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EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)
PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO -
Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO -
PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro
Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí
terça-feira, 13 de outubro de 2015
ESCALA DE OUTUBRO - 2015
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Padre João e as crianças
12 de Outubro: Dia das crianças: Uma benção especial!
Coincidentemente,
no primeiro final de semana de outubro a liturgia nos desafiava a não
afastarmos as crianças de Jesus, mas que, ao contrário, abramos caminho para
que elas possam ser tocadas por Jesus: “Deixai vir a mim as crianças. Não as
proibais, porque o reino de Deus é dos que são como elas” (Mc 10,14). As comemorações em torno das crianças se
complementam com o Dia do Professor. Se é verdade que os primeiros responsáveis
pela educação das crianças são os pais, não podemos esquecer a preciosa ajuda
que eles recebem, nesta tarefa, das professoras e dos professores. Em muitas
situações, eles devem, inclusive, fazer a tarefa que seria dos pais.
Assim eles se tornam, junto com os pais, os principais responsáveis pela
formação do caráter das futuras gerações.
Peçamos, pois, a
Nossa Senhora Aparecida que, assim como cuidou de seu filho Jesus, zele pelas
nossas crianças. Que ela inspire as professoras e os professores a bem
cumprirem com o seu papel de mestres. E que sobre todos estenda o seu manto
protetor.
Parabéns,
crianças, professoras e professores!
Paróquia celebra o dia da Padroeira do Brasil
de seus filhos. Está sempre preocupada. É ela que percebe e avisa a Jesus que os convidados não têm mais vinho. Vinho é símbolo do que há de melhor. A mãe sempre quer o melhor de seus filhos. É ela também que nos manda fazer o que Ele Nos disser. Maria é a ponte que nos faz estar ainda mais próximos de seu Filho.
sábado, 10 de outubro de 2015
12 de Outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida
FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU (cf. Lc 1, 45)
Ajudai, ó Mãe, a nossa fé.
Abri o nosso ouvido à Palavra, para reconhecermos a voz
de Deus e a sua chamada.
Desperte em nós o desejo de seguir os seus passos, saindo
da nossa terra e acolhendo a sua promessa.
Ajudai-nos a deixar-nos tocar pelo seu amor, para
podermos tocá-Lo com a fé.
Ajudai-nos a confiar-nos plenamente a Ele, a crer no seu
amor, sobretudo nos momentos de tribulação e cruz, quando a nossa fé é chamada
a amadurecer.
Semeai, na nossa fé, a alegria do Ressuscitado.
Recordai-nos que quem crê nunca está sozinho.
Ensinai-nos a ver com os olhos de Jesus, para que Ele
seja luz no nosso caminho. E que esta luz da fé cresça sempre em nós até chegar
aquele dia sem ocaso que é o próprio Cristo, vosso Filho, nosso Senhor.
(Encíclica Lumen Fidei)
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Outubro : Mês da Missões
![]() |
A missão transforma a Igreja |
O mês missionário, celebrado em todo o Brasil, traz
este ano o tema Missão é servir e o lema “Quem quiser ser o primeiro entre vós
seja o servo de todos” (Mc 10,44). Certamente, muito contribuirá para despertar
e fortalecer em nossa vida, na vida das comunidades, pastorais, movimentos e
serviços, a convicção de que, chamados por Deus para o seguimento a Jesus,
e iluminados pela ação do Espírito Santo, viver a missão que dele
recebemos. Tocados pela graça de Deus que sempre toma a iniciativa de nos
chamar e enviar e em comunhão com a Igreja, precisamos estar abertos à força da
missão. Jesus Cristo que vem ao nosso encontro nos contagia com sua presença,
assim como o fez com os discípulos de Emaús! (cf. Lc 24,32-35). O encontro com
Jesus Cristo nos faz cada vez mais convencidos de que a vida se torna rica e
fecunda quando, pela graça do Espírito Santo, a doamos, isto é, a entregamos
livre e gratuitamente na realização daquilo que Deus está nos pedindo para o
bem dos outros. A Missão nos envia a viver a proximidade, assumindo em
nós o sofrimento do outro e dos outros, bem como as alegrias e esperanças.
