EXPEDIENTE: (PASCOM-SJO)

PAROQUIA SÃO JOSÉ OPERARIO - Edição/Redação/Coordenação: PASCOM-SJO - PÁROCO: Pe. Rodolfo Cavalaro

Instituição Religiosa-Igreja Católica-Paróquia São José Operário Tel.4582-5091- Retiro Jundiaí

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Espiritualidade: O novo Mandamento

O Senhor Jesus afirma que dá um novo mandamento a seus discípulos, isto é, que se amem mutuamente: Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros (Jo 13,34). 
Mas este mandamento já não estava escrito na antiga lei de Deus, onde se lê: Amarás o teu próximo como a ti mesmo? (Lv 19,18). Por que então o Senhor chama novo o que é evidentemente tão antigo? Será um novo mandamento pelo fato de nos revestir do homem novo, depois de nos ter despojado do velho? Na verdade, ele renova o homem que o ouve, ou melhor, que lhe obedece; não se trata, porém, de um amor puramente humano, mas daquele que o Senhor quis distinguir,acrescentando: Como eu vos amei (Jo 13,34). 
É este amor que nos renova, transformando-nos em homens novos, herdeiros da nova Aliança, cantores do canto novo. Foi este amor, caríssimos irmãos, que renovou outrora os antigos justos, os patriarcas e os profetas e, posteriormente, os santos apóstolos. Ainda hoje é ele que renova as nações e reúne todo o gênero humano espalhado pelo mundo inteiro, formando um só povo novo, o corpo da nova esposa do Filho unigênito de Deus.
Dos Tratados sobre o Evangelho de São João, de Santo Agostinho, bispo(Séc.V)

terça-feira, 14 de maio de 2019

São Matias, Apóstolo,Festa

ANTES DE TUDO, UMA ESCOLHA;
ANTES DE TUDO, O AMOR QUE NOS AMOU
Atos dos Apóstolos 1,15-17.20-26; João 15,9-17

“Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16). No começo de tudo, até mesmo da nossa existência, não existe o acaso, mas uma escolha: Deus nos escolheu em seu Filho Jesus Cristo para sermos pedras vivas da sua Igreja e também para sermos sal da terra e luz do mundo. Judas também havia sido escolhido para esta mesma missão, mas, na sua liberdade, abandonou o projeto de Deus e decidiu seguir outro caminho, que acabou levando-o à perda de sentido da vida e ao suicídio.

Pedro, chefe dos apóstolos, entendeu que a ausência de Judas precisava ser preenchida, pois Jesus escolheu doze apóstolos como pedras que fundamentam a sua Igreja (cf. Ap 21,14). Sendo assim, eles se colocaram em oração e pediram a Deus, que conhece o coração de cada um de nós, que manifestasse a Sua vontade e revelasse quem Ele havia escolhido para substituir Judas. A escolha apontou para Matias, o apóstolo que celebramos hoje.

A escolha de Matias deve nos tornar conscientes do lugar que cada um de nós ocupa na Igreja, na história da salvação e na humanidade. Ninguém de nós é – e nem tem que ser – o centro do mundo ou da história, mas o lugar que ocupamos precisa ser valorizado e abraçado com a convicção de que nós somos únicos e a missão que Deus confiou a cada um de nós é também única. Com afirma Alsem Grün, existe uma palavra que Deus quer dirigir ao mundo por meio da nossa existência, e se nós abandonarmos a missão que Deus nos confiou, essa palavra ficará sem ser pronunciada.

Jesus, em quem o Pai nos amou e nos escolheu, nos faz um pedido no Evangelho de hoje: “Permaneçam no meu amor” (Jo 15,9). ‘Embora vocês, como meus discípulos, terão que enfrentar a maldade e a injustiça dos homens, nunca duvidem do meu amor e do amor do meu Pai por vocês! Não se afastem desse amor e não desistam de amar as pessoas com esse mesmo amor. Se vocês deixarem de amar, deixarão de se configurarem a mim e se deformarão em caricaturas do meu amor. Amem-se uns aos outros não como vocês conseguirem, mas como eu amei vocês: eu os amei até o fim, até o sacrifício da minha própria vida. Amem-se como eu amei o Pai, permanecendo na obediência a Ele e fazendo tudo o que estava ao meu alcance para salvar as pessoas que Ele confiou aos meus cuidados. É assim que vocês são chamados a amar. É assim que vocês são chamados a testemunhar ao mundo que são meus discípulos’.

