Os grupos de Evangelização
já podem contar com o suplemento do Jornal o Verbo para tornar mais dinâmica e
participativa as reuniões da novena do Natal. Importante que seja bastante
divulgado em nossas comunidades para que o maior número possível de pessoas possa
participar. Mais uma vez somos convocados a nos prepararmos bem para celebrar a
memória do nascimento do Menino Deus. Já é hora de providenciar os detalhes e começar a organizar nossos grupos para preparar e realizar bem a
novena. Nada de improvisação; os que vão coordenar os encontros devem estar bem
por dentro do assunto, preparar os cânticos, visitar e orientar cada uma das
famílias onde vão ser realizados os encontros. É importante que as famílias
estejam presentes e participem de todos os encontros.
EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 15 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Basílica do Latrão: "Palavras que ressoam"
Ao
ver o Templo de Jerusalém profanado por comerciantes, Jesus usou de uma saudável
e necessária agressividade para expulsar todos dali, com um chicote na mão e
dizendo bem alto: “Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma
casa de comércio!” (Jo 2,16). Hoje essas palavras devem ser gritadas à
consciência de pessoas “influentes” da nossa sociedade – alguns políticos,
médicos, empresários, delegados, juízes etc., que pagam crianças e adolescentes
para satisfazerem suas fantasias sexuais. Essas palavras também precisam ser
gritadas à consciência de todos os líderes religiosos, muitos dos quais
ornamentam suas casas e seus templos com ouro, prata, mármore, vitral, lustres
etc., mas se mantém longe de pessoas cujos corpos estão violentados,
subalimentados, consumidos pelo álcool e inúmeras outras drogas, pessoas
desempregadas ou subempregadas, cuja referência de família se perdeu ou nunca
existiu.
Algumas
questões finais...
1)
“Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá... vós sois esse
santuário” (1Cor 3,17). Como você está em relação à pornografia na internet, ou
em relação à bebida, ao cigarro e a outras drogas? Você pensa em tatuar
ou já tatuou seu corpo? Que tipo de tatuagem você fez? Que sentido ela tem para
você? Quanto tempo seu corpo fica paralisado/anestesiado diante de um
computador ou de um celular, ao mesmo tempo em que você afirma não fazer
nenhuma atividade física por falta de tempo?
2)
“Tirai isso daqui!” (Jo 2,16). Que tipo de desintoxicação você precisa se
dispor a fazer, não só em relação ao seu corpo, mas também em relação à sua
alma, ao seu espírito, à sua vida emocional? Sugestão de música para sua
oração: PURIFICA-ME (Tony Allysson)
3)
“O zelo (cuidado) por tua casa me consumirá” (Jo 2,17). Você dedica tempo para
cuidar da sua vida espiritual da mesma forma como encontra tempo para cuidar do
seu físico? Você ajuda a cuidar e a preservar o meio ambiente? Você faz algo
para restabelecer a dignidade do corpo do seu próximo que, por estar
desempregado, subempregado ou viciado nas drogas, definha a cada dia?
4)
“Haverá vida aonde chegar o rio” (Ez 47,9). Mentalize seu próprio corpo ou o
corpo de alguém que está doente, violentado, faminto, explorado sexualmente ou
escravo da dependência química das drogas. Clame a Deus, “fonte de água viva”
(Jr 2,13), para que a Sua água escorra por este corpo, banhando cada célula,
irrigando cada neurônio, para que onde ali houver morte, a vida possa
renascer...
por: Pe. Paulo César Mazzi
domingo, 9 de novembro de 2014
Hora e vez do Leigo e Leiga na Igreja-Festa Cristo Rei e final do Ano Liturgico
O envolvimento com o povo em sua situação nos dará, como diz o Papa, o cheiro das ovelhas. Nem sempre são perfumadas. Este vai além. Vai exigir muito desprendimento para passar a viver como o povo vive, falar sua língua, viver seus costumes, comer como comem, alegrar-se como se alegram. O povo é festivo e feliz. Quanto mais nos aproximamos, mais compreendem nossa missão. Esse modo de evangelizar é o que dá consistência à liturgia celebrada na festa do povo. Quando não entendemos o que o padre diz na homilia, é porque não fala nossa língua, isto é, não vive conosco. Estando acostumados com sua presença, entendemos o que diz no altar. Em fim para terminar, que o leigo e leiga assuma o seu lugar na Igreja,pois se nós encolhermos diante da missão, podemos correr o risco de fechar para balanço.
tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada a dramas como este” (Cf. Manual da CF – 2014, Apresentação, p. 8). Voltamos também o nosso olhar para nossas comunidades para que não matemos as novas lideranças que raramente surgem. Que possamos abrir espaço para novas idéias. Que a participação nas pastorais seja feita de maneira espontânea e livre. Nós vivemos uma espiritualidade egoísta que pensa só em receber de Deus e não pensa em sair de si. ”Se colocar a serviço”. É aquilo que chamamos “lei do mínimo esforço”. A moleza dos bons aumenta a desgraça dos fracos. Se cada cristão levasse a outro esse amor, mesmo que fosse um só, o mundo já teria mudado. A fé tem que sair da sacristia e do grupinho dos ineficientes “piedosos” e envolver-se com as situações de miséria e sofrimento.
Envolver-se supõe acompanhar. A comunidade evangelizada dispõe-se a ‘acompanhar’, estar presente. Acompanha a comunidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam”.O envolvimento com o povo em sua situação nos dará, como diz o Papa, o cheiro das ovelhas. Nem sempre são perfumadas. Este vai além. Vai exigir muito desprendimento para passar a viver como o povo vive, falar sua língua, viver seus costumes, comer como comem, alegrar-se como se alegram. O povo é festivo e feliz. Quanto mais nos aproximamos, mais compreendem nossa missão. Esse modo de evangelizar é o que dá consistência à liturgia celebrada na festa do povo. Quando não entendemos o que o padre diz na homilia, é porque não fala nossa língua, isto é, não vive conosco. Estando acostumados com sua presença, entendemos o que diz no altar. Em fim para terminar, que o leigo e leiga assuma o seu lugar na Igreja,pois se nós encolhermos diante da missão, podemos correr o risco de fechar para balanço.
por: Márcio Neves
sábado, 8 de novembro de 2014
Campanha Diocesana do Dízimo 2014
Irmãos e irmãs, como já sabemos, o mês de Novembro intensificamos o trabalho de conscientização do Dízimo em nossa Diocese de Jundiaí. Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre
este assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos verdadeiros
mercadores da fé vêm promovendo nos últimos anos, usando meia dúzia de
passagens bíblicas como arma para extorquir e explorar pessoas simples e sem instrução.
Cada vez mais os católicos estão entendendo e se conscientizando da importância
do dízimo e das ofertas. A iniciativa da Campanha tem sempre a finalidade criar
uma maior consciência da importância de ser dizimista. O material entregue nas
paróquias conta com a criatividade da Pastoral do Dízimo de cada comunidade
para melhor aproveitamento semanal na divulgação durante as celebrações. É bom
encontrar as Igrejas limpas, bem equipadas, com tudo funcionando bem. A Igreja
conta com seu desejo de viver com maior intimidade com Cristo, assumindo o de
fato o papel e a missão de ser, junto com seus irmãos de fé, membro de um mesmo
Corpo. Aceite o chamado e diga sim ao compromisso de levar adiante os trabalhos
evangelizadores da sua paróquia.
“Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria.” (2Cor 9,7)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Sínodo dos Bispos e os frutos
O papa Francisco quer que toda a Igreja busque caminhos comuns para testemunhar as riquezas do Evangelho
No dia 19 de outubro, o papa Francisco encerrou a 3ª
Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos com uma Missa celebrada na
Praça de São Pedro, debaixo de um sol esplêndido. Na mesma celebração, também
beatificou seu predecessor, Paulo VI, que instituiu o Sínodo em 1965, como um
dos frutos do Concílio Vaticano II.
Foram duas semanas de reflexões, com a participação de 191 “padres sinodais”, além de observadores, peritos e outros convidados. Após uma semana de intervenções individuais, os participantes reuniram-se em grupos para discutir uma proposta do texto final. Seguindo o tema da assembleia – “os desafios pastorais da família no contexto da evangelização” -, os participantes do Sínodo trataram de questões relativas ao ensinamento da Igreja sobre matrimônio e família, da pastoral familiar na preparação ao casamento e no acompanhamento da vida dos casais e famílias, dos casos pastorais mais complicados, como a separação e o divórcio, as novas uniões civis após o divórcio e o acompanhamento pastoral de casais “recasados” e da sua participação na Igreja.
