EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí


Em 31 de julho, aconteceu um encontro da equipe de catequistas itinerantes responsável pelo Caminho Neocatecumenal na Diocese de Jundiaí com os párocos diocesanos que têm presente este carisma em suas paróquias. Esteve presente Dom Vicente Costa, Bispo Diocesano, assim como 24 presbíteros que se reuniram na Casa de Convivência Sagra da Família de Nazaré, em Jundiaí. O dia começou com a oração das Laudes e o anúncio do Querigma feito pelo Padre Joaquín Carrazoni,que, junto com Miguel Alvarez e o casal Melchor e Elvira Delgado, integra a equipe responsável pelo Caminho na Diocese.Após as orações, houve um momento de diálogo e comunhão onde os padres, o Bispo e a equipe responsável puderam partilhar as experiências, alegrias e dificuldades que têm vivido em relação a vida das comunidades neocatecumenais.Ao todo, o Caminho está presente em 26 paróquias da Diocese
(Fonte: Jornal o Verbo)


CONCENTRAÇÃO DE CATEQUISTAS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ


Ser catequista:
“Ser catequista não é uma profissão, mas uma vocação”.

Dentro de um processo de aprofundamento, tiveram reunidos neste final de semana na cidade de Itu catequistas de toda a Diocese de Jundiaí. O encontro aconteceu no Colégio Divino Salvador das 08:00 as 16:00hrs.
Catequistas de nossa paróquia estiveram marcando presença no evento.
Em primeiro lugar, a catequese não é um trabalho ou uma tarefa externa à pessoa do catequista, mas se “é” catequista e toda a vida gira em torno desta missão. De fato, “ser” catequista é uma vocação de serviço na Igreja, que se recebeu como dom do Senhor para ser transmitido aos demais. Por isso, o catequista deve constantemente regressar àquele primeiro anúncio ou “kerygma”, que é o dom que transformou a própria vida. Este anúncio deve acompanhar a fé que já está presente na religiosidade do povo.


Valorização da presença das religiosas na Igreja


Tivemos neste final de semana, por ocasião do Encontro do COMIPA em nossa paróquia São José Operário, a oportunidade de conhecer a Irmã Júlia Cristina de Almeida da  Congregação Religiosa, Católica, Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre,situado no Bairro Jacaré na cidade de Cabreúva que gentilmente ministrou o Encontro. A Congregação teve origem na cidade de Alba, Itália, no dia 10 de fevereiro de 1924, por iniciativa do Padre Tiago Alberione, fundador da Família Paulina, com a colaboração da Irmã Escolástica Rivata. A Congregação está no Brasil desde 1956 e, atualmente, presentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amazonas e no Distrito Federal.
No mês dedicado às vocações, especialmente neste terceiro domingo de agosto, 18, é celebrada a vocação para a vida consagrada: religiosos e consagrados seculares. A presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), irmã Maria Inês, ressalta a importância da data e afirma que ela demonstra o valor dado a missão e ao papel dos religiosos na Igreja. Em um vídeo, gravado com exclusividade ao portal da CNBB, irmã Maria Inês Ribeiro, que foi reeleita recentemente para a direção da CRB, também fala sobre a especificidade da contribuição das religiosas no âmbito da Igreja e convida a todos, principalmente neste domingo, a rezar para que haja maior valorização da presença das mulheres neste campo, sejam elas leigas ou religiosas.
Grandes progressos vêm sendo realizados. No entanto, não podemos perder de vista esta exigência primordial. Visamos uma reflexão objetiva sobre a presença e a atuação da mulher na história, sobretudo na História da Igreja e da Espiritualidade. Havemos, então, de começar a assumir uma atitude crítica diante do modo parcial, ostensiva ou sutilmente masculino, de viver e escrever essa história.
Nada de mais oportuno e mesmo urgente para a espiritualidade, hoje, do que falar das mulheres, da sua presença, ativa e orientadora, na caminhada do Povo de Deus. Cumpre começar reparando o grande erro e a grande injustiça. Não se trata tanto de reivindicação em benefício de nossas irmãs.  Antes de mais nada,  é uma questão de restabelecer a verdade. A Igreja não tem apenas “Pais” e “Doutores”. Em sua bondade e sabedoria, desde o começo e através dos tempos, Deus não cessou de suscitar “Mães” e “Doutoras” da Igreja.
Elas vêm sempre contribuindo, de maneira discreta, porém efetiva, para a transmissão da vida e do conhecimento da fé.
(Márcio Neves-Pascom-SJO)