“Tocando a carne sofredora de Cristo no povo” (EG 24), sendo solidário, o
missionário dá sinais de que, guiado pelo Espírito Santo, ele acolhe a presença
de Cristo no irmão(a), “lava seus pés”, torna-se seu servidor(a). A vida
de tantas pessoas que vivem e anunciam o Evangelho, em especial por seu
testemunho de fé e solidariedade, é um sinal eloquente de que a Missão
transforma tudo, pois vem de Deus; é graça de Deus! Pelo batismo somos marcados
pela graça de Deus para sermos discípulos missionários(as) de Jesus Cristo,
cooperadores de Deus na missão. Cooperando com ele, fazemos a experiência de
sua presença que acompanha e dá sentido à missão, pois nossa vida está a
serviço da Missão. Então, não podemos desejar, nem permitir que a missão esteja
ao nosso serviço, aproveitando-nos dela pessoalmente ou para o meu grupo.
“Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço
para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus (...)
Esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado” (EG
2). Missão é servir, servir na gratuidade, entregando a vida por amor a Jesus
Cristo e às pessoas, aos pobres, à Igreja. “Na doação, a vida se fortalece; e
se enfraquece no comodismo e no isolamento. “Aqui descobrimos outra profunda
lei da realidade: ‘A vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para
dar vida aos outros’. Isto é, definitivamente, a missão» (DAp 360) (EG 10).A
força da Missão penetra a vida da pessoa, das famílias, das comunidades, de
toda a Igreja e de tantas outras pessoas e grupos. “A causa missionária deve
ser (…) a primeira de todas as causas». Que sucederia se tomássemos realmente a
sério estas palavras? Simplesmente reconheceríamos que a ação missionária é o
paradigma de toda a obra da Igreja” (cf. EG 15).A missão não é e nem pode ser
um enfeite em nós. Ela toma conta de tal forma de nosso ser que não pode ser
arrancada da nossa vida (cf. EG 273). Esta convicção dá firmeza, pois nasce de
uma experiência profunda de fé, nasce de dentro. A missão nos pede a entrega da
vida continuamente. Isto quer dizer que, para realizar a Missão, não basta
fazer coisas, mesmo quando bem feitas. Na missão, o centro não sou eu. Eu sou o
servo e não o Senhor; sou o aqueduto (que também bebe da água), mas não a
fonte. Por isso, a minha alegria é realizar o que o Senhor está indicando, sem
buscar recompensa pelo que fiz, pelos meus merecimentos. Feliz mês Missionário para todos e deixemos que a
Missão transforme a nossa vida e toda a Igreja!
Fonte CNBB
domingo, 4 de outubro de 2015
UM OLHAR SOBRE O SEMINÁRIO DIOCESANO E AOS FUTUROS PADRES
Primeiro domingo do mês é sempre um momento em que as equipes de celebração dedica um espaço para rezar pelo Seminário e é claro por todos os futuros padres que lá estão e por todos os formadores. Nossa colaboração também das ofertas neste dia oferecido.
Neste dia em que oportunamente celebramos São Francisco de Assis a ele recorremos nossas preces por todos os seminaristas para que a opção a vida consagrada não seja apenas uma profissão mas vocação/doação.
Como dizia São Francisco em uma de suas catequeses: "Não nos convém sermos sábios e prudentes segundo a carne, mas temos antes de ser simples, humildes e puros. Jamais desejemos ficar acima dos outros, mas prefiramos ser servos e submissos a toda criatura humana, por causa de Deus. Sobre todos os que assim agirem e perseverarem até o fim repousará o Espírito do Senhor e fará neles sua casa e mansão. Serão filhos do Pai celeste, pois fazem suas obras, e são esposos, irmãos e mães de nosso Senhor Jesus Cristo."
