PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

segunda-feira, 11 de maio de 2020

COMUNICADO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ SOBRE A AÇÃO SOLIDÁRIA EMERGENCIAL DA IGREJA NO BRASIL E CÁRITAS BRASILEIRA PARA ENFRENTAR A PANDEMIA DE CORONAVÍRUS

Comunicado: 001_2020AE

“Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34).

Queridos Padres, Diáconos Permanentes e Agentes de Pastoral: As restrições com medidas de distanciamento social, embora extremamente necessárias para a contenção da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) geraram efeitos sociais graves e nos levam a renovar a esperança e amorosidade às pessoas que sofrem as consequências sociais desta pandemia. Diante deste cenário, a Igreja do Brasil convoca todas as pessoas de bom coração, especialmente, suas comunidades eclesiais, para uma Ação Solidária Emergencial que promova gestos concretos de ajuda às famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade diante da pandemia de coronavírus. O enfoque desta Ação Solidária Emergencial tem como tema: “É tempo de cuidar”, impulsionados pelo lema da Campanha da Fraternidade de 2020: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34), que nos motiva a ver o outro em suas necessidades, suas fragilidades e vulnerabilidades, considerando a dignidade humana em primeiro lugar. Para isso, é importante o nosso envolvimento e olhar solidário, com ações criativas, mobilizando a comunidade paroquial, envolvendo de maneira cuidadosa para não expor ao contágio do coronavírus as pessoas que querem ajudar, nem as pessoas que estão precisando de ajuda. Lembremos sempre, ao organizar uma Ação Solidária Emergencial, na prevenção da propagação do coronavírus, devendo preparar todas as etapas da Campanha de forma a manter as orientações sanitárias, os cuidados com aglomerações e os voluntários em grupos de risco, distanciamento entre as pessoas, e principalmente, o uso de máscara, higiene do local e a lavagem das mãos.
1ª – A primeira etapa é identificar as necessidades da comunidade, particularmente das famílias, grupos específicos, pessoas em situação de rua, ou ainda, as necessidades das entidades beneficentes da nossa Diocese. Para fazer essa identificação, a Paróquia pode dialogar com os agentes de pastorais sociais, o grupo dos Vicentinos, ou ainda, buscar informações junto à Cáritas Diocesana, Cáritas Paroquiais e as entidades beneficentes, que podem nos ajudar a identificar os mais vulneráveis e quais as necessidades mais urgentes que precisam ser supridas. Para esse contato não se faz necessário sair de casa, pois os contatos podem ser realizados por meios virtuais. No site da Diocese encontram-se os contatos das várias pastorais, entidades e organismos da Igreja. A realidade de comunidades vizinhas também pode ser considerada para a definição da realização de uma ação solidária. 
2ª − A segunda etapa é avaliar quais as estratégias que a Paróquia pode assumir, quais os envolvidos, como organizar as ações, utilizando os meios de comunicação virtual e a operacionalização com criatividade como já temos visto (por exemplo: compras on line, entregas delivery, etc.), envolvendo pequeno número de pessoas, e motivando jovens a participar, pois estes têm a expertise nos meios virtuais. Neste trabalho, é importante pedir a autorização e o assessoramento das autoridades sanitárias do Município. Nada se pode fazer sem este recurso. Portanto, é preciso verificar todas as condições para o menor risco possível de contaminação das pessoas que irão doar, das equipes que trabalharão na preparação e distribuição, e das famílias que receberão a ajuda.
 3ª − A terceira etapa é a mobilização e motivação da Ação Solidária. Para isso existem inúmeros meios de comunicação, nas transmissões nas redes sociais durante as celebrações das Missas, orações de terços, Celebração da Palavra. Cabe ao Pároco convocar e orientar seus fiéis sobre a Ação Solidária Emergencial.
 4ª − A quarta etapa é estabelecer um período para a arrecadação ou mobilização de recursos considerando os cuidados na organização da arrecadação. A Cáritas Brasileira elaborou um “Plano de Contingências” para prevenção da pandemia do coronavírus, podendo fazer o acesso no site da Cáritas Brasileira – www.caritas.org.br . 
5ª − A quinta etapa é a preparação e organização das doações de forma a identificar os itens que foram coletados, evitando manuseio desnecessário; preparando kits para entrega e higienizar as embalagens antes da entrega.
Sempre disponibilizem material de proteção individual e de limpeza ou desinfetante para as equipes limparem superfícies, móveis, equipamentos, materiais, etc.; usar máscaras e luvas descartáveis. 6ª − A sexta etapa é entrega. Quando possível, fazer as entregas em domicílio ou com agendamento de horários para retirada para evitar aglomerações. Mais uma vez é importante considerar os cuidados de prevenção do Covid-19, o uso de máscaras, luvas e ter álcool gel para limpeza das bancadas, móveis, equipamentos, etc.
7ª – A sétima e última etapa é registrar e documentar com fotos as Ações Solidárias realizadas e informar a PASCOM da Paróquia, enviar notícias para o Setor de Comunicação da Diocese e para outros meios de comunicação e redes sociais. As ações realizadas na Diocese de Jundiaí serão registradas pelo Setor de Comunicação da Diocese na Campanha Nacional: “É tempo de cuidar” da CNBB e da Cáritas, apresentando os resultados obtidos nacionalmente. Desta forma daremos visibilidade e ampliamos a rede de solidariedade. Orientações e informações podem ser obtidas através da Cáritas Diocesana de Jundiaí, pelo email: caritas@jd.org.br. Lembremos sempre é tempo de cuidar.
 “A fé que não se traduz em ações, por si está morta” (Tg 1,17)


