Autor: Seminarista Felipe Elias
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Oração do Jubileu Paroquial - 50 anos
Ó Santíssima Virgem Maria, Rainha concebida sem pecado, nós nos alegramos e vos rendemos graças pelos inúmeros benefícios que concedestes à nossa Paróquia nestes 50 anos de evangelização. Formada em seu Imaculado Coração e entregue ao patrocínio de vosso castíssimo esposo São José., o humilde operário, nossa paróquia sempre foi seguro porto dos navegantes, concedendo -lhes a palavra que nos ilumina e os sacramentos que nos revigoram. Por esta razão, ó causa de nossa alegria, nós vos pedimos que uma vez mais alcances de vosso eterno filho as bençãos do céu para todos os que contribuíram para o crescimento de nossa paróquia com suas orações, dons e bens materiais. Olhai também com materna bondade para os bispos, padres e diáconos, vivos ou falecidos, que nos conduziram nestes anos, concedendo-lhes o salário devido pelos seu trabalho na vinha do Senhor. Enfim, rogai incessantemente por aqueles que já se foram e a nós aqui reunidos, dá-nos coragem e perseverança para que possamos crescer nas virtudes e assumir nossa missão de resgatar aqueles que deixaram nossa comunidade. Por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém!
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Abertura da CF-2018 - Vivenciar uma “Cultura de Paz”
| Márcio Neves-(Comunicação) |
Essa foi a tônica da mensagem do setor de comunicação da
Paróquia São José Operário na noite desta quarta-feira de cinzas durante breve
apresentação do Cartaz da Campanha da Fraternidade 2018.
Lembremos da advertência de Jesus: “Por causa da maldade
no mundo, o amor de muitas pessoas se esfriará” (Mt 24,12). É possível que você
tenha
esfriado no seu amor para com Deus e para com o seu semelhante. De tanto
ver violência e injustiça no mundo, de tanto ver corrupção e impunidade
em
nosso país, é possível que o amor à verdade, à justiça, ao bem e à
solidariedade esteja esfriando dentro de muitos de nós. E quando o amor se esfria dentro de nós, é sinal de que o mal está tomando conta do nosso coração.
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Diácono Dirceu é homenageado em virtude da passagem de seu aniversário natalício
Diácono Dirceu completa neste dia 12/02 a marca de 72 anos de vida. Antecipadamente, em ocasião da celebração dominical do 6º domingo do tempo comum recebeu uma simples homenagem na Comunidade Cristo Rei.
Nesta oportunidade o Diácono Dirceu muito emocionado citou a importância do acolhimento, de se sentir bem acolhido. A comunidade deve ser um lugar de ambiente acolhedor, gostoso de participar que proporciona a todos uma maior proximidade com Deus.
Rezemos sempre pela santificação do Diaconato do Dirceu.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Seguem os preparativos para o Jubileu da Paróquia São José Operário

O Ano Jubilar dos 50 Anos de nossa paróquia transcorre no período de dezembro/17 à dezembro/18.
Quer despertar em toda a Paróquia, nas comunidades o desejo de abraçar com Espírito Missionário esta parcela de nossa Igreja.
Equipes já estão trabalhando nos preparativos e quer envolver o máximo de paroquianos. "Esse é o momento de todos", ninguém pode ficar de fora.
Neste final de semana foi solicitado em nossas celebrações todo e qualquer tipo de material que recorde os primórdios de nossa paróquia, mesmo antes da fundação da atual Igreja quando esta ainda se localizava as margens da Marginal da Via Anhanguera.
Todo material é bem vindo. Os que porventura tiverem fotos, vídeos e objetos solicitamos que encaminhem até a Secretaria Paroquial para que possam ser incluídos em nosso acervo. Colaborem!
Desde já estendemos a todos nosso agradecimentos.
(Pastoral da Comunicação)
sábado, 9 de dezembro de 2017
Solenidade da Imaculada Conceição marca abertura do Jubileu de 50 anos da PARÓQUIA SÃO JOSÉ OPERÁRIO
Paróquia
São José Operário celebrou ontem, dia 08 de dezembro a Solenidade da Imaculada
Conceição de marcou o inicio das comemorações do Grande Jubileu. O dogma da
Imaculada conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo
cristão, que em especial realça a história da Paróquia São José Operário que se
prepara para vivenciar o Jubileu dos 50 anos. Historicamente, a paróquia
iniciou suas atividades sob o patrocínio da Imaculada Conceição.