Irmã Maria Inês - Mês Vocacional

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Diácono Erickson fala sobre o Ritual de iniciação Cristã em nossa Paróquia São José Operário


Esteve presente em nossa paróquia no dia 01 durante a reunião do CPAE o Diácono Erickson Ramos da Siva que será ordenado presbítero nesta sexta-feira,09 na vizinha paróquia São João Bosco.
Para responder aos desafios da evangelização, principalmente na transmissão da fé cristã, é FUNDAMENTAL ter um projeto diocesano de Iniciação à Vida Cristã. Não se trata de fazer apenas “reformas” na catequese, mas de rever toda a ação pastoral a partir da Iniciação à Vida Cristã. (n. 138)
Sob a inspiração do RICA, é possível propor um itinerário que avance por etapas e tempos sucessivos, garantindo que a iniciação de adultos, jovens e crianças se processe gradativamente no seio da comunidade. (n. 139)
Não existe Iniciação sem abertura missionária. O ponto de partida desta conversão missionária é sair, aproximar-se das pessoas e acolhê-las nas situações em que se encontram. A dinâmica da acolhida, portanto, dá toda a tônica há este primeiro tempo, o querigma. (n. 157).
Cada paróquia, fiel à organização diocesana e de acordo com a proposta transformadora da Iniciação à Vida Cristã, há de constituir uma Coordenação Paroquial de Iniciação à Vida Cristã, com os encarregados da preparação ao Batismo, Crisma e Eucaristia. A comissão não poderá ficar restrita ao âmbito da catequese, mas efetivamente abranger o conjunto da comunidade paroquial. (n. 153).
A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”,
Muitas atividades vêm sendo desenvolvidas pela Igreja no Brasil com o objetivo de conhecer o Documento 107, “Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários“, aprovado
na 55ª Assembleia Geral dos Bispos, em Aparecida-SP, de 26 de abril a 05 de maio de 2017.
Na execução do RICA existe um itinerário ou etapas. Passos a serem executados, a serem dados de modo pedagógico e que visa o conhecimento e a adesão do candidato à fé cristã e suas consequências. Todo RICA com seus ritos celebrativos, seus símbolos, e seus conteúdos tem como objetivo apresentar e preparar o candidato à fé cristã e sua adesão à comunidade. Ele está organizado em etapas do seguinte modo: a) tempo de conversão (kerigma, pré-catecumentato); b) tempo da preparação (catequese, eleição); c) tempo da recepção dos Sacramentos (purificação/iluminação, mistagogia).
O RICA é uma proposta. Não é um curso, uma fábrica de criar cristãos prontos, maduros, engajamentos, e nem tão pouco é um mapa da mina, mas tão somente uma proposta de apresentação da fé e da vida cristã; e uma maneira consciente e solene de acolher aqueles que querem “por atração” viver a fé cristã e aderir a Cristo e Sua Igreja.
(Consulta: RICA e Documento 107 CNBB)