sábado, 9 de maio de 2020

2º Domingo do mês: Conscientização do Dízimo


O dízimo remete o fiel para real participação na vida da comunidade. Os bens materiais na leitura bíblica significam sinais de algo maior. Eles não valem por eles mesmos, mas exprimem a bênção de Deus à humanidade. Relembram, em última instância, o gesto criador de Deus. A prática do dízimo serve para que o fiel se comporte diante deles com liberdade e manifeste grandeza de espírito. Não se apega aos bens terrestres como valores maiores da vida. Soam-lhe as palavras de Jesus. “Ninguém pode servir a dois senhores” e “vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16,13). Ao arrematar a reflexão, Jesus nos adverte: “Pois onde está o teu tesouro, ali também estará o teu coração”. Oxalá a comunidade de que participamos seja nosso tesouro e não o dinheiro, porque aí estará o centro de nossa pessoa.


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Maria: Mãe e mestra de todos os povos!


"Ninguém pode ter a Deus por Pai, se não tem a Igreja como mãe", dizia São Cipriano de Cartago, santo padre do século 3. Essa forte afirmativa nos faz refletir sobre aquilo que, aqui e acolá, encontramos em falas, documentos magisteriais e orações: a imagem da Igreja como “mãe”, como nossa mãe!
O saudoso papa São João XXIII, em uma de suas oito encíclicas emitidas nos seus breves cinco anos de pontificado, nos ajudou a reconhecer na Igreja o atributo de “mãe e mestra”:
“Mãe e mestra de todos os povos, a Igreja Universal foi fundada por Jesus Cristo, a fim de que todos, vindo no seu seio e no seu amor, através dos séculos, encontrem plenitude de vida mais elevada e penhor seguro de salvação. A esta Igreja, ‘coluna e fundamento da verdade’ (cf. 1 Tm 3, 15), o seu fundador santíssimo confiou uma dupla missão: de gerar filhos, e de os educar e dirigir, orientando, com solicitude materna, a vida dos indivíduos e dos povos, cuja alta dignidade ela sempre desveladamente respeitou e defendeu.” (Mater et magistra, nº 1)


Paróquia São José Operário: Programação dia das Mães


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Está chegando... DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS


Numa época em que se revela cada vez mais sofisticada a falsificação, atingindo níveis exponenciais (o deepfake), precisamos de sapiência para patrocinar e criar narrações belas, verdadeiras e boas. Necessitamos de coragem para rejeitar as falsas e depravadas. Precisamos de paciência e discernimento para descobrirmos histórias que nos ajudem a não perder o fio, no meio das inúmeras lacerações de hoje; histórias que tragam à luz a verdade daquilo que somos, mesmo na heroicidade oculta do dia a dia.