 Pe. Paulo Cezar Mazzi

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Íntegra da Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações -12 de maio de 2019 - IV Domingo da Páscoa. A coragem de arriscar pela promessa de Deus


Queridos irmãos e irmãs!
Depois da experiência vivaz e fecunda, em outubro passado, do Sínodo dedicado aos jovens, celebramos recentemente no Panamá a XXXIV Jornada Mundial da Juventude. Dois grandes eventos que permitiram à Igreja prestar ouvidos à voz do Espírito e também à vida dos jovens, aos seus interrogativos, às canseiras que os sobrecarregam e às esperanças que neles vivem.
Neste Dia Mundial de Oração pelas Vocações, retomando precisamente aquilo que pude partilhar com os jovens no Panamá, desejo refletir sobre a chamada do Senhor enquanto nos torna portadores duma promessa e, ao mesmo tempo, nos pede a coragem de arriscar com Ele e por Ele. Quero deter-me brevemente sobre estes dois aspetos – a promessa e o risco –, contemplando juntamente convosco a cena evangélica da vocação dos primeiros discípulos junto do lago da Galileia (cf. Mc 1, 16-20).
Dois pares de irmãos – Simão e André, juntamente com Tiago e João – estão ocupados na sua faina diária de pescadores. Nesta cansativa profissão, aprenderam as leis da natureza, desafiando-as quando os ventos eram contrários e as ondas agitavam os barcos. Em certos dias, a pesca abundante recompensava da árdua fadiga, mas, outras vezes, o trabalho duma noite inteira não bastava para encher as redes e voltava-se para a margem cansados e desiludidos.
Estas são as situações comuns da vida, onde cada um de nós se confronta com os desejos que traz no coração, se empenha em atividades que – espera – possam ser frutuosas, se adentra num «mar» de possibilidades sem conta à procura da rota certa capaz de satisfazer a sua sede de felicidade. Às vezes goza-se duma pesca boa, enquanto noutras é preciso armar-se de coragem para governar um barco sacudido pelas ondas, ou lidar com a frustração de estar com as redes vazias.
Como na história de cada vocação, também neste caso acontece um encontro. Jesus vai pelo caminho, vê aqueles pescadores e aproxima-Se... Sucedeu assim com a pessoa que escolhemos para compartilhar a vida no matrimónio, ou quando sentimos o fascínio da vida consagrada: vivemos a surpresa dum encontro e, naquele momento, vislumbramos a promessa duma alegria capaz de saciar a nossa vida. De igual modo naquele dia, junto do lago da Galileia, Jesus foi ao encontro daqueles pescadores, quebrando a «paralisia da normalidade» (Homilia no XXII Dia Mundial da Vida Consagrada, 2/II/2018). E não tardou a fazer-lhes uma promessa: «Farei de vós pescadores de homens» (Mc 1, 17).
Sendo assim, a chamada do Senhor não é uma ingerência de Deus na nossa liberdade; não é uma «jaula» ou um peso que nos é colocado às costas. Pelo contrário, é a iniciativa amorosa com que Deus vem ao nosso encontro e nos convida a entrar num grande projeto, do qual nos quer tornar participantes, apresentando-nos o horizonte dum mar mais amplo e duma pesca superabundante.
Com efeito, o desejo de Deus é que a nossa vida não se torne prisioneira do banal, não se deixe arrastar por inércia nos hábitos de todos os dias, nem permaneça inerte perante aquelas opções que lhe poderiam dar significado. O Senhor não quer que nos resignemos a viver o dia a dia, pensando que afinal de contas não há nada por que valha a pena comprometer-se apaixonadamente e apagando a inquietação interior de procurar novas rotas para a nossa navegação. Se às vezes nos faz experimentar uma «pesca miraculosa», é porque nos quer fazer descobrir que cada um de nós é chamado – de diferentes modos – para algo de grande, e que a vida não deve ficar presa nas redes do sem-sentido e daquilo que anestesia o coração. Em suma, a vocação é um convite a não ficar parado na praia com as redes na mão, mas seguir Jesus pelo caminho que Ele pensou para nós, para a nossa felicidade e para o bem daqueles que nos rodeiam.
Naturalmente, abraçar esta promessa requer a coragem de arriscar uma escolha. Sentindo-se chamados por Ele a tomar parte num sonho maior, os primeiros discípulos, «deixando logo as redes, seguiram-No» (Mc 1, 18). Isto significa que, para aceitar a chamada do Senhor, é preciso deixar-se envolver totalmente e correr o risco de enfrentar um desafio inédito; é preciso deixar tudo o que nos poderia manter amarrados ao nosso pequeno barco, impedindo-nos de fazer uma escolha definitiva; é-nos pedida a audácia que nos impele com força a descobrir o projeto que Deus tem para a nossa vida. Substancialmente, quando estamos colocados perante o vasto mar da vocação, não podemos ficar a reparar as nossas redes no barco que nos dá segurança, mas devemos fiar-nos da promessa do Senhor.
