor dos pobres e abandonados, para que o tempo presente não seja um peso para eles, mas lhes traga conforto e alegria,
domingo, 28 de julho de 2024
Conheça a estrutura da Comissão Diocesana para o Serviço de Animação Vocacional e Pastoral Vocacional

O mês vocacional e o Ano da Oração: uma grande sinfonia
![]() |
| Pe. Rodolfo de Brito Cavalllaro | Assessor Diocesano do SAV-PV |
Os bispos, padres e diáconos são aqueles que trazem o tesouro em vasos de barro (cf. 2Cor 4,7) e, por isso, necessitam tanto das orações dos fiéis que alimentam e dão força na caminhada. No segundo final de semana celebra-se a Vocação Matrimonial. Sendo a família o berço das vocações deve-se ter uma especial atenção a elas a fim de mantê-las como solo sagrado onde o próprio Deus quis habitar. Visando a dinâmica sinodal, esse final de semana segue com a Semana Nacional da Família, também celebrada pela CNBB. Para esse ano, sob inspiração da Campanha da Fraternidade, os fiéis serão conduzidos à reflexão do tema “Família e Amizade”. Em seguida, a Igreja no Brasil reflete o dom da Vida Consagrada que “profundamente arreigada nos exemplos e ensinamentos de Cristo Senhor, é um dom de Deus Pai à sua Igreja, por meio do Espírito” (São João Paulo II). De modo especial, as orações dos fiéis diocesanos se voltam aos religiosos da nossa diocese. Por fim, no último final de semana, a Igreja vivencia a beleza da vocação laical. Conforme afirmou o Concílio Vaticano II, “o apostolado dos leigos, que deriva da própria vocação cristã, jamais poderá faltar na Igreja” (Apostolicam Actuositatem, n. 1); justamente por esse motivo as orações devem ser asseguradas a fim de que todos se fortaleçam e que nunca falte o “sim” generoso de tantos irmãos e irmãs. Essa é, portanto, a beleza da Igreja de Cristo: composta pelas diversas vocações e pelos vários carismas que formam uma verdadeira “Sinfonia Vocacional”, regida por uma grande “sinfonia de oração”, pelas quais todos são guiados por um mesmo objetivo: fazer a vontade de Deus. De modo particular e especial são esses os componentes que ajudam a formam o “lindo mosaico que é a Igreja Católica em Jundiaí” (Dom Arnaldo Carvalheiro Neto. Carta Pastoral, p. 54).
Pe. Rodolfo de Brito Cavallaro (fonte pesquisa: Revista O Verbo-ed. 591)
Pascom-SJO
terça-feira, 16 de julho de 2024
Jubileu de 50 anos de presença do Caminho Neocatecumenal no Brasil reúne 40 mil peregrinos no Santuário de Aparecida
![]() |
| imagem/Pascom-SJO |
Mais de 40 mil neocatecúmenos, provenientes das 1.800 comunidades neocatecumenais do Brasil e de 105 dioceses, celebraram a grande festa do Jubileu de Ouro, no Santuário Nacional de Aparecida do Norte, neste dia 14 de julho. A segunda maior Basílica do mundo, com 12 mil metros quadrados, ficou pequena para abrigar dentro dela tantas pessoas, que se comprimiam em um mar de gente, devendo grande parte permanecer nas entradas dos átrios da enorme Basílica, proveniente de inúmeros partes do País, com seus alegres cânticos, a dança típica no pátio da Basílica, violões e instrumentos diversos.
![]() |
| imagem/Pascom-SJO |
| imagem/Pascom-SJO |


.png)


.png)
.png)
.png)







.png)
.png)