A mensagem do Papa Francisco para o 57º Dia Mundial de Oração pelas Vocações


Queridos irmãos e irmãs!
A 4 de agosto do ano passado, no 160º aniversário da morte do Santo Cura d'Ars, quis dedicar uma Carta aos sacerdotes, que todos os dias, obedecendo à chamada que o Senhor lhes dirigiu, gastam a vida ao serviço do Povo de Deus.
Então escolhi quatro palavras-chave – tribulação, gratidão, coragem e louvor – para agradecer aos sacerdotes e apoiar o seu ministério. Acho que, neste 57º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, poder-se-iam retomar aquelas palavras e dirigi-las a todo o Povo de Deus, tendo como pano de fundo o texto evangélico que nos conta a experiência singular que sobreveio a Jesus e a Pedro durante uma noite de tempestade no lago de Tiberíades (cf. Mt 14, 22-33).
Depois da multiplicação dos pães, que entusiasmou a multidão, Jesus manda os discípulos subir para o barco e seguir à sua frente para a outra margem, enquanto Ele despedia o povo. A imagem desta travessia do lago sugere de algum modo a viagem da nossa existência. De facto, o barco da nossa vida avança lentamente, sempre preocupado à procura dum local afortunado de atracagem, pronto a desafiar os riscos e as conjunturas do mar, mas desejoso também de receber do timoneiro a orientação que o coloque finalmente na rota certa. Às vezes, porém, é possível perder-se, deixar-se cegar pelas ilusões em vez de seguir o farol luminoso que o conduz ao porto seguro, ou ser desafiado pelos ventos contrários das dificuldades, dúvidas e medos.
Assim acontece também no coração dos discípulos, que, chamados a seguir o Mestre de Nazaré, têm de se decidir a passar à outra margem, optando corajosamente por abandonar as próprias seguranças e seguir os passos do Senhor. Esta aventura não é tranquila: cai a noite, sopra o vento contrário, o barco é sacudido pelas ondas, e há o risco de sobrepor-se o medo de falhar e não estar à altura da vocação.
Mas, na aventura desta travessia não fácil, o Evangelho diz-nos que não estamos sozinhos. Quase forçando a aurora no coração da noite, o Senhor caminha sobre as águas tumultuosas e vai ter com os discípulos, convida Pedro a vir ao encontro d’Ele sobre as ondas e salva-o quando o vê afundar; finalmente, sobe para o barco e faz cessar o vento.

sábado, 2 de maio de 2020

Maio, o mês de Maria: "O que te faz parecido com Maria"?


Neste mês de maio voltamos nossos olhares para Maria a Mãe de Jesus, ela é para nós modelo de discípula, pela sua fé aderiu ao plano de Deus, colaborando com a obra da redenção desde seu início, antes mesmo dos apóstolos. 
Maria é aquela que tem maior intimidade com o povo. É aquela para quem os pobres podem fazer confidências e contar segredos.  É capaz de escutar e guardar tudo em seu coração.  Caminha com os pobres através das duras sendas da vida nas áreas pobres do continente. Compreende os problemas das mulheres, mesmo os mais íntimos, e não se escandaliza com coisa alguma. 
Em Maria está presente a dimensão maternal muito valorizada pelo povo e também pela igreja católica.  A maternidade a torna mais próxima do povo.  Para os pobres na América Latina, a vida é uma luta tão dura que a relação com Maria – que é terna e misericordiosa, mas ao mesmo tempo poderosa e gloriosa – desenvolve-se no nível de suas necessidades básicas.  Eles creem firmemente que Maria os compreende e pode ajudá-los quando sofrem fome, quando não têm como cuidar e curar seus filhos doentes e vulneráveis. Ela está ao lado de todas as mulheres no momento do parto e do alumbramento.  Ajuda quando o trabalho falta, quando os campos não produzem, quando o marido foi embora com outra mulher ou é alcoólatra e violento, quando as crianças se tornam presa da droga e do tráfico, quando a doença ameaça a vida e tantas outras dificuldades acontecem na vida cotidiana.  Ela é alívio, compreende, ajuda e eles creem nela e a invocam. 

Domingo do Bom Pastor: “na escola da vida...”