O
valor doutrinal desta festividade é manifesto na prece da celebração litúrgica,
que sublinha o privilégio concedido à futura Mãe de Deus: Ó Deus, que pela
Imaculada Conceição da Virgem preparaste ao teu Filho uma morada digna dele…”,
e a própria natureza deste privilégio, enquanto não subtrai Maria à Redenção
universal efetuada por Cristo: ” Tu que a preservaste de toda a mancha na
previsão da morte de teu Filho..”.
Neste
dia, nós o consideramos no seu singular privilégio concedido à Maria, que foi
dele preservada desde o primeiro instante de sua concepção, de sua existência
humana.
Hoje,
não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e
mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a
rainha de todos os santos, a Mãe de Deus.
domingo, 26 de novembro de 2017
Solenidade de Cristo Rei: Ensinamento a ser acolhido por todo cristão
“...todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes”
Rei, título inapropriado para Aquele que
tocou leprosos, que preferiu a companhia dos excluídos e não dos poderosos do
povo, que lavou os pés dos seus discípulos, que não tinha riqueza nem poder...
O senhorio de Jesus foi o do amor incondicional, do compromisso com os
mais pobres e sofredores, da liberdade e da justiça, da solidariedade e da
misericórdia...
Com sua palavra e sua vida Ele afirmou que “não veio
para ser servido, mas para servir”. Por isso, assumiu uma
posição crítica frente a todo poder desumanizador.
A festa de “Cristo Rei”, que encerra o Ano Litúrgico,
pode ser ocasião propícia para “transgredir” nossa concepção de “rei” e
“reinado”, e evitar um triunfalismo religioso, pura imitação dos reis deste
mundo que vivem às custas da exploração dos seus súditos.
Se Jesus não foi rei historicamente, nem se chamou rei, nem deixou que lhe
chamasse assim, recusou e se retirou quando queriam fazê-lo rei, tem sentido
que nós o aclamemos com esse título? Por quê?
Jesus é Rei porque deixa transparecer sua “realeza”: o
que é mais real, mais humano e divino, a sua verdade, seu ser verdadeiro... no
mais profundo de si mesmo. Realeza que se
visibilizava no encontro com o outro. A partir de seu ser verdadeiro, Jesus
destravava e ativava a realeza escondida em cada
um.
Só nos fazemos conscientes de nossa realeza quando
compreendemos nossa verdade mais profunda. Até que isso não ocorra, viveremos
como mendigos, tratando de apropriar-nos e de identificar-nos com tudo aquilo
que possa conferir uma certa sensação de identidade e de segurança. No entanto,
ao compreender o que somos, tudo se ilumina: o suposto “mendigo” se descobre
“rei”.
A salvação da humanidade está, pois, em ajudar aos
excluídos do mundo a viver uma vida mais humana e digna. A perdição, pelo contrário,
está na indiferença diante do sofrimento. Este é o grito de Jesus a toda a
humanidade.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Campanha para Evangelização 2017 terá sintonia com o Ano do Laicato
A Igreja no Brasil já iniciou os preparativos da Campanha
para a Evangelização 2017. Com o tema “Cristãos leigos e leigas comprometidos
com a Evangelização”, e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14), a
iniciativa visa avivar os leigos para o compromisso evangelizador.
A Campanha, que acontecerá entre os dias 26 de
novembro – Dia de Cristo Rei — e 17 de dezembro — 3º Domingo do Advento —,
estará em sintonia com o Ano Nacional do Laicato, o que reforçará a
necessidade da igreja de despertar novos discípulos missionários para a
evangelização e para a responsabilidade da sustentação das atividades pastorais
no Brasil.
Outro objetivo da Campanha é favorecer a vivência do
tempo litúrgico do Advento e mobilizar os católicos do Brasil para uma Coleta
Nacional que ofereça recursos a serem aplicados na sustentação do trabalho
missionário no Brasil. Tal iniciativa considera a ajuda para dioceses de
regiões mais desassistidas e necessitadas.