Penso, antes de mais nada, na chamada à vida cristã, que todos recebemos com o Batismo e que nos lembra como a nossa vida não é fruto do acaso, mas uma dádiva a filhos amados pelo Senhor, reunidos na grande família da Igreja. É precisamente na comunidade eclesial que nasce e se desenvolve a existência cristã, sobretudo por meio da Liturgia que nos introduz na escuta da Palavra de Deus e na graça dos Sacramentos; é nela que somos, desde tenra idade, iniciados na arte da oração e na partilha fraterna. Precisamente porque nos gera para a vida nova e nos leva a Cristo, a Igreja é nossa mãe; por isso devemos amá-la, mesmo quando vislumbramos no seu rosto as rugas da fragilidade e do pecado, e devemos contribuir para a tornar cada vez mais bela e luminosa, para que possa ser um testemunho do amor de Deus no mundo.
Depois, a vida cristã encontra a sua expressão naquelas opções que, enquanto conferem uma direção concreta à nossa navegação, contribuem também para o crescimento do Reino de Deus na sociedade. Penso na opção de se casar em Cristo e formar uma família, bem como nas outras vocações ligadas ao mundo do trabalho e das profissões, no compromisso no campo da caridade e da solidariedade, nas responsabilidades sociais e políticas, etc. Trata-se de vocações que nos tornam portadores duma promessa de bem, amor e justiça, não só para nós mesmos, mas também para os contextos sociais e culturais onde vivemos, que precisam de cristãos corajosos e testemunhas autênticas do Reino de Deus.
No encontro com o Senhor, alguém pode sentir o fascínio duma chamada à vida consagrada ou ao sacerdócio ordenado. Trata-se duma descoberta que entusiasma e, ao mesmo tempo, assusta, sentindo-se chamado a tornar-se «pescador de homens» no barco da Igreja através duma oferta total de si mesmo e do compromisso dum serviço fiel ao Evangelho e aos irmãos. Esta escolha inclui o risco de deixar tudo para seguir o Senhor e de consagrar-se completamente a Ele para colaborar na sua obra. Muitas resistências interiores podem obstaculizar uma tal decisão, mas também, em certos contextos muito secularizados onde parece não haver lugar para Deus e o Evangelho, pode-se desanimar e cair no «cansaço da esperança» (Homilia na Missa com sacerdotes, pessoas consagradas e movimentos laicais, Panamá, 26/I/2019).
E, todavia, não há alegria maior do que arriscar a vida pelo Senhor! Particularmente a vós, jovens, gostaria de dizer: não sejais surdos à chamada do Senhor! Se Ele vos chamar por esta estrada, não vos oponhais e confiai n’Ele. Não vos deixeis contagiar pelo medo, que nos paralisa à vista dos altos cumes que o Senhor nos propõe. Lembrai-vos sempre que o Senhor, àqueles que deixam as redes e o barco para O seguir, promete a alegria duma vida nova, que enche o coração e anima o caminho.
Queridos amigos, nem sempre é fácil discernir a própria vocação e orientar justamente a vida. Por isso, há necessidade dum renovado esforço por parte de toda a Igreja – sacerdotes, religiosos, animadores pastorais, educadores – para que se proporcionem, sobretudo aos jovens, ocasiões de escuta e discernimento. Há necessidade duma pastoral juvenil e vocacional que ajude a descobrir o projeto de Deus, especialmente através da oração, meditação da Palavra de Deus, adoração eucarística e direção espiritual.
Como várias vezes se assinalou durante a Jornada Mundial da Juventude do Panamá, precisamos de olhar para Maria. Na história daquela jovem, a vocação também foi uma promessa e, simultaneamente, um risco. A sua missão não foi fácil, mas Ela não permitiu que o medo A vencesse. O d’Ela «foi o “sim” de quem quer comprometer-se e arriscar, de quem quer apostar tudo, sem ter outra garantia para além da certeza de saber que é portadora duma promessa. Pergunto a cada um de vós: sentes-te portador duma promessa? Que promessa trago no meu coração, devendo dar-lhe continuidade? Maria teria, sem dúvida, uma missão difícil, mas as dificuldades não eram motivo para dizer “não”. Com certeza teria complicações, mas não haveriam de ser idênticas às que se verificam quando a covardia nos paralisa por não vermos, antecipadamente, tudo claro ou garantido» (Vigília com os jovens, Panamá, 26/I/2019).
Neste Dia, unimo-nos em oração pedindo ao Senhor que nos faça descobrir o seu projeto de amor para a nossa vida, e que nos dê a coragem de arriscar no caminho que Ele, desde sempre, pensou para nós.
Vaticano, Memória de São João Bosco, 31 de janeiro de 2019.
Franciscus


