EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Paróquia celebra o dia da Padroeira do Brasil

Presença marcante de fiéis na missa das 09:00 horas na matriz São José Operário retrata a esperança e a fé viva na devoção a mãe de Jesus. A celebração foi presidida pelo pároco Padre João que exortou os paroquianos a respeito da importância desta data e o que isso representa para o povo brasileiro que não vive um bom momento, politicamente falando.                                                                               
A festa de Nossa senhora Aparecida mexe com os sentimentos de todos nós. É festa da mãe, na qual dificilmente o Filho fica indiferente, porque lhe é recordado todo o amor e doação da mãe pelo filho. É isto que hoje recordamos: Maria fiel a Deus e servidora da humanidade. Maria está sempre de prontidão e atente. Percebe as necessidades
de seus filhos. Está sempre preocupada. É ela que percebe e avisa a Jesus que os convidados não têm mais vinho. Vinho é símbolo do que há de melhor. A mãe sempre quer o melhor de seus filhos. É ela também que nos manda fazer o que Ele Nos disser. Maria é a ponte que nos faz estar ainda mais próximos de seu Filho.

sábado, 10 de outubro de 2015

12 de Outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU (cf. Lc 1, 45)

Ajudai, ó Mãe, a nossa fé.


Abri o nosso ouvido à Palavra, para reconhecermos a voz de Deus e a sua chamada.
Desperte em nós o desejo de seguir os seus passos, saindo da nossa terra e acolhendo a sua promessa.
Ajudai-nos a deixar-nos tocar pelo seu amor, para podermos tocá-Lo com a fé.
Ajudai-nos a confiar-nos plenamente a Ele, a crer no seu amor, sobretudo nos momentos de tribulação e cruz, quando a nossa fé é chamada a amadurecer.
Semeai, na nossa fé, a alegria do Ressuscitado.
Recordai-nos que quem crê nunca está sozinho.

Ensinai-nos a ver com os olhos de Jesus, para que Ele seja luz no nosso caminho. E que esta luz da fé cresça sempre em nós até chegar aquele dia sem ocaso que é o próprio Cristo, vosso Filho, nosso Senhor.
(Encíclica Lumen Fidei)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Outubro : Mês da Missões