Coleta
O gesto concreto da Campanha para a Evangelização é a
Coleta do 3º Domingo do Advento. De acordo com a Comissão Episcopal
responsável pela campanha, pretende-se, com os recursos arrecadados neste ano
de 2017, apoiar as inúmeras iniciativas da Igreja no Brasil promovidas pelos
cristãos leigos e leigas no serviço da evangelização.
A colaboração na Coleta será partilhada, solidariamente,
entre as dioceses, que receberão 45% dos recursos; os 18 regionais da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que terão 20%; e a CNBB
Nacional, que contará com 35% das contribuições.
Oração da Campanha para a Evangelização 2017
“Deus, nosso Pai,
que chamastes todos os povos da Terra para a Igreja do vosso Filho, nós vos
pedimos que susciteis em nós o compromisso com a Evangelização, para que todos
conheçam a vida que de vós provém.
Jesus, Filho amado
do Pai, nós vos pedimos por todos os cristãos leigos e leigas, a fim de que
sejam sal e luz nesse mundo, transformando-o por meio do Evangelho numa
realidade mais justa e fraterna.
Espírito Santo,
vínculo da caridade, despertai em nossas comunidades e em toda a Igreja no
Brasil o senso da partilha e que, por meio da Coleta para a Evangelização e do
testemunho de comunhão, todas as comunidades recebam a força do Evangelho.
Maria, Estrela da
Evangelização, mãe e seguidora de Jesus, intercedei por nós.
Amém!”
fonte: CNBB
Dizimo: Famílias dão testemunho sobre a importância do Dízimo
Dízimo: Campanha Diocesana de Conscientização 2017
Tema: “Dízimo: nossa missão!”
Lema: “Dar consciência sobre o dízimo a quem não a tem”.
Lema: “Dar consciência sobre o dízimo a quem não a tem”.
A Pastoral do Dízimo da nossa Igreja Particular lançou,
neste mês de novembro, a quarta edição da Campanha Diocesana de Conscientização
sobre o dízimo, com o tema: “Dízimo: nossa missão”, e o lema: “Dar a
consciência sobre o dízimo a quem não a tem”.
Bem sabemos que a missão de evangelizar perpassa
necessariamente pela realidade financeira. O dinheiro, quando bem utilizado, torna-se
um instrumento eficaz da evangelização. Ter uma consciência formada, e ao mesmo
tempo equilibrada no que diz respeito à importância do dízimo, permite que cada
cristão seja capaz de assumir a sua comunidade paroquial como a sua própria
família, que necessita de cuidados.
Eis aí a finalidade do dízimo para todos os que abraçam a
comunidade como a sua própria família. O Senhor Jesus nos diz: “De graça
recebestes, de graça deveis dar!” (Mt 10,8). Tudo o que temos e somos é
dom de Deus.
Ano litúrgico chega em sua reta final: "Um olhar sobre a Liturgia"
"Um olhar sobre a Liturgia"
Assim como sugere o tema do Tríduo de Cristo Rei deste
ano “Ele tem feito bem todas as coisas" (Mc 7,37) volta a atenção sobre a
maneira de como estamos exercendo nossa atividades pastorais. Aqui em especial,
voltemos nosso olhar sobre a dimensão litúrgica a começar pelo zelo com a veste litúrgica. Sempre ouvimos dizer que a
celebração começa na preparação. Atualmente vimos alguns casos, em que chegamos
ao absurdo de ter as atividades distribuídas por meio de grupos de WhatsApp.
As equipes de liturgia são, em primeira mão, as
responsáveis pela pastoral litúrgica. Essa ação eclesial tem por objetivo
imediato a participação ativa, consciente e frutuosa dos fiéis na celebração e
por finalidade, a edificação do corpo de Cristo mediante a santificação das
pessoas e o culto a Deus. Na edificação do corpo de Cristo, a pastoral
litúrgica colabora com a edificação de toda a humanidade e da criação inteira,
conforme afirma Medellín: “A celebração litúrgica coroa e comporta um
compromisso com a realidade humana… e com a promoção” (9,4). Isso significa que
também os membros da pastoral litúrgica devem visar à transformação do mundo em
Reino de Deus.
A equipe de liturgia é, então, o coração e o cérebro da
pastoral litúrgica da vida da Igreja (regional, diocesana, paroquial e
comunitária).