Neste dia em que oportunamente celebramos São Francisco de Assis a ele recorremos nossas preces por todos os seminaristas para que a opção a vida consagrada não seja apenas uma profissão mas vocação/doação.
Como dizia São Francisco em uma de suas catequeses: "Não nos convém sermos sábios e prudentes segundo a carne, mas temos antes de ser simples, humildes e puros. Jamais desejemos ficar acima dos outros, mas prefiramos ser servos e submissos a toda criatura humana, por causa de Deus. Sobre todos os que assim agirem e perseverarem até o fim repousará o Espírito do Senhor e fará neles sua casa e mansão. Serão filhos do Pai celeste, pois fazem suas obras, e são esposos, irmãos e mães de nosso Senhor Jesus Cristo."
sábado, 26 de setembro de 2015
Começa o Tríduo São Gabriel-2015
A Comunidade São Gabriel vive este momento especial de sua história. Nossa saudação a estes irmãos que não medem esforços para levar adiante o projeto de evangelização desta comunidade.
Gabriel é o arcanjo da Anunciação,
aquele que usa a trombeta para levar as notícias. O seu nome significa
"emissário do Senhor" e é o mais ligado aos acontecimentos da terra.
A maior preocupação deste arcanjo é desfazer conflitos e proporcionar aos seres
humanos a capacidade de adaptação a todas as circunstâncias. É enviado à terra
sempre com o objetivo de transmitir a luz divina e sensibilizar os adultos em
relação às crianças e à própria humanidade. Este espírito puro do trono celeste
é visto, citado e repetido tanto no Velho quanto no Novo Testamento.Gabriel arcanjo foi o escolhido por Deus para acompanhar todo o advento da
salvação, desde a revelação das profecias à anunciação da chegada do Messias,
acompanhando-o durante toda a sua vida terrena, Paixão e Ressurreição. Além
disso, é o portador da oração mais popular e mais querida do cristianismo: a
ave-maria.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Teresa D'Ávila, mulher fora do comum
A Igreja recorda os 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus ou Santa Teresa D'Ávila
O Papa Francisco, ao falar aos sacerdotes, religiosos e
seminaristas na Catedral de Havana (20/09/2015), foi contundente: "Que
jamais se cansem de perdoar". Bem dentro do contexto da figura humana
descomunal e atemporal, Teresa de Jesus disse que a pobreza é para os
religiosos "o muro e a mãe" contra o mundanismo, usando a expressão:
"A riqueza pauperiza". Quão assaz nossa ação de graças pelo dom da
mística de Teresa D'Ávila, totalmente ofertada à Igreja, em uma figura humana
marcada pela graça da santidade, tão inteligente quanto capaz, a ponto de
reformar e renovar o interior da Igreja, consciente de que esta, embora na
sonhada busca pela perfeição, pureza e lisura, é uma Igreja santa e pecadora,
sempre necessitada de conversão, ela buscava incessantemente a vida interior, a
qual tão bem descreveu como um castelo de sete moradas, no qual Deus habita no
ponto mais elevado. Nesse sentido, assim rezava: "Nada te perturbe. Nada
te amedronte. Tudo passa, só Deus não muda. A paciência tudo alcança. A quem tem
Deus nada falta. Só Deus basta!".
Como é maravilhoso chegar ao final do Ano Jubilar dos 500
anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus dentro de um conjunto de
iniciativas de âmbito espiritual e cultural, com exposições, cursos e
peregrinações. O Papa Francisco concedeu a graça da sua bênção a todos os fiéis
que "verdadeiramente arrependidos e movidos pela caridade" participam
dos Rituais Sagrados, agora no encerramento e em datas específicas, a saber:
Início do Ano Jubilar, a 15 de outubro de 2014; no dia de Natal, 25 de dezembro;
e em 2015, no aniversário do nascimento de Santa Teresa de Jesus, dia 28 de
março; no dia de Páscoa, a 5 de abril, e aos 15 de outubro de 2015.