Pe. Daniel e Pe. Eduardo (Paróquia São José Operário)
“Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10)

A voz do pastor conduz as ovelhas “para fora” do redil. Todo autêntico líder provoca as pessoas que estão sob seus cuidados a virem para fora, a saírem da sua zona de conforto, a crescerem, a olharem a vida nos olhos, a enfrentarem os desafios. Todo cuidador que ama aqueles que estão sob seus cuidados provoca-os ao crescimento, ao amadurecimento, ao fortalecimento perante os desafios da vida. Superproteger as pessoas que nós amamos impede que elas cresçam e se responsabilizem pela vida. Precisamos evitar que as pessoas que estão sob nossos cuidados cresçam mimadas e infantilizadas. Esta parábola é muito instigante. O mistério da voz é sugestivo: desde o ventre de nossa mãe aprendemos a reconhecer sua voz e, quando nascemos, vamos reconhecendo outras vozes. Pelo tom de uma voz percebemos o amor ou o desprezo, o afeto ou a frieza, a acolhida ou a rejeição.
A voz de Jesus é única! Se aprendemos a distingui-la de outras vozes, Ele nos guiará pelo caminho da vida, um caminho que supera também o abismo da morte. Somos Vida, não há lugar para o temor!

Todos nós temos esta responsabilidade de abrir espaços para que a vida vá se expandindo. É a mais bela das vocações e é a única maneira de ser fiel ao Cristo Bom Pastor.

1º de Maio: São José Operário - Padroeiro dos trabalhadores


Por seu trabalho e inteligência, o homem procurou sempre mais desenvolver a sua vida. Hoje em dia, porém, ajudado antes de tudo pela ciência e pela técnica, ele estendeu continuamente o seu domínio sobre quase toda a natureza; e, principalmente, graças aos meios de intercâmbio de toda espécie entre as nações, a família humana pouco a pouco se reconhece e se constitui como uma só comunidade no mundo inteiro. Por isso, muitos bens que o homem esperava antigamente obter sobretudo de forças superiores, hoje os consegue por seus próprios meios.

Diante deste esforço imenso, que já penetra a humanidade inteira, surgem muitas perguntas entre os homens. Qual é o sentido e o valor desta atividade? Como todas estas coisas devem ser usadas? Qual a finalidade desses esforços, sejam eles individuais ou coletivos?

A Igreja, guardiã do depósito da palavra de Deus, que é a fonte dos seus princípios de ordem religiosa e moral, embora ainda não tenha uma resposta imediata para todos os problemas, deseja no entanto unir a luz da revelação à competência de todos, para iluminar o caminho no qual a humanidade entrou recentemente.

Para os fiéis é pacífico que a atividade humana individual e coletiva, aquele imenso esforço com que os homens, no decorrer dos séculos, tentaram melhorar as suas condições de vida, considerado em si mesmo, corresponde ao plano de Deus.

Com efeito, o homem, criado à imagem de Deus, recebeu a missão de dominar a terra com tudo o que ela contém e de governar o mundo na justiça e na santidade, isto é, reconhecendo a Deus como Criador de todas as coisas, orientando para ele o seu ser e todo o universo; assim, com todas as coisas submetidas ao homem, o nome de Deus seja glorificado na terra inteira.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

1º de Maio - Programação São José Operário 2020


Programação dia primeiro de maio dia do nosso Padroeiro São José Operário.
GESTO CONCRETO:
Ajude - nos com o gesto concreto a arrecadar esses itens para quem necessita.
"Ora, não é partilhar teu alimento com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu e sem teto que encontraste e não recusar tua ajuda ao próximo? Quando fizeres assim, então a tua luz resplandecerá como a alvorada, e prontamente surgirá a tua cura." (Is. 58)