                 A missão transforma a Igreja

O mês missionário, celebrado em todo o Brasil,  traz este ano o tema Missão é servir e o lema “Quem quiser ser o primeiro entre vós seja o servo de todos” (Mc 10,44). Certamente, muito contribuirá para despertar e fortalecer em nossa vida, na vida das comunidades, pastorais, movimentos e serviços,  a convicção de que, chamados por Deus para o seguimento a Jesus, e iluminados pela ação do Espírito Santo, viver a missão que dele recebemos. Tocados pela graça de Deus que sempre toma a iniciativa de nos chamar e enviar e em comunhão com a Igreja, precisamos estar abertos à força da missão. Jesus Cristo que vem ao nosso encontro nos contagia com sua presença, assim como o fez com os discípulos de Emaús! (cf. Lc 24,32-35). O encontro com Jesus Cristo nos faz cada vez mais convencidos de que a vida se torna rica e fecunda quando, pela graça do Espírito Santo, a doamos, isto é, a entregamos livre e gratuitamente na realização daquilo que Deus está nos pedindo para o bem dos outros.  A Missão nos envia a viver a proximidade, assumindo em nós o sofrimento do outro e dos outros, bem como as alegrias e esperanças. “Tocando a carne sofredora de Cristo no povo” (EG 24), sendo solidário, o missionário dá sinais de que, guiado pelo Espírito Santo, ele acolhe a presença de Cristo no irmão(a), “lava seus pés”, torna-se seu servidor(a). A vida de tantas pessoas que vivem e anunciam o Evangelho, em especial por seu testemunho de fé e solidariedade, é um sinal eloquente de que a Missão transforma tudo, pois vem de Deus; é graça de Deus! Pelo batismo somos marcados pela graça de Deus para sermos discípulos missionários(as) de Jesus Cristo, cooperadores de Deus na missão. Cooperando com ele, fazemos a experiência de sua presença que acompanha e dá sentido à missão, pois nossa vida está a serviço da Missão. Então, não podemos desejar, nem permitir que a missão esteja ao nosso serviço, aproveitando-nos dela pessoalmente ou para o meu grupo. “Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus (...) Esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado” (EG 2). Missão é servir, servir na gratuidade, entregando a vida por amor a Jesus Cristo e às pessoas, aos pobres, à Igreja. “Na doação, a vida se fortalece; e se enfraquece no comodismo e no isolamento. “Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: ‘A vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros’. Isto é, definitivamente, a missão» (DAp 360) (EG 10).A força da Missão penetra a vida da pessoa, das famílias, das comunidades, de toda a Igreja e de tantas outras pessoas e grupos. “A causa missionária deve ser (…) a primeira de todas as causas». Que sucederia se tomássemos realmente a sério estas palavras? Simplesmente reconheceríamos que a ação missionária é o paradigma de toda a obra da Igreja” (cf. EG 15).A missão não é e nem pode ser um enfeite em nós. Ela toma conta de tal forma de nosso ser que não pode ser arrancada da nossa vida (cf. EG 273). Esta convicção dá firmeza, pois nasce de uma experiência profunda de fé, nasce de dentro. A missão nos pede a entrega da vida continuamente. Isto quer dizer que, para realizar a Missão, não basta fazer coisas, mesmo quando bem feitas. Na missão, o centro não sou eu. Eu sou o servo e não o Senhor; sou o aqueduto (que também bebe da água), mas não a fonte. Por isso, a minha alegria é realizar o que o Senhor está indicando, sem buscar recompensa pelo que fiz, pelos meus merecimentos. Feliz mês Missionário para todos e deixemos que a Missão transforme a nossa vida e toda a Igreja!  
Fonte CNBB

domingo, 4 de outubro de 2015

UM OLHAR SOBRE O SEMINÁRIO DIOCESANO E AOS FUTUROS PADRES

Primeiro domingo do mês é sempre um momento em que as equipes de celebração dedica um espaço para rezar pelo Seminário e é claro por todos os futuros padres que lá estão e por todos os formadores. Nossa colaboração também das ofertas neste dia oferecido.
Neste dia em que oportunamente celebramos São Francisco de Assis a ele recorremos nossas preces por todos os seminaristas para que a opção a vida consagrada não seja apenas uma profissão mas vocação/doação.
Como dizia São Francisco em uma de suas catequeses: "Não nos convém sermos sábios e prudentes segundo a carne, mas temos antes de ser simples, humildes e puros. Jamais desejemos ficar acima dos outros, mas prefiramos ser servos e submissos a toda criatura humana, por causa de Deus. Sobre todos os que assim agirem e perseverarem até o fim repousará o Espírito do Senhor e fará neles sua casa e mansão. Serão filhos do Pai celeste, pois fazem suas obras, e são esposos, irmãos e mães de nosso Senhor Jesus Cristo."

sábado, 26 de setembro de 2015

Começa o Tríduo São Gabriel-2015

A Comunidade São Gabriel vive este momento especial de sua história. Nossa saudação a estes irmãos que não medem esforços para levar adiante o projeto de evangelização desta comunidade. 

Gabriel é o arcanjo da Anunciação, aquele que usa a trombeta para levar as notícias. O seu nome significa "emissário do Senhor" e é o mais ligado aos acontecimentos da terra.
A maior preocupação deste arcanjo é desfazer conflitos e proporcionar aos seres humanos a capacidade de adaptação a todas as circunstâncias. É enviado à terra sempre com o objetivo de transmitir a luz divina e sensibilizar os adultos em relação às crianças e à própria humanidade. Este espírito puro do trono celeste é visto, citado e repetido tanto no Velho quanto no Novo Testamento.Gabriel arcanjo foi o escolhido por Deus para acompanhar todo o advento da salvação, desde a revelação das profecias à anunciação da chegada do Messias, acompanhando-o durante toda a sua vida terrena, Paixão e Ressurreição. Além disso, é o portador da oração mais popular e mais querida do cristianismo: a ave-maria.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Teresa D'Ávila, mulher fora do comum