sábado, 3 de agosto de 2019

PRECISA-SE DE JOVENS QUE DESEJEM SE TORNAR PADRES... COM UM MÍNIMO DE DECÊNCIA E COERÊNCIA


Numa época de corrupção religiosa, onde os filhos do sacerdote Eli “eram homens vagabundos” (1Sm 2,12), que “se deitavam com as mulheres que permaneciam à entrada da tenda da reunião” (1Sm 2,23),Deus chamou Samuel para ser profeta em Israel (cf. 1Sm 3,1-21). Numa época em que muitos pastores de Israel, ao invés de apascentarem o povo que lhes foi confiado, tornaram-se “pastores de si mesmos”, não mais se dedicando em restaurar o vigor das ovelhas abatidas, curar as que estavam doentes e ir em busca das que se extraviaram, além de dominar sobre elas com dureza e violência (cf. Ez 34,2-4), Deus fez uma promessa a Israel: “Eu vos darei pastores segundo meu coração, que vos apascentarão com conhecimento e prudência” (Jr 3,15).
  Numa época em que alguns líderes da nossa Igreja levavam uma vida moral promíscua, distante dos pobres, indiferentes aos sofredores e corrompidos pelo dinheiro, Jesus, na sua imagem enquanto Crucificado, disse ao jovem Francisco, de Assis: “Reconstrua a minha Igreja, que está em ruínas”. Igualmente hoje, numa época em que chegamos ao absurdo de, em algumas paróquias, as ovelhas terem que se defender dos seus próprios pastores, que se comportam em relação a elas como lobos, maltratando-as, provocando divisões, usando sua pseudo autoridade espiritual para ameaçá-las, além de roubarem suas paróquias, Jesus procura por jovens que não tenham sua consciência corrompida, jovens que sejam capazes de compaixão e desejem cuidar de Suas ovelhas, tanto daquelas que não têm pastor, como daquelas que estão sendo machucadas emocional e espiritualmente por maus pastores (cf. Mt 9,36-38).
Numa época como a nossa, em que alguns padres e bispos têm como objetivo principal seu próprio bem estar, gastando tempo e dinheiro com a ornamentação das suas igrejas e com seus paramentos, enquanto se mantêm distantes dos pobres, dos desempregados e dos que sofrem, Jesus procura por jovens que aceitem o desafio de dedicar sua própria vida como médicos de corpos e de almas; jovens que estendam suas mãos para serem ungidas pelo Espírito Santo e, desse modo, se tornem capazes de tocar nas feridas das pessoas; jovens que, a exemplo do próprio Jesus, sejam homens misericordiosos, cujo coração é sempre guiado pela miséria dos que sofrem.
Numa época como a nossa, onde não poucos “ministros de Deus” não têm a coragem de enfrentar e resolver seus próprios conflitos sexuais e, com isso, acabam por envolver pessoas nas suas próprias feridas, causando traumas, provocando escândalos, levando à perda da fé e manchando a imagem da nossa Igreja, Jesus procura por jovens que aceitem o desafio de fazer um caminho sofrido, mas libertador, de autoconhecimento, ordenando seus afetos e fazendo da sua própria sexualidade uma oferenda ao Pai a serviço da salvação da humanidade, como o próprio Jesus fez, ao dizer: “Tu não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo... Por isso eu digo: Eis-me aqui... Eu vim, ó Deus, para fazer tua vontade”(Hb 10,5.7).
            Enfim, numa época em que bispos da nossa Igreja agem como muitos pais hoje em dia que, por medo de perderem o afeto de seus filhos, não os corrigem com firmeza, mesmo sabendo dos estragos que provocam em si mesmos e nos outros; numa época em que bispos não têm pulso firme para interditar aqueles que precisam ser interditados (cf. Mt 18,15-17), uma vez que estão destruindo a fé de muitos paroquianos; numa época em que bispos, por serem fracos, acabam por alimentar nos maus padres a sensação de impunidade – bispos que agem como médicos que, por terem pena de seus pacientes com câncer, lhes receitam “melhoral infantil” ao invés de quimioterapia –, Jesus procura por jovens que aceitem se tornar verdadeiros profetas, homens de pulso firme, a exemplo de Samuel, a exemplo de Paulo de Tarso, a exemplo de Francisco de Assis, a exemplo do Papa Francisco, para devolverem à Igreja credibilidade e decência.
           