Mas também se tratou das uniões livres, sem formalização alguma, do desinteresse crescente em relação à família e o casamento, do serviço pastoral nos tribunais eclesiásticos, sobretudo dos pedidos de reconhecimento de nulidade matrimonial; tratou-se do acesso à confissão e à comunhão por parte daqueles que após um divórcio ou separação vivem numa nova união. Não deixou de ser tratado o desfio pastoral representado pelas uniões civis de pessoas do mesmo sexo e da sua pretensão de serem reconhecidos como “família” e de terem reconhecida a sua união como um “casamento”...
Olhou-se também, com particular atenção, a questão da transmissão da vida e sua acolhida pelo casal, no seio de uma família constituída; e não podia faltar a educação, em todos os sentidos – humano, religioso e cívico -, e do papel inalienável dos pais na educação dos filhos.
Foram duas semanas de reflexões, com a participação de 191 “padres sinodais”, além de observadores, peritos e outros convidados. Após uma semana de intervenções individuais, os participantes reuniram-se em grupos para discutir uma proposta do texto final. Seguindo o tema da assembleia – “os desafios pastorais da família no contexto da evangelização” -, os participantes do Sínodo trataram de questões relativas ao ensinamento da Igreja sobre matrimônio e família, da pastoral familiar na preparação ao casamento e no acompanhamento da vida dos casais e famílias, dos casos pastorais mais complicados, como a separação e o divórcio, as novas uniões civis após o divórcio e o acompanhamento pastoral de casais “recasados” e da sua participação na Igreja.
Mas também se tratou das uniões livres, sem formalização alguma, do desinteresse crescente em relação à família e o casamento, do serviço pastoral nos tribunais eclesiásticos, sobretudo dos pedidos de reconhecimento de nulidade matrimonial; tratou-se do acesso à confissão e à comunhão por parte daqueles que após um divórcio ou separação vivem numa nova união. Não deixou de ser tratado o desfio pastoral representado pelas uniões civis de pessoas do mesmo sexo e da sua pretensão de serem reconhecidos como “família” e de terem reconhecida a sua união como um “casamento”...
Olhou-se também, com particular atenção, a questão da transmissão da vida e sua acolhida pelo casal, no seio de uma família constituída; e não podia faltar a educação, em todos os sentidos – humano, religioso e cívico -, e do papel inalienável dos pais na educação dos filhos.
Seminário Diocesano Nossa Senhora do Desterro
1º Domingo do Mês: "Um olhar para o Seminário.
(por Marcio Neves)
No primeiro domingo de cada mês, nossa ajuda material ao Seminário Diocesano através das ofertas nas celebrações e também nossa ajuda através de nossa oração por todos os seminaristas pela vocação de todos.
Paulo na Carta aos Hebreus nos coloca diante dos fundamentos para uma compreensão do sacerdócio ministerial a partir do sacerdócio de Cristo. "O processo de formação presbiteral está desafiado pelo esforço de recuperação e manutenção da dimensão essencial sacramental do sacerdócio".
É necessário ter atenção aos riscos de formar presbíteros apenas administradores ou gestores. “A perda do essencial gera prejuízos sérios e compromete a qualidade do pastoreio”. A formação presbiteral precisa garantir o sentido principal, sendo a entrega à Cristo, a partir da vida espiritual e da fidelidade ao ministério, sem perder o sentido da simplicidade e da humildade.
"O sacerdote é sempre vinculado ao povo, seu sacerdócio é solidariedade com os pecadores. O sacerdócio é escolha de Deus, nunca escolha de alguém que queira se colocar acima dos outros". Rezemos por todos os seminaristas e formadores.
(por Marcio Neves)
No primeiro domingo de cada mês, nossa ajuda material ao Seminário Diocesano através das ofertas nas celebrações e também nossa ajuda através de nossa oração por todos os seminaristas pela vocação de todos.
Paulo na Carta aos Hebreus nos coloca diante dos fundamentos para uma compreensão do sacerdócio ministerial a partir do sacerdócio de Cristo. "O processo de formação presbiteral está desafiado pelo esforço de recuperação e manutenção da dimensão essencial sacramental do sacerdócio".
É necessário ter atenção aos riscos de formar presbíteros apenas administradores ou gestores. “A perda do essencial gera prejuízos sérios e compromete a qualidade do pastoreio”. A formação presbiteral precisa garantir o sentido principal, sendo a entrega à Cristo, a partir da vida espiritual e da fidelidade ao ministério, sem perder o sentido da simplicidade e da humildade.
