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domingo, 10 de setembro de 2017

A difícil tarefa de corrigir e de aceitar ser corrigido

 A correção do irmão que erra encontra duas dificuldades. A primeira delas é o medo que temos de perder o afeto da pessoa que precisamos corrigir. Esse é um medo muito comum em muitos pais hoje em dia. Eles se esquecem de que “quem ama, educa”; quem ama, corrige. A não correção dos filhos, por medo de magoá-los ou “machucá-los”, não é amor, mas omissão da parte dos pais. Filhos não corrigidos por seus pais tornam-se “pessoas-problema”, problema para si mesmos, para os pais e para a sociedade; são rios que, por não aceitarem suas margens, transformaram-se em brejo; são árvores que, por não aceitarem ser podadas, só conseguem produzir frutos de baixa qualidade.      

   A outra dificuldade no campo da correção fraterna é a “imaturidade”. Ela faz com que a pessoa corrigida fique magoada, ressentida, e passe a olhar o irmão que a corrigiu como seu inimigo. A verdade é que a correção é um momento difícil para todos nós. Ela nos obriga a reconhecer que existem sombras na nossa imagem, que não somos tão bons quanto pensamos ser e, portanto, precisamos rever a nossa maneira de ser, de fazer as coisas e de tratar as pessoas. No fundo, é preciso ter uma boa dose de humildade para aceitar ser corrigido.
(Uma reflexão sobre o 23º Domingo do Tempo Comum)

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