Pe. Paulo Cezar Mazzi (Diocese de Jaboticabal-SP)    


Editorial: "Agosto de Deus"


Nossa paróquia inicia este mês com a vivência do 30º ECC evento muito relevante para Igreja.
Com famílias socialmente bem assistidas, poderemos avançar na concretização de processos educativos que capacitam às futuras gerações, seja pela qualidade das vivências, sejam pelos processos de riquezas de valores, para uma vida em comunidade sem tantas desigualdades, exclusões e violências.
A comunicação (pascom) tem sempre a preocupação de ser cada vez mais abrangente, mas reconhecemos que precisamos avançar priorizar uma “profunda abertura para o exercício do diálogo, elemento essencial e específico do projeto cristão de comunicação”. (Estudos da CNBB, 75/226-232 - Ed. Paulus)
No segundo domingo (11) deste mês, teremos a alegria de receber em nossa paróquia nosso Bispo Diocesano por ocasião da Crisma dos jovens e adultos.
Conforme o costume da Igreja no Brasil este mês é dedicado à oração reflexão e ação nas comunidades sobre temas  sobre vocações. Para tanto, define:
 Na primeira semana, vocação para o ministério ordenando: diáconos, padres e bispos;
Na segunda semana, vocação para vida em família (atenção aos pais);
Na terceira semana, vocação para vida consagrada: religiosos (as) e consagrados (as);
Finalmente na quarta semana, para os ministérios e serviços na comunidade (dia do catequista).
O mês de agosto traz testemunhos vocacionais de consagrados e religiosos como Santo Afonso Maria de Ligório, São João Maria Vianey. São Lourenço, Santo Agostinho, São Tarciso e Santa Rosa de Lima.
O serviço de animação vocacional é uma urgência Pastoral.
O mês de agosto, na Igreja do Brasil, é chamado de mês vocacional. Nossa atenção quer se voltar para os nossos queridos seminaristas, suplicando ao bom Deus que tenham, diante dos olhos, mente e coração, a terna imagem de Jesus, o Bom Pastor, confiando, acreditando e oferecendo-lhe, na mais absoluta convicção, a própria vida, não se deixando bloquear pelos problemas do egoísmo e do orgulho.
 Aliás, nossa Diocese de Jundiaí, nestes últimos tempos tem sido agraciada com seminaristas sendo ordenados sacerdotes. No dia 16 deste mês temos a ordenação do Diácono Elias Pavan que passou pela nossa paróquia no trabalho pastoral.
Em fim, rezemos pelos nossos padres. Pelo nosso Pároco Pe. Daniel, nosso Vigário Pe. Eduardo e Diácono Dirceu. Vivamos com fé e esperança este novo mês que o Senhor Deus nos concede.
Sempre no carinho maternal de Maria:

COMIPA: Terceira tarde Missionária na paróquia São José Operário


Neste mês de Agosto, mais precisamente no dia 17/08 as 14:00 no salão da pastoral do Menor teremos a 3ª tarde Missionária.
O COMIPA (Conselho Missionário Paroquial) através da Missionária Alessandra estendeu e reforçou o convite a toda a Paróquia nesta última quinta-feira,01 na Reunião do CPAE. Estará presente a Irmã Gorete que falará sobre o papel do cristão hoje, além é claro da presença de Pe. Daniel e Diácono Dirceu. O lanche será comunitário.
De fato, desde o início de seu ministério, Jesus contou com colaboradores. Ele jamais teve a pretensão de ser um missionário solitário. Ao contrário, um grupo foi a segui-lo para conviver com ele e preparar-se para levar adiante sua missão de revelar ao mundo o rosto misericordioso do Pai. (cf. Mc 3, 13-15). Esta dinâmica vocacional de Jesus inclui três aspectos inseparáveis, a saber: a eleição, a formação e a missão. Esses elementos formam a identidade do discípulo do Reino. O vocacionado precisa sentir-se chamado (eleito): “não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês.
E os destinei para ir e dar fruto” (Jo 15, 16). O discípulo deve estar aberto à novidade de Jesus e caminhar com Ele (formação), mas esta experiência vivida junto ao Mestre precisa ser compartilhada, então o discípulo torna-se necessariamente um missionário, enviado a sair de si mesmo e colocar-se inteiramente a serviço do Reino (missão). Por isso “cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (Papa Francisco. EG, n. 20).