"O sacerdote é sempre vinculado ao povo, seu sacerdócio é solidariedade com os pecadores. O sacerdócio é escolha de Deus, nunca escolha de alguém que queira se colocar acima dos outros". Rezemos por todos os seminaristas e formadores.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Reflexão para o dia de Finados
Se você acha que o dia de finados (próximo domingo) não tem nada a ver com sua vida neste momento, talvez o texto abaixo lhe faça repensar isso.
Morre lentamente quem não troca de ideias, não
troca de discurso, evita as próprias contradições. Morre lentamente quem vira
escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma
cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e
seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de
cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens
que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14
polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Autora: Martha Medeiros
Finados:a solidariedade com os irmãos falecidos
No próximo domingo, 2 de novembro, oficiamos em todas as Igrejas a Comemoração anual de todos os fiéis finados.
A morte não nos separa daqueles que morrem em Cristo. Ao
contrário, os ganhamos para sempre.
Celebração da saudade e
da esperança cristã que nos torna conscientes da misteriosa comunhão dos santos
que conecta a Igreja peregrinante, com a padecente e a triunfante.Essa liturgia apresenta, a importância de celebrar missas em memória de todos os falecidos e de rezar pelo seu descanso. A morte, na perspectiva cristã, embora tenha um aspecto doloroso de desmontar a tenda do corpo na nossa travessia terrestre e signifique a separação física dos seres queridos e dos amigos, é apenas um passamento, uma passagem para a vida eterna de felicidade que nos aguarda na Casa do Pai, se formos justos e misericordiosos.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Campanha para Evangelização
"Cristo é nossa paz" é o Lema para Campanha da Evangelização 2014
Este ano, a iniciativa
completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. A mobilização
nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar
a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras
da Igreja. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e
celebrações do domingo, 14 de dezembro.
Lema
“Cristo é nossa paz” é o lema da CE 2014, apropriado para o
tempo litúrgico do Advento. Neste período de preparação ao Natal, entre
pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização
na busca pela paz.
Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a
responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da
Igreja.
A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan
“Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da
evangelização e da cooperação de todos. A distribuição dos recursos é feita da
seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os
regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter
individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com.
domingo, 26 de outubro de 2014
Dia Nacional da Juventude: Iniciativas durante celebração valorizam a juventude nas comunidades.
“Que nenhum jovem viva em
contexto de escravidão, violência e morte! E que nossos jovens, em compromisso
missionário pessoal e coletivo, sejam, cada vez mais, ‘sal e luz’ de vida e
liberdade no meio de seus irmãos e irmãs”, disse bispo auxiliar de Campo Grande
(MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom
Eduardo Pinheiro da Silva. A fundamentação bíblica para o DNJ é“Eis o
que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e livrai o oprimido das mãos
dos opressores” (Jr 22,3a) e o lema “Feitos para sermos livres, não escravos”.
Em celebração realizada na comunidade Cristo Rei neste domingo, 26 demonstrou a preocupação que
a Igreja em caminhar ao

lado da juventude. Entender os desafios contemporâneos
e juntos encontrar soluções com base na vivência dos ensinamentos do Evangelho.
No encerramento do Ano litúrgico, com a Solenidade de Cristo Rei, a comunidade espera contar com a participação de todos os jovens de toda paróquia que com certeza dão um brilho todo especial para a festa. Parabéns e um brinde a nossa juventude.
sábado, 25 de outubro de 2014
Cristo Rei divulga programação litúrgica do Tríduo para este ano
Programação Litúrgica Tríduo Cristo Rei(De 20 a 23 de Novembro/ 2014)Início às 19:10h com a Celebração dos Mistérios do terçoCelebração Eucarística as 20:00h
Tema: É para liberdade que Cristo nos Libertou (GL.5,1)
- Quinta-feira, 20/11/14
Presidente: Pe. Adeílson R. dos Santos
Paróquia São Francisco de Assis-Campo Limpo Paulista
Liturgia própria do dia
Liturgia da Palavra: RCC - (Missa as 20:00)
- Sexta-feira 21/11/14
Presidente: Pe. Samuel Maciel Romão
Paróquia N. S. Aparecida – Bairro Novo Horizonte
Liturgia própria do dia
Liturgia da Palavra: ECC - (Missa as 20:00)
- Sábado, 22/11/14
Presidente: Pe. Gabriel Vital
Catedral Nossa Senhora do Desterro - Jundiaí
Liturgia da Palavra: Caminho Neocatecumenal- (Missa as 20:00)
Presidente: João Batista dos Santos
Solenidade de Cristo Rei – Primeira Eucaristia
Liturgia da palavra: - Comunidade Cristo Rei
(Missa as 08:00)
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Eleições 2014
Votar bem significa também amar o próximo. Digo isto porque o voto tem consequências determinantes na vida das pessoas. São quatro anos de gestão, podendo ser um bem, ou também um desastre na vida das pessoas e da Nação. Significa compromisso com as categorias sociais, principalmente com os mais necessitados que tentam remediar com o pouco que têm, por falta de oportunidades.
Quem ama o próximo está amando a Deus que quer o bem para todas as pessoas, para o nosso país. O maior mandamento consiste no amor, que é traduzido pela vontade política do bem comum, porque favorece os cidadãos, superando as práticas que causam exclusão e desrespeito com algumas pessoas. Administrar um país é ser aberto pelas questões mais urgentes da Nação.
Um bom governo abre caminhos para que as pessoas tenham acesso aos bens da natureza. Isto supõe vontade política e não apenas palavras de promessas eleitoreiras. Quem promete muito acaba não fazendo nada, causando uma sociedade desencantada e de autoestima totalmente baixa em relação aos políticos de carreira e despreparados para assumir tão difícil missão.
Não se deve fazer ao outro o que não é desejado para si mesmo. Significa que as autoridades têm a obrigação de escutar os clamores da população e ser misericordiosos com ela. A falta de proteção e de uma política de combate à violência faz com que os cidadãos fiquem reféns do medo e desestimulados nos investimentos de produção, prejudicando o país.
O povo brasileiro é paciente e generoso com os políticos de gabinete e que só procuram as pessoas no momento das eleições. Se vota para eleger, deveria votar também para tirar do poder. A Lei da Ficha Limpa já foi um passo, já excluiu muitos “espertalhões”, mas precisa ser mais pertinente e incisiva com os exploradores.
Quem ama o próximo está amando a Deus que quer o bem para todas as pessoas, para o nosso país. O maior mandamento consiste no amor, que é traduzido pela vontade política do bem comum, porque favorece os cidadãos, superando as práticas que causam exclusão e desrespeito com algumas pessoas. Administrar um país é ser aberto pelas questões mais urgentes da Nação.
Um bom governo abre caminhos para que as pessoas tenham acesso aos bens da natureza. Isto supõe vontade política e não apenas palavras de promessas eleitoreiras. Quem promete muito acaba não fazendo nada, causando uma sociedade desencantada e de autoestima totalmente baixa em relação aos políticos de carreira e despreparados para assumir tão difícil missão.
Não se deve fazer ao outro o que não é desejado para si mesmo. Significa que as autoridades têm a obrigação de escutar os clamores da população e ser misericordiosos com ela. A falta de proteção e de uma política de combate à violência faz com que os cidadãos fiquem reféns do medo e desestimulados nos investimentos de produção, prejudicando o país.
O povo brasileiro é paciente e generoso com os políticos de gabinete e que só procuram as pessoas no momento das eleições. Se vota para eleger, deveria votar também para tirar do poder. A Lei da Ficha Limpa já foi um passo, já excluiu muitos “espertalhões”, mas precisa ser mais pertinente e incisiva com os exploradores.
CNBB, 22-10-2014.
*Dom Paulo Mendes Peixoto é arcebispo de Uberaba (MG).
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Dia Mundial da Juventude-(DNJ)
Já está disponível, no site da Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB), o subsídio para a 29ª edição do Dia Nacional da
Juventude (DNJ), que terá como lema “Feitos para sermos livres, não escravos”
(CAPYM, 430) e lema “Eis o que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e
livrai o oprimido das mãos do opressor” (Jr 22, 3a).
A abordagem desta edição recorda a Campanha da
Fraternidade 2014, que tem como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema
“É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral
da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, o subsídio “pretende ser uma ajuda aos
grupos juvenis que desejam se envolver no processo de preparação do DNJ”.
No caderno, são apresentados três momentos de preparação para
o evento e um de celebração, que podem ser elaborados a partir da
espiritualidade e metodologia de cada expressão juvenil, como encontro de
grupo, oração, celebração da Palavra, Ofício Divino, Adoração Eucarística e
Vigília.
Também são propostos um roteiro de visita missionária e um
modelo de projeto pastoral para ações dos grupos em relação à temática do
Tráfico Humano.
O DNJ é celebrado no quarto domingo de outubro, dia 26 neste
ano.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
A preparação para a vida conjugal
Como a Igreja responderá, durante o Sínodo, aos desafios de jovens que se afastam da vida matrimonial?