Domingo do Bom Pastor: "Um olhar sob o ponto de vista leigo"


Celebramos neste final de semana, 12/05 o 4º Domingo do tempo comum tradicionalmente chamado “Domingo do Bom Pastor”. Nesta celebração é sempre muito oportuno refletir e colocar no coração de nosso Deus os pastores da Igreja. O nosso Papa Francisco, nosso Bispo Diocesano Dom Vicente Costa, o novo presidente da CNBB Dom Valmor Oliveira de Azevedo eleito recentemente na 57º Assembléia da Conferencia em Aparecida. Também em nossas orações diárias, nosso Pároco Padre Daniel Rosa, Vigário Eduardo, diácono Dirceu e Seminarista Luan. Dia também de Oração Mundial pelas Vocações.
Como não lembrar São João Paulo II e suas mensagens por ocasião deste dia no inicío dos anos 90. Lembro-me enquanto jovem, como os grupos de Pastoral da Juventude ficavam ansiosos em organizar este dia cada ano em uma cidade da Diocese de Jaboticabal interior de São Paulo. Isso tinha um diferencial muito grade na formação do período juvenil.
Muitas paróquias de modo geral, estão sofrendo hoje uma crise muito séria, quando se trata da figura do pastor. Muitos pastores deixaram de lado o ideal de se configurarem a Jesus, o Bom Pastor, e acabaram se tornando ladrões, assaltantes ou mercenários (cf. Jo 10,1.12-13), isto é, pastores que têm como interesse principal não o bem das ovelhas, mas enriquecer-se desonestamente às custas da ingenuidade religiosa delas. Outros se tornaram “guias cegos”, pastores desorientados internamente, alguns viciados em bebida ou em droga; outros, viciados em jogos ou em pornografia. São autoridades moralmente desautorizadas, homens incapazes de conduzir pessoas para Deus porque nem eles mesmos se esforçam por viver em Deus: além de não terem vida de oração séria e profunda, não se esforçam por viver aquilo que pregam aos outros. Por fim, existem os pastores vagabundos, aqueles que estão sempre “muito atarefados em não fazer nada” (2Ts 3,11). Se não cuidam com zelo e dedicação das ovelhas que ainda estão junto deles, imagine se eles se darão ao trabalho de irem atrás daquelas que estão afastadas!
Por outro lado, de minha parte e grande parte dos leigos, na verdade, nós não gostamos de “ser conduzidos”. Pois, nos julgarmos pessoas autônomas e livres, queremos nos conduzir por nós mesmos. Pensamos ser auto-suficiente a ponto de julgarmos o tempo todo a estrutura de nossa Igreja. Quem conduz você? Por quem ou pelo quê você se deixa conduzir no mundo de hoje?  No entanto, a liturgia deste quarto domingo da Páscoa nos fala de Jesus como nosso Pastor e de nós mesmos como ovelhas do seu rebanho, e a imagem da ovelha remete para uma verdade que precisamos admitir: todos nós buscamos uma direção, todos nós precisamos de algo ou de alguém que nos conduza, sobretudo neste tempo de grande desorientação em que vive a humanidade.  
Em fim, começamos a seguir Jesus quando nos sentimos atraídos e chamados por Cristo. O que passa além, não dura muito tempo na comunidade e não passa de agitação momentânea em grupos de Whatsapp ou qualquer coisa do tipo.
Rezemos e esforcemos para que a nossa comunidade se configure ao Bom Pastor, dispondo-se a uma profunda conversão e assim ir atrás de cada ovelha que se afastou ou se perdeu, para trazê-la de volta (cf. Mt 18,12-14), pois “não é da vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um desses pequeninos se perca” (Mt 18,14).