A Igreja recorda os 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus ou Santa Teresa D'Ávila

O Papa Francisco, ao falar aos sacerdotes, religiosos e seminaristas na Catedral de Havana (20/09/2015), foi contundente: "Que jamais se cansem de perdoar". Bem dentro do contexto da figura humana descomunal e atemporal, Teresa de Jesus disse que a pobreza é para os religiosos "o muro e a mãe" contra o mundanismo, usando a expressão: "A riqueza pauperiza". Quão assaz nossa ação de graças pelo dom da mística de Teresa D'Ávila, totalmente ofertada à Igreja, em uma figura humana marcada pela graça da santidade, tão inteligente quanto capaz, a ponto de reformar e renovar o interior da Igreja, consciente de que esta, embora na sonhada busca pela perfeição, pureza e lisura, é uma Igreja santa e pecadora, sempre necessitada de conversão, ela buscava incessantemente a vida interior, a qual tão bem descreveu como um castelo de sete moradas, no qual Deus habita no ponto mais elevado. Nesse sentido, assim rezava: "Nada te perturbe. Nada te amedronte. Tudo passa, só Deus não muda. A paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta!".
Como é maravilhoso chegar ao final do Ano Jubilar dos 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus dentro de um conjunto de iniciativas de âmbito espiritual e cultural, com exposições, cursos e peregrinações. O Papa Francisco concedeu a graça da sua bênção a todos os fiéis que "verdadeiramente arrependidos e movidos pela caridade" participam dos Rituais Sagrados, agora no encerramento e em datas específicas, a saber: Início do Ano Jubilar, a 15 de outubro de 2014; no dia de Natal, 25 de dezembro; e em 2015, no aniversário do nascimento de Santa Teresa de Jesus, dia 28 de março; no dia de Páscoa, a 5 de abril, e aos 15 de outubro de 2015.
O Papa Francisco, que decretou um Ano Jubilar por ocasião do Quinto Centenário do nascimento daquela que afirmou: "Senhor, sou uma filha da vossa Igreja e como filha da Igreja Católica quero morrer", também asseverou em Havana: "O problema das instituições, igrejas ricas, preocupadas, sobretudo, com a economia e a boa gestão, e cujos membros podem 'terminar mal e de maneira medíocre, caso se esqueçam dos mais pobres, dos mais abandonados, dos mais doentes'". Teresa D'Ávila, considerada fundadora dos Carmelitas Descalços, juntamente com São João da Cruz, aquele que disse: "No entardecer desta vida, sereis julgados segundo o amor". Bendito seja Deus por suas santas criaturas!

sábado, 19 de setembro de 2015

Quem é o maior? O primeiro em que? Uma abordagem sobre a liturgia da Palavra (Missa do 25º. dom. comum)

"Um remédio amargo , mas que pode trazer a cura"


Quem é o ‘maior’ na sua empresa ou na sua sala? Quem é o ‘maior’ na classe do seu filho? Quem é ‘maior’ na cidade? Quem é o ‘maior’ em nossa Paróquia ou Diocese? Bom, mas por que essa preocupação com “quem é o maior”? Deixemos que o apóstolo Tiago responda: “Onde há inveja e rivalidade, aí estão as desordens... De onde vêm as guerras? De onde vêm as brigas entre vós? Não vêm, justamente, das paixões que estão em conflito dentro de vós?” (3,16; 4,1).
A preocupação em querer ser o maior é fruto de algo muito mal resolvido dentro de nós e que se chama ‘sentimento de inferioridade’. Quanto mais eu me sinto inferior – e se eu me sinto inferior é porque estou me comparando com os outros, os quais eu considero ‘superiores’ a mim – mais eu preciso compensar esse sentimento buscando formas de me sentir superior. Dessa forma, nós nos afastamos da nossa criança interior – da simplicidade, da bondade e da espontaneidade – e passamos a viver atormentados por uma única preocupação: eu preciso me destacar; se não for pela inteligência, que seja pela esperteza; se não for pelo corpo, que seja pelo modelo do carro; se não for pelo trabalho, que seja pelo dinheiro etc.
O resultado disso é uma sociedade doente, um ambiente de trabalho doente, uma Igreja doente, porque nós estamos doentes. Existe cura para essa doença chamada ‘mania de grandeza’? Se você quiser se livrar dessa preocupação inútil em querer ser o maior, faça uma visita ao Hospital do Câncer de Barretos, sobretudo na ala infantil. Quando você vir a quantidade de crianças com câncer e os diversos tipos de câncer que existem, se dará conta do quanto é inútil a maioria das suas preocupações e do quanto você tem muito mais do que precisa pra viver e ser feliz.