Em nível comunitário com uma atuação bem localizada, a
equipe de liturgia da comunidade: promove e cria celebrações inculturadas e bem
preparadas; acompanha as equipes de celebração e toda a vida litúrgica da
comunidade; atua em sintonia com a equipe paroquial; providencia para que a
liturgia seja dignamente celebrada.
Bem constituídas, as equipes de liturgia vão exercer seu
serviço com atenção às celebrações, à formação e à organização, lembrando que
canto-música e arte-espaço celebrativo são partes fundamentais da liturgia.
domingo, 19 de novembro de 2017
Bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus preside Eucaristia em Nossa Paróquia.
Em missa celebrada neste sábado (18) juntamente com as
comunidades do Caminho Neo Catecumenal
teve a presidência de Dom Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos da Arquidiocese
de Manaus. Ele pertence à Congregação Salesianos de Dom Bosco (SDB).
Dom Edmilson esteve presente em Jundiaí a convite de amigos para conferir o
Sacramento do Matrimonio de Pamela Arribard e Warlem Cavalcante.
Momento sempre muito importante a troca de experiência
levando em consideração a característica da maior freqüência do Bispo entre as
comunidades do Caminho em Manaus destacado pelo Bispo.
Em sua mensagem Dom Edmilson enfatizou a intenção de
Jesus na Parábola dos talentos de nos
tornar conscientes de que toda pessoa nasceu potencialmente capaz de
realizar-se, capaz de fazer o bem a si mesma, aos outros, à humanidade. “Cada
um de nós precisa tornar-se consciente dos talentos que carrega consigo,
talentos que nos foram dados por Deus ao nos criar. Nós não podemos passar pela
vida ignorando quem somos, ignorando a nossa capacidade de força, de superação,
de realização”, completou. A Paróquia São José Operário agradece pelo gesto de
simplicidade e disponibilidade da presença de Dom Edmilson entre nós.
por Marcio Neves-(Pastoral da Comunicação)
sábado, 18 de novembro de 2017
Candidatos que vão para a missão na Amazônia e além-fronteiras se reúnem no Regional Sul 1
Foram enviados os primeiros missionários para a Missão
Pemba, na África. Na região amazônica darão continuidade ao trabalho, abrindo
novas frentes de missão e sucedendo os que retornam.
«Todos são chamados a contribuir, cada um segundo as suas
possibilidades e seus dons, para que o Evangelho seja anunciado por toda a
parte e a formação missionária ocupe lugar na vida cristã». (Diretrizes
Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil,102, RM 83), Com este
objetivo, a sede do Regional Sul 1 da CNBB, em São Paulo, acolheu na manhã
desta segunda-feira, 06 de novembro, os interessados no Projeto de Ação
Missionária e Cooperação Intereclesial que vão colaborar na missão
evangelizadora na Amazônia e na África.
A reunião foi conduzida pelo Conselho Missionário Regional
(COMIRE), em São Paulo (SP), que contou com a presença de dom José Luiz
Bertanha, bispo da Diocese de Registro e referencial da Ação Missionária do
Regional Sul 1 da CNBB; da equipe do Comire
padre Everton Aparecido, Maria de
Fátima da Silva, entre outros; pelo Regional Sul 1, o diácono Domingues ligado
à área administrativa do Regional Sul 1 da CNBB.
Dentre os temas abordados foi dado destaque ao
planejamento do Projeto para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial,
preparo e envio de missionários para a Amazônia e além-fronteiras, divulgação
de folder, vídeos, além de reflexão e partilhas sobre o trabalho que vem sendo
realizado pelo Regional e equipe missionária e encaminhamentos.
Pe. Everton Aparecido, que acompanha os Projetos, ajudou
com a reflexão destacando que esta ação missionária tem como objetivo
sensibilizar, despertar a consciência missionária na Igreja do estado de São
Paulo e mobilizar as diversas dioceses de todo o Estado e membros das
Pastorais, Movimentos e Organismos presentes no Regional. “A presença
missionária na Amazônia e na África, não é apenas de uma pessoa, de uma diocese
ou de uma congregação religiosa, mas de toda a Igreja do Estado de São Paulo”.
