EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
segunda-feira, 7 de agosto de 2023
Convite especial a você!: Catequese para jovens e adultos
Hoje, neste “ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e todos somos chamados a esta nova “saída” missionária. Cada cristão e cada comunidade discernirá qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado: sair da própria comodidade e se atrever a chegar a todas as periferias que necessitam da luz do Evangelho.
Ensinamento: A nova lei de nosso Senhor
Sobre isto lhes fala também em outra passagem: Por que jejuais para mim, diz o Senhor, de modo que hoje se escute vossa voz aos brados? Não é este o jejum que escolhi, diz o Senhor, não é o homem a humilhar sua alma (Is 58,4-5). A nós, porém, diz: Eis o jejum que eu escolhi, diz o Senhor: quebra toda cadeia de injustiça, desata os laços dos pactos violentos, deixa ir livres os oprimidos e rasga todo contrato iníquo. Parte teu pão com os famintos, ao veres um nu, cobre-o; faze entrar em tua casa aqueles que não têm teto. (cf. Is 58,6-10).
Fujamos de toda vaidade, tenhamos ódio profundo pelas obras dos caminhos maus. Não vos isoleis, fechando-vos sobre vós mesmos, como se já estivésseis justificados. Ao contrário, congregados na unidade, buscai aquilo que é do proveito de todos. A Escritura ensina: Ai dos prudentes para si mesmos e sábios aos próprios olhos (Is 5,21). Tornemo-nos espirituais, sejamos perfeito templo de Deus. Na medida do possível, meditemos sobre o temor de Deus e lutemos por guardar seus mandamentos, para nos alegrar com seus juízos. O Senhor julgará o mundo sem acepção de pessoas (cf. 1Pd 1,17). Cada um receberá conforme viveu; se houver sido bom, sua justiça o precederá; se mau, a paga da maldade estará diante dele. Não aconteça que, descansando em nossa vocação, durmamos em nossos pecados e o príncipe do mal, tendo obtido poder sobre nós, nos arrebate do reino do Senhor.
Entendei ainda isto, irmãos meus: se, como vedes, depois de tantos sinais e prodígios feitos em Israel, no entanto, eles são abandonados, estejamos atentos para que não se cumpra em nós o que está escrito, muitos os chamados, poucos os escolhidos (Mt 22,14)
Agosto de Deus!
Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.
No segundo domingo, comemora-se a vocação matrimonial.
Por imitação do segundo domingo de maio - no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.
No terceiro domingo comemora-se a vocação à vida consagrada.
Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.
Homens e mulheres que consagraram suas vidas a Deus e ao próximo. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos vivos do Evangelho.
Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e das obras de caridade. Com sua vida consagrada, eles demonstram que a vida evangélica é plenamente possível de ser vivida, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor.
No quarto domingo, comemoram-se as vocações leigas.
Ser leigo atuante é ter consciência do chamado de Deus a participar ativamente da Igreja e do Reino contribuindo para a caminhada e o crescimento das comunidades rumo a Pátria Celeste. Assumir esta vocação é doar-se pelo Evangelho e estar junto a Cristo em sua missão de salvação e redenção.
Neste dia celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Os leigos atuam como colaboradores dos padres na catequese, na liturgia, nos ministérios de música, nas obras de caridade e nas diversas pastorais existentes.
Nos anos em que o mês de agosto possui cinco domingos, a Igreja celebra neste dia o ministério do Catequista. Os catequistas são, por vocação e missão, os grandes promovedores da fé na comunidade cristã preparando crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo.
Fontes: CNBB/Canção Nova
domingo, 18 de junho de 2023
Dom Valdir lança Carta Pastoral: “Tudo por causa do Evangelho”
Dom Valdir revela logo nas primeiras linhas que a carta foi escrita não para traçar diretrizes, mas para uma reflexão sobre o caminho de evangelização que todos somos são chamados a trilhar: “por uma Igreja sinodal e missionária”.
Há seis meses à frente da diocese e tendo conhecido parte da realidade eclesial e missionária, ressalta por várias vezes que: “a missão de todos nós é viver o Evangelho e anunciá-lo com empenho na ação evangelizadora e missionária, na perspectiva de uma Igreja em saída”.