 Os padres, também precisam desse ‘choque terapêutico’,  que muitas vezes vivem atormentados em serem os maiores: Quem atrai mais multidões? Quem tem mais “amigos” ou “seguidores” no Face? Quem tem o Dízimo mais alto da Diocese? Quem faz a melhor homilia? Quem brilha mais aos olhos do bispo? (E a preocupação inconfessável em muitos: Quem será o próximo a “sair” como bispo?) Estes também são doentes, assim como também são em boa parte responsáveis pelas “desordens” em nossa Igreja. Nós sabemos muito bem o quanto de inveja e rivalidade existem entre o clero.
Por Neves Márcio-(Pastoral da Comunicação)-com base nos escritos do Padre Paulo Mazzi

domingo, 30 de agosto de 2015

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - 2015

Confira a programação do Tríduo em preparação para Festa na Comunidade Santa Cruz


No dia em que, como Igreja contemplamos o mistério de Cristo atraindo a todos por meio da Cruz, é bom refletirmos sobre o que esta festa representa para nós.
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim,porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.

Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.(Dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo)

ANUNCIO PARA AS SANTAS MISSÕES POPULARES

O QUE SÃO SANTAS MISSÕES POPULARES?

É uma pergunta básica, pois é de fundamental importância conhecer o que queremos para nossa vida.
Qual o sentido que estou dando a minha vida?
 Estou feliz com a vida que estou vivendo, poderia avançar mais? Será que não estou precisando de uma sacudida?
 Sacudida, é acordar, tomar consciência do mundo que nos rodeia, do que somos e queremos ser.
Sacudida é para quem não quer desperdiçar a vida, o dom maior. A oportunidade da vida é única, não dá para repetir.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, são portanto, uma ocasião especial para dar um sentido verdadeiro a vida, que é o maior desafio de todo ser humano.
SANTAS MISSÕES POPULARES!
Porque Santa?  Porque continua a mesma missão de Jesus
Porque Missões? Porque é tempo de ser enviado, visitar e testemunhar.
Porque populares? Porque elas acontecem no meio do povo, e com o povo.
As SANTAS MISSÕES POPULARES, querem ser a visita e o abraço especial de Deus misericordioso para com seu povo querido, que somos todos nós!


sábado, 29 de agosto de 2015

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: "SEMPRE UMA OPORTUNIDADE DE REFLEXÃO"

Jesus deixa claro que a acolhida da sua Palavra não é apenas fruto do nosso esforço, mas fruto da graça de Deus (cf. Jo 6,65). É o Pai que abre a porta para que a Palavra entre em nós, para que ela seja internalizada por nós. Como Jesus permaneceu tranquilo e firme nas suas palavras, o Evangelho diz que “a partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele” (Jo 6,66). Foi quando Jesus se voltou para os doze apóstolos e perguntou: “Vós também quereis ir embora?” (Jo 6,67), ao que Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).
Pelos canais de TV, pelas rádios e pela internet, você encontra hoje inúmeras pessoas proclamando a Palavra de Deus. Com quê intenção? Com a intenção de torná-lo(a) mais um “cliente” da sua igreja? Com a intenção de “vender-lhe” um produto de auto-ajuda ou de sucesso profissional, ou com a intenção de instruí-lo(a), de refutar o que em você não está de acordo com a vontade de Deus, de corrigi-lo(a) e de educá-lo(a) na justiça (cf. 2Tm 3,16)? Palavras (ou o anúncio da Palavra) você vai encontrar sempre, e em diversos lugares. Mas a questão é saber: são palavras de vida eterna? São palavras que conduzem você para a verdadeira vida? São palavras que abrem a sua vida para a plenitude de Deus? Escolha hoje qual palavra/Que Palavra você quer ouvir...?
(dos escritos do Pe. Paulo Cesar Mazzi)

