EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

terça-feira, 29 de agosto de 2023

MEMÓRIA DO MARTÍRIO DE SÃO JOÃO BATISTA

 Precursor de Cristo no nascimento e na morte

O santo precursor do nascimento, da pregação e da morte do Senhor mostrou o vigor de seu combate, digno dos olhos divinos, como diz a Escritura: E se diante dos homens sofreu tormentos, sua esperança está repleta de imortalidade (cf. Sb 3,4). Temos razão de celebrar a festa do dia do nascimento daquele que o tornou solene para nós por sua morte, e o ornou com o róseo fulgor de seu sangue. É justo venerarmos com alegria espiritual a memória de quem selou com o martírio o testemunho que deu em favor do Senhor.

Não há que duvidar, se São João suportou o cárcere e as cadeias, foi por nosso Redentor, de quem dera testemunho como precursor. Também por ele deu a vida. O perseguidor não lhe disse que negasse a Cristo, mas que calasse a verdade. No entanto morreu por Cristo.

Porque Cristo mesmo disse: Eu sou a verdade (Jo 14,6); por conseguinte, morreu por Cristo, já que derramou o sangue pela verdade. Antes, quando nasceu, pregou e batizou, dava testemunho de quem iria nascer, pregar, ser batizado. Também apontou para aquele que iria sofrer, sofrendo primeiro.

Um homem de tanto valor terminou a vida terrena pela efusão do sangue, depois do longo sofrimento da prisão. Aquele que proclamava o Evangelho da liberdade da paz celeste, foi lançado por ímpios às cadeias; foi fechado na escuridão do cárcere quem veio dar testemunho da luz e por esta mesma luz, que é Cristo, tinha merecido ser chamado de lâmpada ardente e luminosa. Foi batizado no próprio sangue aquele a quem tinha sido dado batizar o Redentor do mundo, ouvir sobre ele a voz do Pai, ver descer a graça do Espírito Santo. Contudo, para quem tinha conhecimento de que seria recompensado pelas alegrias perpétuas não era insuportável sofrer tais tormentos pela verdade, mas, pelo contrário, fácil e desejável.

Considerava desejável aceitar a morte, impossível de evitar por força da natureza, junto com a palma da vida perene, por ter confessado o nome de Cristo. Assim disse bem o Apóstolo: Porque vos foi dado por Cristo não apenas crer nele, mas ainda sofrer por ele (Fl 1,29). Diz ser dom de Cristo que os eleitos sofram por ele, conforme diz também: Os sofrimentos desta vida não se comparam à futura glória que se revelará em nós (Rm 8,18).

Das Homilias de São Beda Venerável, presbítero - (Séc.VIII)

domingo, 27 de agosto de 2023

Caminho Neocatecumanal anuncia evangelização na paróquia

Catequistas do Caminho Neocatecumenal estiveram presente nas comunidades da paróquia, anunciando, testemunhando e convidando para catequeses de formação para novas comunidades com início já no dia 30 próximo. Uma oportunidade para os interessados em conhecer um pouco mais sobre o Caminho, cujo itinerário se vive nas paróquias, em pequenas comunidades constituídas por pessoas de diversas idades e condições sociais levando,
gradualmente, os fiéis à intimidade com Jesus Cristo de modo prático e os transforma em sujeitos ativos na Igreja e testemunhas da Boa Notícia.
As catequeses destinam-se para pessoas a partir de 14 anos com duração de aproximadamente 2 meses (todas quartas e sexta-feiras as 20h. na matriz.

Dom Arnaldo presente na paróquia São José Operário

Oração, comunhão e missão!

Os três conselhos dados por nosso querido Bispo Dom Arnaldo, que presidiu pela primeira vez a celebração do Sacramento da Confirmação conosco,em celebração realizada no domingo dia 20, onde foram confirmadas na fé católica 83 pessoas sendo jovens e adultos e dentre elas 13 receberam pela primeira vez o Corpo e Sangue Eucarístico de Jesus Cristo.
Foi uma celebração muito linda, preparada com todo amor, zelo e dedicação pela nossa comunidade, onde até mesmo nosso Bispo elogiou: "uma celebração inesquecível". Um agradecimento especial ao nosso pároco, Padre Daniel, seminarista João, aos nossos Diáconos, a toda equipe de celebração e aos catequistas.
Também agradecemos aos pais e padrinhos por confiarem em nossos catequistas para educar e apresentar Jesus Cristo ao longo desse ano de catequeses.
Por fim, aos "donos da festa" e agora já crismados, desejamos que o Espírito Santo guie sempre seus passos, que possam estar repletos de fé, esperança e caridade e que fortalecidos pelos Dons do Espírito Santo possam seguir firmes na caminhada com Cristo!
São José Operário, rogai por nós!
(Colaboração Catequista Adler)

sábado, 19 de agosto de 2023

Oração à Nossa Senhora da Assunção

Ó dulcíssima soberana, rainha dos Anjos,

bem sabemos que, miseráveis pecadores,
não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas,
mas sabemos que a vossa grandeza não vos faz esquecer a nossa miséria e,
no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir,
aumenta cada vez mais para conosco.