sexta-feira, 10 de maio de 2019

2ª edição da Semana Equestre de 10 a 19 de maio em Jundiaí


A Semana Equestre de Jundiaí tem início neste dia 10 com o segundo módulo do Programa de Gestão em Equinocultura, com o curso de Administração de Haras, que visa estimular a formação e a qualificação desses profissionais.
O evento termina no dia 19 de maio com duas ações: a Santa Missa Romeira, às 5h, no Santuário Bom Jesus de Pirapora – Largo da Matriz – Centro – Pirapora do Bom Jesus – SP e com o Desfile e fim da procissão dos romeiros, às 16h, com passagem pela Rua Bom Jesus de Pirapora em Jundiaí, seguindo em direção ao Centro.
Confira a programação completa:
10 DE MAIO (6ª feira)
Curso de Administração de Haras (inscrições antecipadas)
Horário: 8h às 18h
Local: ETEC Benedito Storani – Av. Antonio Pincinato, 4355 – Jundiaí – SP
11 DE MAIO (Sábado)
Curso de Administração de Haras
Horário: 8h às 12h
Local: ETEC Benedito Storani – Av. Antonio Pincinato, 4355 – Jundiaí – SP
Aula prática
Horário: 13h às 17h
Local:  Haras Bosque do Içá, localizado na Avenida Luiz Gobbo, 1233, no bairro Santa Clara
“Viola do Bem”
Horário: 11h às 15h
Local: Praça Joaquim Soares Lemos, s/n – Vila Hortolândia
Realização: American Rodeo e CCVH
13 DE MAIO (2ª feira)
Jantar Cowboy Solidário
Horário: 19h às 22h
Local: Buffet Hi-5 – Rua do Retiro, nº 2001 – Vila das Hortências
Realização: André Cantoni e amigos
14 DE MAIO (3ª feira)
Workshop prático sobre Equoterapia (Vagas limitadas)
Horário: 9h às 12h
Realização: ABRAAHCE Equoterapia e Centro de Equoterapia DOM QUIXOTE
Local: Rua Luiz Fontebasso, 1652 – Bairro Champirra
Inscrições pelo telefone: (11) 98956-8381, falar com Carla ou (11) 99898-9031, falar com Claudia
Homenagem em Sessão Ordinária da Câmara Municipal
Horário: 18h
Local: Câmara Municipal de Jundiaí – Rua Barão de Jundiaí, 128 – Centro
15 DE MAIO (4ª feira)
Palestra “Brasil 15.000”
Horário: 19h
Local: Câmara Municipal de Jundiaí – Rua Barão de Jundiaí, 128 – Centro
Realização: SENAR, Sindicato Rural, Cavaleiro News e RG Rural
16 DE MAIO (5ª feira)
Vivência Equestre: saúde, equilíbrio e educação (vagas limitadas)
Horário: 13h às 15h
Realização: ABRAAHCE Equoterapia e Centro de Equoterapia DOM QUIXOTE
Local: Rua Luiz Fontebasso, 1652 – Bairro Champirra
Inscrições pelo telefone: (11) 98956-8381 (falar com Carla) ou (11) 99898-9031 (falar com Claudia)
Missa de Envio – Benção dos Distintivos
Horário: 19:30h
Local: Catedral Nossa Senhora do Desterro – Praça Governador Pedro de Toledo, s/n – Centro
17 DE MAIO (6ª feira)
Saída da Romaria para Pedestres
Horário: 22h
Local: Igreja da Varginha – Estrada da Santa Clara, nº 3269 – Varginha
18 DE MAIO (Sábado)
Saída da Romaria a Todos os Romeiros
Horário: 7h
Local: Igreja da Varginha – Estrada da Santa Clara, nº 3269 – Varginha
19 DE MAIO (Domingo)
SANTA MISSA ROMEIRA
Horário: 5h
Local: Santuário Bom Jesus de Pirapora – Largo da Matriz – Centro – Pirapora do Bom Jesus – SP
19 DE MAIO (Domingo)
Desfile e fim da Procissão dos Romeiros
Horário: 16h
Concentração na Vila Rami para entrada em procissão pela Rua Bom Jesus de Pirapora, com destino à Catedral Nossa Senhora do Desterro.
Da Redação-Foto: Divulgação (colaboração Márcio Neves-SJO-Pascom)



segunda-feira, 6 de maio de 2019

Dom Walmor Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte (MG), é eleito novo presidente da CNBB


O Arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, foi eleito na tarde desta segunda-feira, 6 de maio, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido pelo episcopado brasileiro que participa em Aparecida (SP), da 57ª Assembléia Geral da CNBB no terceiro escrutínio, após receber a maioria absoluta de votos do total de 301 bispos votantes.
Como manda o Estatuto da CNBB, o até então presidente cardeal Sergio da Rocha perguntou a dom Walmor se aceita ser presidente. “Aceito com humildade, aceito com temor e aceito à luz da fe”, foram as primeiras  palavras que ele dirigiu à plenária da 57ª. Só à luz da fé, segundo dom Walmor, será possível recuperar a força da colegialidade da Igreja no Brasil a partir de uma escuta muito profunda dos irmãos e do povo de Deus. Ele pediu a Deus que não falte sabedoria para assumir este serviço.
Nascido em 26 de abril de 1954, dom Walmor é natural de Côcos (BA). É o primeiro baiano a estar à frente da CNBB. O novo presidente da Conferência é doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma, Itália) e mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico (Roma, Itália).


Bispos elegem a partir de hoje a nova presidência da CNBB


Nesta segunda-feira, 6 de maio, tem início o processo eleitoral que escolherá os bispos que estarão à frente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pelo próximo quadriênio (2019-2023). O episcopado brasileiro, através de voto secreto, elegerá presidente, vice-presidente, segundo vice-presidente, secretário-geral, presidentes das Comissões Episcopais Pastorais  e seus representantes junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam).
Foram instaladas 17 urnas eletrônicas no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, local onde é realizada a 57ª Assembléia Geral da CNBB. Os equipamentos foram testados por todos os bispos no último sábado, 4. As urnas, com um sistema desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação da CNBB, foram idealizadas para rodar em plataforma web, conectada a um servidor de banco de dados.
Durante as votações, que podem acontecer até a próxima quinta-feira, 9, cada urna terá como responsável um presidente e um secretário, para garantir o sigilo e a privacidade dos eleitores, durante o processo. Após cada escrutínio, o sistema de gerenciamento das urnas se encarregará da apuração dos votos. Será emitido um relatório com o nome dos candidatos votados, por ordem decrescente, indicando se o candidato mais votado atingiu o percentual de votos exigido para aquele escrutínio.

terça-feira, 30 de abril de 2019

Palavras de Kiko Argüello, iniciador do caminho neocatecumenal.