domingo, 16 de agosto de 2015

REFLEXÃO - Nossa santa padroeira (Por: DOM VICENTE COSTA)

Caríssimos leitores e leitoras: quero convidá-los a refletir sobre um dos títulos pelo qual veneramos Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe: Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da nossa cidade e Diocese de Jundiaí. Essa devoção mariana nasceu inspirada pela passagem bíblica contida em Mt 2,13-23. A narrativa, única em todo o Evangelho, conta a fuga da Sagrada Família para o Egito e a volta para a cidade de Nazaré, na região da Galileia. Pois, temendo pela segurança do Menino Jesus, Maria e o “justo” José, acolhendo a mensagem do anjo do Senhor, fogem da cidade de Belém para ficarem a salvo da perseguição do rei Herodes, temeroso de que a vinda de outro rei pudesse sombreá-lo. De fato o verbo “desterrar” (de onde vem o termo “desterro”) significa “exilar’ ou “isolar”. Caríssimos leitores e leitoras: nesta data tão bonita a nossa prece é dirigida de modo especial aos moradores da cidade e da Diocese de Jundiaí, para que Maria interceda por nós e nos ajude na construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário. Como não lembrar também, nesta data, tantos refugiados da América Latina que são obrigados a abandonar seus lares em busca de um futuro melhor. Também em nossas cidades os refugiados haitianos se fazem mais presentes! Não podemos nos esquecer ainda dos inúmeros cristãos perseguidos por causa da fé em Jesus Cristo, principalmente no Oriente Médio. O Papa Francisco, diversas vezes, tem alertado o mundo sobre o drama dos migrantes e dos refugiados. Na Mensagem que ele lançou por ocasião do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, com o tema: “Igreja sem fronteiras, mãe de todos" (03 de setembro de 2014), afirmou: “À globalização do fenômeno migratório é preciso responder com a globalização da caridade e da cooperação, a fim de se humanizar as condições dos migrantes. Ao mesmo tempo, é preciso intensificar os esforços para criar as condições aptas a garantirem uma progressiva diminuição das razões que impelem populações inteiras a deixar a sua terra natal devido a guerras e carestias, sucedendo muitas vezes que uma é causa da outra”.  Queridos leitores e leitoras: Encontremos na devoção à Nossa Senhora do Desterro esperança para prosseguir enfrentando os males deste mundo. Filhos desterrados que ainda somos, possa a Virgem Maria mostrar-nos sempre o Menino Jesus, bendito fruto de seu imaculado ventre, a fim de continuarmos caminhando rumo à Pátria Celeste e definitiva. E como disse o Papa, na conclusão da referida Mensagem: “Queridos migrantes e refugiados! (...) Pensemos na Sagrada Família exilada no Egito: como no coração materno da Virgem Maria e no coração solícito de São José se manteve a confiança de que Deus nunca nos abandona, também em vós não falte a mesma confiança no Senhor”. Assim seja. DOM VICENTE COSTA é bispo diocesano de Jundiaí, que congrega 11 municípios da Região 
fonte:http://www.jj.com.br/colunistas-1608-nossa-santa-padroeira

Semana da Família: "É preciso reconhecer o valor da vida e da família".