Do alto desse trono em que reinais sobre todos os anjos e santos,

volvei para nós os vossos olhos misericordiosos;
vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, sem cessar,
expostos até o fim de nossa vida.

Pelos merecimentos de vossa bendita morte,
obtende-nos o aumento da fé, da confiança
e da santa perseverança na amizade de Deus,
para que possamos, um dia, ir beijar os vossos pés
e unir as nossas vozes às vozes dos espíritos celestes,
para louvar e cantar as vossas glórias eternamente no céu.
Assim seja!

Deus eterno e todo-poderoso,
que elevastes à glória do céu em corpo e alma
a Imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho,
dai-nos viver atentos às coisas do alto,
a fim de participarmos da sua glória.

Por Cristo, Senhor nosso. Amém!

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Nossa homenagem pelo “Dia do Diácono”

 O vocábulo “Diácono” significa “servo”, bem como “diaconia” significa “ofício de servir”. São Lourenço, cuja festa celebramos hoje (10), é autêntico modelo de diácono, não só pelo título e pela ordem sacramental por ele recebido. São Lourenço é exemplo de partilha dos bens materiais com os pobres, de serviço ao próximo e de ação de si, sem reservas à Igreja e ao Cristo Senhor, até a morte pelo martírio.

Rezemos pelos Diáconos de nossa Igreja, de nossa Diocese e também em particular aos diáconos que por aqui passaram pela nossa paróquia em especial aos diáconos Dirceu, Gerson e Difu atualmente em missão aqui entre nós. Peçamos a Deus Pai mediante a liturgia de hoje entender de fato o que significa de maneira concreta, mas afetuosa, o significado de ser grão de trigo que, "ao morrer (dar a vida) produz muito fruto"!

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Convite aberto a todos! Mês Vocacional e Semana da FAMÍLIA em nossa Paróquia. Venham todos!




Convite especial a você!: Catequese para jovens e adultos


Hoje, neste “ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e todos somos chamados a esta nova “saída” missionária. Cada cristão e cada comunidade discernirá qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado: sair da própria comodidade e se atrever a chegar a todas as periferias que necessitam da luz do Evangelho.

Ensinamento: A nova lei de nosso Senhor

Com todo o cuidado, irmãos, investiguemos o que se relaciona com a nossa salvação, para que o Maligno sedutor não se insinue em nós e nos lance fora de nossa vida.

Sobre isto lhes fala também em outra passagem: Por que jejuais para mim, diz o Senhor, de modo que hoje se escute vossa voz aos brados? Não é este o jejum que escolhi, diz o Senhor, não é o homem a humilhar sua alma (Is 58,4-5). A nós, porém, diz: Eis o jejum que eu escolhi, diz o Senhor: quebra toda cadeia de injustiça, desata os laços dos pactos violentos, deixa ir livres os oprimidos e rasga todo contrato iníquo. Parte teu pão com os famintos, ao veres um nu, cobre-o; faze entrar em tua casa aqueles que não têm teto. (cf. Is 58,6-10).

Fujamos de toda vaidade, tenhamos ódio profundo pelas obras dos caminhos maus. Não vos isoleis, fechando-vos sobre vós mesmos, como se já estivésseis justificados. Ao contrário, congregados na unidade, buscai aquilo que é do proveito de todos. A Escritura ensina: Ai dos prudentes para si mesmos e sábios aos próprios olhos (Is 5,21). Tornemo-nos espirituais, sejamos perfeito templo de Deus. Na medida do possível, meditemos sobre o temor de Deus e lutemos por guardar seus mandamentos, para nos alegrar com seus juízos. O Senhor julgará o mundo sem acepção de pessoas (cf. 1Pd 1,17). Cada um receberá conforme viveu; se houver sido bom, sua justiça o precederá; se mau, a paga da maldade estará diante dele. Não aconteça que, descansando em nossa vocação, durmamos em nossos pecados e o príncipe do mal, tendo obtido poder sobre nós, nos arrebate do reino do Senhor.

Entendei ainda isto, irmãos meus: se, como vedes, depois de tantos sinais e prodígios feitos em Israel, no entanto, eles são abandonados, estejamos atentos para que não se cumpra em nós o que está escrito, muitos os chamados, poucos os escolhidos (Mt 22,14) 
Da chamada Carta de Barnabé - (Séc.II)

Agosto de Deus!