Projeto Pós-Crisma: Paróquia São José Operário um sonho possível
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| Pe. Túlio durante explicação do projeto |
Um dos grandes desafios pastorais que hoje a Igreja enfrenta é a permanência dos adolescentes crismados nas atividades eclesiais.
Que influências a sociedade contemporânea tem sobre esse comportamento?
Ao buscar respostas para tais questionamentos, podemos nos deparar com outra pergunta: será que nós, Igreja, oferecemos alternativas viáveis que respondam às necessidades dos adolescentes crismados? Essa problemática de adolescentes inseridos em grupos de jovens mais maduros é denominada pela CNBB como “adolescentização dos grupos de jovens” (CNBB, doc. 85, n. 171) e, frente a ela, a Igreja é convidada a propor soluções. Nesta reunião ficou definido os futuros padrinhos, ficando aberto para inclusão de mais padrinhos a serem indicados pelos catequistas de nossa paróquia. Novo encontro da equipe em nossa paróquia esta previsto para o mês de agosto/23. Rezemos todos nós pelo êxito desta Missão em nossa Paróquia. Que Deus nos dê forças para que tenhamos a coragem de nos lançar para o novo que se nos apresenta. Que acreditemos na força, na fé, na alegria, na vibração e no entusiasmo que há em nossos adolescentes.
sexta-feira, 16 de junho de 2023
22 atitudes que você não deve fazer na missa e talvez não saiba
Participar de corpo e alma da Santa Missa pode nos trazer inúmeros benefícios. Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja.
01 – Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;
02 – Não usar roupas impróprias. O vestuário de um católico expressa sua vocação batismal. Não use vestuário desrespeitoso ou que possa chamar a atenção (bermudas, camisetas cavadas, decote, minissaia, shorts, etc);
03 – Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;
04 – Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);
05 – Não masque chiclete, nem coma ou beba. Só é permitida água, em caso de necessidade e por questão de saúde;
06 – Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso durante a liturgia. O seu corpo deve expressar a sua devoção;
07 – A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);
08 – Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;
09 – Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;
10 – Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.
11 – Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se. Se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar;
12 – Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;
13 – Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;
14 – Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;
15 – Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;
16 – Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;
17 – Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;
18 – Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;
19 – Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;
20 – Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;
21 – Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;
22 – Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção final, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.
Fonte: Desde lá Fé.
Feijoada da Comunidade Santa Cruz - Paróquia São José Operário
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Convites à venda após as celebrações.
Convite: R$ 50,00, crianças até 10 anos não pagam.
OBS: Bebidas e sobremesas vendidas à parte.
COMPAREÇA E TRAGA SUA FAMÍLIA!
📍Rua Ernesto Pincinato, 552, Quinta das Videiras, Jundiaí -SP
domingo, 11 de junho de 2023
Um olhar sobre vocação e namoro nos dias de hoje
“O amor de vocês é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz” (Os 6,4). Muitas pessoas que se consagraram a Deus ou que se casaram o fizeram por encanto, mas o encanto passa. Durante a nossa existência, sempre passaremos por momentos de desencanto, seja conosco mesmos, seja com as pessoas, seja com Deus, seja com a vida e a missão que abraçamos. O verdadeiro amor sobrevive ao desencanto, porque ele não é encanto, nem paixão. O verdadeiro amor é compromisso. Como afirmou o Papa Francisco: “Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável, comprometer-nos a amar-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma rica intimidade. O amor que nos prometemos supera toda a emoção, sentimento ou estado de ânimo, embora possa incluí-los. É um querer-se bem mais profundo, com uma decisão do coração que envolve toda a existência” (AL,163). Só esse amor é capaz de sustentar a nossa fidelidade à vocação que recebemos.
domingo, 4 de junho de 2023
Solenidade Santíssima Trindade 2023 - Paróquia São José Operário
XXIX Querigma (Nível1) - Paróquia São José Operário
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Espaço do Seminarista João Pedro
"Quão amável ó senhor são suas moradas" (Sl 83[84], 2)
Vivemos o auge do ano litúrgico nestes últimos 50 dias. A Páscoa permeou um período grande de dias, nos quais celebramos uma só realidade: a ressurreição de Cristo. Tão grande foi essa alegria, que não pudemos a conter num só dia ou semana.