Vivenciamos, dentro de nossa Igreja no Brasil, a partir do Dia dos Pais, dia 9, até o dia 16 de agosto, Assunção de Maria, a Semana Nacional da Família. O tema deste ano é "O amor é a nossa missão: a Família plenamente viva". Este tema foi inspirado nas palavras de um santo dos primeiros séculos da Igreja: Santo Irineu. Ele afirmou que a "glória de Deus é o homem plenamente vivo". "Ele expressa e manifesta o desejo, inscrito no coração da grande maioria de homens e mulheres sobre a face da terra, que não sabe viver sem o amor: o amor que é compromisso com o outro, em especial entre um homem e uma mulher, e aberto a acolher novas vidas".
A Semana Nacional da Família é promovida pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).
A semana acontece desde 1992, sempre na segunda semana de agosto, mês dedicado às vocações, tendo início com o “Dia dos Pais”, dia em que a Igreja no país dedica à vocação matrimonial, e o seu encerramento no domingo seguinte, com ações internas e externas em nossas comunidades paroquiais.
A fim de auxiliar as atividades de oração e reflexão, a Comissão para a Vida e a Família e a CNPF elaboraram um subsídio intitulado “Hora da Família”, que propõe sete encontros voltados às famílias, jovens, crianças, casais de namorados e noivos.
Trata-se de um subsídio que abrange todos os aspectos da vida familiar, especialmente aqueles que são mais desafiadores. Os temas deste ano aprofundam o aspecto do amor, que é a primeira missão da família.
A conjuntura cultural e os novos paradigmas têm impactado profundamente a família cristã. São muitas as contradições, pois grande parte das famílias de hoje carrega um misto de valores, alguns verdadeiros e outros negativos ou falsos. É verdade que precisamos acolher os verdadeiros valores da cultura atual. Porém, não podemos desprezar ou sepultar os antigos valores herdados dos antepassados e passados de pais para filhos na cultura tradicional.
Temos muitas preocupações com a situação familiar hoje! Uma delas é a preparação para o matrimônio. Chamamos de setor pré-matrimonial. Pois, uma boa, séria e remota preparação gera famílias com bases sólidas, duradouras e felizes. Estão presentes também as preocupações com os divorciados e recasados. É cada vez maior o número de casais em 2ª ou 3ª união, os quais precisam de um olhar de misericórdia e acolhimento da Igreja. Vale lembrar que a causa do divórcio está, sobretudo, no “improvisamento” dos casamentos, os quais tiveram pouca ou nenhuma preparação para o matrimônio. Além disso, tem o incentivo e facilitação do Estado (da lei), com a promulgação do “divórcio à jato” pela Internet.
O tema de ambos os eventos é "O amor é a nossa missão: a família plenamente viva".
É preciso reconhecer o valor da vida e da família. Só assim perceberemos como vale a pena lutar, trabalhar, esforçar-se em favor de ambas. A Semana Nacional da Família é “uma oportunidade de demonstrarmos, como Igreja e como cidadãos, não só aquilo que cremos, mas também aquilo que desejamos para nossas famílias, para nossas cidades e para nosso país", ou seja, além do trabalho ao interno da Igreja, somos chamados a ser sinais de esperança em nossa sociedade tão carente e caótica.
Continuemos, após a Semana Nacional da Família, a batalhar para que esta célula mãe de nossa sociedade continue sua missão, contagiando com o bem a vida de todos e levando a todos a alegria de viver o Evangelho em família. Rezemos pelas famílias. Que a Sagrada Família de Nazaré seja o nosso modelo.
CNBB 14-08-2015.
*Cardeal Orani João Tempesta é arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ).


domingo, 2 de agosto de 2015

Visita Pastoral:Dom Vicente preside celebração pela primeira na Comunidade Cristo Rei"Um olhar sobre a vida do povo"