No primeiro domingo de agosto, comemora-se a vocação sacerdotal.
O sacerdote age em nome de Cristo e é seu representante dentro de sua comunidade. Ao padre compete ser pastor e pai espiritual para todos sob sua responsabilidade. Pela caridade pastoral, ele deve buscar ser sinal de unidade e contribuir para a edificação e crescimento da comunidade de forma que ela torne-se cada vez mais atuante e verdadeira na vivência do Evangelho.

Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.
No segundo domingo, comemora-se a vocação matrimonial.

Por imitação do segundo domingo de maio - no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.
No terceiro domingo comemora-se a vocação à vida consagrada.

Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.

Homens e mulheres que consagraram suas vidas a Deus e ao próximo. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos vivos do Evangelho.

Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e das obras de caridade. Com sua vida consagrada, eles demonstram que a vida evangélica é plenamente possível de ser vivida, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor.
No quarto domingo, comemoram-se as vocações leigas.

Ser leigo atuante é ter consciência do chamado de Deus a participar ativamente da Igreja e do Reino contribuindo para a caminhada e o crescimento das comunidades rumo a Pátria Celeste. Assumir esta vocação é doar-se pelo Evangelho e estar junto a Cristo em sua missão de salvação e redenção.

Neste dia celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Os leigos atuam como colaboradores dos padres na catequese, na liturgia, nos ministérios de música, nas obras de caridade e nas diversas pastorais existentes.

Nos anos em que o mês de agosto possui cinco domingos, a Igreja celebra neste dia o ministério do Catequista. Os catequistas são, por vocação e missão, os grandes promovedores da fé na comunidade cristã preparando crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo.

Fontes: CNBB/Canção Nova


domingo, 18 de junho de 2023

Dom Valdir lança Carta Pastoral: “Tudo por causa do Evangelho”

Na missão de viver e anunciar o Evangelho e com a proposta de, a partir de um caminho sinodal, viver uma conversão pastoral e missionária na Diocese de Campo Limpo, Dom Valdir José de Castro (presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação da CNBB), lança primeira carta pastoral. A Diocese de Campo Limpo lançará na sexta, 16, a Carta Pastoral de Dom Valdir José de Castro, ssp, bispo diocesano, intitulada “Tudo por causa do Evangelho”. Esta é a primeira vez na história da diocese que um bispo escreve uma carta pastoral.

Dom Valdir revela logo nas primeiras linhas que a carta foi escrita não para traçar diretrizes, mas para uma reflexão sobre o caminho de evangelização que todos somos são chamados a trilhar: “por uma Igreja sinodal e missionária”.

Há seis meses à frente da diocese e tendo conhecido parte da realidade eclesial e missionária, ressalta por várias vezes que: “a missão de todos nós é viver o Evangelho e anunciá-lo com empenho na ação evangelizadora e missionária, na perspectiva de uma Igreja em saída”.

Projeto Pós-Crisma: Paróquia São José Operário um sonho possível

Pe. Túlio durante explicação do projeto
O aceno positivo e uma providência de Deus e também ao trabalho e perseverança significativa do nosso Pároco Pe. Daniel que estimulou, lutou bastante contribuindo bastante na vinda do Pós Crisma na Paróquia São José Operário.  Em Jundiaí, o Pós Crisma, até o   presente momento, somente é realidade nas Paróquias, Nossa Senhora do Desterro (Catedral), Nova Jerusalém e Nossa Senhora de Fátima .Os testemunhos dos jovens (Catedral), padrinhos e catequistas durante o encontro e a presença dos responsáveis neste, sábado,(17) em nossa Paróquia evidencia o quanto é importante para paróquia esta conquista. É um ânimo, uma força para os jovens encarem com coragem e fé os desafios desse tempo, num mundo secularizado.
A implantação do projeto Pós-Crisma, como a de qualquer novo projeto, não se dá sem obstáculos. Nosso principal desafio passa pela necessidade de uma mudança de mentalidade, pois muitas vezes, o crismando acredita que o Sacramento da Crisma seja o final de sua caminhada na Igreja e, portanto, não haveria mais necessidade de continuar, depois, o seu compromisso de cristão. Essa concepção, totalmente equivocada, vez que, ao ser crismado, não se chega ao término da vida cristã, mas se completa o processo de iniciação cristã, que predominou (e/ou ainda predomina) no cenário eclesial tem sérias e graves consequências, pois não atrai o adolescente crismado para prosseguir em sua caminhada na Igreja. É o que chamamos de uma mentalidade sacramentalista e não de uma verdadeira vivência cristã ,enfatizou Pe. Túlio responsável pela equipe do Regional Sul 1 da paróquia Santa Bernadete-SP. Este projeto consiste na criação de uma etapa de evangelização para os adolescentes que foram crismados, a fim de ajudá-los a elaborarem um projeto pessoal de vida e a perseverarem na caminhada cristã, até que por volta dos 18 anos, quando já são considerados jovens , possam ingressar nos inúmeros grupos de jovens já existentes.
Um dos grandes desafios pastorais que hoje a Igreja enfrenta é a permanência dos adolescentes crismados nas atividades eclesiais.
Que influências a sociedade contemporânea tem sobre esse comportamento?
Ao buscar respostas para tais questionamentos, podemos nos deparar com outra pergunta: será que nós, Igreja, oferecemos alternativas viáveis que respondam às necessidades dos adolescentes crismados? Essa problemática de adolescentes inseridos em grupos de jovens mais maduros é denominada pela CNBB como “adolescentização dos grupos de jovens” (CNBB, doc. 85, n. 171) e, frente a ela, a Igreja é convidada a propor soluções. Nesta reunião ficou definido os futuros padrinhos, ficando aberto para inclusão de mais padrinhos a serem indicados pelos catequistas de nossa paróquia. Novo encontro da equipe em nossa paróquia esta previsto para o mês de agosto/23. Rezemos todos nós pelo êxito desta Missão em nossa Paróquia. Que Deus nos dê forças para que tenhamos a coragem de nos lançar para o novo que se nos apresenta. Que acreditemos na força, na fé, na alegria, na vibração e no entusiasmo que há em nossos adolescentes.