A preparação para o matrimônio, para a vida conjugal e
familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. De fato, o
Sacramento do Matrimônio tem um grande valor para toda a comunidade cristã e,
em primeiro lugar, para os esposos, cuja decisão é tão grande que não poderia
ser sujeita à improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal
preparação podia contar com o apoio da sociedade, a qual reconhecia os valores
e os benefícios do matrimônio. A Igreja, sem obstáculos ou dúvidas, tutelava a
sua santidade, sabedora do fato de que o Sacramento do Matrimônio representava
uma garantia eclesial, qual célula vital do Povo de Deus. O apoio eclesial era,
pelo menos nas comunidades realmente evangelizadas, firme, unitário, compacto.Hoje,
ao contrário, em não poucos casos assiste-se a um acentuado deterioramento da
família e a certa corrupção dos valores do matrimônio. Em numerosas nações,
sobretudo economicamente desenvolvidas, o índice de casamentos é reduzido.
Costuma-se contrair matrimônio numa idade mais avançada e aumenta o número das
separações, até mesmo nos primeiros anos de vida conjugal. Tudo isto leva,
inevitavelmente, a uma inquietação pastoral, mil vezes reforçada. Quem contrai
matrimônio está realmente preparado para isso? O problema da preparação para o
Sacramento do Matrimônio, e para a vida que se lhe segue, emerge como uma
grande necessidade pastoral, antes de tudo para o bem dos esposos, para toda a
comunidade cristã e para a sociedade. Por isso, crescem em toda parte o
interesse e as iniciativas para fornecer respostas adequadas e oportunas à
preparação para o Sacramento do Matrimônio. Hoje se fala muito mais de um
percurso para preparar o casal para a vida cristã do que apenas em um curso de
preparação. É necessário um itinerário de iniciação cristã que leve o casal a
assumir a sua bela vocação matrimonial. A preparação próxima seria apenas um
retiro espiritual que ajudaria a celebrar cristãmente o enlace matrimonial. (CNBB, 06-10-2014.)
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Sagrado Coração de Jesus (1ª Sexta-feira do mês de Outubro)
Reflexão:
As alegrias do mundo tendem para a eterna tristeza,mas as que brotam da vontade do Senhor levam os fiéis, que nelas perseveram, às alegrias duradouras e eternas. Por isso diz o Apóstolo: De novo digo: Alegrai-vos (Fl 4,4).
Ele incita
a que cada vez mais cresça nossa alegria em Deus e a decisão de cumprir seus mandamentos. Porque, quanto mais lutarmos
neste mundo por nos sujeitarmos aos
preceitos de
Deus, nosso Senhor, tanto mais seremos felizes na vida futura e tanto maior
glória
alcançaremos diante de Deus.
Seja
vossa moderação conhecida por todos (Fl 4,5); quer dizer, que vosso
santo modo de
viver se
manifeste não apenas diante de Deus, mas ainda diante dos homens. Seja exemplo
de modéstia e de
sobriedade para aqueles que convivem conosco na terra e deixe uma boa
lembrança
perante Deus e os homens.
O
Senhor está perto; de nada vos inquieteis (Fl 4,5-6). O Senhor está
sempre perto
daqueles que o
invocam na verdade, com fé integra, esperança firme, caridade perfeita. Ele
sabe do que
precisais, antes mesmo que o peçais. Está sempre pronto a vir em auxílio dos
que o servem
fielmente, em qualquer necessidade sua.
Por
conseguinte, não temos de preocupar-nos demais com as dificuldades iminentes,
porque sabemos
estar próximo Deus, nosso defensor, conforme foi dito: O Senhor está
junto dos que
têm o coração atribulado e salva os humildes no espírito. Muitas as
tribulações
dos justos, porém, de todas elas o Senhor os livrará (Sl 33,19-20). Se nos
esforçarmos por
realizar e guardar o que ordenou, ele não tardará a nos dar o prometido.
Mas em
tudo, por orações e súplicas acompanhadas de ação de graças, apresentai vosos
pedidos a
Deus (Fl 4,6): não
aconteça que, aflitos, suportemos as tribulações com
murmuração e
tristeza. Isto nunca, mas com paciência e de rosto alegre, dando sempre e
por tudo graças
a Deus (Ef 5,20).
(trecho do Tratado sobre a Carta aos Filipenses, do Pseudo-Ambrósio)
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