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Cerco de Jericó 2019 - Paróquia São José Operário


Previsto para o inicio do mês de novembro deste ano, a equipe de organizadora já trabalha na manutenção para realização deste que deve envolver de modo geral toda paróquia por ser considerado um dos maiores evento da paróquia. A explanação foi realizada na Reunião do CPAE nesta quinta-feira, 01 na fala do Paulo Texera que está à frente da programação e que atualmente trabalha colhendo e propondo idéias.

O Cerco de Jericó consiste em uma semana incessante de batalha espiritual, com intensificação da oração pessoal e comunitária, missa diária, adoração ao Santíssimo, confissão, jejum, pregação da Palavra de Deus e o Terço de Nossa Senhora.

Por que “Cerco de Jericó”?

Um fato do Antigo Testamento nos mostra a conquista da cidade de Jericó pelos judeus, liderados por Josué (Js 6,1ss). Josué foi formado por Moisés, desde sua juventude, para substituí-lo. A Bíblia nos mostra que a mesma força que estava com Moisés, esteve também neste jovem, que ao assumir o encargo de dar continuidade na tomada de posse da terra prometida, recebeu a autoridade espiritual e o governo sobre as tribos de Israel.
Esse é o objetivo do Cerco de Jericó: derrubar as muralhas pela força da oração. Precisamos tomar consciência de que o Espírito Santo pela força da oração é capaz de derrubar, destruir e aniquilar as forças malignas. 

Gestor de Saúde Tiago Texera presente no Bairro do Retiro



Reunião ordinária ontem,01 o gestor de saúde Tiago Texera esteve em nosso bairro, na reunião ordinária da Associação, para responder os questionamentos dos moradores sobre o serviço de saúde do bairro. Em pauta, foram cobrados uma agilidade para o agendamento de consultas, realização dos exames clínicos e laboratoriais, uma estratégia de locomoção para os exames encaminhados a UPA do vetor oeste, atendimento humanizado dos funcionários e principalmente o atendimento dos médicos do pronto atendimento (P.A). Aproveitamos também para tirar dúvidas do *Projeto da Nova recepção da UBS e PA do Retiro* que começará em breve. Reforma essa que é resultado de muita luta e cobrança da Associação de Moradores, dos moradores e dos funcionários há dois anos. E vamos seguir acompanhando e fiscalizando todos os compromissos assumidos pela prefeitura nessa reunião. Obrigado a todos que participaram e ajudam no dia a dia na construção de um bairro e cidade cada vez melhor. #regiãodoretiro #saude

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Associação dos Moradores Região do Retiro: Curso: Manicure e Pedicure


Período do curso: 12/08 a 28/08 Horário do curso: segunda à quarta, das 8h às 12 h Local do curso e das inscrições: SOL DA CIDADANIA Endereço: Alameda das Palmeiras, 120 - Vila Alvorada.

 Telefone: 2709-7910 Início das Inscrições : 27/07/2019 Horário das Inscrições: De segunda à sábado, das 8h às 11h e das 13h as 17h Requisitos para se inscrever: -Residir em Jundiaí -Idade Mínima 16 anos -Ensino Fundamental -Apresentar original e cópia do RG, CPF e Comprovante de Endereço (conta de água, luz, telefone, gás, IPTU, declaração UBS).

 Obs: - NÃO SERÁ PERMITIDA A PRESENÇA DE CRIANÇAS NA SALA DE AULA - Para receber certificado é necessário o mínimo de 85% de participação nas aulas. - Os alunos receberão via whatsapp o comunicado sobre a entrega do certificado. #regiaodoretiro #gruposol #vilaalvorada

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Utilidade Pública: Gestor de Saúde Tiago Texera participa de reunião no Bairro do Retiro

Na próxima quinta feira (01), a Associação de Moradores da Região do Retiro, convidou o Gestor de Saúde Tiago Texera, para participar da reunião ordinária. A reunião acontece as 19:30h, no salão social da Pastoral do Menor.