A Visita Pastoral é uma atividade específica do Bispo Diocesano que tem como objetivo acompanhar e conhecer de perto a vida da Igreja Particular, isto é, a Diocese que lhe foi confiada.
Na prática é uma atividade de cunho missionário que possibilita a chegado do Pastor não só no espaço geográfico territorial da Paróquia, mas também a aproximação das realidades pastorais e administrativas das comunidades, grupos e serviços da Igreja. É, na verdade, oportunidade de crescimento e de fortalecimento na missão de discípulos missionários de Cristo. Um olhar sobre a vida do povo e as suas necessidades promoverá uma busca de parceria, de colaboração no sentido de incentivar a solidariedade e a fraternidade para com todos. A Igreja não pode ser instrumento de separação e criação de conflitos, mas promotora do respeito inter-religioso e ecumênico.
A Comunidade Cristo
Rei parte integrante desta paróquia foi agraciada pela presença de Dom Vicente presidindo a celebração dominical. Anteriormente, somente o saudoso Dom Amauri Castanho esteve presente na comunidade dos Metalúrgicos. Por se tratar de um condomínio fechado, destaca-se a persistência e perseverança dos membros da comunidade. Além de não ter uma capela, as celebrações, catequese e reuniões pastorais são realizadas no salão comunitário. Dom Vicente incentivou a comunidade para não desistir do sonho da conquista de uma capela, um espaço próprio para a igreja. A comunidade Cristo Rei é a caçula que compõe a paróquia São José Operário e já soma 16 anos de atividade pastoral.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dom Vicente anuncia transferências e nomeações de padres

Pe. Ivan de Oliveira 
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat,em Salto.

Pe. Carlos José Virillo
Assume como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Jundiaí.

Pe. Márcio Odair Ramos
Vai fazer Mestrado em Direito Canônico, em Roma, pelos próximos dois anos.

Pe. Paulo Eduardo F. de Souza
Assume como vigário judicial da Diocese de Jundiaí.

Pe. Donizétti F. Zanello.
Nomeado Capelão do Mosteiro das Irmãs Concepcionistas e do Convento das Irmãs Redentoristas, ambos em Itu.

fonte:O VERBO-ANO 19 - Nº 436 (2ª quinzena de julho de 2015)

Padre Márcio Felipe fala da importância da Vocação como dom de Deus

Confira um resumo publicado no Jornal "O Verbo"Ed.436


É preciso responder com alegria à voz do Senhor. Para isso, somente o dom da fé possibilita ao ser humano entender que, ao chamar, o Pai fundamenta o seu chamado como uma resposta verdadeira ao pedido que Jesus faz a todos nós, como fez aos seus discípulos: “pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe” (Mt 9, 38). Esse pedido de Jesus demonstra sua preocupação, diante do cansaço do povo.
Pedir trabalhadores ao Senhor da colheita, não quer dizer pedir que Ele envie somente padres para o trabalho da evangelização. É preciso abrir os horizontes e entender que toda vocação, quando bem discernida, é vivida com alegria não somente por àqueles que a recebem, mas, principalmente, pela comunidade, pela família e pela sociedade que podem crescer com esse dom: chamado de Deus acolhido, chamado de Deus vivido e colocado à disposição do próximo.É necessário saber discernir a vocação. Esse discernimento se dá impreterivelmente por meio da oração pessoal. Entretanto, não podemos deixar de rezar em comunidade, pois é na comunidade eclesial que Deus manifesta a plenitude do seu amor aos que Ele chama. O profeta Jeremias tentou relutar diante do chamado que o Pai o fez. Mas quando o mesmo reconhece que é um dom de Deus, seu pensar é transformado. Não é mais a sua vontade que se faz, mas a vontade d’Aquele que o seduziu: “tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu” (Jr 20,7).
Que estupenda a profissão de fé que o profeta Jeremias dirigiu ao Senhor.

Faz-nos pensar na nossa própria vocação, seja ela qual for. Tenhamos esta clareza: o Senhor seduziu Jeremias, e, portanto o chamou. O centro desse relato não está somente na iniciativa de Deus, mas na resposta positiva do profeta que quer ser seduzido pelo Senhor. A exemplo do profeta é necessário deixar-se seduzir pelo Senhor. Somente dessa maneira será possível ser um bom padre, um bom pai, um bom religioso, um bom catequista, enfim, um bom cristão,que sabe e reconhece a sua vocação, porém acredita que não é somente um dom pessoal e, sim, um dom de Deus.