O Papa Francisco, que decretou um Ano Jubilar por ocasião
do Quinto Centenário do nascimento daquela que afirmou: "Senhor, sou uma
filha da vossa Igreja e como filha da Igreja Católica quero morrer",
também asseverou em Havana: "O problema das instituições, igrejas ricas,
preocupadas, sobretudo, com a economia e a boa gestão, e cujos membros podem
'terminar mal e de maneira medíocre, caso se esqueçam dos mais pobres, dos mais
abandonados, dos mais doentes'". Teresa D'Ávila, considerada fundadora dos
Carmelitas Descalços, juntamente com São João da Cruz, aquele que disse:
"No entardecer desta vida, sereis julgados segundo o amor". Bendito
seja Deus por suas santas criaturas!
sábado, 19 de setembro de 2015
Quem é o maior? O primeiro em que? Uma abordagem sobre a liturgia da Palavra (Missa do 25º. dom. comum)
"Um remédio amargo , mas que pode trazer a cura"
Quem é o ‘maior’ na sua empresa ou na sua sala? Quem é o
‘maior’ na classe do seu filho? Quem é ‘maior’ na cidade? Quem é o ‘maior’ em
nossa Paróquia ou Diocese? Bom, mas por que essa preocupação com “quem é o
maior”? Deixemos que o apóstolo Tiago responda: “Onde há inveja e rivalidade,
aí estão as desordens... De onde vêm as guerras? De onde vêm as brigas entre
vós? Não vêm, justamente, das paixões que estão em conflito dentro de vós?”
(3,16; 4,1).
A preocupação em querer ser o maior é fruto de algo muito
mal resolvido dentro de nós e que se chama ‘sentimento de inferioridade’.
Quanto mais eu me sinto inferior – e se eu me sinto inferior é porque estou me
comparando com os outros, os quais eu considero ‘superiores’ a mim – mais eu
preciso compensar esse sentimento buscando formas de me sentir superior. Dessa
forma, nós nos afastamos da nossa criança interior – da simplicidade, da
bondade e da espontaneidade – e passamos a viver atormentados por uma única
preocupação: eu preciso me destacar; se não for pela inteligência, que seja
pela esperteza; se não for pelo corpo, que seja pelo modelo do carro; se não
for pelo trabalho, que seja pelo dinheiro etc.
O resultado disso é uma sociedade doente, um ambiente de
trabalho doente, uma Igreja doente, porque nós estamos doentes. Existe cura
para essa doença chamada ‘mania de grandeza’? Se você quiser se livrar dessa
preocupação inútil em querer ser o maior, faça uma visita ao Hospital do Câncer
de Barretos, sobretudo na ala infantil. Quando você vir a quantidade de
crianças com câncer e os diversos tipos de câncer que existem, se dará conta do
quanto é inútil a maioria das suas preocupações e do quanto você tem muito mais
do que precisa pra viver e ser feliz.
Os padres, também
precisam desse ‘choque terapêutico’, que
muitas vezes vivem atormentados em serem os maiores: Quem atrai mais multidões?
Quem tem mais “amigos” ou “seguidores” no Face? Quem tem o Dízimo mais alto da
Diocese? Quem faz a melhor homilia? Quem brilha mais aos olhos do bispo? (E a
preocupação inconfessável em muitos: Quem será o próximo a “sair” como bispo?)
Estes também são doentes, assim como também são em boa parte responsáveis pelas
“desordens” em nossa Igreja. Nós sabemos muito bem o quanto de inveja e
rivalidade existem entre o clero.
Por Neves Márcio-(Pastoral da Comunicação)-com base nos escritos do Padre Paulo Mazzi
Por Neves Márcio-(Pastoral da Comunicação)-com base nos escritos do Padre Paulo Mazzi
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