Nesse sentido, o diácono Domingues, orientou os
missionários, dando as devidas informações práticas e conhecendo
melhor o local onde eles atuarão. Os candidatos presentes ao encontro ainda
preencheram uma ficha cadastral.
O grupo de missionários, entre padres, diáconos,
religiosos/as, leigas e leigos, serão enviados no início do próximo ano
para a Diocese de Pemba, em Moçambique, na África, nas cidades de Nangade,
Metoro e Chiure, e Amazônia brasileira. Na região amazônica darão
continuidade ao trabalho, abrindo novas frentes de missão e sucedendo os que
retornam.
O padre Adriano Ferreira Rodrigues, da diocese de
Jundiaí, interior de São Paulo, que irá em missão para a África, em Metoro,
conversou também conosco. Ele falou da alegria de receber esta nova missão.
“Estou bastante feliz e ansioso, sabendo que há um povo
tão necessitado da Palavra de Deus e da vida do Evangelho. Já tive uma
experiência na Amazônia e fiquei por cinco anos naquela região e agora enfrento
mais este novo desafio, que não é um peso, mas realmente um convite de Deus,
para experimentar a graça Dele, de uma maneira nova. Bastante feliz e contando
com a oração de toda a Igreja para que isso possa ser feito segundo a vontade
do Senhor e a luz do Espírito Santo”.
fonte:http://www.cnbbsul1.org.br
Jornada Mundial dos Pobres
A Igreja realiza, de 12 a 19 de novembro, a primeira
Jornada Mundial dos Pobres, com o tema: “Não amemos com palavras, mas com
obras”. Os pobres são os protagonistas da história da salvação. Negar sua
eminente dignidade na Igreja seria uma heresia. João Paulo II alertou: na
fidelidade aos pobres a Igreja põe em cheque sua fidelidade a Cristo (Laborem
exercens, n.8).
A missão principal da Igreja é a evangelização dos
pobres. No entanto, em muitas situações, a evangelização tem sido praticada a
partir da opção pelos ricos e seus interesses. Sua mensagem e estrutura têm
sido configuradas a partir dos poderosos. A suntuosidade clerical imita o luxo
da realeza medieval. Neste modelo, os ricos têm toda a preeminência. Igreja de
ricos que pratica caridade assistencial aos pobres. Defensores da vida,
ocupados em condenar o aborto, mas totalmente alheios às milhares de vidas humanas
abortadas pelo flagelo da fome, da miséria, da violência, da opressão, do
desemprego, do tráfico de pessoas, da escravidão. “A pobreza é fruto da
injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença
generalizada”!
Como é possível que uma fé que, desde o Antigo Testamento
trazia uma carga profética a favor dos oprimidos e que em Jesus de Nazaré se
converteu em manifestação explícita em favor dos pobres, possa ser reduzida a
sustento ideológico dos ricos? Como uma mensagem subversiva foi transformada em
respaldo divino da ordem estabelecida?
Em preparação ao Dia Mundial dos Pobres (19), o Papa
Francisco, em Mensagem publicada para a ocasião, exorta: “Quem pretende amar
como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo no amor os pobres.
Enquanto sobressai cada vez mais a riqueza descarada que se acumula nas mãos de
poucos privilegiados, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a
exploração ofensiva da dignidade humana, causa escândalo a extensão da pobreza
a grandes setores da sociedade no mundo inteiro. Perante este cenário, não se
pode permanecer inerte e, menos ainda, resignado”.
A imensa maioria da humanidade vive não só na pobreza,
mas, também, na mais absoluta miséria. Essa situação, em grande parte, é
provocada por um sistema julgado como pecado, porque nenhum outro mal é mais
nocivo aos seres humanos. É a negação maior da vontade de Deus. “Eu, o Senhor,
que sou o primeiro, estou com os últimos” (Is 41,4). Falsificar essa imagem de
Deus é a pior das heresias.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Tríduo Cristo Rei
De cunho provocante e desafiador, o tema escolhido para
finalizar o ano litúrgico, quer fazer levar a todos os que assim desejarem fazer
esta experiência durante a preparação para a Solenidade de Cristo Rei na
Comunidade do residencial dos Metalúrgicos. Quer levar a refletir de que
maneira, pessoal e comunitária nossas atividades de um modo geral.