Esse é o momento de todos nós participarmos, levar os maiores problemas da saúde do nosso bairro e cidade e cobrar por melhorias.
Juntos temos mais força para que as melhorias aconteçam.


#regiaodoretiro #saude

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Padre Daniel exorta sobre o perigo da “Cultura do descartável”.

“Regozijai-vos com Jerusalém e encontrai aí a vossa alegria, vós todos que a amais; com ela ficai cheios de alegria, vós todos que estais de luto...” (Isaías 66,10-14).
Dentre os ensinamentos deste 14º Domingo Comum, Pe. Daniel chamou nos atenção para aquilo que chamamos de "Cultura do descartável".
Passaram-se os tempos. Entramos na sociedade do descartável. Pouco a pouco a consciência se acostuma com as mudanças, com a sucessão rápida das coisas, com a surpresa das novidades. Tal realidade entra-nos pelos olhos. Transforma-se em cultura. Começa a reger-nos o código de interpretação, compreensão e ação do mundo. E assim as relações humanas se deixam reger pela fragilidade do descartável. E os jovens inscrevem-se entre as primeiras vítimas dessa cultura.
Mais grave ainda quando essa cultura atinge bens afetivos e espirituais. Os amores se fazem descartáveis no matrimônio. No primeiro momento em que apareça uma outra oferta melhor, mais bonita e atraente, desfazem-se os laços anteriores. As amizades navegam por sempre novos rios ao sopro dos gostos descartáveis.
Nada mais trágico do que amores descartáveis. Deixam de ser amor. É da natureza do amor, qualquer que ele seja, a perenidade, a eternidade. Mesmo que termine, quis ser nos seus inícios, perpétuo, definitivo. Se alguém dissesse: amá-lo-ei somente por alguém tempo, ninguém acreditaria nesse amor.
E ultimamente a religião vem sendo atingida por essa onda. Descartam-se verdades, dogmas, ritos, símbolos toda vez que alguém se defronte com outros melhores para seu sabor religioso. Tudo passa a ser transitório, passageiro. No fundo, resta o silêncio vazio da falta de valores absolutos. Se não reagirmos, pereceremos num oceano de incertezas amargas e de realidades transitórias. Permanece o “inquieto está o nosso coração” na experiência de Santo Agostinho. Mas falta o resto da frase “até que descanse em Deus”. E Deus se torna o provisório e não a meta definitiva e firme. Pobre humanidade!

quarta-feira, 3 de julho de 2019

SÃO TOMÉ, APÓSTOLO (Festa)-"Meu Senhor e meu Deus" !


Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio (Jo 20,24). Era o único discípulo que estava ausente. Ao voltar, ouviu o que acontecera, mas negou-se a acreditar. Veio de novo o Senhor, e mostrou seu lado ao discípulo incrédulo para que o pudesse apalpar; mostrou-lhe as mãos e, mostrando-lhe também a cicatriz de suas chagas, curou a chaga daquela falta de fé. Que pensais, irmãos caríssimos, de tudo isto? Pensais ter acontecido por acaso que aquele discípulo estivesse ausente naquela ocasião, que, ao voltar, ouvisse contar, que, ao ouvir, duvidasse, que, ao duvidar, apalpasse, e que, ao apalpar, acreditasse?
            Nada disso aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A clemência do alto agiu de modo admirável a fim de que, ao apalpar as chagas do corpo de seu mestre, aquele discípulo que duvidara curasse as chagas da nossa falta de fé. A incredulidade de Tomé foi mais proveitosa para a nossa fé do que a fé dos discípulos que acreditaram logo. Pois, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde apalpar, o nosso espírito, pondo de lado toda dúvida, confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e apalpou tornou-se testemunha da verdade da ressurreição.
            Tomé apalpou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus! Jesus lhe disse: Acreditaste, porque me viste? (Jo 20,28-29). Ora, como diz o apóstolo Paulo: A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se vêem (Hb 11,1). Logo, está claro que a fé é a prova daquelas realidades que não podem ser vistas. De fato, as coisas que podemos ver não são objeto de fé, e sim de conhecimento direto. Então, se Tomé viu e apalpou, por qual razão o Senhor lhe disse: Acreditaste, porque me viste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e proclamou a fé na sua divindade, exclamando: Meu Senhor e meu Deus! Por conseguinte, tendo visto, acreditou. Vendo um verdadeiro homem, proclamou que ele era Deus, a quem não podia ver.
            Alegra-nos imensamente o que vem a seguir: Bem-aventurados os que creram sem ter visto (Jo 20,29). Não resta dúvida de que esta frase se refere especialmente a nós. Pois não vimos o Senhor em sua humanidade, mas o possuímos em nosso espírito. É a nós que ela se refere, desde que as obras acompanhem nossa fé. Com efeito, quem crê verdadeiramente, realiza por suas ações a fé que professa. Mas, pelo contrário, a respeito daqueles que têm fé apenas de boca, eis o que diz São Paulo: Fazem profissão de conhecer a Deus, mas negam-no com a sua prática (Tt 1,16). É o que leva também São Tiago a afirmar:A fé, sem obras, é morta (Tg 2,26).
Fonte: Das Homilias sobre os Evangelhos, de São Gregório Magno, papa.



EDITORIAL: Julho é o mês do Preciosíssimo Sangue de Cristo


Com alegria e gratidão a Deus, entramos no mês de Julho, que tem como característica um período para tirar férias. De fato, faz se necessário um período de férias para descansar. Porém, lembramos que de Deus não se pode tirar férias. Em nossa condição de cristãos, precisamos viver em sintonia com Jesus diariamente, viver em sua presença mesmo em tempos de férias.
Em nossa paróquia, estamos vivenciando de 01 a 07 a Semana Jovem que traz como tema: “Maria como porta do Céu”. O evento é de grande relevância para a Igreja no rosto de nossa juventude.
Grande expectativa, também para o 30º ECC confirmado para os dias 02,03 e 04 de Agosto.
Neste mês de Julho a Liturgia nos ajuda a celebrar nossa caminhada buscando a santidade com o bom testemunho dos santos e santas celebrados neste mês onde destacamos: 03-São Tomé / 09-Santa Paulina /11-São Bento / 16-N.S do Carmo / 17-Bv.Inácio de Azevedo e Companheiros / 25-São Tiago Maior / 26São Joaquim e Sant’Ana / 31-Santo Inácio de Loyola.
Lembramos da unidade da Igreja, em comunhão com a intenção do Papa Francisco que propõe para este mês a Integridade da justiça:
“Para que todos aqueles que administram a justiça atuem com integridade e para que a injustiça que perpassa o mundo não tenha a última palavra”.
No mundo em que vivemos, muitos julgam a seu favor. Há os que praticam a injustiça conscientemente, mas, mentem, dizendo que são justos. Quem não se decide pela justiça, não pode realmente amar.
Nosso Padroeiro São José Operário, é considerado pela Bíblia, um homem justo, quer dizer, correto, bom, porque a prática da verdadeira justiça tem a ver com amor, misericórdia.
Mais cedo ou mais tarde, também nós seremos confrontados a escolher entre a justiça e a injustiça, aceitar ou não um suborno, uma fraude fiscal, ou simplesmente, mentir para ganho próprio.
A humanidade sofre por culpa de maus administradores da justiça.
Fazer o que é certo nem sempre é fácil, mas é o melhor caminho.
Finalmente, o mês de julho é tradicionalmente dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Jesus e os católicos são encorajados a meditar sobre o profundo sacrifício de Jesus e o derramamento de seu sangue para a humanidade.
Em fim, um mês abençoado a todos! Sempre no carinho Maternal de Maria: