EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

domingo, 18 de junho de 2023

Dom Valdir lança Carta Pastoral: “Tudo por causa do Evangelho”

Na missão de viver e anunciar o Evangelho e com a proposta de, a partir de um caminho sinodal, viver uma conversão pastoral e missionária na Diocese de Campo Limpo, Dom Valdir José de Castro (presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação da CNBB), lança primeira carta pastoral. A Diocese de Campo Limpo lançará na sexta, 16, a Carta Pastoral de Dom Valdir José de Castro, ssp, bispo diocesano, intitulada “Tudo por causa do Evangelho”. Esta é a primeira vez na história da diocese que um bispo escreve uma carta pastoral.

Dom Valdir revela logo nas primeiras linhas que a carta foi escrita não para traçar diretrizes, mas para uma reflexão sobre o caminho de evangelização que todos somos são chamados a trilhar: “por uma Igreja sinodal e missionária”.

Há seis meses à frente da diocese e tendo conhecido parte da realidade eclesial e missionária, ressalta por várias vezes que: “a missão de todos nós é viver o Evangelho e anunciá-lo com empenho na ação evangelizadora e missionária, na perspectiva de uma Igreja em saída”.

Projeto Pós-Crisma: Paróquia São José Operário um sonho possível

Pe. Túlio durante explicação do projeto
O aceno positivo e uma providência de Deus e também ao trabalho e perseverança significativa do nosso Pároco Pe. Daniel que estimulou, lutou bastante contribuindo bastante na vinda do Pós Crisma na Paróquia São José Operário.  Em Jundiaí, o Pós Crisma, até o   presente momento, somente é realidade nas Paróquias, Nossa Senhora do Desterro (Catedral), Nova Jerusalém e Nossa Senhora de Fátima .Os testemunhos dos jovens (Catedral), padrinhos e catequistas durante o encontro e a presença dos responsáveis neste, sábado,(17) em nossa Paróquia evidencia o quanto é importante para paróquia esta conquista. É um ânimo, uma força para os jovens encarem com coragem e fé os desafios desse tempo, num mundo secularizado.
A implantação do projeto Pós-Crisma, como a de qualquer novo projeto, não se dá sem obstáculos. Nosso principal desafio passa pela necessidade de uma mudança de mentalidade, pois muitas vezes, o crismando acredita que o Sacramento da Crisma seja o final de sua caminhada na Igreja e, portanto, não haveria mais necessidade de continuar, depois, o seu compromisso de cristão. Essa concepção, totalmente equivocada, vez que, ao ser crismado, não se chega ao término da vida cristã, mas se completa o processo de iniciação cristã, que predominou (e/ou ainda predomina) no cenário eclesial tem sérias e graves consequências, pois não atrai o adolescente crismado para prosseguir em sua caminhada na Igreja. É o que chamamos de uma mentalidade sacramentalista e não de uma verdadeira vivência cristã ,enfatizou Pe. Túlio responsável pela equipe do Regional Sul 1 da paróquia Santa Bernadete-SP. Este projeto consiste na criação de uma etapa de evangelização para os adolescentes que foram crismados, a fim de ajudá-los a elaborarem um projeto pessoal de vida e a perseverarem na caminhada cristã, até que por volta dos 18 anos, quando já são considerados jovens , possam ingressar nos inúmeros grupos de jovens já existentes.
Um dos grandes desafios pastorais que hoje a Igreja enfrenta é a permanência dos adolescentes crismados nas atividades eclesiais.
Que influências a sociedade contemporânea tem sobre esse comportamento?
Ao buscar respostas para tais questionamentos, podemos nos deparar com outra pergunta: será que nós, Igreja, oferecemos alternativas viáveis que respondam às necessidades dos adolescentes crismados? Essa problemática de adolescentes inseridos em grupos de jovens mais maduros é denominada pela CNBB como “adolescentização dos grupos de jovens” (CNBB, doc. 85, n. 171) e, frente a ela, a Igreja é convidada a propor soluções. Nesta reunião ficou definido os futuros padrinhos, ficando aberto para inclusão de mais padrinhos a serem indicados pelos catequistas de nossa paróquia. Novo encontro da equipe em nossa paróquia esta previsto para o mês de agosto/23. Rezemos todos nós pelo êxito desta Missão em nossa Paróquia. Que Deus nos dê forças para que tenhamos a coragem de nos lançar para o novo que se nos apresenta. Que acreditemos na força, na fé, na alegria, na vibração e no entusiasmo que há em nossos adolescentes.

sexta-feira, 16 de junho de 2023

22 atitudes que você não deve fazer na missa e talvez não saiba

 Participar de corpo e alma da Santa Missa pode nos trazer inúmeros benefícios. Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja.

01 – Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;

02 – Não usar roupas impróprias. O vestuário de um católico expressa sua vocação batismal. Não use vestuário desrespeitoso ou que possa chamar a atenção (bermudas, camisetas cavadas, decote, minissaia, shorts, etc);

03 – Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;

04 – Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);

05 – Não masque chiclete, nem coma ou beba. Só é permitida água, em caso de necessidade e por questão de saúde;

06 – Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso durante a liturgia. O seu corpo deve expressar a sua devoção;

07 – A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);

08 – Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;

09 – Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;

10 – Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.

11 – Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se. Se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar;

12 – Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;

13 – Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;

14 – Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;

15 – Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;

16 – Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;

17 – Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;

18 – Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;

19 – Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;

20 – Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;

21 – Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;

22 – Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção final, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.

Fonte: Desde lá Fé.

Feijoada da Comunidade Santa Cruz - Paróquia São José Operário

 

Domingo dia 25/06/2023 às 11h30, acontecerá a 20° Feijoada da Comunidade Santa Cruz.

Convites à venda após as celebrações.


Convite: R$ 50,00, crianças até 10 anos não pagam.

OBS: Bebidas e sobremesas vendidas à parte.


COMPAREÇA E TRAGA SUA FAMÍLIA! 


📍Rua Ernesto Pincinato, 552, Quinta das Videiras, Jundiaí -SP

domingo, 11 de junho de 2023

Um olhar sobre vocação e namoro nos dias de hoje

Estamos no clima da celebração do dia dos namorados. Providencialmente, a Palavra de Deus nos coloca diante de uma crítica importante: “O amor de vocês é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz” (Os 6,4). Enquanto os namorados manifestam estar apaixonados e a maioria tem vida sexual ativa, muitos casais manifestam esfriamento, apatia, desencanto, chegando ao ponto de abandonarem a vida sexual. A centralidade do namoro na vida sexual atrapalha o diálogo, o conhecimento mútuo e a capacidade da renúncia, a qual será exigida na vida conjugal, quando diversos fatores interferirem na vida sexual do casal. Só quem se casa percebe, com o tempo, que a relação sexual não é o eixo principal do casamento, mas consequência do diálogo, do companheirismo, do afeto e do compromisso que o casal abraçou de cuidar um do outro até o fim.

“O amor de vocês é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz” (Os 6,4). Muitas pessoas que se consagraram a Deus ou que se casaram o fizeram por encanto, mas o encanto passa. Durante a nossa existência, sempre passaremos por momentos de desencanto, seja conosco mesmos, seja com as pessoas, seja com Deus, seja com a vida e a missão que abraçamos. O verdadeiro amor sobrevive ao desencanto, porque ele não é encanto, nem paixão. O verdadeiro amor é compromisso. Como afirmou o Papa Francisco: “Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável, comprometer-nos a amar-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma rica intimidade. O amor que nos prometemos supera toda a emoção, sentimento ou estado de ânimo, embora possa incluí-los. É um querer-se bem mais profundo, com uma decisão do coração que envolve toda a existência” (AL,163). Só esse amor é capaz de sustentar a nossa fidelidade à vocação que recebemos.

domingo, 4 de junho de 2023

Solenidade Santíssima Trindade 2023 - Paróquia São José Operário

 A palavra-chave para nos aproximarmos do mistério da Santíssima Trindade é uma só: relacionamento. O Deus único e verdadeiro não Se revelou na Sagrada Escritura na Pessoa do Pai, do Filho e do Espírito Santo para ser entendido, ou seja, para caber dentro da nossa compreensão mental, mas para vivermos dentro de um relacionamento com as três Pessoas da Santíssima Trindade, um relacionamento pautado não no medo, mas unicamente no amor. Eis como o apóstolo Paulo saúda a Igreja que está em Corinto: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós” (2Cor 13,13). Cada cristão é convidado a estabelecer um relacionamento com a Pessoa do Pai, com a Pessoa do Filho e com a Pessoa do Espírito Santo. Em relação ao Pai, nos deixando amar e cuidar por Ele; em relação ao Filho, seguindo seus passos (Evangelho) e vivendo na intimidade com o Pai e na obediência à sua vontade, como o Filho sempre fez; em relação ao Espírito Santo, aceitando a orientação da sua voz em nossa consciência e nos deixando conduzir por Ele no caminho da vida de cada dia.

XXIX Querigma (Nível1) - Paróquia São José Operário


 FALTA MENOS DE UMA SEMANA!!

Está chegando nosso XXIX Querigma Nível I, e você, já garantiu sua inscrição?
Fiquem ligados, pois as inscrições se encerram dia 07 (quinta-feira)!
Inscrições:

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Espaço do Seminarista João Pedro

 "Quão amável ó senhor são suas moradas" (Sl 83[84], 2)

Vivemos o auge do ano litúrgico nestes últimos 50 dias. A Páscoa permeou um período grande de dias, nos quais celebramos uma só realidade: a ressurreição de Cristo. Tão grande foi essa alegria, que não pudemos a conter num só dia ou semana. 

Mas, com a festa de Pentecostes, encerramos esse ciclo. Saímos do Tempo Pascal e retornamos ao Tempo Comum. Que significa essa mudança? Terminada está nossa alegria? Findou-se as maravilhas que o Senhor fez em nós? 

Obviamente, a resposta para as duas últimas perguntas é negativa. A nossa alegria permanece e as maravilhas do Tempo Pascal igualmente. A mudança que nós vemos não é na esperança, fé, amor ou qualquer outra realidade, exceto na forma em que nós celebramos essa realidade. 

A liturgia é uma expressão concreta de realidades que nós não podemos contemplar diretamente com nossos olhos. É uma realidade verdadeiramente elevada, na qual se fazem concretas as realidades celestes. 

Esse movimento de celebrarmos os mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo durante o Ano Litúrgico, é necessário, para que nossa fragilidade humana recorde-se de tudo que Cristo fez por nós. 

Na Páscoa, o tempo mais forte da liturgia, celebramos os mistérios da nossa redenção. O tempo que voltaremos a celebrar, o Tempo Comum, não é desinteressante ou supérfluo apenas por causa da grande importância da Páscoa, mas é justamente edificado graças a ela. 

Vimos as grandes maravilhas que Deus fez a nós pela Páscoa e agora contemplamos a vida que Nosso Senhor levou até chegar esse momento: seus discursos, atos, curas, milagres, portentos. 

Celebrarmos novamente o Tempo Comum é celebrarmos a vida cotidiana que Cristo levou, como nós levamos hoje. Lembrarmos que Deus se fez homem como nós: aprendeu, rezou, falou, trabalhou, riu, chorou... 

Vivermos o Tempo Comum é termos de lembrar que temos um cotidiano para sustentar sempre na presença de Deus. Santificarmos nossa vida, estudo, trabalho e família e consagrarmos ao Senhor tudo o que temos de mais simples, ou seja: Buscarmos ser como Jesus a cada dia, lembrando que a casa de Deus não é tão somente a Igreja, mas nosso coração e nossos lares. É nessa realidade que devemos ler o versículo do salmo que propus para introduzir essa catequese. 

Deus abençoe a todos!

Seminarista João Pedro

sexta-feira, 26 de maio de 2023

ECC- Inscrições 2023 abertas (Paróquia São José Operário)

Temos um convite especial para você que ainda não fez o Encontro, ou gostaria de indicar para um casal amigo, procure nossa secretaria Paroquial ou faça sua inscrição através do link:
O Encontro será nos dias 25,26 e 27 de Agosto. Convide um casal que você conhece!

 

quarta-feira, 17 de maio de 2023

CANTINHO DO DÍZIMO


Mensagens sobre o Dízimo

O dízimo é a resposta concreta do nosso reconhecimento a Deus, que se estabelece através da nossa fé e da nossa razão. Fé porque fazemos sem nos perguntar. Razão porque possibilita perguntas.

A manifestação de Deus acontece se nós permitirmos. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap. 3,20).

Deus age através do dízimo se ousarmos fazer essa experiência de fé. Em todas as circunstâncias da vida, veremos que o dízimo terá uma relação de criatura/Criador, Filho/Pai, irmãos/Pai. Ao lermos atentamente as mensagens a seguir, fundamentadas na Palavra de Deus, no Documento de Aparecida, veremos que o dízimo tem tudo a ver com:

Dízimo é sinal de fé

Muitas vezes somos como Tomé: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20,25). Essa é a atitude do “ver para crer”. Mas Jesus diz: “Felizes os que não viram, e creram” (Jo 20,28). Essa é a atitude do “crer para ver”. A Palavra nos diz que devemos com fé, fazer uma experiência de dízimo e ver se Deus não derrama suas bênçãos (Cf. Ml 3,10).

Dízimo é conversão

“Conversão é a resposta inicial de quem escutou o Senhor com admiração, crê n ‘Ele pela ação do Espírito, decide ser seu amigo e ir após Ele, mudando sua forma de pensar e de viver” (DA 278b).A devolução do dízimo é gesto concreto de conversão e da fé.

Dízimo é obediência

“Trazei ao tesouro do templo o dízimo integral, para que haja recursos na minha casa. Fazei comigo essa experiência — diz o Senhor dos exércitos. Vamos ver se não abro as comportas do céu, se não derramo sobre vós minhas bênçãos de fartura” (Mt 3,10).

A devolução do dízimo é um ato de fé e de obediência.

Dízimo é gratidão

“Jesus perguntou: não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar gloria a Deus, a não ser esse estrangeiro” (te 17,17-18).

A gratidão a Deus não está separada da nossa fé. Ser grato a Deus através do dízimo é um gesto de bondade e gratuidade que reflete no nosso cotidiano. O dízimo é a materialização da nossa gratidão e fé.

Dízimo é generosidade

São Paulo nos alerta para algo muito importante: “Saibam de uma coisa: quem semeia com mesquinhez, com mesquinhez há de colher; quem semeia com generosidade, com generosidade há de colher”? (II Cor 9,6). Já o Papa Francisco nos ensina: “Tudo o que se compartilha, se multiplica”. Um coração aberto a partilha generosa, é um coração aberto para receber todas as bênçãos de Deus.

“É necessária uma atitude permanente que se manifeste em opções e gestos concretos “(DA 397). Façamos do dízimo uma experiência generosa e concreta.

Dízimo é caridade

“Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7).

O dízimo é reflexo do coração. A razão norteia, mas é o coração que dá o impulso à ação da caridade. Deus, porém, difundiu sua caridade em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5,5).

Dízimo é alegria

“Quando oferecer alguma coisa, esteja de rosto alegre, e consagre o dízimo com boa vontade”. (Eclo 35,8).

Um coração alegre sabe partilhar. A devolução do dízimo é um gesto concreto bíblico de partilha. Devemos sentir alegria porque o Senhor nos dá inúmeras oportunidades todos os dias para nos sentirmos alegres e partilhar.

Dízimo é partilha

O apelo que o João Batista faz ao povo é para que convertam o coração. A conversão se transforma em preocupação com os irmãos e consequentemente a partilha. “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” ( Lc 3,11). O dízimo é o reflexo da conversão e da partilha. De forma miraculosa, Jesus nos mostra que a partilha é a grande solução da multidão: “Então ele pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou sobre eles a benção, partiu-os e os deu aos discípulos para que os distribuíssem á multidão. Todos comeram e se saciaram. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram”. (Lc 9,16-17).

Dízimo é amor

“Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda tua alma e com todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos” (Mt 22,37;40).