Que necessidade temos de aprender essa qualidade de
Jesus! Quantas vezes deixamos as coisas por fazer, ou fazemos as coisas
‘de qualquer jeito’. Neste mundo escravo do tempo e intoxicado por múltiplas
tarefas, descobrimos homens e mulheres apressados, estressados e doentes porque
não conseguem cumprir uma agenda, atender todas as solicitações e corresponder
a todas as expectativas. Talvez o grande problema seja nossa extrema capacidade
de complicar as coisas que são tão simples. Conseguimos tempo para tudo o que é
secundário e deixamos de lado o que é essencial. A escala de valores foi
perdendo sua textura natural e acabamos por colocar em primeiro lugar itens que
não garantem um ‘final feliz’. A vida se torna pesada demais quando colocamos
mais peso no telhado e nos esquecemos de fortalecer o alicerce da própria
casa.
A estrutura humana ideal é aquela que se assemelha à do
Cristo Rei. Vivia com simplicidade. Valorizava os relacionamentos e dava chance
até mesmo àqueles que potencialmente poderiam feri-lo (Judas). Não se deixou prender
pela mágoa, perdoava sempre (“Perdoai-os, eles não sabem o que fazem” – Lc
23,34). Não era preso à própria opinião, sabia submeter-se (“Que se faça a tua
vontade, o Pai; e não a minha!” Lc 22,41 ). Era íntegro o bastante para não se
afligir com a opinião alheia, acolhia pecadores e excluídos. A todos tinha uma
palavra pacífica e orientadora (“Bem-aventurados os mansos!” Mt 5,5 ).
Amadureceu sem desviar o motivo da própria existência. Aliás, tinha um sentido
claro da própria vida (“Eu vim para que todos tenham vida, e vida em
abundância!” Jo 10,10).
Quer fazer bem todas as tuas coisas? Imite o Cristo Rei
do Universo, pois “Ele tem feito bem todas as coisas”(Mc 7,37).
Endereço:
Condomínio Residencial dos Metalúrgicos
Av. Antonio Pincinato,3398
Salão Comunitário.
Endereço:
Condomínio Residencial dos Metalúrgicos
Av. Antonio Pincinato,3398
Salão Comunitário.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Aparecida 300 anos: Encenação relembra encontro da imagem no rio Paraíba
Jovens de nossa paróquia durante Solenidade de NOSSA
SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL relembraram os fiéis presentes na celebração, segunda quinzena
de outubro de 1717, três pescadores, Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João
Alves, ao lançarem sua rede para pescar nas águas do Rio Paraíba, colheram a
Imagem de Nossa Senhora da Conceição, no lugar denominado Porto do Itaguassu.Filipe
Pedroso levou-a para sua casa conservando-a consigo até 1732, quando a entregou
a seu filho Atanásio Pedroso. Este construiu um pequeno oratório onde colocou a
Imagem da Virgem que ali permaneceu até 1743. Todos os sábados, a vizinhança
reunia-se no pequeno oratório para rezar o terço. Devido à ocorrência de
milagres, a devoção a Nossa Senhora começou a se divulgar, com o nome dado pelo
povo de Nossa Senhora Aparecida. A 26 de julho de 1745 foi inaugurada a
primeira Capela. Como esta, com o passar dos anos, não comportasse mais o
número de devotos, iniciou-se em 1842 a construção de um novo templo inaugurado
a 8 de dezembro de 1888. Em 1893, o Bispo diocesano de São Paulo, Dom Lino
Deodato Rodrigues de Carvalho, elevou-o à dignidade de “Episcopal Santuário de
Nossa Senhora da Conceição Aparecida”. A 8 de setembro de 1904, por ordem do
Papa Pio X, a Imagem milagrosa foi solenemente coroada, e a 29 de abril de 1908
foi concedido ao Santuário o título de Basílica menor. O Papa Pio XI declarou e
proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil a 16 de julho de 1930,
“para promover o bem espiritual dos fiéis e aumentar cada vez mais a devoção à
Imaculada Mãe de Deus”. A 5 de março de 1967 o Papa Paulo VI ofereceu a “Rosa
de Ouro” à Basílica de Aparecida. Em 1952 iniciou-se a construção da nova
Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, solenemente dedicada pelo Papa
João Paulo II a 4 de julho de 1980.
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