Os irmãos na comunidade são um legado que o Senhor vos a dado, por isso se vocês se afastarem, voltem a andar! O Senhor te recebe com seus braços estendidos.
A comunidade é uma síntese de alegrias e sofrimentos, penso que muitas vezes não sabemos como continuar, não sabemos, quando os irmãos nos resultam desconfortáveis, quando não passamos ao responsável, quando não temos caridade, quando não estamos em paz, que difícil!
Sabei que Carmen nunca me elogiou, graças a Deus; e parece que quando não acontece nada, quando ninguém se mete comigo e os irmãos nos bajulam então tudo está muito bem; mais quando nos fazem ver a nossa realidade, quando nos marcam os nossos erros, caímos. Fatos pó, cansados da comunidade e a nossa boca abre-se ao julgamento. Mais lembrem-se que aquele que te adula é o teu inimigo, aquele que te corrige é teu irmão, teu pai.
É por isso que a comunidade é uma graça que muitas vezes é difícil de ver, a comunidade nos faz descer as arquibancadas da humildade, e ao cristão faz-lhe grande o ser humilde. É a comunidade quem me faz o imenso bem de assemelhar a Cristo. Meu Deus, você levava sobre você os pecados dos seus inimigos. E eu? Tudo me fere, eu sou um servo inútil. Me ajude!
Com certeza você nem pode apreciar o dom de ter trinta simpáticos que nos ajudem a ver quem somos na verdade, que neles possamos descobrir a nossa incapacidade de amar. É por isso que São Paulo formava comunidades, é assim que a virgem nos inspirou fazer comunidades, não camarilhas ou casais, comunidades que com paciência possam chegar a ser um, como Cristo é um com o pai.
Lembre-se que a única felicidade neste mundo, é amar a Deus, amar a Cristo. E a virgem nos disse "o outro é Cristo", na comunidade o outro é o teu irmão, o teu irmão não é o inferno, o teu irmão é Cristo.
(Reflexão do Kiko sobre a comunidade.)

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Tempo Pascal: Passar da dúvida para fé


Uma abordagem com base no 2º Domingo da Páscoa
“Tocar” em Jesus, colocar o dedo em suas chagas e a mão no seu lado aberto, é descobrir a ferida sangrenta da história humana, vinculando assim a ressurreição com a dor dos homens e mulheres oprimidos (as), torturados, enfermos, assassinados...
O homem moderno aprendeu a duvidar. É típico do espírito do nosso tempo questionar tudo para progredir no conhecimento científico. Neste clima, a fé fica frequentemente desacreditada. O ser humano vai caminhando pela vida cheio de incertezas e dúvidas.
A sua atitude é compreensível. Tomé não diz que os seus companheiros estão mentindo ou que estão enganados. Apenas afirma que os seus testemunhos não são suficientes para aderir à sua fé. Ele necessita viver a sua própria experiência. E Jesus não o censura em nenhum momento.
Não são ''provas'' da ressurreição, mas ''sinais'' de seu amor e da entrega até a morte. Por isso, convida-o a aprofundar as suas dúvidas com confiança: ''Não sejas incrédulo, mas um crente''. Tomé renuncia a verificar o que seja. Já não sente necessidade de provas. Só sabe que Jesus o ama e o convida a confiar: ''Senhor meu e Deus meu''.
Um dia, nós os cristãos descobriremos que muitas das nossas dúvidas, vividas de forma sã, sem perder o contato com Jesus e a comunidade, nos pode resgatar de uma fé superficial que se contenta em repetir fórmulas e estimular-nos a crescer em amor.
Pascom-SJO

segunda-feira, 22 de abril de 2019

57ª Assembleia Geral da CNBB escolherá um sucessor para o atual presidente, o Cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília


Entre os dias 1º e 10 de maio, mais de 400 representantes da Igreja Católica, entre eles 304 bispos ativos, vão se reunir em Aparecida (SP) na 57ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para, entre outras tarefas, escolher os novos ocupantes dos dois cargos mais importantes da entidade, os de presidente e de secretário-geral.
A 57ª Assembléia Geral da CNBB terá de escolher um sucessor para o atual presidente, o cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília. Ele comunicou que não aceita a reeleição. Quatro nomes estão sendo apontados para o cargo: os cardeais dom Odilo Scherer de São Paulo, dom Orani João Tempesta, do Rio de Janeiro, o arcebispo dom Jaime Spengler, de Porto Alegre, e o arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Outra questão a ser levantada para discussão na Assembléia Geral da CNBB será o Sínodo dos Bispos para a Amazônia, que se reunirá em Roma, em outubro, sob a presidência do papa Francisco. O Brasil e mais oito países que integram a Amazônia participarão do encontro. Os debates vão abranger temas como a formação de um clero adaptado à região.
Fonte: Agência Estado

domingo, 14 de abril de 2019

Rito da entrega das Palmas marca o início das atividades do Caminho Neocatecumenal na Semana Santa


Para o Caminho Neocatecumenal, a Semana Santa assim como todas as fases do itinerário é marcada por muitos ritos, todos bastante carregados de simbolismos, gestos, elementos. Na celebração de Ramos as comunidades conforme etapas correspondentes recebem a “Palma da vitória”, como sinal do testemunho de Cristo que pode chegar até o martírio. A estética do ritual pode emocionar, de tão bela e tão enriquecida. Mas tudo isso precisa alcançar a profundidade da experiência espiritual. A exteriorização da fé, em seus ritos e símbolos, é deveras muito importante, mas é caminho para algo que está para além do exterior: a configuração do fiel à vida e missão de Jesus Cristo, reconhecido como Senhor que venceu a morte e que, por isso, dá pleno sentido à vida.

Mudar o coração num itinerário cristão de descobertas que nos apresenta quem somos, de verdade, para que não nos enganemos com uma falsa concepção ou nos fechemos com véu, que omite nossa verdadeira identidade. Uma abertura que nos faça amar. Amar quem nós somos. Amar nossos irmãos nas suas mais peculiares diferenças. Amar até não mais sentir necessidade nenhuma que não seja amar. Quando tomamos conhecimento de nossas arestas, falhas e dificuldades e as apresentamos ao Senhor com sinceridade de coração, somos capazes de olhar para as feridas de nossos irmãos e de nossas irmãs e sentir compaixão, aplicando o remédio da misericórdia. Conseguimos sermos, também nós, acolhidos e cuidados.
O neocatecumenato preocupa-se em reviver o sentido profundo do batismo com sua vivência cristã e pertença à Igreja. Quer recuperar a antiga tradição da Igreja, desejando produzir nos cristãos verdadeira conversão. O Caminho é exigente. Há muitos aspectos positivos, sobretudo pela busca da vivência batismal compromissada. É intenção de seus fundadores recuperar o sentido do batismo e seu testemunho de vida nova. São etapas muito exigentes, que exigem coragem e perseverança.
                                                                                                   por:


terça-feira, 9 de abril de 2019

Comunidades Neocatecumenais recebem o Anúncio da Páscoa na Paróquia São José Operário

Na noite desta terça,09 comunidades do Caminho Neocatecumenal de nossa paróquia, juntamente com os irmãos das comunidade de Santo Antonio (Anhangabaú), estiveram reunidas para receberem dos catequistas o Anúncio da Pascoa 2019.
 O artigo 12 dos estatutos estabelece exatamente que “o neocatecumenato visa estimular a paróquia a uma celebração mais rica da Vigilia Pascal”.
Assim, encontramos na liturgia, própria deste tempo, um caminho catecumenal que vai, gradativamente, nos introduzindo nas fontes batismais, a fim de assumirmos Jesus como Messias de nossa vida e mergulharmos no mistério de sua Paixão e Ressurreição. O grande bispo de Jerusalém, São Cirilo (313-350 d. C), ensina-nos em suas catequeses mistagógicas acerca deste itinerário batismal que vivenciamos,
sobremaneira na noite do Sábado Santo, o sábado de Aleluia. Ele diz: Batizados em Cristo e dele revestidos vos tornastes conformes ao Filho de Deus. Na sequência deste sacramento, Cirilo nos lembra da Santa Unção com o Crisma: Ungidos com o óleo, fostes feitos participes e companheiros de Cristo. Estes dois sacramentos desembocam na Celebração da Eucaristia, a Memória Pascal do Cordeiro de Deus (Jo 1,29), Jesus Cristo: Em forma de pão te é dado o corpo, e em forma de vinho o sangue, para que te tornes, tomando o corpo e o sangue de Cristo, con-corpóreo e consanguíneo com Cristo.
Somos acompanhados por Deus, “nutridos” por sua Palavra, no manancial da Liturgia e chegamos mistificados para celebrarmos junto às fontes do Batismo e junto a mesa da Eucaristia o mistério de um Deus que nos incorpora a Ele e nos nutre com seu corpo e seu sangue para fazermos um dia nossa travessia pessoal desta vida, e celebrarmos com Ele a Páscoa definitiva, do dia sem ocaso, ou seja, o dia sem fim.
(por Márcio Neves-Comunicação SJO)