Devolve-se o dízimo por amor a Deus, aos irmãos e a Igreja. Resumidamente aqui se encontra as três dimensões do dízimo: Religiosa – manutenção do culto; Social – ajuda aos necessitados (Casa Santa Bernadete e Vicentinos) – Missionária – propagação do Evangelho. Quando realizamos a devolução do dízimo no amor, muitos questionamentos desaparecem de nossa mente e aí somamos força junto à comunidade, para o bem do povo de Deus.

Dízimo

Prática sistemática e mensal que cada fiel assume em sua paróquia/comunidade em sinal de gratidão a Deus e de sua fé. Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar, nem constrangimento, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9,7). Todo paroquiano é responsável por sua paróquia/comunidade.

Ofertas

Ato de gratidão e reconhecimento pelo muito que Deus nos faz, vivido nas celebrações litúrgicas.

Paroquiano, que as mensagens sobre o dízimo o leve a uma reflexão profunda, no sentido de perceber a ligação bíblica do dízimo. Seja um dizimista consciente e fiel, tornando-se assim, um paroquiano verdadeiramente comprometido com sua paróquia.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

MARÍA ASCENCIÓN ROMERO, MEMBRO DO DICASTERIO PARA EVANGELIZAÇÃO

Maria Ascención- Kiko - Papa Francisco- Pe. Mário
MARÍA ASCENCIÓN ROMERO
O Santo Padre, o Papa Francisco, nomeou hoje, 25 de abril de 2023, os Membros do Dicastério para a Evangelização, Seção para Questões Fundamentais da Evangelização Mundial, com mandato por 5 anos. Entre estes, juntamente com dez cardeais de várias partes do mundo, quatro arcebispos e bispos, uma freira e três outros leigos, a Missionária María Ascensión Romero Antón, membro da Equipa Internacional Responsável pela Caminho Neocatecumenal, foi nomeada.
María Ascensión Romero manifestou a sua gratidão ao Santo Padre pela confiança que depositou nela e em toda a Via Neocatecumenal, com esta nomeação, e garantiu a sua plena colaboração nesta missão. Ela também pede aos irmãos e irmãs do Caminho  Neocatecumenal que a ajudem e a todo o Departamento de Evangelização com suas orações.

terça-feira, 18 de abril de 2023

História: Os primórdios de nossa paróquia São José Operário

Formação de novos Acólitos

Aqui um convite de nossa coordenadora dos Acólitos de nossa paróquia Giovanna Bianchini.
Já está previsto a nova formação para o próximo 20 de maio, os encontros de formação para acólitos e pequenos acólitos com idade a partir de 5 anos para pequenos acólitos e 14 anos para acólitos. Portanto, pais e mães já estão abertas às inscrições através de nossa secretária paroquial e WhatsApp paroquial.

60° Assembleia Geral dos Bispos do Brasil

Nesta quarta-feira, 19 de abril acontece a cerimônia de abertura da 60° Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (CNBB) no Centro de Convenções Padre Vítor Coelho de Almeida do Santuário Nacional de Aparecida. Durante a Assembleia Geral haverá a eleição, com voto secreto, para 20 funções/serviços à CNBB, sendo os 4 membros da presidência, 12 presidentes das Comissões Episcopais permanentes, 2 representantes da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), um titular e suplente, e 2 bispos que participarão do processo do Sínodo sobre a Sinodalidade, em Roma.

domingo, 16 de abril de 2023

Pe. Danilo Stradiotto, LC preside Missa em nossa Paróquia

Pe. Danilo Stradiotto, LC
Na oportunidade, Pe. Danilo Stradiotto, LC presente em nossa paróquia neste final de semana a convite de nosso pároco padre Daniel nos alegrou presidindo em nossa comunidade por ocasião da Festa da Divina Misericórdia. Sempre que possível, padre Danilo está sempre nos presenteando com sua presença. Aqui registramos, sempre, nosso agradecimento ao Pe. Danilo por permitir ser um missionário, instrumento de paz,
amor, caridade e fé! Em nossas preces, pedimos para que Deus o
mantenha sempre abastecido de coragem e perseverança para ser sempre, na vida da Igreja, fonte de luz e vida!
 

@padredanilolc