Mas, com a festa de Pentecostes, encerramos esse ciclo. Saímos do Tempo Pascal e retornamos ao Tempo Comum. Que significa essa mudança? Terminada está nossa alegria? Findou-se as maravilhas que o Senhor fez em nós?
Obviamente, a resposta para as duas últimas perguntas é negativa. A nossa alegria permanece e as maravilhas do Tempo Pascal igualmente. A mudança que nós vemos não é na esperança, fé, amor ou qualquer outra realidade, exceto na forma em que nós celebramos essa realidade.
A liturgia é uma expressão concreta de realidades que nós não podemos contemplar diretamente com nossos olhos. É uma realidade verdadeiramente elevada, na qual se fazem concretas as realidades celestes.
Esse movimento de celebrarmos os mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo durante o Ano Litúrgico, é necessário, para que nossa fragilidade humana recorde-se de tudo que Cristo fez por nós.
Na Páscoa, o tempo mais forte da liturgia, celebramos os mistérios da nossa redenção. O tempo que voltaremos a celebrar, o Tempo Comum, não é desinteressante ou supérfluo apenas por causa da grande importância da Páscoa, mas é justamente edificado graças a ela.
Vimos as grandes maravilhas que Deus fez a nós pela Páscoa e agora contemplamos a vida que Nosso Senhor levou até chegar esse momento: seus discursos, atos, curas, milagres, portentos.
Celebrarmos novamente o Tempo Comum é celebrarmos a vida cotidiana que Cristo levou, como nós levamos hoje. Lembrarmos que Deus se fez homem como nós: aprendeu, rezou, falou, trabalhou, riu, chorou...
Vivermos o Tempo Comum é termos de lembrar que temos um cotidiano para sustentar sempre na presença de Deus. Santificarmos nossa vida, estudo, trabalho e família e consagrarmos ao Senhor tudo o que temos de mais simples, ou seja: Buscarmos ser como Jesus a cada dia, lembrando que a casa de Deus não é tão somente a Igreja, mas nosso coração e nossos lares. É nessa realidade que devemos ler o versículo do salmo que propus para introduzir essa catequese.
Deus abençoe a todos!
Seminarista João Pedro
sexta-feira, 26 de maio de 2023
ECC- Inscrições 2023 abertas (Paróquia São José Operário)
quarta-feira, 17 de maio de 2023
CANTINHO DO DÍZIMO
Mensagens sobre o Dízimo
O dízimo é a resposta concreta do nosso reconhecimento a Deus, que se estabelece através da nossa fé e da nossa razão. Fé porque fazemos sem nos perguntar. Razão porque possibilita perguntas.A manifestação de Deus acontece se nós permitirmos. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap. 3,20).
Deus age através do dízimo se ousarmos fazer essa experiência de fé. Em todas as circunstâncias da vida, veremos que o dízimo terá uma relação de criatura/Criador, Filho/Pai, irmãos/Pai. Ao lermos atentamente as mensagens a seguir, fundamentadas na Palavra de Deus, no Documento de Aparecida, veremos que o dízimo tem tudo a ver com:
Dízimo é sinal de fé
Muitas vezes somos como Tomé: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20,25). Essa é a atitude do “ver para crer”. Mas Jesus diz: “Felizes os que não viram, e creram” (Jo 20,28). Essa é a atitude do “crer para ver”. A Palavra nos diz que devemos com fé, fazer uma experiência de dízimo e ver se Deus não derrama suas bênçãos (Cf. Ml 3,10).
Dízimo é conversão
“Conversão é a resposta inicial de quem escutou o Senhor com admiração, crê n ‘Ele pela ação do Espírito, decide ser seu amigo e ir após Ele, mudando sua forma de pensar e de viver” (DA 278b).A devolução do dízimo é gesto concreto de conversão e da fé.
Dízimo é obediência
“Trazei ao tesouro do templo o dízimo integral, para que haja recursos na minha casa. Fazei comigo essa experiência — diz o Senhor dos exércitos. Vamos ver se não abro as comportas do céu, se não derramo sobre vós minhas bênçãos de fartura” (Mt 3,10).
A devolução do dízimo é um ato de fé e de obediência.
Dízimo é gratidão
“Jesus perguntou: não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar gloria a Deus, a não ser esse estrangeiro” (te 17,17-18).
A gratidão a Deus não está separada da nossa fé. Ser grato a Deus através do dízimo é um gesto de bondade e gratuidade que reflete no nosso cotidiano. O dízimo é a materialização da nossa gratidão e fé.
Dízimo é generosidade
São Paulo nos alerta para algo muito importante: “Saibam de uma coisa: quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher”? (II Cor 9,6). Já o Papa Francisco nos ensina: “Tudo o que se compartilha, se multiplica”. Um coração aberto a partilha generosa, é um coração aberto para receber todas as bênçãos de Deus.
“É necessária uma atitude permanente que se manifeste em opções e gestos concretos “(DA 397). Façamos do dízimo uma experiência generosa e concreta.
Dízimo é caridade
“Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7).
O dízimo é reflexo do coração. A razão norteia, mas é o coração que dá o impulso à ação da caridade. Deus, porém, difundiu sua caridade em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5,5).
Dízimo é alegria
“Quando oferecer alguma coisa, esteja de rosto alegre, e consagre o dízimo com boa vontade”. (Eclo 35,8).
Um coração alegre sabe partilhar. A devolução do dízimo é um gesto concreto bíblico de partilha. Devemos sentir alegria porque o Senhor nos dá inúmeras oportunidades todos os dias para nos sentirmos alegres e partilhar.
Dízimo é partilha
O apelo que o João Batista faz ao povo é para que convertam o coração. A conversão se transforma em preocupação com os irmãos e consequentemente a partilha. “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” ( Lc 3,11). O dízimo é o reflexo da conversão e da partilha. De forma miraculosa, Jesus nos mostra que a partilha é a grande solução da multidão: “Então ele pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou sobre eles a benção, partiu-os e os deu aos discípulos para que os distribuíssem á multidão. Todos comeram e se saciaram. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram”. (Lc 9,16-17).
Dízimo é amor
“Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda tua alma e com todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos” (Mt 22,37;40).
Devolve-se o dízimo por amor a Deus, aos irmãos e a Igreja. Resumidamente aqui se encontra as três dimensões do dízimo: Religiosa – manutenção do culto; Social – ajuda aos necessitados (Casa Santa Bernadete e Vicentinos) – Missionária – propagação do Evangelho. Quando realizamos a devolução do dízimo no amor, muitos questionamentos desaparecem de nossa mente e aí somamos força junto à comunidade, para o bem do povo de Deus.
Dízimo
Prática sistemática e mensal que cada fiel assume em sua paróquia/comunidade em sinal de gratidão a Deus e de sua fé. Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar, nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7). Todo paroquiano é responsável por sua paróquia/comunidade.
Ofertas
Ato de gratidão e reconhecimento pelo muito que Deus nos faz, vivido nas celebrações litúrgicas.
Paroquiano, que as mensagens sobre o dízimo o leve a uma reflexão profunda, no sentido de perceber a ligação bíblica do dízimo. Seja um dizimista consciente e fiel, tornando-se assim, um paroquiano verdadeiramente comprometido com sua paróquia.
quinta-feira, 4 de maio de 2023
MARÍA ASCENCIÓN ROMERO, MEMBRO DO DICASTERIO PARA EVANGELIZAÇÃO
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| Maria Ascención- Kiko - Papa Francisco- Pe. Mário |
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| MARÍA ASCENCIÓN ROMERO |
María Ascensión Romero manifestou a sua gratidão ao Santo Padre pela confiança que depositou nela e em toda a Via Neocatecumenal, com esta nomeação, e garantiu a sua plena colaboração nesta missão. Ela também pede aos irmãos e irmãs do Caminho Neocatecumenal que a ajudem e a todo o Departamento de Evangelização com suas orações.
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