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Padre Daniel fala sobre a importância da reconciliação com Deus através da confissão dos pecados

Por ocasião do 4º domingo da quaresma, neste domingo,31/03 Pe. Daniel em sua homilia dentre os muitos ensinamentos, exortou a todos os fiéis sobre a importância de não deixar passar a oportunidade de buscar o Sacramento da Confissão. Enfatizou sobre a opção de participação (para quem ainda não confessou) participar das confissões nas comunidades em nossa Região pastoral (Região V) que ainda tem em andamento sua programação e, sobretudo buscar marcar um horário no meio de semana.
Com base no livro de Josué (5,9a.10-12) que diz que fomos libertados, escapamos da vergonhosa escravidão do pecado.
Vivendo uma vida nova em Jesus, na terra reconciliados com Deus nosso Pai, temos que ser seguidores constantes da esperança, na certeza que a vitoria final será da justiça e do amor. Nossa fé em Jesus, nossa entrega a Ele exige isso de nós. Não vivemos no medo nem na nostalgia do passado. Somos chamados a festa da Alegria como propõe este domingo que vem liturgicamente simbolizado pela cor rósea. Como dizia o Pai Misericordioso (Lc.15,32), é preciso festejar e alegrar-nos e voltarmos a viver, estávamos perdidos e fomos encontrados. Quem ouve esta parábola do lado de fora não entenderá nada. Continuará a caminhar pela vida sem Deus. Quem a escuta no seu coração, talvez chore
de alegria e gratidão. Sentirá pela primeira vez que o mistério final da vida é Alguém que nos acolhe e nos perdoa porque só quer a nossa alegria.
por Márcio Neves - Comunicação SJO
  

domingo, 10 de março de 2019

Pe. Daniel exorta a pratica da oração realizada com fervor valorizando grupos de louvor


Neste domingo, 10/03 em sua homilia na comunidade dos Metalúrgicos, Pe. Daniel mostrou-se favorável a cultura de um modelo de oração mais movido pelo fervor baseado no louvor. Que se forme grupos de oração comprometidos. Uma oração capaz de chegar ao céu, ao coração de Deus. Especialmente nesta quaresma nossa oração precisa ser é um gesto simples e profundo, que tem a função de invadir de luz o coração em trevas. O ser humano procura por Deus em todos os tempos. Cultivar um relacionamento de amizade com Ele é opção pessoal. É ser livre para escolher qual a intensidade, a proximidade e o nível de entrega. Significa dar oportunidade de experimentar ser amado sem reservas, reconhecendo o grande milagre que a cada manhã acontece no mundo: o sol nasce, ilumina, segue seu destino, cumpre sua missão. Assim deverá ser a vida dos que se tornam amigos desse Deus de amor. A palavra coração contém a palavra oração, sinal de que oração tem muito a ver com coração. Para o povo judeu, o coração é a sede das opções fundamentais da vida, é o lugar das grandes decisões (Lc 6,45). Uma oração verdadeira leva-nos ao coração da vida, habilita-nos a ouvir o inaudível. É imprescindível aprendermos a ouvir o coração (e estômago, pés, mãos...) das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos inconfessos e as queixas silenciosas. Entender o que está errado e atender às suas reais necessidades contribuindo para que percebam a íntima relação existente entre tudo. Estabelecer conexões é vital, pois só isso viabiliza tomada de consciência que analisa de forma crítica e criativa qualquer problema. Nada nunca tem só dois lados, muitas vezes três ou muitos e muitos outros lados.
Pascom-SJO

quinta-feira, 7 de março de 2019

Abertura da CF-2019:Igreja quer estimular a participação em políticas públicas

Alessandra(Grupo de Rua/Missões Populares) fala sobre Objetivos de CF-19


Com a campanha, Igreja Católica quer que cristãos se engajem na busca por políticas públicas em prol dos desfavorecidos como forma de viver a busca bíblica do direito e da justiça.

Como já é tradição, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente nesta quarta-feira de Cinzas, (06/03), a Campanha da Fraternidade (CF). Neste ano de 2019 o tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).
Nesta Campanha, que se desenvolve mais intensamente no período da Quaresma, a Igreja Católica busca chamar a atenção dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática, direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis.
Todos os anos, a CNBB apresenta a CF como caminho de conversão quaresmal. É uma atividade ampla de evangelização que pretende ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a vivenciarem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de temas específicos. Em 2019, a Conferência convida todos a percorrer o caminho da participação na formulação, avaliação e controle social das políticas públicas em todos os níveis como forma de melhorar a qualidade dos serviços prestados ao povo brasileiro.
por Márcio Neves-Comunicação SJO