sábado, 25 de abril de 2020

CELEBRAR EM FAMÍLIA 3º DOMINGO DA PÁSCOA 26 DE ABRIL DE 2020

Acolhendo a orientação das autoridades civis e sanitárias, nossos bispos no Brasil continuam a insistir e a orientar os fiéis a permanecerem em suas casas, evitando aglomeração de pessoas e, consequentemente não participando das celebrações eucarísticas. Desta forma, somos convidados a CELEBRAR o Dia do Senhor como Igreja doméstica, com nossos familiares, em nossas casas. Cabe aqui recordar mais uma vez o que nos afirmam as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora na Igreja do Brasil, número 73: “A casa, enquanto espaço familiar, foi um dos lugares privilegiados para o encontro e o diálogo de Jesus e seus seguidores com diversas pessoas (Mc 1,29; 2,15; 3,20; 5,38; 7,24). Nas casas Ele curava e perdoava os pecados (Mc 2,1- 12), partilhava a mesa com publicanos e pecadores (Mc 2,15ss; 14,3), refletia sobre assuntos importantes, como o jejum (Mc 2,18-22), orientava sobre o comportamento na comunidade (Mc 9,33ss; 10,10) e a importância de se ouvir a Palavra de Deus (Mt 13,17.43).” Assim, continuamos a oferecer esta sugestão de Celebração da Palavra de Deus para ser celebrada em sua casa, com seus familiares neste Solene Tempo da Páscoa. São muitos os horários de transmissão de missas em nossos canais católicos que podemos acompanhar, mas vivendo a dignidade de povo sacerdotal que nosso batismo nos conferiu podemos não só acompanhar, mas CELEBRAR com nossas famílias o Dia do Senhor. Escolha em sua casa um local adequado para celebrar e rezar juntos. Prepare sua Bíblia com o texto a ser proclamado, um vaso com flores, um crucifixo, uma imagem ou ícone de Nossa Senhora, uma vela a ser acesa no momento da celebração, preferencialmente o círio da família utilizado na celebração da Vigília Pascal, nas casas. 
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB


Hoje, 25 de Abril é dia de São Marcos Evangelista

Marcos era judeu, da tribo de Levi, era filho de Maria de Jerusalém. Segundo os historiadores teria sido batizado pelo próprio São Pedro e fazia parte de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém. Ainda menino viu sua casa se tornar um ponto de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos primitivos. Segundo a tradição, foi na sua casa que Cristo celebrou a última ceia, onde instituiu a Eucaristia e foi nela, também, que os apóstolos receberam a visita do Espírito Santo, após Sua Ressurreição. 
Mais tarde, Marcos acompanhou São Pedro a Roma, quando o jovem começou então a preparar o Evangelho. Escreveu o Evangelho por volta dos anos sessenta, sendo esse o mais antigo dos quatro. Em Roma prestou serviço também a São Paulo, em sua primeira prisão.
São Marcos, depois da morte de São Pedro e São Paulo, viajou para pregar em Chipre, na Ásia Menor e no Egito, especialmente na Alexandria, onde fundou uma das igrejas que mais floresceram.
Ele foi martirizado no dia da Páscoa, enquanto celebrava a missa. Mais tarde, as suas relíquias foram trasladadas pelos mercadores italianos para Veneza, cidade que é sua guardiã e que tomou São Marcos como padroeiro.
O evangelista é representado com um leão aos seus pés. 
                                                                                                                                       Por A12

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Paróquia São José Operário nas redes sociais

Já sabem dessas novidades?
Agora além da nossa página no Facebook e divulgação no Instagram e matérias atualizadas no Blog, a Paróquia São José Operário terá transmissões no YouTube!
Se inscrevam, sigam, curtam, compartilhem e acompanhem conosco toda a nossa programação!
Vamos permanecer atualizados e unidos! 
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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Congresso Nacional Querigmático Online


Nesse período de quarentena somos convidados a fazer de nossos lares verdadeiros Cenáculos. Por isso, nos dias 01 a 03 de maio, a RCCBRASIL promove o Congresso Nacional Querigmático Online, um evento totalmente gratuito pensado especialmente para você!
O congresso tem como tema: “Vinde a Mim todos vós que estais cansados” (Mt 11, 28a) e é uma oportunidade para nos lançar nos braços do Pai, nos recolher em seu colo e a Ele entregar as nossas preocupações, medos e inseguranças.
É o próprio Senhor que nos convida, de braços abertos, a exemplo do Cristo Redentor, a um recolhimento interior, um encontro de intimidade. Será um momento de experiência pessoal com seu Amor, por meio do anúncio da Palavra e do Batismo no Espírito Santo. Ouçamos Sua voz hoje: “Vinde a mim!”.

Quem pode participar?
São convidadas a participarem todas as pessoas que já têm uma caminhada na Igreja ou aquelas que buscam uma experiência espiritual com Deus através da Renovação Carismática Católica.
Inscreva-se: