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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Domingo do Bom Pastor: "Um olhar sob o ponto de vista leigo"


Celebramos neste final de semana, 12/05 o 4º Domingo do tempo comum tradicionalmente chamado “Domingo do Bom Pastor”. Nesta celebração é sempre muito oportuno refletir e colocar no coração de nosso Deus os pastores da Igreja. O nosso Papa Francisco, nosso Bispo Diocesano Dom Vicente Costa, o novo presidente da CNBB Dom Valmor Oliveira de Azevedo eleito recentemente na 57º Assembléia da Conferencia em Aparecida. Também em nossas orações diárias, nosso Pároco Padre Daniel Rosa, Vigário Eduardo, diácono Dirceu e Seminarista Luan. Dia também de Oração Mundial pelas Vocações.
Como não lembrar São João Paulo II e suas mensagens por ocasião deste dia no inicío dos anos 90. Lembro-me enquanto jovem, como os grupos de Pastoral da Juventude ficavam ansiosos em organizar este dia cada ano em uma cidade da Diocese de Jaboticabal interior de São Paulo. Isso tinha um diferencial muito grade na formação do período juvenil.
Muitas paróquias de modo geral, estão sofrendo hoje uma crise muito séria, quando se trata da figura do pastor. Muitos pastores deixaram de lado o ideal de se configurarem a Jesus, o Bom Pastor, e acabaram se tornando ladrões, assaltantes ou mercenários (cf. Jo 10,1.12-13), isto é, pastores que têm como interesse principal não o bem das ovelhas, mas enriquecer-se desonestamente às custas da ingenuidade religiosa delas. Outros se tornaram “guias cegos”, pastores desorientados internamente, alguns viciados em bebida ou em droga; outros, viciados em jogos ou em pornografia. São autoridades moralmente desautorizadas, homens incapazes de conduzir pessoas para Deus porque nem eles mesmos se esforçam por viver em Deus: além de não terem vida de oração séria e profunda, não se esforçam por viver aquilo que pregam aos outros. Por fim, existem os pastores vagabundos, aqueles que estão sempre “muito atarefados em não fazer nada” (2Ts 3,11). Se não cuidam com zelo e dedicação das ovelhas que ainda estão junto deles, imagine se eles se darão ao trabalho de irem atrás daquelas que estão afastadas!
Por outro lado, de minha parte e grande parte dos leigos, na verdade, nós não gostamos de “ser conduzidos”. Pois, nos julgarmos pessoas autônomas e livres, queremos nos conduzir por nós mesmos. Pensamos ser auto-suficiente a ponto de julgarmos o tempo todo a estrutura de nossa Igreja. Quem conduz você? Por quem ou pelo quê você se deixa conduzir no mundo de hoje?  No entanto, a liturgia deste quarto domingo da Páscoa nos fala de Jesus como nosso Pastor e de nós mesmos como ovelhas do seu rebanho, e a imagem da ovelha remete para uma verdade que precisamos admitir: todos nós buscamos uma direção, todos nós precisamos de algo ou de alguém que nos conduza, sobretudo neste tempo de grande desorientação em que vive a humanidade.  
Em fim, começamos a seguir Jesus quando nos sentimos atraídos e chamados por Cristo. O que passa além, não dura muito tempo na comunidade e não passa de agitação momentânea em grupos de Whatsapp ou qualquer coisa do tipo.
Rezemos e esforcemos para que a nossa comunidade se configure ao Bom Pastor, dispondo-se a uma profunda conversão e assim ir atrás de cada ovelha que se afastou ou se perdeu, para trazê-la de volta (cf. Mt 18,12-14), pois “não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um desses pequeninos se perca” (Mt 18,14).

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