sexta-feira, 16 de junho de 2023

22 atitudes que você não deve fazer na missa e talvez não saiba

 Participar de corpo e alma da Santa Missa pode nos trazer inúmeros benefícios. Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja.

01 – Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;

02 – Não usar roupas impróprias. O vestuário de um católico expressa sua vocação batismal. Não use vestuário desrespeitoso ou que possa chamar a atenção (bermudas, camisetas cavadas, decote, minissaia, shorts, etc);

03 – Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;

04 – Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);

05 – Não masque chiclete, nem coma ou beba. Só é permitida água, em caso de necessidade e por questão de saúde;

06 – Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso durante a liturgia. O seu corpo deve expressar a sua devoção;

07 – A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);

08 – Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;

09 – Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;

10 – Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.

11 – Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se. Se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar;

12 – Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;

13 – Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;

14 – Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;

15 – Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;

16 – Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;

17 – Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;

18 – Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;

19 – Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;

20 – Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;

21 – Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;

22 – Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção final, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.

Fonte: Desde lá Fé.

Feijoada da Comunidade Santa Cruz - Paróquia São José Operário

 

Domingo dia 25/06/2023 às 11h30, acontecerá a 20° Feijoada da Comunidade Santa Cruz.

Convites à venda após as celebrações.


Convite: R$ 50,00, crianças até 10 anos não pagam.

OBS: Bebidas e sobremesas vendidas à parte.


COMPAREÇA E TRAGA SUA FAMÍLIA! 


📍Rua Ernesto Pincinato, 552, Quinta das Videiras, Jundiaí -SP

domingo, 11 de junho de 2023

Um olhar sobre vocação e namoro nos dias de hoje

Estamos no clima da celebração do dia dos namorados. Providencialmente, a Palavra de Deus nos coloca diante de uma crítica importante: “O amor de vocês é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz” (Os 6,4). Enquanto os namorados manifestam estar apaixonados e a maioria tem vida sexual ativa, muitos casais manifestam esfriamento, apatia, desencanto, chegando ao ponto de abandonarem a vida sexual. A centralidade do namoro na vida sexual atrapalha o diálogo, o conhecimento mútuo e a capacidade da renúncia, a qual será exigida na vida conjugal, quando diversos fatores interferirem na vida sexual do casal. Só quem se casa percebe, com o tempo, que a relação sexual não é o eixo principal do casamento, mas consequência do diálogo, do companheirismo, do afeto e do compromisso que o casal abraçou de cuidar um do outro até o fim.

“O amor de vocês é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz” (Os 6,4). Muitas pessoas que se consagraram a Deus ou que se casaram o fizeram por encanto, mas o encanto passa. Durante a nossa existência, sempre passaremos por momentos de desencanto, seja conosco mesmos, seja com as pessoas, seja com Deus, seja com a vida e a missão que abraçamos. O verdadeiro amor sobrevive ao desencanto, porque ele não é encanto, nem paixão. O verdadeiro amor é compromisso. Como afirmou o Papa Francisco: “Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável, comprometer-nos a amar-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma rica intimidade. O amor que nos prometemos supera toda a emoção, sentimento ou estado de ânimo, embora possa incluí-los. É um querer-se bem mais profundo, com uma decisão do coração que envolve toda a existência” (AL,163). Só esse amor é capaz de sustentar a nossa fidelidade à vocação que recebemos.